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5 vilões que queremos ver em The Flash

The Flash irá abordar o famoso arco Flashpoint.


O futuro filme da DC Comics, The Flash, é um dos filmes mais aguardados de heróis em 2022. O longa veio se arrastando desde 2016, com saídas de diretores, diferenças criativas, dois roteiros e confusões, até chegar nas mãos de Andy Muschietti, o diretor de IT – Capítulo Um e Dois. Até mesmo Grant Morrison já trabalhou em um roteiro para o filme, que foi recusado, mas o de Christina Hodson não.

São alguns anos de espera, uma apresentação do Capitão Bumerangue em Esquadrão Suicida (2016), muitos adiamentos e troca-troca de diretores. Adaptando o Flashpoint, principal arco do herói que modelou o Universo DC como é hoje, o longa promete ser épico, já que trará o antigo Batman de Michael Keaton e o Batman de Ben Affleck. É tudo muito aberto, podendo ter diversos personagens, incluindo alguns vilões clássicos do herói que queremos ver em um filme.


1. Capitão Bumerangue

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Tudo bem, já vimos ele em Esquadrão Suicida com David Ayer e vamos ver no Esquadrão de James Gunn. Mas, por que não em The Flash? Dependendo da apresentação dele no segundo filme da equipe de Amanda Waller, ele poderia ser muito bem utilizado no longa de Muschietti. É claro que ele precisa estar vivo até o final da obra de James Gunn, para que aconteça uma eventual participação na Terra normal, ou mesmo na paralela.

É válido lembrar que o Flash já impediu o Capitão Bumerangue de assaltar um banco, mostrado em uma das cenas de Esquadrão Suicida.

2. Capitão Frio

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Com a primeira aparição no Showcase #8, e tendo sido criado por Josh Broome e Carmine InfantinoLeonard Snart é um dos principais vilões do Flash de todos os tempos. O inimigo aparece em diversas animações e também esteve na série do Velocista Escarlate e em Legends of Tomorrow. A dupla com o Onda Térmica, muitas vezes acaba dando certo, e quem sabe poderíamos ver ambos no filme. Explorar um pouco mais do universo do Flash, mostrando um dos membros da famosa Galeria de Vilões (The Rogues).

3. Mestre dos Espelhos

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Outro vilão clássico, membro da Galeria de Vilões, o Mestre dos Espelhos, é cotado para ser o principal antagonista do filme. Há duas versões do vilão, sendo as duas muito bem elogiadas pelos fãs. Samuel Joseph Scudder, o primeiro Mestre dos Espelhos, morreu ao lado do Geada original em Crise nas Infinitas Terras, pouco menos de 30 anos de sua estreia nos quadrinhos.

Logo após, surge Evan McCulloch, um escocês, que é deixado num orfanato, crescendo e se tornando um mercenário. Após matar seu pai por engano e sua mãe ter cometido suicídio, Evan decide se entregar, mas um consórcio do governo dos EUA o impede, oferecendo o traje de Scudder. A única coisa que ele precisava fazer era assustar o Homem-Animal, herói criado por Grant Morrison, que também criou Evan e fez sua primeira aparição ainda na série mensal do Homem-Animal, em 1989. Ah, e é claro, o novo Mestre dos Espelhos não cumpre sua parte do acordo. Seria interessante ver uma das versões, especialmente a clássica.

4. Flash Negro

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Apresentado para os fãs na série The Flash e em Legends of Tomorrow, o flash-zumbi é o “vilão” mais assustador de todos os velocistas, incluindo até mesmo o Flash-Reverso.Flash Negro tem o único intuito de ser a Morte para os velocistas, devolvendo os para a Força de Aceleração. O personagem, também criado por Grant Morrison, pode ser declarado como uma força da natureza, pois só está ameaçando outros velocistas por conta de seu trabalho. Não se sabe ao certo do porque ele faz isso, mas quem sabe ele não apareça no filme e tenhamos uma explicação plausível para o personagem.

5. Flash-Reverso/Professor Zoom

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Já tendo sido confirmado que o Flash-Reverso não será o vilão principal do filme de 2022, isso não descarta a possibilidade de Eobard Thawne ter um bom tempo de tela para derrotar Barry. Possivelmente, será contado no longa a origem de Barry, que está entrelaçada com a primeira aparição do super-vilão e um dos mais perigosos entre todos. 

Em uma explicação rápida, Thawne veio do século XXV, onde era professor no Museu do Flash, e recebeu o apelido de Professor Zoom. Obcecado por Barry, ele tentou estudou a Força de Aceleração e o herói. Encontrando a Esteira Cósmica, Thawne volta ao passado, logo após a morte de Barry em Crise nas Infinitas Terras. Atuando como Barry, Wally chegou a desconfiar após Eobard perder o controle. Ele volta para seu tempo e lá, adota seu manto, nome e começa a cometer crimes. Em Flash: Renascimento, o Flash-Reverso, com ódio de ver que Barry se sacrificou para salvar o Multiverso, ele volta no passado, quando Barry era uma criança, e assassina Nora Allen, sua mãe. Henry Allen, seu pai, é preso pela polícia de Central City, e Barry tenta provar sua inocência a todo custo.

Quem sabe, possamos ver novas abordagens para Thawne nesse Flashpoint de Andy Muschietti. Mesmo não sendo o antagonista principal do filme, – podendo ser o próprio Barry Allen – sua presença irá tornar a vida de Barry um inferno.


O longa irá abordar o famoso arco nos quadrinhos que mudou todo o Universo DC, o Flashpoint, considerado o maior arco do Flash de Barry Allen até então.

Com o astro Ezra Miller de volta ao papel, o filme será dirigido por Andy Muschietti e roteirizado por Christina Hodson (Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa).

The Flash tem estreia prevista para 4 de novembro de 2022.


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5 vilões do Batman que queremos ver em Gotham Knights

O novo jogo da WB Montreal chega em 2021.


Anunciado no DC FanDome pela Warner Bros Montreal, Gotham Knights é o mais novo jogo do Batman que irá explorar sua mitologia através de seus antigos parceiros, Asa Noturna, Batgirl, Robin e seu algoz e aliado Capuz Vermelho. O estúdio que desenvolveu Batman: Arkham Origins, que está ligado ao universo Batman Arkham da Rocksteady, tem a chance de se redimir e fazer um jogo melhor para agradar a crítica – ou pior.

São mais de cinco anos de espera por um novo jogo do Batman, que já trouxe inúmeros vilões do Cavaleiro das Trevas para os games, incluindo os principais, como o Coringa, Espantalho e Exterminador, e até mesmo os mais desconhecidos, como o professor Hugo Strange e o Diácono Blackfire. Agora, com um novo jogo do Batman,o estúdio poderá explorar novos vilões que não conseguiram ter suas aparições em jogos anteriores do Cruzado Encapuzado. Pouco sabemos sobre os inimigos do novo game, mas temos a confirmação de que o Sr. Frio e a Corte das Corujas, criada ainda em 2011, serão dois dos vários antagonistas que o Gotham Knights pode oferecer.


1. Ventríloquo (Arnold Wesker)

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Um dos mais curiosos inimigos do Batman, o boneco Scarface tem um história perturbadora quando se fala na origem do primeiro Ventríloquo. Arnold Wesker, nascido numa família de crime organizado de Gotham sofre de transtorno dissociativo de identidade, após ver sua mãe ser assassinada por uma família rival. Após uma briga que resultou em sua prisão, sua ida à Blackgate virou totalmente seu sentido de vida, já que conheceria seu futuro chefe. Donnegan, seu companheiro de cela apresentou o boneco de madeira Woody – posteriromente Scarface, por conta do ganho de uma cicatriz no meio da briga, que foi feito com pedaços da forca da prisão. Com seu transtorno, Wesker passou a escutar o boneco, e o mesmo ordenou que Wesker matasse Donnegan e fugisse. E é isso que ele faz, assumindo a alcunha de Ventríloquo e passando a roubar e cometer assassinatos por ordem de Scarface.

O curiosos vilão apareceu em diversas animações, já morreu nos quadrinhos, tendo sucessores e tendo sido também representado na série Gotham, como Artur Penn. Nos games, Wesker nunca apareceu, sendo apenas mencionado pelo Coringa no final de Batman: Arkham Asylum ou tendo enigmas do Charada espalhados por Arkham City. Wesker ainda faz uma breve aparição emBatman: The Telltale Series. Já o Scarface apareceu no Asilo e também em Batman: Arkham City em duas ocasiões. O verdadeiro está no museu do Pinguim e uma cópia está na Siderúrgica, durante a Vingança da Arlequina, simulando o bebê de Arlequina com o Coringa. O boneco mafioso pode ser visto no DPGC como troféu do Cash em Batman: Arkham Knight.

2. Amanda Waller

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Amanda Waller é um caso à parte, podendo ser mostrada como uma inimiga de toda a Liga da Justiça e do Batman, ou às vezes uma aliada, mas bem raramente. Sendo uma das pessoas no comando do Cadmus e controlando o Esquadrão Suicida, Waller tem um grande poder de influência do Universo DC, podendo até mesmo intimidar autoridades locais dos Estados Unidos.

Sempre em contato com grandes lideranças e tendo uma boa reputação de líder, não seria estranho ver Waller no jogo. Mesmo que ela esteja em Suicide Squad: Kills the Justice League, pode muito bem aparecer em Gotham Knights, controlando alguma operação contra os Cavaleiros de Gotham, podendo até mesmo ameaçar a revelar suas identidades. Ela foi uma das antagonistas em Batman: The Enemy Within, segunda temporada da Telltale.

3. Anarquia 

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Lonnie Machim era um garoto contra o sistema, que utilizava o grafite para esboçar um A de Anarquia nas paredes de toda Gotham e seu descontentamento com o governo. Sua criação vem para se basear em V, personagem de V de Vingança de Alan Moore, que representa a luta contra um sistema opressor.  Já sendo um velho conhecido dos fãs da Saga Arkham, o Anarquia esteve envolvido no incidente da véspera de Natal em Arkham Origins, querendo destruir a cidade e desafiando o Batman a enfrentá-lo. 

Com sua prisão, o vilão é transferido algumas vezes até que desaparece do radar dos policiais, pensando que o Estado já deve tê-lo em suas mãos. Nos eventos do Halloween em Batman: Arkham Knight, sua jaqueta é um dos troféus do Cash no DPGC e logo no prólogo do jogo, é possível ver sua marca na mesa do restaurante, quando o policial aborda o suposto fumante delatado por um dos clientes. Tudo fazia parte de um plano do Espantalho, mas não se sabe se era realmente o Anarquia ou apenas um seguidor seu. E essa temática de caos que vemos em Gothahm Knights pode ser o estopim perfeito para Machim manipular a polícia e a população contra os heróis de Gotham.

4. Lady Shiva

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A mais habilidosa entre as artistas marciais e mãe de Cassandra Cain, Lady Shiva é uma das possíveis figuras que poderiam aparecer em Gotham Knights, já que o jogo envolve a Corte das Corujas e possivelmente a Liga dos Assassinos. Sendo uma das únicas a derrotar o Batman em combate, Shiva utiliza apenas de sua katana em algumas ocasiões para lutar, mas, em sua maioria, luta desarmada.

Não sendo uma vilã e nem uma heroína, Shiva já esteve lutando ao lado de Batman e contra ele, ao lado das Aves de Rapina e também contra suas integrantes, e sendo treinada por Ra’s Al Ghul e lutando contra o próprio mestre. Shiva já teve sua aparição pelas mãos da WB Montreal em Batman: Arkham Origins, onde desafiou Batman e lutou contra ele. 

5. Máscara Negra

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Máscara Negra, um dos grandes chefões do crime organizado e líder também da Sionis Industries (Arkham), Roman Sionis tem grande influência no submundo de Gotham, creditado muitas vezes por ser brutal em suas torturas e sádico em alguns métodos. Possuindo um ótimo poder aquisitivo para financiar o tráfico de drogas e armas e dar boas recompensas para seus capangas.

Em Batman: Arkham Origins, Sionis foi o antagonista terciário após Coringa tê-lo roubado e se passado por ele, guiando seus assassinos para matar o Batman. Ele ainda trafica drogas em contêineres por toda Gotham, mas Batman o impede. Ele também fez aparições em Batman: Arkham City e Knight. No primeiro, ele foi o único a escapar da prisão de Arkham City, mas é derrotado pelos vigilantes em uma fábrica de carne de sua propriedade e enviado para Arkham City novamente. Já em Arkham Knight, no modo história ele não apareceu em algum momento, exceto na espansão do Capuz Vermelho, sendo morto pelo mesmo após se tornar o novo chefe do crime de Gotham.

Em Gotham Knights, o Máscara Negra seria muito bem utilizado para firmar um pouco mais a equipe de heróis, sendo uma possível missão secundária ou fazendo parte da história como um dos vilões principais.


Intitulado de Gotham Knights, a trama seguirá os novos Cavaleiros de Gotham, Asa Noturna, Batgirl, Capuz Vermelho e Robin em uma nova cruzada, agora que Batman está supostamente morto. Com o auxílio de toda a tecnologia deixada por Bruce Wayne e também o apoio de Alfred, o novo jogo irá explorar a Corte das Corujas como o novo antagonista. Muitos outros vilões como o Senhor Frio irão fazer sua presença para dominar Gotham.

Gotham Knights chega em algum momento de 2021 para PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One, Xbox Series X e PC.

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Semana Heroica #6 | The Flash #139

Uma das histórias mais importantes do Flash.


Enquanto preparava essa matéria, procurei várias histórias do Flash. Poderia ter simplesmente escolhido Flashpoint, mas eu queria algo diferente. Finalmente, pedi a opinião de um amigo e ele me indicou The Flash #139. Optei por seguir o conselho e depois de uma breve pesquisa (e com a ajuda de outro amigo) consegui a scan dessa edição. Agora chega de enrolação e bora para a HQ!

Escrita por John Brooke e ilustrada por Carmine Infantino, a HQ lançada em 1963, conta com um enredo interessante e introduz um dos maiores (senão o maior) vilão do Flash. Estou falando do Professor Zoom, conhecido também como Flash Reverso. Antes de falarmos sobre ele, um breve resumo da primeira parte da história. O Doutor Walter Drake havia enviado uma cápsula do tempo ao século 25, porém, o doutor acabou enviando um relógio atômico, junto com outros objetos da cápsula (incluindo um traje do Flash). Esse relógio se tornaria uma bomba atômica por conta da viagem no tempo que ele passou, e destruiria Central City. Felizmente, o herói consegue ir ao futuro graças a sua esteira de força cósmica.

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Após isso, o vilão da história é apresentado. Professor Zoom era apenas um simples bandido, que admirava o Velocista Escarlate por sua velocidade, mas ao mesmo tempo o odiava por seguir a lei. O que Zoom não esperava, é que a cápsula cairia bem na sua frente, no meio da cidade. Ele aproveita e pega o traje do Flash que estava na cápsula. Com o traje, Zoom consegue utilizar as ondas de super-velocidade para ser o bandido mais rápido do mundo, utilizando a roupa do Flash, só que com as cores reversas e se auto-intitulando como Flash Reverso.

O que o Flash Reverso não esperava, é que o Flash original apareceria e o derrotaria, dando fim a sua pequena carreira. Porém, não era só isso que Barry Allen precisava fazer, já que o relógio atômico iria explodir em poucas horas. Como um raio, Flash procura pelo relógio em toda cidade, até que finalmente o encontra e o leva para o ártico, onde ele finalmente explode. Por fim, o velocista retorna ao presente, sem nem imaginar que voltaria a encontrar o Professor Zoom, ou, Flash Reverso.


