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Semana Heroica #5: Crítica: Quarteto Fantástico (2005)

Aviso: Crítica sem spoilers!


Nada brilhante.


O cientista Reed Richards (Ioan Gruffudd) convence seu arrogante colega Victor von Doom (JulianMcMahon) a financiar seus experimentos com energia cósmica. Na estação espacial Von Doom, a tripulação, incluindo o astronauta Ben Grimm (Michael Chiklis), a pesquisadora Sue Storm (Jessica Alba) e o piloto Johnny Storm (Chris Evans), é exposta a uma tempestade cósmica misteriosa que dá superpoderes a eles. Eles tentam lidar com suas transformações enquanto o detestável von Doom jura vingança.

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Quarteto Fantástico é um filme que possui diversos erros e por isso é bombardeado pelos fãs da equipe. Pra começar, o filme conta com diversos furos no roteiro e cenas que acabam sendo desnecessárias para a trama do filme. O longa também conta com diversos momentos com um humor que funciona em certas partes, mas é forçado, infantil e que quebra o clima de uma cena que poderia ser muito mais interessante.

Os efeitos especiais do filme são medianos e não comprometem o filme, mas em certos momentos deixam a desejar. Os atores até que mandaram bem no papel, pois estão muito bem caracterizados e lembram os personagens dos quadrinhos.

O vilão Victor Von Doom tem uma boa participação e se destaca entre os outros personagens.


Veredito

É um filme abaixo da média que tenta ser fiel as HQs mas falha por conta do seu roteiro fraco e de suas cenas desnecessárias e mal colocadas.

4/10.


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Semana Heroica #4 | O que o Quarteto Fantástico representa para o MCU?

O Quarteto Fantástico forma uma boa equipe, mas será que eles realmente superam os Vingadores como o melhor grupo de heróis da Marvel?


Com três projetos considerados um fiasco ao longo das três ultimas décadas, muitos fãs ficaram se perguntando e torcendo pela estreia da Família Fundamental no UCM, afinal, foi através de sua primeira aventura nas mãos do saudoso Stan Lee e Jack “The King” Kirby a Marvel deve sua criação.

Sendo ao longo de vários anos, junto com os X-Men e Homem-Aranha, as franquias mais importantes da Casa das Ideias antes da estreia de Homem de Ferro mudar o rumo da Marvel.

Mas a questão é: Qual a importância do Quarteto Fantástico e o que esperar de seu próximo filme no UCM?


Diferente do que estamos costumados a ver

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Pra quem assistiu Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado, percebeu que os heróis eram vistos totalmente diferentes de qualquer outro filme de super-heróis? Eles eram celebridades, isso mesmo, o Quarteto trás uma outra pegada à esse universo, assim como Stan Lee disse: “Olha, eu tenho super-poderes, posso fazer coisas que você não sabe”.

E isso é o torna o Time tão especial, claro que os Vingadores não costumavam se esconder por aí, mas não vimos o time ser tão amado como o Quarteto foi a mais de uma década atrás.

Família em primeiro lugar

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Uma das coisas que diferencia o Quarteto Fantástico de qualquer superequipe por aí é o fato de que eles são uma família mais do que qualquer outra coisa. Mulher Invisível e Sr. Fantástico são casados ​​e têm filhos, Tocha Humana é irmão da Mulher Invisível, e embora o Coisa não esteja relacionado a nenhum deles pelo sangue, seu vínculo com todos eles é tão próximo quanto qualquer irmão.

A maioria das equipes tem um vínculo de irmandade e amizade, mas o Quarteto Fantástico é diferente – eles são uma família e reagem às ameaças à família com uma ferocidade e recursos que são chocantes para seus adversários .

Um dos maiores vilões do Universo Marvel

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O Universo Marvel está cheio de alguns dos maiores vilões de todos eles e é difícil dizer quem é o melhor … mas muitos costumam dizer que é Doutor Destino. Victor Voom Doom é a ameaça consumada – um poderoso monarca de seu próprio país, ele é uma das pessoas mais inteligentes do planeta e um feiticeiro poderoso . Sua armadura é tão avançada que lhe permitiu derrubar os deuses e tomar seus poderes.

Enquanto ele lutou contra quase todos os heróis e times de grande peso no Universo Marvel, ele tem um ódio especial por Reed Richards e seus companheiros do Quarteto Fantástico e guarda seus melhores esquemas e armadilhas para eles. 

Um tipo diferente de superequipe

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Outra coisa que diferencia o Quarteto Fantástico de qualquer equipe é o fato de que, embora sejam uma equipe de super-heróis, essa é uma função secundária para eles – eles são, antes de mais nada, uma equipe de exploradores. E foi seguindo essa linha que a equipe receberam seus poderes. O FF explora o universo – espaço, outras dimensões e os domínios da ciência – e mantém tudo a salvo do desconhecido.

Essa equipe trará novos caminhos inexplorados na Marvel Studios, isso significa que, com as próximas fases da Marvel não teremos saturado tão cedo já que suas abordagens serão diversificadas.

Seu filme dentro da franquia abriria infinitas possibilidades assim como o Homem-Formiga e a Física Quântica junto aos Guardiões da Galáxia deram a Saga.

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Semana Heroica #3 | O Dia do Juízo Final

Confira a review da HQ!


Mais uma edição da Semana Heroica, a primeira do ano, e o Quarteto Fantástico bate à porta da Marvel Studios. Kevin Feige ouviu, incluiu Jon Watts no projeto, e o filme está confirmado na Fase 4.

O Critical Room traz os quatro fantásticos pela primeira vez ao site, com uma nova fórmula e mais leve. Mas, nem tudo é Quarteto Fantástico no título, que tal Surfista Prateado? É o Dia do Juízo Final para o mundo todo, e você sabe quem está por trás do grande plano.

Marvels, de Kurt Busiek, com a arte do gênio Alex Ross, é uma minissérie em quadrinhos, lançada no ano de 1994, e contou com quatro edições. Todas as histórias envolvem o fotógrafo Phil Sheldon, que conta como foi cada história, na perspectiva humana, e não dos heróis e vilões. Tocha-Humana, o medo do povo para com a raça Mutante, o Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado unindo forças para derrotar Galactus e o Dia Em Que Ela Morreu, a última edição que lida com a morte de Gwen Stacy.

Analisamos a terceira edição, que contou a história de dominação de Galactus em Nova York, aterrorizando toda a população, e lutando contra os grandes heróis da cidade. Confira acima nossa review do quadrinho.

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Semana Heroica #1 | O que motivou o fracasso do reboot do Quarteto Fantástico?

Quarteto Fantástico (2015) é um dos piores filmes de heróis já feitos.


Quando se fala em Quarteto Fantástico, muitos se lembram daquele clássico e vistoso filme de 2005, onde a Fox sabia, pelo menos, fazer um roteiro decente. Mas, muitos ainda se lembram do reboot de 2015, totalmente inapto de ser chamado de filme e horrível aos olhos dos fãs. Mas, por que foi um fracasso total? O que desencadeou tudo isso?

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Vamos começar do básico, o diretor e a escolha do elenco. Josh Trank, diretor de Poder Sem Limites, parecia ser promissor. E, de fato, era, mas talvez muito novo para um blockbuster de heróis. Já o elenco, que conta com Michael B. Jordan (Tocha Humana), Kate Mara (Sue Storm), Miles Teller (Reed Richards) e Jamie Bell (O Coisa) foi uma boa escolha. Mas, dentro da proposta do filme, não pareciam ser tão dinâmicos quanto os atores da duologia da Fox. Mas, ressalto que, para a proposta do filme, que era trazer uma equipe mais jovem, mais inexperiente e um tanto ingênua, os atores foram boas escolhas.

Josh-Trank-diretor-de-Quarteto-Fantástico
Josh Trank, diretor do filme
Enredo

Pulando para a etapa do enredo, que tinha tudo para ser interessante, mas é esquecível. Recontar a origem mais uma vez do Quarteto Fantástico, já é desinteressante, mas remodelar e transformá-los em jovens do ensino médio, foi um dos piores erros. Talvez isso funcione mesmo para o Homem-Aranha, mas para uma das equipes mais famosas dos quadrinhos da Marvel, não como o esperado. A origem entrelaça os destinos dos quatro personagens, por conta de uma máquina de teletransporte que os leva para outra dimensão. O experimento dá errado, e o resto você já sabe, o ganho dos poderes.

O desenvolvimento de Reed Richards, talvez, seja a melhor coisa do filme, já o restante da equipe… Não é preciso comentar. História rasa, desenvolvimento dinâmico inexistente, roteiro apressado. Três pontos-chaves que podem resumir o pior filme de heróis deste século.

Vilão, visuais e cenas de ação

É justo ver o Doutor Destino novamente, mas, já é a terceira vez que o vemos, numa diferença de 10 anos. Posso estar sendo chato, mas o filme, se não fosse as interferências do estúdio e refilmagens, poderia ter sofrido de uma abordagem muito melhor do que o produto final, trazendo vilões totalmente  diferentes de Doom. Mesmo que a origem do mais voraz inimigo da equipe esteja ligada aos heróis, ele poderia servir de um dos inimigos que faz dupla com algum outro de mesmo poder, ou ser engavetado para uma sequência. 

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Divulgação/20th Century Studios

Outra vez, há um fraco desenvolvimento acerca de um grande personagem. Seus motivos malignos são inexistentes, se tornando apenas num típico vilão genérico, que aparece em apenas uma edição de um quadrinho e nunca mais retorna. 

