Arquivo da categoria: HQ’s

Semana Heroica #7 | Hellblazer – Hábitos Perigosos

Como todos sabem, John Constantine é um dos personagens que mais fuma no universo DC Comics, o caçador de demônios adora um cigarro em qualquer hora e lugar, chegando a fumar mais de 30 cigarros por dia, isso tudo desde os 17 anos, quando ele foi para Londres. Porém, como todos sabem, fumar não é uma boa opção, principalmente quando se é um viciado como o próprio Constantine. Esse vício sem limites acabou garantindo um câncer de pulmão no mago, e essa é a história de Hábitos Perigosos, uma das melhores histórias do personagem.

Depois de desistir de um tratamento convencional, Constantine visita um velho amigo que possa curá-lo. Brendan é esse amigo, um bêbado que mora num farol afastado das grandes metrópoles que vendeu sua alma por bebidas. Constantine pensou que seu amigo podia ajudar ele, mas Brendan também estava com câncer e procurava que Constantine pudesse ajudá-lo. Depois disso, os dois bebem de maneira descontrolada, para aproveitar os últimos momentos, antes do toque frio da morte tirar suas vidas. Brendan mostra uma espécie de poço com água benta, que após uma sessão de magia, se transformou numa poça de cerveja, porém, Brendan morre, e o demônio que comprou sua alma finalmente aparece, mas Constantine engana o próprio diabo e salva a alma de seu velho amigo,  condenando a si mesmo.

Depois de procurar ajuda e falhar, Constantine percebe que o único que pode tirá-lo daquela situação é ele mesmo, e após uma despedida, ele finalmente coloca seu plano em ação. Ele vendeu sua alma para outros demônios e quando a hora de sua morte chegou, eles vieram cobrar sua alma, porém todos queriam a alma de Constantine. Isso fez com que eles entrassem em conflito, e um conflito entre demônios podia acabar com o inferno, e eles não queriam isso, portanto eles curam Constantine de seu câncer, apenas para não entrar em uma batalha mortal. Constantine enganou o próprio demônio e saiu com vida. Saiu com estilo:

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No epílogo, o mago reencontra Kit, a ex-namorada de Brendan, os dois conversam até que John Constantine lembra das despedidas e precisa concertar isso. Ele logo se lembra de Matt, que estava em estado terminal. Ele corre até o hospital para se despedir do velho amigo, que por sorte ainda estava vivo, porém não por muito tempo, já que ele morreu na frente de Constantine e isso o abalou muito. O mago pede para Kit se afastar dele, porque todos os seus amigos morreram, mas ela se recusa e permanece com ele.

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Hábitos Perigosos certamente é uma das melhores HQs do personagem (se não for a melhor), e mesmo com esse resumo, vale a pena conferir a obra.


Semana Heroica acontece uma vez por mês, durante uma semana, focando em algum personagem dos quadrinhos, para falar sobre quadrinhos, games, filmes e sua origem, essa última no canal do Critical Room.

Confira o vídeo de origem do personagem:

Semana Heroica #4 | A primeira aparição de John Constantine

O personagem criado por Alan Moore, Stephen Bissette e John Totleben, apareceu pela primeira vez em Monstro do Pântano Vol 2 #37, em 1985. Ninguém jamais imaginaria que o britânico de sobretudo seria um dos maiores amigos e parceiros do Monstro do Pântano nos quadrinhos da Vertigo Comics.

Britânico, destemido e fumante, o Constantine foi apresentado por Moore à sua característica, um arrogante de primeira – Moore é de vez em quando. Em sua primeira aparição, há um homem loiro cheio de contatos pelo mundo. Ele mesmo afirma que seus contatos estão interligados, desde a Inglaterra até o estado de Wisconsin. Contatos humanos, mas mesmo assim, com um pitada de sobrenatural.

A irmã é um de suas amigas, que sempre procura por John caso tenha algum problema místico. Nem mesmo conversando dentro do convento, Constantine larga o cigarro. Seu vício por tabaco vem desde sua convivência com hippies no início da década de 1980. Com certeza, isso ele levou bem.

Ao saber de Abby e Alec, já se transformando no Monstro do Pântano, sua primeira missão foi auxiliar o Monstro do Verde em Gótico Americano. Ao longo de 14 edições, os dois trabalharam juntos, e viriam a surgir problemas como o culto Brujeria, organização a qual ambos derrubariam.

“Se importa se eu fumar?”

Pouco há para se falar em sua primeira aparição, mas, seu cinismo, sarcasmo, arrogância e individualismo é mantido até hoje, desde sua primeira aparição em 1985. São poucos mais de 30 anos, mantendo a mesma conduta de golpista e mestre do ocultismo, que sempre consegue o que quer, pelo preço certo. O Constantine viria a ter sua própria revista em quadrinhos em 1988, intitulada de Hellblazer, sendo conhecido por este nome até os dias atuais.


Semana Heroica acontece uma vez por mês, durante uma semana, focando em algum personagem dos quadrinhos, para falar sobre quadrinhos, games, filmes e sua origem, essa última no canal do Critical Room.

A abertura da Semana Heroica aconteceu na segunda:

A parte #3 aconteceu ainda ontem. Veja:

Confira o vídeo de origem do personagem:

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O que esperar de Endless Winter, novo quadrinho da DC?

Quadrinho foi anunciado na San Diego Comic-Con @Home.


Como os estúdios da Warner Bros. não deram presença para anunciar novidades de filmes e séries, tanto por sua parte quanto pela parte da DC Comics, os quadrinhos não ficaram de fora. Com dois painéis especiais para um bate papo sobre quadrinhos e novidades – que não foram muitas, a DC anunciou um grande evento para o final de 2020, intitulado Endless Winter. Mas, qual personagem o quadrinho pode abordar?

Primeiramente, precisamos avaliar a capa do quadrinho. Totalmente azul, com aspectos gélidos que remetem ao frio, e com a data um dia antes do começo do inverno no hemisfério norte, o arco vai abordar, provavelmente, um personagem que seja ligado ao inverno. O nome do quadrinho também denota isso, Endless Winter, que em tradução livre significa Inverno Sem Fim. É provável que o evento se passe no natal, funcionando como um especial de natal da DC Comics, já que lança dias antes da ocasião, ou que aborde apenas novos personagens.

O quadrinho pode abordar personagens como o Senhor Frio, inimigo do Batman, Geada, aliado da Sociedade da Injustiça ou o que é mais possível, ser um quadrinho focado na personagem Dolores Winters, tendo sido criada ainda na década de 1940, por Jerry Siegel e Joe Shuster.

Vamos tentar conectar cada caso ao quadrinho que pode ser explorado, com os personagens aqui mencionados.


Dolores Winters

Começando por Dolores, criada ainda na Era de Ouro dos quadrinhos, apareceu na Action Comics #20 (1940). Sua história é conturbada, pois foi capturada pelo vilão Ultra-Humanoide, que transplantou seu cérebro para o de Dolores, podendo assim enfrentar a Sociedade da Justiça sem que desconfiassem. A mente de Dolores foi transplantada para outro corpo, a fazendo enlouquecer e assumir a alcunha da supervilã Endless Winter.

Com o mesmo nome que o título do quadrinho, o roteiro poderia abordar seu retorno para o universo da DC, já que teve sua última aparição em Liga da Justiça: Clamor por Justiça #5 (2010), sendo declarada morta no quadrinho. A seguir daí, ela nunca mais foi mencionada, nem tido outro flashback, como teve em Liga da Justiça. Não só mostrando uma possível volta do mundo dos mortos, mas também, retornando ao original, recontando sua origem ou mudando ela, já que será um quadrinho pós-crise e com possibilidades de ser isolado da cronologia atual.

Essa sim é a grande aposta, e o novo quadrinho pode abordar uma sequência direta de Liga da Justiça: Clamor por Justiça, tendo se passado uns anos após os eventos. 

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Sr. Frio

Nós não podemos descartar a possibilidade de que Victor Fries pode ser o vilão do quadrinho. Há realmente muitas coisas a serem abordadas do personagem na HQ, caso tenhamos ele como foco principal. Começando pelo seu passado, não quando ele brincava de congelar animais, mas sim quando ele conheceu Nora, e logo teve seu amor interrompido pela doença de sua esposa. Victor decidiu congelar sua esposa e colocá-la em uma câmara que a mantenha congelada na GothCorp, empresa em que ele trabalhava. Ferris Boyle, o dono da empresa, descontente com a situação, agrediu Victor, o jogando contra produtos químicos criogênicos, que serviam para a pesquisa de Nora. Fries tornou-se um vilão, usando seu traje para resistir à grandes temperaturas e buscando vingança contra Boyle, mas também recursos para salvar sua esposa.

É difícil ver qual história poderia ser abordada, já que o personagem é muito utilizado pela DC, seja em jogos ou quadrinhos. Mas, por que não vê-lo se redimir dos crimes e apenas focar em uma cura e consegui-la para sua esposa? Na Detective Comics #1012, Nora é curada por Lex Luthor, e para a surpresa de Fries, ela vira uma vilã tão pior quanto ele, até abandoná-lo.

Seria possível abordar uma história onde Fries conseguia a cura sem o auxílio externo, e que fosse uma cura estável, para que pudessem viver felizes. Algo parecido foi visto em Batman: Arkham Knight, onde Nora é sequestrada pelo Espatanlho, forçando o Sr Frio a participar de seu plano para derrubar o BatmanBatman liberta Nora da câmara criogênica, e retorna ao navio de Frio para que ele pudesse ajudá-la. O resto… é a própria redenção do vilão para viver os últimos dias com sua esposa.

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Geada (Joar Mahkent)

Essa é uma aposta com pouquíssimas chances, já que o vilão faz frente contra a Sociedade da Justiça, e o quadrinho terá a Liga da Justiça, muito provavelmente. Ele basicamente é um vilão comum, só que com poderes, mas sem grandes pretensões nos quadrinhos. Já na TV, em Stargirl, é ele quem lidera a Sociedade da Injustiça da América, planejando fazer do mundo um lugar melhor com o Projeto Nova América.

O Geada é um dos vilões que foram mortos nos eventos de Crise nas Infinitas Terras, mas seu filho Cameron ainda está vivo, usando a mesma alcunha e tendo os mesmos poderes. A primeira versão do vilão pode muito bem voltar neste novo evento, mas como eu disse, é uma aposta pouco provável.


Duas imagens dos quadrinhos ainda lançadas ontem (25), confirmam que o vilão ou vilã voltou dos mortos para assombrar o mundo mais uma vez. Dos três citados acima, dois deles morreram e um não, que é justamente o Senhor Frio. A grande chance de aparecer no novo evento é a própria Dolores Winters, mas não podemos descartar outros vilões como os já mencionados de estrelar um quadrinho, ou fazer aparições rápidas. Capitão Frio e Nevasca são outras duas possibilidades de aparecerem na HQ.

Endless Winter tem previsão de lançamento para dezembro de 2020.

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DC | Endless Winter ganha capas inéditas

Quadrinho chega apenas no final do ano.


Anunciado na San Diego Comic-Con de 2020, o novo evento da DC Comics nos quadrinhos, Endless Winter, ganhou duas capas inéditas, destacando o Batman e a Mulher-Maravilha. Veja abaixo:

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Os teasers revelaram apenas duas frases, mas com grandes sentidos para o possível personagem que pode ser uma vilã chamada Endless Winter. “Você não pode enterrar o passado para sempre”, diz a frase do Batman, e já a da Mulher-Maravilha diz: “Achávamos que ele estava morto. Mas ele voltou.” 

Uma sinopse ainda não foi revelada, e possivelmente, detalhes virão a serem divulgados na segunda parte do DC FanDome, que acontece no dia 12 de setembro.

Endless Winter tem previsão de lançamento para dezembro de 2020.

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Divulgação/DC Comics

Semana Heroica #7 | 5 HQs do Wolverine

Criado em 1974 por Lee Wein, o Wolverine era apenas um coadjuvante, que fez sua estreia em The Incredible Hulk #180. O personagem seria completamente esquecido se não fosse Chris Claremont e Dave Cockrum, que decidiram introduzir o personagem aos Novos X-Men em 1975, mas foi apenas com a entrada de John Byrne que o personagem ganhou um estilo arrojado, confiante e um pouco arrogante, tudo isso misturado com a fúria assassina do personagem. Depois disso, o Carcaju sempre esteve ligado a equipe de mutantes, se tornando um integrante fundamental, e claro, ganhando seus próprios quadrinhos. Confira algumas das obras que o personagem protagonizou durante esses anos:


5. Wolverine Origem

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Com roteiro de Paul Jenkins e desenhos de Andy Kubert, “Wolverine Origem” foi lançada em 2001 em formato de minissérie em 6 edições. A obra mostra a infância de Logan, ou melhor, a infância de James, o real nome do personagem, que foi criado numa família rica no Canadá, e o “surgimento” de seus poderes após um evento traumático envolvendo sua família. A partir daí, ele tem que abandonar sua antiga vida, acompanhado de Rose, uma amiga e um interesse romântico.

4. Arma X

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Publicada em 1990 e com roteiro e desenhos de Barry Windsor-Smith, a HQ conta a história de como Logan ganhou suas garras e ossos revestidos de Adamantium, mostrando seu sequestro para servir de cobaia para o experimento “Projeto X“, do momento em que ele deixou de ser um mutante para se tornar uma verdadeira arma de guerra, uma verdadeira Arma X.

3. Eu, Wolverine

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A dupla Chris Claremont e Frank Miller lançaram uma das obras mais famosas do personagem, com a famosa introdução “Sou o melhor no que faço, mas o que faço não é muito agradável“. Eu, Wolverine, foi lançada em 1982, e conta a saga de Logan que parte rumo ao Japão para conquistar sua amada Mariko, porém ele acaba se envolvendo com gangues japonesas e o próprio Tentáculo. Para conseguir, ele precisa provar seu valor se quiser conquistar o coração de sua amada.

2. Inimigo do Estado

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O Wolverine é uma das maiores armas que a S.H.I.E.L.D tem a sua disposição, mas o que aconteceria se essa arma mudasse de lado? É isso que a HQ com roteiro de Mark Millar e desenhos de John Romita Jr e Klaus Janson trouxeram em 2005, um Wolverine que sofreu uma lavagem cerebral e agora está sob controle da HYDRA e do Tentáculo. E se não bastasse, o principal plano dessas organizações criminosas é assassinar os maiores heróis da terra e trazê-los de volta a vida, mas como agentes da HYDRA, assim como foi feito com o Wolverine, a Arma X.

1. O Velho Logan

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Publicada em 2009, com roteiro de Mark Millar e desenhos de Steve McNiven, a HQ O Velho Logan conta uma história sombria, onde os heróis do mundo inteiro caíram, e o Wolverine foi um dos poucos que restou, mas ele se recusa a usar suas garras, mantendo essa promessa por longos 50 anos. Mas quando sua família é ameaçada pela Gangue do Hulk após não ter pago suas dívidas sua única saída é partir em uma jornada perigosa ao lado de Clint Barton, o velho Gavião Arqueiro, que promete pagar uma quantia em dinheiro se Logan o ajudar a levar um carregamento secreto até Nova Babilônia, cruzando o território dos EUA e revisitando os lugares onde os heróis e a esperança de todos caíram; ao mesmo tempo em que Logan relembra a noite em que tudo deu errado e os vilões tomaram o poder.

Bônus – O Incrível Hulk #340: Círculo Vicioso

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Com roteiro de Peter David e arte de Todd McFarlane, Círculo Vicioso é um dos embates mais emblemáticos entre o Hulk e Wolverine, já que o X-Men estava passando por uma fase de reconstrução e tentando ser mais racional. Enquanto o Hulk estava buscando vingança contra todos que o menosprezaram no passado, o Carcaju é um dos primeiros da lista.


Essa foi a lista de algumas HQs do Wolverine, é uma lista pequena se formos analisar toda a história do personagem, que conta com vários arcos famosos e vilões inesquecíveis. Confira a matéria sobre a primeira aparição do Carcaju, seus games e o CR Origens sobre o personagem:

A parte #5 aconteceu no Instagram. Confira:

Semana Heroica #4 | A primeira aparição do Wolverine nos quadrinhos

Wolverine deu as caras pela primeira vez no quadrinho O Incrível Hulk #180 (datado em Outubro de 1974), mas ele aparece apenas no último quadro da última página da HQ, fazendo com que os leitores ficassem curiosos sobre quem era esse personagem. Até que ele estreou finalmente na edição #181.

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Mas tinham algum propósito para criarem esse personagem?

Sim, pois os quadrinhos dos X-Men haviam sido cancelados nos anos 70, e com isso, alguns mutantes acabaram fazendo aparições apenas nas HQs de outros heróis. Porém, tempo depois teve uma previsão do retorno dos X-Men que estava programado por Roy Thomas (editor-chefe da Marvel). Sendo assim, o roteirista Len Wein e o desenhista Dave Cockrum teriam que fazer novos mutantes para a futura HQ Giant Size X-Men. Com isso, eles queriam um mutante raivoso que fosse para o quadrinho do Hulk, que seria então reaproveitado nas páginas dos X-Men, e esse mutante era Wolverine.


Algumas curiosidades:

O nome Wolverine é por causa de um animal que tem um comportamento ranzinza e bem baixinho, exatamente como o Wolverine é retratado.

Seus poderes eram para ser apenas força e resistência sobre-humana, ele não teria fator de cura e suas garras não sairiam dos seus braços e sim das suas luvas. Mas isso foi mudado em The Uncanny X-Men #98, de 1976, onde foi mostrado que suas garras saíam de dentro dos seus braços. E nessa mesma HQ, foi a primeira vez que Wolverine apareceu sem máscara.

Foi em The Uncanny X-Men #120 de, 1979, que Wolverine finalmente revela seu nome, Logan.


Wolverine foi essencial para a Marvel, pois ele foi um dos personagens que motivaram os produtores para que continuassem a produzir HQs dos X-Men. E a Marvel estava precisando de um personagem mais bruto e estressado, mas que todos gostassem dele de alguma forma.


Confira o CR Origens do Wolverine, destaque na Semana Heroica:

Marvel cancela série mensal do Motoqueiro Fantasma

O roteirista dos quadrinhos da série mensal do Motoqueiro Fantasma, Ed Brisson, disse em seu Twitter que a Marvel cancelou a revista mensal (via Comic Book). Veja abaixo a confirmação:

“Como muitos pensavam, Motoqueiro Fantasma #7 foi a última edição da série. Eu amei escrevê-la; me diverti bastante contando as histórias de Danny e Johnny; e introduzindo o Espírito da Corrupção. Quanto as suas aventuras contínuas, isso continuará em outros lugares no Universo da Marvel”, tweetou Brisson.

A pandemia do Coronavírus foi a grande causa do cancelamento, pois não permitiu que a Diamond Comic Distributors conseguisse entregar os produtos, que foram parados de serem enviados em abril. A edição #7 foi a última a ser lançada, sem possível continuação a curto prazo.

Sinopse: “O Cavaleiro Fantasma dos Irmãos está de volta! Johnny Blaze não é apenas o rei do inferno – ele também é o diretor. Ele é a primeira linha de defesa entre as hordas demoníacas que tentam escapar da junta e os senhores de outros infernos. Danny Ketch nunca quis ser um Cavaleiro Fantasma, agora que seu irmão está no comando lá embaixo, Ketch deve assumir o dever de fazer um jogo para o trono e todo o poder que o acompanha. do Espírito de Vingança da Terra em tempo integral – não importa o quanto ele prefira estar fazendo outra coisa. “

Enquanto o roteirista promete que a série de revista em quadrinhos do Motoqueiro Fantasma pode continuar em algum lugar do Universo Marvel, resta os fãs esperar para algum anúncio ou posição da Marvel Comics sobre o comentário.


Ainda falando de quadrinhos, o Justiça Encapuzada é o destaque do CR Origens #12, no Critical Room

SDCC20 | DC anuncia Endless Winter para final do ano

Os painéis da San Diego Comic-Con ainda estão acontecendo, e é claro, a DC Comics ganhou dois painéis específicos para falar sobre arcos nos quadrinhos que foram publicados recentemente. Mas, a novidade não esteve presente em algum painel sequer. 

Endless Winter será a nova saga para os quadrinhos da DC, que chegará após o término do grande arco Dark Night’s: Death Metal, escrito por Scott Snyder. O título, que em tradução livre significa “Inverno Sem Fim”, intriga muitos fãs, que já pensam quais os personagens que serão os protagonistas da HQ. 

Tendo em mente a capa e o nome, o quadrinho pode ser um arco de algum dos vilões que controlam o frio, como o Senhor Frio, inimigo do BatmanNevasca, Geada, Capitão Frio e alguns outros podem ser o protagonista do arco, ou ter uma aparição especial na HQ.

DC, planeja fazer um grande evento online, chamado DC FanDome, e muito provavelmente, Endless Winter pode receber alguma prévia de imagens ou uma sinopse da história. Nenhum detalhe sobre a HQ foi divulgado na San Diego Comic-Con @Home, além do título e sua capa.

Endless Winter tem previsão de lançamento para dezembro de 2020.

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San Diego Comic-Con @Home acontece do dia 22 ao dia 26 de julho. 

SDCC20 | Confira os vencedores da 32ª edição do Eisner Awards

Como é de costume em toda San Diego Comic-Con, acontece o Eisner Awards, premiação dos melhores quadrinhos, que inclui todas as editoras de quadrinhos, como a DC Comics, Marvel, Dark Horse, Image Comics e diversas outras que publicam suas bandas desenhadas. Dessa vez, a premiação aconteceu de forma remota, já que o evento está sendo todo online por conta da pandemia do Coronavírus. 

O Eisner Awards 2020 contou com a apresentação de Phil LaMarr, dublador do Lanterna Verde na série animada da Liga da Justiça, tendo a abertura da administradora do Eisner, Jackie Estrada, que também encerrou a cerimônia. O Eisner Awards premiou, em 31 categorias, quadrinhos publicados no ano de 2019 e contou com um total de seis juízes.

Três quadrinistas brasileiros foram indicados, mas não ganharam o prêmio deste ano. Confira a lista completa de indicados e vencedores:


Melhor História Curta

Vencedor: Hot Comb, por Ebony Flowers (Drawn & Quarterly)

Indicados: How to Draw a Horse, por Emma Hunsinger (The New Yorker), The Menopause, por Mira Jacob (The Believer)Who Gets Called an ‘Unfit’ Mother, por Miriam Libick (The Nib) You’re Not Going to Believe What I’m About to Tell You, por Matthew Inman (The Oatmeal)

Melhor Edição Única

Vencedor: Our Favorite Thing Is My Favorite Thing Is Monsters, por Emil Ferris (Fantagraphics)

Indicados: Coin-Op No. 8: Infatuation, por Peter e Maria Hoey (Coin-Op Books), The Freak, por Matt Lesniewski (AdHouse), Minotäar, por Lissa Treiman (Shortbox) e Sobek, por James Stokoe (Shortbox)

Melhor Série Contínua

Vencedor: Bitter Root, por David Walker, Chuck Brown, e Sanford Greene (Image)

Indicados: Criminal, por Ed Brubaker e Sean Phillips (Image), Crowded, por Christopher Sebela, Ro Stein, e Ted Brandt (Image), Daredevil, por Chip Zdarsky e Marco Checchetto (Marvel), The Dreaming, por Simon Spurrier, Bilquis Evely (DC) e Immortal Hulk, por Al Ewing, Joe Bennett, e Ruy José (Marvel)

Melhor Antologia

Vencedor: Drawing Power: Women’s Stories of Sexual Violence, Harassment, and Survival, edited by Diane Noomin (Abrams)

Indicados: Kramer’s Ergot #10, edited by Sammy Harkham (Fantagraphics), The Nib #2–4, edited by Matt Bors (Nib)ABC of Typography, by David Rault (SelfMade Hero) e Baltic Comics Anthology š! #34-37, edited by David Schilter, Sanita Muižniece et al. (kuš!)

Melhor Edição Norte-Americana de Conteúdo Internacional

Vencedor: The House, de Paco Roca, tradução de Andrea Rosenberg (Fantagraphics)

Indicados: Diabolical Summer, DE Thierry Smolderen e Alexandre Clerisse, tradução de Edward Gauvin (IDW), Gramercy Park, de Timothée de Fombelle e Christian Cailleaux,tradução de Edward Gauvin (EuroComics/IDW), Maggy Garrisson, de Lewis Trondheim e Stéphane Oiry, tradução de Emma Wilson (SelfMadeHero), Stay, de Lewis Trondheim e Hubert Chevillard, tradução de Mike Kennedy (Magnetic Press) e Wrath of Fantômas, de Olivier Bocquet e Julie Rocheleau, tradução de Edward Gauvin (Titan)

Melhor Edição Norte-Americana de Conteúdo Asiático

Vencedores: Cats of the Louvre, de Taiyo Matsumoto, tradução de Michael Arias (VIZ Media) Witch Hat Atelier, de Kamome Shirahama, tradução de Stephen Kohler (Kodansha)

Indicados: BEASTARS, de Paru Itagaki, tradução de Tomo Kimura (VIZ Media), Grass, de Keum Suk Gendry-Kim, tradução de Janet Hong (Drawn & Quarterly)Magic Knight Rayearth 25th Anniversary Edition, de CLAMP, tradução de Melissa Tanaka (Kodansha) e The Poe Clan, de Moto Hagio, tradução de Rachel Thorn (Fantagraphics)

Melhor Roteirista

Vencedores: Mariko Tamaki, Harley Quinn: Breaking Glass (DC); Laura Dean Keeps Breaking Up with Me (First Second/Macmillan); Archie (Archie)

Indicados: Bobby Curnow, Ghost Tree (IDW), MK Reed e Greg MeansPenny Nichols (Top Shelf)Lewis Trondheim, Stay (Magnetic Press); MaggyGarrisson (SelfMadeHero), G. Willow Wilson, Invisible Kingdom (Berger Books/Dark Horse)Ms. Marvel (Marvel) e Chip ZdarskyWhite Trees (Image)Daredevil, Spider-Man: Life Story (Marvel)Afterlift (comiXology Originals)

Melhor Roteirista e Artista

Vencedor: Raina Telgemeier, Guts (Scholastic Graphix)

Indicados: Nina BunjevacBezimena (Fantagraphics), Mira JacobGood Talk (Random House); “The Menopause” in The Believer (June 1, 2019), Keum Suk Gendry-Kim, Grass (Drawn & Quarterly), James StokoeSobek (Shortbox) e Tillie Walden, Are You Listening? (First Second/Macmillan)

Melhor Artista ou Equipe de Artistas

Vencedores: Rosemary Valero-O’Connell, Laura Dean Keeps Breaking Up with Me (First Second/Macmillan)

Indicados: Ian BertramLittle Bird (Image), Colleen DoranSnow, Glass, Apples (Dark Horse), Bilquis EvelyThe Dreaming (DC), Simon GaneGhost Tree (IDW) e Steve PughHarley Quinn: Breaking Glass (DC)

Melhor Artista Digital

Vencedor: Christian Ward, Invisible Kingdom (Berger Books/Dark Horse)

Indicados: Didier Cassegrain, Black Water Lilies (Europe Comics), Alexandre Clarisse, Diabolical Summer (IDW), David Mack, Cover (DC), Léa Mazé, Elma, A Bear’s Life, vol. 1: The Great Journey(Europe Comics) e Julie Rocheleau, Wrath of Fantômas(Titan)

Melhor Artista de Capa

Vencedor: Emma Rios, Pretty Deadly (Image)

Indicados: Jen Bartel, Blackbird (Image Comics), Francesco Francavilla, Archie, Archie 1955, Archie Vs. Predator II, Cosmo (Archie), David Mack, American Gods, Fight Club 3 (Dark Horse); Cover (DC), Julian Totino Tedesco, Daredevil (Marvel) e Christian Ward, Machine Gun Wizards (Dark Horse), Invisible Kingdom(Berger Books/Dark Horse)

Melhor Colorista

Vencedores: Dave Stewart, Black Hammer,B.P.R.D.: The Devil You Know, Hellboy and the BPRD (Dark Horse); Gideon Falls (Image); Silver Surfer Black, Spider-Man(Marvel)

Indicados: Lorena Alvarez, Hicotea (Nobrow), Jean-Francois Beaulieu, Middlewest, Outpost Zero (Image), Matt Hollingsworth, Batman: Curse of the White Knight, Batman White Knight Presents Von Freeze (DC); Little Bird, November (Image) e Molly Mendoza, Skip (Nobrow)

Melhor Letrista

Vencedores: Stan Sakai, Usagi Yojimbo (IDW) e Tillie Walden, Are You Listening?(First Second/Macmillan)

Indicados: Deron Bennett, Batgirl, Green Arrow, Justice League, Martian Manhunter (DC); Canto (IDW); Assassin Nation, Excellence (Skybound/Image); To Drink and To Eat, vol. 1 (Lion Forge); Resonant (Vault), Jim Campbell, Black Badge, Coda (BOOM Studios); Giant Days, Lumberjanes: The Shape of Friendship (BOOM Box!); Rocko’s Modern Afterlife (KaBOOM!); At the End of Your Tether (Lion Forge); Blade Runner 2019 (Titan); Mall, The Plot, Wasted Space (Vault), Clayton Cowles, Aquaman, Batman, Batman and the Outsiders, Heroes in Crisis, Superman: Up in the Sky, Superman’s Pal Jimmy Olsen (DC); Bitter Root, Pretty Deadly, Moonstruck, Redlands, The Wicked + The Divine (Image); Reaver (Skybound/Image); Daredevil, Ghost-Spider, Silver Surfer Black, Superior Spider-Man, Venom (Marvel), Emilie Plateau, Colored: The Unsung Life of Claudette Colvin (Europe Comics)

Melhor Design de Publicação

Vencedores: Making Comics, Lynda Barry (Drawn & Quarterly) e Rusty Brown, Chris Ware (Pantheon)

Indicados: Grunt: The Art and Unpublished Comics of James Stokoe, Ethan Kimberling (Dark Horse), Krazy Kat: The Complete Color Sundays, by George Herriman, Anna-Tina Kessler (TASCHEN), Logo a Gogo, Rian Hughes (Korero Press) e Madness in Crowds: The Teeming Mind of Harrison Cady, Paul Kopple and Alex Bruce (Beehive Books)

Melhor HQ Digital

Vencedor: Afterlift, de Chip Zdarsky and Jason Loo (comiXology Originals)

Indicados: Black Water Lilies, de Michel Bussi, adaptado por Frédéric Duval e Didier Cassegrain, tradução de Edward Gauvin (Europe Comics), Colored: The Unsung Life of Claudette Colvin, de Tania de Montaigne, adaptado por Emilie Plateau, tradução de Montana Kane (Europe Comics), Elma, A Bear’s Life, vol. 1: The Great Journey, de Ingrid Chabbert e Léa Mazé, tradução de Jenny Aufiery (Europe Comics), Mare Internum, de Der-shing Helmer (comiXology; gumroad.com/l/MIPDF) e Tales from Behind the Window, de Edanur Kuntman, tradução de Cem Ulgen (Europe Comics)

Melhor Webcomic

Vencedor: Fried Rice Comic, de Erica Eng

Indicados: Chuckwagon at the End of the World, de ErikLundy, The Eyes, de Javi de Castro, Cabramatta, de Matt Huynh, reMIND, de Jason Brubaker e Third Shift Society, de Meredith Moriarty

Melhor Publicação Para Jovens Leitores

Vencedor: Comics: Easy as ABC, de Ivan Brunetti (TOON)

Indicados: Kitten Construction Company: A Bridge Too Fur, de John Patrick Green (First Second/Macmillan), The Pigeon HAS to Go to School! de Mo Willems (Hyperion Books), A Trip to the Top of the Volcano with Mouse, de Frank Viva (TOON), ¡Vamos! Let’s Go to the Market, de Raúl the Third (Versify/Houghton Mifflin Harcourt) e Who Wet My Pants? de Bob Shea and Zachariah Ohora (Little, Brown)

Melhor Publicação Infantil

Vencedor: Guts de Raina Telgemeier (Scholastic Graphix)

Indicados: Akissi: More Tales of Mischief, de Marguerite Abouet e Mathieu Sapin (Flying Eye/Nobrow), Dog Man: For Whom the Ball Rolls, de Dav Pilkey (Scholastic Graphix), New Kid, de Jerry Craft (Quill Tree/HarperCollins), This Was Our Pact, de Ryan Andrews (First Second/Macmillan) e The Wolf in Underpants, de Wilfrid Lupano, Mayana Itoïz, e Paul Cauuet (Graphic Universe/Lerner Publishing Group)

Melhor Publicação Para Adolescentes

Vencedor: Laura Dean Keeps Breaking Up with Me, by Mariko Tamaki and Rosemary Valero-O’Connell (First Second/Macmillan)

Indicados: Harley Quinn: Breaking Glass, by Mariko Tamaki and Steve Pugh (DC), Hot Comb, by Ebony Flowers (Drawn & Quarterly), Kiss Number 8, by Colleen AF Venable and Ellen T. Crenshaw (First Second/Macmillan) e Penny Nichols, by MK Reed, Greg Means, and Matt Wiegle (Top Shelf)

Melhor Publicação de Comédia

Vencedor: The Way of the Househusband, vol. 1, de Kousuke Oono, Drzka (VIZ Media)

Indicados: Anatomy of Authors, de Dave Kellett (SheldonComics.com), Death Wins a Goldfish, de Brian Rea (Chronicle Books), Minotäar, de Lissa Treiman (Shortbox), Sobek, de James Stokoe (Shortbox) e Wondermark: Friends You Can Ride On, de David Malki (Wondermark)

Melhor Adaptação de Outra Mídia

Vencedor: Snow, Glass, Apples, de Neil Gaiman e Colleen Doran (Dark Horse Books)

Indicados: Giraffes on Horseback Salad: Salvador Dali, the Marx Brothers, and the Strangest Movie Never Made, de Josh Frank, Tim Hedecker, e Manuela Pertega (Quirk Books), The Giver, by Lois Lowry and P. Craig Russell, (HMH Books for Young Readers), The Handmaid’s Tale: The Graphic Novel, de Margaret Atwood, (Nan A. Talese), HP Lovecraft’s At the Mountains of Madness, vols. 1–2, adaptado por Gou Tanabe (Dark Horse Manga) e The Seventh Voyage, de Stanislaw Lem, adaptado por Jon Muth (Scholastic Graphix)

Melhor Coleção de Arquivos: Tirinhas

Vencedor: Krazy Kat: The Complete Color Sundays, de George Herriman, editado por Alexander Braun (TASCHEN)

Indicados: Cham: The Best Comic Strips and Graphic Novelettes, 1839–1862, de David Kunzle (University Press of Mississippi), Ed Leffingwell’s Little Joe, by Harold Gray, editado por Peter Maresca and Sammy Harkham (Sunday Press Books), The George Herriman Library: Krazy & Ignatz 1916–1918, editado por R.J. Casey (Fantagraphics), Madness in Crowds: The Teeming Mind of Harrison Cady, de Violet and Denis Kitchen (Beehive Books) e Pogo, Vol. 6: Clean as a Weasel, de Walt Kelly, editado por Mark Evanier ed Eric Reynolds (Fantagraphics)

Melhor Coleção de Arquivos: Livros

Vencedor: Stan Sakai’s Usagi Yojimbo: The Complete Grasscutter Artist Select, de Stan Sakai, editado por Scott Dunbier (IDW)

Indicados: That Miyoko Asagaya Feeling, de Shinichi Abe, tradução de Ryan Holmberg, editado por Mitsuhiro Asakawa (Black Hook Press), Alay-Oop,de William Gropper (New York Review Comics), The Complete Crepax, vol. 5: American Stories, editado por Kristy Valenti (Fantagraphics), Jack Kirby’s Dingbat Love, edited by John Morrow (TwoMorrows) e Moonshadow: The Definitive Edition, de J. M. DeMatteis, Jon J Muth, George Pratt, Kent Williams, e outros (Dark Horse Books)

Melhor Texto Jornalístico Relacionado a Quadrinhos

Vencedor: Women Write About Comics, editado por Nola Pfau e Wendy Browne

Indicados: Comic Riffs blog, de Michael Cavna e David Betancourt, The Comics Journal, editado por Gary Groth, RJ Casey, e Kristy Valenti (Fantagraphics), Hogan’s Alley, editado por Tom Heintjes (Hogan’s Alley), Inks: The Journal of the Comics Studies Society, editado por Qiana Whitted (Ohio State University Press) e LAAB Magazine, vol. 4: This Was Your Life, editado por Ronald Wimberly and Josh O’Neill (Beehive Books)

Melhor Livro Relacionado a Quadrinhos

Vencedor: Making Comics, de Lynda Barry (Drawn & Quarterly)

Indicados: The Art of Nothing: 25 Years of Mutts and the Art of Patrick McDonnell (Abrams), The Book of Weirdo, de Jon B. Cooke (Last Gasp), Grunt: The Art and Unpublished Comics of James Stokoe (Dark Horse) e Logo a Gogo: Branding Pop Culture, de Rian Hughes (Korero Press)

Melhor Trabalho Acadêmico

Vencedor: EC Comics: Race, Shock, and Social Protest, de Qiana Whitted (Rutgers University Press)

Indicados: The Art of Pere Joan: Space, Landscape, and Comics Form, de Benjamin Fraser (University of Texas Press), The Comics of Rutu Modan: War, Love, and Secrets, de Kevin Haworth (University Press of Mississippi), The Peanuts Papers: Writers and Cartoonists on Charlie Brown, Snoopy & the Gang, and the Meaning of Life, editado por Andrew Blauner (Library of America), Producing Mass Entertainment: The Serial Life of the Yellow Kid, de Christina Meyer (Ohio State University Press) e Women’s Manga in Asia and Beyond: Uniting Different Cultures and Identities, editado por Fusami Ogi et al. (Palgrave Macmillan)

Melhor Série Nova

Vencedor: Invisible Kingdom, de G. Willow Wilson e Christian Ward (Berger Books/Dark Horse)

Indicados: Doctor Doom, de Christopher Cantwell e Salvador Larocca (Marvel), Once & Future, de Kieron Gillen e Dan Mora (BOOM! Studios), Something Is Killing the Children, de James Tynion IV e Werther Dell’Edera (BOOM! Studios) e Undiscovered Country, de Scott Snyder, Charles Soule, Giuseppe Camuncoli, e Daniele Orlandini (Image)

Melhor Minissérie

Vencedor: Little Bird de Darcy Van Poelgeest e Ian Bertram (Image)

Indicados: Ascender, de Jeff Lemire e Dustin Nguyen (Image), Ghost Tree, de Bobby Curnow e Simon Gane (IDW), Naomi de Brian Michael Bendis, David Walker, e Jamal Campbell (DC) e Sentient, de Jeff Lemire e Gabriel Walta (TKO)

Melhor Trabalho Baseado em Fatos

Vencedor: They Called Us Enemy, por George Takei, Justin Eisinger, Steven Scott, e Harmony Becker (Top Shelf)

Indicados: Good Talk: A Memoir in Conversations, por  Mira Jacob (One World/Random House), Grass, por  Keum Suk Gendry-Kim (Drawn & Quarterly), Kid Gloves: Nine Months of Careful Chaos, por Lucy Knisley (First Second/Macmillan), Moonbound: Apollo 11 and the Dream of Spaceflight, por Jonathan Fetter-Vorm (Hill & Wang) e My Solo Exchange Diary, vol. 2 por Nagata Kabi (Seven Seas)

Melhor Reimpressão de Álbum Gráfico

Vencedor: LaGuardia, por Nnedi Okorafor and Tana Ford (Berger Books/Dark Horse)

Indicados: Bad Weekend de Ed Brubaker e Sean Phillips (Image), Clyde Fans, de Seth (Drawn & Quarterly), Cover, vol. 1, por Brian Michael Bendis e David Mack (DC/Jinxworld), Glenn Ganges: The River at Night, por Kevin Huizenga (Drawn & Quarterly) e Rusty Brown, por Chris Ware (Pantheon)

Melhor Novo Álbum Gráfico

Vencedor: Are You Listening?, por Tillie Walden (First Second/Macmillan)

Indicados: Bezimena, por Nina Bunjevac (Fantagraphics), BTTM FDRS, por Ezra Claytan Daniels and Ben Passmore (Fantagraphics), Life on the Moon, por Robert Grossman (Yoe Books/IDW), New World, por David Jesus Vignolli (Archaia/BOOM!) e Reincarnation Stories, por Kim Deitch (Fantagraphics)


Confira toda a cerimônia do Eisner Awards 2020, na San Diego Comic-Con:

Quer saber mais sobre o evento online? A San Diego Comic-Con @Home acontece do dia 22 ao dia 26 de julho. Confira o especial no canal Critical Room.

 

SDCC 2020 | O Príncipe Dragão é renovada para até sete temporadas

Em um painel na San Diego Comic-Con, a Netflix revelou que renovou a animação até a sétima temporada. O terceira temporda foi lançada em 2019, e está disponível no catálogo do streaming.

O painel contou com os co-criadores Aaron Ehasz e Justin Richmond, que estiveram junto com os dubladores Jack DeSena, Erik Todd Dellums, SashaRojen, Jesse Inocalla, Paula Burrows, Jason Simpson e Racquel Belmonte.

Confira todo o painel:

Os criadores da animação anunciaram, também, que o seriado ganhará um quadrinho cânone, intitulado The Dragon Prince: Through The Moon, que será lançado no dia 8 de outubro deste ano, nas bancas estadunidenses.

San Diego Comic-Con @Home acontece do dia 22 ao dia 26 de julho.

SDCC20 | Quadrinistas e escritoras discutem legado da Batgirl nas HQ’s

Com direito a Bryan Q. Miller, a discussão abordou todas as Batgirls desde então.


Um dos painéis que aconteceu na quinta-feira (23), com menos destaque que outros, foi Batgirls!, assim nomeado, para poder abordar a heroína das bandas desenhadas da DC Comics. Com convidados especiais, incluindo o quadrinista Bryan Q. Miller, que escreveu Batgirl Vol 1, focado em Stephanie Brown, Nancy Kiu, produtora da série Batwoman, Sarah Kuhn, autora de Shadow of the Batgirl, graphic novel focada em Cassandra Cain, Marieke Nijkampautora do livro The Oracle Code, contando sobre Barbara Gordon como OráculoCecil Castellucci, que escreve a série da Batgirl de Barbara Gordon no período do DC Rebirth, e por fim, a Dra Andrea Letamendi, do podcast Arkham Sessions, que aprofunda na psicologia do Batman e seu universo.

Todos, tiveram um grande debate e mostraram sua visão sobre a personagem que escrevem, e o porquê gostam da heroína. Os escritores desenvolveram uma conversa, colocando à frente o legado da Batgirl para a atualidade e para os quadrinhos.

“Eu amo a Batgirl (Barbara Gordon), provavelmente por causa que, quando eu era uma jovem menina e a vi na televisão na série com Adam West, ela era a garota e isso era tão empolgante de ver. Era uma garota que eu poderia relacionar com um dos heróis. Mas, uma das coisas que eu mais acho extraordinárias sobre Barbara Gordon é sua resiliência. Ela consegue lidar com questões que surgem, e tem uma grande capacidade de crescimento e mudança”, disse a roteirista Cecil Castellucci.

Divulgação/DC Comics
Capa de Batgirl #50, que terá o roteiro de Cecil Castellucci.

O quadrinista Bryan Q. Miller comentou sobre a Batgirl de Stephanie Brown, falando sobre o desafio que ela teve de enfrentar:

“Quando ela pegou o capuz, ela tinha experimentado uma grave falta de controle e também era muito impulsiva, chegando a causar uma guerra de gangues que destruiu Gotham, e então ela acabou “morta”, vivendo na África por um tempo”.

Nancy Kiu, que falou sobre a Batwoman de Kate Kane, confirmou que ainda estará na produção da série para a segunda temporada, que terá uma nova personagem no manto.

“Para Kate, você sabe que ela nasceu de um trauma em nosso programa. Ela perdeu sua irmã e mãe num terrível acidente de carro, nas mãos do Batman e do Coringa. Ela sempre se questionou se fez o suficiente, se poderia ter salvado sua irmã naquele dia, o que poderia ter feito e, de certa forma, sua personagem foi fugindo de Gotham e para longe de lidar com essa coisas. Em nosso piloto, trazendo-a de volta para Gotham e percebendo que sua irmã está viva, isso força Kate a quase perder o controle, de uma maneira de ter que finalmente lidar com essas coisas que ela tem reprimido”, falou a produtora.

San Diego Comic-Con @Home acontece do dia 22 ao dia 26 de julho.

Semana Heroica #4: Super-Choque – Renascimento do Cool | Uma fábula política acidentalmente oportuna

O comentário real da Milestone dessa vez é mais sutil do que de costume. Mas ainda entrega o seu trabalho.

A novela-gráfica (ou como preferir “graphic-novel”) de romance por  Dwayne McDuffie, “Super-Choque: O Renascimento do Cool”, é um participante regular no agregador de resenhas de leitores, Goodreads, com uma taxa de aprovação de 79.6% com base em 123 avaliações e com uma classificação média de 3.98/5. Desde que chegou as bancas em 2001, não é de admirar: com suas generosas porções de gang-bangers realisticamente violentos, com problemas de pobreza e dinheiro tão importantes quanto combater o crime, super-heróis em um mundo cheio de tons de cinza, como não poderia ser um prazer para leitores adultos? Uma mistura intrigante de drama e documentário com comentários sociais, a imagem não é bem evidente, mas eficaz, dando repreensão de gênero e mensagens amplas na mesma medida.

O roteiro de Dwayne McDuffie e Robert L Washington III se concentra em um experimento suave winnicottiano incisivo e a capacidade de renúncia. Esta coleção é composta por dois arcos da série original: um é a origem do Super-Choque, e o outro ocorre algum tempo depois disso, depois que aparentemente ele era membro de uma equipe de super-heróis. Assim, as duas metades deste volume saltam no tempo e no tom. Faz um bom tempo que Virgil aposentou o manto de Super-Choque e a trama se desenrola nas várias tentativas de levar ao espectador do porque ele se aposentou. No meio de toda a conversa entre Virgil e sua amiga, não faltam aqueles diálogos corriqueiros (não aqueles do Tarantino, mas enfim) e entre isso tudo, ela faz uma pergunta ao rapaz sobre ter saudades do que viveu antes.

“E o Oscar para melhor resposta de um homem para uma mulher” – Risos – Porque sem sombra de dúvidas é a melhor resposta que um homem poderia encontrar para uma mulher decidida e que não perde tempo para questionar.

Ele simplesmente diz: “Às vezes sinto falta do meu velho triciclo, mas também superei isso.”

Enquanto isso se desenrola, uma nova organização secreta que está sequestrando “Bang Babies” e assim alguns deles (Bang Babies) que ainda restaram percebem que Virgil é quem pode ajudá-los. Apesar de ter apenas 15 anos de idade, parece ser o que todos procuram para liderança, já que ele parece ser o único capaz de levá-los ao mistério e enfim descobrir a identidade do mal por de trás de todo esse plano.

Na medida em que as fábulas políticas avançam, “Renascimento do Cool” está em algum lugar entre “Fique Rico ou Morra Tentando” e um episódio de “The Get Down” na medida de sutileza. No entanto, o tempo e as circunstâncias tornaram seu maior poder, a obviedade de suas metáforas e mensagens, em sua maior força.

Quando a DC lançou a revista no início dos anos 2000, dezenove anos passados, muitos imaginaram que isso é mais uma história convencional de super-herói – um garoto adolescente com dupla-identidade, uma garota que ele gosta, além de equilibrar suas responsabilidades. Apesar desse conceito, a atuação é maior do que essa.

Ao mesmo tempo, não se trata de contar sobre o passado dele, mas contar que não é apenas questão de deixar algo pra trás, é questão de mostrar o quão doloroso ter que tomar decisões e seguir em frente. Por mais que gostamos de algo na vida, devemos deixá-las e evoluir. Se alguma vez houve um espelho de alguns dos nossos momentos, é isso.


Super-Choque: Renascimento do Cool

Título original: Static Shock: Rebirth of The Cool

Data da primeira publicação: 2001

Autor: Dwayne McDuffie

Escrito por Robert L Washington III e Dwayne McDuffie

Gêneros: Novela gráfica, Romance

Capa: John Paul Leon

Arte: John Paul Leon , Denys Cowan

Cores: Jimmy Palmiotti , Steve
Mitchell , Shawn Martinbrough , John Paul Leon

Morre Dennis O’Neil, lendário escritor do Batman e do Lanterna Verde

O lendário escritor do Batman dos anos 70, Lanterna Verde e Arqueiro Verde, Dennis O’Neil, morreu hoje aos 81 anos, nos Estados Unidos.

O’Neil remodelou muitos personagens, criou e revitalizou a DC Comics nos quadrinhos. Foi ele quem deu o início a “Era de Bronze”. Ele também criou o primeiro herói afro-americano da DC, o Lanterna Verde John Stewart. O’Neil também fez a história Lanterna Verde/Arqueiro Verde, renovando os dois personagens e trazendo eles para uma geração de novos leitores, usando temas sociais e políticos em suas histórias. O Arqueiro Verde é conhecido até hoje como um dos heróis que apoiam a política abertamente. Em um episódio da série animada da Liga da Justiça Sem Limites ele declara isso.

Com muitos trabalhos ao lado do desenhista Neal Adams, O’Neil ganhou muita fama por ter estado à frente do Batman nos anos 70. Ao lado se Irv Novick, ele criou o Asilo Arkham, prisão para os mais insanos de Gotham. Também fez o Ricardito, pupilo do Arqueiro Verde, passar por sua pior fase, aderindo as drogas. Também escreveu histórias do Questão, Shazam, Superman e de muitos outros personagens.

Pode-se dizer que O’Neil contribuiu muito para transformar o Batman no que ele é hoje, dando toques sombrios para o Cavaleiro das Trevas. Uma das grandes histórias dele foi O Homem que Cai, que relata o início de Bruce Wayne desde o assassinato de seus pais até os treinamentos. A HQ serviu de base para Batman Begins.Já esteve envolvido até na série animada do Batman.

O roteirista é responsável por um dos momentos mais dramáticos da vida de Tony Stark também, tendo escrito a fase em que ele luta contra o alcoolismo e é substituído por James Rhodes na pele de Homem de Ferro. Assinou também histórias do Homem-Aranha e Demolidor.

No Twitter, Jim Lee lamentou a morte do escritor, e disse que era seu escritor favorito do Lanterna Verde.

Infelizmente, ele faleceu hoje de causas naturais, aos 81 anos. O mundo dos quadrinhos jamais esquecerá as grandes obras produzidas por ele, e sua dedicação exclusiva ao que ele tanto amava, os super-heróis.

Obrigado, Dennis O’Neil!

X-MEN | A maneira perfeita para estrear no UCM

O X veio para ficar! Veja como os mutantes devem ser introduzidos no UCM.

Apenas o mero pensamento de X-Men na Marvel Studios traz toda empolgação que um fã poderia ter. Wolverine brigando com o Soldado Invernal, Magneto como o grande vilão do próximo arco, a Fênix Negra vindo as telonas da maneira correta – tudo isso, um sonho, com possibilidades reais. Mas com os mutantes se juntando aos Vingadores, surge um obstáculo em forma de história, que a Marvel deve superar se quiser que os X-Men sejam um benefício e não um fardo, para um universo compartilhado cada vez mais complexo de super-heróis.

Uma certa provocação de Kevin Feige na Comic-Con de San Diego em 2019 ao dizer: “mutantes” pode ter sido bem recebida como um “nada”. No entanto, aparentemente pode ser introduzido mais cedo que se parece e a Marvel pode trazer isso ao público não familiarizado com o material de origem (assim como Homem de Ferro ou Guardiões da Galáxia). Da mesma forma, coisas surpreendentes ao longo de vários anos podem arriscar os fãs a ficarem cada vez mais impacientes e a perder o interesse nos X-Men.

A solução, no entanto, tem se escondido à vista de todos. A história em quadrinhos dos X-Men na concepção de Jonathan Hickman em 2019 não apenas rebootou os alunos do Instituto Xavier em uma linha do tempo mais simplificada, mas também serviu como base de sucesso para uma nova história dos X-Men concebida para os cinemas (O mesmo aconteceu com Guardiões da Galáxia poucos anos antes de fazer estreia nos cinemas).

Anteriormente, na história da Marvel, Moira MacTaggert era uma cientista leal à causa mutante – até aparecendo como geneticista em Primeira Classe e X-Men: Apocalypse. Em sua história em quadrinhos, Hickman decidiu retomar seu status humano e transformou Moira em um mutante com a capacidade de ressurreição. Não apenas qualquer ressurreição antiga, no entanto. Depois de ser morta (optada ou não), ela volta ao momento do nascimento e mantém intactas as memórias de suas vidas anteriores.

Nos quadrinhos de Hickman, os poderes de Moira são usados como uma maneira do mutante mudar o futuro e aprender com seus erros fatais. Moira tornou-se essencialmente um botão de redefinição andando e falando. E isso é um ponto de enredo bastante interessante. Nas mãos de Hickman, tornou-se uma maneira de aparar o excesso; décadas de relacionamentos e aventuras complicados poderiam ser remodelados em um universo singular para simplificar. É um problema não muito diferente do que Kevin Feige terá que enfrentar além da Fase 4 da Marvel com mais de meia dúzia de filmes de X-Men, trilogias paralelas, e entradas não muito canônicas, como Logan.

Há muitas lições que podem ser aprendidas aqui. Por exemplo, uma das primeiras vidas de Moira a viu entrar em contato com uma equipe clássica dos X-Men, mas crucialmente não com a que Hickman usaria daqui para frente. Para Moira – e leitores – essa versão dos X-Men ainda existe, embora em outro multiverso e outra vida. Poderia ser o mesmo conceito no UCM.

A personagem de Moira pode ser uma forma sutil de trazer os X-Men, respeitando o legado da franquia na Fox que veio antes. Ao usar os poderes mutantes de Moira, Feige poderia acenar de maneira viável para o universo de heróis da Fox que não se encaixam perfeitamente na sua concepção. Eles podem simplesmente existir separadamente, enquanto ainda permanecem tecnicamente cânones, como uma das vidas anteriores de Moira. Então, a vida que ela está vivendo agora – o UCM como a conhecemos – pode integrar lentamente rostos novos (e antigos), seja um caso de atores revendedores ou catadores de flores para dar um salto para a “aba” da Marvel Studios.

Os resultados seriam reveladores. Isso não apenas tornaria Xavier e Jean Grey bastante importantes por causa de sua história passada, como também desembaraçaria a teia bagunçada de histórias que foram tecidas ao longo dos anos. Na verdade, é o melhor tipo de reboot- uma pausa limpa que ainda honra o passado.

A partir daí, as histórias de origem ainda podem ser exibidas. Na vida de Moira no UCM, Wolverine (que talvez não seja mais o Hugh Jackman), nem a orientação de Xavier sobre mutantes também seria conhecida do público. Isso permite que os personagens carregando anos de bagagem – da mesma maneira que estavam quando Hickman assumiu a liderança – mudassem todo esse excesso de peso e os preparassem para ter alguma magia da Marvel sobre eles. Tudo isso sem gastar meia década apresentando cada mutante, nem complicando as coisas, fazendo um retcon no estilo Mysterio ou Abutre e dizendo que eles estavam lá o tempo todo, fora do nosso alcance.

Claro, há a pequena questão de trazer Moira. Onde ela poderia se encaixar? A sequência do Doutor Estranho, Multiverso da Loucura parece um candidato principal. A provável exploração do filme de universos paralelos oferece uma desculpa viável o suficiente para que as vidas passadas de Moira existam como multiversos que podem ser explorados pelo Mago Supremo. Sua parada final pode ser o UCM. Esse pode ser um ponto de partida para quaisquer histórias dos X-Men que virem a seguir, e Moira é a chave para tudo isso. É apenas um caso de trazê-la no momento certo

Com a introdução do X-Men, o UCM corre o risco de entrar em colapso devido ao seu próprio peso. Ele precisa desesperadamente do tipo de narrativa detalhada introduzida por Hickman para integrar perfeitamente um novo estábulo de super-heróis. E tudo o que precisamos são algumas vidas.

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Ultimatum | Marvel estaria desenvolvendo filme de evento polêmico

Um dos eventos mais controversos da Marvel pode ganhar vida nas telonas

De acordo com o CBR, um usuário do MCU Cosmic afirmou que a Marvel Studios estaria silenciosamente adaptando a saga Ultimatum para o UCM.

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O usuário relata que os detalhes da história e do enredo são escassos em relação ao projeto, mas se a Marvel Studios está trazendo Ultimatum aos poucos, provavelmente não será fiel aos quadrinhos. Isso seguiria mudanças semelhantes dos quadrinhos para os cinemas que aconteceram da mesma forma em Soldado Invernal, Era de Ultron, Guerra Civil, Guerra Infinita e Ultimato. Todos esses filmes pegaram idéias básicas dos quadrinhos.

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Ultimatum foi uma série limitada de 2009 do escritor Jeph Loeb e do artista David Finch, e reuniu os principais heróis do Universo Ultimate como Os Supremos Vingadores, Homem-Aranha, X-Men e Quarteto Fantástico. Magneto, buscando vingança pelas mortes de Feiticeira Escarlate e Mercúrio, reverteu o campo magnético da Terra, causando desastres naturais em todo o mundo. O evento atraiu críticas por suas muitas mortes, o que ajudou a preparar o cenário para a próxima era da linha Ultimate de quadrinhos.

Embora não esteja claro se a Marvel Studios irá adaptar o Ultimatum, agora que a Marvel detém os direitos da Fox assim como a parceria com a Sony, não vai ser impossível trazer o evento para as telonas. Ainda assim, os principais vilões Magneto e Doutor Destino provavelmente farão sua estréia no UCM somente depois que os X-Men e o Quarteto Fantástico forem introduzidos corretamente, apesar das recentes mudanças no calendário de lançamentos da Fase Quatro, quando isso vai acontecer ainda é um mistério.

5 HQs da DC para ler na quarentena

Essa quarentena está mexendo com muita gente, de fato. Mas sempre podemos nos distrair com jogos, séries, filmes e também com uma boa leitura, seja quadrinhos ou livros.

Que tal uma bela indicação de 5 HQs da DC para ler nessa quarentena?


1- Crise Nas Infinitas Terras

Escrita por Marv Wolfman e George Pérez, Crise nas Infinitas Terras é uma minissérie de 12 edições, de abril de 1985 a março de 1986.

A história reúne vários heróis de diversos mundos, para combater um mal em comum, o Anti-Monitor. A história também é responsável pela reconstrução do universo DC.

Crise nas Infinitas Terras é um ótimo quadrinho pra se ler nessa quarentena entediante.

“Mundos viverão, mundos morrerão e o universo nunca mais será o mesmo.”

2- Reino Do Amanhã

Reino do amanhã é uma minissérie de 4 edições, lançada em 1996. Escrita por Mark Waid e Alex Ross e desenhada por Ross.

A história nos mostra um futuro, no qual os maiores heróis se aposentaram, mas tudo isso muda quando os atuais heróis passam do limite com suas ações descuidadas e irresponsáveis, fazendo com que os maiores heróis mais uma vez retornassem para colocar paz e ordem no mundo.

3- Mulher Maravilha: Deuses e Mortais.

Passado os eventos de Crise nas Infinitas Terras, a DC renova o Multiverso e dá seu pontapé inicial a Era Moderna. Com isso, um dos alicerces da editora, a Mulher Maravilha, recomeça do zero.

Em 1985, George Pérez dá vida aos deuses, e dessa vez, reconta a história do nascimento de Diana, a Princesa de Themiscira. Hipólita a molda do barro e os deuses dão seus poderes. Porém, Ares, o maior inimigo da heroína, se volta contra ela por inveja. Tudo o que ele queria era dominar a humanidade, alegando que a criação de uma Nova Raça (as amazonas), não seria de bom grado e faria com que os deuses fossem esquecidos.

A HQ explora o universo da Mitologia Grega na DC, lembrando de Hefesto, o feitor do Laço de Héstia, Hermes como mensageiro, os filhos de Ares e outros mais. Conta a origem das amazonas e também acompanha o crescimento de Diana em meio ao mundo grego e logo, suas aventuras mundo afora, adquirindo conhecimento do Patriarcado para derrotar seu mais poderoso inimigo, Ares, o deus da guerra.

4- Batman e Vingador Fantasma

Nesta história temos o encontro do Homem-Morcego e do mistérioso Vingador Fantasma. É uma história dividida em 2 partes, aonde Batman e o Vingador investigam um mistério oculto e sobrenatural. É uma trama muito interessante, onde vemos dois lados totalmente diferente trabalharem juntas, a força física (Batman) e a força sobrenatural (Vingador Fantasma).

A história foi escrita por Alan Grant e desenhada por Arthur Ranson, e lançado originalmente em 1997.

5- Batman Ego trip

Nessa excelente HQ escrita e desenhada por John Byrne, temos uma incrível história envolvendo o Batman, Coringa, Duas-Caras, Charada e Pinguim. Os vilões estão numa disputa interna que coloca Gotham City na mira do perigo. Será que Batman irá conseguir parar esses terríveis vilões?


Aqui então 5 incríveis HQs da DC, que pode tornar sua quarentena um pouco mais interessante. Espero que gostem da leitura.

Noite de Trevas | Teaser da sequência revela upgrade no traje do Batman

O Batman agora levou sua furtividade a um outro nível, como mostrou o escritor Scott Snyder no Twitter. O autor da tão esperada sequencia de Noite de Trevas: Metal, Death Metal, foi ao Twitter para mostrar um Batman “grunge“, como sugere o título da sequência – completo com espinhos nos ombros – com um novo gadget: um dispositivo de camuflagem.

Por Scott Snyder e Greg Capullo, Death Metal começará após os eventos que ocorreram na DC Comics no ano passado, com muitos deles orquestrados pela sinistra contraparte da realidade alternativa do Batman, o Batman Que Ri. Com a Muralha da Fonte destruída e a antiga entidade, Perpétua lançada no universo, as coisas foram de ruim a pior. No entanto, Batman parece ter a intenção de aumentar suas chances, graças a sua invisibilidade.

Esta não seria a primeira vez que o Batman usa um dispositivo de camuflagem. Na amada série Batman do Futuro , o traje futurista incluía um dispositivo de camuflagem, deixando apenas o contorno de Batman visível. As limitações desse dispositivo de camuflagem em particular não são conhecidas, pois Batman parece meio visível e meio obscuro. A invisibilidade parece se alinhar com parte do casaco de Batman, com uma de suas mãos ainda visíveis. Isso levou usuários do Twitter a chamá-lo de “capa de invisibilidade” semelhante à usada por outro órfão herói – Harry Potter. A imagem também não deixa de fazer sugestão ao Predador, especialmente considerando como Batman está emergindo de sua invisibilidade no meio de uma selva escura.

A nova camuflagem do Batman não é a única atualização mostrada por Snyder. com os conceitos heavy metal apresentados na série, a Mulher-Maravilha possui uma “serra de verdade” ao lado de um novo traje. Dado que o Batman sem capa conversa com Mulher-Maravilha na imagem do teaser, parece que a guerreira amazona terá um papel importante a desempenhar na série.

O quanto isso se relaciona com os eventos do Death Metal – ou com os maiores acontecimentos do Universo DC – permanece um mistério. Death Metal é certamente um dos lançamentos mais esperados da DC , embora sua programação exata provavelmente não esteja clara devido ao impacto do coronavírus na indústria de quadrinhos. Ainda assim, dado o recente anúncio da DC de retomar a distribuição em breve, parece que nem o Batman Que Ri terá o seu último riso – especialmente quando houver uma Mulher-Maravilha com uma serra elétrica e um Batman invisível nesse caso.

Ex-editor da DC fala sobre seu problema com Novos 52 e Renascimento

O ex-editor da DC, Dan Didio, falou sobre os problemas com os Novos 52, bem como o maior problema da iniciativa DC Renascimento. Durante uma transmissão ao vivo do Drink and Draw, ao lado do editor-chefe da Marvel, Joe Quesada, Didio discutiu onde ele achava que os Novos 52 deu errado.

Segundo Didio, não investiram tempo necessário no segundo ano dos Novos 52 quanto no primeiro.

“Sem dúvidas meu maior erro é as vezes, fazer as coisas acontecerem rápido demais”,explicou Didio, “Ficamos de seis a oito meses desenvolvendo os Novos 52. repensando os personagens, os designs, os vilões, tudo para que isso fizesse mais sentido”.

O ex-editor continuou dizendo que sentiu que as coisas começaram a se mover mais rápido e que menos tempo e energia estavam sendo investidos em desenvolvimento e melhorias “ou fazendo mudanças nos personagens que pareciam dignos de uma nova direção para uma linha. Didio então declarou: “Os fãs não têm mais um ponto de referência e você sente as rodas caindo do carrinho”.

Didio acrescentou depois que, quando a ideia de Renascimento surgiu, havia uma oportunidade de trazer de volta elementos ausentes do Universo DC: “Infelizmente, depois de colocar isso, você também coloca as coisas que o fizeram querer relançar a linha em primeiro lugar. Os personagens ficaram estagnados novamente … todo o ponto da narrativa é mudança e evolução. ”

Didio recentemente deixou sua posição como co-editor da DC em fevereiro, deixando Jim Lee como editor único; a transmissão ao vivo foi a primeira aparição pública de Didio desde então.

Batman: Overdrive introduz um novo membro a Bat-família

Batman: Overdrive, de Shea Fontana e Marcelo Di Chiara, re-imaginam a história de origem de Bruce Wayne e introduz um novo membro da bat-família.


AVISO: O artigo a seguir contém spoilers de Batman: Overdrive atualmente publicado nos Estados Unidos


Existem muitas versões da história de origem do Vigilante de Gotham. Na maioria dessas – seja em filmes ou HQs – uma coisa permanece a mesma: Bruce Wayne segue uma jornada sozinho para se tornar o Batman. Claro, ele tem alguma ajuda, geralmente de Alfred Pennyworth e Lucius Fox, que fornecem suporte moral e técnico, mas a transição de Bruce para o Cruzado Encapuzado é uma caminhada solo. No entanto, esse não é o caso de Batman: Overdrive de Marcelo Di Chiara.

A graphic novel original é publicada sob o selo DC Zoom e apresenta uma nova visão da transformação de Bruce em Batman. Desta vez, no entanto, a história de origem tem um contexto moderno e mostra um Bruce mais jovem, que está próximo de completar dezesseis anos. Quando o jovem órfão começa lentamente sua carreira no combate ao crime, ele rapidamente faz um amigo – alguém que acaba se tornando uma nova adição à Bat-família.

Em Overdrive, Bruce Wayne tem o dever de reconstruir o automóvel de seu pai, um carro antigo que ele planeja usar ao completar dezesseis anos quando finalmente obter sua habilitação. O carro está em mau estado e Bruce não tem escolha a não ser ir ao ferro-velho para encontrar peças de reposição para consertar o veículo. Enquanto ele está lá, ele conhece um garoto chamado Mateo Diaz. Mateo é natural de Central City, mas seu pai está cumprindo pena de prisão, então ele fica com seu tio, dono do ferro-velho. E por Bruce ser um jovem solitário, ele e Mateo se tornam amigos.

Logo, Mateo é convidado à Mansão Wayne, onde ele ajuda Bruce a consertar o carro de seu pai. Acontece que Mateo é genial quando se trata de automobilismo, então ele também faz um upgrade ao carro – upgrade que ajuda Bruce em sua busca de um grupo de ladrões ligados a Carmine Falcone. Logo, fica claro que Mateo é o primeiro parceiro de Bruce – aquele que está lá desde o início. Mateo sabe tudo sobre a vida secreta de Bruce e ajuda da maneira que puder. Ele é quem cria o termo Batmóvel e o alter-ego, Batman.

Além do mais, Mateo até ganha seu próprio traje e alter-ego: Doc, Mateo usa um colete branco, cinto de utilidade e óculos quadrados para esconder sua identidade. Há quase uma semelhança com o Doutor Meia-Noite em seu visual e seu codinome pode até refletir nisso, mas não parece haver alguma conexão oficial entre os dois personagens. Quando Batman: Overdrive chega ao fim, o jovem Bruce se torna oficialmente o Batman com Mateo e Selina Kyle como seus aliados.

Por enquanto, Mateo apareceu apenas em Batman: Overdrive, que se desenrola fora da continuidade do Universo DC. No entanto, o personagem é uma presença tão importante e original no livro que ele acabar parando no universo principal da DC Comics. A Batfamília conta com muitos membros: Asa Noturna, Robin, Batgirl, Batwoman, Batwing e mais recentemente, Duke Thomas… sendo assim, há espaço para mais um.

Aniversário de 81 anos do Homem-Morcego| Confira cinco HQs do Batman para ler na quarentena

Hoje estamos comemorando o aniversário de uns personagens mais importantes da DC Comics, Batman. O nosso Cruzado Encapuzado está comemorando 81 anos, e hoje estaremos indicando cinco incríveis HQs do nosso Cavaleiro das Trevas.

1- Detective Comics #27, 1939

Em 1939 o Homem Morcego se depara com um caso chamado “O Caso Da Quadrilha Dos Químicos”, quadrinho o qual também é conhecido como a primeira aparição do Homem Morcego.
Batman investiga a morte de dois proprietários que faziam parte de uma corporação chamada “QUÍMICA APEX”. Alfred Striker era uns dos Quatros proprietários, ele fez um contrato para pagar uma certa soma para pagar cada uns dos outros proprietários. Ele achou que matando eles e roubando os contratos, iria ficar livre de suas dívidas. Mas claramente isso dá errado, pois o Cavaleiro das Trevas impede tal crime de ser levado adiante.

2- Batman: O Cavaleiro Das Trevas

Em o Cavaleiro das Trevas, Frank Miller nos trouxe um Batman mais velho e cansado, que volta da aposentadoria para mais uma vez enfrentar o crime em Gotham City. Frank Miller fez um Batman sobre um ângulo diferente e mais criativo, assim como sua arte e um roteiro bem peculiar. A história apresenta Carrie Kelley como o novo Robin. Cavaleiro das Trevas trouxe um tom mais sério e adulto para o mundo dos quadrinhos.

3- Batman: A Piada Mortal

Alan Moore e Brian Bolland nos trouxeram uma história espetacular que retrata muito bem como é o relacionamento do Vingador De Gotham e o Palhaço Do Crime. Essa belíssima história e ganhadora de diversos prêmios como: Melhor História, Melhor Graphic Novel e Melhor Desenhista. Moore se encarregou de fazer uma história mais obscura e mais adulta. A arte de Brian Bolland não deixa a desejar, com seus painéis detalhados, expressões faciais realistas e um storyteller invejável.

4- Batman: O Messias

Jim Starlin traz umas das mais controversas história, do Homem Morcego. Em O Messias, Batman enfrenta um fanático líder religioso, Diácono Blackfire. Essa figura religiosa detém um passado misterioso. Com suas raízes profundamente entranhadas na cidade, o líder está prestes a criar um exército com fanáticos religiosos, do qual ele converteu, mas sua real intenção é um mistério. Batman é arrancado de sua realidade habitual e passa a enfrentar um mundo repletos de demônios e verdades religiosas. Nosso herói é envolvido por um círculo de medo e confusão, em um ciclo de loucura. Essa história mexe bastante com o psicológico e a estrutura do  Homem-Morcego.

5- Batman: A Queda Do Morcego

Quando o Cavaleiro das Trevas teve sua espinha quebrada na luta contra Bane, Bruce é substituido como Batman por um aprendiz chamado Jean-Paul Valley (Azrael). Ele se torna um Batman cada vez mais violento e instável, assim manchando a reputação do Cavaleiro Das Trevas. A Queda Do Morcego é umas das histórias mais importantes do crescimento e evolução do Batman. A história foi responsável pela reconstrução do personagem, depois das consequências causadas por Azrael. Bruce também percebeu que trabalhar sozinho é um fardo grande demais, levando eventualmente para a formação da Bat-Família.


Aqui estão cinco incríveis HQs do Homem-Morcego que vocês podem ler para comemorar o aniversário do maior detetive do mundo. Além disso, é uma ótima forma de passar a sua quarentena. Então lembre-se, fique em casa, cuide de você e da sua família.

 

“Ainda não acabei meu trabalho… como você não acabou o seu comigo.”