Arquivo da categoria: HQ’s

Tom King irá escrever especial de Batman/Mulher-Gato

As histórias do casal ainda não acabaram.


Após ter sua própria série – que ainda está sendo lançada, escrita por Tom King e com a arte de Clay Mann, Batman/Mulher-Gato terá um especial pelo mesmo escritor, sendo um interlúdio da série de 12 edições. Confira a capa e algumas imagens:

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O quadrinho do selo DC Black Label, que terá 48 páginas, promete explorar o passado de Selina, desde sua juventude e sua origem como Mulher-Gato, e a presença de Bruce Wayne durante sua vida.

Batman/Catwoman Special #1, escrito por Tom King;

Arte por John Paul Leon;

Capa de Dave Stewart;

Capas variantes de Lee Weeks e Bill Sienkiewicz.

Batman/Catwoman Special #1 estará disponível no dia 20 de julho, nos Estados Unidos.


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Infinite Frontier provoca novo Lanterna Negro

Quem será o novo membro da Tropa dos Lanternas Negros?


A edição de Infinite Frontier #5, que ainda está por vir na nova fase da DC nos quadrinhos, já tem uma grande revelação para fazer. O escritor Joshua Williamson, através de sua conta no Twitter, publicou a imagem da capa da nova edição, com a legenda “o mistério de Fronteira Infinita conitnua”. Confira:

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A capa de Mitch Gerads revela uma mão tentando alcançar o anel da Tropa dos Lanternas Negros, já usado uma vez pelo Batman em Dark Nights: Death Metal.

Os Lanternas Negros aparecerem no famoso eventos Noite Mais Densa, em 2009, com Nekron sendo seu líder, no intuito de tirar toda a vida do universo. Posteriormente, os Lanternas Brancos derrotaram os Lanternas Negros. O Mão Negra se tornou apenas um Lanterna Negro durante os Novos 52.

Infinite Frontier é mais nova fase da DC nos quadrinhos, que explorará o Multiverso e seu renascimento após Death Metal, e antecede os eventos de Future State.

Infinite Frontier #5 de Joshua Williamson e Xermanico, com capas de Mitch Gerads, chega em junho.

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Review: Future State | Detetive das Trevas #3 (2021)

Batman vs O Novo Batman.


Detetive das Trevas, uma das minisséries do evento Future State da DC Comics, já chegou ao seu final nos Estados Unidos, mas aos poucos, as edições chegam ao Brasil. Em uma nova edição, Bruce continua fazendo descobertas do Magistrado, enquanto tem uma visita inesperada de um velho conhecido: O Batman.

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Na terceira edição de Detetive das Trevas, o arco de Bruce escrito por Mariko Tamaki, foca no herói tentando coletar mais informações sobre a rede de vigilância do Magistrado. A organização controla tudo e olhas todos. Apesar das descobertas, o novo Batman tenta intimidar Bruce, aparecendo de uma forma não tão cordial – aliás, Tim Fox consegue ser um Batman péssimo. Restará para o último capítulo mostrar o que espera Bruce, e se o Magistrado terá seus planos revelados para Gotham.

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Pulando do arco de Batman para o final de Bandoleiro de Matthew Rosenborg, a Caçadora consegue prestar ajuda – nem tanto – para Cash Cole, vigilante mascarado que foge do Magistrado. A história de apoio é um pouco mais bagunçada do que a primeira publicada, e torna o Bandoleiro como um simples vigilante, ao lado da Caçadora, impulsiva e feroz. Todo o plano de sair de Gotham foi por água abaixo por conta de Luke Fox – que, aliás, é um personagem totalmente inadaptado e entendiante para a história.

A arte de Dan Mora para a história principal é excelente, com cores mais escuras e vibrantes de Jordie Bellaire, transformando Gotham Noir em uma Gotham Cyberpunk. É uma estética única para a minissérie, que possui traços mais detalhados e cuidadosos para a história principal.

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Detetive das Trevas #3 continua mostrando o Magistrado no percalço do Batman, e de outros vigilantes. O roteiro, que facilita um pouco a situação do inimigo e dificulta a do herói, foge dos clichês de uma possível luta entre heróis, e abraça o estilo futurístico  para um quadrinho da DC.

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Morre Joye Hummel, primeira escritora da Mulher-Maravilha, aos 97 anos

Escritora foi reconhecida e creditada apenas em 2018.


Em 1941, William Moulton Marston criou a Mulher-Maravilha, a maior heroína dos quadrinhos. Apesar do psicólogo criar a heroína, ele precisava de um auxílio de alguma jovem, e foi aí que surgiu Joye Hummel, a assistente de Marston que ficou conhecida como escritora-fantasma (via The Washington Post).

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Até então, a Sra. Hummel tinha 19 anos, e nunca leu nenhuma história em quadrinhos. O criador da amazona, precisava de uma nova pessoa, que compartilhasse sua visão, e conseguiu. Hummel escreveu algumas histórias da Mulher-Maravilha por três anos seguintes, sem ser creditada por isso.

“Você entende que eu quero que as mulheres sentem que têm o direito de sair, estudar, encontrar algo que gosta de fazer e sair no mundo e fazê-lo”, lembrou a escritora, das palavras de Marston.

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A Sra. Hummel ficou cada vez mais reconhecida pelo público em 2014, após a entrevista da escritora Jill Lepore, que publicou o livro “A história Secreta da Mulher-Maravilha”. Em 2018, pelo seu grande trabalho, ela foi agraciada pelo prêmio Bill Finger, na San Diego Comic-Con, e homenageada pelo prêmio do Eisner Awards, que concede a escritores desconhecidos. Marston foi diagnosticado com poliomelite cinco meses após os trabalhos juntos com Hummel, e ficou afastado dos quadrinhos, deixando ela em seu lugar.