Falando agora em um geral de visuais, tanto os dos personagens quanto CGI, eles poderiam ser BEM melhores. Levando em consideração a época de Quarteto Fantástico de Tim Story, que possuía efeitos especiais, que pra hoje são medianos, há uma melhora bem considerável. Mas, tudo tem um porém, e neste filme bagunçado, tem poréns até demais. Era pra ser melhor que os anteriores, certo? Era, mas esse não é o caso, e até os próprios uniformes conseguem ser piores do que de costume. Imitando Bryan Singer, com uniformes padronizados em X-Men? Quem sabe. O design imemorável do Doutor Destino, – O Coisa também não está lá “aquelas coisas” as cenas de ação mal coreografadas em muitas sequências, casam com o baixo orçamento que o filme teve – R$ 120 milhões. Mesmo que o foco seja o Quarteto Fantástico, em desenvolver designs e efeitos visuais melhores, esquecem de seu vilão e do restante do longa, para manter a mesma qualidade empregada para a equipe.

O fracasso súbito e a culpa da FOX

Fracasso de crítica, de bilheteria e de audiência, é o caso deste reboot. Mas, a culpa é do diretor e elenco? Não, a culpa é do estúdio. O longa-metragem passou por refilmagens, e teve várias interferências do estúdio. O diretor, Josh Trank, afirmou que “foi como ser castrado”, após ver que editores e produtores do filme estavam mudando uma grande maioria do que ele construiu. Os problemas internos fecharam portas para Trank, que desistiu de dirigir um derivado de Star Wars para a Lucasfilm.

A Fox queria trazer mais leveza ao filme, e de fato trouxe, junto de fracasso. Os problemas na produção, geraram vários rumores negativos acerca do filme, contribuindo para um fracasso total. O filme ganhou R$ 167,9 milhões intencionalmente, mas muito aquém do esperado e dos filmes anteriores. 

Se era pra ser o pior filme de heróis do século XXI e integrar a lista, superando até mesmo Batman e Robin (1997), o reboot de Quarteto Fantástico conseguiu.

Agora, caberá à Marvel Studios produzir uma obra de grande qualidade, para uma das equipes mais marcantes dos quadrinhos de todos os tempos.


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Semana Heroica #8 | Crítica: Liga da Justiça – Ponto de Ignição (2013)

Aviso: Crítica sem spoilers!


Flash viaja no tempo para consertar algo que aconteceu no passado, mas acaba criando uma realidade paralela, onde a Liga da Justiça não existe, o Superman está desaparecido e a Mulher-Maravilha e o Aquaman estão em guerra. Liga da Justiça: Ponto de Ignição é uma animação que se destaca entre todas as outras da DC. Com roteiro baseado na saga de Geoff Johns e Andy Kubert, o longa animado se mantém fiel ao quadrinho de mesmo nome. Com personagens profundos e muito bem desenvolvidos, é nos mostrado uma realidade muito diferente da que estamos acostumados a ver em uma animação de heróis, com detalhe especial para o Batman de Thomas Wayne que rouba a cena nas partes que ele aparece. Também contamos com a presença de cenas de violência muito sangrentas e emocionantes, junto com cenas de guerras com o exército de Atlântida contra as Amazonas, que são muito emblemáticas e bem feitas. Os traços da animação são aceitáveis, mas contém cenas que acabam sendo meio toscas por conta dos desenhos que muitas vezes deixam a desejar. A trilha sonora é bem colocada e ajuda na empolgação durante as cenas de luta, especialmente na cena da batalha entre Aquaman e Mulher-Maravilha. Por último, o roteiro é bem bolado, contando com cenas de viajem no tempo e entre universos que são bem mostrados e com partes que são bem dramáticas por conta dos diálogos que são bem feitos e filosóficos.

Veredito

A animação é muito bem feita e bem fiel ao quadrinho, com personagens incríveis e bem desenvolvidos, com uma trama excepcional, mas infelizmente possui alguns erros que deixam algumas cenas um tanto toscas, mesmo que não interfira na sua experiência. É uma animação essencial para os fãs de super heróis.

8,5/10.


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Semana Heroica #6 | The Flash #139

Uma das histórias mais importantes do Flash.


Enquanto preparava essa matéria, procurei várias histórias do Flash. Poderia ter simplesmente escolhido Flashpoint, mas eu queria algo diferente. Finalmente, pedi a opinião de um amigo e ele me indicou The Flash #139. Optei por seguir o conselho e depois de uma breve pesquisa (e com a ajuda de outro amigo) consegui a scan dessa edição. Agora chega de enrolação e bora para a HQ!

Escrita por John Brooke e ilustrada por Carmine Infantino, a HQ lançada em 1963, conta com um enredo interessante e introduz um dos maiores (senão o maior) vilão do Flash. Estou falando do Professor Zoom, conhecido também como Flash Reverso. Antes de falarmos sobre ele, um breve resumo da primeira parte da história. O Doutor Walter Drake havia enviado uma cápsula do tempo ao século 25, porém, o doutor acabou enviando um relógio atômico, junto com outros objetos da cápsula (incluindo um traje do Flash). Esse relógio se tornaria uma bomba atômica por conta da viagem no tempo que ele passou, e destruiria Central City. Felizmente, o herói consegue ir ao futuro graças a sua esteira de força cósmica.

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Após isso, o vilão da história é apresentado. Professor Zoom era apenas um simples bandido, que admirava o Velocista Escarlate por sua velocidade, mas ao mesmo tempo o odiava por seguir a lei. O que Zoom não esperava, é que a cápsula cairia bem na sua frente, no meio da cidade. Ele aproveita e pega o traje do Flash que estava na cápsula. Com o traje, Zoom consegue utilizar as ondas de super-velocidade para ser o bandido mais rápido do mundo, utilizando a roupa do Flash, só que com as cores reversas e se auto-intitulando como Flash Reverso.

O que o Flash Reverso não esperava, é que o Flash original apareceria e o derrotaria, dando fim a sua pequena carreira. Porém, não era só isso que Barry Allen precisava fazer, já que o relógio atômico iria explodir em poucas horas. Como um raio, Flash procura pelo relógio em toda cidade, até que finalmente o encontra e o leva para o ártico, onde ele finalmente explode. Por fim, o velocista retorna ao presente, sem nem imaginar que voltaria a encontrar o Professor Zoom, ou, Flash Reverso.


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No Instagram, você confere a quinta parte com a indicação da série The Flash!

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Semana Heroica #3 | A importância de Flash de Dois Mundos

Os quadrinhos estavam entrando na Era de Prata, e abandonando a Era de Ouro, reformulando alguns de seus heróis. A DC Comics iniciou a nova era com Julius Schwartz e Gardner Fox revitalizando o Flash e criando Barry Allen, que viria substituir Jay Garrick. O Showcase #4 (1956),  quadrinho o qual apareceu pela primeira vez Barry Allen e mostrou sua origem, foi o primeiro passo de uma nova era que duraria até meados dos anos 70.

Heróis como Jay Garrick e Al Pratt, são substituídos por Barry Allen e Ray Palmer, sendo o Flash e o Átomo, respectivamente. Com a duração da Flash Comics de 1940 a 1949, Jay Garrick foi um dos grandes personagens das histórias da DC nos anos 40, assim como Superman, Mulher-Maravilha e Batman. Sua criação, em 1940, se deu por Gardner Fox e Harry Lampert, e anos mais tarde, Fox viria a escrever a clássica Flash de Dois Mundos, unindo Jay e Barry.

O quadrinho de 1961 pode ser considerado um dos mais importantes da histórias da editora, pois foi nele que houve a introdução da Terra-2, e consequentemente, a descoberta de que Flash poderia fazer um tipo de salto de uma terra para outra. Fox fez com que antigos e novos heróis pudessem coexistir e também se encontrar. Isso abriu várias opções para a DC Comics num futuro não tão distante, que usou o conceito de duas terras e expandiu para três na série mensal de Liga da Justiça da América, e logo pra mais e mais terras, assim recebendo o nome de Multiverso. E partindo deste princípio, foi posto em jogo a Crise nas Infinitas Terras, e com certeza, Flash de Dois Mundos deu uma grande ajuda para que isso pudesse acontecer.

Com Gardner Fox, Jay Garrick também envelheceu, dizendo que tem sido o Flash há mais de 20 anos. Colocando a data real na ficção, e o real em si também, na Terra-1 que é a de Barry, Jay é simplesmente um herói de quadrinhos criado por Gardner Fox, além de ser o ídolo de Barry. E já aposentado, ele teria de voltar a ativa por conta d uma onda de crimes que está acontecendo em Keystone City, cidade de Jay que fica na Terra-2.

O então chamado Joel Ciclone e o Velocista Escarlate unem forças para derrotar o Sombra, o Violinista e o Pensador. É até engraçado pensar que, um herói de quadrinhos para nós em 1940, é o ídolo de Barry Allen, que também já leu a Flash Comics. Jay Garrick protagoniza um quadrinho no mundo fictício dentro de um quadrinho no mundo real. E são essas informações que o mantém vivo e que seu trabalho não foi esquecido, conectando a Era de Ouro com a Era de Prata, e o autor com sua criação.

Não há, aqui, uma história profunda para explicar o conceito de dois mundos, sendo apenas uma introdução e afirmando que é possível viajar para uma outra terra. Brevemente, também, foi contada a origem dos dois Flashes, e mostrou com clareza como Barry Allen parou em Keystone City. Isso, claro, deu uma boa ideia ao final para o antigo Flash, após ter derrotado seus vilões, que fariam parte também da história de Barry.

