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Semana Heroica #8 | Crítica: Homem-Aranha 2 (2004)

Alerta: SPOILERS! Desça e leia por sua conta e risco.


Homem-Aranha 2 mostra o herói dividido entre seu sonho e sua responsabilidade.


Não é mistério para ninguém que Homem-Aranha 2 é uma das melhores adaptações de quadrinhos que já foram feitas para o cinema, e que também, consagrou o ator Tobey Maguire e o próprio diretor Sam Raimi. com ambos mostrando sua visão do Cabeça de Teia para o cinema. Não é fácil falar sobre um filme como este, já que ele é tão especial, não só garantindo uma grande legião de fãs, mas porque é um dos mais lembrados com carinho pelo público que cresceu vendo o super-herói de Maguire.

Seguindo o sucesso do primeiro filme, ainda lançado em 2002 e usufruindo da mesma fórmula, alterando poucas coisas, a sequência mostra Peter Parker mais maduro como pessoa e herói, morando sozinho e lidando com aluguéis, trabalhando para tentar se sustentar e estudando para garantir seu futuro. Todo este conjunto está bem empregado no longa e mostra a vida dupla que o garoto leva. Salvar Nova Iorque por horas indeterminadas quando Homem-Aranha, estudar, trabalhar e ter motivos para se preocupar com sua tia May (Rosemary Harris) quando Peter – não podemos excluir seu amor por Mary Jane (Kirsten Dunst), a quem ele não consegue trazer para si e contar seu maior segredo.

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Uma vez dedicado aos estudos, Parker ainda é brilhantes, mas se torna relaxado, por conta de ser o Homem-Aranha. Toda essa dualidade é difícil para ele, não conseguindo equalizar tudo. Para piorar a situação, os constantes ataques do Clarim Diário contra o Homem-Aranha o deixam ainda mais pra baixo e nervoso, já que não reflete o que ele é e o que faz. Por outro lado, a situação financeira de sua tia não está nada bem, podendo perder a casa após não pagar a hipoteca ao banco. Além disso, ao descobrir que sua melhor amiga e paixão pode estar saindo com alguém, ele se sente frustrado, começando sua derrocada como herói. 

O pontapé inicial para que ele se sentisse ainda mais estressado e frustrado foi quando, Mary Jane o convida para assistir sua peça, e devido a uma fuga de bandidos e sua atuação como Aranha, ele se atrasa e é proibido de entrar. Mas a tristeza e decepção o toma quando ele vê sua melhor amiga estar nos braços de outro homem, que coincidentemente é filho de J.J Jameson (J.K Simmons), seu chefe no Clarim. Essa decepção despertada em Peter atinge seus poderes, o deixando sem eles e acreditando que sua carreira poderia ir caindo quanto à isso.

Após idas e vindas, sendo ignorado por MJ e tendo conhecido seu ídolo, Otto Octavius (Alfred Molina), que seria o tema de seu trabalho na faculdade acerca do projeto de energia renovável, ele é convidado a ver a experimentação que Otto faria no próximo dia, aberto ao público. E não poderia dar mais errado. O começo do teste foi bem sucedido, usando o trítio para seu projeto, que foi financiando por Harry Osborn (James Franco) e a Oscorp. Com um simples erro matemático, tudo veio por água abaixo, e quando o Homem-Aranha tenta intervir e salvar Otto, já era tarde após o choque que tomou, destruindo o chip inibidor, que lhe dava o total controle de seus tentáculos de metal. A partir de um incidente trágico, nasce o Doutor Octopus, um dos vilões mais marcantes do personagem nos quadrinhos.

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“O poder do sol na palma da minha mão

Corrompido por seus tentáculos e seu maior sonho, Otto invade o banco e tenta roubá-lo, mas não esperava que Peter estivesse lá, e em instantes, o Homem-Aranha surge para confrontar seu inimigo pela primeira vez. Ambos estavam se conhecendo, suas habilidades e estilo de luta, o que garantiu aos dois, maior poder para uma outra batalha. A repetição aqui é colocar novamente a doce Tia May em perigo nas mãos de um vilão. No primeiro filme, o Duende Verde (Willem Dafoe) fez isso. Mas não tira nenhum brilhantismo do filme e só acrescenta ainda mais o drama de Parker no filme.

Para decretar sua decepção, ao ter que ir trabalhar em um evento que reuniu John Jameson (Daniel Gillies), o namorado de MJ, a surpresa está por conta do anúncio de casamento entre os dois e seu melhor amigo, Harry, descontando sua raiva por Peter ser leal ao Homem-Aranha, de quem tira as fotos. A patrulha após o evento, em vez de servir para acalmá-lo, só serviu para deixá-lo ainda mais preso em seu medo e fazê-lo perder os poderes. Estaria em suas mãos decidir o que deve fazer. Sua consulta médica abriu novos olhares, e a ilusão com seu tio Ben (Cliff Robertson) deixou claramente que ele era só um garoto acadêmico, que desistiu de ser o Homem-Aranha para viver sua vida e seus sonhos. Essa cena em convencional, é uma das mais emocionantes e arrepiantes da história do Homem-Aranha nos cinemas, ainda fazendo uma clara referência a HQ Homem-Aranha: Nunca Mais!

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Melhorando seu relacionamento com Mary Jane e com sua tia, além de sempre estar chegando na hora nas aulas da faculdade, Peter era uma nova pessoa, totalmente diferente do velho Peter. Até mesmo conseguiu assistir a peça de sua amiga, mas não foi o suficiente para que ela mudasse de ideia sobre o casamento. Toda esta melhora resultou em uma grande confiança, mas ainda assim, ele tentava se desviar de crimes recorrentes, até que não conseguiu em uma das partes do filme, e como Peter Parker, salvou uma menina de um prédio em chamas. “Coragem”, foi a definição do bombeiro, que ainda contou que um homem morreu em outro andar. Naquele momento, Parker viu o quão era necessário ter o Homem-Aranha na cidade. Não só esse momento, mas a conversa com sua tia, que emociona, o convence ainda mais a voltar a ser o herói. Pequenas coisas o fizeram ganhar uma grande confiança.

Seu retorno e a volta dos poderes s deu quando sua amada entra em perigo, justamente nas mãos do Dr. Octopus, seu grande inimigo no longa. A raiva que tomou conta de Peter, ajudou-o a recuperar seus poderes e voltar como o Teioso. Totalmente, a sequência da luta sobre o trem, é a melhor já feita na trilogia, pois ambos os personagens se entregam, já que cada um conhecia suas habilidades. Toda essa batalha frenética, resultou em Peter parando o trem antes que chegue no fim da linha. É realmente incrível a entrega de Maguire nessa cena. Descrever a cena, é quase impossível, pois passa aos espectadores a importância do herói para os cidadãos de NY, que o ajudam e demonstram seu carinho, após ele esgotar todas as suas forças para salvar os passageiros, colocando em risco seu alter ego. O sacrifício foi reconhecido pelas pessoas, que o carregaram como um verdadeiro herói. E todo o conjunto anterior já mencionado para ganhar mais confiança, e a promessa dos passageiros de que não contariam a identidade à ninguém, faz o Homem-Aranha acreditar que as pessoas ainda são boas.

Vale lembrar que, quando os garotos entregam a máscara, a faixa de Danny Elfman, Farewell, do primeiro filme, começa a tocar, denotando a leveza e o sacrifício de um garoto para salvar centenas.

“Ele é só um garoto, da idade do meu filho”.

Envolvendo a trama de Otto e conectando com a subtrama do ódio do Harry pelo Aranha, que seria resolvida no próximo filme, o final do longa se aproximava, com uma grande reviravolta no terceiro ato, o qual seus melhores amigos descobrem sua identidade. A luta final também não deixou a desejar, e Peter revela a identidade também para seu vilão e ídolo, vendo que, mesmo corrompido pelos tentáculos, Otto ainda era uma boa pessoa no fundo. É isso que o Homem-Aranha tenta fazer; fazer com que as pessoas vejam o melhor de si.

Desistindo daquilo que Otto mais sonha, ele afunda sua máquina e salva a cidade. Por outro lado, Peter também desiste do que ele mais quer na vida, que é namorar a MJ, dizendo que ambos não poderiam ficar juntos, já que ele sabe que terão mais inimigos. Isso mudou totalmente a opinião dela na hora de se asar, deixando seu noivo esperando no altar e correndo para os braços daquele que a ama.

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Homem-Aranha 2 brilha em atuação e um roteiro bem construído, tornando o herói e seu vilão mais humanizados do que nunca, com os problemas da sociedade em si e de suas vidas em particular. Tobey Maguire e Alfred Molina entregam aqui, tudo de si, com uma atuação de grande nível de ambos os atores, dramatizando seus personagens ainda mais. Será difícil ver um futuro filme do herói onde o protagonista e o antagonista atuam no mesmo nível.

Não podemos esquecer da clássica trilha de Danny Elfman, sendo este sua última composição para o Homem-Aranha. Toda a leveza e o tom heroico, fazem o ambiente do filme, e que realmente combina com ele. Torna tudo mais épico, especial e memorável, como o web-swing no final, repetindo o final de Homem-Aranha 1.


Veredito

Realmente, não é fácil descrever uma das grandes obras-primas dos filmes de heróis, e há muita coisa ainda que poderia ser falada aqui, mas não foi, como a preparação de terreno para o novo filme, que teria seu melhor amigo como vilão. Mas, pode ficar para uma outra matéria ainda mais detalhada. 

Em suma, Homem-Aranha 2 acerta em tudo que há de bom na mitologia do herói, mostrando a essência do personagem, que inspirava outras pessoas e que também era um humano, assim como todos nós. Sam Raimi consegue usufruir de tudo que as HQs do personagem oferecem, indo do visual do herói aos problemas de um acadêmico. A estrela de Tobey Maguire brilha, assim como a de Alfred Molina, sendo um dos melhores trabalhos dos atores em toda sua carreira, se não for o melhor.

Não só aspectos na história ou elenco, mas o visual, a fotografia do filme e especialmente a trilha sonora, fazem com que a obra seja especial e gratificante, moldando toda a ambientação do filme e o tornando ainda mais inesquecível pelos fã; e que fazem de Homem-Aranha 2 uma real obra-prima a ser desfrutada por todos.

10/10.


Semana Heroica acontece uma vez por mês, durante uma semana, focando em algum personagem dos quadrinhos, para falar sobre quadrinhos, games, filmes e sua origem ou um vídeo falando sobre algum quadrinho, essas últimas no canal do Critical Room.

Semana Heroica #6 | Homem-Aranha: Do Pior ao Melhor Filme

É corriqueiro ver discussões como: Quem é o melhor Homem-Aranha? Qual é o melhor filme do herói? O que é normal, pois o personagem passou por diferentes versões no cinema, que marcaram gerações distintas de fãs do Amigão da Vizinhança. Há quem prefira um ao outro, aliás é natural que um dos personagens mais populares dos quadrinhos gere discussões.

Dito isso, como fizemos com o Superman e com o Batman, resolvemos listar do pior ao melhor filme do maior herói da Marvel, o Homem-Aranha. Lembrando que contamos na lista apenas os filmes solo do herói, ou seja, não contamos as participações do personagem em Capitão América: Guerra Civil e nos dois últimos filmes dos Vingadores.

Confira abaixo:

8. O Espetacular Homem-Aranha 2: A Ameaça de Electro (2014)




Após a recepção morna do primeiro filme, a segunda investida de Marc Webb com o personagem decide ir por caminhos bem diferentes de seu antecessor. Aqui, Webb opta por um melodrama bem piegas e um tom bem cartunesco – algumas sequências do longa chegam a lembrar um desenho animado.