Semana Heroica acontece uma vez por mês, durante uma semana, focando em algum personagem dos quadrinhos, para falar sobre quadrinhos, games, filmes e sua origem ou um vídeo falando sobre algum quadrinho, essas últimas no canal do Critical Room.

No Instagram, você confere a quinta parte com a indicação da série The Flash!

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Semana Heroica #4 | O que esperar de The Flash?

Com certeza um dos filmes mais aguardados da DC Comics, The Flash será o filme mais ousado da DC até o momento, considerando que adaptarão o Flashpoint, um dos arcos mais importantes dos quadrinhos da editora. Mas, o que podemos esperar de The Flash com Ezra Miller? Um filme que será esquecido, ou algo grandioso?

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Inúmeros roteiristas já passaram pelo projeto, e a ideia parece não ter agradado o estúdio. Até mesmo Grant Morrison já fez sua breve passagem, ao se chamado por Ezra Miller para ambos trabalharem no roteiro, que foi recusado pela Warner. Uma verdadeira bagunça, o filme do Flash que estava cotado para 2018, e iria adaptar o Ponto de Ignição, teve roteiro entregue por Christina Hodson (Aves de Rapina), que foi aceito pela Warner Bros. E após especulações, Andy Muschietti (It – Capítulo Um e Dois) revela que será o diretor do longa, e que o Flashpoint será adaptado, chamando atores de peso como Michael Keaton e Ben Affleck.

O tal do “agora vai”, segue adiante e o filme será filmado apenas em março de 2021. As escalações irão acontecer, e os rumores também não sossegarão até lá. É claro que eles existirão… Após a breve aparição de Miller em Crise nas Infinitas Terras da CW, com o encontro dos dois Flashes, Grant Gustin e Ezra Miller, reacende a possibilidade do Flashpoint acontecer ainda com mais força. Mesmo que cômica, a cena fará sentido para o Barry do DCEU, já que ele se pergunta sobre o nome “Flash”, que é de seu eu em outro mundo. Além disso, o Flash de Miller ainda cita Victor Stone (Ray Fisher) em uma frase antes de desaparecer. O conceito do Multiverso foi bem aplicado pela CW no Arrowverse, envolvendo várias outras produções da editora, e parece que a Warner quer expandir ainda mais, conectando o crossover com The Flash. Pelo menos, é do crossover que Barry Allen do DCEU terá a ideia de colocar seu nome de Flash.

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Personagens

Além do protagonista, temos a confirmação de dois possíveis Batmans, Michael Keaton e Ben Affleck, que poderá ser um tipo de mentor para o jovem Allen. Possivelmente, também, veremos Iris West, mas a atriz Kiersey Clemons, que fez a repórter em Liga da Justiça, na versão de Zack Snyder, poderá ser substituída por outra. Billy Crudup é outro ator que está confirmado e reprisará seu papel de Henry Allen, o pai de Barry.

É de acreditar-se que, o Ciborgue poderá estar no filme, já que ele e o Flash são muito ligados em Liga da Justiça, e a amizade parece ter continuado após os eventos contra o Lobo da Estepe e a invasão à Terra. É um rumor válido, assim como o de Gal Gadot, que pode ser a Mulher-Maravilha no filme. Até mesmo Brandon Routh, que foi o Superman em Superman – O Retorno (2006) e na Crise da CW, demonstrou interesse em ver sua versão o Escoteiro no filme.

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Agora falando do lado vilanesco, o Flash Reverso, que é uma parte crucial da história de Barry e do Flashpoint, poderá fazer uma breve participação no longa. O antagonista principal do super-herói não será o vilão foco do filme, que visa um outro em uma diferente abordagem, mas nada descarta que ele estará em The Flash. Talvez a origem de Barry no DCEU esteja entrelaçada com a primeira aparição de Reverso… Mas temos que esperar, e muita coisa ainda vai acontecer.

Ponto de Ignição

O roteiro que já está pronto e as entrevistas de Andy Muschietti, deixam claro que o filme irá abordar o maior arco do Flash nos quadrinhos, o Flashpoint, mas de uma forma diferente e um pouco mais original. A raiz do quadrinhos estará presente, que é Barry voltando ao passado para salvar sua mãe, mas muitas coisas do quadrinho não estarão presentes no filme, como a guerra de Atlântida e Themiscira, que se alonga em algumas edições e é mostrada na animação. Acredito que, além de Barry tentar salvar sua mãe e ir atrás do misterioso assassino, ele também tentará tirar seu pai da prisão, já que o mesmo é inocente.

Há ainda poucos detalhes, mas podemos esperar que, o Flashpoint de Muschietti será diferente, mas seguirá muitas vezes o mesmo caminho das edições principais do arco, e irá conseguir conectar um pouco das séries com o filme, explicando o conceito do Multiverso nos cinemas. 

Podemos apontar sobre o papel de Keaton, que irá desempenhar um Batman possivelmente aposentado, de um ano distante, sendo um dos grandes aliados de Barry. É ele quem poderá ter remodelado o traje do velocista e ter deixado mais confortável, já que Barry ficou “surpreso” com o traje de seu eu em Crise. Já o papel de Affleck pode seguir o mesmo rumo, só que mentoreando o Velocista Escarlate na terra principal, assim como aconteceu em Liga da Justiça (2017)

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Em uma entrevista ainda em julho, o diretor disse que The Flash “é uma história de viagem no tempo: o Flash viaja de volta no tempo para salvar sua mãe. É um filme de ação espetacular, mas tem um grande coração”. Além de apresentar o Multiverso, o filme ainda pode ajeitar pontas soltas e “rebootar” o universo criado por Zack Snyder, mas não ele todo.

Nos resta aguardar para recebermos mais informações e termos propriedade para falar de algo mais concreto. The Flash chega em de de dezembro de 2022.

O que você espera sobre The Flash?


Semana Heroica acontece uma vez por mês, durante uma semana, focando em algum personagem dos quadrinhos, para falar sobre quadrinhos, games, filmes e sua origem ou um vídeo falando sobre algum quadrinho, essas últimas no canal do Critical Room.

Você pode conferir no início do artigo o CR Comics apresentando Wally West, sua origem, seus feitos e o que teve de passar por ser o substituto de Barry após a Crise. Essa foi a segunda parte da Semana Heroica.

Semana Heroica #3 | A importância de Flash de Dois Mundos

Os quadrinhos estavam entrando na Era de Prata, e abandonando a Era de Ouro, reformulando alguns de seus heróis. A DC Comics iniciou a nova era com Julius Schwartz e Gardner Fox revitalizando o Flash e criando Barry Allen, que viria substituir Jay Garrick. O Showcase #4 (1956),  quadrinho o qual apareceu pela primeira vez Barry Allen e mostrou sua origem, foi o primeiro passo de uma nova era que duraria até meados dos anos 70.

Heróis como Jay Garrick e Al Pratt, são substituídos por Barry Allen e Ray Palmer, sendo o Flash e o Átomo, respectivamente. Com a duração da Flash Comics de 1940 a 1949, Jay Garrick foi um dos grandes personagens das histórias da DC nos anos 40, assim como Superman, Mulher-Maravilha e Batman. Sua criação, em 1940, se deu por Gardner Fox e Harry Lampert, e anos mais tarde, Fox viria a escrever a clássica Flash de Dois Mundos, unindo Jay e Barry.

O quadrinho de 1961 pode ser considerado um dos mais importantes da histórias da editora, pois foi nele que houve a introdução da Terra-2, e consequentemente, a descoberta de que Flash poderia fazer um tipo de salto de uma terra para outra. Fox fez com que antigos e novos heróis pudessem coexistir e também se encontrar. Isso abriu várias opções para a DC Comics num futuro não tão distante, que usou o conceito de duas terras e expandiu para três na série mensal de Liga da Justiça da América, e logo pra mais e mais terras, assim recebendo o nome de Multiverso. E partindo deste princípio, foi posto em jogo a Crise nas Infinitas Terras, e com certeza, Flash de Dois Mundos deu uma grande ajuda para que isso pudesse acontecer.

Com Gardner Fox, Jay Garrick também envelheceu, dizendo que tem sido o Flash há mais de 20 anos. Colocando a data real na ficção, e o real em si também, na Terra-1 que é a de Barry, Jay é simplesmente um herói de quadrinhos criado por Gardner Fox, além de ser o ídolo de Barry. E já aposentado, ele teria de voltar a ativa por conta d uma onda de crimes que está acontecendo em Keystone City, cidade de Jay que fica na Terra-2.

O então chamado Joel Ciclone e o Velocista Escarlate unem forças para derrotar o Sombra, o Violinista e o Pensador. É até engraçado pensar que, um herói de quadrinhos para nós em 1940, é o ídolo de Barry Allen, que também já leu a Flash Comics. Jay Garrick protagoniza um quadrinho no mundo fictício dentro de um quadrinho no mundo real. E são essas informações que o mantém vivo e que seu trabalho não foi esquecido, conectando a Era de Ouro com a Era de Prata, e o autor com sua criação.

Não há, aqui, uma história profunda para explicar o conceito de dois mundos, sendo apenas uma introdução e afirmando que é possível viajar para uma outra terra. Brevemente, também, foi contada a origem dos dois Flashes, e mostrou com clareza como Barry Allen parou em Keystone City. Isso, claro, deu uma boa ideia ao final para o antigo Flash, após ter derrotado seus vilões, que fariam parte também da história de Barry.

Com a existência de Gardner Fox no Universo DCBarry relata para Iris West sua ida ao mundo de Jay, e ela diz que “os leitores gostariam de saber o que houve”, mas Flash fala que ninguém iria acreditar, possivelmente vindo de um jornal que cobriria toda Central City, mas um homem iria. O velocista tem a brilhante ideia de contar para o quadrinista Gardner Fox sua aventura na Terra-2, já que foi ele quem criou o primeiro Flash, e assim, ele poderia escrever tudo em uma revista em quadrinhos. Curioso, não?


Semana Heroica acontece uma vez por mês, durante uma semana, focando em algum personagem dos quadrinhos, para falar sobre quadrinhos, games, filmes e sua origem ou um vídeo falando sobre algum quadrinho, essas últimas no canal do Critical Room.

Você pode conferir no início do artigo o CR Comics apresentando Wally West, sua origem, seus feitos e o que teve de passar por ser o substituto de Barry após a Crise. Essa foi a segunda parte da Semana Heroica.

A primeira parte da Semana Heroica aconteceu no Instagram e você quem decide qual o melhor Flash:

Top 15 animes de uma temporada para você maratonar e terminar em menos de um dia

Uma recomendação de 15 animes, com cada um contendo apenas uma temporada cada, com no máximo até 26 episódios. Confira abaixo a lista que preparamos para vocês:

1. Busou Shoujo Machiavellianism (12 episódios)

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A Private Aichi Symbiosis Academy era originalmente uma escola secundária para meninas de classe alta. Quando se tornou misto, as meninas, com medo, pediram permissão para trazer armas para a escola. Quando isso foi aplicado, uma organização semelhante a um corpo de vigilantes de cinco membros, chamada de ‘Cinco Espadas Supremas’, também foi formada. Depois de muitas gerações, as cinco espadas eventualmente se tornaram um grupo que corrigia alunos problemáticos, e a academia começou a aceitar proativamente tais alunos para corrigi-los. Nomura Fudou foi enviado para esta escola depois de participar de uma grande briga. O que ele vai fazer quando as únicas opções que tem depois de se matricular são ser expulso daquela escola ou ser corrigido como o resto dos alunos do sexo masculino… sendo forçado a se vestir e agir como uma garota!”

2. Blend S (12 episódios)

“Desejando ser independente, Maika Sakuranomiya, de 16 anos, está desesperada para conseguir um emprego de meio período para ter dinheiro para estudar no exterior. Infelizmente, suas inscrições são constantemente rejeitadas devido ao olhar ameaçador que ela involuntariamente faz sempre que sorri, apesar de sua disposição alegre. Depois de mais uma entrevista fracassada, ela se depara com o Café Stile, uma cafeteria onde os servidores interagem com os clientes enquanto interpretam características distintas. O gerente da loja italiana, Dino, se apaixona pela fofura de Maika à primeira vista e lhe oferece um emprego de garçonete de natureza sádica. Juntamente com sua falta de jeito inerente, ela consegue atender com sucesso a um par de clientes masoquistas de acordo com sua nova e implacável persona. Ao lado de Kaho Hinata como a tsundere e Mafuyu Hoshikawa como a irmã mais nova, Maika decide tirar o máximo proveito de sua peculiaridade única e consolidar sua posição no café com crueldade impiedosa!”

3. Chaos Child (12 episódios)

“Uma série de assassinatos horríveis apelidados de ‘Loucura da Nova Geração’ uma vez induziu a histeria em massa em Shibuya. No auge, durante um motim frenético, um súbito terremoto reduziu o distrito a nada além de entulho, enquanto deixou as enfermarias ao redor estranhamente intactas. Seis anos depois, em um Shibuya recém-reconstruído, mortes misteriosas começaram a surgir novamente. Não demora muito para que o estudante do terceiro ano Takuru Miyashiro perceba uma conexão: as datas dos assassinatos recentes correspondem às dos incidentes da Loucura da Nova Geração. Ele, junto com vários membros do clube de jornal de sua escola, decidem se aprofundar no mistério, apenas para se encontrarem presos no meio de uma nova cena de crime…”

4. Cowboy Bebop (26 episódios)

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“No ano de 2071, a humanidade colonizou vários planetas e luas do sistema solar, deixando para trás a agora inabitável superfície do planeta Terra. A Polícia do Sistema Solar Inter tenta manter a paz na galáxia, auxiliada em parte por caçadores de recompensa fora da lei, conhecidos como ‘Cowboys’. A equipe desorganizada a bordo da espaçonave Bebop são dois desses indivíduos. O calmo e despreocupado Spike Spiegel é equilibrado por seu parceiro turbulento e pragmático Jet Black, enquanto a dupla ganha a vida perseguindo recompensas e coletando recompensas. Tirado do curso pela adição de novos membros que conheceram em suas viagens – Ein, um Welsh Corgi geneticamente modificado e altamente inteligente; femme fatale Faye Valentine, uma trapaceira enigmática com perda de memória; e o estranho garoto gênio da computação Edward Wong – a equipe embarca em aventuras emocionantes que desvendam o passado sombrio e misterioso de cada membro aos poucos.”

5. DARLING in the FRANXX (24 episódios)

“Em um futuro distante, a humanidade foi levada à quase extinção por bestas gigantes conhecidas como Klaxosaurs, forçando os humanos sobreviventes a se refugiarem em enormes cidades fortificadas chamadas Plantations. As crianças criadas aqui são treinadas para pilotar mechas gigantes conhecidas como FranXX – as únicas armas conhecidas por serem eficazes contra os Klaxosaurs – em pares de menino e menina. Criadas com o único propósito de pilotar essas máquinas, essas crianças não sabem nada do mundo exterior e só podem provar sua existência defendendo sua raça. Hiro, um aspirante a piloto da FranXX, perdeu a motivação e a autoconfiança após ser reprovado em um teste de aptidão. Pulando a cerimônia de formatura de sua classe, Hiro se retira para um lago na floresta, onde encontra uma garota misteriosa com dois chifres crescendo em sua cabeça. Ela se apresenta com seu codinome Zero Two, que é conhecido por pertencer a um infame piloto da FranXX conhecido como ‘Partner Killer’. Antes que Hiro pudesse digerir o encontro, a plantação é abalada por um ataque súbito de Klaxosaur. Zero Two envolve a criatura em sua FranXX, mas ela é fortemente danificada na batalha e cai perto de Hiro. Encontrando seu parceiro morto, Zero Two convida Hiro para pilotar o mecha com ela, e a dupla derrota facilmente o Klaxosaur na luta que se seguiu. Com um novo parceiro ao seu lado, Hiro teve a chance de se redimir por seus erros do passado, mas a que custo?”

