Arquivo da categoria: HQ’s

DC Comics cancela Aquaman: Terra Um

Quadrinho foi cancelado após diversos adiamentos.


Uma notícia que não parece surpreender os fãs da DC Comics, Aquaman: Terra Um, foi cancelado pela editora, após o projeto não ter conseguido sair do papel. De acordo com uma página confiável de fãs do herói, o The Aquaverse, o contrato do quadrinista encarregado da HQ parece ter chegado ao seu fim.

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“Atualização sobre Aquaman: Terra Um: Em uma notícia que não deve surpreender ninguém, Francis Manapul confirmou que ele não está mais sob contrato com a DC e este projeto está morto no momento.”

Francis Manapul está concentrado em novos projetos fora da editora, e a não continuidade do projeto do quadrinho do Rei dos Mares, foi devido a agenda apertada do autor. A HQ foi anunciada em 2015, mas adiada repetidamente, visto que Manapul estava trabalhando em vários títulos com do DC Rebirth e DC Universe, como Trindade e Liga da Justiça.

Até o momento, a DC não se pronunciou sobre o assunto.


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Review: Immortal Wonder Woman #1 (2021)

O futuro catastrófico e o preço da imortalidade.


Enquanto Yara Flor já fez sucesso em sua primeira edição no Future State, ela não é a única Mulher-Maravilha presente no evento, sendo acompanhada por Diana e Nubia. Separando as linhas do tempo de cada uma, Immortal Wonder Woman traz a Diana os eventos pós Death Metal, em um planeta sem vida, e uma princesa refletindo o preço que pagou por ser imortal.

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Na primeira edição da minissérie Immortal Wonder Woman, Diana se encontra num futuro distópico, onde não há mais a Liga da Justiça, Batman está morto e o Superman envelhecido. Enquanto tem um trabalho de tentar salvar o Verde e a Terra, Diana se encontra sentida por ter o peso da imortalidade, e ver todos os seus amigos morrerem.

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“Você sempre foi o nosso coração, e isso é o que há de mais maravilhoso em você”

Por outro lado dela querer salvar todo o planeta, as amazonas não dão tanta ênfase. Após a destruição de Nova Gênese por criaturas misteriosas, Apokolips foi dominada sem que Darkseid interferisse. O intuito do lorde de Apokolips agora, é dominar o que restou da Terra, já que nunca conseguiu, de fato, conquistar enquanto a Liga da Justiça ainda estava na ativa. Michael W. Conrad e Becky Cloonan acertaram em cheio na personalidade de Diana, tão apegada à Liga da Justiça quanto qualquer outro herói, sentindo o que é a solidão, algumas vezes

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A história de Núbia, apesar de não deixar tão claro o que pretende, se conecta no presente, com a vilã Cálice roubando peças para liberar males antigos. Para quem ainda não sabe, Cálice é filha de Darkseid, nascendo de uma assassina amazona. Ou seja, a meta de Cálice no presente e sua possível conquista, pode ser o que afeta o futuro e Darkseid subjugando a Terra.

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Deixando de lado a história dos dois arcos, é válido elogiar a arte do quadrinho, mas ainda assim, não é tão superior ao DC Rebirth, que eu considero melhor. É claro que, eventos diferentes exigem abordagens diferentes, e no Future State, a arte busca o mais simples, com cores mais vivas em alguns aspectos e escuras em outros. 

Immortal Wonder Woman #1, no geral, entrega uma premissa interessante, conectando duas histórias, três amazonas e o possível fim dos tempos, relatando a importância de ser a Mulher-Maravilha e o legado que possui, sendo o coração de todos os outros super-heróis do evento. Estou realmente ansioso por ver o caminhar da história e o desfecho de tudo.

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Yara Flor tem começo brilhante no DC Future State

DC retrata muito bem o folclore brasileiro.


O anúncio da criação de uma Mulher-Maravilha brasileira deu o que falar pelos fãs brasileiros da DC, que se animaram para o evento nos quadrinhos Future State. No começo de janeiro, os quadrinhos chegaram digitalmente e às bancas estadunidenses, e lá, não sei ao certo se foi um grande sucesso, mas aqui, pelos comentários que recebi sobre, mesmo antes de ler, estava ótimo.

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A Mulher-Maravilha carrega toda a mitologia grega consigo, e tem nome de uma deusa romana. A DC consegue explorar e trabalhar muito bem a antiguidade grega, além de incluir novos personagens, guerreiras lendárias, mas sempre mantendo a essência histórica de Homero ou Heródoto. Não está sendo diferente com Yara, que luta contra criaturas do folclore brasileiro como o boitatá ou tem de confiar na Caipora, uma inimiga ao mais tipo Circe.

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Não contente em colocar só o folclore brasileiro, a criadora Joelle Jones explora e mistura a mitologia grega com as lendas brasileiras, acertando em cheio na dinâmica que, com certeza, será muito bem explorada nos capítulos seguintes. Além do mais, a dinâmica apresentada entre Caipora e Yara Flor é explosiva, por conta de momentos anteriores, a Guardiã das Florestas ter atacado a nova Mulher-Maravilha. O ressentimentos ficaram, mas ambas se uniram para livrar uma irmã do controle de Hades, deus do submundo.

Joelle Jones produz a arte e o roteiro do quadrinhos, e mesmo com uma premissa mais simples, a arte chama a atenção, assim como a mistura de mitologias. A personalidade da nova personagem, em si, se diferencia de Diana. É mais enérgica, explosiva e um pouco estressada, mas as táticas de combate se assemelham.

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Assim como o parágrafo acima, chamo a atenção novamente para a arte da HQ. Os cenários vastos da Amazônia como conhecemos, assim como a pele morena de Yara Flor, mais a representação de Caipora e outras criaturas mitológicas, demonstram a qualidade e grande empenho e Jones, em querer saber mais sobre uma cultura tão rica como a nossa e a grega. A coloração do quadrinhos, com cores mais vivas enquanto estão na floresta, e cores mais escuras para a ida ao Hades por meio do barqueiro Caronte, denotam a grandiosidade que o Future State irá ser. 