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Agora, reconhecida e devidamente creditada, a Sra. Hummel trabalhava com uma Mulher-Maravilha lutando contra o fascismo e causas feministas, não a deixando sempre sexy. Ela usava, tanto da visão de Marston como a sua, e escreveu mais de 70 roteiros, com instruções para os artistas. No final de 1947, Hummel parou de escrever quadrinhos logo após se casar. Apesar de tudo, ela ficou descontente com a nova visão de outros quadrinistas para a Mulher-Maravilha.

“Mesmo se eu não tivesse saído por causa de minha nova filha, eu teria renunciado se me dissessem que teria que fazer [Mulher Maravilha] uma supermulher masculina que pensa e atua”, escreveu a artista, em um e-mail para Lepore.

Em 2014, a quadrinista doou seus arquivos para o Museu Smithsonian, sendo um deles, o exame de psicologia que chamou a atenção de Marston para com ela.

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Após se aposentar da DC, Hummel veio a trabalhar como uma secretária em uma corretora de Hollywood. Ela também estudou para ser corretora de bolsa. Em 2017, ela concedeu uma entrevista à revista Haven, e relembrou com carinho seu estudo e exame de certificação para ser registrada na Bolsa de Valores de Nova York.

“Acredito que Marston ficaria orgulhoso de mim”, disse a quadrinista.

Joye Hummel, agora conhecida como Joye Murchison Kelly (nome de casada) morreu no dia 5 de abril, após completar 97 anos de vida um dia antes. Ela faleceu em sua casa em Winter Haven, na Flórida. A morte foi confirmada pelo seu filho, Robb Murchison, e a causa não foi informada. De acordo com ele, a Sra. Hummel era “realmente uma mulher maravilhosa”.

Descanse em paz, Sra. Hummel.


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DC apresenta novo herói asiático para antologia nos quadrinhos

Novo herói é lançado para antologia.


A DC Comics está lançando uma antologia intitulada DC Festival of Heroes: The Asian Superhero Celebration, para comemorar o mês do Patrimônio Asiático. Dessa vez, Gene Luen Yang e Bernard Chang apresentarão um personagem totalmente novo no Universo DC, chamado de Monkey Prince (Príncipe Macaco). Confira o visual abaixo:

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Inspirado no personagem O Rei Macaco, da mitologia chinesa, o Príncipe Macaco ganhará 12 páginas sob o título “The Monkey Prince Hates Superheroes”. Na história, o personagem batalhará ao lado de Shazam para derrotar o Dr. Sivana, e também uma alma demoníaca de um cervo chinês.

“Eu cresci ouvindo as histórias da minha mãe sobre o Rei Macaco… E sempre adorei quando os personagens mitológicos entram nos modernos universos de super-heróis. Thor e Loki na Marvel, Ares e Hera no DCU”, disse Yang.

Sinopse: “Pegue seu boba favorito e puxe uma cadeira até a mesa de dim sum enquanto celebramos o Mês da Herança Asiática com todos os seus personagens asiáticos favoritos de DC, antigos e novos! Junte-se a Cassandra Cain, Katana, Lanterna Verde Tai Pham, o Átomo, Dana Tan (também conhecido como Batman Beyond), Arqueiro Vermelho, Lady Shiva, Damian Wayne e o clã al Ghul, Novo Super-Homem e muito mais à medida que apresentamos novos contos destes personagens de sua história emocionante! Além disso, o relacionamento de Cheshire Cat com Cheshire é revelado quando Shoes pede a Selina Kyle para tomá-la sob sua proteção como Cat Girl. E isso é só o começo!”

DC Festival of Heroes: The  Asian Superhero Celebration será lançado nas lojas de quadrinhos americanas e plataformas digitais no dia 11 de maio.


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Review: Sensacional Mulher-Maravilha #1 e #2 (2021)

Novas aventuras da Mulher-Maravilha rementem à Era de Ouro.


O DC Digital First, nova linha de quadrinhos da DC Comics, já começa com o pé direito em Sensacional Mulher-Maravilha, título que celebra os 80 anos da maior heroína dos quadrinhos. A princesa Amazona está em um novo desafio, e ao que parece, virou uma dona de casa como nos anos 40 e 50. Diana precisa descobrir o que está acontecendo, antes que seja tarde para despertar. 

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Stephanie Phillips homenageia a Era de Ouro da Mulher-Maravilha, que teve suas histórias publicadas na Sensation Comics. O título semelhante, ainda se casa com um roteiro que se parece com uma história dos anos 50, onde a mulher era vista pela sociedade como dona de casa. As duas primeiras edições, da minissérie que possui 12 edições ao todo, abordam a Mulher-Maravilha como uma dona de casa, em um total devaneio.

Ao que parece, nem toda a minissérie parece ter apenas um grande perigo, e sim, possuem edições que são divididas em arcos, como o primeiro e o segundo, fechando o ciclo de participação do Doutor Psycho. Há uma dinâmica pouco explorada, mas bem interligada entre a Mulher-Maravilha e a Mulher-Gavião, e não seria estranho se víssemos mais delas. Porém, o que desagrada, é ver que Psycho não é páreo para Diana, e somente consegue combatê-la quando está emergida em um pesadelo, já que este é o seu poder, controlar mentes.

