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Review: Infinite Frontier | Esquadrão Suicida #2 (2021)

Siga ordens!


Preparando terreno para o novo filme, o título do Esquadrão Suicida no Infinite Frontier, nova fase da DC, está ficando cada vez mais interessante. Incluindo novos vilões totalmente descartáveis, mas que possuem alguma habilidade útil para Amanda Waller, o grupo está fazendo jus ao nome.

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Robbie Thompson está roteirizando este título, e coloca em pauta como é ser um membro do Esquadrão Suicida em uma missão de resgate e fuga do Asilo Arkham – ainda mais, quando um gás do riso é solto por toda a instalação. O pacote era William Cobb, o Garra, membro controlado pela Corte das Corujas e um assassino de grande porte. A segunda edição continua logo de onde parou a primeira, com o Pacificador e o Garra abrindo caminho para a fuga. É claro que eles receberam uma equipe de apoio – péssima, por sinal, mas que foi eficaz -, e conseguiram sair com vida.

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O começo da segunda edição tenta explorar um pouco o Pacificador, de nome Christopher Smith, um diplomata que recebeu a oferta de buscar a paz para o mundo das mãos de Waller. Ele é o líder da equipe, e substitui muito bem o coronel Rick Flag, que está preso por conta de um desentendimento com a Waller. É realmente prazeroso ver o Pacificador sendo um líder, já que ele tem um dom para isso, e muito peito para confrontar quem pode explodir sua cabeça. Será muito legal, caso haja um motim do Pacificador e de Flag contra Amanda Waller. Dois homens que buscam paz a qualquer preço.

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É impossível deixar de comentar sobre os novos traços desta fase da DC. São mais belos, detalhados e profundos, caso comparemos com o Future State. Um grande acerto da DC em trazer o artista Eduardo Pansica para a nova equipe criativa, que ainda conta com o colorista Marcelo Maiolo, que parece adorar adicionar cores quentes além do clima sombrio do Arkham e de Gotham.

Esquadrão Suicida #2: Ataque ao Arkham, finaliza este primeiro arco da equipe de vilões e desajustados do DCU, e promete entregar ainda mais emoção em seu próximo arco, que irá caçar um velocista na Torre dos Titãs.

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Review: iCarly (1×01)

Aviso: Review sem spoilers!


iCarly não perde a graça em seu revival.


Para muitos, iCarly fez a infância de quem vivia ligado na Nickelodeon, ou quando passava pela TV aberta. A era de ouro das séries sitcom adolescentes durou por uma década na Nick, com iCarly, Drake & Josh, Brilhante Victória e muitos outros programas, que duraram por duas ou mais temporadas. Sabendo da quantidade de fãs que iCarly possui, a Paramount+, junto da Nickelodeon, anunciaram um revival com a volta dos protagonistas do original, e isso não poderia dar mais que certo.

O primeiro episódio, intitulado de ‘iStart Over’, traz Carly Shay (Miranda Cosgrove), Spencer (Jerry Trainor) e Freddie (Nathan Kress) dez anos depois do fim do canal da jovem celebridade. Todos os três possuem uma nova vida, com trabalho, relacionamentos e novos amigos. Porém, essa nova vida não parece ser agradável para Carly. Ser uma celebridade, ter atenção de toda a mídia jovem e conhecida por isso, parece ser o “hobby” de Carly, e a aposentadoria não é a melhor maneira.

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Tivemos um primeiro vislumbre das duas novas personagens: Harper (Laci Mosley) e Millicent (Jaidyn Triplett). É uma apresentação confortável das duas personagens, mas que ainda não parecem terem se encontrado para o programa. Porém, não podemos avaliar tanto a questão destas novas personagens, pois seria injusto já que o desenvolvimento e por uma temporada toda, com episódios beirando os 25 minutos.

Entretanto, o que mantém o primeiro episódio engraçado, é a presença das idiotices de Spencer, que é o grande destaque e supera Carly e Freddie. As risadas ao fundo em algumas piadas de Carly não fazem efeito algum, mas com Spencer, possuem sentido. Ele é uma espécie de irmão gênio-idiota, e será o alívio cômico do revival. Claro, com Trainor ainda mais confortável no papel do que antes, Cosgrove também possui grande brilho como a protagonista da série, e quase tudo gira em redor dela. Mas, com tantos elogios, há um ponto negativo que seria Kress como Freddie. Ainda está perdido, e não sei ao certo se é o ator, ou propriamente o personagem, que está no fundo do poço. E por incrível que pareça, Sam não faz tanta falta no programa, por conta da lacuna ter sido preenchida por Spencer.

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Há um futuro brilhante para o novo iCarly, que terá um trabalho pela frente para desenvolver suas novas personagens, para que caiam nas graças dos fãs. Com um primeiro episódio ajustando o passado para retomar os velhos hábitos, o revival referencia muito bem o original, sem bagunçar o que já foi apresentado.


Veredito

O revival de iCarly é uma dádiva para os fãs mais apaixonados pela sitcom, que ansiavam em ver mais deste programa. Com poucos pontos negativos e muitos acertos em seu começo de temporada, iCarly tem de tudo para ser tão bom quanto suas temporadas  anteriores.

8/10.


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Review: Loki (1×01)

Aviso: Review sem spoilers!


O deus da mentira está de volta.


Quando Vingadores: Ultimato foi lançado nos cinemas em 2019, além de colocar um ponto final em um saga de mais de 10 anos, também trouxe questões sobre o futuro desse universo. Como fica a Feiticeira Escarlate após a perda do Visão? O que Sam Wilson fará com o escudo do Capitão América? E, principalmente, onde está Loki, depois de ter pego o Tesseract? Essa última pergunta começou a ser respondida nesta quarta-feira (9) com a estreia de Loki no Disney+.

O primeiro episódio da série do deus da trapaça começa já de forma caótica, quando Loki é preso pelos agentes da AVT (Autoridade de Variação Temporal) por ter alterado a linha do tempo, após escapar com o Tesseract em 2012.

Loki vai à julgamento recebe a oferta de trabalhar com a organização sob supervisão do agente Mobius M. Mobius interpretado pelo carismático Owen Wilson. O personagem está em uma jornada para prender uma misteriosa figura que também anda rompendo a linha do tempo e causando problemas. E assim começa uma das mais ambiciosas jornadas da história da Marvel.

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Loki está muito carismático neste primeiro episódio,graças a incrível atuação de Tom Hiddleston,o personagem ganha profundidade e camadas nunca vistas antes. Se ele já roubava a cena nos filmes do Thor, aqui há espaço o suficiente para que o ator vá fundo na exploração do deus da trapaça.

A interação do vilão com o Agente Mobius é um dos pontos altos neste primeiro episódio. Os diálogos afiados entre os dois variam entre hilários e emocionais, o que mostra a força não apenas de Hiddleston e Wilson, como também do roteiro.

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Escrito pelo ótimo Michael Waldron (Rick and Morty), o texto é sem dúvida uma das grandes diferenças de Loki em relação às outras produções da Marvel. O enredo do primeiro episódio retoma a jornada do protagonista ao mesmo tempo em que apresenta novos personagens, organizações e conceitos cativantes dignos de um sci-fi grandioso. E faz isso sem deixar o público perdido, ou sendo didático demais, problema que os filmes e séries da Marvel vêm enfrentando há algum tempo.


Veredito

Loki traz um roteiro glorioso ,com humor que lembra The Office e Community. Também traz cenários encantadores e deslumbrantes como a própria AVT, além personagens interessantes e cativantes. Porém, principalmente, traz o deus da trapaça, de volta em grande estilo.

10/10.


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Review: Infinite Frontier | Moça-Maravilha #1 (2021)

Yara Flor volta ao Brasil em nova fase da DC.


Após uma estreia brilhante no Future State, Yara Flor, a Mulher-Maravilha de um futuro não tão distante, ganha sua primeira edição na fase Infinite Frontier. Com a criadora Joelle Jones no comando do quadrinho, sendo a roteirista e a artista, Yara Flor terá sua origem contada e será muito mais explorada do que nas duas edições de seu título no Future State.

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O Universo DC parece ter mudado de rumo com Diana Prince deixando de ser a Mulher-Maravilha da Liga da Justiça, sendo substituída por sua mãe, a rainha Hipólita, e Núbia se tornando a nova rainha de Themyscera. Os tempos estão mudando, e agora Yara Flor assume o papel de Moça-Maravilha, podendo ser a substituta de Donna Troy – ainda não sabemos se ela fará alguma participação no título da Moça-Maravilha.

A trama do quadrinho gira em torno de explicações da origem de Yara, e a leva direto para o Brasil, explorando lugares como Foz do Iguaçu, no Paraná. Ver o Brasil sendo representado pela DC mais uma vez, é algo reconfortante. Ao mesmo tempo que mostra Yara no Brasil, a primeira edição de Jones deixa explícito a nova rainha de Themsycera, as amazonas de Bana-Mighdall, e também os deuses gregos, como Zeus, Hera e Eros. Porém, as amazonas não poderiam deixar de ter ligação com Ares, e aparentemente, é ele quem assassina algum membro familiar de Yara – talvez sua mãe -, após a mesma se colocar na frente da jovem, impedindo que o deus da guerra a matasse. Não é revelado a identidade do homem, mas pelo traje e seu elmo, diria que é muito parecido com Ares. Em próximas edições, poderemos ter uma revelação em si.

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Não poderia também deixar de elogiar a belíssima arte do quadrinho, com traços para toda a nova fase, ainda mais detalhados, assim como o DC Renascimento. Em comparação com o Future State, há uma melhora absurda, com cenários ainda mais profundos e cores revigorantes de Jordie Bellaire. A arte do quadrinho é um deleite visual para os grandes leitores de Mulher-Maravilha.

Moça-Maravilha #1, na nova fase do Infinite Frontier, é uma leitura obrigatória para quem quer saber mais sobre Yara Flor, e se faz importante para construir sua origem. Apesar de deixar escondido alguns nomes, e personagens que serão mais explorados nas próximas edições, o título de Yara Flor está em boas mãos com Joelle Jones no comando da equipe criativa. Um futuro ainda mais promissor no DCU aguarda pela Moça-Maravilha brasileira.

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Divulgação/DC Comics

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Review | Arqueiro Verde: Ano Um (2007)

Aviso: Review sem spoilers!


A origem do Arqueiro Esmeralda.


De todos os heróis da DC Comics, o Arqueiro Verde é um dos que mais me chamavam a atenção, porém nunca li muitas HQs que foram protagonizadas por ele. A única que eu havia lido foi justamente a HQ roteirizada por Alan Moore, Olimpíadas Noturnas.

Porém, quando me disseram para fazer uma review de apenas uma obra da imensa história do Arqueiro, admito que fiquei perdido, pois eu queria ler todas as HQs protagonizadas pelo playboy Oliver Queen, porque todas elas pareciam ser excelentes. Mas, como todos já sabem, eu consegui escolher uma, graças ao conselho de um amigo que é um verdadeiro fã do herói. Ele também ficou na dúvida, mas me recomendou essa, Arqueiro Verde: Ano Um.

Assim como o clássico Batman: Ano Um de Frank Miller, Arqueiro Verde: Ano Um se propõe a recontar a origem do herói. Com uma introdução magnífica, a HQ começa com o pé direito ao apresentar um Oliver Queen despreocupado com a vida (literalmente). O playboy não muda mesmo com os conselhos de seu guarda-costas Hackett, que tenta colocar um pouco de juízo no jovem bilionário.

Mas durante um evento beneficente, Oliver acaba abusando das bebidas e passando por um verdadeiro vexame. Envergonhado, ele decide zarpar com o iate ao lado de Hackett. Nessa etapa da HQ, Oliver demonstra estar querendo passar por uma mudança e deixar de ser tão inconsequente, mas Hackett acaba interrompendo temporariamente esse sonho de mudança, já que o guarda-costas revela ter roubado uma quantia de dinheiro de seu ex-patrão. Depois de uma briga, Hackett vence e joga o corpo de Oliver no mar.

A única coisa que Hackett não esperava era que Oliver iria sobreviver graças as correntes marinhas que carregaram seu corpo até uma ilha misteriosa. Oliver percebe que não está sozinho naquele local, já que ele acaba encontrando um povoado misterioso que foi atacado e destruído. Por sorte, Oliver encontra materiais para fazer um arco, que ele acaba usando para sobreviver naquele local.

Vale ressaltar a arte de Jock, que fez um ótimo trabalho na caracterização do primeiro “traje” do Arqueiro. Outro ponto é o próprio roteiro da obra, que agora apresenta um Oliver Queen muito mais maduro e “feliz”, já que aquele modo de vida é perfeito para o herói, que reconhece isso.

É muito interessante ver essa mudança que o personagem teve, já que se compararmos com a primeira aparição do Oliver na obra, ele é quase irreconhecível e chato, ao contrário do que ele se tornou na ilha, um verdadeiro guerreiro. Outro fator bastante interessante é que Hackett acabou gerando seu maior inimigo, já que Oliver usa o seu ódio contra seu ex-amigo para sobreviver naquela. O desenrolar da obra é muito bom, mas como o início da matéria já disse, essa é uma review sem spoilers!


Veredito

Com uma trama envolvente e uma arte que acompanha o tom da história, Arqueiro Verde: Ano Um consegue recontar a origem do Arqueiro Esmeralda de maneira brilhante, mantendo a essência do personagem e adicionando novos elementos à história do herói.

Avaliação: 5 de 5.

Semana Heroica é um projeto exclusivo do C.R, que acontece uma vez a cada três meses, focando em algum personagens do quadrinhos da DC/Vertigo ou Marvel. Durante uma semana, a Semana Heroica tem a proposta em trazer diversos conteúdos do personagem escolhido, entre artigos, indicações de quadrinhos, vídeos e demais outros assuntos.

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Review: Legends of Tomorrow (6×01)

Alerta: SPOILERS! Desça e leia por sua conta e risco.


Legends of Tomorrow tem estreia promissora em novo ano.


A temporada de estreias da DCTV finaliza com a sexta temporada de Legends of Tomorrow, a última série do Arrowverse a estrear. Com um bom tempo de preparação, o novo ano já nos apresenta a um mundo totalmente novo para as Lendas, que continuam a consertar a história, para que ela não mude seu rumo. Na nova temporada, não está sendo muito diferente.

Seguindo os eventos do último episódio da quinta temporada, no qual Sara (Caity Lotz) foi abduzida por alienígenas, as Lendas se dão conta do sumiço de sua capitã, só após Mick (Dominic Purcell) despertar Ava (Jes Macallan), informando que todos estavam sumidos. É claro que ambos saíram para encontrar cada membro, mas no final, não esperavam que Sara não estaria mais ali, e havia sido abduzida.

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A trama do primeiro episódio intitulado de ‘Ground Control to Sara Lance’, deixa bem claro: Resgatar Sara dos aliens. Porém, não contavam com a surpresa de que um velho conhecido é um dos sequestradores. Com certeza, essa decisão tomada pelos roteiristas pegou os fãs de surpresa, e ainda mais curiosos para saber a origem do personagem. Por outro lado, se o resgate de Sara não obteve sucesso, os aliens, agora, estão soltos pela história e a equipe precisa consertar a linha do tempo. Isso não é a primeira vez que acontece, já sendo a marga registrada de Legends of Tomorrow.

Este primeiro episódio, apresenta ainda mais uma dinâmica bem fluida da equipe, mesmo após a saída de seu membro que servia de alívio cômico, Ray Palmer (Brandon Routh). É claro que, ainda há muito mais a ser explorado durante a temporada, como a amizade de Nate (Nick Zano) e Behrad (Shayan Sobhian), a paternidade de Mick, o relacionamento de Constantine (Matt Ryan) com a nova Zari (Tala Ashe), e os sentimentos de Ava para com a ausência de Sara. Com toda esta dinâmica entre a equipe bem fechadinha, a introdução de Esperanza “Spooner” Cruz (Lisseth Chavez) não foi tão agradável. Mesmo que seja apenas o primeiro episódio, a interação da velha equipe com a nova personagem pode ser bem dificultosa.

Uma grande melhora perceptível logo de cara, e no CGI. As séries da CW são conhecidas por terem baixo aproveitamento nos efeitos especiais, como já foi visto em Legends of Tomorrow, Supergirl e The Flash. Porém, com a estreia de Superman & Lois, e a co-produção – possivelmente – da HBO Max, há um salto na melhora do CGI do show e demais programas. Esperamos que continue assim até a reta final.

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O show do Arrowverse é conhecido por ser o mais consistente e ter aprendido com seus erros, após a primeira temporada não ser tão marcante. A diferença de Legends of Tomorrow para outras séries da DCTV na CW, é como ela se reinventou com o tempo, e que ainda pode trazer mais loucuras para a equipe de desajustados da DC.


Veredito

Com uma estreia promissora na sexta temporada, Legends of Tomorrow não perdeu sua essência de divertir e ser a mais alucinada das séries da DC. Apesar da má introdução da nova membro da Waverider, a dinâmica entre as Lendas continua a melhorar com o passar dos anos, e promete mais uma temporada consistente, levando a equipe para novos ares.

9/10.


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Review: Infinite Frontier | Esquadrão Suicida #1 (2021)

Nova fase, nova equipe.


Para os mais otimistas, a nova fase da DC pode ser de grande valia, e ser tão melhor que Renascimento. O Esquadrão Suicida está seguindo sua velha fórmula, mas em uma nova equipe, que gosta de realmente ser suicida. Amanda Waller e o conflito com Rick Flag pode mudar de vez os caminhos da equipe, que agora vê o Pacificador como líder e um membro da Corte das Corujas sendo o carrasco.

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O Esquadrão Suicida sempre foi uma equipe infame no Universo DC (DCU), mas, ao mesmo tempo, divertida e idiota muitas vezes. Levando em consideração seu nome, a equipe composta por poucos membros adentra o Asilo Arkham, a prisão mais reforçada da região, para recrutar um novo membro, o Garra. Robbie Thompson traz o Pacificador como o líder de campo, e os vilões mais desconhecidos possíveis, como Raio, Shrike (importante inimigo do Asa Noturna) e Cinemaníaco. O último é um vilão incomum, obcecado por cinema e ex-ator, assim como Basil Karlo, o Cara-de-Barro

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Divulgação/DC Comics

Entrar no Arkham é até fácil, mas sair, já é bem complicado – isso você pode ver, lendo Infinite Frontier #0, após um gás devastador tomar o Asilo Arkham, e depois no título do Batman. Waller gosta de desafiar a si mesmo, e no Esquadrão Suicida de Future State, vimos do que ela é capaz. Infinite Frontier serve para que o Future State não aconteça, já que o Superboy é o membro principal do Esquadrão, e a arma secreta de Waller agora nesta nova fase. Apesar de não ser um criminoso, Conner é sempre visto que sua existência é um crime, por ser do DNA de Lex Luthor e do Superman. Tanto a trama com o Superboy, que deve ser evitada no agora – decorrendo dos eventos futuros -, quanto a inconsistência de Flag e Waller para as ações do Esquadrão Suicida, e o membro mais novo da Força Tarefa-X, são tão interessantes quanto o primeiro quadrinho da equipe na fase do Renascimento.

Visando do Renascimento para o Future State, e agora a nova fase, a arte está tão boa quanto no Renascimento. É algo mais detalhado, que ilustra muito bem a ação sangrenta da equipe de desajustados e um tanto perigosos. Eduardo Pansica, que passa muito bem a atmosfera sombria de Gotham, é acompanhado pelo colorista Marcelo Maiolo, que parece gostar de utilizar cores mais claras, mas também, sabe alternar entre cores mais escuras quando preciso.

Esquadrão Suicida #1: Ataque ao Arkham, traz uma equipe criativa de qualidade, capaz de assumir muito bem o título e substituir Tom Taylor e Bruno Redondo, e uma premissa muito interessante. Com um roteiro ambicioso, e um evento que deve ser evitado, Thompson e Pansica mergulham do DCU e na amálgama de vilões esquecidos, para uma primeira edição com muita ação e um futuro promissor.

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Divulgação/DC Comics

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Precisamos falar do novo episódio de Invencível

Alerta: Spoilers do episódio 7 da 1ª temporada de Invencível.

Assustador, muita ação, sangrento e chocante.


As palavras acima podem definir muito bem o episódio sete de Invencível. Não há muito a descrever o que aconteceu no final, e podemos falar que Omni-Man (J.K Simmons) consegue ser tão pior quanto Capitão Pátria de The Boys. Mas uma coisa ele não consegue: enfrentar Debbie Grayson  (Sandra Oh) sem omitir nada dela.

O novo episódio “We Need To Talk” (sim, eu tive que fazer uma paralelo no título) começa com um pouco de calmaria, seguindo os passos do anterior, querendo explicar algo mais sobre o assassinato dos Guardiões Globais. A relação de Debbie com Nolan foi por água abaixo, e Cecil (Walton Goggins), é claro, se aproveita disso. Este episódio é totalmente diferente do anterior, que contou uma menos ação lasciva, e tentou ir devagar no ritmo nesta reta final. É realmente difícil de falar sem dar spoiler, mas não irá conter os principais spoilers. 

Por um lado, se a relação de Debbie e Nolan parece estar afundando, por outro, a de Mark e Amber (Zazie Beetz) já teve seu fim no episódio 6. A construção do dilema do herói, dividindo Mark de se relacionar e ter amizades muito próxima, afasta sua então ex-namorada e seu melhor amigo. Por ser um adolescente, é realmente difícil dele lidar com a vida de uma pessoa normal na sociedade, e com a de herói; e essa vida dupla custou caro. Porém, há uma maior exploração entre Eve (Gillian Jacobs) e Mark, e a dinâmica entre os dois é BEM melhor que Mark e Amber. Não é forçado e é natural, fazendo com que ambos sejam eles mesmos.

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Apesar do foco maior do episódio ser a família Grayson, a trama que envolve o Robô, antigo líder da Tropa Jovem e agora dos novos Guardiões, é muito interessante e quebra todas as expectativas de uma conspiração – até o momento. É uma válvula de escape louvável e assertiva, a qual os showrunners escolheram para o show nesta subtrama.

O grande foco no novo episódio foi, desta vez, o Omni-Man, pai do personagem-título, e sua relação com o mundo, que o vê como herói, e com Cecil denotando de que o Viltrumite é um vilão. E claro, isso se revelou na sequência final e chocante que o episódio mostra, e eu não falarei aqui. A reação de todo o público ao ver a cena, que estavam catatônicos com a batalha e horrorizados com o final, é condizente com a minha, sem acreditar no que realmente aconteceu. O penúltimo episódio é cheio de surpresas, e o melhor até o momento.

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Divulgação/Amazon Prime

Invencível retorna com seu oitavo e último episódio no dia 30, na sexta-feira, apenas na Amazon Prime Video.

E você, o que achou deste episódio? Seria este o melhor até o momento? Deve haver uma segunda temporada? Deixe nos comentários abaixo.


Aproveite

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Review: Future State | Detetive das Trevas #3 (2021)

Batman vs O Novo Batman.


Detetive das Trevas, uma das minisséries do evento Future State da DC Comics, já chegou ao seu final nos Estados Unidos, mas aos poucos, as edições chegam ao Brasil. Em uma nova edição, Bruce continua fazendo descobertas do Magistrado, enquanto tem uma visita inesperada de um velho conhecido: O Batman.

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Na terceira edição de Detetive das Trevas, o arco de Bruce escrito por Mariko Tamaki, foca no herói tentando coletar mais informações sobre a rede de vigilância do Magistrado. A organização controla tudo e olhas todos. Apesar das descobertas, o novo Batman tenta intimidar Bruce, aparecendo de uma forma não tão cordial – aliás, Tim Fox consegue ser um Batman péssimo. Restará para o último capítulo mostrar o que espera Bruce, e se o Magistrado terá seus planos revelados para Gotham.

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Pulando do arco de Batman para o final de Bandoleiro de Matthew Rosenborg, a Caçadora consegue prestar ajuda – nem tanto – para Cash Cole, vigilante mascarado que foge do Magistrado. A história de apoio é um pouco mais bagunçada do que a primeira publicada, e torna o Bandoleiro como um simples vigilante, ao lado da Caçadora, impulsiva e feroz. Todo o plano de sair de Gotham foi por água abaixo por conta de Luke Fox – que, aliás, é um personagem totalmente inadaptado e entendiante para a história.

A arte de Dan Mora para a história principal é excelente, com cores mais escuras e vibrantes de Jordie Bellaire, transformando Gotham Noir em uma Gotham Cyberpunk. É uma estética única para a minissérie, que possui traços mais detalhados e cuidadosos para a história principal.

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Detetive das Trevas #3 continua mostrando o Magistrado no percalço do Batman, e de outros vigilantes. O roteiro, que facilita um pouco a situação do inimigo e dificulta a do herói, foge dos clichês de uma possível luta entre heróis, e abraça o estilo futurístico  para um quadrinho da DC.

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Review: Sensacional Mulher-Maravilha #1 e #2 (2021)

Novas aventuras da Mulher-Maravilha rementem à Era de Ouro.


O DC Digital First, nova linha de quadrinhos da DC Comics, já começa com o pé direito em Sensacional Mulher-Maravilha, título que celebra os 80 anos da maior heroína dos quadrinhos. A princesa Amazona está em um novo desafio, e ao que parece, virou uma dona de casa como nos anos 40 e 50. Diana precisa descobrir o que está acontecendo, antes que seja tarde para despertar. 

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Stephanie Phillips homenageia a Era de Ouro da Mulher-Maravilha, que teve suas histórias publicadas na Sensation Comics. O título semelhante, ainda se casa com um roteiro que se parece com uma história dos anos 50, onde a mulher era vista pela sociedade como dona de casa. As duas primeiras edições, da minissérie que possui 12 edições ao todo, abordam a Mulher-Maravilha como uma dona de casa, em um total devaneio.

Ao que parece, nem toda a minissérie parece ter apenas um grande perigo, e sim, possuem edições que são divididas em arcos, como o primeiro e o segundo, fechando o ciclo de participação do Doutor Psycho. Há uma dinâmica pouco explorada, mas bem interligada entre a Mulher-Maravilha e a Mulher-Gavião, e não seria estranho se víssemos mais delas. Porém, o que desagrada, é ver que Psycho não é páreo para Diana, e somente consegue combatê-la quando está emergida em um pesadelo, já que este é o seu poder, controlar mentes.

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A arte do quadrinho não tem o intuito de ser padronizada entre as fases Renascimento ou Infinite Frontier, e remete muito ao quadrinhos clássicos. Mesmo que continue fazendo a Mulher-Maravilha usar seu traje igual ao de seus títulos no Renascimento, Meghan Hetrick traz novos traços para a princesa Amazona, e um pouco mais simples. A colorista Marissa Louise consegue alternar entre cores mais vivas e escuras, enquanto no pesadelo e fora dele. Os traços e a coloração são os pontos mais positivos do título até o momento, e ainda podem melhorar.

Sensacional Mulher-Maravilha começa muito bem no DC Digital First, e explora a heroína nos anos 50, tempo o qual a mulher parecia não ter influência alguma. Com uma equipe criativa em sua maioria formada por mulheres, a primeira e segunda edição estabelece uma futura parceria, mas a mesma personalidade para a Mulher-Maravilha.

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Review: Falcão e o Soldado Invernal (1×01)

Aviso: Review sem spoilers!


Um início promissor para a saga do Capitão América.


“Falcão e o Soldado Invernal” é a segunda série de TV realizada pela Marvel Studios para uma continuidade no MCU (Universo Cinematográfico Marvel), ou comumente mencionada como “Fase 4” – que se iniciou com a série “WandaVision” – para o Disney+. Falcão e o Soldado Invernal teve a sua proposta inicial com a cena final final de Vingadores: Ultimato em que o Capitão América (Chris Evans) entrega seu escudo para Sam Wilson (Anthony Mackie) que interpreta o personagem de Falcão, enquanto o Soldado Invernal, Bucky Barnes (Sebastian Stan) observa. A temporalidade da série ocorre depois dos eventos de Vingadores: Ultimato e apresenta os protagonistas lidando com situações pessoais depois do embate final com Thanos. Tais situações remete ao primeiro episódio da série, em que alguns detalhes pessoais de Sam Wilson e Bucky Barnes são apresentados pela primeira vez para o espectador.

No primeiro episódio de Falcão e o Soldado Invernal é destacado através desses aspectos pessoais de seus protagonistas, diálogos que se remetem a suas famílias, seus traumas, assim como suas dificuldades, ou como mencionou Anthony Mackie, um retorno “às suas origens, sua família e vizinhança apenas torna o personagem melhor para o público. Sabe, estamos em uma posição que queremos que o público conheça esses personagens”.

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Através de flashbacks ou conversas com outros personagens, é realizado essa aproximação com ênfase nos protagonistas. Assim como em WandaVision, a temática do trauma se estabelece como mote, mesmo que esse não tenha sido recorrente na fase anterior do MCU.

Nos minutos iniciais da série, essa apresenta sequências com cenas de ação em uma quantidade e qualidade
cinematográficas. Ambos os protagonistas mantém o nível em coreografias realizadas pelos seus personagens nos últimos filme do MCU, mas também apresentam ações que são diferentes. Destacando os aspectos subjetivos dos personagens, dentre os quais mencionei acima, Falcão e Soldado Invernal não apresenta em seu primeiro episódio a relação de companheirismo e rivalidade entre Sam e Bucky. A série no entanto ressalta através da ação, de dramas e traumas uma relevância para o núcleo do Capitão América no MCU, assim como se destacar como bastante promissora para os episódios que ainda serão lançados.


Veredito

O primeiro episódio de Falcão e Soldado Invernal tem um bom início, destacando sequências de ação com uma qualidade cinematográfica (apresentadas logo nos primeiros minutos da série). O roteiro apresenta ao espectador, as tramas de seus protagonistas, com conteúdos que ressaltam aspectos pessoais, esses que tem se destacado na fase 4 da Marvel Studios (como exemplo, WandaVision).

Outro destaque, é a atuação de seus protagonistas e a relação desses como os personagens secundários da série.
Falcão e o Soldado Invernal teve um início promissor, no entanto ainda é muito cedo para dizer se irá se manter com a qualidade destacada nesse primeiro episódio. Esperamos que sim.

10/10.

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Review: Infinite Frontier #0 (2021)

DC inicia sua nova fase nos quadrinhos.


Após meses de construção, passando pelos eventos de Dark Nights: Death Metal e o futuro alternativo de Future State, uma nova fase iniciou o Universo DC novamente: Infinite Frontier. Reunindo um panteão de escritores e artistas, Infinite Frontier #0 é o pontapé inicial do DCU, para explorar ainda mais os confins do multiverso em diversos contos.

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O primeiro quadrinho tem o intuito de mostrar o universo do jeito que se manteve após os eventos de Death Metal, aos olhos da Mulher-Maravilha. Diana se junta ao Espectro para observar os heróis em todo o mundo, e mistérios de  novas terras estão à tona. Há uma possibilidade de universos infinitos, os quais nem Espectro tem tanto conhecimento. O DCU renasceu das cinzas do Death Metal, e irá explorar o presente antes do Future State, para que estes eventos não tornem a acontecer novamente.

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Com Joshua Williamson, Scott Snyder e James Tynion IV, a antologia começa mostrando o Superman, e apresenta o novo herói Shazadam, ou o Adão Negro. Seguindo por este meio de apresentações, temos o ataque letal do Coringa para mostrar Batman, a nova Mulher-Maravilha, a história de amor entre a Canário Negro e o Arqueiro Verde, além de vermos a Stargirl e também os Flashes, que terão uma grande missão. Pouco ainda se sabe sobre o multiverso de Infinite Frontier, mas ele irá revisitar antigos lugares que não estiveram em fases anteriores, como Blue Valley, de Stargirl. Novos personagens também ganharão seus próprios títulos, e Yara Flor, a Mulher-Maravilha brasileira do Future State, é uma delas.

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Mesmo com uma grande equipe criativa, as histórias fluem perfeitamente, mantendo o dinamismo entre os quadros de cada personagem. Cada herói possui uma arte diferente, mantendo sua identidade padrão de como seu título mensal será. As cores são uma grande mistura, e exploram cada sentimento dos heróis, que se dão por felicidade, responsabilidade ou temor. Cada título terá uma arte diferente, com traços mais detalhados ou não, e não pretende seguir o que foi proposto nos padrões dos Novos 52 e Renascimento. Muita coisa épica nos espera nesta nova fase da DC.

Infinite Frontier #0 é um grande épico e glamouroso crossover, e explica os eventos após Death Metal. O multiverso, antes com 52 terras, agora é infinito, com várias possibilidades. Cada conto tem um gancho para as primeiras edições mensais da nova fase dos principais heróis da DC, que agora, se encontram para enfrentar um grande perigo e desvendar um novo mistério.

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Review: Future State | Arlequina #2 (2021)

O Espantalho está de volta.


Na nova edição da minissérie da Arlequina no Future State, a trama de Harley ao lado de Jonathan Crane para trabalhar com o Magistrado continua, e dessa vez, vai além do esperado. Será mesmo que ela vai contribuir para o Magistrado, em vez de destruí-lo?

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Stephanie Phillips continua mostrando sua visão para a Arlequina, explorando Gotham e seu submundo através dos olhos de um vilã. A capa pode enganar muito bem qualquer um, mostrando Máscara Negra segurando o Espantalho e com Harley no chão, mas não é bem assim que os eventos do quadrinho acontecem. É satisfatório ver que a personalidade de Roman Sionis em dominar Gotham não mudou nada, e que Crane está reutilizando velhos métodos, mas o final não é tão agradável.

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A construção, é sem dúvidas, um dos pontos fortes da equipe criativa, com personalidades acertadas. Mas, mesmo que acerte em moldar os personagens, não leva um grande nêmese para frente, o Máscara Negra, mas abre um gancho para o Espantalho aparecer ainda mais vezes, na tentativa de agora neutralizar Arlequina. Isso não será tão possível pela minissérie finalizar nesta edição, e no geral, ter um decréscimo da primeira para a segunda edição.

Entre tantas e outras, a arte do quadrinho é um ponto positivo do qual gosto de destacar, mas ainda assim, mantenho-me a decepcionado sobre o visual um tanto infantil da Arlequina. Talvez Simone Di Meo possa melhorar em outras séries e fases do universo DC com um visual mais característico de Quinn. Já a coloração é outro ponto muito positivo, e merece bastante destaque. É realmente um acerto de Tamra Bonvillain, que remete muito sobre a paleta de cores de Aves de Rapina (2020). 

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Não muito satisfatório com seu final, a minissérie da Arlequina no Future State parece ter tido seu término, com uma trama que parecia ser incrível na primeira edição, virar uma total ineficiência na segunda. Phillips tem um futuro promissor no universo DC, e parece estar bem habituada com os grandes vilões da galeria do Batman. O Future State da Arlequina termina, mas não como o esperado, e abre possibilidades de haver uma continuação.

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Review: Future State | Batman/Superman #1 (2021)

Os Melhores do Mundo unidos novamente.


Se os caminhos de Batman e Superman costumam se cruzar em diversos quadrinhos, filmes e também em animações, não é diferente no novo evento da DC, o Future State. Bruce e Clark precisam investigar a fundo um novo perigo que ataca o submundo de Gotham e a cidade de Metropolis, e as ligações dão em torno de uma grande força policial: O Magistrado. Juntos, eles terão de descobrir como poderão trabalhar juntos contra o Magistrado.

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O primeiro capítulo intitulado de ‘Pestes’ traz uma abordagem muito vista nos quadrinhos: Batman e Superman investigando um novo perigo solto em suas cidades. Gene Luen Yang leva maiores heróis para um crime que parece ser pequeno, mas com ligações ocultas, que envolvem uma droga e o Magistrado. Tentando entender de onde vem essa droga, e qual sua relação com o sumiço de pessoas, Batman e Superman buscam suas respostas na velha Gotham, a cidade esquecida que fica abaixo de Gotham. Percebemos ainda o contraste do bom e do mau policial, mas a convicção do Cavaleiro das Trevas em reconhecer as pequenas ações do Escoteiro.

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É realmente belo ver que o roteiro bem trabalhado do quadrinho deixa como plano de fundo o início da ocupação do Magistrado, enquanto Batman e Superman enfrentam a droga da Face Falsa. Ele não exclui e conecta toda a ideia das droga com as forças policiais que tomam Gotham, e fornece uma explicação do que aconteceu com a cidade para outros títulos como Detetive das Trevas, Arlequina e Mulher-Gato. 

Ben Oliver, o artista do quadrinho, revela traços que ainda não foram explorados no Future State, chegando até perto da fase Renascimento. O visual de Gotham está tentado em levar o leitor para fases anteriores, com ruínas abaixo de uma cidade sem esperança, que não possui alma e luz. As cores de Erif Prianto destacam a diferença entre Gotham e Metropolis, refletindo que a cidade baixa é um lugar inóspito e sem esperança, e Metropolis é o contrário disso.

Batman/Superman #1, de Gene Luen Yang, traz os Melhores do Mundo em sua própria minissérie para o Future State, e em grande forma. Com um roteiro que serve de “prequel” para quadrinhos ambientados em Gotham, explicando sobre o Magistrado, a HQ tem uma trama focada no início de todos os problemas para Bruce Wayne, a Bat-Família e o Homem de Aço.

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Review: Um Pedaço de Madeira e Aço (2018)

A genialidade de um quadrinho sem balões.


Escrita pelo quadrinista francês Christophé Chabouté, um pedaço de madeira e aço mostra a ‘’vida’’ de um banco de uma praça. Além de um protagonista totalmente fora da curva, a HQ não possui nenhum diálogo, deixando todo desenrolar da história por conta dos personagens coadjuvantes, que são as pessoas que frequentam o parque.

Nessas idas e vindas dos personagens coadjuvantes, a história começa a se desenrolar, porém, nada de grandioso acontece, já que o cotidiano de uma pessoa comum não tem nada de anormal. Mas a arte de Chabouté deixa esse cotidiano muito mais gentil e belo, a partir disso, ele desenvolve a história de cada personagem, e no final, todos eles tpossuem uma conclusão em suas histórias; desde o policial que patrulhava o parque, o mendigo que dormia naquele banco e até mesmo do cão que urinava no local. Ou seja, tudo está ligado.

E sobre os personagens, todos eles possuem histórias distintas e a única coisa que liga todos eles é justamente esse banco na praça. Chabouté conseguiu montar uma história cheia de personagens carismáticos, e nem precisou que nenhum deles dissesse uma única frase. E isso é extremamente difícil, porque numa HQ comum, com balões, é difícil de se fazer um bom desenvolvimento de um único personagem, e em Um Pedaço de Madeira e Aço, o autor conseguiu desenvolver todos os personagens que fizeram alguma aparição na história.

Christophe Chabouté consegue contar uma belíssima história sem utilizar um único balão de diálogo, e a maneira como ele consegue contar a história de um simples banco é fenomenal, porque através dessa obra, pude perceber que tudo pode ser belo se for visto no ângulo certo.


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Review: Batman/Mulher-Gato #3 (2021)

Nova personagem é apresentada a Gotham.


Em mais uma edição de Batman/Mulher-Gato, Tom King continua mostrando a última cruzada do Batman com Selina Kyle, antes de se despedir do personagem e encerrar seu grande arco proposto desde a fase do Renascimento. Se a ideia é confundir ainda mais os leitores com três linhas temporais diferentes, ele conseguiu, mas a história fica ainda mais interessante à medida que os heróis vão desvendando novos mistérios.

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Com a primeira edição tendo sido lançada ainda no final de 2020, e a segunda em janeiro, a terceira abre fevereiro com o pé direito, abordando um futuro de Gotham sem o Batman e o Coringa, dois lados da mesma moeda. A nova edição abre com dois personagens que ainda não tinham aparecido, Helena Wayne e Dick Grayson. Helena é filha do casal mais rico de Gotham, e também atua como a nova Batwoman, usando um traje ao estilo Batman, e utilizando os métodos de seus pais. Dick, o Asa Noturna, agora é o comissário de polícia da cidade, e usa suas habilidades aprendidas com Bruce ao longo dos anos em seu distrito. Ambos formam uma dupla, assim como Batman e o comissário Gordon já formaram.

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Divulgação/DC Comics

Além de fazer referência à Batman – A Máscara do Fantasma, Tom King não deixa de colocar o bat-sinal, agora, na parede de um dos prédios da cidade, como Frank Miller fez em O Retorno do Cavaleiro das Trevas. Entre tantas e outras referências, Helena está perto de descobrir quem matou um idoso, conhecido como um dos grandes vilões da galeria do Batman. É claro que Selina finge não saber do que se trata, mas percebe-se a tensão e o clima de suspense que envolve mãe e filha, com Helena já tendo suas suspeitasse concluindo.

Como foi dito no primeiro parágrafo, King aborda três linhas temporais diferentes, sendo o início de Bruce com Selina, um relacionamento se estabelecido logo após, e um futuro onde o guardião de Gotham não existe mais. Nessa terceira edição, há uma maior abordagem no mistério do que na ação, com poucas aparições do Fantasma, vilão principal que move a trama.

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Entretanto, quando a ação é necessária, ela é bem ilustrada por Clay Mann, que traz uma arte impecável do ambiente e dos personagens, com uma coloração de Tomeu Morey, utilizando sempre cores mais escuras para demonstrar que Gotham ainda é um lugar sem coração. A arte detalhada é o grande ponto da minissérie até então. 

Com um roteiro profundo, que apesar de confuso, consegue conectar todos os pontos de uma forma surpreendente, utilizando de três linhas temporais diferentes, Batman/Mulher-Gato #3 é a edição mais misteriosa até o momento. Com Tom King comandando a equipe criativa, o quadrinista desenvolve uma parte futura, na qual o Batman deixou de viver, e agora seu legado deve continuar sendo mantido, para que ainda haja esperança em Gotham.

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Review: Future State | Immortal Wonder Woman #2 (2021)

Mulher-Maravilha é a última heroína da Terra a estar viva.


A imortalidade custa caro, e Diana Prince sente na pele o que é ver todos a sua volta morrerem. Na segunda edição de Immortal Wonder Woman, a Mulher-Maravilha continua vagando pelo espaço, para encontrar luz ou vida. E de fato, encontra o último que deveria poder vir a ser a luz, com um nome que não representa vida e luz. Ela é a última dos heróis a estar viva, e ainda tem histórias para contar.

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Becky Cloonan e Michael W. Conrad trazem novamente a única heroína da Terra para continuar a narrar sua história de solidão, e de como o Superman pode ter se sacrificado. Usando mais dois adicionais além do cinto de utilidades do Batman, a capa do Superman e o anel do Lanterna Verde em volta do pescoço, a guerreira Amazona relata os últimos momentos do Superman e uma força poderosa chamada Anulação, que derrubou até mesmo a Legião dos Super-Heróis. Estas sombras são o grande perigo que podem ter dizimados quase todos os heróis da Terra.

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Apesar de acreditar e ter esperança, algo que o Superman significava em seus ideais, os caminhos para a luz e vida pareciam distantes, até encontrar o Espectro, um ser vazio, como um fantasma, mas que possuía a vida, por ainda existir vida no universo. E mesmo que tudo pareça perdido, ela dá vida para um universo morto.

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Seguindo ao contrário da história principal, a história de apoio que é focada em Núbia, levanta a questão da heroína ter sua tiara como chave para os planos de Cálice, que invoca Circe para ajudar. Em sua primeira edição, a história pareceu ter um  rumo mais simples e direto, mas, na nova edição, a trama tenta misturar Apokolips com o Olimpo, na tentativa de explicar um pouco mais o futuro de Diana.

Com a história sendo um ponto positivo, a arte consegue dar ainda mais auxílio e ser um grande destaque. Há, de fato, uma arte mais detalhada na história de apoio do que na principal, e muito bem feita por Alitha Martinez. Já Jen Bartel é quem desenha Diana e toda a arte do quadrinho focado na super-heroína, e parece gostar de trabalhar com traços simples, mas bem produzidos; em um cenário totalmente incomum para a Mulher-Maravilha, denotando o vazio do universo.

Immortal Wonder Woman #2 apresenta duas histórias tentando se conectar uma com a outra, dando o suporte adequado que é preciso. Com uma arte belíssima e um roteiro um pouco mais profundo que a primeira edição, o novo quadrinho continua a explorar o vazio de um universo morto, sendo Diana a última heroína da Terra. Immortal Wonder Woman, atualmente, está sendo o melhor título do Future State.

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Review: Future State | Detetive das Trevas #2 (2021)

Jornada de Bruce Wayne contra o Magistrado continua.


Qual é o preço da morte? Na segunda edição da minissérie Detetive das Trevas, do Future State, o Batman tem que descobrir todos os planos do Magistrado, e desviar-se da vigilância constante e exagerada da atual força de segurança de Gotham. É uma tarefa difícil para Bruce, que tinha o grande apoio tecnológico, e agora não pode depender deles.

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Mariko Tamaki, que comanda o título, continua sua abordagem de uma Gotham tomada por forças policiais fascistas, e já, muito maiores que o próprio departamento de polícia de Gotham. Batman e Bruce Wayne ainda estão mortos para grande parte da cidade, mas o Pacificador-01 sabe que não, e continua sua caça. Para os mais habituados na mitologia do Batman, o visual do inimigo chega a ser muito semelhante com o Cavaleiro de Arkham, um dos principais inimigos de Batman: Arkham Knight.

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Por sua vez, com um roteiro ainda bem preciso e desenvolvido até então para Detetive das Trevas, a história de apoio que traz o Capuz Vermelho não consegue manter o mesmo nível, apesar de interessante. O drama de Bruce Wayne/Batman eleva o épico cyberpunk para Gotham, e devagar, vai mostrando que o Magistrado é podre como todas as outras organizações. A trama do Capuz Vermelho, de Joshua Williamson é totalmente fora da de Bruce, que é derrubar o Magistrado. O Capuz é o único mascarado a trabalhar para eles, e caça outros vigilantes, que já não são mais permitidos em Gotham. 

Mesmo que a arte belíssima e detalhada de Dan Mora para a história principal, que é a do Batman, a arte de Giannis Milonogiannis para o Capuz Vermelho não agrada, fugindo do padrão estabelecido pelo Future State. São traços mais simples, e um tanto rebuscados de quadrinhos da Era de Ouro, mas ao mesmo tempo, parecem infantis. Há uma quebra de expectativa entre Batman e Capuz Vermelho, em que um agrada muito mais que o outro.

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Detetive das Trevas #2 continua com novas descobertas para o Batman e um mistério que o Magistrado esconde. Mesmo que a história backup não agrade em sua arte, a trama principal que envolve o Batman tenta fazer o leitor imergir numa Gotham tomada pelo controle de forças de seguranças externas. Um grande gancho utilizado ao final da história principal, mostrará ainda mais o que o Magistrado representa, e a influência que tem sobre toda a população de Gotham.

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Review: Superman & Lois (1×01)

Aviso: Review sem spoilers!


Primeiro episódio traz drama, esperança e várias referências.


Conhecida pelo Arrowverse e séries bem longas, a CW apostou em um spin-off de Supergirl após Crise nas Infinitas Terras, Superman & Lois. A estreia que aconteceu ainda na terça-feira (23), bateu recorde de espectadores do canal, após dois anos, e traz uma nova visão para o Homem de Aço. Com o encerramento de Supergirl na sexta temporada, a CW se viu encarregada de continuar o fardo do símbolo da casa de El, agora com o Superman, de Tyler Hoechlin, que estrela ao lado de Elizabeth Tulloch como Lois Lane. E, bom, o começo é brilhante, em um episódio de uma hora, que não parece ser longo.

O episódio piloto, que recebeu um making of em seguida, em seus primeiros cinco minutos, faz um resumo de tudo o que um fã precisa saber do Superman: sua chegada na Terra, seus pais e juventude, a primeira aparição como Superman e um emprego em Metropolis, que permitiu conhecer Lois Lane. Ambos se conheceram profundamente, namoraram e casaram, tendo dois filhos em seguida, Jonathan e Jordan, filhos de um casal de repórteres investigativos, que nem suspeitam que seu pai é o Escoteiro de Metropolis. 

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Se a ideia foi trabalhar a importância que o Superman tem para o mundo, funcionou, e ainda mais, trabalhou de uma forma muito mais dramática, Clark Kent e sua família. Se os primeiros cinco minutos fazem um resumo da vida de Kal-El, os primeiros vinte minutos o humanizam mais ainda, sofrendo com perdas, das quais jamais quisera pensar. O drama implantado para o episódio Piloto, já consegue moldar o que nos espera para o restante da temporada. Greg Berlanti e Todd Helbing conseguiram unir inspiração e drama, humanizando a figura do Superman, e não o tratando como um deus, se diferenciando muito do Superman de Zack Snyder. É perceptível uma mistura de crenças para Kal, mantendo sua espiritualidade humana e simples em uma vida no Kansas, mas não esquecendo sua genética kriptoniana. 

Dinamicamente, todo o elenco funciona, com maior enfoque na família Kent. O roteiro dramático, mescla com um aventura épica de quadrinhos, e também lições de adolescentes melhor trabalhadas, se visarmos o que foi proposto para o filho do Arqueiro Verde em Arrow. Mas, a interação entre Clark e Lois de Hoechlin e Tulloch, cresce ainda mais, e parece ter dado um grande salto para ser equivalente à Christopher Reeve e Margot Kidder. De muitas formas, a primeira aparição de Hoechlin no manto do super-herói em Supergirl, não agradou nenhum pouco os fãs, mas com o tempo, ele foi melhorando na personalidade de Clark Kent, um repórter do Planeta Diário que costuma cobrir a coluna de esportes. Desajeitado, distraído e sempre sorridente, pode definir o novo Kent de Tyler, que tem uma ótima performance e simples, como em algum quadrinho do Azulão.

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Há diversas referências, as quais podem agradar – e muito – os fãs. Aqui, neste episódio, como em toda a série, Clark desempenhará um papel de Superman e Superpai, abordando dramas pessoais e familiares, além de mostrar o herói mais forte do mundo batalhando com um inimigo poderoso, que parece saber tudo dele. E, de tantos outros pontos positivos, e tanta chamariz feita pela produção em torno do vilão, o próprio é um dos pouquíssimos pontos negativos deste primeiro episódio, ao revelar, ou pelo menos, dar uma grande pista de sua identidade no final. Uma outra parte que chama a atenção é a questão sobre qual dos filhos tem superpoderes, e o resultado é tratado como um grande clichê. E neste primeiro episódio, o roteiro consegue ser bem construído, não tendo pressa em suas explicações.

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A primeira aparição.

Por um outro lado, o trabalho de efeitos especiais, visuais, design de trajes, e entre outros aspectos técnicos, são de alta qualidade. Há uma grande melhoria nisso, realmente, e os efeitos são as grandes críticas que a CW sofre por parte dos espectadores. Comparando a outras séries como Supergirl, Superman & Lois utiliza o CGI tão melhor quanto seu show originário. O visual, para os padrões de TV, flui de forma natural com sua paleta de cores mesclada em claro e escuro. Para os padrões do Arrowverse, até agora, a série possui efeitos especiais muito melhores que as séries anteriores da CW.

Pulando para os traje, a rede americana é conhecida por fazer alguns trajes um tanto abaixo da expectativa em suas primeiras temporadas, mas os melhorando gradativamente. Com o Superman também seguiu esta fórmula, e o traje apresentado é muito melhor, dando uma sensação de que não é apenas uma pessoa em uma fantasia. Todos estes elogios não são para menos, e a trilha sonora, também, merece destaque. É inspiradora e dramática, representando a essência do Homem de Aço, e ao mesmo tempo, consegue transmitir as dores de uma pessoa, que, com grande poder, possui falhas e perdas. A faixa sonora contribui muito com diversas cenas, e molda um ambiente totalmente novo para o Superman, com um drama familiar consistente, e um herói cheio de esperança para um mundo com escuridão.

Pilot


Veredito

Superman & Lois tem um começo memorável no Arrowverse, trazendo um herói poderoso, que lida com os problemas do mundo, mas que também é pai, e precisa dar a devida atenção para sua família. Mesclando uma forte personalidade, em um roteiro dramático, com várias referências e um visual espetacular, o novo show da CW humaniza o Superman, e mostra que, sua vida, é tão conturbada como a de qualquer outro humano. É um início promissor, de um seriado que promete muitas surpresas.

9/10.

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Review: Batman/Mulher-Gato #2 (2021)

Fantasma começa seus ataques, com sua frase de efeito.


Tom King vai se desenrolando já com a sexta edição de Batman/Mulher-Gato para maio, pelo DC Black Label, e por enquanto, a segunda edição tenta retomar as rédeas de Batman: A Máscara do Fantasma. E o que pensar disso? Com Clay Mann, Tom King tenta retomar um grande clássico, misturando-o com seu arco no DC Renascimento

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Se a primeira edição já é confusa para alguns, essa nova edição deixa tudo ainda mais confuso para os iniciantes em quadrinhos, e que não estão habituados também com A Máscara do Fantasma. Há, de fato, grande conexão com a animação, mas um toque de originalidade preciso do roteirista, elevando Batman em sua grande aventura após a morte do Alfred, e sua aliança verdadeira com a Mulher-Gato de uma vez por todas. Tudo o que acontece entre o passado, presente e o futuro, que, no entanto, é onde a história é narrada, tenta amarrar tudo, sem deixar pontas soltas.

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Aos poucos, toda a trama vai se desenrolando. E quando digo aos poucos, é bem mais devagar como de costume. A curiosidade sempre vai despertar no leitor para saber qual é o próximo passo, o que aconteceu com o Batman, ou o que vai ocorrer entre o Fantasma e a Mulher-Gato. São diversas possibilidades, ramificando vários possíveis caminhos para a história andar. Nada será revelado aqui, para não dar spoiler, todavia, a leitura da nova edição é agradável, contendo algumas referências de todo o universo do Batman.

Como um par romântico de Bruce Wayne, Selina Kyle funciona, mas há uma interação e dinâmica assertiva muito maior como Batman e Mulher-Gato. O trabalho de Tom King em unir duas personalidades distintas, mas, que basicamente, se vestem de cinza e preto, é excepcional. De tantas outras edições, há uma melhora significativa na montagem do quadrinho, trama e dinâmica entre os personagens-título. Mesmo que Tom King não tenha sido o melhor em descrever o sentimento de amor para o Batman, seu desenvolvimento em ser um herói destemido, mas que possui fragilidades, é um ótimo trabalho. Ele pincela e renova outra vez um romance conturbado, que agora tem tudo para dar certo.

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Não poderia esquecer também de Clay Mann com sua arte e traços bem detalhados, além de um visual inspirador e noir de Gotham. Acompanhado pelo colorista Tomeu Morey, a quem eu também rasgo elogios, a arte e coloração casam perfeitamente. Em partes onde o Coringa aparece, há mais cor, diferentemente quando o Batman aparece, mantendo o ar gótico de sempre, acinzentado e profundo, parecendo denotar o que Bruce sempre sentiu ao reviver seu passado.

Mesmo que ainda seja confusa, e parecendo ainda com mais nós do que a primeira edição, Batman/Mulher-Gato #2 tenta explicar aos poucos, o passo a passo que conecta o Batman e a Mulher-Gato com o Coringa e o Fantasma. Tom King utiliza os velhos métodos de Bruce Timm, além dos seus próprios, para manter o mistério acerca do que pode e vai acontecer, além de explicar o passado com frases no presente. Por enquanto, ainda há muito o que ser visto e explicado pelo roteirista, que está deixando seu nome na história do Batman.

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