Seguindo por essa mescla de mitologias e folclores, a minissérie Future State: Wonder Woman, tem tudo para ser uma boa lembrança para os fãs brasileiros da DC Comics, que irão querer por mais aparições da heroína.

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Confira a prévia de Man-Bat #1

Nova minissérie chega em fevereiro.


Após a DC Comics solicitar vários quadrinhos para o começo de 2021, Man-Bat, vilão do Batman, é um dos personagens que irão ganhar sua própria série, sendo o foco no próprio vilão. A editora liberou uma prévia da primeira edição, que pode ser conferida as capas e algumas outras imagens da HQ abaixo:

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O Dr Kirk Langstrom parece estar no fundo do poço e pelo jeito, teria abandonado seu soro para virar o Morcego-Humano novamente. Porém, o vício é maior e Francine, sua esposa, descobre que ele está desenvolvendo o soro novamente para se transformar na criatura.

A minissérie do Morcego-Humano irá contar com 5 edições.

Man-Bat #1, escrita por Dave Wielgosz;

Arte por Sumit Kumar;

Capa por Kyle Hotz;

Capa variante de Kevin Nowlan.

Confira a descrição do quadrinho abaixo:

Sinopse: Durante anos, Kirk Langstrom lutou com seu alter ego monstruoso,Morcego-Humano, e o soro que o transformou. Mas ele finalmente atingiu o fundo do poço após um revés devastador, e ele vai descontar sua raiva em cada cidadão de Gotham City. O poder combinado do Batman e do GCPD será suficiente para parar Langstrom de uma vez por todas? Ou será apenas o início da devastação do Homem-Morcego?

Man-Bat #1 chega nas bancas estadunidenses no dia 2 de fevereiro.


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Steve Lightle, artista de Patrulha do Destino, morre aos 61 anos

O quadrinista também desenhou a clássica Legião dos Super-Heróis.


Conhecido por ser artista da Legião dos Super-Heróis e Patrulha do Destino pela DC Comics, o quadrinista Steve Lightle faleceu hoje, aos 61 anos, decorrente de uma parada cardíaca. A notícia foi confirmada por seu filho através do Facebook.

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“Este é Matthew Lightle, filho de Steve Lightle. ​​Esta manhã meu pai faleceu de parada cardíaca. Gostaria de agradecer a todos por sua amizade com meu pai e também pedir que, se você é um seguidor do patreon, cancele sua conta, pois estamos apenas começando a cuidar de seus negócios.”

O quadrinista começou em 1984, em m Black Diamond # 4 da AC Comics. No mesmo ano foi para a DC Comics, onde trabalhou com a Legião dos Super-Heróis e Patrulha do Destino. Na Marvel, ele trabalhou entre 1989 e 1990 nos quadrinhos dos X-Men.

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Review | Batman – Noel

Lee Bermejo e sua releitura fantástica de Um Conto de Natal.


Charles Dickens, renomado escritor inglês que criou Um Conto de Natal e o rabugento Ebenezer Scrooge, é uma referência nas épocas natalinas. Vários filmes e animações já usaram Scrooge, um clássico personagem, que em Batman – Noel (2011), o incrédulo do Natal é representado pelo Batman. É claro que o personagem título do quadrinho não é um símbolo do Natal e tal, ou mesmo alguém que lhe dirá “feliz Natal”, porém, ele pode salvar o seu feriado.

A graphic novel de 2011 entra para o rol dos “quadrinhos do Batman que precisam ser lidos”, pois, aqui, há um narrador do começo ao fim da HQ, completando a ideia de quem narrava. A história em todo o quadrinho, remete logo ao livro de Dickens, já que essa é a própria representação do conto. É incrível o paralelo que Bermejo faz entre Scrooge e Batman, pois, ele conecta duas pessoas diferentes, com personalidades parecidas, e mescla o bom e o pior do Cavaleiro das Trevas.

Bob é o ponto focal da história, um homem que cuida de seu filho, mora na parte pobre de Gotham City e está disposto a batalhar pelo menino, arriscando a própria vida. Ao aceitar um trabalho do Coringa, sendo um peixe pequeno do mesmo, ele se depara com o Batman, que o afugenta e deixa todo o dinheiro no local. É uma isca do herói para apanhar sua presa, que em pleno Natal, está solto em Gotham e Bruce Wayne não tem descanso, mesmo que a polícia ainda tenha um pouco.

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Divulgação

Assim como no conto, três fantasmas aparecem para assombrar o Batman, funcionando como passado, presente e futuro. O primeiro remete logo ao trágico passado de sua carreira, a morte de Jason Todd e as antigas perseguições contra a Mulher-Gato, que nunca se cansa de fazer o de sempre. Não há paradas para apresentações aqui, e após cair, falhando em capturar Selina, o segundo fantasma aparece, o Superman, que o ajuda ali e agora – presente. Os Melhores do Mundo se reúnem mais uma vez, agora com o Morcego ainda mais fechado ao mundo, sem se importar muito com o que resta de humano nas pessoas; seu foco é maior e vai muito além do crime. Essa ajuda não é precipitada, já que o Escoteiro ouviu a tosse de Bruce em Metropolis. A aparição do Superman no quadrinho ameniza as sombras do Batman, suas cores e sua trajetória solitária, mantendo um pouco a esperança. Mas, quando se vai, um vazio fica e não há nada que o preencha nos quadrinhos seguintes.

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O terceiro fantasma é sua própria presa, que vira seu predador, o velho Coringa. É estranho ler que Clark ouviu a tosse de Bruce em Metropolis – talvez seja sarcasmo – e não ouviu a explosão no Batmóvel após ele sair voando. Isso não tira mérito algum da trama e do quadrinista, mas é uma ponta solta que poderia ser arrumada. Continuando, o Coringa funciona como um fantasma do futuro, mas por quê? Porque, simplesmente, ele é o carrasco do Batman e o enterra vivo, sendo esse o futuro esperado do vilão e do herói: a morte.

