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Semana Heroica #7 | Hellblazer – Hábitos Perigosos

Como todos sabem, John Constantine é um dos personagens que mais fuma no universo DC Comics, o caçador de demônios adora um cigarro em qualquer hora e lugar, chegando a fumar mais de 30 cigarros por dia, isso tudo desde os 17 anos, quando ele foi para Londres. Porém, como todos sabem, fumar não é uma boa opção, principalmente quando se é um viciado como o próprio Constantine. Esse vício sem limites acabou garantindo um câncer de pulmão no mago, e essa é a história de Hábitos Perigosos, uma das melhores histórias do personagem.

Depois de desistir de um tratamento convencional, Constantine visita um velho amigo que possa curá-lo. Brendan é esse amigo, um bêbado que mora num farol afastado das grandes metrópoles que vendeu sua alma por bebidas. Constantine pensou que seu amigo podia ajudar ele, mas Brendan também estava com câncer e procurava que Constantine pudesse ajudá-lo. Depois disso, os dois bebem de maneira descontrolada, para aproveitar os últimos momentos, antes do toque frio da morte tirar suas vidas. Brendan mostra uma espécie de poço com água benta, que após uma sessão de magia, se transformou numa poça de cerveja, porém, Brendan morre, e o demônio que comprou sua alma finalmente aparece, mas Constantine engana o próprio diabo e salva a alma de seu velho amigo,  condenando a si mesmo.

Depois de procurar ajuda e falhar, Constantine percebe que o único que pode tirá-lo daquela situação é ele mesmo, e após uma despedida, ele finalmente coloca seu plano em ação. Ele vendeu sua alma para outros demônios e quando a hora de sua morte chegou, eles vieram cobrar sua alma, porém todos queriam a alma de Constantine. Isso fez com que eles entrassem em conflito, e um conflito entre demônios podia acabar com o inferno, e eles não queriam isso, portanto eles curam Constantine de seu câncer, apenas para não entrar em uma batalha mortal. Constantine enganou o próprio demônio e saiu com vida. Saiu com estilo:

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No epílogo, o mago reencontra Kit, a ex-namorada de Brendan, os dois conversam até que John Constantine lembra das despedidas e precisa concertar isso. Ele logo se lembra de Matt, que estava em estado terminal. Ele corre até o hospital para se despedir do velho amigo, que por sorte ainda estava vivo, porém não por muito tempo, já que ele morreu na frente de Constantine e isso o abalou muito. O mago pede para Kit se afastar dele, porque todos os seus amigos morreram, mas ela se recusa e permanece com ele.

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Hábitos Perigosos certamente é uma das melhores HQs do personagem (se não for a melhor), e mesmo com esse resumo, vale a pena conferir a obra.


Semana Heroica acontece uma vez por mês, durante uma semana, focando em algum personagem dos quadrinhos, para falar sobre quadrinhos, games, filmes e sua origem, essa última no canal do Critical Room.

Confira o vídeo de origem do personagem:

Review: Beastars (2019)

Aviso: Review sem spoilers.


O anime tem como objetivo retratar a sociedade em si e as relações inerentes a ela através de um colegial de animais, uma comunidade que, apesar de ser formada por diversas espécies, consegue viver em plena harmonia, mesmo sendo tão diferentes uns dos outros, algo que qualquer sociedade deve prezar.

Nos pequenos detalhes que o anime consegue emular com exatidão figuras e aspectos da nossa sociedade: desde a jornalista que anseia por um furo de reportagem sem se importar de expor a imagem de alguém, até o ratinho chefe que grita com seus colegas se colocando acima deles… Tudo em torno de um colegial de animais, algo tão nonsense que funciona pelo universo estabelecido. Como diz a coelha anã Haru: Uma dose de fantasia e realidade.

Partindo dessa retratação, o grande trunfo do anime: os personagens, suas personalidades e ações começam a ser implementados. Legoshi, o lobo bom, o interessante protagonista do anime tem em seu modo curvado de andar o retrato da insegurança que aflige o personagem. Sendo mais forte que os outros, Legoshi decide se esconder para aparentar ser inofensivo e não devorar seus amigos. Mas, ao conhecer Haru, seus maiores instintos se despertam, assim como algo dentro de nós se desperta quando conhecemos o que chamamos de paixão.

Juno, por sua vez, tem orgulho de ser uma loba, com sua personalidade forte ela tenta convencer Legoshi de se sentir orgulhoso de sua espécie, assim como ela. Estes personagens, diferentes uns dos outros, fazem com que nós nos importamos com eles, ao mesmo passo que nos identificamos com eles e suas virtudes e medos que são representadas em cena.

Beastars, com certeza foi uma ótima surpresa, assim como outros expoentes do bom catálogo de animes da Netflix. E enquanto não chega a segunda temporada, fiquemos ouvindo a marcante abertura do anime feita em stop motion, ao som de “Wild Side“.


Veredito

Fazendo um retrato da sociedade, Beastars constrói uma divertida dinâmica entre os animais residentes do colegial com momentos cômicos e uma interessante relação de amor…

8/10.

Semana Heróica #7: Review | Super-Choque (Fan Film)

Aviso: Review sem spoilers!


Enquanto a Warner Bros. não decide produzir um longa do Super-Choque, temos que nos contentar com obras como essa, o curta metragem “Crônicas de Dakota“, um fan film feito de fã para fã, que nos dá um aperitivo do que poderia ser um filme do jovem herói na tela grande.

Primeiramente, temos que reconhecer as limitações financeiras do curta, que teve um orçamento de cerca de US$ 3 mil, que pode ser evidenciado nos poucos momentos que são usados efeitos especiais e, apesar de serem poucas cenas em que o recurso é utilizado, são bem aproveitados em tela. Mas, a força do curta reside mesmo nos momentos em que vemos Virgil se descobrindo como Super-Choque e também como pessoa, como em breves cenas em que vemos Virgil se relacionando com Richie e seu pai. Essas relações são abordadas de forma orgânica, sem parecerem forçadas desde o texto até a execução.

Mas, por ter uma duração limitada, David Kirkman, diretor e roteirista do curta, acaba por não poder abordar a questão do racismo (questão marcada nas raízes do personagem) e ampliar as relações de Virgil com os outros personagens. O foco aqui está na construção do personagem como herói, em suas primeiras ações como Super-Choque na corrupta cidade de Dakota, algo semelhante a Batman Begins, de Christopher Nolan.

Com atores amadores (que cumprem bem seus papéis) e pouca margem para a ampliação da mitologia do personagem por conta de uma curta duração, o curta de Kirkman cumpre bem sua proposta de nos dar um aperitivo do que poderia vir a ser o nosso amado Super-Choque em um live-action.


Veredito

Sem se alongar muito e indo direto ao ponto, “Super-Choque” cumpre bem seu papel como fan film do jovem herói afro-americano.
6/10

Semana Heroica #4: Super-Choque – Renascimento do Cool | Uma fábula política acidentalmente oportuna

O comentário real da Milestone dessa vez é mais sutil do que de costume. Mas ainda entrega o seu trabalho.

A novela-gráfica (ou como preferir “graphic-novel”) de romance por  Dwayne McDuffie, “Super-Choque: O Renascimento do Cool”, é um participante regular no agregador de resenhas de leitores, Goodreads, com uma taxa de aprovação de 79.6% com base em 123 avaliações e com uma classificação média de 3.98/5. Desde que chegou as bancas em 2001, não é de admirar: com suas generosas porções de gang-bangers realisticamente violentos, com problemas de pobreza e dinheiro tão importantes quanto combater o crime, super-heróis em um mundo cheio de tons de cinza, como não poderia ser um prazer para leitores adultos? Uma mistura intrigante de drama e documentário com comentários sociais, a imagem não é bem evidente, mas eficaz, dando repreensão de gênero e mensagens amplas na mesma medida.

O roteiro de Dwayne McDuffie e Robert L Washington III se concentra em um experimento suave winnicottiano incisivo e a capacidade de renúncia. Esta coleção é composta por dois arcos da série original: um é a origem do Super-Choque, e o outro ocorre algum tempo depois disso, depois que aparentemente ele era membro de uma equipe de super-heróis. Assim, as duas metades deste volume saltam no tempo e no tom. Faz um bom tempo que Virgil aposentou o manto de Super-Choque e a trama se desenrola nas várias tentativas de levar ao espectador do porque ele se aposentou. No meio de toda a conversa entre Virgil e sua amiga, não faltam aqueles diálogos corriqueiros (não aqueles do Tarantino, mas enfim) e entre isso tudo, ela faz uma pergunta ao rapaz sobre ter saudades do que viveu antes.