Com a existência de Gardner Fox no Universo DCBarry relata para Iris West sua ida ao mundo de Jay, e ela diz que “os leitores gostariam de saber o que houve”, mas Flash fala que ninguém iria acreditar, possivelmente vindo de um jornal que cobriria toda Central City, mas um homem iria. O velocista tem a brilhante ideia de contar para o quadrinista Gardner Fox sua aventura na Terra-2, já que foi ele quem criou o primeiro Flash, e assim, ele poderia escrever tudo em uma revista em quadrinhos. Curioso, não?


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Você pode conferir no início do artigo o CR Comics apresentando Wally West, sua origem, seus feitos e o que teve de passar por ser o substituto de Barry após a Crise. Essa foi a segunda parte da Semana Heroica.

A primeira parte da Semana Heroica aconteceu no Instagram e você quem decide qual o melhor Flash:

Semana Heroica #8 | Crítica: Homem-Aranha 2 (2004)

Alerta: SPOILERS! Desça e leia por sua conta e risco.


Homem-Aranha 2 mostra o herói dividido entre seu sonho e sua responsabilidade.


Não é mistério para ninguém que Homem-Aranha 2 é uma das melhores adaptações de quadrinhos que já foram feitas para o cinema, e que também, consagrou o ator Tobey Maguire e o próprio diretor Sam Raimi. com ambos mostrando sua visão do Cabeça de Teia para o cinema. Não é fácil falar sobre um filme como este, já que ele é tão especial, não só garantindo uma grande legião de fãs, mas porque é um dos mais lembrados com carinho pelo público que cresceu vendo o super-herói de Maguire.

Seguindo o sucesso do primeiro filme, ainda lançado em 2002 e usufruindo da mesma fórmula, alterando poucas coisas, a sequência mostra Peter Parker mais maduro como pessoa e herói, morando sozinho e lidando com aluguéis, trabalhando para tentar se sustentar e estudando para garantir seu futuro. Todo este conjunto está bem empregado no longa e mostra a vida dupla que o garoto leva. Salvar Nova Iorque por horas indeterminadas quando Homem-Aranha, estudar, trabalhar e ter motivos para se preocupar com sua tia May (Rosemary Harris) quando Peter – não podemos excluir seu amor por Mary Jane (Kirsten Dunst), a quem ele não consegue trazer para si e contar seu maior segredo.

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Uma vez dedicado aos estudos, Parker ainda é brilhantes, mas se torna relaxado, por conta de ser o Homem-Aranha. Toda essa dualidade é difícil para ele, não conseguindo equalizar tudo. Para piorar a situação, os constantes ataques do Clarim Diário contra o Homem-Aranha o deixam ainda mais pra baixo e nervoso, já que não reflete o que ele é e o que faz. Por outro lado, a situação financeira de sua tia não está nada bem, podendo perder a casa após não pagar a hipoteca ao banco. Além disso, ao descobrir que sua melhor amiga e paixão pode estar saindo com alguém, ele se sente frustrado, começando sua derrocada como herói. 

O pontapé inicial para que ele se sentisse ainda mais estressado e frustrado foi quando, Mary Jane o convida para assistir sua peça, e devido a uma fuga de bandidos e sua atuação como Aranha, ele se atrasa e é proibido de entrar. Mas a tristeza e decepção o toma quando ele vê sua melhor amiga estar nos braços de outro homem, que coincidentemente é filho de J.J Jameson (J.K Simmons), seu chefe no Clarim. Essa decepção despertada em Peter atinge seus poderes, o deixando sem eles e acreditando que sua carreira poderia ir caindo quanto à isso.

Após idas e vindas, sendo ignorado por MJ e tendo conhecido seu ídolo, Otto Octavius (Alfred Molina), que seria o tema de seu trabalho na faculdade acerca do projeto de energia renovável, ele é convidado a ver a experimentação que Otto faria no próximo dia, aberto ao público. E não poderia dar mais errado. O começo do teste foi bem sucedido, usando o trítio para seu projeto, que foi financiando por Harry Osborn (James Franco) e a Oscorp. Com um simples erro matemático, tudo veio por água abaixo, e quando o Homem-Aranha tenta intervir e salvar Otto, já era tarde após o choque que tomou, destruindo o chip inibidor, que lhe dava o total controle de seus tentáculos de metal. A partir de um incidente trágico, nasce o Doutor Octopus, um dos vilões mais marcantes do personagem nos quadrinhos.

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“O poder do sol na palma da minha mão

Corrompido por seus tentáculos e seu maior sonho, Otto invade o banco e tenta roubá-lo, mas não esperava que Peter estivesse lá, e em instantes, o Homem-Aranha surge para confrontar seu inimigo pela primeira vez. Ambos estavam se conhecendo, suas habilidades e estilo de luta, o que garantiu aos dois, maior poder para uma outra batalha. A repetição aqui é colocar novamente a doce Tia May em perigo nas mãos de um vilão. No primeiro filme, o Duende Verde (Willem Dafoe) fez isso. Mas não tira nenhum brilhantismo do filme e só acrescenta ainda mais o drama de Parker no filme.

Para decretar sua decepção, ao ter que ir trabalhar em um evento que reuniu John Jameson (Daniel Gillies), o namorado de MJ, a surpresa está por conta do anúncio de casamento entre os dois e seu melhor amigo, Harry, descontando sua raiva por Peter ser leal ao Homem-Aranha, de quem tira as fotos. A patrulha após o evento, em vez de servir para acalmá-lo, só serviu para deixá-lo ainda mais preso em seu medo e fazê-lo perder os poderes. Estaria em suas mãos decidir o que deve fazer. Sua consulta médica abriu novos olhares, e a ilusão com seu tio Ben (Cliff Robertson) deixou claramente que ele era só um garoto acadêmico, que desistiu de ser o Homem-Aranha para viver sua vida e seus sonhos. Essa cena em convencional, é uma das mais emocionantes e arrepiantes da história do Homem-Aranha nos cinemas, ainda fazendo uma clara referência a HQ Homem-Aranha: Nunca Mais!

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Melhorando seu relacionamento com Mary Jane e com sua tia, além de sempre estar chegando na hora nas aulas da faculdade, Peter era uma nova pessoa, totalmente diferente do velho Peter. Até mesmo conseguiu assistir a peça de sua amiga, mas não foi o suficiente para que ela mudasse de ideia sobre o casamento. Toda esta melhora resultou em uma grande confiança, mas ainda assim, ele tentava se desviar de crimes recorrentes, até que não conseguiu em uma das partes do filme, e como Peter Parker, salvou uma menina de um prédio em chamas. “Coragem”, foi a definição do bombeiro, que ainda contou que um homem morreu em outro andar. Naquele momento, Parker viu o quão era necessário ter o Homem-Aranha na cidade. Não só esse momento, mas a conversa com sua tia, que emociona, o convence ainda mais a voltar a ser o herói. Pequenas coisas o fizeram ganhar uma grande confiança.

Seu retorno e a volta dos poderes s deu quando sua amada entra em perigo, justamente nas mãos do Dr. Octopus, seu grande inimigo no longa. A raiva que tomou conta de Peter, ajudou-o a recuperar seus poderes e voltar como o Teioso. Totalmente, a sequência da luta sobre o trem, é a melhor já feita na trilogia, pois ambos os personagens se entregam, já que cada um conhecia suas habilidades. Toda essa batalha frenética, resultou em Peter parando o trem antes que chegue no fim da linha. É realmente incrível a entrega de Maguire nessa cena. Descrever a cena, é quase impossível, pois passa aos espectadores a importância do herói para os cidadãos de NY, que o ajudam e demonstram seu carinho, após ele esgotar todas as suas forças para salvar os passageiros, colocando em risco seu alter ego. O sacrifício foi reconhecido pelas pessoas, que o carregaram como um verdadeiro herói. E todo o conjunto anterior já mencionado para ganhar mais confiança, e a promessa dos passageiros de que não contariam a identidade à ninguém, faz o Homem-Aranha acreditar que as pessoas ainda são boas.

Vale lembrar que, quando os garotos entregam a máscara, a faixa de Danny Elfman, Farewell, do primeiro filme, começa a tocar, denotando a leveza e o sacrifício de um garoto para salvar centenas.

“Ele é só um garoto, da idade do meu filho”.

Envolvendo a trama de Otto e conectando com a subtrama do ódio do Harry pelo Aranha, que seria resolvida no próximo filme, o final do longa se aproximava, com uma grande reviravolta no terceiro ato, o qual seus melhores amigos descobrem sua identidade. A luta final também não deixou a desejar, e Peter revela a identidade também para seu vilão e ídolo, vendo que, mesmo corrompido pelos tentáculos, Otto ainda era uma boa pessoa no fundo. É isso que o Homem-Aranha tenta fazer; fazer com que as pessoas vejam o melhor de si.

Desistindo daquilo que Otto mais sonha, ele afunda sua máquina e salva a cidade. Por outro lado, Peter também desiste do que ele mais quer na vida, que é namorar a MJ, dizendo que ambos não poderiam ficar juntos, já que ele sabe que terão mais inimigos. Isso mudou totalmente a opinião dela na hora de se asar, deixando seu noivo esperando no altar e correndo para os braços daquele que a ama.

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Homem-Aranha 2 brilha em atuação e um roteiro bem construído, tornando o herói e seu vilão mais humanizados do que nunca, com os problemas da sociedade em si e de suas vidas em particular. Tobey Maguire e Alfred Molina entregam aqui, tudo de si, com uma atuação de grande nível de ambos os atores, dramatizando seus personagens ainda mais. Será difícil ver um futuro filme do herói onde o protagonista e o antagonista atuam no mesmo nível.

Não podemos esquecer da clássica trilha de Danny Elfman, sendo este sua última composição para o Homem-Aranha. Toda a leveza e o tom heroico, fazem o ambiente do filme, e que realmente combina com ele. Torna tudo mais épico, especial e memorável, como o web-swing no final, repetindo o final de Homem-Aranha 1.