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Entretanto, é claro que não iria ficar assim e o final feliz acontece, mas não irei contar aqui, e sim, elogiar muito a arte de Bermejo, que utiliza o mesmo método de Coringa (2008), de Brian Azzarello. Em Batman – Noel, ele opta, junto com Barbara Ciardo, cores mais frias enquanto há o Batman, usando bastante da sombra um artifício para moldar o olhar gótico que Gotham oferece. Já quando o Superman aparece, isso muda totalmente, deixando o ambiente mais colorido e vistoso. A arte é realmente o forte da HQ, mesmo que a história não seja tão marcante quanto.


Veredito

Batman – Noel é uma leitura aconchegante e rápida, se for para ler com muita atenção. Lee Bermejo traz um Batman ainda mais humano, sem esperança ou felicidade alguma em sua vida, porém, não abandona a persistência que vem com o herói desde sua criação. A arte detalhada com a coloração escura, se junta a um roteiro formidável, fazendo um paralelo de uma obra clássica de Natal para um quadrinho bem lembrado pelos fãs e merece estar em sua lista de leituras de Natal!

Avaliação: 4 de 5.

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Geoff Johns irá escrever Stargirl em nova fase da DC

Criador da personagem se juntará a Todd Nauck.


Geoff Johns, criador da Stargirl, está se juntando a diversos outros quadrinistas para a nova fase da DC Comics, Infinity Frontier, e nela, ele irá contar uma nova história para a heroína que já ganhou sua própria série.


Gosta da Stargirl? Leve para casa o quadrinhos SJA – Justiça Seja Feita, com 29% de desconto. Clique aqui e compre!


“A próxima fase do Universo DC começa aqui! Dark Nights: Death Metal apresentou as maiores ameaças do Multiverso. DC Future State trará aquilo que está adiante. Agora, chegou a hora de conhecer a Fronteira Infinita dos dias atuais do Universo DC”, diz a descrição oficial.

Criada em 1999, a Stargirl, conhecida pela identidade de Courtney Whitmore, é uma heroína adolescente que fez sua primeira aparição em Stars and S.T.R.I.P.E. Sua criação por Geoff Johns e James Johnson, é uma homenagem a irmã de Johns, Courtney, que faleceu durante um acidente aéreo em 1996.

A heroína ganhou sua própria série pelo DC Universe ainda em 2020, expandindo ainda mais sua mitologia. Johns é o produtor executivo.

Infinite Frontier #0, escrita por Scott Snyder, Geoff Johns, James Tynion IV, Joshua Williamson, Geoffrey Thorne, Phillip Kennedy Johsnon, Brian Michael Bendis, Becky Cloonan, Michael W. Conrad, Joelle Jones e Tim Sherid;

Arte por John Timms, Howard Porter, Joelle Jones, Jorge Jimenez, Alitha Martinez, David Marquez, Stephen Byrne, Jamal Igle, Dexter Soy, Rafa Sandoval, Alex Maleev, John Romita Jr. e outros.

Capa de Dan Jurgens e Mikel Janín;

Capa variante de John Timms.

Infinite Frontier #0 chega em 2 de março de 2021 nos Estados Unidos.


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Infinite Frontier será a nova fase da DC nos quadrinhos

One-shot chega em março de 2021.


A DC Comics solicitou mais quadrinhos, e desta vez, uma nova fase no Universo DC. Após o evento Future StateInfinite Frontier #0 irá dar o pontapé para um novo capítulo de eventos da editora, saindo totalmente do Rebirth e abraçando a nova fase (via THR).

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Seguindo os padrões de antigas fases, a nova que está por vir irá ganhar uma one-shot de 64 páginas, com vários quadrinistas fazendo presença e contando diversas histórias para continuar em respectivos títulos. Joshua Williamson conduz o projeto e terá ao lado, nomes como Scott Snyder, Geoff Johns, Becky Cloonan, James Tynion IV, Joelle Jones, Alitha Martinez, Brian Michael Bendis, Geoffrey Thorne e John Romita Jr.

“É o pontapé inicial de todas as coisas que estamos fazendo no Universo DC no próximo ano. Você sabe, nós temos Dark Nights: Death Metal , e então temos Future State , e então girando para fora de tudo isso está Infinite Frontier No. 0 . É um especial único, que contará com diferentes equipes criativas, mostrando o que vamos fazer e fazendo provocações”, disse Williamson, ao THR.

Ele ainda disse que irá preparar novas abordagens para a Mulher-Maravilha e o Espectro, que serão peças chaves na transição. Diana seria uma divindade do Multiverso, que ajudaria o Espectro, e consequentemente, seria uma explicação para que Hipólita seja vista na Liga da Justiça.

“Há um dispositivo de enquadramento no qual estou trabalhando, estrelado pela Mulher Maravilha e o Espectro, e temos uma espécie de vislumbre do que está acontecendo, e podemos brincar com esses brinquedos grandes e nos divertir, conseguindo um boa introdução para 2021 para DC e além.”

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Divulgação/DC Comics

Infinite Frontier #0, escrita por Scott Snyder, Geoff Johns, James Tynion IV, Joshua Williamson, Geoffrey Thorne, Phillip Kennedy Johsnon, Brian Michael Bendis, Becky Cloonan, Michael W. Conrad, Joelle Jones e Tim Sherid;

Arte por John Timms, Howard Porter, Joelle Jones, Jorge Jimenez, Alitha Martinez, David Marquez, Stephen Byrne, Jamal Igle, Dexter Soy, Rafa Sandoval, Alex Maleev, John Romita Jr. e outros.

Capa de Dan Jurgens e Mikel Janín;

Capa variante de John Timms.