“E o Oscar para melhor resposta de um homem para uma mulher” – Risos – Porque sem sombra de dúvidas é a melhor resposta que um homem poderia encontrar para uma mulher decidida e que não perde tempo para questionar.

Ele simplesmente diz: “Às vezes sinto falta do meu velho triciclo, mas também superei isso.”

Enquanto isso se desenrola, uma nova organização secreta que está sequestrando “Bang Babies” e assim alguns deles (Bang Babies) que ainda restaram percebem que Virgil é quem pode ajudá-los. Apesar de ter apenas 15 anos de idade, parece ser o que todos procuram para liderança, já que ele parece ser o único capaz de levá-los ao mistério e enfim descobrir a identidade do mal por de trás de todo esse plano.

Na medida em que as fábulas políticas avançam, “Renascimento do Cool” está em algum lugar entre “Fique Rico ou Morra Tentando” e um episódio de “The Get Down” na medida de sutileza. No entanto, o tempo e as circunstâncias tornaram seu maior poder, a obviedade de suas metáforas e mensagens, em sua maior força.

Quando a DC lançou a revista no início dos anos 2000, dezenove anos passados, muitos imaginaram que isso é mais uma história convencional de super-herói – um garoto adolescente com dupla-identidade, uma garota que ele gosta, além de equilibrar suas responsabilidades. Apesar desse conceito, a atuação é maior do que essa.

Ao mesmo tempo, não se trata de contar sobre o passado dele, mas contar que não é apenas questão de deixar algo pra trás, é questão de mostrar o quão doloroso ter que tomar decisões e seguir em frente. Por mais que gostamos de algo na vida, devemos deixá-las e evoluir. Se alguma vez houve um espelho de alguns dos nossos momentos, é isso.


Super-Choque: Renascimento do Cool

Título original: Static Shock: Rebirth of The Cool

Data da primeira publicação: 2001

Autor: Dwayne McDuffie

Escrito por Robert L Washington III e Dwayne McDuffie

Gêneros: Novela gráfica, Romance

Capa: John Paul Leon

Arte: John Paul Leon , Denys Cowan

Cores: Jimmy Palmiotti , Steve
Mitchell , Shawn Martinbrough , John Paul Leon

Review: Stargirl (1×01)

Alerta: SPOILERS! Desça e leia por sua conta e risco.


Stargirl começa com tudo na DC!

A mais nova série do DC Universe, Stargirl, já virou um sucesso entre os grandes fãs de quadrinhos da DC Comics com apenas um episódio lançado. Após o crossover do Arrowverse, Crise nas Infinitas Terras, ficou estabelecido que Stargirl se passaria na Terra-2, e que faria parte do universo de Arrow.

Os primeiros 5 minutos do episódio ‘Piloto’ de Stargirl mostram a Sociedade da Justiça lutando contra os grandes vilões da Sociedade da Injustiça. O pouco que mostra dos heróis, foi o suficiente para saberem que o mundo ainda precisava deles. Os vilões, naquele dia de natal, conseguiram um grande feito, que foi derrotar toda o Sociedade da Justiça, e acabar com seu legado; ou quase isso. O único que sobrou foi Pat Dugan (Luke Wilson), que era o ajudante do Starman (Joel McHale).

Após a morte de todos da Sociedade da Justiça, e de seu companheiro, Pat guardou todas as lembranças, fotos, fichas criminais e o Cetro Cósmico do Starman, para que um dia ele fosse encontrado por alguém com honra de usá-lo.Justice_Society_of_AmericaUma das coisas que mais foi agradável nos primeiros 5 minutos, e também no decorrer do episódio, foi o CGI, que estava absurdamente incrível! Geoff Johns, co-criador da série, prometeu que teria um belo visual, e não mentiu. As chamas verdes, as investidas com o Cetro Cósmico e também do vilão Mago, são um show à parte.

Outro ponto positivo também é a audácia de finalmente trazerem um Solomon Grundy do jeito que ele é. Espero que seu visual seja mostrado em breve, pois parece estar sensacional, vendo que isso é uma produção para a TV.

Mas, voltando aos trilhos, Pat segue em frente e conhece Barbara Whitmore (Amy Smart). Ambos se relacionam e logo casam. Em um tempo, eles se mudam para Nebraska, e a filha de Barbara, Courtney (Brec Bassinger) não aprova muito a ideia, já que teria de deixar tudo para trás. A reluta grande não impediu de se mudarem e serem bem recebidos na nova cidade.

O foco passa a ser a família, que no entanto, têm muitas desavenças entre Pat Courtney. A falta de um pai para Courtney desde sua infância não a faz bem, e vendo que Pat tentava substituí-lo, ela tentou se afastar mais. Até descobrir o segredo escondido de Pat, que no passado era o F.A.I.X.A. MV5BNThlMDdmYWQtMWM5Zi00Zjg0LTlkOTUtNWIyN2MxNmIyMGRlXkEyXkFqcGdeQXVyNzE3ODQxNjU@._V1_
Courtney pega o cetro escondido e sai às ruas, tentando descobrir o que àquilo fazia. Sem querer, após se aventurar, ela chama a atenção indesejada do antigo líder da Sociedade da Injustiça, o Onda Mental (Christopher James Baker). O carro que ela explodiu era do próprio vilão. Uma coisa era certa, Courtney tinha o dom de carregar o Cetro Mágico.Mesmo com o aviso de Pat, Courtney sai para treinar e se depara com o Onda Mental. Ele estava disposto a matar Whitmore, para que não houvesse um novo herói que pudesse carregar o Cetro Mágico de Starman. Ao falhar em seu plano de assassinar a nova Sideral, o final fica em aberto com ele contra uma explosão, enquanto Courtney fugia do galpão de pneus. E mais uma vez, Pat aparece para socorrer sua nova filha, dentro de seu traje balístico – o traje foi construído por Pat, que usou suas habilidades de mecânica para isso, além de ser o antigo carro da equipe.

Além do CGI impecável para uma série, a trilha sonora se encaixou perfeitamente com o tema, trazendo uma adolescente para ser a sucessora de um grande herói e assumir seu legado. O figurino, também, consegue ser tão fiel aos quadrinhos que chega a impressionar. Stagirl tem tudo pra ser uma das melhores séries de heróis atualmente.

Porém, peca em certas coisas, como aniquilar toda a Sociedade da Justiça, sem ao menos mostrar um desenvolvimento maior. Mas, com o andamento da série, podemos ter muitos flashbacks, mostrando o passado dos heróis lendários.

Veredito

Stagirl começa muito bem, com um ótimo visual e começo de história singelo. A série que faz parte do Arrowverse, tem uma história totalmente diferente dos outros shows da DC, trazendo algo mais fiel e quadrinesco, e com certeza, tende a ter uma grandiosa temporada. Quem sabe um dia possa fazer um crossover com os outros shows da DCTV.

9/10.

Review de HQ | Homem-Aranha: De Volta ao Lar

Homem-Aranha: De Volta ao Lar é uma leitura obrigatória para todo fã do Cabeça de Teia. Nela, temos um Peter Parker deprimido por conta do “término” de seu relacionamento com Mary Jane Watson.

Diante disso, Peter Parker retorna para sua amada escola, que não é tão boa como era antes. Diante de tudo isso, surge Ezekiel, um personagem misterioso que tem os mesmos poderes que Peter. Mesmo com todas essas coisas acontecendo na vida do Aracnídeo, ele decide assumir o cargo de professor de ciências da escola Midtown após um dos alunos tentar realizar um massacre no local.

Além disso, ao mesmo tempo em que Peter tenta mesclar a vida de Homem-Aranha com a de professor e tentar descobrir mais sobre Ezekiel, surge Morlun, uma espécie de
vampiro que absorve a essência de seres super-poderosos, e o Amigão da Vizinhança é sua próxima vítima.

