Nathan Drake encerra sua história de forma emocionante.
Uncharted, com certeza, é uma das melhores franquias de games já criados, e trouxe Nathan Drake se aventurando pelo mundo, como um explorador. Assim como o Indiana Jones, Nate era um historiador, e gostava de fortes emoções, mas como dizia em Indiana Jones e a Caveira de Cristal, um “ladrão de túmulos”. Mas, o que aprendemos com Uncharted 4?
Jogado por mais de 37 milhões de pessoas, e com 13,3 milhões de pessoas já tendo experimentado o modo multiplayer, Uncharted 4 foi e é um sucesso de crítica e de público, apesar de não ser considerado por alguns fãs o melhor jogo da franquia. Era uma obrigação da Naughty Dog de fazer um jogo à altura para Nate, e exclusivo apenas para o PlayStation 4.
É claro que os anteriores são jogos incríveis, sendo uma franquia que soube usufruir bem de sua mecânica, roteiro, personagens carismáticos e uma trilha sonora cativante. Uncharted 4 marcou uma pequena confusão nos bastidores, com os diretores que estava para dirigir o projeto, Amy Hennig e Justin Richmond saindo do projeto em 2014. O jogo sofreu adiamentos, e Neil Druckmann assumiu o projeto, ao lado de Bruce Straley. Com o pouco tempo que eles tinham para terminar, os diretores tiveram de fazer grandes alterações na história, para entregar um jogo de conclusão perfeito para a franquia e a história de Nathan Drake.
O que faz de Uncharted 4 ser tão especial?
“Sou um homem afortunado e devo buscar minha fortuna.”
Sendo o último jogo e o encerramento do arco de Nate, Uncharted 4 é tão especial para os fãs, assim como Batman: Arkham Knight foi, concluindo as histórias principais de seus protagonistas. Ele não é só especial por ser o quarto jogo, e o encerramento de Nate, mas é mais especial por ter uma história que mergulha o jogador no drama familiar que a família Drake enfrentava.
A história trazia os antigos aliados, Sully e Elena – sua atual esposa -, além de trazer seu irmão perdido, dado como morto, Sam. A trama tem como objetivo, focar nos irmãos Drake e na despedida de Nate, enquanto se aventura pela Europa e África em busca do tesouro perdido de Henry Avery, um dos piratas mais procurados pela Coroa Inglesa.
É muito bacana de ver que essa caça ao tesouro não leva o jogador a enfrentar monstros num complexo nazista no meio da Amazônia, ou yetis no Tibete, e foca em algo mais realista, apesar de macabro em muitas partes. Mudar os ares e trazer a pirataria à tona na franquia, não só foi uma ideia brilhante, como alavancou ainda mais o desejo de vermos histórias “pé no chão” de Nate e sua turma de ladrões de túmulo.
Um dos grandes momentos – que são vários -, fica justamente para a intro do jogo, que referencia toda a carreira de Nate ao longo dos anos. No jogo em si, é possível explorar e encontrar várias referências dos games anteriores.
O que aprendemos com Uncharted 4 e toda a franquia?
Uncharted é uma franquia de sucesso, e molda, além de um entretenimento para jovens, conhecimento histórico também. Em Uncharted 4, o conhecimento histórico falou mais alto, que adorou mexer com pirataria e fazer grande alusão até mesmo a Piratas do Caribe em alguns momentos, porém, de uma forma mais realista.
Não só aprendemos que Uncharted é uma franquia definitiva para os jogos de aventura, como também ficamos na imersão de Nathan Drake e suas épicas aventuras. O último jogo conseguiu trazer todo o sentimento épico dos jogos anteriores, mostrando uma nova jogabilidade, em um drama incrível, que encerrou a jornada de Nate de forma emocionante. Se um dia veremos ele novamente? Não sei. Mas sei que para os fãs, este jogo tem seu lugar reservado no coração, e que ele não será esquecido tão cedo.

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