Veja as descrições das histórias abaixo:

– Um ataque impensável e inesperado do Coringa faz dele o alvo de uma arrasta mundial com o ex-policial Jim Gordon em uma perseguição na série The Joker de James Tynion IV e Guillem March;

– Saindo de suas aparições em Future State: Mulher-Maravilha e Future State: Superman/Mulher-Maravilha, uma jovem Yara Flor começa a busca por seu destino e conexão com as Amazonas;

– É o dia de orientação na Torre dos Titãs, com Tim Sheridan e Rafa Sandoval apresentando um novo grupo de heróis adolescentes (incluindo o futuro Red X) ao Novos Jovens Titãs original, preparando a mesa para a série da dupla Teen Titans Academy em março

– As aventuras da Liga da Justiça continuam (começando com Liga da Justiça # 59), agora escrita por Brian Michael Bendis com o artista David Marquez, com novos membros JL, incluindo Adão Negro, Hipólita e Naomi;

– A Mulher-Maravilha se aventura na “esfera divina”, criando um novo enredo empolgante de Becky Cloonan, Michael W. Conrad e Travis Moore, continuando em March’s Wonder Woman # 770;

– O premiado escritor Geoff Johns e Todd Nauck contam uma história totalmente nova de Stargirl.

Infinite Frontier #0 chega em 2 de março de 2021 nos Estados Unidos.


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DC Comics revela nova equipe criativa para Asa Noturna

Artista brasileiro está envolvido.


A DC Comics revelou a equipe criativa que estará por trás dos novos quadrinhos do Asa Noturna após o evento Future State. Tom Taylor, roteirista que trabalhou em Injustice e o artista brasileiro Bruno Redondo, de Esquadrão Suicida e Injustice também.


Mas antes de continuar, leve Esquadrão Suicida: Ponto Sem Volta, por 9% de desconto. Clique aqui e adquira!


“Eu sou um grande fã do Asa Noturna. E eu não poderia estar mais animado para enfrentar um herói que sempre considerei um DC A-lister. Nossa série é sobre como mostrar isso. É sobre colocar Dick Grayson de volta naquele pedestal onde ele pertence”, disse Taylor.

No novo quadrinho, será explorado ainda mais a volta de Dick Grayson como Asa Noturna, numa Bludhaven que elegeu o prefeito com sobrenome Zucco. Para quem não sabe, Anthony Zucco assassinou os pais de Grayson, causando um acidente na apresentação dos Grayson’s Voadores no circo. 

Mas, nem tudo é problema e a Batgirl estará ao lado do Pássaro Azul, trabalhando para derrubar a criminalidade e provavelmente o prefeito.

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“Asa Noturna significa potencial cinético, evolução e uma assertividade positiva mais do que qualquer outro personagem em que trabalhei … e esse é o tipo de herói de que todos precisamos agora. Trabalhar com Tom no Asa Noturna é a evolução perfeita para nós como uma equipe! Temos ideias incríveis para as novas aventuras de Dick Grayson”, comentou Bruno Redondo.

Nightwing #78, escrito por Tom Taylor;

Arte de Bruno Redondo;

Coloração por Adriano Lucas;

Letras de Wes Abbott;

Editado por Jessica Chrn.

Nightwing #78 chega no dia 16 de março de 2021.


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Coringa terá sua própria série de quadrinhos em 2021

The Joker se passará após os eventos de Joker War.


O maior vilão dos quadrinhos e da cultura pop, irá ganhar uma série mensal de quadrinhos pela DC Comics em 2021, explorando ainda mais o personagem e Punchline, uma das parceiras do Príncipe Palhaço do Crime que substituiu a Arlequina. A série mensal será ligada logo ao evento Joker War, onde o Coringa sofreu nas mãos de Bane e Arlequina. E claro, ele quer vingança.


Quer conhecer mais sobre o Coringa? Adquira o quadrinho de Jeff Lemire, Coringa: Um Sorriso de Matar. Para comprar, clique aqui!


Quando fui abordado pela DC sobre o conceito de um título mensal destacando o Coringa, pensei: ‘Como seria esse gibi?’”, disse Tynion“Estou animado para compartilhar esta história de forma que honre tudo o que um gibi do Coringa pode ser, embora seja de um ângulo emocionante e inesperado. Também estou entusiasmado em continuar trabalhando com Sam e Mirka para expandir a história da Punchline que começamos em novembro como um recurso de backup nesta nova série em andamento. Joker War foi apenas o começo do terror e do caos que estamos criando!”

A série irá explorar ainda mais a Punchline, uma personagem criada recentemente para os quadrinhos. Com certeza, será muito interessante expandir sua mitologia.

Confira abaixo as solicitações de capas para The Joker:

The Joker #1, escrita por James Tynion IV e Sam Johns;

Arte de Guillem March, Mirka Andolfo;

Capa de Guillem March;

Capa da variante do Coringa, por Frank Quitely;

Variante do Coringa 1:25, de Riccardo Federici;

Variante da Punchline de Francesco Mattina.

Confira a sinopse abaixo:

Sinopse: “Depois de um ataque impensável a Gotham City, o Príncipe Palhaço do Crime se tornou o homem mais procurado do mundo! O Coringa está fazendo o possível para ficar vários passos à frente da polícia no exterior, mas Jim Gordon, prestes a se aposentar, percebe que esta é a última caça ao homem de sua vida e jura rastrear o pior inimigo de Gotham, completando sua carreira histórica. Mas existem algumas forças misteriosas e mortais que também estão em busca do Coringa, e eles não vão deixar Gordon atrasá-los ou atrapalhar.

Na história de backup de Tynion IV, o co-escritor Sam Johns e a artista Mirka Andolfo, Alexis Kaye, também conhecida como Punchline, torna-se a mais nova residente da Penitenciária Blackgate, enquanto do lado de fora Harper Row retoma seu papel como Bluebird para evitar que seu irmão caia a influência de Punchline e sua marca sedutora de anarquia e caos.”