Depois desse resumo sobre a trama deixo aqui minha opinião sobre a obra: De Volta ao Lar é uma HQ fascinante que resgata vários elementos clássicos do personagem, fazendo jus ao nome. Com uma trama envolvente e cheia de perguntas, a obra consegue prender o leitor até o final. Além disso a arte de John Romita Jr casa perfeitamente com a história escrita por J Michael Straczynski.

Review: Legends of Tomorrow (5×01)

Alerta: SPOILERS! Desça e leia por sua conta e risco.


“Conheça as Lendas.”


Após o término de mais um crossover sem todos da equipe, as Lendas voltaram a brilhar em seu primeiro episódio pós-crise, mudando de forma geral muitas coisas da Waverider.

Tudo começa com uma equipe cinematográfica na nave, acionada pelo senador, para que não corte as verbas, enquanto Sara (Caity Lotz), Ray (Brandon Routh) e Mick (Dominic Purcell) estão ajudando os heróis contra o Anti-Monitor. A produção de cinegrafistas estava gravando o cotidiano dos membros da nave, além de irem juntos em missões. Os membros se tornaram famosos, como nunca antes. Poderiam, de fato, serem reconhecidos como heróis.

O primeiro deslize de Ava (Jes Macallan) e as outras lendas, foi logo quando os salvadores do Multiverso voltaram. Sara, foi a única que não aprovou de imediato, ainda estando de luto pela morte de Oliver (Stephen Amell). Não demorou muito para a equipe sair em missão, indo para a Rússia Imperial encolher o problema, – tentativa do bordão de Ray – que era o místico Grigori Rasputin (Michael Eklund). Na última temporada, Astra (Olivia Swann) libertou as almas de famosos personagens históricos, e Rasputin foi um deles, este que alegava ser imortal.

Enquanto as Lendas não o encontravam até acertar um plano Nate (Nick Zano), tomou providências em falar ao diretor sobre a vida de Rasputin. Logo, teve a brilhante ideia de impedir que Yusupov fosse morto pelo místico. O plano A falhou, e tiveram de improvisar, fingindo que iriam entrevistá-lo. Ray e Nate não esperavam que outros da equipe tinham seus planos pra derrubá-lo também, e todos os planos fracassaram. Foi nesta ida que Nate tenta adivinhar o nome da mulher que amou, e deixou um vazio imenso após desaparecer, tudo devido as eventos da Crise.

Com a derrota das Lendas, sem o consentimento da Sara, iniciou uma das cenas mais emocionantes da série. Lotz passou toda a emoção e tristeza que pôde, fazendo dos primeiros 25 minutos divertidos, em tensão. Com isso, a equipe ficou dividida, e Sara, junto do novo integrante, Behrad (Shayan Sobhian), voltaram a casa de Rasputin disfarçados para que não vingue seu plano, que era matar a família Romanov.

O plano de Sara logo foi posto em prática, e também, sido descoberto. A equipe chegou para ajudar na batalha, e vendo que estava perdendo, Rasputin consegue controlar alguns membros da Waverider para matar os Romanov. É aí que a fatídica cena do Átomo acontece. Sara o pega do chão, encolhido e joga contra a boca de Rasputin. No interior, Ray volta ao seu tamanho normal, espalhando vários pedaços do místico por toda parte, além de achar seu bordão: “tamanho importa!”. Após o incidente, as Lendas desmentiram tudo o que estava sendo visto no documentário aos espectadores.

Em meio a vitória e comemoração, Constantine (Matt Ryan), que esteve cuidando de casos sobrenaturais, aparece repentinamente na nave para voltar ao Inferno, sabendo que Rasputin já tinha sido “morto” pela equipe. O inglês tinha o intuito de voltar para o Reino de Hades. Após beber do sangue do russo, entrou no círculo, ateou fogo no pó mágico e voltou para o Inferno para acabar com todas as almas que foram soltas.

A outra cena em questão foi de Nate, que estava tentando lembrar quem era a mulher que ele perdeu. Gideon (Amy Pemberton), reprisou o momento em que Zari (Tala Ashe) some. Um holograma aparece, sendo este de Zari. Em instantes, após a mensagem, o holograma se desfaz e Gideon limpa a memória, deixando o Gládio em dúvida ainda de quem era a mulher.


Veredito

Meet The Legends demonstrou o quanto pode equilibrar o apelo cômico, emocional e dramático num episódio só. Brandon Routh era o alívio cômico – coo sempre – com suas frases de efeito não tão efeito assim. Lotz e Zano foram o apelo emocional do episódio, mostrando o quão duro é amar alguém ou ter como um amigo, enquanto se é herói. Quanto a Matt Ryan, o Constantine, que pouco apareceu, consegue atuar de forma brilhante e direta. É como se tivesse saído de um quadrinho.

Ao que parece, o desenrolar da trama vai tomando forma, com os acontecimentos da quarta temporada e do pós-crise. Legends of Tomorrow se encaminha mais uma vez para a solidez.

10/10.

Review: Crise nas Infinitas Terras – Parte 3

Alerta: SPOILERS! Desça e leia por sua conta e risco.


“Mundos irão viver, mundos irão morre, e o universo nunca mais será o mesmo!”


A parte 3 de Crise nas Infinitas Terras encerrou a primeira metade desse grande crossover com uma melhora a seus antecessores, tanto na trama, no roteiro e até mesmo com os personagens. Como no início parecia tudo meio perdido, agora está se encaixando e surpreendendo todos os fãs com suas descobertas.

O episódio mostrou cenas de ação incriveis dos heróis com lutas marcantes e personagens que quase ninguém imaginavam que iria aparecer, como Lucifer Morningstar.

O Raio Negro, o herói que finalmente entrou para a equipe teve uma importante aparição da série, fazendo uma das missões mais importantes contra o anti matéria. A atuação de Cress Williams (Raio Negro) é incrivel, contracenando com Grant Gustin (Flash) foi inesquecível e espero que possamos ver os dois juntos mais vezes.

O episódio também estabeleceu alguns importantes momentos, como a morte de Oliver Queen, que irá retornar nos episódios finais. Tivemos também a presença de Ryan Choi, que sucede Ray Palmer, o Átomo. Brandon Routh confirmou sua saída de Legends of Tomorrow, então provavelmente ele passe seu manto a Ryan. E Cisco consegue seus poderes de Vibro novamente por causa do Monitor.

Outro momento que com certeza marcou o episódio, foi a Supergirl com a Batwoman, que fizeram parte de uma cena que faz referência ao embate de Batman vs Superman.

Para mim, o momento que mais marcou foi onde vimos a morte de Barry Allen sendo desintegrado para salvar o multiverso. Porém, o Barry Allen que faz tal ato é o Flash da Terra-90, o que protagonizava a série nos anos 90 por John Wesley Shipp, que também fez Jay Garrick e o pai de Barry.

Crise nas Infinitas Terras encerrou grandemente o ano de 2019 e ainda promete muitas viradas em suas duas últimas partes em janeiro. A parte 3, em particular, superou as expectativas. Alguns furos de roteiro e decisões tomadas ao longo da saga podem ser questionáveis, mas parece que trouxeram melhores resultados dessas decisões. O enredo tem progredido com surpresas e desenvolvimento. O mega crossover promete se tornar um grande marco na televisão, conectando assim quase todas as produções relativas a DC, seja para televisão ou cinema, em um mesmo universo.

Review: Crise nas Infinitas Terras – Parte 2

Alerta: SPOILERS! Desça e leia por sua conta e risco.


O Arrowverso nunca ficou tão imenso, e mais uma vez, Crise nas Infinitas Terras surpreende com várias referências do universo da DC, trazendo até mesmo Jonah Hex.

A parte dois do mega crossover aconteceu na série da novata Batwoman (1×09). Já ressentidos após a morte do Arqueiro Verde, Sara Lance (Caity Lotz) e Mia Smoak (Katherine McNamara) vão em busca de um modo para trazê-lo de volta à vida. Mas ainda antes disso, o Monitor (LaMonica Garret) convoca alguns heróis na Waverider (nave das lendas da Terra-74) e lhes diz que ainda há 7 protetores (paragons).