6. Dorohedoro (12 episódios)

Hole – um distrito escuro, decrépito e desordenado onde o forte presa sobre os fracos e a morte é uma ocorrência comum – é quase condizente com o nome dado a ele. Um reino separado da lei e da ética, é um campo de testes para os usuários de magia que o dominam. Como uma raça que ocupa os degraus mais altos de sua sociedade, os usuários de magia pensam nos habitantes de Hole como nada mais do que insetos. Assassinados, mutilados e feitos experimentos sem pensar duas vezes, os impotentes moradores de Hole lotam os corredores do hospital de Hole diariamente. Possuindo acesso livre de e para a fossa, e com pouco desafio à sua autoridade, os usuários de magia parecem indomáveis ​​para a maioria – exceto para alguns. Kaiman, mais réptil do que o homem, é um desses indivíduos. Ele os caça em uma busca imprudente por respostas com apenas um par de baionetas confiável e sua imunidade à magia. Amaldiçoado por sua aparência e atormentado por pesadelos, os usuários de magia são sua única pista para restaurar sua vida ao normal. Com seu maior obstáculo sendo seu estômago, sua companheira Nikaidou, que dirige o restaurante Hungry Bug, é sua maior aliada.”

7. Dororo (24 episódios)

“A terra do ganancioso senhor samurai Daigo Kagemitsu está morrendo, e ele faria qualquer coisa pelo poder, até mesmo renunciar a Buda e fazer um pacto com os demônios. Suas orações são respondidas por 12 demônios que lhe concedem o poder que deseja ajudando no crescimento de sua prefeitura, mas a um preço. Quando o primeiro filho de Kagemitsu nasce, o menino não tem membros, nem nariz, nem olhos, nem orelhas, nem pele – mas ainda assim vive. Esta criança é descartada em um rio e esquecida. Mas, por sorte, ele é salvo por um curandeiro que lhe fornece próteses e armas, permitindo-lhe sobreviver e se defender sozinho. O menino vive e cresce e, embora não possa ver, ouvir ou sentir nada, ele deve derrotar os demônios que o levaram como sacrifício. Com a morte de cada um, ele recupera uma parte de si que é sua por direito. Por muitos anos ele vagou sozinho, até que um dia um menino órfão, Dororo, fez amizade com ele. O improvável par de náufragos agora luta por sua sobrevivência e humanidade em um mundo implacável e infestado de demônios.”

8. Kimetsu no Yaiba (26 episódios)

“Desde a morte de seu pai, o fardo de sustentar a família recai sobre os ombros de Tanjirou Kamado. Apesar de viver na pobreza em uma montanha remota, a família Kamado pode desfrutar de uma vida relativamente tranquila e feliz. Um dia, Tanjirou decide descer à aldeia local para ganhar algum dinheiro vendendo carvão. Na volta, anoitece, obrigando Tanjirou a se abrigar na casa de um homem estranho, que o avisa da existência de demônios carnívoros que se escondem na floresta à noite. Quando ele finalmente volta para casa no dia seguinte, ele se depara com uma visão horrível – sua família inteira foi massacrada. Pior ainda, o único sobrevivente é sua irmã Nezuko, que foi transformada em um demônio sanguinário. Consumido pela raiva e ódio, Tanjirou jura vingar sua família e ficar com seu único irmão restante. Junto com o misterioso grupo que se autodenomina Demon Slayer Corps, Tanjirou fará o que for preciso para matar os demônios e proteger os restos da humanidade de sua amada irmã.”

9. Mahou Tsukai no Yome (24 episódios)

Chise Hatori, uma jovem japonesa de 15 anos, foi vendida por cinco milhões de libras em um leilão para um senhor mascarado alto. Abandonada em tenra idade e ridicularizada por seus colegas por seu comportamento não convencional, ela estava pronta para se entregar a qualquer comprador se isso significasse ter um lugar para onde ir para casa. Acorrentada e a caminho de um destino desconhecido, ela ouve sussurros de homens de manto ao longo de seu caminho, fofocando e reclamando que tal comprador pôs as mãos em um raro ‘Sleigh Beggy’. Ignorando os murmúrios, o homem misterioso leva a garota a um estúdio, onde ele se revela ser Elias Ainsworth – um mago. Após um breve confronto e um pouco de magia de teletransporte, os dois abrem os olhos para a pitoresca casa de campo de Elias na Inglaterra rural. Saudada por fadas e cercada por seres estranhos e maravilhosos em sua chegada, esses eventos marcam o início da história de Chise como a aprendiz e suposta noiva do antigo mago.”

10. Dr. Stone (24 episódios)

“Depois de cinco anos nutrindo sentimentos não expressos, o estudante Taiju Ooki está finalmente pronto para confessar seu amor por Yuzuriha Ogawa. No entanto, apenas quando Taiju começa sua confissão, uma luz verde cegante atinge a Terra e petrifica a humanidade ao redor do mundo – transformando cada ser humano em pedra. Vários milênios depois, Taiju desperta e descobre que o mundo moderno não existe, visto que a natureza floresceu nos anos em que a humanidade parou. Em meio a um mundo de estátuas de pedra, Taiju encontra outro ser humano vivo: seu amigo amante da ciência Senkuu, que está ativo há alguns meses. Taiju descobre que Senkuu desenvolveu um grande esquema – para lançar o renascimento completo da civilização com a ciência. Os músculos de Taiju e os cérebros de Senkuu se combinam para formar uma parceria formidável, e eles logo descobrem um método para reviver aqueles petrificados. No entanto, o plano mestre de Senkuu é ameaçado quando suas ideologias são desafiadas por aqueles que despertam. Enquanto isso, o motivo da petrificação da humanidade permanece desconhecido.”

11. No Game No Life (12 episódios)

No Game No Life é uma comédia surreal que segue Sora e Shiro, irmãos NEET fechados e a dupla de jogadores online por trás do lendário nome de usuário ‘Blank’. Eles veem o mundo real apenas como mais um jogo ruim; no entanto, um estranho e-mail desafiando-os a uma partida de xadrez muda tudo – o irmão e a irmã mergulham em um reino sobrenatural onde encontram Tet, o deus dos jogos. O deus misterioso dá as boas-vindas a Sora e Shiro em Disboard, um mundo onde todas as formas de conflito – de disputas mesquinhas ao destino de países inteiros – são resolvidas não por meio de guerra, mas por meio de jogos de apostas altas. Este sistema funciona graças a uma regra fundamental em que cada parte deve apostar algo que considere ser de valor igual à aposta da outra parte. Nesta terra estranha onde a própria ideia de humanidade é reduzida a brincadeira de criança, a indiferente dupla de gamer Sora e Shiro finalmente encontrou um verdadeiro motivo para continuar jogando: unir as dezesseis raças de Disboard, derrotar Tet e se tornar o deuses deste novo mundo, o jogo é tudo.”

12. The Promised Neverland (12 episódios)

“Cercada por uma floresta e uma entrada fechada, a Grace Field House é habitada por órfãos que vivem felizes juntos como uma grande família, cuidada por sua ‘mamãe’, Isabella. Embora sejam obrigados a fazer testes diariamente, as crianças são livres para passar o tempo como quiserem, geralmente brincando do lado de fora, desde que não se aventurem muito longe do orfanato – uma regra que se espera que sigam aconteça o que acontecer. No entanto, todos os bons tempos devem acabar, já que a cada poucos meses, uma criança é adotada e enviada para morar com sua nova família… para nunca mais ouvir falar dela. No entanto, os três irmãos mais velhos têm suas suspeitas sobre o que realmente está acontecendo no orfanato e estão prestes a descobrir o destino cruel que aguarda as crianças que vivem em Grace Field, incluindo a natureza distorcida de sua amada mamãe.”

13. Guilty Crown (22 episódios)

“Japão, 2039. Dez anos após a eclosão do ‘Vírus do Apocalipse’, um evento solenemente considerado como ‘Natal Perdido’, a outrora orgulhosa nação caiu sob o domínio do GHQ, uma força militar independente dedicada a restaurar a ordem. Funeral Parlor, um grupo guerrilheiro liderado pelo infame Gai Tsutsugami, agem como lutadores pela liberdade, oferecendo a única resistência ao despotismo cruel do GHQ. Inori Yuzuriha, um membro importante da Casa Funerária, encontra o fraco e insociável Shuu Ouma durante uma operação crucial, que resulta na obtenção do “Poder dos Reis” – uma habilidade que permite ao portador extrair as manifestações da personalidade de um indivíduo , ou “vazios”. Agora um participante relutante na luta contra o GHQ, Shuu deve aprender a controlar seu novo poder se quiser ajudar a retomar o Japão de uma vez por todas. Guilty Crown segue a história cheia de ação de um jovem estudante do ensino médio que é arrastado para uma guerra, possuindo uma habilidade que o ajudará a descobrir os segredos do GHQ, da Funeral Parlor e do Lost Christmas. No entanto, ele logo aprenderá que a verdade tem um preço muito maior do que ele jamais poderia ter imaginado.”

14. Charlotte (13 episódios)

“A clarividência de Takehito Kumagami leva seu grupo de amigos a outra criança com poderes sobrenaturais: Iori Sekiguchi, um leitor de mentes. No entanto, conforme eles tentam se aproximar dela, eles percebem que seu poder a torna quase impossível de definir. Tendo sido escolhidos pelo clube para lidar com este caso, Nao Tomori e Yuu Otosaka devem encontrar uma maneira de contornar a habilidade única da criança antes que seja tarde demais.”

15. Keijo (12 episódios)

“O mais recente esporte competitivo do Japão, o keijo, é ditado por um conjunto simples de regras: participantes femininas devem ficar em plataformas circulares flutuando em uma piscina – conhecida como ‘terras’ – com o objetivo de derrubar os oponentes usando apenas seus seios e bundas. Apesar dessa premissa bizarra, o esporte atrai milhões de espectadores em todo o país e possui um prêmio generoso. Muitos aspirantes a atletas aceitam o desafio na esperança de se tornarem o próximo campeão nacional. Depois de terminar o ensino médio, a animada Nozomi Kaminashi, de 17 anos, entra no mundo do keijo, na esperança de trazer uma fortuna para sua família pobre. Como uma ginasta talentosa, Nozomi rapidamente provou ser uma competidora difícil depois de roubar os holofotes em seu torneio de estreia. Conhecendo novos amigos e rivais à medida que sobe na hierarquia, Nozomi descobre que o caminho para o estrelato como jogadora de keijo é repleto de intensa competição que desafiará não apenas seu corpo, mas também sua alma.”

O Easter-Egg de Batman: Arkham Knight no Halloween

Muitos provavelmente já tiveram a oportunidade de desfrutar da bela história de Batman: Arkham Knight, e vendo que foi o último jogo da saga Arkham. De tantas referências, glitchs e Easter-Eggs, muitos não sabem que no dia 31 de outubro, a Rocksteady preparou um ótimo Easter-Egg para os fãs!

Após completar a missão secundária ‘Criatura da Noite’ e prender o Morcego-Humano já tendo voltado ao normal como o Dr. Kirk Langstrom, não há mais preocupações. Claro, até o Dia das Bruxas, data escolhida para uma pequena surpresa e susto – mais um susto.

Enquanto você plana por Gotham no dia 31, ao se pendurar com o arpéu em um dos prédios, o Morcego-Humano surge, em toda sua forma, tentando assustar Batman e derrubá-lo do prédio. Após isso, ele sai voando e não se sabe para onde.

O jogador tem a oportunidade de voltar ao DPGC, para saber o que aconteceu direito e como ele escapou. Ao chegar e ver que a cela especial havia da WayneTech tinha seu vidro reforçado quebrado, um diálogo com um policial pode ser puxado. A cela reforçada anula os poderes dos inimigos metas do Batman, assim como foi com Hera Venenosa ainda no início do jogo. No diálogo, o policial disse que precisava de um vidro mais espesso, e o Batman responde que já temia que a fuga pudesse acontecer. O policial diz que não conseguiram segurar e ainda debocha com um “Feliz Halloween”.

Vai querer jogar e tomar um susto de novo ou deixa pra próxima?

10 grandes filmes de terror para se ver no Halloween

Os grandes fãs dos filmes de terror amam celebrar o Halloween vendo obras que os assustam e os deixam tão tensos como nunca. É claro que muitos servem mais para exalar o medo, e outros para tentar deixar uma certa angústia no telespectador. E no Dia das Bruxas, não iria faltar uma lista de filmes de terror.

Dessa vez, iremos listar 10 grandes filmes de terror para se ver durante o Halloween, que é celebrado hoje no mundo todo. Adicionem a lista que dá tempo!


1. Nosferatu

Vamos iniciar com o terror mudo que foi um dos principais filmes representativos do Expressionismo Alemão, que usava cores intensas, deformação da realidade e também tensa ligados a subjetividade. Nosferatu (1922), um clássico do cinema mudo, do diretor F. W. Murnau, retrata a vida de um corretor de imóveis, que precisa vender um castelo cujo o proprietário é o conde Orlock (Max Schreck), um vampiro milenar que espalha terror na Alemanha e se interessa por Ellen, a esposa de Hutter, o corretor de imóveis.

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2. Psicose

Talvez, o mais memorável filme de terror de todos os tempos, Psicose (1960) do mestre Alfred Hitchcock é um dos filmes mais bem elogiados dos anos 60 e do gênero de terror. O thriller tem como enredo uma mulher, que após roubar 40 mil dólares para se casar, foge no meio de uma tempestade e se aloca em um hotel no caminho. Norman Bates (Anthony Perkins), o proprietário do hotel é um homem com uma relação conturbada com a mãe, e a noite que deveria ser mais calma para Marion (Janet Leigh) se torna um verdadeiro pesadelo.

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3. À Meia-Noite Levarei Sua Alma

O grande terror nacional do diretor José Mojica Marins, pai do horror brasileiro, não poderia ficar de fora dessa lista. O filme lançado em 1964 é o mais renomado do terror brasileiro, e traz o vulgar e misteriosos Zé do Caixão, personagem criado pelo diretor, que ficou conhecido pelo nome em longa data até sua morte. A trama do filme retrata o coveiro Zé do Caixão em busca de um herdeiro para continuar seu sangue, porém sua mulher não consegue engravidar e ele agride a mulher de seu amigo. A mulher agredida pensa em se suicidar, e após isso, carregar a alma do coveiro para o mundos dos mortos.

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4. O Bebê de Rosemary

Do diretor Roman Polanski, e tendo sido lançado em 1968, O Bebê de Rosemary é um dos clássicos que ainda ecoam na eternidade. Tendo sido indicado e ganhado um Oscar, o longa nos leva até a jovem Rosemary (Mia Farrow), uma grávida que começa a se questionar de sua própria sanidade após coisas estranhas acontecerem no prédio em que mora. Porém, o mais estranho está por vir, após alucinações bizarras e uma seita de bruxas querer que ela dê a luz ao Filho das Trevas.

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5. O Exorcista

Perturbador. A única palava que pode descrever O Exorcista (1973), um grande sucesso do terror/sobrenatural. A bilheteria gorda do filme, de quase 450 milhões de dólares, para um orçamento de pouco mais de 12 milhões, rendeu dois Oscar e quatro Globos de Ouro, incluindo Oscar de Melhor Roteiro Adaptado e Mixagem de Som. A trama consiste em uma garota de doze anos possuída pelo demônio, e um padre é chamado é chamado para avaliar. Após chegar a conclusão da possessão da menina, um segundo sacerdote é chamado e este tenta livrá-la do mal.

O longa dividiu grande parte do público, que definiu o filme como assustador. Alguns membros de religião não gostaram do filme e de como foi tratada a imagem de Deus – há cenas absurdas e perturbadoras – e tentaram de tudo, “boicotar” o filme.

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6. Tubarão

Tubarão (1975), de Steven Spielberg, o colocou de vez no mercado do cinema mundial, e estabeleceu também uma das maiores parcerias dos filmes, Steven Spielberg e o compositor John Williams. Tubarão, um filme aterrorizante de um animal aquático e assassino, rendeu três Oscar ao diretor e foi um grande sucesso. O ataque do tubarão branco aos banhistas na praia da cidade de Amity, acendeu o alerta das autoridades locais. Enquanto a polícia quer fechar as praias, o prefeito entra em contramão, achando que isso irá prejudicar as finanças da cidade. O cientista Matt Hooper (Richard Dreyfuss) e o pescador Quint (Robert Shaw) entram na busca e ajudam o chefe de polícia, Martin Brody (Roy Schneider) a matar a fera.

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7. O Iluminado

1980 foi um grande ano para o diretor Stanley Kubrick e o ator Jack Nicholson com o lançamento de O Iluminado e seu aparente sucesso. A obra adaptada do livro de Stephen King traz Jack Torrance, um escritor que está com bloqueio criativo ao hotel Overlook. Após as premonições de seu filho se tornarem mais perturbadoras e Jack descobrir segredos sombrios do hotel, ele começa a virar em um maníaco para aterrorizar sua família.

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8. A Bruxa de Blair

Um terror independente chega aos cinemas em 1999, fazendo grande sucesso em bilheteria. A Bruxa de Blair remonta uma lenda urbana de uma floresta chamada Maryland. Três jovens vão investigar a tal lenda, e coisas ruins começam a acontecer, fazendo com que eles desapareçam sem deixar nenhum rastro. Um ano depois a câmera é encontrada e o destino dos jovens é revelado.

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9. Invocação do Mal

Trazendo os investigadores paranormais para as telonas, Ed e Lorraine Warren, James Wan introduz um universo para seus filmes de terror, utilizando acontecimentos reais da história do casal. Em 2013, o diretor dirigiu um dos filmes de terror mais bem lembrados da última década. Trazendo Patrick Wilson e Vera Farmiga para os papéis de protagonistas do filme, os demonologistas tem a obrigação de ajudar uma família aterrorizada por uma entidade demoníaca em sua nova casa. Utilizando de casos dos Warren, Wan cria um grandioso e rico universo dos filmes de terror.

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10. Halloween – A Noite do Terror

Você sabia que o clássico de John Carpenter estaria presente na lista, pois, não há Dia das Bruxas sem Michael Myers. O filme que consagrou o subgênero slasher, ainda lá em 1978, é uma das obras-primas do cinema de terror de todos os tempos. Halloween – A Noite do Terror apresentou um dos maiores assassinos do cinema, Michael Myers, o Bicho Papão, The Shape, chame do que quiser. Um assassino e maníaco desde criança, após matar sua irmã mais velha a facadas, volta a Haddonfield após 15 anos, na fuga de uma prisão psiquiátrica. Na noite em que ele volta para casa, o Halloween começou e sua perseguição a Laurie Strode (Jamie Lee Curtis) e a babás também. Sua insaciável sede de sangue, fez com que a perseguição a Laurie acontecesse de diversas formas. Laurie precisa fugir das mãos de seu assassino se quiser viver.

É válido lembrar a trilha sonora, que foi composta pelo próprio diretor e que até hoje se faz muito famosa.

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Créditos na matéria: Pablo Silva.

Top 10 animes para entrar em clima de Halloween

Uma lista de 10 animes na categoria de horror e terror para entrarmos nesse clima de Halloween:

1. Higurashi no Naku Koro ni

19634l Sinopse:Keiichi Maebara acaba de se mudar para a pacata vila de Hinamizawa no verão de 1983 e rapidamente se torna amigo inseparável dos colegas de escola Rena Ryuuguu, Mion Sonozaki, Satoko Houjou e Rika Furude. No entanto, a escuridão se esconde por trás da vida aparentemente idílica que eles levam.
Enquanto a vila se prepara para seu festival anual, Keiichi aprende sobre as lendas locais que a cercam. Para seu horror, ele descobre que houve vários assassinatos e desaparecimentos na aldeia nos últimos anos, e que todos parecem estar ligados ao festival e ao deus padroeiro da aldeia, Oyashiro. Keiichi tenta perguntar a seus novos amigos sobre esses incidentes, mas eles ficam silenciosos e se recusam a lhe dar as respostas de que precisa. À medida que mais e mais eventos bizarros ocorrem, ele se pergunta o que mais seus amigos podem estar escondendo dele, e se ele pode até mesmo confiar neles.
Quando a loucura e a paranoia começarem a se enraizar no coração de Keiichi, ele tropeçará direto nos mistérios em ação em Higurashi no Naku Koro ni , uma história que é contada em vários arcos.”

2. Ito Junjo Collection

Sinopse: “Sente-se aterrorizado enquanto contos traumatizantes de terror sem paralelo se desenrolam? Contos, como o de uma escultura de jade amaldiçoada que abre buracos em todo o corpo de suas vítimas; pesadelos profundos que duram décadas; um espírito atraente em uma encruzilhada enevoada que concede conselhos malditos; e uma lesma que cresce dentro da boca de uma garota. Pise com cuidado, para os contos sobrenaturais horríveis dos Itou Junjo: Collection não é para os fracos de coração.”

3. Corpse Party: Tortured Souls – Bougyakusareta Tamashii no Jukyou

Sinopse: “Nove alunos se reúnem em sua escola à noite para se despedir de um amigo. Como é costume entre muitos alunos do ensino médio, eles realizam uma espécie de ritual para que sejam amigos para sempre, usando pequenos amuletos de papel em forma de boneca. No entanto, os alunos não percebem que esses encantos estão conectados à Heavenly Host Academy – uma escola primária que foi destruída anos atrás após uma série de assassinatos horríveis, uma escola que está sob a fundação de sua própria Academia Kisaragi. Agora, presos em uma dimensão alternativa com fantasmas vingativos do passado, os alunos devem trabalhar juntos para escapar – ou se juntar aos espíritos dos condenados para sempre. Um banquete para fanáticos de mistério, gore-hounds e fãs de terror, Corpse Party: Tortured Souls – Bougyakusareta Tamashii no Jukyou mostra um olhar sóbrio sobre redenção, sacrifício e como o passado está sempre atrás, às vezes um pouco perto demais para conforto.”

4. Ookamikakushi

Sinopse: “A história segue Hiroshi Kuzumi, um estudante de 16 anos que acaba de se mudar para a aparentemente serena vila de Jogamachi. Situada nas montanhas distantes da cidade, a vila é dividida por um rio que separa o antigo Jogamachi do novo Jogamachi. O jovem Hiroshi logo descobre que a vila é antiga e que tradições e costumes misteriosos foram mantidos vivos ao longo dos tempos. Embora um pouco confuso com o novo ambiente, Hiroshi começa a se acomodar em sua nova vida. Embora ele nunca tenha sido o tipo de pessoa que ganha qualquer concurso de popularidade, ele rapidamente ganha o carinho de seus colegas. Isso com exceção do indiferente presidente de classe, Nemuru Kushinada, cujas únicas palavras para Hiroshi são um aviso para ficar longe da parte velha da cidade. É lá que o terror e o mistério o aguardam.”

5. Jigoku Shoujo (Hell Girl):

Sinopse: “Você já ouviu falar do Hell Correspondence? Aqueles com um rancor poderoso só podem acessar este site misterioso à meia-noite, permitindo que eles insiram o nome de qualquer pessoa e essa pessoa seja transportada direto para o inferno. Ai Enma, a Hell Girl, não julgará se o alvo escolhido merece ou não punição; ela apenas se vingará deles por você. Não se sabe muito sobre esta jovem a não ser que ela realiza rapidamente suas tarefas com a ajuda de três bonecos de palha. No entanto, há apenas um problema – como pagamento por realizar tal solicitação, o usuário deve se condenar a uma vida após a morte no inferno.”

6. Blood C

Sinopse: “Pacífica colegial durante o dia, temível matadora de monstros à noite, Saya Kisaragi leva uma vida dividida. Equipada com uma espada cerimonial dada a ela por seu pai para tarefas sagradas, ela derrota todos os monstros que ousam ameaçar sua pequena vila. Mas muito em breve, a realidade de Saya e tudo que ela acredita ser verdade são testados, quando ela ouve os monstros falarem de um pacto quebrado – algo que ela nada sabe. E então, inesperadamente, um cachorro estranho aparece; pergunta a ela a quem ela prometeu proteger a aldeia, curiosa para saber o que aconteceria se ela quebrasse essa promessa. Atormentados por visões inexplicáveis ​​e seu mundo se desdobrando ao seu redor, viajamos com Saya em sua luta para encontrar um caminho para a verdade em uma vila onde nada é o que parece.”

7. Mirai nikki

Sinopse: “O estudante de ensino médio solitário, Yukiteru Amano, passa seus dias escrevendo um diário em seu celular, enquanto conversa com seus dois amigos aparentemente imaginários Deus Ex Machina, que é o deus do tempo e do espaço, e Murmur, o servo do deus. Revelando-se como uma entidade real, Deus concede a Yukiteru um “Diário Aleatório”, que mostra entradas altamente descritivas baseadas no futuro e o força a uma sangrenta batalha real com 11 outros detentores de diários futuros igualmente poderosos. Com a última pessoa de pé designada como o novo deus do tempo e do espaço, Yukiteru deve encontrar e matar os outros 11 para sobreviver. Ele relutantemente se junta a seu perseguidor obsessivo Yuno Gasai (que também possui um diário), e ela assume a responsabilidade de garantir sua segurança. Mas há mais na garota do que aparenta, já que ela pode ter outros planos para seu amor não correspondido…”

8. Akame ga kill

Sinopse:Night Raid é o braço secreto do Exército Revolucionário para assassinar, um levante montado para derrubar o primeiro-ministro Honesto, cuja avareza e ganância pelo poder o levaram a tirar vantagem da inexperiência do imperador criança. Sem um líder forte e benevolente, o resto da nação se afogará na pobreza, conflito e ruína. Embora os membros do Night Raid sejam todos assassinos experientes, eles entendem que tirar vidas está longe de ser recomendável e que provavelmente enfrentarão retaliação ao eliminar impiedosamente qualquer um que esteja no caminho da revolução. O mais novo membro deste alegre bando de assassinos é Tatsumi, um menino ingênuo de uma vila remota que embarcou em uma jornada para ajudar sua empobrecida cidade natal e foi conquistado não apenas pelos ideais do Night Raid, mas também por sua determinação. Akame ga Kill! segue Tatsumi, enquanto ele luta contra o Império e fica cara a cara com armas poderosas, assassinos inimigos, desafios à sua própria moral e valores e, em última análise, o que realmente significa ser um assassino com uma causa. ”

9. Elfen lied

Sinopse:Lucy é uma raça especial de humana conhecida como “Diclonius”, nascida com um par de chifres curtos e mãos telecinéticas invisíveis que a levam como uma vítima de experimentação científica desumana do governo. No entanto, uma vez que as circunstâncias apresentam a ela uma oportunidade de escapar, Lucy, corrompida pelo confinamento e tortura, desencadeia uma torrente de derramamento de sangue enquanto escapa de seus captores. Durante sua fuga, ela recebe um ferimento na cabeça que a deixa com uma personalidade dividida: alguém com a mentalidade de uma criança inofensiva com capacidade limitada de fala. Nesse estado de instabilidade, ela se depara com dois estudantes universitários, Kouta e sua prima Yuka, que, sem saber, levam um fugitivo ferido aos cuidados, sem saber de suas tendências assassinas. Este ato de bondade mudará suas vidas, pois eles logo serão arrastados para o mundo sombrio do segredo governamental e da conspiração.”

10. Another

Sinopse: “Em 1972, um estudante popular da turma 3-3 da Yomiyama North Middle School, chamado Misaki, faleceu durante o ano letivo. Desde então, a cidade de Yomiyama tem sido envolta por uma atmosfera assustadora, dos segredos obscuros escondidos lá no fundo. Vinte e seis anos depois, Kouichi Sakakibara, de 15 anos, é transferido para a turma 3-3 de Yomiyama North e logo depois descobre que um humor estranho e sombrio parece pairar sobre todos os alunos. Ele também se sente atraído pela misteriosa estudante Mei Misaki, que usa tapa-olho; entretanto, o resto da classe e os professores parecem tratá-la como se ela não existisse. Sem prestar atenção aos avisos de todos, incluindo a própria Mei, Kouichi começa a se aproximar não apenas dela, mas também da verdade por trás do terrível fenômeno que assola a classe 3-3 de Yomiyama North. Outro segue Kouichi, Mei e seus colegas de classe enquanto são puxados para o enigma em torno de uma série de eventos trágicos e inevitáveis ​​- mas desvendar o horror de Yomiyama pode custar-lhes o preço final.”

Resident Evil: A franquia absoluta de games de terror

Poucos jogos são tão emblemáticos e tem uma franquia tão poderosa como Resident Evil. Com diversos títulos lançados, a saga já tem mais de 20 anos, e continua conquistando quem deseja solucionar puzzles complicados, escapar de zumbis sanguinários e derrotar chefões amedrontadores. Então hoje iremos falar dos principais games da franquia.


A trilogia inicial

O primeiro jogo da franquia lançado em 1996, chegava ao Japão com o nome de Biohazard,e já no ocidente com o nome de Resident Evil.

A história acompanhava o esquadrão S.T.A.R.S que é enviada para a Arklay Mountain, localizada na cidade de Raccoon City, para investigar um caso de assassinato em uma mansão do local. No entanto, a equipe enviada, a Bravo, perde contato com a base e o departamento policial resolve mandar outro time de policiais para resgatá-los, a equipe Alpha comandada por Albert Wesker. Na pele de Chris Redfield ou de Jill Valentine, o jogador descobre que a mansão está infestada de zumbis, com pouca munição e muitos segredos para decifrar.

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Os próximos dois jogos da franquia, melhoraram tudo o que o primeiro jogo fez, dando mais liberdade para os jogadores explorarem para achar recursos como munição,ervas e chaves. A principal atenção em Resident Evil 3 era Nemesis, um monstro gigante que atrapalhavam muito a vida dos jogadores.

Os ganados

Em Resident Evil 4, lançado para PlayStation 2 em 2006, estamos no comando de Leon S. Kennedy, um agente secreto do governo dos Estados Unidos que é enviado em uma missão para resgatar a filha do presidente norte-americano, a garota Ashley Graham, que foi sequestrada e está na Espanha.

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Ao longo do jogo, Leon descobre que a vila está infestada por ganados, uma espécie de zumbi mais forte e capaz de empunhar armas. Eles são controlados por Osmund Saddler, líder de um culto religioso que deseja infestar o mundo com a doença que transforma humanos em mortos-vivos.

Menos terror, e mais ação

E a partir daqui que a maioria dos jogadores falam que a franquia se perdeu, trazendo jogos mais pro lado de ação do que de terror. Isso começou com Resident Evil 5, que trazia inimigos mais inteligentes e que usavam armas de fogo. O game acompanhava Chris Redfield em uma missão na África para parar um novo vírus que pode contaminar o mundo todo.

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Resident Evil 6 chegava em 2012 para Xbox 360, PlayStation 3 e PC, trazendo uma revolução nunca vista na franquia. Você poderia escolher entre três personagens diferentes para jogar, podendo vivenciar as histórias de Leon S. Kennedy, Chris Redfield ou Jake Muller.

O renascimento

Depois de vários jogos fracos, que não fizeram tanto sucesso, a Capcom decide fazer uma continuação da franquia original. Lançado em 2017, Resident Evil 7 voltava para o terror clássico da franquia.

A história segue a busca do civil Ethan Winters por sua esposa Mia, que p leva a uma mansão agrícola aparentemente abandonada e habitada pela família Baker. Ethan faz uso de armas e ferramentas na luta contra os membros da família e os “Mofados”, uma forma humanoide de bactéria.

O jogo fez sucesso tanto pela crítica quanto pelo público, a volta ao terror da franquia agradou muito e fez com que a Capcom voltasse com tudo para a franquia.

Remakes

Em 2019 a Capcom decide fazer um remake do segundo jogo da franquia. Resident Evil 2 Remake, acompanha a história do recém policial Leon S. Kennedy e a jovem Claire Redfield, enquanto tentam escapar de um apocalipse zumbi em Raccoon City.

O jogo foi muito elogiado por reinventar o game clássico, trazendo uma ótima jogabilidade, gráficos impressionantes e uma boa história.

E todo esse sucesso fez com que o terceiro jogo da franquia também ganhasse uma remasterização. Resident Evil 3 Remake acompanha Jill Valentine tentando escapar de um apocalipse zumbi, enquanto é caçada por um ser biologicamente inteligente conhecido como Nemesis.

O jogo também foi muito bem em crítica e público, vendendo mais de dois milhões de cópias em apenas uma semana de seu lançamento.

O futuro da saga

E vamos ter mais Resident Evil na próxima geração de consoles. Resident Evil Village chega em 2021 e vai acompanhar o que aconteceu com Ethan e sua esposa Mia depois dos acontecimentos de Resident Evil 7.

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Semana Heroica #6 | Homem-Aranha: Do Pior ao Melhor Filme

É corriqueiro ver discussões como: Quem é o melhor Homem-Aranha? Qual é o melhor filme do herói? O que é normal, pois o personagem passou por diferentes versões no cinema, que marcaram gerações distintas de fãs do Amigão da Vizinhança. Há quem prefira um ao outro, aliás é natural que um dos personagens mais populares dos quadrinhos gere discussões.

Dito isso, como fizemos com o Superman e com o Batman, resolvemos listar do pior ao melhor filme do maior herói da Marvel, o Homem-Aranha. Lembrando que contamos na lista apenas os filmes solo do herói, ou seja, não contamos as participações do personagem em Capitão América: Guerra Civil e nos dois últimos filmes dos Vingadores.

Confira abaixo:

8. O Espetacular Homem-Aranha 2: A Ameaça de Electro (2014)




Após a recepção morna do primeiro filme, a segunda investida de Marc Webb com o personagem decide ir por caminhos bem diferentes de seu antecessor. Aqui, Webb opta por um melodrama bem piegas e um tom bem cartunesco – algumas sequências do longa chegam a lembrar um desenho animado.

Mas esse não é um cartunesco no bom sentido, os personagens são tão caricatos que chegam a soar o ridículo. Os vilões do Electro de Jamie Foxx e o Duende Verde de Dane DeHaan são os que mais sofrem com isso, sem nenhum carisma. Com um tom inconsistente e vilões fracos, este filme foi responsável por derrubar a promissora franquia de Andrew Garfield como o Cabeça de Teia.

7. Homem-Aranha 3 (2007)



A produção de Homem-Aranha 3 sofreu de um impasse entre o diretor Sam Raimi e o produtor Avi Arad, os problemas de bastidores acabaram sendo refletidos na tela. A vontade de Raimi em contar com o vilão Abutre foi de encontro com o desejo de Arad em colocar o Venom para agradar o público de fãs do personagem. O resultado? A primeira aparição de Venom no cinema foi desastrosa, com uma subtrama completamente desleixada – aliás, subtramas mal desenvolvidas é o que não falta neste filme.

Nem tudo é de todo mal, no entanto, e existem coisas interessantes em Homem-Aranha 3. Como, por exemplo, o emocionante arco do Homem Areia de Thomas Haden Church, ou mesmo o marcante traje preto do Homem-Aranha. Contudo, são coisas que não conseguem salvar a bagunça de planejamento que foi o longa.

6. Homem-Aranha: Longe de Casa (2019)


Longe de Casa conta com tudo que faz o MCU ser o sucesso que é: uma trama divertida, bom humor, personagens carismáticos e boas cenas de ação. É inegável que esse modelo da Marvel Studios é assertivo, tanto que o último filme do Aranha chegou a bater US$ 1 bilhão na bilheteria. Um grande sucesso.

No caso, Peter Parker embarca numa viagem pela Europa com seus amigos, contudo, surgem inimigos e contratempos que vão atrapalhar a viagem do herói – e fazer a diversão do espectador. Aqui, vemos também o quão a vontade está Tom Holland no papel do Amigão da Vizinhança, provando mais uma vez que a escolha pelo jovem ator para ser o intérprete do personagem foi a decisão ideal. O que pode pesar contra Longe de Casa é que, provavelmente, o longa seja um dos menos memoráveis do herói, pra não dizer esquecível.

5. O Espetacular Homem-Aranha (2012)


O desafio do reboot da franquia dirigido por Marc Webb era grande: suceder a trilogia de sucesso de Sam Raimi que marcou toda uma geração. A obra, claro, não supera os filmes de Tobey Maguire, mas conta com uma reimaginação do personagem e com grandes momentos. Vejo que, muitas vezes, o longa é criticado injustamente pelos fãs.

Aqui, Peter Parker é skatista, não é o nerd da turma e é cinéfilo – pode-se ver um pôster de Janela Indiscreta em seu quarto. As mudanças podem desagradar alguns, mas é algo novo, que difere o personagem da versão de Tobey Maguire. O longa conta com um inspirado visual sob a iluminada Nova York e conta com belas cenas de ação, como, por exemplo, a marcante cena em que o herói salva o garoto na ponte. Afora a inegável química entre Andrew Garfield e Emma Stone, formando um excelente par como Peter Parker e Gwen Stacy. Garfield, aliás, talvez não seja o melhor Homem-Aranha, mas é, com certeza, o melhor ator que interpretou o personagem.

4. Homem-Aranha: De Volta ao Lar (2017)


Com a derrocada de O Espetacular Homem-Aranha 2 surgiu a oportunidade de um novo reboot do Aranha, agora pela parceria entre Sony e Marvel Studios, fazendo o personagem ser inserido no universo cinematográfico da Marvel, junto de Homem de Ferro e outros heróis da editora da Casa das Ideias.

O legal dessas obras é que cada versão é bem diferente uma da outra, e a versão de Tom Holland não foge disso. Agora, o herói se torna realmente o Amigão da Vizinhança, agindo no Queens e solucionando pequenos casos, apenas tentando crescer como herói e se tornar um Vingador. E como já dito antes, Tom Holland foi a escolha ideal para o papel do Cabeça de Teia. O jovem ator tem um grande carisma e atua de maneira divertida na dinâmica colegial imprimida pelo diretor Jon Watts. E essa dinâmica adolescente funciona tão bem que rola até referência ao clássico Curtindo a Vida Adoidado, do mestre John Hughes.


3. Homem-Aranha no Aranhaverso


Essa animação foi uma grande surpresa e fez tanto sucesso que venceu o Oscar de Melhor Animação de 2019. Fez tamanho sucesso que popularizou o personagem Miles Morales na cultura pop. O longa tem como seu protagonista o jovem Miles, que, ao ser picado por uma aranha radioativa e ganhar poderes, começa a andar com outras versões do personagem vindas de outras dimensões. Com uma ideia tão interessante, a obra abre margem para a interessante interação de Miles com personagens curiosos como o Homem-Aranha Noir de Nicolas Cage e até mesmo o Porco-Aranha.

Ver Miles interagindo com os outros e aprendendo o que é ser Homem-Aranha com o velho Peter Parker chega ser gratificante, ainda mais para o fã do Aranha. O longa mescla ainda o bom humor com um bom arco dramático de seu protagonista. Em suma, Homem-Aranha no Aranhaverso é um filme que entrega tudo que o fã do personagem anceia e merece ver.

2. Homem-Aranha (2002)


Ao contrário de O Espetacular Homem-Aranha 2, o tom cartunesco funciona muito bem aqui. É como se os quadrinhos de Stan Lee fossem transportados para a tela. Vale lembrar que a primeira investida do Homem-Aranha no cinema quase foi dirigida por James Cameron, e poderia contar com Leonardo Di Caprio para viver Peter Parker. Mas nada disso ocorreu, o escolhido para a direção foi Sam Raimi, antes o diretor da franquia Evil Dead, e para viver o herói o escolhido foi Tobey Maguire – escolhas certeiras.

Raimi comanda aqui uma aventura com momentos memoráveis e personagens marcantes. Rosemary Harris viveu a doce Tia May e JK Simmons deu vida ao rabugento J.J. Jamenson. Afora Willem Dafoe como Duende Verde, um dos vilões mais marcantes da franquia. Todas caracterizações perfeitas de acordo com a ideia de encenação cartunesca de Raimi. Essa foi a primeira vez que vimos o Aranha nas telonas, onde foi introduzido os personagens que tanto amamos e momentos que ficaram marcados no imaginário popular.

1. Homem-Aranha 2 (2004)


Não tinha como ser outro. Homem-Aranha 2 é, com certeza, uma das melhores adaptações de quadrinhos do cinema. Temos aqui um dilema que vemos raras vezes em obras do gênero: deixar de ser Homem-Aranha para poder viver uma vida normal como cidadão ou exercer sua responsabilidade de usar seus poderes para o bem comum? São coisas como esta que engrandecem a grande obra de Sam Raimi.

Este conflito permeia por todo o filme, fazendo o herói até perder seus poderes por um breve momento – sendo o resultado de sua alto insegurança. Ora, além desse conflito interno, Peter precisava conciliar sua vida no trabalho e na faculdade com sua vida amorosa com Mary Jane, e ainda cuidar de sua tia envelhecida. Tudo isso aproxima o personagem do espectador cidadão comum ao mesmo tempo que carrega a essência do herói, que é exatamente ser essa pessoa real com problemas comuns pra resolver. Fora tudo tocado com precisão pelas hábeis mãos de Sam Raimi.


Semana Heroica acontece uma vez por mês, durante uma semana, focando em algum personagem dos quadrinhos, para falar sobre quadrinhos, games, filmes e sua origem ou um vídeo falando sobre algum quadrinho, essas últimas no canal do Critical Room.

A quinta parte aconteceu no Instagram e você quem decide qual é o melhor filme do Homem-Aranha:

Confira a segunda parte da Semana Heroica, que aconteceu no CR Comics:

Semana Heroica #4 | Marvel’s Spider-Man

Lançado em 2018 para PS4, Marvel’s Spider-Man é um jogo sobre o Homem-Aranha com todas as características do herói, desde seu senso de responsabilidade até a rica galeria de personagens que foram muito bem aproveitados. Tudo isso mesclado a um combate fluído e um web-swing que realmente lembram movimentos que o Aranha realiza em suas HQs.

Focando na galeria de personagens, o visual dos vilões foi reformulado, mesmo assim respeitando o material original:

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Além do traje do próprio Homem-Aranha, a Classic Suit é linda e a Advanced Suit é inovadora.

Personagens como Mary Jane, Tia May e Miles Morales são personagens bem trabalhados, mesmo que sejam coadjuvantes na história. A MJ, principalmente recebeu uma abordagem completamente diferente do convencional, já que transformaram ela numa repórter do Clarim Diário e a tornaram independente, o mesmo ocorre com a May, que além de ser independente, ajuda várias pessoas através do instituto F.E.S.T.A.

A relação de Octavius e Peter como mestre e mentor é um dos grandes pontos do jogo, já que os dois eram melhores amigos e depois se tornaram inimigos mortais, tudo por conta do desejo de vingança de Octavius e a manipulação que ele sofreu por conta dos tentáculos. Você percebe que o Otto não é uma pessoa ruim, mas o seu desejo por vingança mudou tudo e o tornou um super-vilão, que acaba entrando em conflito com a única pessoa que ainda ao seu lado, Peter Parker.

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Doutor Octopus ou Otto Octavius

E assim como em outras mídias, a figura de Peter Parker foi muito bem trabalhada, mostrando todas as dificuldades de ter duas vidas completamente diferentes, uma como herói e outra como uma pessoa comum. Esse dilema é trabalhado no jogo até o final, quando Peter tem que escolher salvar a vida de sua tia ou salvar a cidade. O conflito entre as duas vidas completamente diferentes acaba resultando num final triste, com a morte da May, que em seu leito de morte, revela que sempre soube do segredo de Peter, dando ainda mais profundidade a trama do jogo.

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Marvel’s Spider-Man “pegou” vários elementos da franquia Arkham, mas conseguiu entregar um jogo sensacional do Homem-Aranha, com um roteiro e personagens muito bem trabalhados. Então, sim, o jogo pegou elementos da franquia Arkham, mas conseguiu por mérito próprio, alcançar o título de melhor jogo do Homem-Aranha e melhor da jogo da Marvel.


Semana Heroica acontece uma vez por mês, durante uma semana, focando em algum personagem dos quadrinhos, para falar sobre quadrinhos, games, filmes e sua origem ou um vídeo falando sobre algum quadrinho, essas últimas no canal do Critical Room.

Confira a segunda parte da Semana Heroica, que aconteceu no CR Comics:

Semana Heroica #3 | Homem-Aranha

O Homem-Aranha foi criado na década de 60 por Stan Lee e Steve Ditko, fazendo sua estreia na revista Amazing Fantasy #15, e pouco tempo depois, ganhou sua própria revista. O herói fez muito sucesso, principalmente entre os jovens, porque era o primeiro herói adolescente que não era apenas um ajudante de outro herói, mas sim o próprio protagonista de sua própria história. E o melhor de tudo, ele era apenas um cara normal que teve a sorte (ou azar) de ter adquirido aqueles poderes. A questão é que já naquela época, o personagem era visto como “inspiração”, principalmente pelo público nerd que sofria bullying e que estava acostumado com um herói musculoso e perfeito, ao contrário de Peter Parker, um adolescente que era herói nas horas vagas. Mas o fator que tornava Peter Parker tão identificável, era de que como ele era um rapaz tímido e inteligente, e quando colocava o traje, isso tudo mudava e ele se tornava alguém mais confiante.

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E com essa confiança, surgiam as famosas piadinhas que saíam nos momentos certos para tentar desequilibrar o inimigo, o problema é que essa questão de piadas é levada muito a sério pelos fãs, que pensam que o personagem tem que lançar uma nova piada a cada cinco minutos, e se não tiver piadinha, não é o Homem-Aranha. A questão aqui é que o Homem-Aranha não é um comediante de Stand Up pra ficar lançando piadinha toda hora. No início de carreira, Peter só usava esse método para ter mais confiança e deixar o medo de lado, e hoje ele só manda essas “brincadeiras” nos momentos certos, não igual ao Deadpool, que literalmente faz um comentário sarcástico a cada dois quadros. Para finalizar, sim o Homem-Aranha é um herói bem humorado, mas não é comediante pra ficar lançando piada toda hora.


Semana Heroica acontece uma vez por mês, durante uma semana, focando em algum personagem dos quadrinhos, para falar sobre quadrinhos, games, filmes e sua origem, essa última no canal do Critical Room.

Confira a segunda parte da Semana Heroica, que aconteceu ainda ontem, no CR Comics:

O que esperar da 2ª temporada de Batwoman?

Com nova atriz, série caminhará para novos horizontes.


Batwoman, série produzida pela The CW, viveu momentos turbulentos quando a atriz Ruby Rose, protagonista do show pediu para sair, pegando todos de surpresa, inclusive os fãs. Fato é que o seriado não agradou boa parte do público, por motivos um pouco fúteis, não levando em questão detalhes mais técnicos ou roteiro. E com a nova escalação de outra atriz no papel, os fãs ficaram divididos, com alguns querendo que a série acabasse sem ter um final, e outros pensando em como vão substituir Kate Kane no show de TV.

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A nova atriz escalada é Javicia Leslie, que esteve no elenco do seriado The Family Business, irá protagonizar a série no lugar de Ruby Rose, mas não assumindo Kate Kane e sim uma personagem original criada pelos roteiristas. Mas o que pensar dessa troca? Irá vingar ou ser uma protagonista genérica?

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Com a nova temporada se encaminhando para estrear ainda em janeiro de 2021, a anterior deixou um bom gancho para a a que está por vir, com Thomas Elliot, o Silêncio, assumindo o rosto de Bruce Wayne. Isso seria muito utilizado contra Kate, mas com a nova protagonista que se chamará Ryan Wilder, qual será a conexão de Bruce com ela? É improvável que mantenham o foco nessa antiga trama, pois Kate sumiu do radar e é nisso que eles irão trabalhar. E onde ela está? Desistiu do manto e sumiu, assim como seu primo, ou morreu nas mãos de algum vilão como o Espantalho? Rumores apontam que ela será morta, mas ainda não se sabe como, porém tudo pode acontecer.

São vários pontos a serem debatidos, e com certeza, os fãs estão curiosos para saber sobre a trama. Mas, temos a confirmação de que o Espantalho estará envolvido na nova temporada e na origem de Ryan Wilder, já que o mesmo matou sua mãe. Isso basta para que ela procure vingança contra Crane, roube o traje da Batwoman e faça sua própria cruzada contra o crime em Gotham.

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Batwoman #10 (DC Universe)

Assim como Kate, Ryan irá trabalhar ao lado de Luke Fox e demais aliados da Batwoman original, o que poderá ajudá-la a ganhar mais visibilidade e confiança no trabalho. Mas também trará para si seus velhos inimigos, com Alice e o próprio Silêncio, que não estão conectados em nenhuma forma com a nova protagonista. Mas o que resta é esperar a segunda temporada estrear ou um trailer, para ver qual será a trama.

Confira a sinopse inicial da segunda temporada:

Sinopse: “Uma grande mudança de jogo que alterará Gotham e o time Bat para sempre. Conforme a poeira assenta, Batwoman tem tudo trabalhando contra ela – incluindo a galeria de vilões dos bandidos recentemente fugitivos – e todos virão a vê-la sob uma luz totalmente nova. Alice encontra seu par quando ela se envolve com um inimigo perigoso de seu passado que sabe exatamente como se aproveitar de suas vulnerabilidades. À medida que Luke (Camrus Johnson) e Mary (Nicole Kang) encontram seu lugar como ajudantes, um romance vai abalar sua dinâmica. Enquanto isso, o relacionamento inicial de Sophie (Megan Tandy) e Julia (atriz convidada Christina Wolfe) enfrentará seu primeiro teste real e fará Sophie questionar tudo o que ela pensava que sabia ser verdade”.


Ainda falando da Batwoman, o nosso CR Origens de hoje foi focado na personagem. Veja abaixo sua origem:

Será que você sabe tudo sobre a personagem? Participe do quiz em nosso Instagram!

Batman Day | Do pior ao melhor filme do Cavaleiro das Trevas

Dos quadrinhos para a televisão e da televisão para o cinema, o Batman já teve ótimos filmes e ruins também, sendo todos eles inesquecíveis sempre por um aspecto. De Tim Burton a Christopher Nolan, o Cavaleiro das Trevas já passou por diversas visões, além de atores como Adam West ou Christian Bale.

Para finalizar o Batman Day, nossa última lista irá elencar do pior ao melhor filme do Cruzado de Capa.


8. Batman & Robin 

Pra começo de conversa, não é o Robin e sim o Asa Noturna. Inesquecível por seus momentos inacreditáveis como os bat-mamilos ou o bat-cartão de crédito, além da grande coloração e infantilização do herói, Batman & Robin não poderia não ficar em último nessa lista, sendo o pior filme do Batman já feito, amargando também como um dos piores de heróis. Joel Schumacher dirige um filme besta, mas com uma proposta convincente e grandes vilões, que poderiam ser bem usados caso não fosse o roteiro totalmente tosco. Nada funciona, exceto o Alfred de Michael Gough, que sempre é tão simpático e aparece bem quando preciso. Um filme que não há como descrever de tamanha ruindade.

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7. Batman Eternamente

Desculpe, Schumacher, mas pelo menos neste você fez melhor. Val Kilmer interpretou o Batman, e não foi ão esquecível quanto George Clooney. Carregando uma premissa interessante, e sabendo formular o enredo sem deixá-lo totalmente infantil, mas ainda colorido, Batman Eternamente é um filme fraco, mas não péssimo. Com Duas-Caras (Tommy Lee Jones) e o Charada (Jim Carrey) como inimigos, o filme consegue deixar tudo mais quadrinhos em questões visuais, mas mesmo assim, peca em sequências desnecessárias. Uma das coisas que salvou  o filme da total mediocridade, foi a atuação de Val Kilmer, Michael Gough como Alfred  e a origem do Robin (Chris O’Donnel). Bom, culpem a Warner por isso.

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6. Batman – O Homem Morcego

1966 foi o auge da carreira de Adam Westque permanece no coração dos fãs do Cavaleiro das Trevas desde então. Vindo do seriado que fez sucesso entre 1966 e 1968, o Batman ganhou seu primeiro filme em 1966, trazendo grande vilões do Batman no filme e atores como Cesar Romero e Burt Ward. A trama simples de salvar um comodoro em seu iate, a dupla dinâmica cai em uma armadilha de seus maiores vilões, Coringa, Charada, Pinguim e a Mulher-Gato.  A icônica cena da bomba e do bat-repelente de tubarão está no filme, e mesmo que essa última seja muito boba, é engraçada e ainda assim, para a época, é entendível a leveza que queriam trazer ao Batman e Robin.

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5. Batman: O Retorno

Com o acerto do primeiro filme em 1989, sendo aclamado pela crítica e pelos fãs, Tim Burton volta para dirigir Batman: O Retorno, em 1992, com Michael Keaton reprisando o papel do protagonista. O enredo sombrio, com o clima noir de Gotham se casam perfeitamente, trazendo o Pinguim (Danny Devito) e sua origem sendo mostrada logo no começo do filme, assim como aconteceu com o Coringa (Jack Nicholson). Enquanto o Pinguim faz chantagens e salva o filho do prefeito, mesmo que ele tenha mandado um capanga sequestrá-lo, o povo de Gotham o reconhece como herói e Max Shreck (Christopher Walken) quer vê-lo sendo prefeito da cidade, para que seu plano de construir a usina seja concluído. O milionário não esperava que sua secretária, Selina Kyle (Michelle Pfeiffer) descobrisse sobre os planos, a jogando do prédio. Dali, nasce a Mulher-Gato, após ela ser lambida por vários gatos enquanto caída – um pouco ilusório, talvez. Batman frustra os planos de Pinguim, que se une a Mulher-Gato para derrubá-lo.

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4. Batman 

Em 1989, após o Superman de Christopher Reeve ter estreado 11 anos antes e ter sido um grande sucesso, a Warner Bros. apostou em um filme do Batman e deu certo. Batman (1989), traz Michael Keaton como Bruce Wayne e Jack Nicholson como Coringa. O filme reimagina uma nova Gotham, um Batman mais sombrio e uma nova origem para o Coringa, que ainda é muito usada. Transformando o vilão antes em um gângster, Jack Napier vivia nas graças de seu chefe, mas uma emboscada na Axis Chemicals o faz se encontrar com Batman, e posteriormente, cair em um tanque de ácido, se transformando no Coringa. O filme que se desenrola com os maiores inimigos batalhando um contra o outro, revela que Jack criou o Batman antes mesmo do herói ter criado o Coringa. Jack Napier havia matado os Wayne, assim nascendo o mito do Morcego, que se tornou realidade para os criminosos. Conseguindo salvar a repórter Vicky Vale, o Coringa tem seus planos interrompidos após cair da Catedral de Gotham e morrer. Batman ainda é um dos grandes filmes de heróis já feitos, que serviu de inspiração para a criação da série animada do Batman. Vale ressaltar ainda a bela trilha sonora composta por Danny Elfman, sendo uma das mais marcantes do personagem.

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3. Batman Begins 

Depois do fracasso dos filmes de Joel Schumacher, a Warner congelou o Batman, mas nos anos 2000, recebeu um grande roteiro de David S. Goyer, e que nunca imaginaria que seria a melhor trilogia de filmes de super-heróis já feitos. Com o diretor em ascensão Christopher Nolan assumindo o filme, e também escolhendo para o papel Christian Bale, que estava sendo ainda mais reconhecido mundialmente, o novo filme Batman Begins é colocado em prática e lançado em 2005. Misturando muitos quadrinhos do herói, e mostrando sua tragédia, treinamento e ascensão ao manto e guardião de Gotham, o mais novo longa do Batman foi um sucesso internacionalmente, conquistando os fãs até hoje, tanto pela história e visual, quanto pela trilha sonora e cenas marcantes. Bruce retorna a Gotham após longos anos treinando, e encontra um sistema corrupto e falido, controlado por Carmine Falcone (Tom Wilkinson). Ao investigar ainda mais sobre as drogas que Falcone traficava, ele se depara com o Espantalho (Cillian Murphy), que usa um gás que ativa os medos da pessoa. Além de tentar derrubar a máfia, Bruce tenta manter seu bom relacionamento com Alfred (Michael Caine) e seu amor por Rachel (Katie Holmes). Caçado também pela polícia, mas tendo um voto de confiança do capitão James Gordon (Gary Oldman), seu trabalho é salvar Gotham da destruição causada por Ra’s Al Ghul (Liam Neeson), seu mentor.

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2. Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge

O último filme com Christian Bale no papel, que fecha com chave de ouro uma trilogia incrível, Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge, lançado em 2012, traz o desfecho que o herói merecia. A construção de uma narrativa mais focada em Bruce Wayne após se aposentar do capuz, faz o filme ser muito especial por carregar mensagens positivas por trás de grandes cenas. A história começa com um sequestro de avião, praticado por Bane (Tom Hardy) e seus mercenários, que garantem um físico nuclear para seu plano. Em tempos de paz, Bruce Wayne está entocado em sua mansão, não sendo visto por Gotham há mais de 8 anos, assim como o Batman. Com o roubo de suas digitais por Selina Kyle (Anne Hathaway), probelmas virão para o bilionário, que volta a ativa após Bane e seus capangas conseguirem roubar a bolsa de valores. Toda a polícia caça o Batman pela cidade, sem nem mesmo ter a permissão de Gordon, que estava internado no hospital de Gotham após descobrir o esconderijo de Bane. Referências de quadrinhos não faltam, como quando Bane quebra a coluna de Batman. Isolado em uma prisão longe da civilização, o Batman precisa ressurgir antes que sua cidade seja destruída.

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1. Batman: O Cavaleiro das Trevas

Cenas marcantes, premissa incrível e atuações impecáveis fazem de Batman: O Cavaleiro das Trevas, o melhor filme do herói, e com certeza, o melhor de heróis já feito desde então. Tendo levado ainda um Oscar de Melhor Ator Coadjuvante, garantido por Heath Ledger por ter interpretado o Coringa, o segundo filme da trilogia é tão obscuro em sua história quanto o próprio quadrinho de Frank Miller de mesmo nome. Um novo inimigo toma a cidade, o Coringa, aterrorizando e matando muitos para chamar a atenção do Batman. Enquanto Bruce Gordon investigam sobre o Palhaço, o promotor Harvey Dent se une aos dois para derrubar a máfia. Bruce precisa se conformar com o namoro do promotor com sua melhor amiga, Rachel Dawes (Maggie Gyllenhaal), e ainda lidar com a pressão sobre o mesmo, após a morte do tenente Gordon e a entrega de Harvey Dent à polícia após revelar que era o Batman. Com muita confusão, Coringa tenta acabar com Dent no camburão em que ele é levado, mas Batman salva sua pele, ou melhor, Gordon salva o Batman. Mesmo preso, o Coringa trama e rapta Harvey e Rachel, fazendo Batman escolher qual amigo iria salvar. Com a explosão e o rosto molhado por gasolina, Dent vira o Duas-Caras e ambos, Batman e ele, precisam conviver com a morte de Rachel. O plano do Coringa finalmente vingou, transformando o Cavaleiro Branco de Gotham em um grande vilão, que se corrompeu pela sociedade e suas consequências sofridas na vida.

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Concorda com a lista? Nossa finalização do Batman Day é com este artigo de seus filmes. Ainda importante, mesmo que sombrio, o Batman é um dos heróis que molda uma sociedade justa, e que persiste sempre em suas lutas e motiva a cada um de nós a ficar de pé, ainda que os tempos sejam sombrios e cheios de incertezas.

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Confira o especial Batman Day no site e no canal do Critical Room no YouTube:

Batman Day | Os 10 melhores games do Batman

Ah, os jogos! Com certeza, há muitos gamers no mundo, e eu sou um deles. E, como toda empresa, a DC Comics não hesita de colocar um de seus pilares na indústria dos games, o Batman. O Critical Room decidiu fazer uma lista dos 10 melhores jogos do Batman.


10. Batman: Arkham VR

Desenvolvido pela Rocksteady em 2016, criadora da trilogia Arkham, Batman: Arkham VR é o primeiro jogo de realidade virtual feito pela Rocksteady e da DC Comics. O jogo permite o jogador imergir no mundo do Batman, com seus acessórios e segredos, além de explorar a Mansão Wayne e Batcaverna. A história que se passa entre Batman: Arkham City e Knight, tem como enredo o mistério do desaparecimento de Asa Noturna e Robin. O Asa Noturna havia sido morto em conflito e o Robin enjaulado, e tudo era graças ao Batman, que estava infectado com o sangue TITAN do Coringa. Tudo não passava de uma alucinação do herói.

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9. LEGO Batman: The Videogame

Um clássico dos jogos e desenvolvido pela TT Games em 2008, LEGO Batman é muito amado pelos fãs do Morcego e dos amantes dos games de LEGO. O visual do game é inspirado no clássico Batman de Tim Burton, com a trilha sonora composta por Danny Elfman. A trama é composta por três grupos de vilões que fogem Asilo Arkham para aterrorizar Gotham, e a dupla dinâmica precisa capturá-los novamente. O jogo também disponibiliza uma história paralela, só que controlando os vilões.

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8. Batman: The Telltale Series

A Telltale Games não perdeu tempo de desenvolver um jogo do Batman, e a Athlon Games e conseguiu os direitos para que a Telltale pudesse produzir um game em que o jogador escolhe entre decisões certas e erradas, tanto na vida do Batman, quanto na de Bruce Wayne. O enredo apresenta um grande perigo para Gotham, a Senhora Arkham, que junto de Pinguim, amigo de infância de Bruce, revela a podridão de Thomas Wayne, Carmine Falcone e o atual prefeito Hamilton Hill. Bruce Wayne  financia e apoia Harvey Dent em sua campanha para prefeito, e quando descobre toda a verdade, não esconde a vergonha que sente por crescer no dinheiro sujo de seu pai. Ao mesmo tempo que lida contra a pressão da imprensa quanto o passado de sua família, Bruce recebe ajuda da Mulher-Gato, Alfred, Lucius Fox e o tenente Gordon para derrubar a Senhora Arkham e os Filhos de Arkham.

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7. Batman: Arkham Origins

Sendo um game que mostra como tudo começou na Saga Arkham, a WB Montreal investiu em um jogo em que o Batman e seus vilões estivessem ainda no início de carreira, apenas se conhecendo. Havia muita expectativa para o lançamento do jogo em 2013, e a expectativa causou frustração em muitos e muita alegria para outros. Arkham Origins relata o incidente na prisão Blackgate, dominada pelo Máscara Negra e seus capangas. O Batman é alvo de Roman Sionis, que contrata outros mercenários como o Exterminador, para matar o Morcego. Porém, os planos de Sionis não fluem, pois Coringa ascende ao mundo do crime e domina sua operação. Além de estar sendo caçado, o Batman é um foragido da polícia corrupta de Gotham, e precisa ficar fora do foco de James Gordon.

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6. LEGO Batman  3: Beyond Gotham

O último jogo da franquia LEGO Batman, LEGO Batman 3: Beyond Gotham, foi lançado ainda em 2014 e teve um bom desempenho.  O jogo multiplayer junta novamente o Batman e a Liga da Justiça para enfrentar a maior ameaça do universo LEGO, Brainiac, que reduzia cidades para sua coleção. As tropas de Lanternas (Azuis, Amarelos…) foi emboscada pelo androide, e faltava apenas Hal Jordan, o Lanterna Verde, para que seu plano estivesse concluído. Por outro lado, Lex Luthor, Coringa e sua turma invadem a Sala da Justiça para usar o canhão de fusão binário da Torre de Vigilância, e forçar o povo a fazer Luthor de presidente. Porém, o improvável acontece, quando Brainiac começa sua invasão, os vilões se unem a Liga da Justiça para salvar o mundo.

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5. Batman: The Enemy Within

Lançado em 2017, um ano após a primeira temporada, Batman: The Enemy Within é uma continuação direta de Batman: The Telltale Series, e explora novos vilões e aliados para a trama. Com a volta do Charada para Gotham, a Agência que está sob o comando de Amanda Waller, entra no caso e oferece uma aliança para trabalhar ao lado de Batman. João Ninguém (Coringa), convence Bruce a conhecer seus amigos, Arlequina, Bane, Sr. Frio e a Mulher-Gato, que estava de volta a cidade para um trabalho. A equipe de vilões queria conseguir uma cura, a partir do sangue do Charada. Bruce Wayne se infiltra e trabalha junto com Selina para roubar o laptop e o pen drive do Charada, que contém informações preciosas de um projeto engavetado da Agência, que atua nas sombras. Waller coloca o Batman em seu tabuleiro, podendo revelar a qualquer momento a identidade de Bruce para o mundo, caso não coopere na operação. Batman está contra tudo e todos, e precisa escolher entre salvar seus aliados ou sua identidade.

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4. LEGO Batman 2: DC Super Heroes

O segundo jogo da franquia LEGO, lançado em 2012, considerado o melhor dos três, une o Batman, com alguns heróis da Liga da Justiça e por fim toda ela reunida, para derrotar Lex Luthor e Coringa. O jogo de mundo aberto, que permite explorar Gotham desde o Asilo Arkham até a Batcaverna, impressiona até nos gráficos da água, permitindo o jogador dirigir o batmóvel ou voar com o Superman pela cidade. O enredo chega a explorar muito bem a mitologia do Batman, unindo vilões como Coringa para um grande plano contra a dupla dinâmica. Coringa e outros vilões são capturados pelos heróis de Gotham, sendo preso no Arkham. Luthor usa sua arma de desconstruir peças pretos, libertando o Coringa, e depois vários vilões da galeria do Cavaleiro das Trevas. Quando Superman e Batman vão a LexCorp, Luthor é quase capturado pelos Melhores do Mundo e foge num robô gigante , construído juntamente com o Coringa. A Liga da Justiça se une para impedir que os vilões destruam Gotham.

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3. Batman: Arkham Asylum

Uma grande euforia tomou conta dos fãs quando a Rocksteady anunciou o primeiro jogo do Batman feito pela desenvolvedora, ainda não tão conhecida. Lançado em 2009, Batman: Arkham Asylum foi um sucesso sem tamanho para os games de heróis, sendo o jogo que remodelou a visão sobre os games deste gênero, e inspirou muitos outros. Trazendo Mark Hammil e Kevin Conroy, dubladores oficiais de Coringa e Batman, respectivamente, a trama consiste na captura de Coringa, em que o Cruzado Encapuzado acha fácil demais. Acompanhando a entrada do vilão no Asilo Arkham, e impedido de ir adiante, o Coringa escapa com ajuda da Arlequina, e liberta dos diversos internos e grandes vilões do Batman, causando o caos no Asilo. Com o auxílio de sua tecnologia, Alfred e Oráculo, Bruce precisa retomar a ordem no Arkham e prender todos os mais diversos vilões de sua galeria, como o Espantalho, Crocodilo e Bane. Enquanto enfrenta seus maiores vilões, Batman descobre que o mesmo veneno que Bane usa, o Coringa aplica em seus capangas para criar seu exército pessoal, e por final, nele mesmo.

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2. Batman: Arkham Knight

O último jogo da da trilogia Arkham pela Rocksteady, que deu fim ao legado do Batman e seu heroísmo em Gotham, Batman: Arkham Knight chegou em 2015 para os consoles, e causou grande euforia. Com a revelação de que o Espantalho seria o grande vilão do filme, muitos se perguntavam como ele havia sobrevivido ao ataque do Crocodilo. Mais determinado e com um visual de dar arrepios, além de mais perigoso, Crane convoca todos todos os vilões do Batman (até mesmo o Vagalume) para quebrar o Batman, e deixá-lo sem esperança, em pleno Halloween. Seu plano era desmascarar o herói, tentando quebrar seu psicológico, matando pessoas próximas e o induzindo ao gás do medo. Porém, seu braço direito e também arquiteto do plano, o Cavaleiro de Arkham, quer matá-lo a todo custo. Crane revela o dispositivo de precipitação alocado em um tanque, e que serviria para tomar toda a Gotham, já que seu plano inicial de destruir toda a Bleake Island a partir da Ace Chemicals falhou. Com sua vingança psicológica de derrubar e cansar o Batman até quebrar sua mente, o Espantalho nota que ele estava diferente do habitual. O sangue TITAN do Coringa (que morreu em Arkham City) ainda corre em suas veias, e ele busca se salvar com uma cura. Alternando entre alucinações e o presente, Bruce luta contra seu medo e sua mente de se quebrar. Ao final, ele precisa salvar seus aliados, revelando para o mundo sua verdadeira identidade, e deixando para sempre o manto de Batman.

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1. Batman: Arkham City

Batman: Arkham City é considerado por muitos o melhor jogo já feito do Batman e de heróis, mas muitos fãs ficam divididos entre os três da trilogia principal – e com razão, pois até na lista foi difícil escolher o melhor. Lançado em 2011, e explorando uma nova prisão em Gotham, Arkham City traz o enigmático Hugo Strange, diretor da instalação e antigo psiquiatra do Asilo Arkham. Após descobrir a identidade secreta do Batman, ele aloca os maiores criminosos de Gotham em sua prisão na cidade velha. Com uma parcela contra, e tendo colocado o prefeito em sua palma da mão, além de contornar o DPGC, Strange deixa os maiores vilões de Gotham tomarem seu lugar na prisão, com cada um em sua fortaleza pessoal. Capturado pela Tyger, Bruce Wayne se infiltra em Arkham City para descobrir sobre o Protocolo 10, o tão infame plano de Strange. Conseguindo escapar e vestir seu traje no topo de um prédio, ele precisa salvar a Mulher-Gato de ser morta pelo Duas-Carase perguntar sobre o plano do psiquiatra. Após salvar Selina de ser morta duas vezes, sendo a segunda pelo Coringa, o Cavaleiro vai atrás do Palhaço, é capturado e sofre uma transfusão de sangue, tendo o TITAN correndo por seu corpo. E é aí que uma busca incessante por uma cura começa, ao mesmo tempo em que Batman precisa parar o Protocolo 10, que era um plano para destruir Gotham e recomeçar de suas cinzas. Sua batalha final após impedir Strange e seu mentor da destruição, foi salvar Talia Al Ghul do Coringa falso, que havia roubado a cura pra si. Derrotando o Cara-de-Barro, que era o Coringa falso e frustrando os planos do Coringa de ser imortal a partir do Poço de Lázaro, Bruce toma a cura e é atacado pelo Palhaço, que vê sua esperança se quebrar. Batman escuta a última risada e o suspiro de Coringa, carregando o corpo de seu algoz para fora do Teatro Monarch, inquieto.

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Gostou da lista? Não saia ainda, pois não paramos por aqui. O Critical Room listou os 6 importantes quadrinhos que transformaram o Batman e também as melhores animações do herói. Fique ligado, pois às 23 horas será finalizado as comemorações do Batman Day!

Batman Day | As 6 melhores animações do Batman

Batman Day é comemorado todo setembro pela DC Comics e os fãs do Cavaleiro das Trevas, com promoções em produtos relacionados ao herói, eventos virtuais e muito mais. E para abrir o Batman Day, Critical Room lista as 6 melhores animações do Batman já feitas!


6. Batman: Ano Um

Lançada em 2011, e baseada no famoso arco de Frank Miller para o Batman, Batman: Ano Um reimagina uma nova origem para o personagem para seu começo de carreira como vigilante. Após 12 anos fora de Gotham, estudando as diversas artes marciais do mundo, Bruce Wayne retorna a sua cidade, mas encontra apenas a grande corrupção policial. Do outro lado, o tenente James Gordon entra na polícia, enfrentando a corrupção do comissário Loeb e do detetive Flass. Tempos mais tarde, Bruce se torna o Batman e Selina Kyle, a Mulher-Gato, virando inimigos. Batman, que tinha apoio de Harvey Dent, agora era um procurado de extremo perigo para o DPGC.

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5. Batman Contra o Capuz Vermelho

Com toda a certeza, é uma das melhores animações do Morcego que não ficariam de fora da lista. Com a direção de Brandon Vietti, a animação relata os últimos momentos de Jason Todd como Robin, após ser capturado e torturado pelo Coringa, e posteriormente morto pelo mesmo em uma explosão. Sua ressurreição ocorre em um Poço de Lázaro, e Jason volta a Gotham sob o codinome de Capuz Vermelho, matando os criminosos e querendo a vingança contra o Coringa. A história é baseada no quadrinho Morte em Família, de Jim Starlin.

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4. LEGO Batman: O Filme

Tendo ido para os cinemas no começo de 2017, Chris McKay finalmente traz dos games de LEGO, o Batman. O personagem luta contra seus maiores vilões, e impede o Coringa de destruir a cidade, porém machuca seus sentimentos após dizer que o Coringa não era seu maior vilão. Enquanto Gotham é salva, Bruce Wayne é convidado para um evento em que seria nomeada a nova comissária de polícia, Barbara Gordon, que era contra o uso de heroísmo do Batman. Por sua vez, para acabar com os crimes do Coringa para sempre, o Cavaleiro das Trevas o manda para a Zona Fantasma. Fomentando sua vingança, o o Palhaço liberta os principais vilões do Universo LEGO  para destruir Gotham, e Batman, junto de seus aliados, tem que impedir que isso aconteça.

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3. Batman: O Retorno do Cavaleiro das Trevas -Parte 2

Com a direção de Jay OlivaBatman: O Retorno do Cavaleiro das Trevas é baseado no famoso quadrinho de Frank Miller, O Cavaleiro das Trevas, que explora o retorno de Bruce Wayne ao manto do vigilante. Na parte final, Batman coloca Gotham nos eixos após derrubar o Líder Mutante, e começa sua escalada para acabar com o crime na cidade. Porém, ele não esperava que seu velho amigo, Superman, atrapalhasse seus planos ao ser mandado pelo presidente Ronald Reagan para convencer Bruce a parar de agir. Ao mesmo tempo, Superman é um soldado de elite contra a União Soviética, e o Coringa volta a praticar seus crimes para chamar a atenção de Batman. Batman é caçado pela polícia de Gotham e pelo governo dos Estados Unidos. Bruce recebe o auxílio de um velho amigo para derrotar o Superman e precisa lutar contra o Coringa pela última vez.

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2. Batman: O Retorno do Cavaleiro das Trevas – Parte 1

Lançada em 2012, a animação revive o quadrinho clássico dos anos 80, trazendo Bruce Wayne aposentado e assombrado por seu passado e tragédias. Sua volta como Batman é forçada por conta do número crescente de casos de violência e crimes, praticados pelos Mutantes. Seu amigo, o comissário James Gordon, que já sabe sobre sua identidade, está prestes a se aposentar, e em seu lugar, a nova comissária Yindel promove seu discurso contra Batman. Bruce Wayne, com a ajuda de Alfred, tenta manter Gotham segura, e sua volta causa espanto nos criminosos e inspira Carrie Kelley a virar a RobinBatman precisa derrotar o Líder Mutante e acabar com a hegemonia criminosa na cidade.

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1. Batman – A Máscara do Fantasma

Considerada por muitos a melhor animação do Batman de todos os tempos, Batman – A Máscara do Fantasma foi lançada em 1993, e segue os mesmos traços da série animada criada por Bruce Timm. Trazendo Kevin Conroy e Mark Hammil como os dubladores de Batman e Coringa, respectivamente, o longa animado conta a história do começo de carreira de Bruce como o vigilante mascarado, servindo de origem para o Batman do universo de Bruce TimmO filme apresenta o presente e o passado do bilionário Wayne, e seu amor por Andrea Beaumont. Mas, no presente, Gotham é afetada pelo assassino chamado de Fantasma, que mata diversos poderosos do crime na cidade, e todos pensam que Batman perdeu a cabeça. Com todos os chefes do crime apavorados, Valestra recorre ao infame Coringa, que descobre que o assassino não era o Batman. Em meio ao caos, Bruce descobre que Andrea era o assassino encapuzado, e tenta convencê-la a não se perder o próprio monstro. Andrea buscava vingança contra o Coringa, que matou seu pai, mas seus planos são frustrados pelo Batman, que luta para derrotá-lo. Andrea, em seguida, desaparece da vida de Bruce mais uma vez, e ele continua sua guerra contra o crime ao final.

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Comemore o Batman Day assistindo uma destas animações, escolhidas como as melhores do Cavaleiro das Trevas de todos os tempos!

Semana Heroica #6 | Qual é o melhor intérprete do Constantine?

Excêntrico, cínico, arrogante e golpista, as características de um dos personagens mais marcantes do selo Vertigo. John Constantine é muito bem explorado nos quadrinhos mais maduros da DC Comics, e ganhou um bom foco para animações, mas e em live-action, quem seria o intérprete perfeito para o anti-herói?

Devemos voltar há mais ou menos 15 anos atrás, quando Constantine estreava nos cinemas, com Keanu Reeves no papelConsiderado por muitos um ótimo filme por conta da atuação do ator, e muito bem lembrado pelos fãs, tornou-se um filme cult ao passar dos anos. Porém, seu erro está justamente na fidelidade do personagem, algumas mudanças no roteiro, que também não é perfeito e a polêmica mudança de gênero do anjo Gabriel, interpretada por Tilda Swinton. Todo este conjunto da obra fez com que o filme fosse um fracasso em bilheteria e recebesse críticas mistas da imprensa.

Mesmo estando na memória dos fãs, é nítido a falta de fidelidade do filme perante aos quadrinhos Hellblazer. Mesmo ainda viciado por tabaco, marca registrada do Constantine, o visual não lembra em nada o personagem de Alan Moore, que não se contenta com o filme – e com razão. O filme pode ter uma grande atuação por parte de Reeves, mas falha em sua proposta de enredo e torna o Constantine do filme um personagem imemorável em seu visual.

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Visualmente, o Keau Reeves não lembra em nada o Constantine, mas Matt Ryan sim. Com toda a certeza, o melhor intérprete do Constantine se situa na série de mesmo nome e Legends of Tomorrow. O personagem muito bem interpretado pelo ator britânico, é muito bem visto também pelos fãs, que elogiam tanto sua aparência quase idêntica ao personagem, quanto seu figurino, usando o sobretudo clássico do anti-herói.

Sua série solo não conseguiu deslanchar, pouco agradando os fãs na questão de poderes em que o anti-herói usa muito, o que não é visto nos quadrinhos, apenas em casos isolados, e também na restrição do estúdio quanto ao hábito de fumar do Constantine. Mas, isso tudo é um pouco esquecido em Legends of Tomorrow, havendo mais liberdade para John fumar e com grandes possibilidades de ter um câncer de pulmão.

O roteiro da série é algo a ser discutido, pois consegue apresentar um ótimo universo construído por David S. Goyer (Trilogia Cavaleiro das Trevas) e Daniel Cerone. Em audiência a série foi muito bem, mas foi cancelada por conta das normas da NBC, justamente a de mostrar pessoa fumando.

Matt Ryan interpreta um Constantine tão enigmático quanto é mostrado nos quadrinhos, e consegue manter a mesma forma fiel às HQs, sendo arrogante, viciado por tabaco e também um golpista de primeira. 

Além das séries, o ator empresta a voz ao personagem nas animações em que ele aparece, sendo o dublador oficial do britânico. Seu último trabalho foi em Liga da Justiça: Guerra de Apokolips, última animação de leva Novos 52. O ator já demonstrou interesse também em interpretar o anti-herói na série live-action da Liga da Justiça Sombria. E quer saber? Ele merece!

Matt Ryan é o Constantine por inteiro, e é o ator perfeito para interpretar o personagem.

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Semana Heroica acontece uma vez por mês, durante uma semana, focando em algum personagem dos quadrinhos, para falar sobre quadrinhos, games, filmes e sua origem, essa última no canal do Critical Room.

Mais cedo, no Instagram, aconteceu uma enquete para decidir qual o melhor intérprete do Constantine.

Confira o vídeo de origem do personagem:

Semana Heroica #4 | A primeira aparição de John Constantine

O personagem criado por Alan Moore, Stephen Bissette e John Totleben, apareceu pela primeira vez em Monstro do Pântano Vol 2 #37, em 1985. Ninguém jamais imaginaria que o britânico de sobretudo seria um dos maiores amigos e parceiros do Monstro do Pântano nos quadrinhos da Vertigo Comics.

Britânico, destemido e fumante, o Constantine foi apresentado por Moore à sua característica, um arrogante de primeira – Moore é de vez em quando. Em sua primeira aparição, há um homem loiro cheio de contatos pelo mundo. Ele mesmo afirma que seus contatos estão interligados, desde a Inglaterra até o estado de Wisconsin. Contatos humanos, mas mesmo assim, com um pitada de sobrenatural.

A irmã é um de suas amigas, que sempre procura por John caso tenha algum problema místico. Nem mesmo conversando dentro do convento, Constantine larga o cigarro. Seu vício por tabaco vem desde sua convivência com hippies no início da década de 1980. Com certeza, isso ele levou bem.

Ao saber de Abby e Alec, já se transformando no Monstro do Pântano, sua primeira missão foi auxiliar o Monstro do Verde em Gótico Americano. Ao longo de 14 edições, os dois trabalharam juntos, e viriam a surgir problemas como o culto Brujeria, organização a qual ambos derrubariam.

“Se importa se eu fumar?”

Pouco há para se falar em sua primeira aparição, mas, seu cinismo, sarcasmo, arrogância e individualismo é mantido até hoje, desde sua primeira aparição em 1985. São poucos mais de 30 anos, mantendo a mesma conduta de golpista e mestre do ocultismo, que sempre consegue o que quer, pelo preço certo. O Constantine viria a ter sua própria revista em quadrinhos em 1988, intitulada de Hellblazer, sendo conhecido por este nome até os dias atuais.


Semana Heroica acontece uma vez por mês, durante uma semana, focando em algum personagem dos quadrinhos, para falar sobre quadrinhos, games, filmes e sua origem, essa última no canal do Critical Room.

A abertura da Semana Heroica aconteceu na segunda:

A parte #3 aconteceu ainda ontem. Veja:

Confira o vídeo de origem do personagem:

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DC | O Gladiador Dourado vai mesmo ter um filme?

Desde sua confirmação em 2016, o filme do Gladiador Dourado não teve mais nenhuma notícia, mesmo com o roteiro já finalizado por Zack StentzMas, mesmo que aconteça o filme, como ele pode ser introduzido no Universo da DC nos Cinemas?


Criação e origem

Criado por Dan JurgensGladiador Dourado apareceu pela primeira vez em Gladiador Dourado #1, em 1986, após a saga Crise nas Infinitas Terras, que remodelou todo o Universo DC. O primeiro volume contou com 25 edições, se estabelecendo de 1986 a 1988. O Gladiador ainda participou da Liga da Justiça Internacional, fazendo parceria com o primeiro Besouro Azul, Ted Kord.

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Michael Jon Carter era um jogador profissional de futebol americano universitário em Gotham City, no século XXV, mas teve sua carreira no fundo do poço por causas de suas apostas ilícitas. Ele consegue um emprego como zelador no museu de super-heróis em Metropolis, onde aprendeu sobre os séculos passados. Em um dia, ele rouba alguns dispositivos do museu com a ajuda do robô Skeets, como o anel de voo da Legião dos Super-Heróis e o campo de força de Brainiac 5. Michael voltou ao século XX usando a máquina do tempo de Rip Hunter. Ele recebeu o nome de Goldstar, mas após salvar o presidente em 1985, ganhou o nome de Booster Gold (Gladiador Dourado). O nome Goldstar, ficou na empresa que Carter criou, a Goldstar Inc.

O herói queria ser uma celebridade, e para isso, contava com Dirk e Trixie, seu agente de publicidade e a secretária. Claro que isso foi por causa de seu ego inflado e busca incessante por fama e dinheiro, além de querer sempre chamar a atenção; porém o Gladiador já sentia o peso de ser um herói em Metropolis. 

Questionado por suas ações após enfrentar o Onda de Choque, e ao ficar gravemente ferido após tentar derrubar a instalação dos 1000 – sim, a organização criminosa se chama Os 1000. Antes eram Os 10 e depois Os 100 -, o Gladiador estava para morrer no hospital de Metropolis. Uma onda de cidadãos que não queriam mais super-heróis tomou conta da cidade, ou seja, nem mesmo o Superman poderia pisar novamente.

No desenvolver do arco, que concentrava durante a primeira metade derrotar a organização criminosa Os 1000, que posteriormente deixou de existir, a organização consistia em criminosos secundários e até mesmo terciários da DC Comics, como o Blackguard, Mindancer, Chiller, Onda de Choque e o líder, o Diretor. Após serem derrubados, o Gladiador Dourado teve vários outros personagens em sua revista mensal, como o Rip Hunter, Superman e a novíssima Goldstar, heroína e parceira de Carter.

Mas como o Gladiador Dourado poderia se encaixar no novo Universo da DC nos Cinemas?

Tendo o mesmo produtor das séries do Arrowverse, Greg Berlanti, isso facilita muito sua entrada nos cinemas, já que a CW tem uma série em mãos que se trata de viagem no tempo, Legends of Tomorrow. A equipe que fora reunida por Rip Hunter, é muito versátil no show de TV, e quem sabe isso poderia vir a ser uma entrada e ligação das séries com os cinemas – o que é realmente muito difícil, devido ao universo bem montado e fixado de Arrow. Mas por que não? O Showcase #20 (1959), que mostra a origem de Hunter, dos Mestres do Tempo e dos Homens Lineares poderia vir a ser desenvolvida num possível filme ou até mesmo série do Gladiador, já que Rip é um dos grandes parceiros do herói, o ajuda a viajar no tempo e ainda é filho de Michael Carter. Mas é claro, isso poderia vir a ser feito em Legends of Tomorrow, já que tudo se conecta ao Gladiador Dourado.

Com novos filmes saindo, como Mulher-Maravilha 1984, The Batman e o novo Esquadrão Suicida, fica difícil se ligar ao universo inteiro. Para aproveitar essa sequência de novos filmes a serem lançados, o Dourado poderia muito bem se encaixar em Esquadrão Suicida. Não estando no filme, mas coletando para seu longa um dos vilões comandados pela Waller, o Blackguard. Com toda a certeza, o novo Esquadrão se passará na atualidade, o que pode complicar um pouco o filme do Gladiador caso queira seguir os mesmos passos de Mulher-Maravilha 1984. Mas, nada impede o filme de passar alguns anos antes da aparição do Superman em Metropolis.

Reutilizar o Blackguard para o filme do Gladiador seria uma ótima jogada, já que ele pode vir a participar de Esquadrão Suicida. Nos quadrinhos, após ser derrotado por duas vezes pelo Gladiador Dourado, ele entra na equipe de Waller para fazer seu trabalho. E isso poderia ser um ponta muito bom de se ver nos cinemas, conectando o possível filme do Gladiador Dourado com o Esquadrão Suicida de James Gunn, como já mencionado antes. Não seria tão difícil se algum outro vilão que estivesse no novo filme do Esquadrão desse às caras em Gladiador Dourado, como é o caso da Mongal.

Além disso, o longa pode abordar como vilões a organização criminosa Os 1000, assim como nas primeiras 13 edições dos quadrinhos de Dan JurgensAcredito que ter apenas 3 vilões dos 5 que há na organização, caberia muito bem, pois nenhum ficaria sobrando na tela ou sumiria sem explicação. Os antagonistas mais aptos seriam, Blackguard, Mindancer e o Diretor, o único a não ter nenhum poder. Por um lado os vilões que vão entrar em batalha com o Gladiador, por outro, poderiam muito bem abordar o senador Ballard, que tenta destruir a imagem do super-herói. Com isso, no filme sua vida pessoal poderia entrar em conflito com sua vida de combate ao crime, assim explorando as verdades não ditas por Michael e seu passado desastroso em 2462, quando perde sua carreira de jogador e família. Isso viria a funcionar muito bem em um eventual flashback no decorrer do filme, mas acredito que mostrar a origem em si no começo, capta melhor a ideia para o entendimento da obra. E claro, não poderia faltar sua fome de fama, característica do herói.

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Quais outros heróis poderiam estrear no universo?

No decorrer de seu primeiro volume, o Gladiador Dourado conheceu diversos heróis e fez várias parcerias com outros. Entre eles, estavam o Superman, Columba e a própria Liga da Justiça Internacional, equipe a qual ele fez parte posteriormente. Até mesmo vilões como Lex Luthor e Max Lord apareceram em uma edição. Mas uma de suas grandes parcerias mais conhecidas era com o Ted Kord, o Besouro Azul.

A dupla Gladiador e Besouro funciona muito bem, já que um deles não tem algum poder  e o outro tem. É como acontece com Batman e Superman, os Melhores do Mundo. Porém, Carter e Kord são extrovertidos, diferentemente de Bruce e Clark – só o Batman  é mais carrancudo, o Superman ainda tenta manter o senso de humor. 

Num possível filme do Glandincrível, seria interessante ver o Besouro Azul aparecer para ajudá-lo em alguma parte, porém poderia ofuscar a estrela, que seria o próprio Dourado. Não é um grande risco que Greg Berlanti pode correr, pois, mesmo em Shazam! vimos que o principal se une ao resto da Família Shazam, sem perder o foco.

A dupla interativa de Kord e Carter é muito vista nos quadrinhos da Liga da Justiça Internacional, onde ambos são cômicos na maior parte do tempo, sendo os mais divertidos da equipe. Mesmo que Kord esteja morto atualmente nos quadrinhos devido aos eventos de Crise de Identidade, seria muito interessante vê-lo em ação, e quem sabe, tendo um próprio filme no futuro.

É claro que, caso o Besouro Azul não aparecesse no filme, poderia ter um cameo do Superman. Como já foi noticiado que Henry Cavill pode voltar a viver o Escoteiro, quem sabe há possibilidades dele estar no filme do Gladiador – o que não seria muito estranho, porque ambos se situam na mesma cidade.

Mas, um outro conhecido poderia dar às caras na história. Estou falando de Rip Hunter, um Mestre do Tempo. É um método eficaz, um possível enredo com um envolvimento, mesmo que seja mínimo, dos Mestres do Tempo. Colocá-lo no longa pode dar tão certo quanto o Superman em uma possível aparição, já que tanto o Gladiador quanto Hunter são viajantes do tempo e usam esse poder a seu favor. Vale lembrar que Michael é pai de Rip – já mencionado no artigo -, mas nunca foi revelado ao herói que Rip era seu filho.

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Vários outros heróis poderiam fazer sua aparição no filme do Gladiador Dourado, como é o caso do Homem-Borracha, um personagem tão cômico quanto o próprio protagonista do eventual filme da DCRapina, Caçador de Marte e a Canário Negro já marcaram presença nos quadrinhos do super-herói também, e alguns poderiam fazer cameos ou apenas serem mencionados ou referenciados no filme.


Bons motivos e ganchos não faltam para que o Gladiador Dourado se encaixe no DCEU, e história é uma coisa que não falta para ele, podendo explorar facilmente sua origem oriunda dos quadrinhos, ou apenas explicar isso em flashbacks. 

Há grandes chances de também ser fora do universo cinematográfico, assim como será em The Batman, mas com o Flashpoint que acontecerá em The Flash, poderá unir The Batman Gladiador Dourado aos outros filmes do DCEU. 

Ainda não foi dado um sinal verde para a Warner Bros. seguir adiante com o projeto de Greg Berlantimas o roteiro escrito por Zack Stentz já está nas mãos da Warner. Possivelmente o estúdio está segurando o filme para avaliar o sucesso de outros, como Mulher-Maravilha 1984. Filmes como Shazam! Aves de Rapina não estouraram a bilheteria, mas tiveram uma boa recepção pela crítica, mas nem de todos os fãs. Seguindo a mesma fórmula de Shazam!, não vejo o porquê de não ter um filme do Gladiador Dourado. É só uma questão de tempo para a Warner dar um sinal verde para a produção de Berlanti e companhia.

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