The Joker #1 tem data para 9 de março de 2021.


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Confira a prévia de Batman/Mulher-Gato #1

Arco irá trazer antigo vilão do Batman.


O novo arco nos quadrinhos do Batman, que traz o Cavaleiro das Trevas e a Mulher-Gato dividindo o título e as capas, ganhou uma prévia ontem (30), trazendo uma antiga paixão de Bruce Wayne de volta. Veja as capas e imagens do quadrinho abaixo:

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Podemos notar que Andrea Beuamont está de volta para Gotham, e claro, o Fantasma também está. O vilão que mais tarde foi revelado ser Andrea em Batman – A Máscara do Fantasma (1993), desaparece da cidade e Bruce se culpa por não consegui-la salvá-la da morte, que foi forjada. Agora, parece que ela está de volta para a vida de Bruce. Além da repentina aparição de Andrea, Selina Kyle estará grávida de Bruce no arco.

Batman/Mulher-Gato será mais uma quadrinho do herói publicado pelo DC Black Label, onde muitas histórias mais adultas estão presentes com o selo. O quadrinho não fará parte da cronologia da DC, mas pode ter uma possível continuação da animação dos anos 90, ou não. A minissérie contará com 12 edições.

Batman/Mulher-Gato #1, escrita por Tom King;

Arte e capa por Clay Mann;

Capa variante de Jim Lee, Scott Williams e Travis Charest.

Confira a descrição do quadrinho abaixo:

Sinopse: Ecoando pontos da trama da corrida épica do Batman de King, este conto arrebatador é contado em três linhas do tempo: o passado, quando o morcego e o gato se apaixonaram pela primeira vez; o presente, onde sua união é ameaçada por um dos amores perdidos de Batman; e o futuro, onde o casal tem uma vida feliz e um legado – incluindo sua filha Helena, a Batwoman. E quando a história começa, após um longo casamento, Bruce Wayne morre – o que libera Selina Kyle para acertar uma velha conta. Em cada estágio de seu relacionamento, Bruce e Selina têm um acompanhante indesejado: o Coringa!

Batman/Mulher-Gato #1 já está à venda nos Estados Unidos.


Confira:

 

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Liga da Justiça aparece em prévia de Endless Winter #1

Evento será lançado este mês.


DC Comics trouxe uma prévia da primeira edição de Justice League: Endless Winter #1, que traz a Liga da Justiça em confronto contra os vilões Geada, Homem-Gato, Multiplex e Rampage. Mas, esse é só o começo para combater um novo vilão. Também foi divulgada a capa do quadrinhos e a variante. Veja a preview de oito páginas e as capas abaixo:

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O megaevento da DC irá explorar um novo grande vilão chamado King Frost, que tem relação com alguns dos personagens do Universo DC, como a Rainha Hipólita, Monstro do Pântano, Adão Negro e o Príncipe Viking

Todo o evento, que tem início hoje (01), se estende pelas edições de Flash #767, Aquaman #66, Liga da Justiça #58 e Liga da Justiça Sombria #29. Haverão especiais one-shot em Superman, Jovens Titãs e Adão Negro, respectivamente, antes de finalizar em 29 de dezembro com a segunda edição de Justice League: Endless Winter.

Justice League: Endless Winter #1, escrita por Andy Lanning e Ron Marz;

Arte por Howard Porter e Marco Santucci;

Capa por Mikel Janín;

Capa variante de Daniel Warren Johnson.

Veja a descrição do quadrinho abaixo:

“Quando a Liga da Justiça descobre uma tempestade em nível de extinção no antigo local da Fortaleza da Solidão do Superman, sua busca por respostas os colocará em conflito direto com o Rei Frost, uma entidade antiga que exerce grande poder e um exército de soldados leais. Mas quem é ele? O que ele quer? E qual é a ligação dele com alguns dos heróis mais antigos do Universo DC?”

Justice League: Endless Winter #1 já está à venda nas bancas estadunidenses.


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Nova edição de Batman: Terra Um ganha data de lançamento

Volume três chega apenas em 2021.


Ontem (23), a DC Comics anunciou a data de lançamento de Batman: Terra Um Vol. 3, quadrinho que tem Geoff Johns como roteirista e Gary Frank na arte. A nova edição chegará no dia 8 de junho de 2021 nas lojas estadunidenses.


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Sinopse: “Batman: Terra UmVol. 3 verá uma gangue de ladrões misteriosamente bem armada levar Gotham City a um estado de medo. Os criminosos são altamente organizados, trancados e carregados com as mais recentes armas de nível militar: lança-chamas, lança-granadas e até tanques. A gangue afirma que é financiada por Harvey Dent, porém, ele é dado como morto.

Bruce se distrai pelo retorno aparentemente impossível de outra figura considerada morta: seu avô Adrian Arkham. Ele também deve confortar sua amiga de longa data, a prefeita de Gotham, Jessica Dent, que está marcada tanto física quanto mentalmente por sua experiência com o Charada, que resultou na morte horrível de seu irmão. Mas será que Harvey está de volta, tramando vingança contra uma cidade que ele proclama culpada? Quando Batman descobre a verdade por trás de muitos mistérios, seu mundo começa a se desvendar.”

Com o roteiro de Geoff Johns, a arte fica por conta de Gary FrankJon Sibal e Brad Anderson. O novo volume chega em 8 de junho de 2021 nos Estados Unidos. Não há data para chegar ao Brasil.


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Semana Heroica #7 | Review: Flash Comics #1

Criado por Gardner Fox e tendo sido desenhado por Harry Lampert, Jay Garrick, o primeiro Flash, fez sua aparição pela primeira vez em sua revista mensal de quadrinhos, a Flash Comics, em 1940. Um tanto diferenciado do Superman, mas que possuía um poder igual do Homem de Aço, a supervelocidade. Mas, apenas esse poder lhe era concedido, e o mesmo era retratado como o deus romano Mercúrio, pois, era tão rápido quanto ele.