Os primeiros quatro protetores são Kara (Protetora da Esperança), Sara (Protetora do Destino), Superman – não o de Supergirl (Protetor da Verdade) e Batman da Terra-99 (Protetor da Coragem). Estes dois últimos deveriam ser encontrados. Coube ao Superman da Terra-38, Lois e Iris para encontrar o Paragon da Verdade e Kate junto de Kara para encontrar Bruce.

E com todos os percalços, Lex Luthor que havia sido recrutado por Monitor, fugiu com o Livro do Destino, no único intuito de matar todos os Supermans do universo. E é isso que ele consegue. O Superman da Terra-75 é morto por Luthor. Iris, Clark e Lois buscam outro. O de Smallville, na Terra-167.

Ao tentar explicarem a Clark sobre o multiverso e que Luthor pretendia matá-lo, Clark não sabia que o presidente estava na cidade. Pelo jeito, Luthor virou presidente dos Estados Unidos na terra de Smallville. Mas logo, o Lex da Terra-38 aparece, fazendo o trio sumir. Clark ainda fica em dúvidas sobre Luthor. Logo, o inimigo mostra uma pedra de kryptonita ao ex-herói, que não faz efeito algum nele. Clark havia desistido de seus poderes para constituir uma família, sendo casado com Lois e tendo dois filhos.

É talvez, um final que muitos não esperavam. Queriam vê-lo com o uniforme, ajudando a salvar o universo. Mas não pode ser descarta essa possibilidade dele recuperar seus poderes de alguma forma e ir ajudar.

Bruce Wayne, o Protetor da Coragem

Já o Batman… este pode ter sido o mais sombrio já visto pelos fãs, seja na televisão ou cinema. Kevin Conroy, eterno dublador do Cavaleiro das Trevas, interpretou o personagem no crossover, e de forma incrível!

Com uma mescla de Cavaleiro das Trevas de Frank Miller e Reino do Amanhã, o Batman de Conroy tornou-se um assassino, matando vilões como Coringa, Sr Frio e Charada. Até mesmo, matou o Superman, guardando troféus de suas maiores vitórias.

Por incrível que pareça, mesmo com o exoesqueleto, Bruce foi capaz de dar um soco em Supergirl, mas não parou a Batwoman. Muitos ainda questionam se essa era a melhor abordagem para o vigilante, já que todos olhavam Conroy com bons olhos e com sua conduta. Mesmo que tenha sido incrível vê-lo dando vida ao Batman, com sua voz grave e amedrontadora, foi decepcionante a forma dele ter morrido.

Busca pelo Protetor da Verdade

“Esperança é a luz que nos guia para fora da escuridão.”

Mas o destaque vai para Brandon Routh vestindo o uniforme do Superman novamente. Era a última aposta do trio Iris, Lois e Clark (Terra-38) de achar o Protetor da Verdade. Logo ao chegarem no Planeta Diário idêntico ao dos filmes de Christopher Reeve, Lois esbarra em um homem alto e robusto. Era Clark Kent da Terra-96, editor-chefe do jornal.

Depois de tanta conversa sobre Luthor, Lois questiona os quadros na parede do escritório de Clark. O mesmo explica que um rejeitado de Gotham matou seus amigos e sua esposa, jogando gás no prédio. Ao que tudo indica foi o Coringa.

E já trajados para salvar o multiverso, Luthor aparece, usando o Livro do Destino para entrar na mente do Superman da Terra-96, fazendo com que lute contra o outro.

Não sendo tão prático da CW em fazer efeitos especiais espetaculares, já que o orçamento de é baixo, na batalha de Superman vs Superman, os efeitos estão bons. Até mesmo da visão de calor (idêntica ao Superman do Reeve).

A luta não durou muito e Clark volta ao normal, afirmando não ser a primeira vez que luta contra si mesmo. Já vimos isso antes em Superman III.

A atuação de Routh é incrível, passando a sensação de que ele é o ator mais próximo de Christopher Reeve, já que seu Superman foi moldado nele. O ponto máximo foi a trilha ao fundo, alternando da trilha clássica do Superman e de Clark e Lois. Brandon Routh fez por merecer!

Batwoman, uma dos paragons

Após a morte de Bruce, Ray Palmer já tinha feito um aparelho para identificar os protetores. Havia um na nave, e como muitos não esperavam, a Batwoman tornou-se a Protetora da Coragem.

Oliver de volta?

No meio de todo o caos, há um outro fora dos bastidores. Constatine, Sara, Mia e Barry tentam reviver Oliver através de um Poço de Lázaro. Cabe a John trazer também a alma de Oliver de volta, o que não é uma tarefa fácil.


Veredito

Um episódio com menos ação do que o esperado, ganha em exploração de universos e várias referências. A atuação esplêndida de Routh faz nos voltar a sensação de estarmos vendo Christopher Reeve no papel. Welling e Conroy correm por fora com seus personagens tendo sido finalizados, mas não da forma como esperávamos. trilha nostálgica em partes encanta, sendo as séries do Arrowverso, uma das melhores em trilhas sonoras.

Pela nostalgia do passado, o episódio 2 até agora é talvez o melhor do crossover.

9,0/10.

Review: Crise nas Infinitas Terras – Parte 1

Aviso: Sem spoilers!


O que era apenas uma ideia despretensiosa mostrada como um mero fã service na primeira temporada de The Flash, se tornou realidade após 5 anos. O 4° crossover anual e o mais ambicioso do então Arrowverse tenta emular em sua narrativa a famosa saga que reinventou os quadrinhos da DC na década de 80 de mesmo nome. Senhoras e senhores, a CRISE chegou.

Os heróis do Arrowverse tentando evacuar a Terra-38.

O que poderia ter sido muito bem um episódio de 1 hora, podendo fazer jus ao título, os curtos 43 minutos do 5.09 de Supergirl não perdem tempo em reunir os maiores campeões do multiverso; Supergirl, Superman, Arqueiro Verde, Mia Smoak, Flash, Batwoman, Canário Branco e Átomo que juntos, sob o auxílio do Monitor, se unem para salvar a Terra-38 da onda de anti-matéria de outra entidade conhecida como Anti-Monitor.

Super Papai? Tyler Hoechlin e Elizabeth Tulloch desempenhando o papel de pai e mãe é a coisa mais fofa do episódio.

O primeiro episódio da crise é sem sombra de dúvidas um show de adrenalina, emoção e muito fã service. É acima de tudo um “aquecimento” para todas as surpresas que estão por vir. À cada minuto, podemos sentir a tensão que nossos heróis sentem na tentativa de impedir a todo custo o fim de toda a vida existente no multiverso. Referências à outras produções clássicas da história da DC são nos apresentadas logo de início, durante um monólogo prenunciando o iminente apocalipse, na voz do Monitor. E isso é apenas um pequeno aperitivo diante das reais homenagens que vem por aí na segunda parte do evento.

Batman do Tim Burton, Titãs e até a série do Adam West sofrem com a CRISE!!!

Como o episódio é uma extensão da série da Supergirl, o destaque dele são as perdas e dilemas que a Kara Zor-El de Melissa Benoist tem que passar, e o quão forte ele deve ser para enfrentar essa crise sem que isso a atrapalhe. O Oliver Queen de Stephen Amell é o segundo a ganhar um bom destaque emocional com sua filha Mia (Katherine McNamara), e o dilema dos sacrifícios que um herói deve fazer estão presentes com ele até o último minuto desse episódio.

As interações encantadoras entre os personagens dessas séries são sempre o ponto alto dos crossovers anuais. Deixo meu destaque para Brandon Routh e Ruby Rose que como Átomo e Batwoman desenrolam uma boa dinâmica entre herói séria e fã nerd.

Enfim, fugindo de quaisquer spoilers possíveis, encerro minhas considerações sobre essa primeira e excelente parte do evento. Resta agora vocês conferirem por conta própria.

Tudo o que sabemos sobre Mulher-Maravilha 1984

“Uma era de maravilhas vai começar.”


Ontem, na CCXP de 2019, Gal Gadot e Patty Jenkins subiram ao palco do auditório Cinemark para apresentar o painel da MulherMaravilha. Lotado, as pessoas estavam com braceletes em seus pulsos para iluminar o “show”.

O primeiro vislumbre de Mulher-Maravilha 1984 deixou muitos fãs ansiosos e intrigados com certas coisas. Por isso, faremos um passo a passo para analisar o que foi visto de mais importante no trailer. Shall we?