Veredito

Realmente, não é fácil descrever uma das grandes obras-primas dos filmes de heróis, e há muita coisa ainda que poderia ser falada aqui, mas não foi, como a preparação de terreno para o novo filme, que teria seu melhor amigo como vilão. Mas, pode ficar para uma outra matéria ainda mais detalhada. 

Em suma, Homem-Aranha 2 acerta em tudo que há de bom na mitologia do herói, mostrando a essência do personagem, que inspirava outras pessoas e que também era um humano, assim como todos nós. Sam Raimi consegue usufruir de tudo que as HQs do personagem oferecem, indo do visual do herói aos problemas de um acadêmico. A estrela de Tobey Maguire brilha, assim como a de Alfred Molina, sendo um dos melhores trabalhos dos atores em toda sua carreira, se não for o melhor.

Não só aspectos na história ou elenco, mas o visual, a fotografia do filme e especialmente a trilha sonora, fazem com que a obra seja especial e gratificante, moldando toda a ambientação do filme e o tornando ainda mais inesquecível pelos fã; e que fazem de Homem-Aranha 2 uma real obra-prima a ser desfrutada por todos.

10/10.


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Semana Heroica #6 | Homem-Aranha: Do Pior ao Melhor Filme

É corriqueiro ver discussões como: Quem é o melhor Homem-Aranha? Qual é o melhor filme do herói? O que é normal, pois o personagem passou por diferentes versões no cinema, que marcaram gerações distintas de fãs do Amigão da Vizinhança. Há quem prefira um ao outro, aliás é natural que um dos personagens mais populares dos quadrinhos gere discussões.

Dito isso, como fizemos com o Superman e com o Batman, resolvemos listar do pior ao melhor filme do maior herói da Marvel, o Homem-Aranha. Lembrando que contamos na lista apenas os filmes solo do herói, ou seja, não contamos as participações do personagem em Capitão América: Guerra Civil e nos dois últimos filmes dos Vingadores.

Confira abaixo:

8. O Espetacular Homem-Aranha 2: A Ameaça de Electro (2014)




Após a recepção morna do primeiro filme, a segunda investida de Marc Webb com o personagem decide ir por caminhos bem diferentes de seu antecessor. Aqui, Webb opta por um melodrama bem piegas e um tom bem cartunesco – algumas sequências do longa chegam a lembrar um desenho animado.

Mas esse não é um cartunesco no bom sentido, os personagens são tão caricatos que chegam a soar o ridículo. Os vilões do Electro de Jamie Foxx e o Duende Verde de Dane DeHaan são os que mais sofrem com isso, sem nenhum carisma. Com um tom inconsistente e vilões fracos, este filme foi responsável por derrubar a promissora franquia de Andrew Garfield como o Cabeça de Teia.

7. Homem-Aranha 3 (2007)



A produção de Homem-Aranha 3 sofreu de um impasse entre o diretor Sam Raimi e o produtor Avi Arad, os problemas de bastidores acabaram sendo refletidos na tela. A vontade de Raimi em contar com o vilão Abutre foi de encontro com o desejo de Arad em colocar o Venom para agradar o público de fãs do personagem. O resultado? A primeira aparição de Venom no cinema foi desastrosa, com uma subtrama completamente desleixada – aliás, subtramas mal desenvolvidas é o que não falta neste filme.

Nem tudo é de todo mal, no entanto, e existem coisas interessantes em Homem-Aranha 3. Como, por exemplo, o emocionante arco do Homem Areia de Thomas Haden Church, ou mesmo o marcante traje preto do Homem-Aranha. Contudo, são coisas que não conseguem salvar a bagunça de planejamento que foi o longa.

6. Homem-Aranha: Longe de Casa (2019)


Longe de Casa conta com tudo que faz o MCU ser o sucesso que é: uma trama divertida, bom humor, personagens carismáticos e boas cenas de ação. É inegável que esse modelo da Marvel Studios é assertivo, tanto que o último filme do Aranha chegou a bater US$ 1 bilhão na bilheteria. Um grande sucesso.

No caso, Peter Parker embarca numa viagem pela Europa com seus amigos, contudo, surgem inimigos e contratempos que vão atrapalhar a viagem do herói – e fazer a diversão do espectador. Aqui, vemos também o quão a vontade está Tom Holland no papel do Amigão da Vizinhança, provando mais uma vez que a escolha pelo jovem ator para ser o intérprete do personagem foi a decisão ideal. O que pode pesar contra Longe de Casa é que, provavelmente, o longa seja um dos menos memoráveis do herói, pra não dizer esquecível.

5. O Espetacular Homem-Aranha (2012)


O desafio do reboot da franquia dirigido por Marc Webb era grande: suceder a trilogia de sucesso de Sam Raimi que marcou toda uma geração. A obra, claro, não supera os filmes de Tobey Maguire, mas conta com uma reimaginação do personagem e com grandes momentos. Vejo que, muitas vezes, o longa é criticado injustamente pelos fãs.

Aqui, Peter Parker é skatista, não é o nerd da turma e é cinéfilo – pode-se ver um pôster de Janela Indiscreta em seu quarto. As mudanças podem desagradar alguns, mas é algo novo, que difere o personagem da versão de Tobey Maguire. O longa conta com um inspirado visual sob a iluminada Nova York e conta com belas cenas de ação, como, por exemplo, a marcante cena em que o herói salva o garoto na ponte. Afora a inegável química entre Andrew Garfield e Emma Stone, formando um excelente par como Peter Parker e Gwen Stacy. Garfield, aliás, talvez não seja o melhor Homem-Aranha, mas é, com certeza, o melhor ator que interpretou o personagem.

4. Homem-Aranha: De Volta ao Lar (2017)


Com a derrocada de O Espetacular Homem-Aranha 2 surgiu a oportunidade de um novo reboot do Aranha, agora pela parceria entre Sony e Marvel Studios, fazendo o personagem ser inserido no universo cinematográfico da Marvel, junto de Homem de Ferro e outros heróis da editora da Casa das Ideias.

O legal dessas obras é que cada versão é bem diferente uma da outra, e a versão de Tom Holland não foge disso. Agora, o herói se torna realmente o Amigão da Vizinhança, agindo no Queens e solucionando pequenos casos, apenas tentando crescer como herói e se tornar um Vingador. E como já dito antes, Tom Holland foi a escolha ideal para o papel do Cabeça de Teia. O jovem ator tem um grande carisma e atua de maneira divertida na dinâmica colegial imprimida pelo diretor Jon Watts. E essa dinâmica adolescente funciona tão bem que rola até referência ao clássico Curtindo a Vida Adoidado, do mestre John Hughes.


3. Homem-Aranha no Aranhaverso


Essa animação foi uma grande surpresa e fez tanto sucesso que venceu o Oscar de Melhor Animação de 2019. Fez tamanho sucesso que popularizou o personagem Miles Morales na cultura pop. O longa tem como seu protagonista o jovem Miles, que, ao ser picado por uma aranha radioativa e ganhar poderes, começa a andar com outras versões do personagem vindas de outras dimensões. Com uma ideia tão interessante, a obra abre margem para a interessante interação de Miles com personagens curiosos como o Homem-Aranha Noir de Nicolas Cage e até mesmo o Porco-Aranha.

Ver Miles interagindo com os outros e aprendendo o que é ser Homem-Aranha com o velho Peter Parker chega ser gratificante, ainda mais para o fã do Aranha. O longa mescla ainda o bom humor com um bom arco dramático de seu protagonista. Em suma, Homem-Aranha no Aranhaverso é um filme que entrega tudo que o fã do personagem anceia e merece ver.

2. Homem-Aranha (2002)


Ao contrário de O Espetacular Homem-Aranha 2, o tom cartunesco funciona muito bem aqui. É como se os quadrinhos de Stan Lee fossem transportados para a tela. Vale lembrar que a primeira investida do Homem-Aranha no cinema quase foi dirigida por James Cameron, e poderia contar com Leonardo Di Caprio para viver Peter Parker. Mas nada disso ocorreu, o escolhido para a direção foi Sam Raimi, antes o diretor da franquia Evil Dead, e para viver o herói o escolhido foi Tobey Maguire – escolhas certeiras.

Raimi comanda aqui uma aventura com momentos memoráveis e personagens marcantes. Rosemary Harris viveu a doce Tia May e JK Simmons deu vida ao rabugento J.J. Jamenson. Afora Willem Dafoe como Duende Verde, um dos vilões mais marcantes da franquia. Todas caracterizações perfeitas de acordo com a ideia de encenação cartunesca de Raimi. Essa foi a primeira vez que vimos o Aranha nas telonas, onde foi introduzido os personagens que tanto amamos e momentos que ficaram marcados no imaginário popular.

1. Homem-Aranha 2 (2004)


Não tinha como ser outro. Homem-Aranha 2 é, com certeza, uma das melhores adaptações de quadrinhos do cinema. Temos aqui um dilema que vemos raras vezes em obras do gênero: deixar de ser Homem-Aranha para poder viver uma vida normal como cidadão ou exercer sua responsabilidade de usar seus poderes para o bem comum? São coisas como esta que engrandecem a grande obra de Sam Raimi.

Este conflito permeia por todo o filme, fazendo o herói até perder seus poderes por um breve momento – sendo o resultado de sua alto insegurança. Ora, além desse conflito interno, Peter precisava conciliar sua vida no trabalho e na faculdade com sua vida amorosa com Mary Jane, e ainda cuidar de sua tia envelhecida. Tudo isso aproxima o personagem do espectador cidadão comum ao mesmo tempo que carrega a essência do herói, que é exatamente ser essa pessoa real com problemas comuns pra resolver. Fora tudo tocado com precisão pelas hábeis mãos de Sam Raimi.