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Sua origem foi mostrada logo na primeira edição da Flash Comics, e posteriormente uma breve retratação em Flash de Dois Mundos. Jay Garrick era apenas um simples estudante e jogador de futebol americano, que gostava de Joan Williams. Em um dia no laboratório de seu professor de ciências, ele derruba o destilador de um experimento após acender um cigarro no meio de um laboratório? Sério isso, senhor Fox? Tudo bem, continuando… Ele derruba e inala aqueles gases poderosos e desmaia, sendo levado ao hospital pela manhã quando seu professor o acha. Após uma bateria de testes, o doutor que cuidou do caso disse que ele poderia ser considerado o “homem mais rápido vivo”, e que podia correr, ter pensamentos rápidos, falar e podendo superar a velocidade de uma bala. É claro que o segredo foi mantido pelo cientista e pelo doutor, para que não soubessem de um dos “milagres da ciência”. 

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Revigorado, Jay recebe alta e usa sua velocidade para tudo, ficando impressionado com isso. Ele revela que era tão rápido quanto uma bala para Joan, que também se impressiona. Por alguns momentos no quadrinho, o jovem usa a velocidade a seu favor, seja para ganhar uma partida ou para jogar tênis consigo mesmo. E é após a brincadeira no tênis que tudo começa. Joan revela que seu pai, o Major Williams, havia sido sequestrado por uma gangue chamada O Quarteto Mafioso, para que ele contasse o segredo do bombardeiro atômico, uma arma de guerra dos Estados Unidos para a Segunda Guerra Mundial. Quando ela revela a Jay, um dos mafiosos atira e o velocista consegue pegar a bala e desviá-la. O ponto que o doutor não tinha certeza agora se fez verdade.

O roteirista usa pontos políticos para construir a narrativa, já que a Segunda Guerra estava apenas iniciando. O enredo básico de “o mocinho e o bandido” é um dos pontos da Era de Ouro dos quadrinhos, e pode ser visto em várias outras primeiras aparições de heróis, como o Batman ou o Superman. Não espere nada tão profundo nesta HQ, que vai direto ao ponto, que é resgatar o pai de Joan e acabar com os bandidos.

Não nos foi mostrado uma explicação de como Jay consegue seu traje e o capacete na primeira edição, mas apenas, como ele se torna o Flash, denotando que, à medida que o crime aumenta na cidade, alguém precisava fazer algo para parar isso. É um começo plausível para um futuro herói da Sociedade da Justiça da América e de Keystone City.

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A arte de Lampert, caracterizam muito bem o lado bom e o mal. O lado bom, há pessoas “bonitas”, transmitindo a boa índole que tem. Já o lado dos vilões, a arte é mais exagerada, mostrando que todos eles são feiosos e não tão bem de postura ou vestidos. Seus diálogos também, um tanto diabólicos e extrapolantes de um inimigo, e nada muito como é visto hoje. A Flash Comics durou de 1940 a 1949, quando foi cancelada e foi decretado o ano em que Jay Garrick se aposentou como Flash.


Veredito

Apesar de não ser o melhor quadrinho do Flash, já que não somos habituados a ler muitos da Era de Ouro, a HQ é marcante por ser a primeira aparição de Jay Garrick. Com um roteiro regular e uma proposta que convence o leitor, a apresentação de Gardner Fox e Harry Lampert ainda diverte na aventura do Flash contra as forças do mal, em uma leitura agradável e saudável.

Avaliação: 2 de 5.

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Semana Heroica #6 | The Flash #139

Uma das histórias mais importantes do Flash.


Enquanto preparava essa matéria, procurei várias histórias do Flash. Poderia ter simplesmente escolhido Flashpoint, mas eu queria algo diferente. Finalmente, pedi a opinião de um amigo e ele me indicou The Flash #139. Optei por seguir o conselho e depois de uma breve pesquisa (e com a ajuda de outro amigo) consegui a scan dessa edição. Agora chega de enrolação e bora para a HQ!

Escrita por John Brooke e ilustrada por Carmine Infantino, a HQ lançada em 1963, conta com um enredo interessante e introduz um dos maiores (senão o maior) vilão do Flash. Estou falando do Professor Zoom, conhecido também como Flash Reverso. Antes de falarmos sobre ele, um breve resumo da primeira parte da história. O Doutor Walter Drake havia enviado uma cápsula do tempo ao século 25, porém, o doutor acabou enviando um relógio atômico, junto com outros objetos da cápsula (incluindo um traje do Flash). Esse relógio se tornaria uma bomba atômica por conta da viagem no tempo que ele passou, e destruiria Central City. Felizmente, o herói consegue ir ao futuro graças a sua esteira de força cósmica.

The_Flash_Vol_1_139.jpg

Após isso, o vilão da história é apresentado. Professor Zoom era apenas um simples bandido, que admirava o Velocista Escarlate por sua velocidade, mas ao mesmo tempo o odiava por seguir a lei. O que Zoom não esperava, é que a cápsula cairia bem na sua frente, no meio da cidade. Ele aproveita e pega o traje do Flash que estava na cápsula. Com o traje, Zoom consegue utilizar as ondas de super-velocidade para ser o bandido mais rápido do mundo, utilizando a roupa do Flash, só que com as cores reversas e se auto-intitulando como Flash Reverso.

O que o Flash Reverso não esperava, é que o Flash original apareceria e o derrotaria, dando fim a sua pequena carreira. Porém, não era só isso que Barry Allen precisava fazer, já que o relógio atômico iria explodir em poucas horas. Como um raio, Flash procura pelo relógio em toda cidade, até que finalmente o encontra e o leva para o ártico, onde ele finalmente explode. Por fim, o velocista retorna ao presente, sem nem imaginar que voltaria a encontrar o Professor Zoom, ou, Flash Reverso.


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Semana Heroica #3 | A importância de Flash de Dois Mundos

Os quadrinhos estavam entrando na Era de Prata, e abandonando a Era de Ouro, reformulando alguns de seus heróis. A DC Comics iniciou a nova era com Julius Schwartz e Gardner Fox revitalizando o Flash e criando Barry Allen, que viria substituir Jay Garrick. O Showcase #4 (1956),  quadrinho o qual apareceu pela primeira vez Barry Allen e mostrou sua origem, foi o primeiro passo de uma nova era que duraria até meados dos anos 70.

Heróis como Jay Garrick e Al Pratt, são substituídos por Barry Allen e Ray Palmer, sendo o Flash e o Átomo, respectivamente. Com a duração da Flash Comics de 1940 a 1949, Jay Garrick foi um dos grandes personagens das histórias da DC nos anos 40, assim como Superman, Mulher-Maravilha e Batman. Sua criação, em 1940, se deu por Gardner Fox e Harry Lampert, e anos mais tarde, Fox viria a escrever a clássica Flash de Dois Mundos, unindo Jay e Barry.

O quadrinho de 1961 pode ser considerado um dos mais importantes da histórias da editora, pois foi nele que houve a introdução da Terra-2, e consequentemente, a descoberta de que Flash poderia fazer um tipo de salto de uma terra para outra. Fox fez com que antigos e novos heróis pudessem coexistir e também se encontrar. Isso abriu várias opções para a DC Comics num futuro não tão distante, que usou o conceito de duas terras e expandiu para três na série mensal de Liga da Justiça da América, e logo pra mais e mais terras, assim recebendo o nome de Multiverso. E partindo deste princípio, foi posto em jogo a Crise nas Infinitas Terras, e com certeza, Flash de Dois Mundos deu uma grande ajuda para que isso pudesse acontecer.

Com Gardner Fox, Jay Garrick também envelheceu, dizendo que tem sido o Flash há mais de 20 anos. Colocando a data real na ficção, e o real em si também, na Terra-1 que é a de Barry, Jay é simplesmente um herói de quadrinhos criado por Gardner Fox, além de ser o ídolo de Barry. E já aposentado, ele teria de voltar a ativa por conta d uma onda de crimes que está acontecendo em Keystone City, cidade de Jay que fica na Terra-2.

O então chamado Joel Ciclone e o Velocista Escarlate unem forças para derrotar o Sombra, o Violinista e o Pensador. É até engraçado pensar que, um herói de quadrinhos para nós em 1940, é o ídolo de Barry Allen, que também já leu a Flash Comics. Jay Garrick protagoniza um quadrinho no mundo fictício dentro de um quadrinho no mundo real. E são essas informações que o mantém vivo e que seu trabalho não foi esquecido, conectando a Era de Ouro com a Era de Prata, e o autor com sua criação.

Não há, aqui, uma história profunda para explicar o conceito de dois mundos, sendo apenas uma introdução e afirmando que é possível viajar para uma outra terra. Brevemente, também, foi contada a origem dos dois Flashes, e mostrou com clareza como Barry Allen parou em Keystone City. Isso, claro, deu uma boa ideia ao final para o antigo Flash, após ter derrotado seus vilões, que fariam parte também da história de Barry.

Com a existência de Gardner Fox no Universo DCBarry relata para Iris West sua ida ao mundo de Jay, e ela diz que “os leitores gostariam de saber o que houve”, mas Flash fala que ninguém iria acreditar, possivelmente vindo de um jornal que cobriria toda Central City, mas um homem iria. O velocista tem a brilhante ideia de contar para o quadrinista Gardner Fox sua aventura na Terra-2, já que foi ele quem criou o primeiro Flash, e assim, ele poderia escrever tudo em uma revista em quadrinhos. Curioso, não?


Semana Heroica acontece uma vez por mês, durante uma semana, focando em algum personagem dos quadrinhos, para falar sobre quadrinhos, games, filmes e sua origem ou um vídeo falando sobre algum quadrinho, essas últimas no canal do Critical Room.

Você pode conferir no início do artigo o CR Comics apresentando Wally West, sua origem, seus feitos e o que teve de passar por ser o substituto de Barry após a Crise. Essa foi a segunda parte da Semana Heroica.

A primeira parte da Semana Heroica aconteceu no Instagram e você quem decide qual o melhor Flash:

Liga da Justiça ganha nova capa para o DC Future State

Future State será o novo evento da DC.


Com o mais novo evento da DC Comics nos quadrinhos, o Future State, os fãs da editora tem muito o que esperar, de uma total reformulação e novos olhares para os grandes heróis, com novas identidades. Uma nova capa variante de Justice League #2, mostra toda a equipe junta mais uma vez. Veja:

Divulgação/DC Comics

A editora planeja uma nova visão ante à Liga da Justiça e outros heróis. Nomes como Diana Prince e Clark Kent, são substituídos por outras versões. Assumindo o manto de Homem de Aço, Jon Kent será o Superman, Yara Flor a Mulher-Maravilha brasileira, Andy Curry a Aquawoman, Jo Mullein a Lanterna Verde, e ainda teremos um Flash não-binário, Jess Chambers. A identidade do novo Batman não foi revelada, apesar de sabermos que Bruce Wayne assumiu a identidade de Detetive das Trevas, após ter sua identidade descoberta e quase ser morto.

DC Future State: Justice League #2, escrita por Joshua Williamson;

Arte por Robson Rocha e Daniel Henriques.

Veja a sinopse abaixo: 

Sinopse: “Exilado em um planeta distante, a Liga da Justiça suspeita de um impostor em seu meio, mas nem mesmo o próximo Batman ou Lanterna Verde pode encontrar as pistas que procuram. Enquanto isso, na Terra, o terrível retorno de um vilão clássico da Liga da Justiça pode significar a ruína do planeta! Doppelgängers abundam, a paranóia corre solta e apenas a Liga da Justiça pode salvar a humanidade – se eles conseguirem encontrar o caminho de casa.”

DC Future State chega em 2021.


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DC anuncia Truth & Justice, nova série de antologia de quadrinhos

As primeira edições estrearão digitalmente.


Com o anúncio do novo evento da DC Comics, Future State, os fãs já tiveram uma prévia do que virá no próximo ano de lançamentos da editora. Não demorou muito para a DC anunciar uma série de antologia, intitulada Truth & Justice, que vai explorar cada vez mais outros personagens. A série irá começar contando a história de Vixen. Veja as imagens abaixo:

A série antológica seguirá os mesmos passos de outras antologias, como Lendas do Cavaleiro das Trevas, Sensation Comics Adventures of Superman. Os novos quadrinhos servirão como uma plataforma para contar com velhos e novos criadores.

Truth & Justice estreia com as três primeiras edições falando da super-heroína Vixen. Não só Vixen, mas todo o Multiverso da DC estará sendo introduzido na série, o que inclui heróis, vilões, alienígenas e até animais, como Krypto ou Ace. Você pode ler a descrição oficial abaixo:

“Mari McCabe é muitas coisas: super-heroína, modelo, ativista; mas ela pode adicionar o assassino de deus à lista? Vixen se junta ao Dr. Mist e Impala dos Guardiões Globais para enfrentar uma divindade ancestral que assumiu o corpo de um cientista investigando poderosos artefatos mágicos. Vixen precisará cavar fundo e usar todas as habilidades do reino animal para enfrentar esta poderosa ameaça primitiva!”

Truth & Justice, escrita por Geoffrey Thorne;

Arte de Chris Cross e Jordi Tarragona.

Truth & Justice estreia digitalmente no dia 8 de janeiro. Os quadrinhos chegam às bancas estadunidenses no dia 16 de fevereiro.


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Generations: Forged #1 | Novo quadrinho da DC ganha detalhes e trará velho inimigo

O quadrinho chega nas bancas americanas em 2021.


O novo evento nos quadrinhos da DC Comics, ‘Generations’, ganhou novos detalhes nesta quinta-feira (12), trazendo um novo vilão não muito conhecido para a equipe de heróis, e que não está em circulação nas HQs desde 1998 (via Comic Book).

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A equipe que integra Batman, Estelar, Gladiador Dourado, Doutora Luz, Aço, Kamandi e Superboy – Clark Kent – irá enfrentar o vilão Dominus, um dos inimigos do Superman, que não é mostrado nas histórias publicadas pela DC desde a década de 90. Dan Jurgens traz o vilão de volta à ativa, após escrever sobre seu arco, intitulado “O Efeito Dominus”, que fez parte dos quadrinhos do Superman em 1998.

Tendo sido começada ainda na Detective Comics #1027, Generations irá se separado em duas one-shots, com o título de Forged e Shattered, mas apenas detalhes da primeira one-shot foram revelados.

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A capa destaca grandes momentos nos quadrinhos da DC, como a luta fatal de Bane contra Batman, resultando na Queda do Morcego, e a morte de Supergirl em Crise nas Infinitas Terras. Podemos perceber que a capa de O Retorno do Cavaleiro das Trevas de Frank Miller também se faz presente, assim como a capa do Superman, fazendo alusão a saga A Morte do Superman. É possível que a equipe de heróis entre na realidade destes quadrinhos, que são grandes alicerces e tão importantes para a DC Comics.

Generations: Forged #1, escrita por Dan Jurgens, Andy Schmidt e Robert Venditti;

Arte de Bryan Hitch, Mike Perkins, Bernard Chang e Paul Pelletier;

Capa por Liam Sharp e Gary Frank.

Veja a descrição oficial do evento abaixo:

Sinopse: “Dispersado através do tempo pelo vilão Dominus, nossa equipe de heróis geracionais — com Batman, Kamandi, Superboy, Aço, Estelar, Sinestro, Gladiador Dourado e Dr. Luz — devem encontrar uma maneira de restaurar a linha do tempo… e o que eles finalmente descobrem é algo muito, muito maior. Você vai ter que ler para acreditar quando o tempo morre… e gerações se erguem!”

Generations: Forged #1 chega no dia 23 de fevereiro nos Estados Unidos, e estará disponível online e nas lojas de quarinhos.


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X-Men | Quadrinhos da equipe serão publicados quinzenalmente pela Panini

Antes, as publicações eram mensalmente.


Nessa semana, a Panini, atual editora que publica diversos quadrinhos da DC Comics e Marvel no Brasil, passará a publicar os quadrinhos dos X-Men de forma quinzenal, agora vindo dois quadrinhos às bancas por mês. Antes, o formato era mensal, assim como a maioria das revistas (via Jamesons e Omelete).

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A saga Dinastia X/Potências de X, que durou da primeira até a quarta edição da revista dos X-Men, começará a ser lançada de quinze em quinze dias em dezembro, a partir da sexta edição. A quinta edição já estará nas bancas ainda neste mês.


Você pode comprar os quadrinhos dos X-Men no site da Panini clicando aqui.


Nos Estados Unidos, a Marvel já publicou entre 14 e 15 edições. Por conta deste atraso, e para tentar alcançar as publicações nos EUA, talvez tenha acarretado a Panini a tomar essa decisão.

A quinta edição terá um três em um, com: X-Men #1, Excalibur #1 e Carrascos #1. A edição seguinte segue a mesma mão da anterior, e terá  Novos Mutantes #1, X-Force #1 e Fallen Angels #1. Esse mix da Panini será feito na sétima edição, com seis títulos em apenas uma revista de quadrinhos. Todas as três edições irão custar R$ 24,90, trazendo mais de 100 páginas cada.

Essa mudança ainda não foi oficializada pela editora. A sexta edição chegará no dia 2 dezembro e a sétima no dia 16. Os quadrinhos tendem a serem publicados todo início e meio do mês.


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