1- Lembranças do primeiro filme

Já visto no primeiro filme, o capitão e espião Steve Trevor (Chris Pine) se sacrificou para que Diana (Gal Gadot) pudesse salvar o mundo de Ares (David Thewlis). Não é a mesma foto que do primeiro filme, mas é claramente uma referência a foto vista para que ela nunca se esqueça do homem que amou.

Cena final de Mulher-Maravilha.

Relógio

A cena do relógio se repete. Ela o guarda até hoje, e no trailer, Steve aparece dando o relógio novamente a ela, parafraseando sua fala no primeiro filme.

2 – Barbara Minerva

Barbara Ann Minerva (Kristen Wiig) parece estar bem amiga de Diana. Arqueóloga, ela ganhou seus poderes após uma guardiã com poderes de guepardo ser assassinada. A Mulher-Leopardo surge após Barbara beber sangue humano com a planta do deus Urzkartaga. Ela foi amaldiçoada em sua transformação por não ser virgem.

Mas antes de Minerva, houve na pré-crise Priscilla Rich, uma socialite que teve ciúmes ao ver Diana ser o centro das atenções em um evento. Rich tinha problema com dupla personalidade, e se viu no espelho com uma roupa de chita.

No trailer, Barbara é vista em um evento no qual Diana provavelmente pode ter ido. A jogada de Patty talvez seja genial, mesclar Rich e Minerva para sua versão de Mulher-Leopardo. Em um momento do trailer após Lord falar sobre desejo, talvez Barbara tivesse o desejo de se vingar de Diana. O primeiro pôster de Barbara a destaca com uma roupa de leopardo, mas não como um animal. Jenkins disse que ela poderia vir a se transformar depois de uma das lutas com a Mulher-Maravilha.

3 – Pedra do desejo e Lord magnata

Maxwell Lord (Pedro Pascal) parece portar um tipo de pedra ao decorrer do trailer. Seria isso a ferramenta que iria transformar Barbara em uma vilã e a volta de Trevor?

Max Lord, um futurista cínico

“Bem vindos ao futuro. A vida é boa, mas pode ser melhor. E por que não deveria ser? Basta você querer.”

Maxwell Lord tende a ser um magnata de primeira. Um petrolífero ou dono de um sistema de eletricidade? É o tipo de vilão que quer ver o mundo um caos, manipulando as pessoas com suas palavras.

“Agora… pego o que eu quero em troca. Todo mundo verá.”

O sorriso cínico de Lord diz tudo.

4 – Trevor volta novamente

“Pense em finalmente ter tudo o que sempre quis.”

A cena de Diana olhando para o avião no céu se repete. No final de Mulher-Maravilha, ela vê o avião voando, logo explodindo com Steve dentro. No trailer, o avião apenas passa, com ela olhando para o céu. Seria a pedra do desejo de Lord constituindo o desejo de Diana?

Na volta de Steve, Diana estará encarregada de mostrar a mudança do mundo dos homens ao amado. No primeiro filme, Trevor ficou encarregado de mostrar o mundo dos homens a amazona.

5 – Jato invisível?

O corte da cena dos fogos de artifício para a cena de Diana e Steve num tipo de jato foi rápida. Algumas teorias podem ser levantadas de que este seja o jato invisível. O painel atrás deles parece ser mais tecnológico e avançado para a época. Já quando Steve impulsiona o jato, o painel frontal é antigo, dando indícios que possa ser o avião em que Steve voltou.

6 – Tiara, laço e armadura colorida

Sem medo de trazer a galhofice dos quadrinhos, Jenkins colore ainda mais o traje da Mulher Maravilha com um vermelho forte e um dourado reluzente. Ainda mais, parece estar com uma saia nova, mais confortável e solta para que ela possa se locomover melhor.

Tiara e laço

Ok, ela lançando a tiara foi fantástico, sendo um service que todos queríamos ver no cinema. Isso nos remete a lembrar da animação da Liga da Justiça, na qual ela lançava como se fosse um bumerangue.

O uso do Laço da Verdade no filme vai parecer mais constante, servindo para impulso, golpes novos, roubo de arma, defesa e se balançar entre os raios nos quais ela invoca (ou Zeus?).

7 – As amazonas e seu paraíso

O visual de Themyscira continua impecável. O primeiro filme teve produção da ilha filmada na Itália, tendo um ambiente impecável. O segundo, possivelmente seja nos mesmos lugares do país.

Olimpíadas em Thesmycira?

As amazonas são conhecidas por serem guerreiras hábeis e poderosas, não se limitando de sua força. Como é de costume, as amazonas realizam um torneio de provações. Diana levou Trevor ao mundo dos homens através do torneio, tornando-se a campeã das amazonas. Seria esta cena um torneio novo, ou veremos Diana voltar a Ilha Paraíso?

8 – A conexão de Lord com os deuses

Ainda no trailer, podemos ver Max Lord no que parece ser algum tipo de máquina, ou seria em contato com algo divino (?). Dado em conta sua pedra mágica e suas ambições de grandeza, teria Lord criado uma máquina que entra em contato com os deuses?

O vilão em outras mídias

Maxwell Lord surgiu em uma HQ da Liga da Justiça da América em 1987. Como um financiador e bem feitor da equipe, Lord também não era de todo bom, usando muitas vezes os seus heróis para fins sujos e de benefício próprio.

Mas foi em contato com material meta-humano que o mesmo ganhou poderes psíquicos. Desde então Max já participou de grandes arcos em que seu único objetivo era acabar com os super heróis, como Projeto OMAC, Superman: Sacrifício e Crise Final, onde o mesmo força a Mulher Maravilha a quebrar o seu pescoço para parar o Superman, que estava sob controle de Lord.

Em ordem: Tim Matheson  (Liga da Justiça: Sem Limites), Jay Baruchel (cotado), Peter Facinelli (Supergirl) e por último Pedro Pascal (atualmente) interpretaram o personagem.

9 – A idade de Steve Trevor

Pode parecer loucura, mas ao que me parece, o Steve Trevor de Chris Pine aparenta ser um pouco mais velho do que no filme anterior, dado o seu cabelo mais grisalho. O que você está aprontando, Patty?

10 – 1984

A data para que o filme aconteça foi uma jogada de mestre de Patty. Os carros de época, a crescente programação de TV da década e ainda o mundo bipolar, dividido entre os Estados Unidos e a União Soviética (Rússia). O trailer nos proporciona um visual incrível da época, com uma música sensacional da banda New Order, chamada de Blue Monday. Encaixou perfeitamente no trailer da super-heroína.

11 – Águia Dourada

Tendo sido mostrado no trailer, a armadura de batalha surgiu na HQ Reino do Amanhã, de Mark Waid e Alex Ross. O traje contém asas e com certeza ela tem a capacidade de voar. Não estariam presentes por acaso. Além disso, a armadura pode explorar as novas habilidades de Diana, já que o traje tem uma durabilidade maior e resistes a explosões. A Águia Dourada demonstra a grandiosidade da Mulher-Maravilha.


Mulher-Maravilha 1984 é um dos filmes mais aguardados de 2020, reunindo grandes nomes de Hollywood. Com toda a certeza, a DC Comics acertou em cheio na apresentação da personagem em seu filme solo, que arrecadou pouco mais de US$ 822 milhões.

A direção ficará para a diretora Patty Jenkins, que esteve comandando o primeiro. Rupert Gregson-Williams passa o bastão para Hans Zimmer comandar a trilha sonora. Rupert ficou com Aquaman em 2018, e mesmo com o adiantamento do filme, já não pôde pegar, pois Zimmer estava no comando. Tenho certeza de que entregará uma trilha magistral como foi a do primeiro filme.

O elenco conta com Gal Gadot (Mulher Maravilha), Chris Pine (Steve Trevor), Kristen Wiig (Mulher-Leopardo), Pedro Pascal (Maxwell Lord) e Connie Nielsen (Hipólita).

Mulher-Maravilha 1984 estreia dia 2 de outubro de 2020, em todos os cinemas do Brasil.

Contribuição: Ronald S.V

Review: Kengan Ashura

Um anime da nova geração, onde a ação e o entretenimento se encontram muito bem.


Pra você que gosta de anime, lutas, superação e aquele protagonista hypado, mas que apanha também, Kengan Ashura tem que ter lugar nas suas maratonas. Um anime envolvente, com seu estilo principal que é mostrar aquilo que queremos ver, duelos empolgantes sempre. Sempre mesmo!

Todo episódio você vai ver um momento de ação e pancadaria, mas pra iniciar realmente, vamos à história.

Kengan Ashura conta a história de Kazuo Yamashita, o franzino senhor de idade que aparece primeiro que o protagonista principal – e sim, temos além daquele protagonista que toma a frente do anime -. Kazuo é muito importante e nos leva a algo mais diferencial nesse anime, além daquelas garotinhas de rostos bonitinhos que seguem o protagonista. Yamashita, já sem sentido pra viver e duvidando da sua importância no mundo, é convidado pelo seu chefe Hideki Nogi, a participar da platéia de um torneio diferente.

No torneio, os principais empresários de corporações milionárias disputam contratos em um sistema chamado, “partidas Kengan”, onde cada um escolhe um lutador e o vencedor tem direito de tomar a frente na compra de demais empresas, ou prédios. Já o perdedor tem que manter a cabeça baixa e ir embora.

As lutas podem chegar desde a submissão ou até a morte. E é aí que aparece o misterioso lutador Ohma Tokita, bem naquele clichê de sério e convicto das suas vitórias, mas mostrando que não está la só pra ser o melhor. Ele tem sua história própria que cresce conforme o anime se expande.

De lutas de rua simples, cresce para um gigantesco torneio de eliminação patrocinado pela maior empresa com seu misterioso lutador imbatível até onde é dito e mais empresas e seus representantes na arena muito poderosos, fazendo o telespectador se divertir e até torcer.

No caso de Ohma, o torneio vai além, procurando o seu antagonista que demonstra ser bem mais que somente inimigos tendo um passado com motivos verdadeiros do de Ohma por ele – e sim ele também é ótimo -. Não é um simples vilão arrogante de sempre!

Kazuo, por sua vez, tendo também uma história própria com seu filho que nunca saiu do quarto, acaba se destacando ao decorrer de cada episódio, com muito crescimento dos personagens, além de vários roubarem a cena.

Kengan Ashura pode ser seu novo anime favorito, pois ele sai do estereótipo de lutadores com poderes e armadura, mas contando com aquelas situações de perseverança e superação que tanto adoramos.

Review: The Mandalorian

Sem spoilers!



O primeiro episódio da série mostra um Mandaloriano Caçador de Recompensas apenas fazendo seu devido trabalho, mas não é um fácil. Durante sua jornada, ele enfrenta vários problemas como: emboscadas, ameaças, e tudo isso para pegar uma enorme recompensa que o aguarda. Mas o local onde a recompensa se encontra é bem protegido, e o Mandaloriano sabe o que faz e elimina qualquer um que aparecer em seu caminho.

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A trama da série lembra muito os filmes de faroeste, mas esse é no espaço. É uma série que apenas em um episódio você vê que tem um futuro e que seus episódios serão ótimos, pois tudo nessa série é bem feito.

Suas cenas de ação são empolgantes, mostrando que o protagonista tem muito a oferecer com suas habilidades de pistoleiro. Você vibra quando ele está em ação. Além disso, a trilha sonora é excepcional, bem colocada, e te ajudam ainda mais na emoção das cenas de ação e nas mais ”paradas”.

A fotografia da série é perfeita, mostrando tudo que tem em volta, com uma ótima exploração de cenários – que são incríveis! – Não posso deixar de falar do traje do Mandaloriano que é lindo! Muito bem feito mesmo!

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Veredito

Sinceramente essa série já é uma das minhas favoritas, pois tudo que ela tem a me oferecer é ótimo e bem utilizado na trama. Recomendo a todos vocês assistirem, pois o personagem é sensacional e você se apega com ele facilmente. E não me canso de falar o quão maravilhosa é essa série. Tentem encontrar algum jeito de ver essa série, pois está impecável.

10/10.

Review: Rick e Morty (4×01)

Sem spoilers!


A quarta temporada de Rick e Morty estreou no último dia 10, e já começou com o pé direito. Os primeiros minutos do episódio já começam com as clássicas piadinhas que todos os amantes da série já estão acostumados, logo depois a abertura com a musiquinha clássica da série começa a rodar. Admito que estava com saudades dela.

Uma das coisas que deixam a série interessante, é a mudança brusca do cenário. Uma hora os protagonistas estão conversando (ou trocando insultos), e no minuto seguinte algum personagem morre de maneira trágica. Tudo isso acontece no primeiro episódio da nova temporada.

Além disso, o que não falta nesse episódio é um roteiro louco com várias reviravoltas. É incrível como a série consegue transformar uma ideia louca e trágica em algo engraçado e filosófico. Deve ser por isso que Rick e Morty é uma das melhores séries dos últimos anos. Vale ressaltar a homenagem ao Mike Mendel no fim do episódio; uma bela homenagem.

Bem, não irei dar spoilers sobre esse episódio, só posso dizer que a série continua com um nível de qualidade alto, um roteiro bom e a dublagem melhor ainda. Minha nota é 10/10. Até a próxima review!

Review: Batwoman (1×01)

Alerta: SPOILERS! Desça e leia por sua conta e risco.


Batwoman entra no Arrowverse para completar o ciclo de séries pretendentes da CW. Enquanto Arrow caminha para sua última temporada, a Mulher-Morcego inicia a sua primeira.

O episódio piloto traz uma Gotham sem um Batman. A série tratará este assunto. Uma cidade que ficou por anos sem um herói, assolada pelo crime – não tanto – e sob o controle dos Corvos (organização de investigação e segurança).

Começa de uma forma um pouco estranha, com Kate Kane (Ruby Rose), nadando para escapar da morte. Tudo, claro, não passava de um treinamento. Logo ela é obrigada a retornar para Gotham, pois Sophia (Meagan Tandy), havia sido sequestrada.

Mas, vamos recapitular. O Batman não era visto há 3 anos. Ninguém tinha ideia da razão do seu sumiço. O prefeito, junto com a organização Corvos, em um tipo de despedida para autoridades locais e cidadãos, resolvem desligar para sempre o bat-sinal, e finalmente, esquecer o Batman para sempre. Claro, as coisas não funcionaram. Alice (Rachel Skarsten) e sua gangue apareceram para estragar isso. Já era um plano montado para atrair a atenção de Kate.

Logo que chega em Gotham, Kate vai procurar seu pai, Coronel Jacob Kane (Dougray Scott), quem comanda os Corvos. É válido ressaltar que Kate sentia um certo ódio pelo Batman, por ele não ter salvado sua irmã e mãe, e depois do desaparecimento repentino. Para ela, ele era apenas mais um, que não se importava com as pessoas. O tratou como corruptível, sendo que não é. Mas voltando a Kate e seu pai, a relação de ambos não começa bem. Só piora na metade do episódio. Sozinha, ela vai tentar salvar Sophia, mas é capturada por Alice. A vilã ainda sabia o nome dela, e também o que estava fazendo.

Kate, após ser solta e estado em cuidados médicos, viu-se necessitada de ir mais a fundo. Foi por isso que voltou até a Wayne Enterprises para pedir a Luke Fox (Camrus Johnson) para que ligasse a Bruce. Não foi preciso, já que descobriu o segredo de seu primo, e logo a lamentação que ele tinha, por não ter salvado a mãe e a irmã de Kate, mas ter salvado 34 crianças no dia.

Ela assume seu legado e vai salvar Sophia. Funciona muito bem. Salva e derrota Alice, após ela ter botado o coronel num beco sem saída. E é bem óbvio que ela conseguiu o turno da agente, pois comprou um agente dos Corvos. É clichê, mas aceitável, ainda, já que em Gotham é rotineiro.

Após a suposta vitória e fuga de Alice, Kate começava a escrever sua história caso Bruce retornasse um dia. Ela questionava o motivo de nunca terem achado o corpo de Beth, sua irmã. Bastou olhar para uma das lâminas jogadas por Alice, que encontrou uma pedra do colar da irmã nos tempos de criança. No final, é revelado que a vilã da série é a própria irmã da recém vigilante.


Veredito

O episódio piloto de Batwoman mostrou ótimas cenas de ação, um visual lindo de Gotham, muitas referências e deixou teorias sobre o sumiço do Morcego. Em um enredo que soa um tanto clichê, o vilão chama a atenção da heroína pegando a pessoa que mais ama, não deixa de ser interessante para o restante da temporada.

Poucos pontos negativos são vistos. O traje, que vai ser melhorado em seguida, o jeito da descrição de Kate sobre o Batman, dizendo que ele não ligava para ninguém e mostrarem a identidade real da vilã logo na cena final do episódio. Mesmo com poucas falhas, tem tudo para ser uma ótima série.

8,5/10.

Review da trilogia Homem-Aranha de Sam Raimi

Muitas vezes quando pensamos em Homem Aranha, nos vem a cabeça várias frases, HQs, animações ou filmes do herói. E quando falamos em filmes do Homem Aranha não podemos esquecer da trilogia que foi dirigida por Sam Raimi, e mesmo que você não goste, tem que admitir que pelo menos os dois primeiros filmes são clássicos, então sem mais delongas vamos para a review.

Mesmo com alguns erros, a trilogia de filmes do Homem Aranha dirigida por Sam Raimi é ótima. Isso se deve por diversos fatores, tais como a trilha sonora excepcional de Danny Elfman e Christopher Young, a essência dos personagens, o jeito como Nova York foi representada na trilogia e a fidelidade aos quadrinhos.

Quase todos os vilões da trilogia tinham um objetivo. No caso do Venom e Duende Verde, era o ódio pelo Homem Aranha, já o Octopus queria recriar a mesma máquina que quase o matou uma vez (o cara estava louco por conta dos tentáculos) e o Homem Areia que queria apenas ajudar a filha. Acredito eu que, Octopus e Homem Areia sejam os vilões mais “humanos” da trilogia, mesmo assim o Duende Verde e Venom também merecem reconhecimento.

Mesmo que muitas coisas tenham sido alteradas na trilogia, a obra consegue ser fiel às HQs do teioso, inclusive, ontem eu assisti um vídeo no qual os produtores, diretores e atores deram depoimentos sobre HA 2. Eles realmente sabiam o que estavam fazendo e fizeram de tudo para manter a essência dos personagens, inclusive ler a saga Homem Aranha: Nunca Mais, até mesmo tentar entender o porque Peter desistiu de ser o Homem Aranha.

Já a trilha sonora é algo que ninguém pode reclamar, porque a trilha, junto com a atuação dos atores é quase perfeita. Mas tem várias cenas que ficariam sem graça com a trilha sonora, por exemplo a cena final do primeiro e segundo filme, ou seja, a trilha sonora é algo muito importante para a trilogia.

Já os roteiros tem um final meio repetido, o vilão sequestra a MJ, o Aranha a salva e o vilão morre. Porém, mesmo com os finais “repetidos”, os roteiros da trilogia são muito bons, principalmente do primeiro e segundo filme. O primeiro filme ainda conta os primeiros passos de Peter até ele deixar de ser um garoto e assumir a responsabilidade de ser o Homem Aranha. Isso que é o mais interessante no primeiro filme, essa evolução do personagem durante o longa.

Já o segundo, mostra um Peter amadurecido, mas com os mesmos problemas, por exemplo, a falta de dinheiro, o relacionamento com MJ etc. Mas para piorar ele teve que lidar com a perda de poderes e que todos ainda o chamavam de ameaça, e com isso veio a vontade de desistir de ser o Homem Aranha, porque aquilo nunca trouxe nada de bom para ele.

Já o terceiro filme, mesmo com tantos defeitos, consegue trazer uma bela mensagem sobre perdão e que a vingança nunca nos leva a nada. Isso fica evidente no diálogo final entre Flint Marko e Peter e no leito de morte de Harry. Sempre me emociono nessas cenas. Mas também não podemos esquecer o símbolo de heroísmo que o Aranha representava para Nova York, ao mesmo tempo que eles odiavam ele, também o amavam e o ajudavam, como na cena da ponte em HA 1 e a cena do trem em HA 2.

Para finalizar, minha nota para a trilogia é 9/10, por conta dos acertos nos dois primeiros filmes e os erros no terceiro. Mas como minha opinião não é universal, basta você assistir os filmes e tirar suas próprias conclusões. E fechando com chave de ouro, a minha frase favorita da trilogia. “Essa é a minha dádiva e a minha maldição… Quem sou eu?
Eu sou o Homem Aranha!!!”

Review de Clube da Luta (1999)

O filme Clube da Luta é uma adaptação do livro Clube da Luta escrito por Chuck Palahniuk, o filme foi dirigido por David Fincher.

Sinopse: Um homem deprimido que sofre de insônia conhece um estranho vendedor chamado Tyler Durden e se vê morando em uma casa suja depois que seu perfeito apartamento é destruído. A dupla forma um clube com regras rígidas onde homens lutam. A parceria perfeita é comprometida quando uma mulher, Marla, atrai a atenção de Tyler.

Tanto o filme como o próprio livro fazem uma crítica ao consumismo, logo no início do filme o narrador faz uma piada dizendo que o espaço vai ser dominado pelas empresas.O início do filme já mostra a rotina do narrador e como ele preenche o vazio dentro de si consumindo produtos que ele não vai precisar, mas ao invés desse consumismo fazer bem ao personagem, só deixava ele mais doente e mais vazio.

Então o filme apresenta Tyler Durden e o Clube da Luta, um lugar onde vários homens se reúnem para definitivamente saírem na porrada – aliviar toda tensão do dia – e no decorrer do longa, o personagem principal começa a ficar cada vez mais desapegado de bens materiais e não se importando para a sua aparência física. Isso nos permite uma reflexão, porque foi quando o personagem perdeu todos os seus bens que ele conseguiu ter paz. Essas características consumistas estão presentes em todos nós. Quem nunca se sentiu feliz por comprar um tênis novo ou um celular? Todo mundo fica feliz. Mas essa felicidade é passageira, e por isso sempre estamos comprando mais e mais coisas inúteis. Acredito que esse seja o ponto principal do filme, a crítica a esse consumismo desenfreado que prejudica o próprio consumidor e o planeta.

Outra crítica encontrada no filme é a busca pelo corpo perfeito, já que em quase todo lugar vemos a propaganda de um homem com barriga tanquinho, ou uma mulher de lingerie. Voltando ao filme, essa crítica a “perfeição” do corpo humano aparece em duas cenas quando o narrador e Tyler veem uma propaganda com uma foto de um musculoso em um ônibus. Tyler diz que auto-aperfeiçoamento é masturbação e a outra cena que crítica essa busca excessiva pela beleza é quando o narrador deforma o rosto do “cara de anjo” (Jared Leto). Logo depois disso, o narrador responde que só queria destruir algo bonito.

Além disso, na minha opinião, o filme tem um dos maiores plot twist da história do cinema, e tem várias frases filosóficas que nos permitem pensar sobre a sociedade.

Minha frase favorita é essa: “Trabalhamos em empregos que odiamos para comprar porcarias que não precisamos.”

Espero que você assista ao filme, já que por sua causa eu quebrei as duas primeiras regras do Clube da Luta.

Review: Rambo – Até o Fim

Alerta: SPOILERS! Desça e leia por sua conta e risco.


O filme se passa 10 anos depois do anterior, onde John Rambo (Sylvester Stallone) se encontra em seu rancho, com uma vida normal depois de tudo o que ele passou.

Tudo muda quando Gabrielle (Yvette Monreal) decide ir ao México atrás de seu pai biológico, e acaba sendo sequestrada. Rambo, então, precisa abraçar-se com o passado para enfrentar o perigoso cartel mexicano que sequestrou Gabrielle.

O 5° filme da franquia, é um bom filme de ação, mostrando cenas de ação incríveis e efeitos visuais cativantes. Sua trilha sonora é excelente se encaixando com as cenas do filme, junto da fotografia e cenários que se encaixam muito bem com o desenrolar do longa.

Infelizmente o filme acaba sendo um pouco entediante por conta de algumas cenas que tentaram mostrar coisas diferentes do que estamos acostumados a ver em um filme do rambo como laços de ternura e etc.

O filme agrada todos os fãs do Rambo, com cenas extremamente sangrentas e com o nosso protagonista fazendo o que faz de melhor.

O ”tema” dessa sequência é sobre o tráfico de mulheres, que são sequestradas, drogadas e forçadas a se prostituírem.

Rambo contém cenas muito violentas, mas que não poderiam faltar em um filme do personagem.


Veredito

‘Rambo: Até o Fim’ é um bom filme pra quem quer ver cenas de ação bem feitas, que peca na trama que previsível e meio entediante, com exceção de um detalhe. Mas isso não tira a emoção de assistir o filme. Ele te entrega cenas de ação muito violentas e é um filme que traz mais o lado pessoal do Rambo, com momentos emocionantes com uma pegada muito realista. Se você é fã do Rambo assim como eu, assista logo esse filme.

7/10.

Hans Zimmer completou 62 anos; relembre trilhas marcantes

O compositor alemão Hans Florian Zimmer completou 62 anos na última quinta (12). Muito querido pelos fãs de heróis, amigo de Christopher Nolan e realmente a frente de seu tempo, Zimmer não poupa esforços para entregar trilhas sonoras magistrais e deixar sua marca. Relembre aqui algumas faixas.


O Rei Leão

Começamos a lista com Rei Leão (1995 e 2013). Um filme animado que retrata a vida de Simba, o futuro rei da selva. Zimmer entrega trilhas mágicas, com muita semelhança ao tema proposto e ambientação. Ele demonstra muito bem isso em “Remember”.

Gladiador

Uma das mais marcantes trilhas sonoras composta pelo alemão foi em Gladiador (2001), filme de Ridley Scott. Junto de Lisa Gerrard e Klaus Badelt, o compositor consegue transpassar músicas tensas de batalha, esperançosas de vitória e tristes, de um fim de um gladiador. Nas cenas finais, há três que devemos destacar “Elysium”, “Honor Him” e “Now We Are Free“.

Piratas do Caribe: Trilogia Verbisnki

Novamente, trabalha com Klaus Badelt, porém apenas no primeiro filme de 2003. Nos outros dois ‘Piratas do Caribe: O Baú da Morte’ e ‘Piratas do Caribe: No Fim do Mundo’, compôs sozinho. É incrível o uso da ação, com violinos,o abaixar e aumentar do som que ele consegue fazer. Vamos destacar alguns: “He’s a Pirate”, “Up is Down”, “Hoist the Colours”, “One Day” e o tema principal. Sem falar no de Davy Jones

Trilogia Nolan

O primeiro filme de heróis de Zimmer foi em Batman Begins (2005). Trabalhado com James Newton Howard, Hans consegue impor sua genialidade em cenas de ação e de ambientação. Há de ter um destaque muito grande na trilogia, pois alavancou ainda mais sua carreira. Listando as principais, respectivamente na ordem dos filmes: “Eptesicus”, “Molossus”, “Corynorhinus”, “Why So Serious”, “Like a Dog Chasing Cars”, “Gotham’s Reckoning”, “Why do We Fall” e “Rise”.

A Origem

Mais uma vez trabalhando com Nolan, Zimmer tem uma tarefa difícil. Uma trilha sonora para um filme que retrata os sonhos. E com certeza, está no Top 5 de seus melhores trabalhos. “Time” e “Dream is Collapsing” são as principais. Uma que lhe faz refletir, e a outra que lhe tira o fôlego.

O Cavaleiro Solitário

Retornando a trabalhar com Gore Verbiski (Piratas do Caribe), Hans Zimmer tem a missão de remontar músicas clássicas e deixá-las aptas para o filme lançdo em 2013. Minuciosamente, ele consegue fazer da “William Tell Overture” divertida e ainda mais rápida.

Era Snyder

Hans volta a trabalhar com a DC, só que dessa vez é o Superman. Em o Homem de Aço (2013), conseguiu trazer esperança nas trilhas do Escoteiro, não usando nenhuma parte da original composta por John Williams, criando sua versão. “Flight” e “Arcade” denotam isso.

Já em Batman vs Superman: A Origem da Justiça (2016), trabalhou com Junkie XL. Construiu uma trilha mais pesada, representando a tonalidade composta pelo filme. “Beautiful Lie”, “Men Are Still Good” e “Is She With You” são umas das várias trilhas sonoras ótimas do filme.

Interstellar

Mais um trabalho com Christopher Nolan, porém num tema diferente. Interstellar (2014). Uma viagem ao espaço. Explorar um Universo. A trilha, como sempre, encaixou perfeitamente com a proposta do longa. As mais notáveis são “First Step” e “Stay” que é o tema principal.

Dunkirk

Em 2017 é lançado Dunkirk, um filme de guerra. O incansável Christopher Nolan introduz cenários incríveis e catastróficos em uma história real. Zimmer, como lhe fora proposto, maquiou um som tenso em vários momentos, não variando muito sua sintonia e usando o barulho das passadas de um relógio. “The Mole” e “The Oil” são as principais.

X-Men: Fênix Negra

Mesmo sendo um fracasso na crítica, Fênix Negra (2019) ainda contém uma coisa boa. Sua trilha sonora bem extensa. O compositor consegue manter a intensidade em batalhas e quando a Jean perde seu controle. Sem falar que o Magneto tem uma trilha ainda mais sombria. “The Gap” ganha destaque.


Hans Zimmer é contudo um dos maiores compositores da história do cinema, e sem dúvidas o melhor no quesito de heróis. Com 110 prêmios ganhos de 178 indicações, ele fica apenas atrás do lendário John Williams, que tem 112 de 231 indicações.

É claro que há muitos outros filmes como ‘Hannibal’, ‘Madagascar’ e ‘O Espetacular Homem Aranha 2′ que ele também compôs.

Sua fama é evidente, e suas trilhas são marcantes, deixando um legado em cada filme que ele participa.

Seus próximos trabalhos serão em ‘Mulher Maravilha 1984′ e ‘Duna’ ambos que chegarão aos cinemas em 2020. Dia 4 de Junho e 18 de Dezembro, respectivamente.

É por estar trabalhando em ‘Duna’ que não irá compor a trilha de ‘Tenet’ filme de Christopher Nolan.

Que os deuses da música abençoem cada dia mais a mente desse homem, que faz o dia-a-dia de muitos uma magia e inspiração.

Análise sobre o trailer final de ‘Coringa’

O trailer final de ‘Coringa’ foi lançado no dia 29 de agosto. O trailer revela algumas cenas e frases interessantes.

Como alguns sabem, o diretor do filme, Todd Phillips confirmou que ‘Coringa’ será para um público mais velho e maduro, ou seja, será pra maiores de 18 anos.

Esse trailer revela o quão intenso e psicótico o filme promete ser, e isso é algo bastante satisfatório para os fãs da DC e do psicopata louco.

É nítido que o ator Joaquin Phoenix está dando sua total dedicação para dar vida ao personagem. Provavelmente, o público irá se sentir familiarizado com algumas referências no filme. Uma delas pode ser uma peque da história em quadrinho Piada Mortal, de Alan Moore.

Vale lembrar que esse filme não esta adaptando nenhuma HQ ou terá uma ligação com qualquer filme da DC. Será totalmente independente, e isso parece estar funcionando perfeitamente.

O elenco conta com Joaquin Phoenix (Arthur Fleck), Frances Conroy (Penny Fleck), Robert De Niro (Murray Franklin), Brett Cullen (Thomas Wayne), Dante Pereira-Olson (Bruce Wayne), Douglas Hodge (Alfred), Zazie Beetz (Sophie) e Marc Maron (Ted Marco).

Sinopse:Coringa, do diretor Todd Phillips, centra-se no icônico arqui-inimigo do Batman, e é uma história fictícia original e inédita, nunca vista nas telas. Phillips explora Arthur Fleck, retratado por Joaquin Phoenix, um homem lutando para encontrar o seu caminho na fraturada sociedade de Gotham. Trabalhando como palhaço de dia, ele sonha ser um comediante famoso nas noites… mas a piada sempre está nele. Preso entre uma existência cíclica entre apatia e crueldade, Arthur toma uma decisão ruim que provoca uma reação em cadeia de eventos neste ousado estudo de personagem.”

‘Coringa’ chega ao cinemas dia 4 de outubro.

Confira o trailer final de ‘Coringa’: