Crítica: Toy Story 5 (2026)
Mais uma vez, nossos brinquedos favoritos estão de volta e enfrentam seu maior obstáculo: a tecnologia.
Mais uma vez, nossos brinquedos favoritos estão de volta e enfrentam seu maior obstáculo: a tecnologia.
Um prólogo que desafia o público e transforma o plano de abertura na regra para quem decide encarar a sessão.
Filme evoca “contos de fada” para desconstruir romances clássicos e criar fábula feminista.
Um thriller atmosférico que analisa a relação entre o isolamento juvenil e o risco metropolitano.
Uma abordagem que desconstrói os mecanismos de controle modernos.
Um espetáculo de vísceras que esquece a alma no sarcófago.
Longa-metragem é brilhante e melhor que seu antecessor.
Sequência do amado filme dos anos 2000 consegue trazer uma experiência divertida e nostálgica.