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A arte do quadrinho não tem o intuito de ser padronizada entre as fases Renascimento ou Infinite Frontier, e remete muito ao quadrinhos clássicos. Mesmo que continue fazendo a Mulher-Maravilha usar seu traje igual ao de seus títulos no Renascimento, Meghan Hetrick traz novos traços para a princesa Amazona, e um pouco mais simples. A colorista Marissa Louise consegue alternar entre cores mais vivas e escuras, enquanto no pesadelo e fora dele. Os traços e a coloração são os pontos mais positivos do título até o momento, e ainda podem melhorar.

Sensacional Mulher-Maravilha começa muito bem no DC Digital First, e explora a heroína nos anos 50, tempo o qual a mulher parecia não ter influência alguma. Com uma equipe criativa em sua maioria formada por mulheres, a primeira e segunda edição estabelece uma futura parceria, mas a mesma personalidade para a Mulher-Maravilha.

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Review: Infinite Frontier #0 (2021)

DC inicia sua nova fase nos quadrinhos.


Após meses de construção, passando pelos eventos de Dark Nights: Death Metal e o futuro alternativo de Future State, uma nova fase iniciou o Universo DC novamente: Infinite Frontier. Reunindo um panteão de escritores e artistas, Infinite Frontier #0 é o pontapé inicial do DCU, para explorar ainda mais os confins do multiverso em diversos contos.

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O primeiro quadrinho tem o intuito de mostrar o universo do jeito que se manteve após os eventos de Death Metal, aos olhos da Mulher-Maravilha. Diana se junta ao Espectro para observar os heróis em todo o mundo, e mistérios de  novas terras estão à tona. Há uma possibilidade de universos infinitos, os quais nem Espectro tem tanto conhecimento. O DCU renasceu das cinzas do Death Metal, e irá explorar o presente antes do Future State, para que estes eventos não tornem a acontecer novamente.

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Com Joshua Williamson, Scott Snyder e James Tynion IV, a antologia começa mostrando o Superman, e apresenta o novo herói Shazadam, ou o Adão Negro. Seguindo por este meio de apresentações, temos o ataque letal do Coringa para mostrar Batman, a nova Mulher-Maravilha, a história de amor entre a Canário Negro e o Arqueiro Verde, além de vermos a Stargirl e também os Flashes, que terão uma grande missão. Pouco ainda se sabe sobre o multiverso de Infinite Frontier, mas ele irá revisitar antigos lugares que não estiveram em fases anteriores, como Blue Valley, de Stargirl. Novos personagens também ganharão seus próprios títulos, e Yara Flor, a Mulher-Maravilha brasileira do Future State, é uma delas.

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Mesmo com uma grande equipe criativa, as histórias fluem perfeitamente, mantendo o dinamismo entre os quadros de cada personagem. Cada herói possui uma arte diferente, mantendo sua identidade padrão de como seu título mensal será. As cores são uma grande mistura, e exploram cada sentimento dos heróis, que se dão por felicidade, responsabilidade ou temor. Cada título terá uma arte diferente, com traços mais detalhados ou não, e não pretende seguir o que foi proposto nos padrões dos Novos 52 e Renascimento. Muita coisa épica nos espera nesta nova fase da DC.

Infinite Frontier #0 é um grande épico e glamouroso crossover, e explica os eventos após Death Metal. O multiverso, antes com 52 terras, agora é infinito, com várias possibilidades. Cada conto tem um gancho para as primeiras edições mensais da nova fase dos principais heróis da DC, que agora, se encontram para enfrentar um grande perigo e desvendar um novo mistério.

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Review: Future State | Arlequina #2 (2021)

O Espantalho está de volta.


Na nova edição da minissérie da Arlequina no Future State, a trama de Harley ao lado de Jonathan Crane para trabalhar com o Magistrado continua, e dessa vez, vai além do esperado. Será mesmo que ela vai contribuir para o Magistrado, em vez de destruí-lo?

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Stephanie Phillips continua mostrando sua visão para a Arlequina, explorando Gotham e seu submundo através dos olhos de um vilã. A capa pode enganar muito bem qualquer um, mostrando Máscara Negra segurando o Espantalho e com Harley no chão, mas não é bem assim que os eventos do quadrinho acontecem. É satisfatório ver que a personalidade de Roman Sionis em dominar Gotham não mudou nada, e que Crane está reutilizando velhos métodos, mas o final não é tão agradável.

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A construção, é sem dúvidas, um dos pontos fortes da equipe criativa, com personalidades acertadas. Mas, mesmo que acerte em moldar os personagens, não leva um grande nêmese para frente, o Máscara Negra, mas abre um gancho para o Espantalho aparecer ainda mais vezes, na tentativa de agora neutralizar Arlequina. Isso não será tão possível pela minissérie finalizar nesta edição, e no geral, ter um decréscimo da primeira para a segunda edição.

Entre tantas e outras, a arte do quadrinho é um ponto positivo do qual gosto de destacar, mas ainda assim, mantenho-me a decepcionado sobre o visual um tanto infantil da Arlequina. Talvez Simone Di Meo possa melhorar em outras séries e fases do universo DC com um visual mais característico de Quinn. Já a coloração é outro ponto muito positivo, e merece bastante destaque. É realmente um acerto de Tamra Bonvillain, que remete muito sobre a paleta de cores de Aves de Rapina (2020). 

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Não muito satisfatório com seu final, a minissérie da Arlequina no Future State parece ter tido seu término, com uma trama que parecia ser incrível na primeira edição, virar uma total ineficiência na segunda. Phillips tem um futuro promissor no universo DC, e parece estar bem habituada com os grandes vilões da galeria do Batman. O Future State da Arlequina termina, mas não como o esperado, e abre possibilidades de haver uma continuação.