Mas esse não é um cartunesco no bom sentido, os personagens são tão caricatos que chegam a soar o ridículo. Os vilões do Electro de Jamie Foxx e o Duende Verde de Dane DeHaan são os que mais sofrem com isso, sem nenhum carisma. Com um tom inconsistente e vilões fracos, este filme foi responsável por derrubar a promissora franquia de Andrew Garfield como o Cabeça de Teia.

7. Homem-Aranha 3 (2007)



A produção de Homem-Aranha 3 sofreu de um impasse entre o diretor Sam Raimi e o produtor Avi Arad, os problemas de bastidores acabaram sendo refletidos na tela. A vontade de Raimi em contar com o vilão Abutre foi de encontro com o desejo de Arad em colocar o Venom para agradar o público de fãs do personagem. O resultado? A primeira aparição de Venom no cinema foi desastrosa, com uma subtrama completamente desleixada – aliás, subtramas mal desenvolvidas é o que não falta neste filme.

Nem tudo é de todo mal, no entanto, e existem coisas interessantes em Homem-Aranha 3. Como, por exemplo, o emocionante arco do Homem Areia de Thomas Haden Church, ou mesmo o marcante traje preto do Homem-Aranha. Contudo, são coisas que não conseguem salvar a bagunça de planejamento que foi o longa.

6. Homem-Aranha: Longe de Casa (2019)

Longe de Casa conta com tudo que faz o MCU ser o sucesso que é: uma trama divertida, bom humor, personagens carismáticos e boas cenas de ação. É inegável que esse modelo da Marvel Studios é assertivo, tanto que o último filme do Aranha chegou a bater US$ 1 bilhão na bilheteria. Um grande sucesso.

No caso, Peter Parker embarca numa viagem pela Europa com seus amigos, contudo, surgem inimigos e contratempos que vão atrapalhar a viagem do herói – e fazer a diversão do espectador. Aqui, vemos também o quão a vontade está Tom Holland no papel do Amigão da Vizinhança, provando mais uma vez que a escolha pelo jovem ator para ser o intérprete do personagem foi a decisão ideal. O que pode pesar contra Longe de Casa é que, provavelmente, o longa seja um dos menos memoráveis do herói, pra não dizer esquecível.

5. O Espetacular Homem-Aranha (2012)

O desafio do reboot da franquia dirigido por Marc Webb era grande: suceder a trilogia de sucesso de Sam Raimi que marcou toda uma geração. A obra, claro, não supera os filmes de Tobey Maguire, mas conta com uma reimaginação do personagem e com grandes momentos. Vejo que, muitas vezes, o longa é criticado injustamente pelos fãs.

Aqui, Peter Parker é skatista, não é o nerd da turma e é cinéfilo – pode-se ver um pôster de Janela Indiscreta em seu quarto. As mudanças podem desagradar alguns, mas é algo novo, que difere o personagem da versão de Tobey Maguire. O longa conta com um inspirado visual sob a iluminada Nova York e conta com belas cenas de ação, como, por exemplo, a marcante cena em que o herói salva o garoto na ponte. Afora a inegável química entre Andrew Garfield e Emma Stone, formando um excelente par como Peter Parker e Gwen Stacy. Garfield, aliás, talvez não seja o melhor Homem-Aranha, mas é, com certeza, o melhor ator que interpretou o personagem.

4. Homem-Aranha: De Volta ao Lar (2017)

Com a derrocada de O Espetacular Homem-Aranha 2 surgiu a oportunidade de um novo reboot do Aranha, agora pela parceria entre Sony e Marvel Studios, fazendo o personagem ser inserido no universo cinematográfico da Marvel, junto de Homem de Ferro e outros heróis da editora da Casa das Ideias.

O legal dessas obras é que cada versão é bem diferente uma da outra, e a versão de Tom Holland não foge disso. Agora, o herói se torna realmente o Amigão da Vizinhança, agindo no Queens e solucionando pequenos casos, apenas tentando crescer como herói e se tornar um Vingador. E como já dito antes, Tom Holland foi a escolha ideal para o papel do Cabeça de Teia. O jovem ator tem um grande carisma e atua de maneira divertida na dinâmica colegial imprimida pelo diretor Jon Watts. E essa dinâmica adolescente funciona tão bem que rola até referência ao clássico Curtindo a Vida Adoidado, do mestre John Hughes.

3. Homem-Aranha no Aranhaverso

Essa animação foi uma grande surpresa e fez tanto sucesso que venceu o Oscar de Melhor Animação de 2019. Fez tamanho sucesso que popularizou o personagem Miles Morales na cultura pop. O longa tem como seu protagonista o jovem Miles, que, ao ser picado por uma aranha radioativa e ganhar poderes, começa a andar com outras versões do personagem vindas de outras dimensões. Com uma ideia tão interessante, a obra abre margem para a interessante interação de Miles com personagens curiosos como o Homem-Aranha Noir de Nicolas Cage e até mesmo o Porco-Aranha.

Ver Miles interagindo com os outros e aprendendo o que é ser Homem-Aranha com o velho Peter Parker chega ser gratificante, ainda mais para o fã do Aranha. O longa mescla ainda o bom humor com um bom arco dramático de seu protagonista. Em suma, Homem-Aranha no Aranhaverso é um filme que entrega tudo que o fã do personagem anceia e merece ver.

2. Homem-Aranha (2002)

Ao contrário de O Espetacular Homem-Aranha 2, o tom cartunesco funciona muito bem aqui. É como se os quadrinhos de Stan Lee fossem transportados para a tela. Vale lembrar que a primeira investida do Homem-Aranha no cinema quase foi dirigida por James Cameron, e poderia contar com Leonardo Di Caprio para viver Peter Parker. Mas nada disso ocorreu, o escolhido para a direção foi Sam Raimi, antes o diretor da franquia Evil Dead, e para viver o herói o escolhido foi Tobey Maguire – escolhas certeiras.

Raimi comanda aqui uma aventura com momentos memoráveis e personagens marcantes. Rosemary Harris viveu a doce Tia May e JK Simmons deu vida ao rabugento J.J. Jamenson. Afora Willem Dafoe como Duende Verde, um dos vilões mais marcantes da franquia. Todas caracterizações perfeitas de acordo com a ideia de encenação cartunesca de Raimi. Essa foi a primeira vez que vimos o Aranha nas telonas, onde foi introduzido os personagens que tanto amamos e momentos que ficaram marcados no imaginário popular.

1. Homem-Aranha 2 (2004)

Não tinha como ser outro. Homem-Aranha 2 é, com certeza, uma das melhores adaptações de quadrinhos do cinema. Temos aqui um dilema que vemos raras vezes em obras do gênero: deixar de ser Homem-Aranha para poder viver uma vida normal como cidadão ou exercer sua responsabilidade de usar seus poderes para o bem comum? São coisas como essa que engrandecem a grande obra de Sam Raimi.

Esse conflito permeia por todo o filme, fazendo o herói até perder seus poderes por um breve momento – sendo o resultado de sua alto insegurança. Ora, além desse conflito interno, Peter precisava conciliar sua vida no trabalho e na faculdade com sua vida amorosa com Mary Jane, e ainda cuidar de sua tia envelhecida. Tudo isso aproxima o personagem do espectador cidadão comum ao mesmo tempo que carrega a essência do herói, que é exatamente ser essa pessoa real com problemas comuns pra resolver. Tudo tocado com precisão pelas mãos de Sam Raimi.


Semana Heroica acontece uma vez por mês, durante uma semana, focando em algum personagem dos quadrinhos, para falar sobre quadrinhos, games, filmes e sua origem ou um vídeo falando sobre algum quadrinho, essas últimas no canal do Critical Room.

A quinta parte aconteceu no Instagram e você quem decide qual é o melhor filme do Homem-Aranha:

Confira a segunda parte da Semana Heroica, que aconteceu no CR Comics:

Semana Heroica #4 | Marvel’s Spider-Man

Lançado em 2018 para PS4, Marvel’s Spider-Man é um jogo sobre o Homem-Aranha com todas as características do herói, desde seu senso de responsabilidade até a rica galeria de personagens que foram muito bem aproveitados. Tudo isso mesclado a um combate fluído e um web-swing que realmente lembram movimentos que o Aranha realiza em suas HQs.

Focando na galeria de personagens, o visual dos vilões foi reformulado, mesmo assim respeitando o material original:

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Além do traje do próprio Homem-Aranha, a Classic Suit é linda e a Advanced Suit é inovadora.

Personagens como Mary Jane, Tia May e Miles Morales são personagens bem trabalhados, mesmo que sejam coadjuvantes na história. A MJ, principalmente recebeu uma abordagem completamente diferente do convencional, já que transformaram ela numa repórter do Clarim Diário e a tornaram independente, o mesmo ocorre com a May, que além de ser independente, ajuda várias pessoas através do instituto F.E.S.T.A.

A relação de Octavius e Peter como mestre e mentor é um dos grandes pontos do jogo, já que os dois eram melhores amigos e depois se tornaram inimigos mortais, tudo por conta do desejo de vingança de Octavius e a manipulação que ele sofreu por conta dos tentáculos. Você percebe que o Otto não é uma pessoa ruim, mas o seu desejo por vingança mudou tudo e o tornou um super-vilão, que acaba entrando em conflito com a única pessoa que ainda ao seu lado, Peter Parker.

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Doutor Octopus ou Otto Octavius

E assim como em outras mídias, a figura de Peter Parker foi muito bem trabalhada, mostrando todas as dificuldades de ter duas vidas completamente diferentes, uma como herói e outra como uma pessoa comum. Esse dilema é trabalhado no jogo até o final, quando Peter tem que escolher salvar a vida de sua tia ou salvar a cidade. O conflito entre as duas vidas completamente diferentes acaba resultando num final triste, com a morte da May, que em seu leito de morte, revela que sempre soube do segredo de Peter, dando ainda mais profundidade a trama do jogo.

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Marvel’s Spider-Man “pegou” vários elementos da franquia Arkham, mas conseguiu entregar um jogo sensacional do Homem-Aranha, com um roteiro e personagens muito bem trabalhados. Então, sim, o jogo pegou elementos da franquia Arkham, mas conseguiu por mérito próprio, alcançar o título de melhor jogo do Homem-Aranha e melhor da jogo da Marvel.


Semana Heroica acontece uma vez por mês, durante uma semana, focando em algum personagem dos quadrinhos, para falar sobre quadrinhos, games, filmes e sua origem ou um vídeo falando sobre algum quadrinho, essas últimas no canal do Critical Room.

Confira a segunda parte da Semana Heroica, que aconteceu no CR Comics:

Semana Heroica #3 | Homem-Aranha

O Homem-Aranha foi criado na década de 60 por Stan Lee e Steve Ditko, fazendo sua estreia na revista Amazing Fantasy #15, e pouco tempo depois, ganhou sua própria revista. O herói fez muito sucesso, principalmente entre os jovens, porque era o primeiro herói adolescente que não era apenas um ajudante de outro herói, mas sim o próprio protagonista de sua própria história. E o melhor de tudo, ele era apenas um cara normal que teve a sorte (ou azar) de ter adquirido aqueles poderes. A questão é que já naquela época, o personagem era visto como “inspiração”, principalmente pelo público nerd que sofria bullying e que estava acostumado com um herói musculoso e perfeito, ao contrário de Peter Parker, um adolescente que era herói nas horas vagas. Mas o fator que tornava Peter Parker tão identificável, era de que como ele era um rapaz tímido e inteligente, e quando colocava o traje, isso tudo mudava e ele se tornava alguém mais confiante.

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E com essa confiança, surgiam as famosas piadinhas que saíam nos momentos certos para tentar desequilibrar o inimigo, o problema é que essa questão de piadas é levada muito a sério pelos fãs, que pensam que o personagem tem que lançar uma nova piada a cada cinco minutos, e se não tiver piadinha, não é o Homem-Aranha. A questão aqui é que o Homem-Aranha não é um comediante de Stand Up pra ficar lançando piadinha toda hora. No início de carreira, Peter só usava esse método para ter mais confiança e deixar o medo de lado, e hoje ele só manda essas “brincadeiras” nos momentos certos, não igual ao Deadpool, que literalmente faz um comentário sarcástico a cada dois quadros. Para finalizar, sim o Homem-Aranha é um herói bem humorado, mas não é comediante pra ficar lançando piada toda hora.


Semana Heroica acontece uma vez por mês, durante uma semana, focando em algum personagem dos quadrinhos, para falar sobre quadrinhos, games, filmes e sua origem, essa última no canal do Critical Room.

Confira a segunda parte da Semana Heroica, que aconteceu ainda ontem, no CR Comics:

O que esperar da 2ª temporada de Batwoman?

Com nova atriz, série caminhará para novos horizontes.


Batwoman, série produzida pela The CW, viveu momentos turbulentos quando a atriz Ruby Rose, protagonista do show pediu para sair, pegando todos de surpresa, inclusive os fãs. Fato é que o seriado não agradou boa parte do público, por motivos um pouco fúteis, não levando em questão detalhes mais técnicos ou roteiro. E com a nova escalação de outra atriz no papel, os fãs ficaram divididos, com alguns querendo que a série acabasse sem ter um final, e outros pensando em como vão substituir Kate Kane no show de TV.

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A nova atriz escalada é Javicia Leslie, que esteve no elenco do seriado The Family Business, irá protagonizar a série no lugar de Ruby Rose, mas não assumindo Kate Kane e sim uma personagem original criada pelos roteiristas. Mas o que pensar dessa troca? Irá vingar ou ser uma protagonista genérica?

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Com a nova temporada se encaminhando para estrear ainda em janeiro de 2021, a anterior deixou um bom gancho para a a que está por vir, com Thomas Elliot, o Silêncio, assumindo o rosto de Bruce Wayne. Isso seria muito utilizado contra Kate, mas com a nova protagonista que se chamará Ryan Wilder, qual será a conexão de Bruce com ela? É improvável que mantenham o foco nessa antiga trama, pois Kate sumiu do radar e é nisso que eles irão trabalhar. E onde ela está? Desistiu do manto e sumiu, assim como seu primo, ou morreu nas mãos de algum vilão como o Espantalho? Rumores apontam que ela será morta, mas ainda não se sabe como, porém tudo pode acontecer.

São vários pontos a serem debatidos, e com certeza, os fãs estão curiosos para saber sobre a trama. Mas, temos a confirmação de que o Espantalho estará envolvido na nova temporada e na origem de Ryan Wilder, já que o mesmo matou sua mãe. Isso basta para que ela procure vingança contra Crane, roube o traje da Batwoman e faça sua própria cruzada contra o crime em Gotham.

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Batwoman #10 (DC Universe)

Assim como Kate, Ryan irá trabalhar ao lado de Luke Fox e demais aliados da Batwoman original, o que poderá ajudá-la a ganhar mais visibilidade e confiança no trabalho. Mas também trará para si seus velhos inimigos, com Alice e o próprio Silêncio, que não estão conectados em nenhuma forma com a nova protagonista. Mas o que resta é esperar a segunda temporada estrear ou um trailer, para ver qual será a trama.

Confira a sinopse inicial da segunda temporada:

Sinopse: “Uma grande mudança de jogo que alterará Gotham e o time Bat para sempre. Conforme a poeira assenta, Batwoman tem tudo trabalhando contra ela – incluindo a galeria de vilões dos bandidos recentemente fugitivos – e todos virão a vê-la sob uma luz totalmente nova. Alice encontra seu par quando ela se envolve com um inimigo perigoso de seu passado que sabe exatamente como se aproveitar de suas vulnerabilidades. À medida que Luke (Camrus Johnson) e Mary (Nicole Kang) encontram seu lugar como ajudantes, um romance vai abalar sua dinâmica. Enquanto isso, o relacionamento inicial de Sophie (Megan Tandy) e Julia (atriz convidada Christina Wolfe) enfrentará seu primeiro teste real e fará Sophie questionar tudo o que ela pensava que sabia ser verdade”.


Ainda falando da Batwoman, o nosso CR Origens de hoje foi focado na personagem. Veja abaixo sua origem:

Será que você sabe tudo sobre a personagem? Participe do quiz em nosso Instagram!

Gotham Knights ganha nova arte conceitual

Gotham Knights chega apenas em 2021


Gotham Knights, novo jogo da Warner Bros Montreal, desenvolvedora de Batman: Arkham Origins, ganhou mais uma nova arte conceitual, que foi publicada pelo perfil oficial do jogo no Twitter. Veja:

https://www.twitch.tv/Dolario
Gameplays de diversos jogos, sempre com boa companhia e humorismo.

A imagem destaca a lanchonete Pamela’s, que faz uma possível referência a doutora Pamela Isley, vilã que se auto-intitula de Hera Venenosa. É claro que não passa de uma coincidência, mas quem sabe possa não ser uma referência ao alter ego da vilã. Além disso, há alguém parado perto da entrada, podendo ser algum dos heróis ou conhecido entre eles, como o comissário James Gordon ou até mesmo Bruce Wayne disfarçado.

Intitulado de Gotham Knights, a trama seguirá os novos Cavaleiros de Gotham, Asa Noturna, Batgirl, Capuz Vermelho e Robin em uma nova cruzada, agora que Batman está supostamente morto. Com o auxílio de toda a tecnologia deixada por Bruce Wayne e também o apoio de Alfred, o novo jogo irá explorar a Corte das Corujas como o novo antagonista. Muitos outros vilões como o Senhor Frio irão faze sua presença para dominar Gotham.

Gotham Knights chega em algum momento de 2021 para PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One, Xbox Series X e PC.


Confira o último CR Origens e conheça o supervilão Kang, o Conquistador:

Batman Day | Do pior ao melhor filme do Cavaleiro das Trevas

Dos quadrinhos para a televisão e da televisão para o cinema, o Batman já teve ótimos filmes e ruins também, sendo todos eles inesquecíveis sempre por um aspecto. De Tim Burton a Christopher Nolan, o Cavaleiro das Trevas já passou por diversas visões, além de atores como Adam West ou Christian Bale.

Para finalizar o Batman Day, nossa última lista irá elencar do pior ao melhor filme do Cruzado de Capa.


8. Batman & Robin 

Pra começo de conversa, não é o Robin e sim o Asa Noturna. Inesquecível por seus momentos inacreditáveis como os bat-mamilos ou o bat-cartão de crédito, além da grande coloração e infantilização do herói, Batman & Robin não poderia não ficar em último nessa lista, sendo o pior filme do Batman já feito, amargando também como um dos piores de heróis. Joel Schumacher dirige um filme besta, mas com uma proposta convincente e grandes vilões, que poderiam ser bem usados caso não fosse o roteiro totalmente tosco. Nada funciona, exceto o Alfred de Michael Gough, que sempre é tão simpático e aparece bem quando preciso. Um filme que não há como descrever de tamanha ruindade.

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7. Batman Eternamente

Desculpe, Schumacher, mas pelo menos neste você fez melhor. Val Kilmer interpretou o Batman, e não foi ão esquecível quanto George Clooney. Carregando uma premissa interessante, e sabendo formular o enredo sem deixá-lo totalmente infantil, mas ainda colorido, Batman Eternamente é um filme fraco, mas não péssimo. Com Duas-Caras (Tommy Lee Jones) e o Charada (Jim Carrey) como inimigos, o filme consegue deixar tudo mais quadrinhos em questões visuais, mas mesmo assim, peca em sequências desnecessárias. Uma das coisas que salvou  o filme da total mediocridade, foi a atuação de Val Kilmer, Michael Gough como Alfred  e a origem do Robin (Chris O’Donnel). Bom, culpem a Warner por isso.

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6. Batman – O Homem Morcego

1966 foi o auge da carreira de Adam Westque permanece no coração dos fãs do Cavaleiro das Trevas desde então. Vindo do seriado que fez sucesso entre 1966 e 1968, o Batman ganhou seu primeiro filme em 1966, trazendo grande vilões do Batman no filme e atores como Cesar Romero e Burt Ward. A trama simples de salvar um comodoro em seu iate, a dupla dinâmica cai em uma armadilha de seus maiores vilões, Coringa, Charada, Pinguim e a Mulher-Gato.  A icônica cena da bomba e do bat-repelente de tubarão está no filme, e mesmo que essa última seja muito boba, é engraçada e ainda assim, para a época, é entendível a leveza que queriam trazer ao Batman e Robin.

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5. Batman: O Retorno

Com o acerto do primeiro filme em 1989, sendo aclamado pela crítica e pelos fãs, Tim Burton volta para dirigir Batman: O Retorno, em 1992, com Michael Keaton reprisando o papel do protagonista. O enredo sombrio, com o clima noir de Gotham se casam perfeitamente, trazendo o Pinguim (Danny Devito) e sua origem sendo mostrada logo no começo do filme, assim como aconteceu com o Coringa (Jack Nicholson). Enquanto o Pinguim faz chantagens e salva o filho do prefeito, mesmo que ele tenha mandado um capanga sequestrá-lo, o povo de Gotham o reconhece como herói e Max Shreck (Christopher Walken) quer vê-lo sendo prefeito da cidade, para que seu plano de construir a usina seja concluído. O milionário não esperava que sua secretária, Selina Kyle (Michelle Pfeiffer) descobrisse sobre os planos, a jogando do prédio. Dali, nasce a Mulher-Gato, após ela ser lambida por vários gatos enquanto caída – um pouco ilusório, talvez. Batman frustra os planos de Pinguim, que se une a Mulher-Gato para derrubá-lo.

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4. Batman 

Em 1989, após o Superman de Christopher Reeve ter estreado 11 anos antes e ter sido um grande sucesso, a Warner Bros. apostou em um filme do Batman e deu certo. Batman (1989), traz Michael Keaton como Bruce Wayne e Jack Nicholson como Coringa. O filme reimagina uma nova Gotham, um Batman mais sombrio e uma nova origem para o Coringa, que ainda é muito usada. Transformando o vilão antes em um gângster, Jack Napier vivia nas graças de seu chefe, mas uma emboscada na Axis Chemicals o faz se encontrar com Batman, e posteriormente, cair em um tanque de ácido, se transformando no Coringa. O filme que se desenrola com os maiores inimigos batalhando um contra o outro, revela que Jack criou o Batman antes mesmo do herói ter criado o Coringa. Jack Napier havia matado os Wayne, assim nascendo o mito do Morcego, que se tornou realidade para os criminosos. Conseguindo salvar a repórter Vicky Vale, o Coringa tem seus planos interrompidos após cair da Catedral de Gotham e morrer. Batman ainda é um dos grandes filmes de heróis já feitos, que serviu de inspiração para a criação da série animada do Batman. Vale ressaltar ainda a bela trilha sonora composta por Danny Elfman, sendo uma das mais marcantes do personagem.