Semana Heroica acontece uma vez por mês, durante uma semana, focando em algum personagem dos quadrinhos, para falar sobre quadrinhos, games, filmes e sua origem ou um vídeo falando sobre algum quadrinho, essas últimas no canal do Critical Room.

A quinta parte aconteceu no Instagram e você quem decide qual é o melhor filme do Homem-Aranha:

Confira a segunda parte da Semana Heroica, que aconteceu no CR Comics:

Semana Heroica #4 | Marvel’s Spider-Man

Lançado em 2018 para PS4, Marvel’s Spider-Man é um jogo sobre o Homem-Aranha com todas as características do herói, desde seu senso de responsabilidade até a rica galeria de personagens que foram muito bem aproveitados. Tudo isso mesclado a um combate fluído e um web-swing que realmente lembram movimentos que o Aranha realiza em suas HQs.

Focando na galeria de personagens, o visual dos vilões foi reformulado, mesmo assim respeitando o material original:

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Além do traje do próprio Homem-Aranha, a Classic Suit é linda e a Advanced Suit é inovadora.

Personagens como Mary Jane, Tia May e Miles Morales são personagens bem trabalhados, mesmo que sejam coadjuvantes na história. A MJ, principalmente recebeu uma abordagem completamente diferente do convencional, já que transformaram ela numa repórter do Clarim Diário e a tornaram independente, o mesmo ocorre com a May, que além de ser independente, ajuda várias pessoas através do instituto F.E.S.T.A.

A relação de Octavius e Peter como mestre e mentor é um dos grandes pontos do jogo, já que os dois eram melhores amigos e depois se tornaram inimigos mortais, tudo por conta do desejo de vingança de Octavius e a manipulação que ele sofreu por conta dos tentáculos. Você percebe que o Otto não é uma pessoa ruim, mas o seu desejo por vingança mudou tudo e o tornou um super-vilão, que acaba entrando em conflito com a única pessoa que ainda ao seu lado, Peter Parker.

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Doutor Octopus ou Otto Octavius

E assim como em outras mídias, a figura de Peter Parker foi muito bem trabalhada, mostrando todas as dificuldades de ter duas vidas completamente diferentes, uma como herói e outra como uma pessoa comum. Esse dilema é trabalhado no jogo até o final, quando Peter tem que escolher salvar a vida de sua tia ou salvar a cidade. O conflito entre as duas vidas completamente diferentes acaba resultando num final triste, com a morte da May, que em seu leito de morte, revela que sempre soube do segredo de Peter, dando ainda mais profundidade a trama do jogo.

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Marvel’s Spider-Man “pegou” vários elementos da franquia Arkham, mas conseguiu entregar um jogo sensacional do Homem-Aranha, com um roteiro e personagens muito bem trabalhados. Então, sim, o jogo pegou elementos da franquia Arkham, mas conseguiu por mérito próprio, alcançar o título de melhor jogo do Homem-Aranha e melhor da jogo da Marvel.


Semana Heroica acontece uma vez por mês, durante uma semana, focando em algum personagem dos quadrinhos, para falar sobre quadrinhos, games, filmes e sua origem ou um vídeo falando sobre algum quadrinho, essas últimas no canal do Critical Room.

Confira a segunda parte da Semana Heroica, que aconteceu no CR Comics:

Semana Heroica #3 | Homem-Aranha

O Homem-Aranha foi criado na década de 60 por Stan Lee e Steve Ditko, fazendo sua estreia na revista Amazing Fantasy #15, e pouco tempo depois, ganhou sua própria revista. O herói fez muito sucesso, principalmente entre os jovens, porque era o primeiro herói adolescente que não era apenas um ajudante de outro herói, mas sim o próprio protagonista de sua própria história. E o melhor de tudo, ele era apenas um cara normal que teve a sorte (ou azar) de ter adquirido aqueles poderes. A questão é que já naquela época, o personagem era visto como “inspiração”, principalmente pelo público nerd que sofria bullying e que estava acostumado com um herói musculoso e perfeito, ao contrário de Peter Parker, um adolescente que era herói nas horas vagas. Mas o fator que tornava Peter Parker tão identificável, era de que como ele era um rapaz tímido e inteligente, e quando colocava o traje, isso tudo mudava e ele se tornava alguém mais confiante.

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E com essa confiança, surgiam as famosas piadinhas que saíam nos momentos certos para tentar desequilibrar o inimigo, o problema é que essa questão de piadas é levada muito a sério pelos fãs, que pensam que o personagem tem que lançar uma nova piada a cada cinco minutos, e se não tiver piadinha, não é o Homem-Aranha. A questão aqui é que o Homem-Aranha não é um comediante de Stand Up pra ficar lançando piadinha toda hora. No início de carreira, Peter só usava esse método para ter mais confiança e deixar o medo de lado, e hoje ele só manda essas “brincadeiras” nos momentos certos, não igual ao Deadpool, que literalmente faz um comentário sarcástico a cada dois quadros. Para finalizar, sim o Homem-Aranha é um herói bem humorado, mas não é comediante pra ficar lançando piada toda hora.


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Confira a segunda parte da Semana Heroica, que aconteceu ainda ontem, no CR Comics:

Semana Heroica #8 | Crítica: Constantine (2005)

Aviso: Crítica sem spoilers!


O ocultista e exorcista John Constantine (Keanu Reeves) tenta garantir seu lugar no paraíso enviando demônios de volta ao inferno, mas seu destino está ligado ao de Angela (Rachel Weisz), uma policial que investiga o suposto suicídio de sua irmã gêmea.

O longa dirigido por Francis Lawrence tem pontos altos e baixos e infelizmente não é tudo o que esperávamos. O filme tenta se basear na HQ Hellblazer, que conta com a presença de Constantine nela. Porém, ele não segue os mesmos padrões do quadrinho.

Para começar, o figurino do filme não é ruim, mas ele é bem diferente do visual usado por Constantine nos quadrinhos; mas ele continua mostrando um visual mais desajeitado de John. É preciso falar do visual do Anjo Gabriel (Tilda Swinton), que é um tanto interessante, mostrando uma mulher usando roupas masculinas e possui parte do cabelo raspado, visando o que dizem sobre os anjos não possuírem sexos diferentes.

Os efeitos especiais do filme são bons e agrada o telespectador, principalmente em cenas que Constantine vai ao inferno e é atacado por demônios. A fotografia do filme é bem interessante, pois ela sempre mostra um lado obscuro de tudo, com tons de cor mais escuros, fazendo com que o filme fique com uma pegada mais sobrenatural.

A trilha sonora nem sempre está presente e não possui nada tão marcante, mas nas cenas em que ela é precisa ela funciona bem. Por outro lado, as cenas de ação são boas, mas o filme não conta com muitas delas também, o que faz com que o filme fique mais pro lado do suspense.

Falando sobre suspense, esse é um ponto que é bem interessante, mostrando como Constantine vive ao lado de anjos e demônios de uma forma mais aberta. Mas há momentos em que o roteiro do filme falha, e muitas das vezes o suspense não funciona, fazendo o filme possuir algumas cenas tediosas.

Por fim, a atuação de Keanu Reeves é boa, pois ele possui algumas coisas que nos lembra de como o Constantine é, com certa arrogância e deboche.


Veredito: O filme ao todo não é ruim, mas ele possui partes que faz que o telespectador fique meio desconfortável por conta de cenas sem graça e sem algo que a mantenha viva. Mas ele conta com cenas muito bem feitas e bem diferentes do que estamos acostumados a ver sobre anjos e demônios, e como Constantine vive no meio disso. É um filme divertido e bem interessante, mas com algumas falhas que incomodam.

6,5/10.


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Confira o vídeo de origem do personagem:

Semana Heroica #7 | Hellblazer – Hábitos Perigosos

Como todos sabem, John Constantine é um dos personagens que mais fuma no universo DC Comics, o caçador de demônios adora um cigarro em qualquer hora e lugar, chegando a fumar mais de 30 cigarros por dia, isso tudo desde os 17 anos, quando ele foi para Londres. Porém, como todos sabem, fumar não é uma boa opção, principalmente quando se é um viciado como o próprio Constantine. Esse vício sem limites acabou garantindo um câncer de pulmão no mago, e essa é a história de Hábitos Perigosos, uma das melhores histórias do personagem.

Depois de desistir de um tratamento convencional, Constantine visita um velho amigo que possa curá-lo. Brendan é esse amigo, um bêbado que mora num farol afastado das grandes metrópoles que vendeu sua alma por bebidas. Constantine pensou que seu amigo podia ajudar ele, mas Brendan também estava com câncer e procurava que Constantine pudesse ajudá-lo. Depois disso, os dois bebem de maneira descontrolada, para aproveitar os últimos momentos, antes do toque frio da morte tirar suas vidas. Brendan mostra uma espécie de poço com água benta, que após uma sessão de magia, se transformou numa poça de cerveja, porém, Brendan morre, e o demônio que comprou sua alma finalmente aparece, mas Constantine engana o próprio diabo e salva a alma de seu velho amigo,  condenando a si mesmo.

Depois de procurar ajuda e falhar, Constantine percebe que o único que pode tirá-lo daquela situação é ele mesmo, e após uma despedida, ele finalmente coloca seu plano em ação. Ele vendeu sua alma para outros demônios e quando a hora de sua morte chegou, eles vieram cobrar sua alma, porém todos queriam a alma de Constantine. Isso fez com que eles entrassem em conflito, e um conflito entre demônios podia acabar com o inferno, e eles não queriam isso, portanto eles curam Constantine de seu câncer, apenas para não entrar em uma batalha mortal. Constantine enganou o próprio demônio e saiu com vida. Saiu com estilo:

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No epílogo, o mago reencontra Kit, a ex-namorada de Brendan, os dois conversam até que John Constantine lembra das despedidas e precisa concertar isso. Ele logo se lembra de Matt, que estava em estado terminal. Ele corre até o hospital para se despedir do velho amigo, que por sorte ainda estava vivo, porém não por muito tempo, já que ele morreu na frente de Constantine e isso o abalou muito. O mago pede para Kit se afastar dele, porque todos os seus amigos morreram, mas ela se recusa e permanece com ele.

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Hábitos Perigosos certamente é uma das melhores HQs do personagem (se não for a melhor), e mesmo com esse resumo, vale a pena conferir a obra.


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Confira o vídeo de origem do personagem:

Semana Heroica #6 | Qual é o melhor intérprete do Constantine?

Excêntrico, cínico, arrogante e golpista, as características de um dos personagens mais marcantes do selo Vertigo. John Constantine é muito bem explorado nos quadrinhos mais maduros da DC Comics, e ganhou um bom foco para animações, mas e em live-action, quem seria o intérprete perfeito para o anti-herói?

Devemos voltar há mais ou menos 15 anos atrás, quando Constantine estreava nos cinemas, com Keanu Reeves no papelConsiderado por muitos um ótimo filme por conta da atuação do ator, e muito bem lembrado pelos fãs, tornou-se um filme cult ao passar dos anos. Porém, seu erro está justamente na fidelidade do personagem, algumas mudanças no roteiro, que também não é perfeito e a polêmica mudança de gênero do anjo Gabriel, interpretada por Tilda Swinton. Todo este conjunto da obra fez com que o filme fosse um fracasso em bilheteria e recebesse críticas mistas da imprensa.

Mesmo estando na memória dos fãs, é nítido a falta de fidelidade do filme perante aos quadrinhos Hellblazer. Mesmo ainda viciado por tabaco, marca registrada do Constantine, o visual não lembra em nada o personagem de Alan Moore, que não se contenta com o filme – e com razão. O filme pode ter uma grande atuação por parte de Reeves, mas falha em sua proposta de enredo e torna o Constantine do filme um personagem imemorável em seu visual.

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Visualmente, o Keau Reeves não lembra em nada o Constantine, mas Matt Ryan sim. Com toda a certeza, o melhor intérprete do Constantine se situa na série de mesmo nome e Legends of Tomorrow. O personagem muito bem interpretado pelo ator britânico, é muito bem visto também pelos fãs, que elogiam tanto sua aparência quase idêntica ao personagem, quanto seu figurino, usando o sobretudo clássico do anti-herói.

Sua série solo não conseguiu deslanchar, pouco agradando os fãs na questão de poderes em que o anti-herói usa muito, o que não é visto nos quadrinhos, apenas em casos isolados, e também na restrição do estúdio quanto ao hábito de fumar do Constantine. Mas, isso tudo é um pouco esquecido em Legends of Tomorrow, havendo mais liberdade para John fumar e com grandes possibilidades de ter um câncer de pulmão.

O roteiro da série é algo a ser discutido, pois consegue apresentar um ótimo universo construído por David S. Goyer (Trilogia Cavaleiro das Trevas) e Daniel Cerone. Em audiência a série foi muito bem, mas foi cancelada por conta das normas da NBC, justamente a de mostrar pessoa fumando.

Matt Ryan interpreta um Constantine tão enigmático quanto é mostrado nos quadrinhos, e consegue manter a mesma forma fiel às HQs, sendo arrogante, viciado por tabaco e também um golpista de primeira. 

Além das séries, o ator empresta a voz ao personagem nas animações em que ele aparece, sendo o dublador oficial do britânico. Seu último trabalho foi em Liga da Justiça: Guerra de Apokolips, última animação de leva Novos 52. O ator já demonstrou interesse também em interpretar o anti-herói na série live-action da Liga da Justiça Sombria. E quer saber? Ele merece!

Matt Ryan é o Constantine por inteiro, e é o ator perfeito para interpretar o personagem.

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Mais cedo, no Instagram, aconteceu uma enquete para decidir qual o melhor intérprete do Constantine.

Confira o vídeo de origem do personagem:

Semana Heroica #4 | A primeira aparição de John Constantine

O personagem criado por Alan Moore, Stephen Bissette e John Totleben, apareceu pela primeira vez em Monstro do Pântano Vol 2 #37, em 1985. Ninguém jamais imaginaria que o britânico de sobretudo seria um dos maiores amigos e parceiros do Monstro do Pântano nos quadrinhos da Vertigo Comics.

Britânico, destemido e fumante, o Constantine foi apresentado por Moore à sua característica, um arrogante de primeira – Moore é de vez em quando. Em sua primeira aparição, há um homem loiro cheio de contatos pelo mundo. Ele mesmo afirma que seus contatos estão interligados, desde a Inglaterra até o estado de Wisconsin. Contatos humanos, mas mesmo assim, com um pitada de sobrenatural.

A irmã é um de suas amigas, que sempre procura por John caso tenha algum problema místico. Nem mesmo conversando dentro do convento, Constantine larga o cigarro. Seu vício por tabaco vem desde sua convivência com hippies no início da década de 1980. Com certeza, isso ele levou bem.

Ao saber de Abby e Alec, já se transformando no Monstro do Pântano, sua primeira missão foi auxiliar o Monstro do Verde em Gótico Americano. Ao longo de 14 edições, os dois trabalharam juntos, e viriam a surgir problemas como o culto Brujeria, organização a qual ambos derrubariam.

“Se importa se eu fumar?”

Pouco há para se falar em sua primeira aparição, mas, seu cinismo, sarcasmo, arrogância e individualismo é mantido até hoje, desde sua primeira aparição em 1985. São poucos mais de 30 anos, mantendo a mesma conduta de golpista e mestre do ocultismo, que sempre consegue o que quer, pelo preço certo. O Constantine viria a ter sua própria revista em quadrinhos em 1988, intitulada de Hellblazer, sendo conhecido por este nome até os dias atuais.


Semana Heroica acontece uma vez por mês, durante uma semana, focando em algum personagem dos quadrinhos, para falar sobre quadrinhos, games, filmes e sua origem, essa última no canal do Critical Room.

A abertura da Semana Heroica aconteceu na segunda:

A parte #3 aconteceu ainda ontem. Veja:

Confira o vídeo de origem do personagem:

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Semana Heroica #9 | Crítica: Logan (2017)

No ano de 2029, onde os mutantes estavam quase sendo extintos, vemos que Logan (Hugh Jackman), também conhecido como Wolverine, está envelhecendo, pois o adamantium que está fundido em seus ossos criou um tipo de doença que enfraquece seu fator de cura, fazendo com que quanto mais Logan envelhece, mais fraco seu corpo vai ficando. Para que Logan consiga comprar alguns medicamentos, ele passa os dias trabalhando como motorista de limousine. Ele e o mutante Caliban (Stephen Merchant) vivem em uma fábrica abandonada, onde cuidam do Professor Xavier (Patrick Stewart) que está com uma doença neurodegenerativa, o fazendo perder o controle de seus poderes. Tempo depois aparece uma enfermeira que precisa da ajuda de Logan para escoltar Laura (Dafne Keen), uma garota de 11 anos, também conhecida como X-23, que está sendo caçada por um grupo de mercenários.

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Logan é um filme que mistura ação e drama de uma forma muito positiva, mostrando um mutante debilitado que sofre tanto fisicamente como emocionalmente, pois carrega muita coisa em seu passado. Mesmo com tudo isso, o filme mantém cenas de ação violentas e incrivelmente bem feitas, e isso faz com que cada vez que Logan tire as garras seja uma emoção diferente.

Todas as cenas de ação são bem sangrentas, violentas e muito bem coreografadas. Era isso que queríamos em um filme do Wolverine. Em todas as cenas em que vemos Logan em ação, vemos suas expressões extremamente marcantes e que não podem faltar no personagem.

Hugh Jackman fez um trabalho incrível, que passa as emoções do protagonista para os telespectadores, fazendo com que sintam tudo o que Logan está sentindo. O Wolverine de Jackman jamais será esquecido e sempre estará nos corações dos fãs, assim como Patrick Stewart sempre será Professor Xavier, e que teve uma atuação sensacional no filme.

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Apesar de todo o drama do filme, o longa contém algumas cenas de alívio cômico que Laura nos entrega, uma personagem extremamente necessária, que quebra um pouco do drama e que possui habilidades como a de Logan. Suas cenas são muito divertidas de ver, pois é quase uma novidade assistir uma criança de 11 anos esquartejando mercenários. Também contém cenas, as quais Logan tem um forte laço paterno com Laura, que faz com que o público se envolva completamente com esses personagens.

A fotografia do filme é um ponto muito alto, pois a ambientação é bem utilizada, junto com o movimento de colocação da câmera e posições dos personagens. Com um ambiente meio desértico, sua fotografia lembra muito a de filmes de faroeste. O movimento da câmera em cenas de ação são ótimos, pois é bem colocada em relação aos de Logan.

A trilha sonora também chega a ser muito interessante, pois o filme não conta com muitas músicas de fundo, ele conta mais com o som do ambiente, que ajuda a manter certo drama nas cenas.