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Review: Future State | Batman/Superman #1 (2021)

Os Melhores do Mundo unidos novamente.


Se os caminhos de Batman e Superman costumam se cruzar em diversos quadrinhos, filmes e também em animações, não é diferente no novo evento da DC, o Future State. Bruce e Clark precisam investigar a fundo um novo perigo que ataca o submundo de Gotham e a cidade de Metropolis, e as ligações dão em torno de uma grande força policial: O Magistrado. Juntos, eles terão de descobrir como poderão trabalhar juntos contra o Magistrado.

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O primeiro capítulo intitulado de ‘Pestes’ traz uma abordagem muito vista nos quadrinhos: Batman e Superman investigando um novo perigo solto em suas cidades. Gene Luen Yang leva maiores heróis para um crime que parece ser pequeno, mas com ligações ocultas, que envolvem uma droga e o Magistrado. Tentando entender de onde vem essa droga, e qual sua relação com o sumiço de pessoas, Batman e Superman buscam suas respostas na velha Gotham, a cidade esquecida que fica abaixo de Gotham. Percebemos ainda o contraste do bom e do mau policial, mas a convicção do Cavaleiro das Trevas em reconhecer as pequenas ações do Escoteiro.

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É realmente belo ver que o roteiro bem trabalhado do quadrinho deixa como plano de fundo o início da ocupação do Magistrado, enquanto Batman e Superman enfrentam a droga da Face Falsa. Ele não exclui e conecta toda a ideia das droga com as forças policiais que tomam Gotham, e fornece uma explicação do que aconteceu com a cidade para outros títulos como Detetive das Trevas, Arlequina e Mulher-Gato. 

Ben Oliver, o artista do quadrinho, revela traços que ainda não foram explorados no Future State, chegando até perto da fase Renascimento. O visual de Gotham está tentado em levar o leitor para fases anteriores, com ruínas abaixo de uma cidade sem esperança, que não possui alma e luz. As cores de Erif Prianto destacam a diferença entre Gotham e Metropolis, refletindo que a cidade baixa é um lugar inóspito e sem esperança, e Metropolis é o contrário disso.

Batman/Superman #1, de Gene Luen Yang, traz os Melhores do Mundo em sua própria minissérie para o Future State, e em grande forma. Com um roteiro que serve de “prequel” para quadrinhos ambientados em Gotham, explicando sobre o Magistrado, a HQ tem uma trama focada no início de todos os problemas para Bruce Wayne, a Bat-Família e o Homem de Aço.

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Review: Um Pedaço de Madeira e Aço (2018)

A genialidade de um quadrinho sem balões.


Escrita pelo quadrinista francês Christophé Chabouté, um pedaço de madeira e aço mostra a ‘’vida’’ de um banco de uma praça. Além de um protagonista totalmente fora da curva, a HQ não possui nenhum diálogo, deixando todo desenrolar da história por conta dos personagens coadjuvantes, que são as pessoas que frequentam o parque.

Nessas idas e vindas dos personagens coadjuvantes, a história começa a se desenrolar, porém, nada de grandioso acontece, já que o cotidiano de uma pessoa comum não tem nada de anormal. Mas a arte de Chabouté deixa esse cotidiano muito mais gentil e belo, a partir disso, ele desenvolve a história de cada personagem, e no final, todos eles tpossuem uma conclusão em suas histórias; desde o policial que patrulhava o parque, o mendigo que dormia naquele banco e até mesmo do cão que urinava no local. Ou seja, tudo está ligado.

E sobre os personagens, todos eles possuem histórias distintas e a única coisa que liga todos eles é justamente esse banco na praça. Chabouté conseguiu montar uma história cheia de personagens carismáticos, e nem precisou que nenhum deles dissesse uma única frase. E isso é extremamente difícil, porque numa HQ comum, com balões, é difícil de se fazer um bom desenvolvimento de um único personagem, e em Um Pedaço de Madeira e Aço, o autor conseguiu desenvolver todos os personagens que fizeram alguma aparição na história.

Christophe Chabouté consegue contar uma belíssima história sem utilizar um único balão de diálogo, e a maneira como ele consegue contar a história de um simples banco é fenomenal, porque através dessa obra, pude perceber que tudo pode ser belo se for visto no ângulo certo.


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Review: Batman/Mulher-Gato #3 (2021)

Nova personagem é apresentada a Gotham.


Em mais uma edição de Batman/Mulher-Gato, Tom King continua mostrando a última cruzada do Batman com Selina Kyle, antes de se despedir do personagem e encerrar seu grande arco proposto desde a fase do Renascimento. Se a ideia é confundir ainda mais os leitores com três linhas temporais diferentes, ele conseguiu, mas a história fica ainda mais interessante à medida que os heróis vão desvendando novos mistérios.

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Com a primeira edição tendo sido lançada ainda no final de 2020, e a segunda em janeiro, a terceira abre fevereiro com o pé direito, abordando um futuro de Gotham sem o Batman e o Coringa, dois lados da mesma moeda. A nova edição abre com dois personagens que ainda não tinham aparecido, Helena Wayne e Dick Grayson. Helena é filha do casal mais rico de Gotham, e também atua como a nova Batwoman, usando um traje ao estilo Batman, e utilizando os métodos de seus pais. Dick, o Asa Noturna, agora é o comissário de polícia da cidade, e usa suas habilidades aprendidas com Bruce ao longo dos anos em seu distrito. Ambos formam uma dupla, assim como Batman e o comissário Gordon já formaram.

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Divulgação/DC Comics

Além de fazer referência à Batman – A Máscara do Fantasma, Tom King não deixa de colocar o bat-sinal, agora, na parede de um dos prédios da cidade, como Frank Miller fez em O Retorno do Cavaleiro das Trevas. Entre tantas e outras referências, Helena está perto de descobrir quem matou um idoso, conhecido como um dos grandes vilões da galeria do Batman. É claro que Selina finge não saber do que se trata, mas percebe-se a tensão e o clima de suspense que envolve mãe e filha, com Helena já tendo suas suspeitasse concluindo.

Como foi dito no primeiro parágrafo, King aborda três linhas temporais diferentes, sendo o início de Bruce com Selina, um relacionamento se estabelecido logo após, e um futuro onde o guardião de Gotham não existe mais. Nessa terceira edição, há uma maior abordagem no mistério do que na ação, com poucas aparições do Fantasma, vilão principal que move a trama.

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Entretanto, quando a ação é necessária, ela é bem ilustrada por Clay Mann, que traz uma arte impecável do ambiente e dos personagens, com uma coloração de Tomeu Morey, utilizando sempre cores mais escuras para demonstrar que Gotham ainda é um lugar sem coração. A arte detalhada é o grande ponto da minissérie até então. 

Com um roteiro profundo, que apesar de confuso, consegue conectar todos os pontos de uma forma surpreendente, utilizando de três linhas temporais diferentes, Batman/Mulher-Gato #3 é a edição mais misteriosa até o momento. Com Tom King comandando a equipe criativa, o quadrinista desenvolve uma parte futura, na qual o Batman deixou de viver, e agora seu legado deve continuar sendo mantido, para que ainda haja esperança em Gotham.

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Conheça a editora Nemo!

Vencedora do troféu HQ Mix como melhor editora do ano.


A Nemo faz parte do Grupo Editorial Autêntica, e desde sua fundação em 2011, a editora vem ganhando espaço, publicando diversos títulos de diversos autores brasileiros e estrangeiros. A editora foi fundada em 2011, mas descobri sobre sua existência somente neste ano, 2021. Vencedora do prêmio HQ Mix como melhor editora dos anos 2014 e 2015, consecutivamente.

Nemo tem nome de desenho animado, mas as histórias que eles publicam são profundas e nos fazem refletir sobre a vida. Além disso, eles dão espaço para artistas que são quase desconhecidos em solo brasileiro, e acompanhar as publicações da editora, é uma ótima forma de conhecer novas histórias que são marcadas por enredos profundos e uma arte belíssima.

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Divulgação/Editora Nemo

Até o momento, fiz a leitura de três HQs publicadas pela editora, e as três possuem um nível de qualidade absurdo, tudo isso mesclado a qualidade dos encadernados, que também está num alto nível. E se você não gosta de ter uma coleção física, saiba que a editora também publica as histórias através de e-pubs, disponíveis na maioria das lojas digitais.

Para finalizar, pedi para que meu amigo que me apresentou essa editora, resumisse a Nemo em uma frase, ele respondeu: Nemo

O interessante é que Nemo é o apelido dele, e não faço ideia de como ele conseguiu esse apelido. Bem por hoje é só, pessoal! Até a próxima!


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DC lançará one-shot para celebrar os 80 anos do Arqueiro Verde

Mike Grell, Jeff Lemire e vários outros se juntam para os 80 anos do herói.


Neste ano, a DC Comics irá celebrar os 80 anos do Arqueiro Verde, o famoso herói e maior arqueiro dos quadrinhos desde então. Green Arrow 80th Anniversary 100-page Super Spectacular #1 terá diversos quadrinistas de renome que já estiveram à frente do herói, como Mike Grell e Jeff Lemire. Phil Hester, Otto Schmidt, Tom Taylor, Stephanie Phillips, Mariko Tamaki e muitos outros fazem parte da equipe criativa.

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A one-shot especial de 80 anos do Arqueiro Esmeralda irá seguir a linha já feita para outros heróis, trazendo capas variantes de suas décadas, desde a década de 40 até os anos 2010, em sua fase dos Novos 52 em diante. A capa principal terá arte de Dan Mora.

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  • Variante dos anos 1940: Michael Cho
  • Variante dos anos 1950: Daniel Warren Johnson
  • Variante dos anos 1960: Neal Adams
  • Variante dos anos 1970: Derrick Chew
  • Variante dos anos 80: Gary Frank
  • Variante dos anos 90: Howard Porter
  • Variante dos anos 2000: Jen Bartel
  • Variante dos anos 2010: Simone Di Meo

Criado por Mort Weisinger e George Papp, o Arqueiro Verde fez sua primeira aparição na More Fun Comics #72 (1941), tendo inspiração em Robin Hood e no Batman, sendo o vigilante mais renomado de Star City. O herói é um dos grandes do panteão da DC, e terá seus 80 anos celebrados em novembro.

Green Arrow 80th Anniversary 100-page Super Spectacular #1 será lançado no dia 29 de junho.


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DC Comics anuncia nova antologia focada em personagens LGBTQIA+

Quadrinho será lançado no mês do orgulho LGBTQIA+.


Nesta manhã, a DC Comics anunciou uma série de antologia nos quadrinhos, focando em seus personagens LGBTQIA+ para celebrar o mês do orgulho LGBT. Entre os personagens, estão Arlequina, Hera Venenosa, Alan Scott, Yara Flor e muitos outros, que farão participações na DC Pride #1. Confira todos os personagens e solicitações abaixo:

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  •  Batwoman (Kate Kane) por James Tynion IV e Trung Le Nguyen
  • Hera Venenosa e Harley Quinn por Mariko Tamaki e Amy Reeder
  • Midnighter por Steve Orlando e Stephen Byrne
  • Flash of Earth-11 (Jess Chambers) por Danny Lore e Lisa Sterle
  • Lanterna Verde (Alan Scott) e Obsidian por Sam Johns e Klaus Janson
  • Aqualad (Jackson Hyde) por Andrew Wheeler e Luciano Vecchio
  • Dreamer por Nicole Maines e Rachel Stott
  • Renee Montoya por Vita Ayala e Skylar Patridge
  • Flautista por Sina Grace , Ro Stein e Ted Brandt

Com o lançamento previsto para junho, a DC também terá Crush & Lobo, minissérie derivada de Teen Titans Academy e Poison Ivy: Thorns, novas HQs da editora para 1° de junho.

A antologia ainda contará com elementos da DCTV, tendo em vista a heroína Dreamer, de Supergirl, primeira personagem trans da DC na CW. Ela terá sua primeira aparição nos quadrinhos após a série, com a atriz Nicole Maines estando junto da equipe criativa.

  • Capa variante de Batman #109 por Jen Bartel
  • Capa variante Crush & Lobo #1 por Yoshi Yoshitani
  • Capa variante DC Pride #1 por Jen Bartel
  • Capa variante Arlequina #4 por Kris Anka
  • Capa variante Asa Noturna #81 por Travis G. Moore
  • Capa variante Superman #32 por David Talaski
  • Capa variante Teen Titans Academy #4 por Stephen Byrne
  • Capa variante Moça-Maravilha #2 por Kevin Wada
  • Capa variante Mulher-Maravilha #774 por Paulina Ganucheau

Trazendo Constantine, Renee Montoya, Batwoman e muitos outros em sua primeira edição, DC Pride #1 chega às bancas americanas no dia 8 de junho.


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Review: Future State | Immortal Wonder Woman #2 (2021)

Mulher-Maravilha é a última heroína da Terra a estar viva.


A imortalidade custa caro, e Diana Prince sente na pele o que é ver todos a sua volta morrerem. Na segunda edição de Immortal Wonder Woman, a Mulher-Maravilha continua vagando pelo espaço, para encontrar luz ou vida. E de fato, encontra o último que deveria poder vir a ser a luz, com um nome que não representa vida e luz. Ela é a última dos heróis a estar viva, e ainda tem histórias para contar.

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Becky Cloonan e Michael W. Conrad trazem novamente a única heroína da Terra para continuar a narrar sua história de solidão, e de como o Superman pode ter se sacrificado. Usando mais dois adicionais além do cinto de utilidades do Batman, a capa do Superman e o anel do Lanterna Verde em volta do pescoço, a guerreira Amazona relata os últimos momentos do Superman e uma força poderosa chamada Anulação, que derrubou até mesmo a Legião dos Super-Heróis. Estas sombras são o grande perigo que podem ter dizimados quase todos os heróis da Terra.

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Apesar de acreditar e ter esperança, algo que o Superman significava em seus ideais, os caminhos para a luz e vida pareciam distantes, até encontrar o Espectro, um ser vazio, como um fantasma, mas que possuía a vida, por ainda existir vida no universo. E mesmo que tudo pareça perdido, ela dá vida para um universo morto.

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Seguindo ao contrário da história principal, a história de apoio que é focada em Núbia, levanta a questão da heroína ter sua tiara como chave para os planos de Cálice, que invoca Circe para ajudar. Em sua primeira edição, a história pareceu ter um  rumo mais simples e direto, mas, na nova edição, a trama tenta misturar Apokolips com o Olimpo, na tentativa de explicar um pouco mais o futuro de Diana.

Com a história sendo um ponto positivo, a arte consegue dar ainda mais auxílio e ser um grande destaque. Há, de fato, uma arte mais detalhada na história de apoio do que na principal, e muito bem feita por Alitha Martinez. Já Jen Bartel é quem desenha Diana e toda a arte do quadrinho focado na super-heroína, e parece gostar de trabalhar com traços simples, mas bem produzidos; em um cenário totalmente incomum para a Mulher-Maravilha, denotando o vazio do universo.

Immortal Wonder Woman #2 apresenta duas histórias tentando se conectar uma com a outra, dando o suporte adequado que é preciso. Com uma arte belíssima e um roteiro um pouco mais profundo que a primeira edição, o novo quadrinho continua a explorar o vazio de um universo morto, sendo Diana a última heroína da Terra. Immortal Wonder Woman, atualmente, está sendo o melhor título do Future State.

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A origem da Supergirl no pré e pós Crise nas Infinitas Terras

A tão conhecida prima do Superman é o foco do CR Origens de hoje.


Supergirl, super-heroína que carrega no peito o brasão da Casa de El, o mesmo que Superman carrega e carregou durante anos, é uma das pratas da casa da DC Comics desde o final dos anos 1950. A personagem que foi criada em 1959, por Otto Binder e Al Plastino para ser a prima kryptoniana de Kal-El, apareceu pela primeira vez na Action Comics #252 (1959)

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Porém, várias versões da Supergirl existiram até então, e a mais aceita, é Kara Danvers, a mesma que estrela a série Supergirl, com Melissa Benoist no papel. Entretanto, antes de Kara Danvers, Linda Lee Danvers assumia a alcunha de Supergirl, até se sacrificar em Crise nas Infinitas Terras por seu primo, batalhando contra o Anti-Monitor

O CR Origens de hoje (8), para celebrar o Dia Internacional da Mulher, é focado em Kara Zor-El em sua versão pré e pós Crise nas Infinitas Terras, trazendo um pouco mais de sua história não tão conhecida pelos fãs, e preparando terreno para Sasha Calle como Supergirl em The Flash (2022). Veja a origem na íntegra acima.

CR Origens acontece às segundas-feiras, no canal do Critical Room no YouTube. Você pode ver todas as origens de alguns personagens na playlist do canal.


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Review: Future State | Detetive das Trevas #2 (2021)

Jornada de Bruce Wayne contra o Magistrado continua.


Qual é o preço da morte? Na segunda edição da minissérie Detetive das Trevas, do Future State, o Batman tem que descobrir todos os planos do Magistrado, e desviar-se da vigilância constante e exagerada da atual força de segurança de Gotham. É uma tarefa difícil para Bruce, que tinha o grande apoio tecnológico, e agora não pode depender deles.

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Mariko Tamaki, que comanda o título, continua sua abordagem de uma Gotham tomada por forças policiais fascistas, e já, muito maiores que o próprio departamento de polícia de Gotham. Batman e Bruce Wayne ainda estão mortos para grande parte da cidade, mas o Pacificador-01 sabe que não, e continua sua caça. Para os mais habituados na mitologia do Batman, o visual do inimigo chega a ser muito semelhante com o Cavaleiro de Arkham, um dos principais inimigos de Batman: Arkham Knight.

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Por sua vez, com um roteiro ainda bem preciso e desenvolvido até então para Detetive das Trevas, a história de apoio que traz o Capuz Vermelho não consegue manter o mesmo nível, apesar de interessante. O drama de Bruce Wayne/Batman eleva o épico cyberpunk para Gotham, e devagar, vai mostrando que o Magistrado é podre como todas as outras organizações. A trama do Capuz Vermelho, de Joshua Williamson é totalmente fora da de Bruce, que é derrubar o Magistrado. O Capuz é o único mascarado a trabalhar para eles, e caça outros vigilantes, que já não são mais permitidos em Gotham. 

Mesmo que a arte belíssima e detalhada de Dan Mora para a história principal, que é a do Batman, a arte de Giannis Milonogiannis para o Capuz Vermelho não agrada, fugindo do padrão estabelecido pelo Future State. São traços mais simples, e um tanto rebuscados de quadrinhos da Era de Ouro, mas ao mesmo tempo, parecem infantis. Há uma quebra de expectativa entre Batman e Capuz Vermelho, em que um agrada muito mais que o outro.

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Detetive das Trevas #2 continua com novas descobertas para o Batman e um mistério que o Magistrado esconde. Mesmo que a história backup não agrade em sua arte, a trama principal que envolve o Batman tenta fazer o leitor imergir numa Gotham tomada pelo controle de forças de seguranças externas. Um grande gancho utilizado ao final da história principal, mostrará ainda mais o que o Magistrado representa, e a influência que tem sobre toda a população de Gotham.

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Tom King escreverá série mensal da Supergirl em Infinite Frontier

Quadrinista é conhecido pela fase do Batman no Renascimento.


Com o começo da fase Infinite Frontier, e o lançamento do quadrinho hoje (2), a DC Comics terá uma série mensal da Supergirl feito por Tom King, o mesmo que escreveu Senhor Milagre e esteve na fase Renascimento, no título do Batman

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A série mensal se chamará Supergirl: Woman of Tomorrow (Mulher do Amanhã), e foi anunciada através da última página de Infinite Frontier #0. Ao todo, contará com oito edições. Abaixo você confere a ficha técnica e descrição.

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Supergirl: Woman of Tomorrow #1, escrita por Tom King;

Arte e capa por Bilquis Evely e Mat Lopes.

“Kara Zor-El viu algumas aventuras épicas ao longo dos anos, mas recentemente encontrou sua vida sem sentido ou propósito. Aqui está ela, uma jovem que viu seu planeta destruído e foi enviada à Terra para proteger um primo bebê que acabou não precisando dela. Para que foi tudo isso? Onde quer que ela vá, as pessoas só a veem pelas lentes da fama do Superman.

Justamente quando a Supergirl pensa que já teve o suficiente, tudo muda. Uma garota alienígena a procura para uma missão cruel: seu mundo foi destruído e os bandidos responsáveis ​​ainda estão lá fora. Ela quer vingança e se a Supergirl não a ajudar, ela mesma o fará, custe o que custar.

Agora, um kryptoniano, um cachorro e uma criança com o coração partido partem para o espaço em uma jornada que vai abalá-los até o âmago!”

Supergirl: Woman of Tomorrow #1 chega às lojas no dia 15 de junho.


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Momentos épicos do Homem-Aranha nos quadrinhos

Alguns momentos memoráveis do amigão da vizinhança


Quando me pediram para montar essa matéria, aceitei logo de cara, pois falar sobre o Homem-Aranha é a coisa mais fácil e complicada que existe, mas nesse caso, foi muito complicado, porque é difícil selecionar os melhores momentos de um personagem que tem mais de 50 anos de história. Pensando nisso, resolvi selecionar momentos épicos, mas que nem todos vão concordar, porque como eu já disse no início, é difícil selecionar apenas alguns momentos de um herói com mais de 50 anos, além disso, não é qualquer herói, é o Homem-Aranha, um dos maiores (se não for o maior) heróis da Marvel. Depois dessa pequena introdução de um fanboy emocionado, vamos para a matéria!

5 – If This Be My Destiny…! (ASM 31-33)

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Este arco, escrito por Stan Lee e desenhado por Steve Ditko (a dupla lendária), pode ser considerado como o primeiro grande arco do herói. Nele vemos um Peter Parker desesperado para encontrar uma cura para sua tia, que estava extremamente doente (não que isso seja novidade). A busca pela cura, leva o nosso herói a reencontrar um de seus inimigos mais perigosos, o Doutor Octopus, que estava se autointitulado como Planejador Mestre. Pulando alguns quadros quadros, após o confronto entre o herói e o vilão, o herói acaba se dando mal e ficando preso debaixo dos escombros do covil de Octopus, é aí que ocorre um dos momentos mais icônicos da história do aranha, mesmo debaixo de toneladas de metal, ele consegue reunir suas forças para levantar aqueles escombros (e ainda surra alguns capangas), ele então consegue curar a pobre tia May, mas acaba perdendo seu grande amor (na época), Betty Brant, mostrando que viver uma vida dupla é difícil, principalmente se você for um herói

4 – Spider-Man No More! (ASM 50)

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Outro grande título do Aranha, escrito por Stan Lee e com desenhos de John Romita Sr, a HQ mostra que Peter Parker simplesmente desistiu de ser o Homem-Aranha, porque não aguentava mais os ataques do Clarim Diário, e por não conseguir ter uma vida pessoal por conta das responsabilidades de herói. Por todos esses fatores, Peter resolve jogar seu traje no lixo e desiste da vida de vigilante. Porém, não selecionei essa HQ pelo icônico quadro do traje no lixo, mas sim, pelo momento em que Peter resolve voltar a ser o Homem-Aranha, porque ele lembra de que com grandes poderes vêm grande responsabilidades, e jura que nenhum inocente irá se  ferir novamente por sua culpa. Com isso em mente, ele recupera seu traje (que estava no Clarim Diário) e volta a ser o amigão da vizinhança.

3 – Civil War

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Durante o evento Guerra Civil, escrito por Mark Millar, os heróis se dividiram por conta do registro de super-humanos, já que alguns eram a favor e outros eram contra. E durante essa guerra, o Homem-Aranha acabou ficando ao lado de Tony Stark, o Homem de Ferro, que era a favor do registro e um dos símbolos dessa campanha. Isso então fez com que o Cabeça de Teia revelasse sua real identidade ao mundo, gerando apenas mais problemas na vida de Peter, como foi visto nas sagas De Volta ao Negro e Um Dia a Mais. Mesmo que esse acontecimento tenha sido péssimo para a vida de Peter (e seus entes queridos), essa revelação ficou marcada nas histórias dos quadrinhos e do personagem.

2 – Back in Black

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Como foi dito antes, revelar a sua identidade para o mundo só trouxe problemas para o Aranha, e De Volta ao Negro mostra isso, já que logo após o término da Guerra Civil, Peter Parker começou a ser atacado por seus inimigos, e o que ele mais temia acabou acontecendo, sua tia acabou levando um tiro de um assassino contratado por Wilson Fisk, o Rei do Crime. Com isso, May é levada para o hospital e fica à beira da morte, então Peter parte em busca do atirador e do mandante, e durante essa busca, ele volta a usar o traje negro e se torna impiedoso. No fim quando Wilson Fisk estava saindo da prisão, o Homem-Aranha aparece e tira parte do traje e da uma surra no rei do crime, apenas para dizer que quem derrotou o Fisk foi o Peter Parker, não o Homem-Aranha

1 – Amazing Fantasy 15

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Escrito por Stan Lee e Steve Ditko, Amazing Fantasy 15 marca a estreia do Homem-Aranha nas HQs. Mas o que tem de épico nisso? Bem, a resposta para essa pergunta é: tudo! Tudo nessa HQ é épico, o Peter descobrindo seus poderes, criando sua fantasia e seus lançadores de teia e assumindo as responsabilidades como herói após deixar um bandido fugir e matar seu tio. Não existe nada tão épico e grandioso quanto o nascimento de um herói, principalmente desse herói, o seu amigão da vizinhança, o Homem-Aranha!

Com isso eu finalizo a lista de momentos épicos do Homem-Aranha, fiquem ligados para mais críticas e notícias!


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Esquadrão Suicida invade o Arkham em prévia nos quadrinhos

O quadrinho dará início à nova fase da DC para a equipe.


Março chegou e a nova fase da DC Comics nos quadrinhos já está pronta para estrear. Infinite Frontier, que foi anunciada ainda em dezembro, será a nova fase da DC, após o evento Future State, que ainda está acontecendo. O novo capítulo no Universo DC também se passa após os eventos da saga Death Metal

Em uma nova prévia de um dos títulos, a DC divulgou a série mensal do Esquadrão Suicida, que abordará o arco Ataque ao Arkham, dividindo o título com a animação Batman: Ataque ao Arkham. Veja abaixo:

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A formação do Esquadrão Suicida mudará e terá agora um Talon, da Corte das Corujas, como um de seus participantes. Parece que o coronel Rick Flag abandonou a Força-Tarefa X, e o Pacificador o substitui, liderando a equipe para invadir o Asilo Arkham.

Esquadrão Suicida #1, escrito por Robbie Thompson;

Arte e capa por Eduardo Pansica;

Capa variante por Gerald Parel.

Confira a descrição abaixo:

Sinopse: As coisas mudaram para a Força-Tarefa X. Conforme Pacificador assume como líder de campo, não haverá mais vingança ou defesa para a força-tarefa ultrassecreta do governo de assassinos, ladrões e criminosos. Amanda Waller – agora de volta ao controle do esquadrão – envia um novo esquadrão ao Asilo Arkham para “recrutar” o assassino Talon, da Corte das Corujas, enquanto ela entrevista outro novo candidato: Superboy.

Esquadrão Suicida #1 chega às lojas norte-americanas no dia 2 de março, assim como Infinite Frontier #0.


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