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3. Batman Begins 

Depois do fracasso dos filmes de Joel Schumacher, a Warner congelou o Batman, mas nos anos 2000, recebeu um grande roteiro de David S. Goyer, e que nunca imaginaria que seria a melhor trilogia de filmes de super-heróis já feitos. Com o diretor em ascensão Christopher Nolan assumindo o filme, e também escolhendo para o papel Christian Bale, que estava sendo ainda mais reconhecido mundialmente, o novo filme Batman Begins é colocado em prática e lançado em 2005. Misturando muitos quadrinhos do herói, e mostrando sua tragédia, treinamento e ascensão ao manto e guardião de Gotham, o mais novo longa do Batman foi um sucesso internacionalmente, conquistando os fãs até hoje, tanto pela história e visual, quanto pela trilha sonora e cenas marcantes. Bruce retorna a Gotham após longos anos treinando, e encontra um sistema corrupto e falido, controlado por Carmine Falcone (Tom Wilkinson). Ao investigar ainda mais sobre as drogas que Falcone traficava, ele se depara com o Espantalho (Cillian Murphy), que usa um gás que ativa os medos da pessoa. Além de tentar derrubar a máfia, Bruce tenta manter seu bom relacionamento com Alfred (Michael Caine) e seu amor por Rachel (Katie Holmes). Caçado também pela polícia, mas tendo um voto de confiança do capitão James Gordon (Gary Oldman), seu trabalho é salvar Gotham da destruição causada por Ra’s Al Ghul (Liam Neeson), seu mentor.

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2. Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge

O último filme com Christian Bale no papel, que fecha com chave de ouro uma trilogia incrível, Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge, lançado em 2012, traz o desfecho que o herói merecia. A construção de uma narrativa mais focada em Bruce Wayne após se aposentar do capuz, faz o filme ser muito especial por carregar mensagens positivas por trás de grandes cenas. A história começa com um sequestro de avião, praticado por Bane (Tom Hardy) e seus mercenários, que garantem um físico nuclear para seu plano. Em tempos de paz, Bruce Wayne está entocado em sua mansão, não sendo visto por Gotham há mais de 8 anos, assim como o Batman. Com o roubo de suas digitais por Selina Kyle (Anne Hathaway), probelmas virão para o bilionário, que volta a ativa após Bane e seus capangas conseguirem roubar a bolsa de valores. Toda a polícia caça o Batman pela cidade, sem nem mesmo ter a permissão de Gordon, que estava internado no hospital de Gotham após descobrir o esconderijo de Bane. Referências de quadrinhos não faltam, como quando Bane quebra a coluna de Batman. Isolado em uma prisão longe da civilização, o Batman precisa ressurgir antes que sua cidade seja destruída.

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1. Batman: O Cavaleiro das Trevas

Cenas marcantes, premissa incrível e atuações impecáveis fazem de Batman: O Cavaleiro das Trevas, o melhor filme do herói, e com certeza, o melhor de heróis já feito desde então. Tendo levado ainda um Oscar de Melhor Ator Coadjuvante, garantido por Heath Ledger por ter interpretado o Coringa, o segundo filme da trilogia é tão obscuro em sua história quanto o próprio quadrinho de Frank Miller de mesmo nome. Um novo inimigo toma a cidade, o Coringa, aterrorizando e matando muitos para chamar a atenção do Batman. Enquanto Bruce Gordon investigam sobre o Palhaço, o promotor Harvey Dent se une aos dois para derrubar a máfia. Bruce precisa se conformar com o namoro do promotor com sua melhor amiga, Rachel Dawes (Maggie Gyllenhaal), e ainda lidar com a pressão sobre o mesmo, após a morte do tenente Gordon e a entrega de Harvey Dent à polícia após revelar que era o Batman. Com muita confusão, Coringa tenta acabar com Dent no camburão em que ele é levado, mas Batman salva sua pele, ou melhor, Gordon salva o Batman. Mesmo preso, o Coringa trama e rapta Harvey e Rachel, fazendo Batman escolher qual amigo iria salvar. Com a explosão e o rosto molhado por gasolina, Dent vira o Duas-Caras e ambos, Batman e ele, precisam conviver com a morte de Rachel. O plano do Coringa finalmente vingou, transformando o Cavaleiro Branco de Gotham em um grande vilão, que se corrompeu pela sociedade e suas consequências sofridas na vida.

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Concorda com a lista? Nossa finalização do Batman Day é com este artigo de seus filmes. Ainda importante, mesmo que sombrio, o Batman é um dos heróis que molda uma sociedade justa, e que persiste sempre em suas lutas e motiva a cada um de nós a ficar de pé, ainda que os tempos sejam sombrios e cheios de incertezas.

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Confira o especial Batman Day no site e no canal do Critical Room no YouTube:

Batman Day | Os 10 melhores games do Batman

Ah, os jogos! Com certeza, há muitos gamers no mundo, e eu sou um deles. E, como toda empresa, a DC Comics não hesita de colocar um de seus pilares na indústria dos games, o Batman. O Critical Room decidiu fazer uma lista dos 10 melhores jogos do Batman.


10. Batman: Arkham VR

Desenvolvido pela Rocksteady em 2016, criadora da trilogia Arkham, Batman: Arkham VR é o primeiro jogo de realidade virtual feito pela Rocksteady e da DC Comics. O jogo permite o jogador imergir no mundo do Batman, com seus acessórios e segredos, além de explorar a Mansão Wayne e Batcaverna. A história que se passa entre Batman: Arkham City e Knight, tem como enredo o mistério do desaparecimento de Asa Noturna e Robin. O Asa Noturna havia sido morto em conflito e o Robin enjaulado, e tudo era graças ao Batman, que estava infectado com o sangue TITAN do Coringa. Tudo não passava de uma alucinação do herói.

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9. LEGO Batman: The Videogame

Um clássico dos jogos e desenvolvido pela TT Games em 2008, LEGO Batman é muito amado pelos fãs do Morcego e dos amantes dos games de LEGO. O visual do game é inspirado no clássico Batman de Tim Burton, com a trilha sonora composta por Danny Elfman. A trama é composta por três grupos de vilões que fogem Asilo Arkham para aterrorizar Gotham, e a dupla dinâmica precisa capturá-los novamente. O jogo também disponibiliza uma história paralela, só que controlando os vilões.

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8. Batman: The Telltale Series

A Telltale Games não perdeu tempo de desenvolver um jogo do Batman, e a Athlon Games e conseguiu os direitos para que a Telltale pudesse produzir um game em que o jogador escolhe entre decisões certas e erradas, tanto na vida do Batman, quanto na de Bruce Wayne. O enredo apresenta um grande perigo para Gotham, a Senhora Arkham, que junto de Pinguim, amigo de infância de Bruce, revela a podridão de Thomas Wayne, Carmine Falcone e o atual prefeito Hamilton Hill. Bruce Wayne  financia e apoia Harvey Dent em sua campanha para prefeito, e quando descobre toda a verdade, não esconde a vergonha que sente por crescer no dinheiro sujo de seu pai. Ao mesmo tempo que lida contra a pressão da imprensa quanto o passado de sua família, Bruce recebe ajuda da Mulher-Gato, Alfred, Lucius Fox e o tenente Gordon para derrubar a Senhora Arkham e os Filhos de Arkham.

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7. Batman: Arkham Origins

Sendo um game que mostra como tudo começou na Saga Arkham, a WB Montreal investiu em um jogo em que o Batman e seus vilões estivessem ainda no início de carreira, apenas se conhecendo. Havia muita expectativa para o lançamento do jogo em 2013, e a expectativa causou frustração em muitos e muita alegria para outros. Arkham Origins relata o incidente na prisão Blackgate, dominada pelo Máscara Negra e seus capangas. O Batman é alvo de Roman Sionis, que contrata outros mercenários como o Exterminador, para matar o Morcego. Porém, os planos de Sionis não fluem, pois Coringa ascende ao mundo do crime e domina sua operação. Além de estar sendo caçado, o Batman é um foragido da polícia corrupta de Gotham, e precisa ficar fora do foco de James Gordon.

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6. LEGO Batman  3: Beyond Gotham

O último jogo da franquia LEGO Batman, LEGO Batman 3: Beyond Gotham, foi lançado ainda em 2014 e teve um bom desempenho.  O jogo multiplayer junta novamente o Batman e a Liga da Justiça para enfrentar a maior ameaça do universo LEGO, Brainiac, que reduzia cidades para sua coleção. As tropas de Lanternas (Azuis, Amarelos…) foi emboscada pelo androide, e faltava apenas Hal Jordan, o Lanterna Verde, para que seu plano estivesse concluído. Por outro lado, Lex Luthor, Coringa e sua turma invadem a Sala da Justiça para usar o canhão de fusão binário da Torre de Vigilância, e forçar o povo a fazer Luthor de presidente. Porém, o improvável acontece, quando Brainiac começa sua invasão, os vilões se unem a Liga da Justiça para salvar o mundo.

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5. Batman: The Enemy Within

Lançado em 2017, um ano após a primeira temporada, Batman: The Enemy Within é uma continuação direta de Batman: The Telltale Series, e explora novos vilões e aliados para a trama. Com a volta do Charada para Gotham, a Agência que está sob o comando de Amanda Waller, entra no caso e oferece uma aliança para trabalhar ao lado de Batman. João Ninguém (Coringa), convence Bruce a conhecer seus amigos, Arlequina, Bane, Sr. Frio e a Mulher-Gato, que estava de volta a cidade para um trabalho. A equipe de vilões queria conseguir uma cura, a partir do sangue do Charada. Bruce Wayne se infiltra e trabalha junto com Selina para roubar o laptop e o pen drive do Charada, que contém informações preciosas de um projeto engavetado da Agência, que atua nas sombras. Waller coloca o Batman em seu tabuleiro, podendo revelar a qualquer momento a identidade de Bruce para o mundo, caso não coopere na operação. Batman está contra tudo e todos, e precisa escolher entre salvar seus aliados ou sua identidade.

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4. LEGO Batman 2: DC Super Heroes

O segundo jogo da franquia LEGO, lançado em 2012, considerado o melhor dos três, une o Batman, com alguns heróis da Liga da Justiça e por fim toda ela reunida, para derrotar Lex Luthor e Coringa. O jogo de mundo aberto, que permite explorar Gotham desde o Asilo Arkham até a Batcaverna, impressiona até nos gráficos da água, permitindo o jogador dirigir o batmóvel ou voar com o Superman pela cidade. O enredo chega a explorar muito bem a mitologia do Batman, unindo vilões como Coringa para um grande plano contra a dupla dinâmica. Coringa e outros vilões são capturados pelos heróis de Gotham, sendo preso no Arkham. Luthor usa sua arma de desconstruir peças pretos, libertando o Coringa, e depois vários vilões da galeria do Cavaleiro das Trevas. Quando Superman e Batman vão a LexCorp, Luthor é quase capturado pelos Melhores do Mundo e foge num robô gigante , construído juntamente com o Coringa. A Liga da Justiça se une para impedir que os vilões destruam Gotham.

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3. Batman: Arkham Asylum

Uma grande euforia tomou conta dos fãs quando a Rocksteady anunciou o primeiro jogo do Batman feito pela desenvolvedora, ainda não tão conhecida. Lançado em 2009, Batman: Arkham Asylum foi um sucesso sem tamanho para os games de heróis, sendo o jogo que remodelou a visão sobre os games deste gênero, e inspirou muitos outros. Trazendo Mark Hammil e Kevin Conroy, dubladores oficiais de Coringa e Batman, respectivamente, a trama consiste na captura de Coringa, em que o Cruzado Encapuzado acha fácil demais. Acompanhando a entrada do vilão no Asilo Arkham, e impedido de ir adiante, o Coringa escapa com ajuda da Arlequina, e liberta dos diversos internos e grandes vilões do Batman, causando o caos no Asilo. Com o auxílio de sua tecnologia, Alfred e Oráculo, Bruce precisa retomar a ordem no Arkham e prender todos os mais diversos vilões de sua galeria, como o Espantalho, Crocodilo e Bane. Enquanto enfrenta seus maiores vilões, Batman descobre que o mesmo veneno que Bane usa, o Coringa aplica em seus capangas para criar seu exército pessoal, e por final, nele mesmo.

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2. Batman: Arkham Knight

O último jogo da da trilogia Arkham pela Rocksteady, que deu fim ao legado do Batman e seu heroísmo em Gotham, Batman: Arkham Knight chegou em 2015 para os consoles, e causou grande euforia. Com a revelação de que o Espantalho seria o grande vilão do filme, muitos se perguntavam como ele havia sobrevivido ao ataque do Crocodilo. Mais determinado e com um visual de dar arrepios, além de mais perigoso, Crane convoca todos todos os vilões do Batman (até mesmo o Vagalume) para quebrar o Batman, e deixá-lo sem esperança, em pleno Halloween. Seu plano era desmascarar o herói, tentando quebrar seu psicológico, matando pessoas próximas e o induzindo ao gás do medo. Porém, seu braço direito e também arquiteto do plano, o Cavaleiro de Arkham, quer matá-lo a todo custo. Crane revela o dispositivo de precipitação alocado em um tanque, e que serviria para tomar toda a Gotham, já que seu plano inicial de destruir toda a Bleake Island a partir da Ace Chemicals falhou. Com sua vingança psicológica de derrubar e cansar o Batman até quebrar sua mente, o Espantalho nota que ele estava diferente do habitual. O sangue TITAN do Coringa (que morreu em Arkham City) ainda corre em suas veias, e ele busca se salvar com uma cura. Alternando entre alucinações e o presente, Bruce luta contra seu medo e sua mente de se quebrar. Ao final, ele precisa salvar seus aliados, revelando para o mundo sua verdadeira identidade, e deixando para sempre o manto de Batman.

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1. Batman: Arkham City

Batman: Arkham City é considerado por muitos o melhor jogo já feito do Batman e de heróis, mas muitos fãs ficam divididos entre os três da trilogia principal – e com razão, pois até na lista foi difícil escolher o melhor. Lançado em 2011, e explorando uma nova prisão em Gotham, Arkham City traz o enigmático Hugo Strange, diretor da instalação e antigo psiquiatra do Asilo Arkham. Após descobrir a identidade secreta do Batman, ele aloca os maiores criminosos de Gotham em sua prisão na cidade velha. Com uma parcela contra, e tendo colocado o prefeito em sua palma da mão, além de contornar o DPGC, Strange deixa os maiores vilões de Gotham tomarem seu lugar na prisão, com cada um em sua fortaleza pessoal. Capturado pela Tyger, Bruce Wayne se infiltra em Arkham City para descobrir sobre o Protocolo 10, o tão infame plano de Strange. Conseguindo escapar e vestir seu traje no topo de um prédio, ele precisa salvar a Mulher-Gato de ser morta pelo Duas-Carase perguntar sobre o plano do psiquiatra. Após salvar Selina de ser morta duas vezes, sendo a segunda pelo Coringa, o Cavaleiro vai atrás do Palhaço, é capturado e sofre uma transfusão de sangue, tendo o TITAN correndo por seu corpo. E é aí que uma busca incessante por uma cura começa, ao mesmo tempo em que Batman precisa parar o Protocolo 10, que era um plano para destruir Gotham e recomeçar de suas cinzas. Sua batalha final após impedir Strange e seu mentor da destruição, foi salvar Talia Al Ghul do Coringa falso, que havia roubado a cura pra si. Derrotando o Cara-de-Barro, que era o Coringa falso e frustrando os planos do Coringa de ser imortal a partir do Poço de Lázaro, Bruce toma a cura e é atacado pelo Palhaço, que vê sua esperança se quebrar. Batman escuta a última risada e o suspiro de Coringa, carregando o corpo de seu algoz para fora do Teatro Monarch, inquieto.

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Gostou da lista? Não saia ainda, pois não paramos por aqui. O Critical Room listou os 6 importantes quadrinhos que transformaram o Batman e também as melhores animações do herói. Fique ligado, pois às 23 horas será finalizado as comemorações do Batman Day!

Semana Heroica #7 | Hellblazer – Hábitos Perigosos

Como todos sabem, John Constantine é um dos personagens que mais fuma no universo DC Comics, o caçador de demônios adora um cigarro em qualquer hora e lugar, chegando a fumar mais de 30 cigarros por dia, isso tudo desde os 17 anos, quando ele foi para Londres. Porém, como todos sabem, fumar não é uma boa opção, principalmente quando se é um viciado como o próprio Constantine. Esse vício sem limites acabou garantindo um câncer de pulmão no mago, e essa é a história de Hábitos Perigosos, uma das melhores histórias do personagem.

Depois de desistir de um tratamento convencional, Constantine visita um velho amigo que possa curá-lo. Brendan é esse amigo, um bêbado que mora num farol afastado das grandes metrópoles que vendeu sua alma por bebidas. Constantine pensou que seu amigo podia ajudar ele, mas Brendan também estava com câncer e procurava que Constantine pudesse ajudá-lo. Depois disso, os dois bebem de maneira descontrolada, para aproveitar os últimos momentos, antes do toque frio da morte tirar suas vidas. Brendan mostra uma espécie de poço com água benta, que após uma sessão de magia, se transformou numa poça de cerveja, porém, Brendan morre, e o demônio que comprou sua alma finalmente aparece, mas Constantine engana o próprio diabo e salva a alma de seu velho amigo,  condenando a si mesmo.

Depois de procurar ajuda e falhar, Constantine percebe que o único que pode tirá-lo daquela situação é ele mesmo, e após uma despedida, ele finalmente coloca seu plano em ação. Ele vendeu sua alma para outros demônios e quando a hora de sua morte chegou, eles vieram cobrar sua alma, porém todos queriam a alma de Constantine. Isso fez com que eles entrassem em conflito, e um conflito entre demônios podia acabar com o inferno, e eles não queriam isso, portanto eles curam Constantine de seu câncer, apenas para não entrar em uma batalha mortal. Constantine enganou o próprio demônio e saiu com vida. Saiu com estilo:

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No epílogo, o mago reencontra Kit, a ex-namorada de Brendan, os dois conversam até que John Constantine lembra das despedidas e precisa concertar isso. Ele logo se lembra de Matt, que estava em estado terminal. Ele corre até o hospital para se despedir do velho amigo, que por sorte ainda estava vivo, porém não por muito tempo, já que ele morreu na frente de Constantine e isso o abalou muito. O mago pede para Kit se afastar dele, porque todos os seus amigos morreram, mas ela se recusa e permanece com ele.

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Hábitos Perigosos certamente é uma das melhores HQs do personagem (se não for a melhor), e mesmo com esse resumo, vale a pena conferir a obra.


Semana Heroica acontece uma vez por mês, durante uma semana, focando em algum personagem dos quadrinhos, para falar sobre quadrinhos, games, filmes e sua origem, essa última no canal do Critical Room.

Confira o vídeo de origem do personagem:

Batman Day | As 6 melhores animações do Batman

Batman Day é comemorado todo setembro pela DC Comics e os fãs do Cavaleiro das Trevas, com promoções em produtos relacionados ao herói, eventos virtuais e muito mais. E para abrir o Batman Day, Critical Room lista as 6 melhores animações do Batman já feitas!


6. Batman: Ano Um

Lançada em 2011, e baseada no famoso arco de Frank Miller para o Batman, Batman: Ano Um reimagina uma nova origem para o personagem para seu começo de carreira como vigilante. Após 12 anos fora de Gotham, estudando as diversas artes marciais do mundo, Bruce Wayne retorna a sua cidade, mas encontra apenas a grande corrupção policial. Do outro lado, o tenente James Gordon entra na polícia, enfrentando a corrupção do comissário Loeb e do detetive Flass. Tempos mais tarde, Bruce se torna o Batman e Selina Kyle, a Mulher-Gato, virando inimigos. Batman, que tinha apoio de Harvey Dent, agora era um procurado de extremo perigo para o DPGC.

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5. Batman Contra o Capuz Vermelho

Com toda a certeza, é uma das melhores animações do Morcego que não ficariam de fora da lista. Com a direção de Brandon Vietti, a animação relata os últimos momentos de Jason Todd como Robin, após ser capturado e torturado pelo Coringa, e posteriormente morto pelo mesmo em uma explosão. Sua ressurreição ocorre em um Poço de Lázaro, e Jason volta a Gotham sob o codinome de Capuz Vermelho, matando os criminosos e querendo a vingança contra o Coringa. A história é baseada no quadrinho Morte em Família, de Jim Starlin.

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4. LEGO Batman: O Filme

Tendo ido para os cinemas no começo de 2017, Chris McKay finalmente traz dos games de LEGO, o Batman. O personagem luta contra seus maiores vilões, e impede o Coringa de destruir a cidade, porém machuca seus sentimentos após dizer que o Coringa não era seu maior vilão. Enquanto Gotham é salva, Bruce Wayne é convidado para um evento em que seria nomeada a nova comissária de polícia, Barbara Gordon, que era contra o uso de heroísmo do Batman. Por sua vez, para acabar com os crimes do Coringa para sempre, o Cavaleiro das Trevas o manda para a Zona Fantasma. Fomentando sua vingança, o o Palhaço liberta os principais vilões do Universo LEGO  para destruir Gotham, e Batman, junto de seus aliados, tem que impedir que isso aconteça.

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3. Batman: O Retorno do Cavaleiro das Trevas -Parte 2

Com a direção de Jay OlivaBatman: O Retorno do Cavaleiro das Trevas é baseado no famoso quadrinho de Frank Miller, O Cavaleiro das Trevas, que explora o retorno de Bruce Wayne ao manto do vigilante. Na parte final, Batman coloca Gotham nos eixos após derrubar o Líder Mutante, e começa sua escalada para acabar com o crime na cidade. Porém, ele não esperava que seu velho amigo, Superman, atrapalhasse seus planos ao ser mandado pelo presidente Ronald Reagan para convencer Bruce a parar de agir. Ao mesmo tempo, Superman é um soldado de elite contra a União Soviética, e o Coringa volta a praticar seus crimes para chamar a atenção de Batman. Batman é caçado pela polícia de Gotham e pelo governo dos Estados Unidos. Bruce recebe o auxílio de um velho amigo para derrotar o Superman e precisa lutar contra o Coringa pela última vez.

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2. Batman: O Retorno do Cavaleiro das Trevas – Parte 1

Lançada em 2012, a animação revive o quadrinho clássico dos anos 80, trazendo Bruce Wayne aposentado e assombrado por seu passado e tragédias. Sua volta como Batman é forçada por conta do número crescente de casos de violência e crimes, praticados pelos Mutantes. Seu amigo, o comissário James Gordon, que já sabe sobre sua identidade, está prestes a se aposentar, e em seu lugar, a nova comissária Yindel promove seu discurso contra Batman. Bruce Wayne, com a ajuda de Alfred, tenta manter Gotham segura, e sua volta causa espanto nos criminosos e inspira Carrie Kelley a virar a RobinBatman precisa derrotar o Líder Mutante e acabar com a hegemonia criminosa na cidade.

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1. Batman – A Máscara do Fantasma

Considerada por muitos a melhor animação do Batman de todos os tempos, Batman – A Máscara do Fantasma foi lançada em 1993, e segue os mesmos traços da série animada criada por Bruce Timm. Trazendo Kevin Conroy e Mark Hammil como os dubladores de Batman e Coringa, respectivamente, o longa animado conta a história do começo de carreira de Bruce como o vigilante mascarado, servindo de origem para o Batman do universo de Bruce TimmO filme apresenta o presente e o passado do bilionário Wayne, e seu amor por Andrea Beaumont. Mas, no presente, Gotham é afetada pelo assassino chamado de Fantasma, que mata diversos poderosos do crime na cidade, e todos pensam que Batman perdeu a cabeça. Com todos os chefes do crime apavorados, Valestra recorre ao infame Coringa, que descobre que o assassino não era o Batman. Em meio ao caos, Bruce descobre que Andrea era o assassino encapuzado, e tenta convencê-la a não se perder o próprio monstro. Andrea buscava vingança contra o Coringa, que matou seu pai, mas seus planos são frustrados pelo Batman, que luta para derrotá-lo. Andrea, em seguida, desaparece da vida de Bruce mais uma vez, e ele continua sua guerra contra o crime ao final.

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Comemore o Batman Day assistindo uma destas animações, escolhidas como as melhores do Cavaleiro das Trevas de todos os tempos!

Semana Heroica #6 | Qual é o melhor intérprete do Constantine?

Excêntrico, cínico, arrogante e golpista, as características de um dos personagens mais marcantes do selo Vertigo. John Constantine é muito bem explorado nos quadrinhos mais maduros da DC Comics, e ganhou um bom foco para animações, mas e em live-action, quem seria o intérprete perfeito para o anti-herói?

Devemos voltar há mais ou menos 15 anos atrás, quando Constantine estreava nos cinemas, com Keanu Reeves no papelConsiderado por muitos um ótimo filme por conta da atuação do ator, e muito bem lembrado pelos fãs, tornou-se um filme cult ao passar dos anos. Porém, seu erro está justamente na fidelidade do personagem, algumas mudanças no roteiro, que também não é perfeito e a polêmica mudança de gênero do anjo Gabriel, interpretada por Tilda Swinton. Todo este conjunto da obra fez com que o filme fosse um fracasso em bilheteria e recebesse críticas mistas da imprensa.

Mesmo estando na memória dos fãs, é nítido a falta de fidelidade do filme perante aos quadrinhos Hellblazer. Mesmo ainda viciado por tabaco, marca registrada do Constantine, o visual não lembra em nada o personagem de Alan Moore, que não se contenta com o filme – e com razão. O filme pode ter uma grande atuação por parte de Reeves, mas falha em sua proposta de enredo e torna o Constantine do filme um personagem imemorável em seu visual.

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Visualmente, o Keau Reeves não lembra em nada o Constantine, mas Matt Ryan sim. Com toda a certeza, o melhor intérprete do Constantine se situa na série de mesmo nome e Legends of Tomorrow. O personagem muito bem interpretado pelo ator britânico, é muito bem visto também pelos fãs, que elogiam tanto sua aparência quase idêntica ao personagem, quanto seu figurino, usando o sobretudo clássico do anti-herói.

Sua série solo não conseguiu deslanchar, pouco agradando os fãs na questão de poderes em que o anti-herói usa muito, o que não é visto nos quadrinhos, apenas em casos isolados, e também na restrição do estúdio quanto ao hábito de fumar do Constantine. Mas, isso tudo é um pouco esquecido em Legends of Tomorrow, havendo mais liberdade para John fumar e com grandes possibilidades de ter um câncer de pulmão.

O roteiro da série é algo a ser discutido, pois consegue apresentar um ótimo universo construído por David S. Goyer (Trilogia Cavaleiro das Trevas) e Daniel Cerone. Em audiência a série foi muito bem, mas foi cancelada por conta das normas da NBC, justamente a de mostrar pessoa fumando.

Matt Ryan interpreta um Constantine tão enigmático quanto é mostrado nos quadrinhos, e consegue manter a mesma forma fiel às HQs, sendo arrogante, viciado por tabaco e também um golpista de primeira. 

Além das séries, o ator empresta a voz ao personagem nas animações em que ele aparece, sendo o dublador oficial do britânico. Seu último trabalho foi em Liga da Justiça: Guerra de Apokolips, última animação de leva Novos 52. O ator já demonstrou interesse também em interpretar o anti-herói na série live-action da Liga da Justiça Sombria. E quer saber? Ele merece!

Matt Ryan é o Constantine por inteiro, e é o ator perfeito para interpretar o personagem.

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Semana Heroica acontece uma vez por mês, durante uma semana, focando em algum personagem dos quadrinhos, para falar sobre quadrinhos, games, filmes e sua origem, essa última no canal do Critical Room.

Mais cedo, no Instagram, aconteceu uma enquete para decidir qual o melhor intérprete do Constantine.

Confira o vídeo de origem do personagem:

One Piece dublado é oficialmente divulgado pela Netflix e tem data confirmada!

Com data para o dia 12 de outubro, a Netflix anuncia a chegada de One Piece ao serviço. Ela trará os 61 primeiros episódios da saga de East Blue, a primeira temporada. Estava previsto para a chegada no primeiro semestre, mas com os acontecimentos da pandemia acabou sendo adiado.

O anime conta a história de que uma homem, Gold D. Roger, junta todos os tesouros mais valiosos do mundo e até o mais valioso entre eles, que é o One Piece e com isso ele se torna o Rei dos Piratas, e em seu momento de morte ele anuncia sobre seus tesouros e o One Piece. Sendo assim, muitos depois disso se aventuraram no mar atrás de seus tesouros e com o desejo de se tornarem o próximo Rei dos Piratas. A história se trata como foco é a vida de um jovem chamado Monkey D. Luffy, que busca ser o próximo rei, porém ele come uma fruta amaldiçoada que lhe dá poderes, mas tira a sua capacidade de nadar. Ele sai em busca de conseguir companheiros para o seu bando pirata e com isso, a história se desenrola em rumo ao seu sonho, cheia de acontecimentos e mistérios envolvendo esse jovem.

Atualmente o seu mangá está no capítulo 990 e o anime se encontra no seu 941º episódio, e todos estão disponibilizados e sendo lançados semanalmente pelo serviço de streaming Crunchyroll.

DC | O Gladiador Dourado vai mesmo ter um filme?

Desde sua confirmação em 2016, o filme do Gladiador Dourado não teve mais nenhuma notícia, mesmo com o roteiro já finalizado por Zack StentzMas, mesmo que aconteça o filme, como ele pode ser introduzido no Universo da DC nos Cinemas?


Criação e origem

Criado por Dan JurgensGladiador Dourado apareceu pela primeira vez em Gladiador Dourado #1, em 1986, após a saga Crise nas Infinitas Terras, que remodelou todo o Universo DC. O primeiro volume contou com 25 edições, se estabelecendo de 1986 a 1988. O Gladiador ainda participou da Liga da Justiça Internacional, fazendo parceria com o primeiro Besouro Azul, Ted Kord.

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Michael Jon Carter era um jogador profissional de futebol americano universitário em Gotham City, no século XXV, mas teve sua carreira no fundo do poço por causas de suas apostas ilícitas. Ele consegue um emprego como zelador no museu de super-heróis em Metropolis, onde aprendeu sobre os séculos passados. Em um dia, ele rouba alguns dispositivos do museu com a ajuda do robô Skeets, como o anel de voo da Legião dos Super-Heróis e o campo de força de Brainiac 5. Michael voltou ao século XX usando a máquina do tempo de Rip Hunter. Ele recebeu o nome de Goldstar, mas após salvar o presidente em 1985, ganhou o nome de Booster Gold (Gladiador Dourado). O nome Goldstar, ficou na empresa que Carter criou, a Goldstar Inc.

O herói queria ser uma celebridade, e para isso, contava com Dirk e Trixie, seu agente de publicidade e a secretária. Claro que isso foi por causa de seu ego inflado e busca incessante por fama e dinheiro, além de querer sempre chamar a atenção; porém o Gladiador já sentia o peso de ser um herói em Metropolis. 

Questionado por suas ações após enfrentar o Onda de Choque, e ao ficar gravemente ferido após tentar derrubar a instalação dos 1000 – sim, a organização criminosa se chama Os 1000. Antes eram Os 10 e depois Os 100 -, o Gladiador estava para morrer no hospital de Metropolis. Uma onda de cidadãos que não queriam mais super-heróis tomou conta da cidade, ou seja, nem mesmo o Superman poderia pisar novamente.

No desenvolver do arco, que concentrava durante a primeira metade derrotar a organização criminosa Os 1000, que posteriormente deixou de existir, a organização consistia em criminosos secundários e até mesmo terciários da DC Comics, como o Blackguard, Mindancer, Chiller, Onda de Choque e o líder, o Diretor. Após serem derrubados, o Gladiador Dourado teve vários outros personagens em sua revista mensal, como o Rip Hunter, Superman e a novíssima Goldstar, heroína e parceira de Carter.

Mas como o Gladiador Dourado poderia se encaixar no novo Universo da DC nos Cinemas?

Tendo o mesmo produtor das séries do Arrowverse, Greg Berlanti, isso facilita muito sua entrada nos cinemas, já que a CW tem uma série em mãos que se trata de viagem no tempo, Legends of Tomorrow. A equipe que fora reunida por Rip Hunter, é muito versátil no show de TV, e quem sabe isso poderia vir a ser uma entrada e ligação das séries com os cinemas – o que é realmente muito difícil, devido ao universo bem montado e fixado de Arrow. Mas por que não? O Showcase #20 (1959), que mostra a origem de Hunter, dos Mestres do Tempo e dos Homens Lineares poderia vir a ser desenvolvida num possível filme ou até mesmo série do Gladiador, já que Rip é um dos grandes parceiros do herói, o ajuda a viajar no tempo e ainda é filho de Michael Carter. Mas é claro, isso poderia vir a ser feito em Legends of Tomorrow, já que tudo se conecta ao Gladiador Dourado.

Com novos filmes saindo, como Mulher-Maravilha 1984, The Batman e o novo Esquadrão Suicida, fica difícil se ligar ao universo inteiro. Para aproveitar essa sequência de novos filmes a serem lançados, o Dourado poderia muito bem se encaixar em Esquadrão Suicida. Não estando no filme, mas coletando para seu longa um dos vilões comandados pela Waller, o Blackguard. Com toda a certeza, o novo Esquadrão se passará na atualidade, o que pode complicar um pouco o filme do Gladiador caso queira seguir os mesmos passos de Mulher-Maravilha 1984. Mas, nada impede o filme de passar alguns anos antes da aparição do Superman em Metropolis.

Reutilizar o Blackguard para o filme do Gladiador seria uma ótima jogada, já que ele pode vir a participar de Esquadrão Suicida. Nos quadrinhos, após ser derrotado por duas vezes pelo Gladiador Dourado, ele entra na equipe de Waller para fazer seu trabalho. E isso poderia ser um ponta muito bom de se ver nos cinemas, conectando o possível filme do Gladiador Dourado com o Esquadrão Suicida de James Gunn, como já mencionado antes. Não seria tão difícil se algum outro vilão que estivesse no novo filme do Esquadrão desse às caras em Gladiador Dourado, como é o caso da Mongal.

Além disso, o longa pode abordar como vilões a organização criminosa Os 1000, assim como nas primeiras 13 edições dos quadrinhos de Dan JurgensAcredito que ter apenas 3 vilões dos 5 que há na organização, caberia muito bem, pois nenhum ficaria sobrando na tela ou sumiria sem explicação. Os antagonistas mais aptos seriam, Blackguard, Mindancer e o Diretor, o único a não ter nenhum poder. Por um lado os vilões que vão entrar em batalha com o Gladiador, por outro, poderiam muito bem abordar o senador Ballard, que tenta destruir a imagem do super-herói. Com isso, no filme sua vida pessoal poderia entrar em conflito com sua vida de combate ao crime, assim explorando as verdades não ditas por Michael e seu passado desastroso em 2462, quando perde sua carreira de jogador e família. Isso viria a funcionar muito bem em um eventual flashback no decorrer do filme, mas acredito que mostrar a origem em si no começo, capta melhor a ideia para o entendimento da obra. E claro, não poderia faltar sua fome de fama, característica do herói.

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Quais outros heróis poderiam estrear no universo?

No decorrer de seu primeiro volume, o Gladiador Dourado conheceu diversos heróis e fez várias parcerias com outros. Entre eles, estavam o Superman, Columba e a própria Liga da Justiça Internacional, equipe a qual ele fez parte posteriormente. Até mesmo vilões como Lex Luthor e Max Lord apareceram em uma edição. Mas uma de suas grandes parcerias mais conhecidas era com o Ted Kord, o Besouro Azul.

A dupla Gladiador e Besouro funciona muito bem, já que um deles não tem algum poder  e o outro tem. É como acontece com Batman e Superman, os Melhores do Mundo. Porém, Carter e Kord são extrovertidos, diferentemente de Bruce e Clark – só o Batman  é mais carrancudo, o Superman ainda tenta manter o senso de humor. 

Num possível filme do Glandincrível, seria interessante ver o Besouro Azul aparecer para ajudá-lo em alguma parte, porém poderia ofuscar a estrela, que seria o próprio Dourado. Não é um grande risco que Greg Berlanti pode correr, pois, mesmo em Shazam! vimos que o principal se une ao resto da Família Shazam, sem perder o foco.

A dupla interativa de Kord e Carter é muito vista nos quadrinhos da Liga da Justiça Internacional, onde ambos são cômicos na maior parte do tempo, sendo os mais divertidos da equipe. Mesmo que Kord esteja morto atualmente nos quadrinhos devido aos eventos de Crise de Identidade, seria muito interessante vê-lo em ação, e quem sabe, tendo um próprio filme no futuro.

É claro que, caso o Besouro Azul não aparecesse no filme, poderia ter um cameo do Superman. Como já foi noticiado que Henry Cavill pode voltar a viver o Escoteiro, quem sabe há possibilidades dele estar no filme do Gladiador – o que não seria muito estranho, porque ambos se situam na mesma cidade.

Mas, um outro conhecido poderia dar às caras na história. Estou falando de Rip Hunter, um Mestre do Tempo. É um método eficaz, um possível enredo com um envolvimento, mesmo que seja mínimo, dos Mestres do Tempo. Colocá-lo no longa pode dar tão certo quanto o Superman em uma possível aparição, já que tanto o Gladiador quanto Hunter são viajantes do tempo e usam esse poder a seu favor. Vale lembrar que Michael é pai de Rip – já mencionado no artigo -, mas nunca foi revelado ao herói que Rip era seu filho.

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Vários outros heróis poderiam fazer sua aparição no filme do Gladiador Dourado, como é o caso do Homem-Borracha, um personagem tão cômico quanto o próprio protagonista do eventual filme da DCRapina, Caçador de Marte e a Canário Negro já marcaram presença nos quadrinhos do super-herói também, e alguns poderiam fazer cameos ou apenas serem mencionados ou referenciados no filme.


Bons motivos e ganchos não faltam para que o Gladiador Dourado se encaixe no DCEU, e história é uma coisa que não falta para ele, podendo explorar facilmente sua origem oriunda dos quadrinhos, ou apenas explicar isso em flashbacks. 

Há grandes chances de também ser fora do universo cinematográfico, assim como será em The Batman, mas com o Flashpoint que acontecerá em The Flash, poderá unir The Batman Gladiador Dourado aos outros filmes do DCEU. 

Ainda não foi dado um sinal verde para a Warner Bros. seguir adiante com o projeto de Greg Berlantimas o roteiro escrito por Zack Stentz já está nas mãos da Warner. Possivelmente o estúdio está segurando o filme para avaliar o sucesso de outros, como Mulher-Maravilha 1984. Filmes como Shazam! Aves de Rapina não estouraram a bilheteria, mas tiveram uma boa recepção pela crítica, mas nem de todos os fãs. Seguindo a mesma fórmula de Shazam!, não vejo o porquê de não ter um filme do Gladiador Dourado. É só uma questão de tempo para a Warner dar um sinal verde para a produção de Berlanti e companhia.

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Tom Holland brasileiro? Cosplayer fala sobre o Homem-Aranha e seu trabalho [Exclusivo]

Em entrevista ao Critical Room, o cosplayer Lucas Cruz falou um pouco de sua trajetória e revela seu filme favorito.


Homem-Aranha é um dos principais heróis de quadrinhos da Marvel e da história. Muito amado por diversos fãs pelo mundo todo, o Cabeça de Teia teve vários atores no papel para o cinema e séries de TV. O último a vestir o manto, que ainda está atualmente no papel é o ator Tom Holland, um dos mais influenciados por cosplayers do mundo todo.

O Critical Room buscou um dos vários cosplays do Homem-Aranha, e entrevistou o cosplayer Lucas Cruz, que é a cara do Tom Holland! Ele recentemente teve seu perfil principal no Instagram bloqueado, mas criou um novo, e com a ajuda dos fãs alcançou a marca que detinha antes. Ele nos contou um pouco de como viralizou toda essa fama acerca de seu cosplay e aparência com o ator Tom Holland.

“Na primeira aparição de Tom Holland como Homem-Aranha no cinema, algumas pessoas começaram a comentar que eu era um pouco semelhante ao ator. Até então só uns comentários e outros. Mas quando saiu o primeiro filme solo do Homem-Aranha com o ator, foi muita gente comentando. Então uma amiga incentivou a criação de um Instagram. Comecei a postar fotos e cada vez mais surgiam comentários”, comentou. “Certo dia no Metrô de São Paulo, um homem chamado Elienton tirou uma foto escondido de mim e postou em um grupo de Facebook com a legenda de ‘Homem-Aranha Voltando para Casa’, onde tiveram mais de 10 mil compartilhamentos e virei um meme na internet [risos]. Depois disso comprei um traje simples da China e comecei a ir em cinemas e eventos Nerds. Fiz alguns ensaios fotográficos e hoje crio conteúdo na internet sendo cosplay do Homem-Aranha/Tom Holland”, finalizou.

Lucas comentou que sempre gostou muito do Homem-Aranha desde os filmes com o Tobey Maguire Andrew Garfield. “Sempre assisti os filmes do Tobey Maguire e Andrew Garfield. Até então não tinha o costume de ler quadrinhos, sempre gostei mais dos cinemas. Meu herói favorito desde o início do UCM sempre foi o Homem de Ferro, e foi assim até a aparição de Tom Holland nos filmes”. Ele ainda disse que além da “identificação da aparência, veio também a questão dele se apegar muito ao Tony Stark, o que me fez gostar mais ainda do personagem”.

Como muitos sabem, o Homem-Aranha é um herói adolescente tentando fazer a diferença, e sua essência aos cinemas vem tomando cada vez mais forma, se aproximando dos quadrinhos como o amigão da vizinhança.

“Acredito que o herói não pode perder sua essência de ajudar a vizinhança, trazer paz e combater o crime. Vimos sim uma versão bem jovem e ainda em transição da adolescência, preso ao Tony Stark como seu mentor. Mas, acredito que agora com a morte do Homem de Ferro, ele irá amadurecer muito, se fortalecer cada vez mais e provar o quanto consegue ser importante para todos”, falou o cosplayer.

Ao ser perguntado sobre o hate que o Homem-Aranha de Tom Holland sofre, ele diz que é “um pouco injusto a comparação, principalmente com o Tobey, pois são momentos diferentes”. Ele ainda se diz surpreso o quão presente o Homem-Aranha está na vida das pessoas, e ainda agradece ao criador Stan Lee por proporcionar um novo herói baseado em sua visão.

“Serei eternamente grato a Stan Lee por nos proporcionar essa alegria de nos identificar com um super herói tão humano e perto da nossa realidade.”

Versão de cinema e filme favorito

Lucas ainda se mantém fiel a versão que faz cosplay, dizendo ser seu ator favorito. “A versão nova do homem aranha me agrada muito mais, pelo fato de ser um personagem mais alegre, mas carismático e envolvido com os outros heróis do UCM”, disse Lucas ao Critical Room. Em contrapartida, seu filme favorito do Homem-Aranha é Homem-Aranha 2 com Tobey Maguire no papel: Por mais que eu goste muito do Tom Holland, o roteiro de Homem-Aranha 2  é muito bem trabalhado. Vemos muito a parte humana do Peter e ainda contamos com o melhor vilão já visto, Dr. Octopus.”

Quadrinhos?

Perguntado se era um leitor de quadrinhos frequente do Cabeça de Teia, ele foi sincero e disse que “nunca tive costume de ler HQs, pelo fato de gostar muito dos filmes”, porém ele confirma que começou a ler mais quadrinhos do herói da Marvel no início de 2020.

“Por enquanto li somente duas HQs, que são: “Homem-Aranha: História de Vida” de Zdasrky e  Bagley e “O Espetacular Homem-Aranha: De Volta ao Lar”, de Straczynski e Romita Jr”, comentou.

O cosplayer ainda admite que está gostando muito de ler os quadrinhos do Aracnídeo e que se arrepende de não ter criado um hábito para leitura antes. “Me arrependo bastante de não ter criado o hábito de ler antes essas histórias. Mas de agora em diante vou ler várias pois é muito bom e da um conhecimento muito mais amplo do personagem”.

Contudo, o Homem-Aranha não pode perder a essência de sempre querer fazer mais pelo sua cidade e para o mundo, sempre mantendo o carisma gigante que vem dos quadrinhos de Stan Lee e outros vários autores. Por enquanto, um novo filme do Tom Holland como Homem-Aranha está apenas no papel, sem nenhum andamento na produção do filme, já que o ator está filmando Uncharted.


Confira também o perfil e seus trabalhos de cosplay:

Participantes da entrevista: Gabriel, Pablo e Paulo.

DC FanDome | Como foi a primeira parte do evento?

Inovador e grandioso. A primeira parte é tudo o que queríamos ver.


Com um método inovador, a Warner Bros. anunciou ainda antes da San Diego Comic-Con de 2020 que faria um evento totalmente focado na DC Comics, com conteúdo exclusivo por 24 horas seguidas. A notícia não só deixou os fãs em êxtase, mas ansiosos para que os dias passassem rapidamente e o evento chegasse de uma vez.

E chegou, mas passou tão rápido que desfrutamos e queríamos ver algo a mais, de tão bom que o evento foi. Algo com um conteúdo totalmente exclusivo, por 24 horas, deixando fãs de todo o mundo imersos um mar de anúncios.

Em formato separado, como painéis, e para que todos pudessem ver sem perder nenhum, a DC Comics não parou. Era um anúncio atrás do outro, seja com novidades de filmes, trailers de novas produções ou de games. Com toda a certeza, todos os fãs ficaram muito animados e felizes com o conteúdo prometido e cumprido pela DC.

The Batman, Mulher-Maravilha 1984 e Snyder Cut foram os grandes destaques do evento, mas O Esquadrão Suicida, Adão Negro, Gotham Knights e Suicide Squad: Kill the Justice League não ficaram tão atrás. Não faltaram novidades.

Toda a preparação e a espera para o evento valeu a pena, não por ser sobre games e filmes, mas por ser algo inovador e que nenhuma editora de quadrinhos ou estúdio tenha feito isso antes em grande escala, apresentando suas principais novidades em um evento próprio. Um ponto negativo foram as legendas, um pouco atrasadas em relação às falas, mas isso não estragou a experiência. É um grande acerto, e não era um evento que merecíamos, mas um evento que precisávamos. E que este evento se repita nos próximos anos que virão.

A primeira parte do DC FanDome aconteceu no dia 22, começando às 14h (no horário de Brasília), e terminando no dia 23 às 14h, sendo um evento de 24 horas. Já a segunda parte acontece no dia 12 de setembro, com todas as áreas tendo seus painéis às 14h, sendo reprisados no mesmo horário no dia seguinte. O Critical Room estará fazendo uma cobertura especial no site e mídias sociais da segunda parte.

O que esperar de Endless Winter, novo quadrinho da DC?

Quadrinho foi anunciado na San Diego Comic-Con @Home.


Como os estúdios da Warner Bros. não deram presença para anunciar novidades de filmes e séries, tanto por sua parte quanto pela parte da DC Comics, os quadrinhos não ficaram de fora. Com dois painéis especiais para um bate papo sobre quadrinhos e novidades – que não foram muitas, a DC anunciou um grande evento para o final de 2020, intitulado Endless Winter. Mas, qual personagem o quadrinho pode abordar?

Primeiramente, precisamos avaliar a capa do quadrinho. Totalmente azul, com aspectos gélidos que remetem ao frio, e com a data um dia antes do começo do inverno no hemisfério norte, o arco vai abordar, provavelmente, um personagem que seja ligado ao inverno. O nome do quadrinho também denota isso, Endless Winter, que em tradução livre significa Inverno Sem Fim. É provável que o evento se passe no natal, funcionando como um especial de natal da DC Comics, já que lança dias antes da ocasião, ou que aborde apenas novos personagens.

O quadrinho pode abordar personagens como o Senhor Frio, inimigo do Batman, Geada, aliado da Sociedade da Injustiça ou o que é mais possível, ser um quadrinho focado na personagem Dolores Winters, tendo sido criada ainda na década de 1940, por Jerry Siegel e Joe Shuster.

Vamos tentar conectar cada caso ao quadrinho que pode ser explorado, com os personagens aqui mencionados.


Dolores Winters

Começando por Dolores, criada ainda na Era de Ouro dos quadrinhos, apareceu na Action Comics #20 (1940). Sua história é conturbada, pois foi capturada pelo vilão Ultra-Humanoide, que transplantou seu cérebro para o de Dolores, podendo assim enfrentar a Sociedade da Justiça sem que desconfiassem. A mente de Dolores foi transplantada para outro corpo, a fazendo enlouquecer e assumir a alcunha da supervilã Endless Winter.

Com o mesmo nome que o título do quadrinho, o roteiro poderia abordar seu retorno para o universo da DC, já que teve sua última aparição em Liga da Justiça: Clamor por Justiça #5 (2010), sendo declarada morta no quadrinho. A seguir daí, ela nunca mais foi mencionada, nem tido outro flashback, como teve em Liga da Justiça. Não só mostrando uma possível volta do mundo dos mortos, mas também, retornando ao original, recontando sua origem ou mudando ela, já que será um quadrinho pós-crise e com possibilidades de ser isolado da cronologia atual.

Essa sim é a grande aposta, e o novo quadrinho pode abordar uma sequência direta de Liga da Justiça: Clamor por Justiça, tendo se passado uns anos após os eventos. 

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Sr. Frio

Nós não podemos descartar a possibilidade de que Victor Fries pode ser o vilão do quadrinho. Há realmente muitas coisas a serem abordadas do personagem na HQ, caso tenhamos ele como foco principal. Começando pelo seu passado, não quando ele brincava de congelar animais, mas sim quando ele conheceu Nora, e logo teve seu amor interrompido pela doença de sua esposa. Victor decidiu congelar sua esposa e colocá-la em uma câmara que a mantenha congelada na GothCorp, empresa em que ele trabalhava. Ferris Boyle, o dono da empresa, descontente com a situação, agrediu Victor, o jogando contra produtos químicos criogênicos, que serviam para a pesquisa de Nora. Fries tornou-se um vilão, usando seu traje para resistir à grandes temperaturas e buscando vingança contra Boyle, mas também recursos para salvar sua esposa.

É difícil ver qual história poderia ser abordada, já que o personagem é muito utilizado pela DC, seja em jogos ou quadrinhos. Mas, por que não vê-lo se redimir dos crimes e apenas focar em uma cura e consegui-la para sua esposa? Na Detective Comics #1012, Nora é curada por Lex Luthor, e para a surpresa de Fries, ela vira uma vilã tão pior quanto ele, até abandoná-lo.

Seria possível abordar uma história onde Fries conseguia a cura sem o auxílio externo, e que fosse uma cura estável, para que pudessem viver felizes. Algo parecido foi visto em Batman: Arkham Knight, onde Nora é sequestrada pelo Espatanlho, forçando o Sr Frio a participar de seu plano para derrubar o BatmanBatman liberta Nora da câmara criogênica, e retorna ao navio de Frio para que ele pudesse ajudá-la. O resto… é a própria redenção do vilão para viver os últimos dias com sua esposa.

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Geada (Joar Mahkent)

Essa é uma aposta com pouquíssimas chances, já que o vilão faz frente contra a Sociedade da Justiça, e o quadrinho terá a Liga da Justiça, muito provavelmente. Ele basicamente é um vilão comum, só que com poderes, mas sem grandes pretensões nos quadrinhos. Já na TV, em Stargirl, é ele quem lidera a Sociedade da Injustiça da América, planejando fazer do mundo um lugar melhor com o Projeto Nova América.

O Geada é um dos vilões que foram mortos nos eventos de Crise nas Infinitas Terras, mas seu filho Cameron ainda está vivo, usando a mesma alcunha e tendo os mesmos poderes. A primeira versão do vilão pode muito bem voltar neste novo evento, mas como eu disse, é uma aposta pouco provável.


Duas imagens dos quadrinhos ainda lançadas ontem (25), confirmam que o vilão ou vilã voltou dos mortos para assombrar o mundo mais uma vez. Dos três citados acima, dois deles morreram e um não, que é justamente o Senhor Frio. A grande chance de aparecer no novo evento é a própria Dolores Winters, mas não podemos descartar outros vilões como os já mencionados de estrelar um quadrinho, ou fazer aparições rápidas. Capitão Frio e Nevasca são outras duas possibilidades de aparecerem na HQ.

Endless Winter tem previsão de lançamento para dezembro de 2020.

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The Batman | Filme estrelado por Robert Pattinson ganha seu primeiro trailer; confira

O teaser trailer do filme Batman foi revelado antes do que a editora havia planejado no DC FanDome, a convenção de entretenimento e quadrinhos virtual da DC Comics.

Durante o painel do filme na DC FanDome, Matt Reeves revelou o trailer do filme The Batman. O diretor prefaciou o teaser dizendo que eles filmaram apenas 25 30% do filme, então esta é apenas uma pequena parte do que será visto no filme, ou talvez mudada na versão final do filme.

Uma das maiores coisas dignas notadas no trailer do filme é a confirmação de que o Charada de Paul Dano será o principal vilão do filme, com o antagonista mirando no Cavaleiro das Trevas e deixando enigmas confrontando o Vigilante de Gotham. O Comissário Gordon de Jeffrey Wright também está investigando os crimes que o vilão vem cometendo, conforme indicado por ele ter perguntado ao Batman se ele sabia alguma coisa sobre os enigmas. Como o Pinguim se encaixa nessa história, ninguém ainda sabe, uma teoria de membros do Critical Room é que ele esteja ligado à Mulher-Gato de Zoë Kravitz, ou que talvez o Charada esteja sendo manipulado para o próprio Pinguim cometer seus crimes. Como Reeves indicou durante o painel, The Batman serve como uma espécie de origem para o herói.

Mas, é claro, a maior revelação no trailer do filme tem a ver com o próprio Batman, com o personagem de Robert Pattinson claramente fazendo seu nome em Gotham como um vigilante. Não está claro como Batman será recebido pela força policial de Gotham, pois, embora ele pareça estar consultando Gordon sobre o assassinato do prefeito, ele mais tarde é visto empurrando e sendo empurrado por um grupo de policiais no que parece ser uma altercação muito hostil. Além disso, o Batman de Pattinson é super brutal quando ele luta com um membro de gangue no final do trailer, batendo nele mais do que o necessário (algo que eu curti demais – risos). Com Pattinson pronunciando um trecho da famosa frase, Eu sou a vingança , está claro que The Batman é um filme sombrio. Ainda assim, esta é apenas uma amostra do que Reeves tem reservado para o próximo longa da DC.

O trailer do filme oferece um primeiro olhar do que podemos esperar do filme em termos de história e tom, ainda há muito mais a ser revelado à medida que o filme continua sendo filmado.

Abaixo você fica com o trailer de The Batman

DC FanDome | Sequência de Shazam! tem seu título revelado

O título da sequência foi revelado pelo próprio diretor do filme, David F. Sandberg.

O DC FanDome, a convenção de entretenimento e quadrinhos virtual da DC Comics revelou o título oficial da sequência do ShazamZachary Levi e o diretor David F. Sandberg se reuniram depois de trabalharem inicialmente no primeiro filme, que chegou aos cinemas no ano passado.

Os detalhes do enredo do Shazam 2 ainda é um mistério, mas é seguro dizer que a Família Shazam irá desempenhar um papel maior na sequência. No final do primeiro filme, cada um dos jovens membros do elenco recebeu seus próprios poderes especiais, criando efetivamente uma equipe. Os fãs, no entanto, terão que esperar um pouco mais para saber mais sobre a próxima sequência. Inicialmente programado para lançamento em abril de 2022, a sequência  foi adiada devido à pandemia de COVID-19. Dito isso, Sandberg e sua equipe ainda foram capazes de criar algo especial para o público a tempo de DC FanDome.

Alguns dos membros do elenco fizeram uma aparição no painel especial da sequência na convenção virtual centrada exclusivamente nas propriedades da DC. Embora eles não tenham revelado nenhum detalhe narrativo ou arte conceitual para o filme, Sandberg anuncia que a aventura de acompanhamento do personagem de dupla personalidade e sua família de super-heróis será intitulada  Shazam: Fury of the Gods, ou em tradução livre: Fúria dos Deuses.

Sandberg permanece em silêncio sobre os detalhes de  Shazam  até agora. O diretor nem mesmo quer confirmar as identidades dos deuses mencionados no título da sequência. Dito isso, considerando que as habilidades sobre-humanas do Shazam são inspiradas pelos deuses, as chances são de que elas estejam ligadas à narrativa de uma forma ou de outra.

Shazam: Fúria dos Deuses tem data marcada para novembro de 2022