Não só estes detalhes técnicos anteriores, mas a maquiagem e os efeitos práticos do filme são muito bem feitos e introduzidos, fazendo com que o telespectador veja o quão velho e debilitado Logan está. O longa não conta com muito uso nos efeitos especiais, é apenas usado em partes que seja de extrema importância, como em algumas cenas de ação, no uso do poder do Xavier ou do Wolverine, mas, é mais usado o efeito prático, que consegue trazer uma sensação mais real de tudo o que está acontecendo.

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Com certeza, o roteiro do filme é o melhor de todos os filmes de super-heróis da Marvel, tanto que recebeu uma indicação ao Oscar para Melhor Roteiro Adaptado. Logan encerra os filmes do Wolverine de maneira muito triste e emocionante, com um desfecho incrível e que será impossível de esquecer.


Veredito

O filme é incrível, contém cenas de ação espetaculares, um drama pesado e muito bem desenvolvido. É um encerramento digno de uma série de filmes, e que promete que pode haver mais filmes do mesmo universo. Palavras não são o suficiente para descrever a importância e a qualidade de Logan.

10/10.

Semana Heroica #8 | Os melhores e os piores filmes com o Wolverine

Um dos grandes heróis dos quadrinhos da Marvel e dos X-Men, o Wolverine foi bastante utilizado nos cinemas, desde os filmes dos anos 2000 dos X-Men com Bryan Singer, até seu último filme solo, Loga, lançado em 2017. O personagem foi interpretado por Hugh Jackman durante 17 anos, sendo o ator que interpretou um herói dos quadrinhos por mais tempo.

Mesmo que o Wolverine de Jackman não tenha um uniforme que seja fiel ao dos quadrinhos, o ator com certeza marcou ao longo de seus 10 filmes, incluindo participações especiais. Nessa lista, os destaques serão apenas os 7 filmes em que o ator teve uma participação maior.


7. X-Men Origens: Wolverine

Sem dúvidas, é o pior filme de toda a franquia dos X-Men já feitos, mas também não é grotesco. Lançado em 2009, tendo direção de Gavin HoodX-Men Origens: Wolverine conta a origem do personagem e também de seu vilão, Dentes-de-Sabre. O longa não deixa de ter as referências dos quadrinhos do Carcaju, com o mesmo conseguindo ganhar suas garras de Adamantium e todo seu esqueleto ter o mesmo metal, que reforça ainda mais sua força e fator de cura. O filme em si, tem um ótimo desenvolvimento na primeira parte, mas se perde do meio para o final. Não é nem preciso citar o personagem que aparece no final… Mas, para um filme de origem, o começo retratou muito bem o nascer de um personagem, assim como foi proposto nos quadrinhos.

6. X-Men 3: O Confronto Final

Com tantos erros e acertos, numa produção que teve troca de diretor, com Matthew Vaughn, que teria oportunidade anos mais tarde de dirigir o brilhante X-Men: Primeira Classe, para o diretor Brett RatnerBryan Singer, que dirigiu X-Men 1 e 2, não voltaria, já que estava encarregado de trazer o Superman para os cinemas novamente, com Superman: O Retorno. Mas, isso não fez ser o pior filme de toda a franquia dos X-Men, mas foi o mais fraco da antiga trilogia. Explorando a Fênix Negra de uma melhor forma que o filme de 2019, o Wolverine foi mais uma vez o protagonista do longa. Nos filmes de Bryan Singer Brett Ratnerele seria o líder perfeito da equipe.

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Divulgação/Fox

5. Wolverine – Imortal

Baseado no quadrinho de Frank Miller e Chris Claremont, em que o Wolverine viaja ao Japão, o longa se passa após os acontecimentos de X-Men 3: O Confronto Final, com Logan vivendo longe da civilização. Deprimido após matar Jean Grey, a personagem Yukio o encontra num bar, a pedido de Yashida, que foi salvo pela bomba atômica de Nagasaki. O velho estava com um câncer e prestes a morrer. Yashida oferece a mortalidade para Logan, e em troca, o japonês seria imortal. Logan recusa e toda a trama começa. Para sobreviver e frustrar os planos de Yashida, pois sabia que ele não usaria seus poderes para o bem, Wolverine enfrenta o Samurai de Prata e vence, matando o velho. A batalha final é uma das melhores batalhas travadas por Logan.

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4. X-Men: O Filme

O primeiro filme de Bryan Singerque iniciou toda a leva de filmes dos Mutantes, estreou nos anos 2000, modelando os novos filmes de heróis para a virada do século. Com um elenco de peso, a história do filme envolveu uma das maiores rivalidades dos quadrinhos, o Professor Charles Xavier contra o vilão Magneto. É neste mesmo filme que Logan é salvo por Ciclope e Tempestade, e recrutado para a equipe que tenta trazer a paz entre mutantes e humanos. Por outro lado, o senador Robert Kelly tenta criar um Ato de Registro de Mutantes, que forçaria todos os mutantes a revelarem suas identidades e seus poderes. Em todos os anos de batalhas, Logan nunca imaginaria que entraria para uma equipe de mutantes, e enfrentaria um homem capaz de controlar o metal, inclusive do seu corpo. Ao final, com a ajuda de Tempestade, Jean Grey e Ciclope, Wolverine derrota Magneto e acaba com a máquina do vilão, que transformava humanos em mutantes.

3. X-Men 2

X-Men 2 é considerado o melhor filme da trilogia antiga, pela sua trama e desenvolvimento, e que começa a todo vapor, com Noturno tentando assassinar o presidente dos Estados Unidos. Isso não passava de um golpe feito pelo coronel William Stryker, que tinha como pretexto invadir o Cérebro na Mansão X, conseguindo arrancar informações preciosas do Magneto na prisão de plástico. Na invasão de suas tropas à Mansão X, Wolverine, o mais experiente da equipe, defendeu os alunos e demais mutantes, conseguindo fugir com eles em seguida. Usando seu filho telepata, Jason, o coronel consegue controlar o Professor Xavier para que encontre e mate todos os mutantes do mundo. Os X-Men, se unindo a Magneto, conseguem derrotar Stryker e salvar Xavier. Logo, Magneto e seu grupo fogem, e a equipe de heróis também, mas, não contavam que os controle do X-Jato falhassem. Jean Grey salva a equipe. Com a missão cumprida, Charles Xavier entrega os arquivos relacionados à Stryker ao presidente.

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2. X-Men: Dias de um Futuro Esquecido

X-Men: Dias de um Futuro Esquecido é um dos melhores filmes da equipe já feitos. O longa une a antiga geração e a nova de uma forma brilhante, além de ter Bryan Singer na direção. Toda a trama é focada em alterar a linha do tempo, com Wolverine voltando em 1973, para salvar os mutantes e a humanidade serem destruídos pelos Sentinelas em 2023. A construção da obra baseada no quadrinho de John Byrne e Chris Claremont, consegue se superar em muitos momentos, trazendo uma sociedade dividida entre mutantes e humanos. Em 1973, Logan deveria convencer Charles e Magneto a se unirem em prol da defesa do planeta, e reverter o assassinato de Trask por Mística. Raven, por sua vez, continuou com seu plano e apenas mudou de ideia no final, após atirar em Magneto,  que controlou as Sentinelas e derrotou o Wolverine e o Fera. O fim do Wolverine em 1973 foi no fundo do rio. Mas, com a linha do tempo alterada, Logan acorda em 2023, com toda a equipe dos X-Men viva, até mesmo Jean Grey. Mais uma vez, o baixinho é um dos grandes protagonistas do filme.

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1. Logan

Ah, esse filme… uma obra de James Mangold que sela o fim do ciclo de Hugh Jackman no papel, o fim do personagem e de todos os X-Men. O que falar de Logan, além de elogiá-lo como merece? A obra – que é literalmente uma obra-prima, conquistou a crítica e o público, chocando a todos com o desenvolvimento proposto no filme. O Wolverine está doente, pois o adamantium de seu corpo o envenena dia após dia. À medida em que ele envelhece, fica mais fraco. Além de cuidar de si, foi o único que restou para cuidar de Charles Xavier, que sofre também de uma doença, o fazendo perder controle de seus poderes telepáticos. No meio de um de seus trabalhos, Logan Xavier ficam encarregados de cuidar de uma menina chamada Laura, uma das crianças salvas do projeto X-23, o qual transformam crianças em mutantes, com poderes de outros. Em uma de suas paradas, Logan vê Charles morto na cama da casa em que se hospedaram. O clone, X-24, havia o matado. Este mesmo iria vir a matar Logan ao final, restando apenas Laura e as crianças para tentarem manter o legado dos mutantes ainda no mundo.

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Semana Heroica acontece uma vez por mês, durante uma semana, focando em algum personagem dos quadrinhos, para falar sobre quadrinhos, games, filmes e sua origem, essa última no canal do Critical Room.

A parte #5 aconteceu no Instagram. Confira:

Semana Heroica #7 | 5 HQs do Wolverine

Criado em 1974 por Lee Wein, o Wolverine era apenas um coadjuvante, que fez sua estreia em The Incredible Hulk #180. O personagem seria completamente esquecido se não fosse Chris Claremont e Dave Cockrum, que decidiram introduzir o personagem aos Novos X-Men em 1975, mas foi apenas com a entrada de John Byrne que o personagem ganhou um estilo arrojado, confiante e um pouco arrogante, tudo isso misturado com a fúria assassina do personagem. Depois disso, o Carcaju sempre esteve ligado a equipe de mutantes, se tornando um integrante fundamental, e claro, ganhando seus próprios quadrinhos. Confira algumas das obras que o personagem protagonizou durante esses anos:


5. Wolverine Origem

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Com roteiro de Paul Jenkins e desenhos de Andy Kubert, “Wolverine Origem” foi lançada em 2001 em formato de minissérie em 6 edições. A obra mostra a infância de Logan, ou melhor, a infância de James, o real nome do personagem, que foi criado numa família rica no Canadá, e o “surgimento” de seus poderes após um evento traumático envolvendo sua família. A partir daí, ele tem que abandonar sua antiga vida, acompanhado de Rose, uma amiga e um interesse romântico.

4. Arma X

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Publicada em 1990 e com roteiro e desenhos de Barry Windsor-Smith, a HQ conta a história de como Logan ganhou suas garras e ossos revestidos de Adamantium, mostrando seu sequestro para servir de cobaia para o experimento “Projeto X“, do momento em que ele deixou de ser um mutante para se tornar uma verdadeira arma de guerra, uma verdadeira Arma X.

3. Eu, Wolverine

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A dupla Chris Claremont e Frank Miller lançaram uma das obras mais famosas do personagem, com a famosa introdução “Sou o melhor no que faço, mas o que faço não é muito agradável“. Eu, Wolverine, foi lançada em 1982, e conta a saga de Logan que parte rumo ao Japão para conquistar sua amada Mariko, porém ele acaba se envolvendo com gangues japonesas e o próprio Tentáculo. Para conseguir, ele precisa provar seu valor se quiser conquistar o coração de sua amada.

2. Inimigo do Estado

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O Wolverine é uma das maiores armas que a S.H.I.E.L.D tem a sua disposição, mas o que aconteceria se essa arma mudasse de lado? É isso que a HQ com roteiro de Mark Millar e desenhos de John Romita Jr e Klaus Janson trouxeram em 2005, um Wolverine que sofreu uma lavagem cerebral e agora está sob controle da HYDRA e do Tentáculo. E se não bastasse, o principal plano dessas organizações criminosas é assassinar os maiores heróis da terra e trazê-los de volta a vida, mas como agentes da HYDRA, assim como foi feito com o Wolverine, a Arma X.

1. O Velho Logan

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Publicada em 2009, com roteiro de Mark Millar e desenhos de Steve McNiven, a HQ O Velho Logan conta uma história sombria, onde os heróis do mundo inteiro caíram, e o Wolverine foi um dos poucos que restou, mas ele se recusa a usar suas garras, mantendo essa promessa por longos 50 anos. Mas quando sua família é ameaçada pela Gangue do Hulk após não ter pago suas dívidas sua única saída é partir em uma jornada perigosa ao lado de Clint Barton, o velho Gavião Arqueiro, que promete pagar uma quantia em dinheiro se Logan o ajudar a levar um carregamento secreto até Nova Babilônia, cruzando o território dos EUA e revisitando os lugares onde os heróis e a esperança de todos caíram; ao mesmo tempo em que Logan relembra a noite em que tudo deu errado e os vilões tomaram o poder.

Bônus – O Incrível Hulk #340: Círculo Vicioso

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Com roteiro de Peter David e arte de Todd McFarlane, Círculo Vicioso é um dos embates mais emblemáticos entre o Hulk e Wolverine, já que o X-Men estava passando por uma fase de reconstrução e tentando ser mais racional. Enquanto o Hulk estava buscando vingança contra todos que o menosprezaram no passado, o Carcaju é um dos primeiros da lista.


Essa foi a lista de algumas HQs do Wolverine, é uma lista pequena se formos analisar toda a história do personagem, que conta com vários arcos famosos e vilões inesquecíveis. Confira a matéria sobre a primeira aparição do Carcaju, seus games e o CR Origens sobre o personagem:

A parte #5 aconteceu no Instagram. Confira:

Semana Heroica #6 | 5 jogos com participação do Wolverine

Wolverine certamente é um dos X-Men mais famosos e queridos da equipe. Essa fama fez o baixinho canadense ganhar filmes, HQs e até jogos! Desde o SNES até o PS2. Confira 5 jogos que o Carcaju ganhou ao longo dos anos!


5- Wolverine (NES)

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“Wolverine” foi um jogo produzido pela Software Creations e lançado em  1991 para o “Nintendo“. No game, o anti-herói é capturado pelo Magneto e seu arqui-inimigo Dentes-de-Sabre, e preso numa ilha. O objetivo do jogo é derrotar os inimigos e enfrentar os dois vilões no fim do game. Alguns X-Men também fizeram rápidas aparições na obra, como Jubileu, Havok e Psylocke. Porém, o jogo foi criticado por sua falta de fidelidade e um alto nível de dificuldade.

4- Wolverine – Adamantium Rage (SNES, Sega Genesis)

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“Wolverine – Adamantium Rage” é um jogo produzido por duas empresas diferentes, a Tenny Wenny Games (que fez a versão de SNES) e Bits Studios (responsável pela versão de Sega Genesis). O jogo lançado em 1994 para o Super Nintendo e Super Genesis apresentava algumas diferenças em relação a história, e também em relação aos vilões, já que a versão de Super Genesis apresentava o Dentes-de-Sabre, enquanto a de SNES não. Fora isso, a história era igual e mostrava o Wolverine indo atrás de respostas, após uma transmissão ter revelado algo de seu passado misterioso. A versão de Super Nintendo recebeu críticas mistas, enquanto a de Super Genesis recebeu críticas bastante negativas.

3- X-Men Mutant Apocalypse (SNES)

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X-Men Mutant Apocalypse” foi um dos primeiros jogos dos mutantes que a Capcom produziu. Lançado para Super Nintendo em 1994, o jogo dos mutantes contava com 5 personagens (Ciclope, Fera, Psylocke, Wolverine e Gambit), onde cada personagem tinha uma fase própria, baseado nas habilidades do mutante escolhido. No jogo, o Professor X envia seus X-Men para Genosha, onde o Apocalipse está mantendo vários mutantes como reféns. Porém, depois de derrota-ló, Magneto surge prometendo causar caos em Genosha. No fim, o vilão é derrotado numa batalha épica. Em seu lançamento, o game foi considerado como o melhor jogo dos mutantes já lançado, com gráficos de alta qualidade para época.

2- X2: Wolverine’s Revenge

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X-Men 2: Wolverine’s Revenge” é um jogo multiplataforma lançado para PS2, GameCube, Xbox, GBA, PC e Mac. Ele foi produzido pela Genepool Software e lançado em 2003, ano do lançamento do segundo filme da franquia X-Men. O jogo mostra o Wolverine nas instalações do projeto Arma X, em uma busca por respostas enquanto é atacado por todos os lados, tendo a participação de vilões como Magneto, Lady Deathstrike, Dentes-de-Sabre, Fanático, etc. O jogo teve uma boa recepção para as versões de GBA e PS2.

1- X-Men Origins: Wolverine

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Baseado no filme de mesmo nome ‘X-Men Origins: Wolverine’ é um daqueles raros casos onde um jogo baseado num filme fica bom. Desenvolvido pela Raven Software e lançado em 2009 para PC, PS2, PS3, Xbox 360, Wii, Nintendo DS e PSP, o jogo seguia a história do filme de mesmo nome, porém com uma jogabilidade digna de um jogo do Wolverine, já que é possível desmembrar seus inimigos de várias maneiras, sendo o mais violento possível! Além do sistema de habilidades, o jogo contou com trajes alternativos e novos vilões. O game recebeu críticas positivas, mas ficou um pouco repetitivo e com uma dificuldade bem baixa.


Curtiu a lista? Confira o novo vídeo do canal sobre o Wolverine e a matéria sobre sua primeira aparição!

A parte #5 aconteceu mais cedo no Instagram. Confira:

Semana Heroica acontece uma vez por mês, durante uma semana, focando em algum personagem dos quadrinhos, para falar sobre quadrinhos, games, filmes e sua origem, essa última no canal do Critical Room.

Semana Heroica #4 | A primeira aparição do Wolverine nos quadrinhos

Wolverine deu as caras pela primeira vez no quadrinho O Incrível Hulk #180 (datado em Outubro de 1974), mas ele aparece apenas no último quadro da última página da HQ, fazendo com que os leitores ficassem curiosos sobre quem era esse personagem. Até que ele estreou finalmente na edição #181.

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Mas tinham algum propósito para criarem esse personagem?

Sim, pois os quadrinhos dos X-Men haviam sido cancelados nos anos 70, e com isso, alguns mutantes acabaram fazendo aparições apenas nas HQs de outros heróis. Porém, tempo depois teve uma previsão do retorno dos X-Men que estava programado por Roy Thomas (editor-chefe da Marvel). Sendo assim, o roteirista Len Wein e o desenhista Dave Cockrum teriam que fazer novos mutantes para a futura HQ Giant Size X-Men. Com isso, eles queriam um mutante raivoso que fosse para o quadrinho do Hulk, que seria então reaproveitado nas páginas dos X-Men, e esse mutante era Wolverine.


Algumas curiosidades:

O nome Wolverine é por causa de um animal que tem um comportamento ranzinza e bem baixinho, exatamente como o Wolverine é retratado.

Seus poderes eram para ser apenas força e resistência sobre-humana, ele não teria fator de cura e suas garras não sairiam dos seus braços e sim das suas luvas. Mas isso foi mudado em The Uncanny X-Men #98, de 1976, onde foi mostrado que suas garras saíam de dentro dos seus braços. E nessa mesma HQ, foi a primeira vez que Wolverine apareceu sem máscara.

Foi em The Uncanny X-Men #120 de, 1979, que Wolverine finalmente revela seu nome, Logan.


Wolverine foi essencial para a Marvel, pois ele foi um dos personagens que motivaram os produtores para que continuassem a produzir HQs dos X-Men. E a Marvel estava precisando de um personagem mais bruto e estressado, mas que todos gostassem dele de alguma forma.


Confira o CR Origens do Wolverine, destaque na Semana Heroica: