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Review: Immortal Wonder Woman #1 (2021)

O futuro catastrófico e o preço da imortalidade.


Enquanto Yara Flor já fez sucesso em sua primeira edição no Future State, ela não é a única Mulher-Maravilha presente no evento, sendo acompanhada por Diana e Nubia. Separando as linhas do tempo de cada uma, Immortal Wonder Woman traz a Diana os eventos pós Death Metal, em um planeta sem vida, e uma princesa refletindo o preço que pagou por ser imortal.

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Na primeira edição da minissérie Immortal Wonder Woman, Diana se encontra num futuro distópico, onde não há mais a Liga da Justiça, Batman está morto e o Superman envelhecido. Enquanto tem um trabalho de tentar salvar o Verde e a Terra, Diana se encontra sentida por ter o peso da imortalidade, e ver todos os seus amigos morrerem.

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“Você sempre foi o nosso coração, e isso é o que há de mais maravilhoso em você”

Por outro lado dela querer salvar todo o planeta, as amazonas não dão tanta ênfase. Após a destruição de Nova Gênese por criaturas misteriosas, Apokolips foi dominada sem que Darkseid interferisse. O intuito do lorde de Apokolips agora, é dominar o que restou da Terra, já que nunca conseguiu, de fato, conquistar enquanto a Liga da Justiça ainda estava na ativa. Michael W. Conrad e Becky Cloonan acertaram em cheio na personalidade de Diana, tão apegada à Liga da Justiça quanto qualquer outro herói, sentindo o que é a solidão, algumas vezes

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A história de Núbia, apesar de não deixar tão claro o que pretende, se conecta no presente, com a vilã Cálice roubando peças para liberar males antigos. Para quem ainda não sabe, Cálice é filha de Darkseid, nascendo de uma assassina amazona. Ou seja, a meta de Cálice no presente e sua possível conquista, pode ser o que afeta o futuro e Darkseid subjugando a Terra.

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Deixando de lado a história dos dois arcos, é válido elogiar a arte do quadrinho, mas ainda assim, não é tão superior ao DC Rebirth, que eu considero melhor. É claro que, eventos diferentes exigem abordagens diferentes, e no Future State, a arte busca o mais simples, com cores mais vivas em alguns aspectos e escuras em outros. 

Immortal Wonder Woman #1, no geral, entrega uma premissa interessante, conectando duas histórias, três amazonas e o possível fim dos tempos, relatando a importância de ser a Mulher-Maravilha e o legado que possui, sendo o coração de todos os outros super-heróis do evento. Estou realmente ansioso por ver o caminhar da história e o desfecho de tudo.

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Yara Flor tem começo brilhante no DC Future State

DC retrata muito bem o folclore brasileiro.


O anúncio da criação de uma Mulher-Maravilha brasileira deu o que falar pelos fãs brasileiros da DC, que se animaram para o evento nos quadrinhos Future State. No começo de janeiro, os quadrinhos chegaram digitalmente e às bancas estadunidenses, e lá, não sei ao certo se foi um grande sucesso, mas aqui, pelos comentários que recebi sobre, mesmo antes de ler, estava ótimo.

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A Mulher-Maravilha carrega toda a mitologia grega consigo, e tem nome de uma deusa romana. A DC consegue explorar e trabalhar muito bem a antiguidade grega, além de incluir novos personagens, guerreiras lendárias, mas sempre mantendo a essência histórica de Homero ou Heródoto. Não está sendo diferente com Yara, que luta contra criaturas do folclore brasileiro como o boitatá ou tem de confiar na Caipora, uma inimiga ao mais tipo Circe.

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Não contente em colocar só o folclore brasileiro, a criadora Joelle Jones explora e mistura a mitologia grega com as lendas brasileiras, acertando em cheio na dinâmica que, com certeza, será muito bem explorada nos capítulos seguintes. Além do mais, a dinâmica apresentada entre Caipora e Yara Flor é explosiva, por conta de momentos anteriores, a Guardiã das Florestas ter atacado a nova Mulher-Maravilha. O ressentimentos ficaram, mas ambas se uniram para livrar uma irmã do controle de Hades, deus do submundo.

Joelle Jones produz a arte e o roteiro do quadrinhos, e mesmo com uma premissa mais simples, a arte chama a atenção, assim como a mistura de mitologias. A personalidade da nova personagem, em si, se diferencia de Diana. É mais enérgica, explosiva e um pouco estressada, mas as táticas de combate se assemelham.

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Assim como o parágrafo acima, chamo a atenção novamente para a arte da HQ. Os cenários vastos da Amazônia como conhecemos, assim como a pele morena de Yara Flor, mais a representação de Caipora e outras criaturas mitológicas, demonstram a qualidade e grande empenho e Jones, em querer saber mais sobre uma cultura tão rica como a nossa e a grega. A coloração do quadrinhos, com cores mais vivas enquanto estão na floresta, e cores mais escuras para a ida ao Hades por meio do barqueiro Caronte, denotam a grandiosidade que o Future State irá ser. 

Seguindo por essa mescla de mitologias e folclores, a minissérie Future State: Wonder Woman, tem tudo para ser uma boa lembrança para os fãs brasileiros da DC Comics, que irão querer por mais aparições da heroína.

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Superman & Lois ganha novo trailer; veja

A série estreia no dia 23 de fevereiro.


Superman & Lois, nova série da CW e do Arrowverse, ganhou um novo trailer, destacando mais a relação de Clark e Lois, e suas dificuldades de ser um pai presente e super-herói ao mesmo tempo. Velhos e novos rostos também serão apresentados. Veja o trailer abaixo:

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Ao que parece, Clark e Lois já estão casados, e ele enfrentará uma dura resistência por parte do General Samuel Lane, pai de Lois, enquanto busca uma vida simples em Smallville. Após os eventos de Crise nas Infinitas Terras, Superman tem de cuidar de seus dois filhos, Jonathan e Jordan, mas, ao mesmo tempo, precisa salvar o mundo.

Podemos ver, também, Lana Lang, ex paixão de Clark enquanto adolescente no trailer. Um misterioso vilão também fora apresentado, possuindo pedaços de kryptonita sob seu poder. 

A emissora confirmou que a série irá ter uma estreia especial de duas horas, com um especial a seguir, intitulado “Legacy of Hope”.

Com a produção de Greg Berlanti, responsável pelo Arrowverse e Todd Helbing como showrunner, a série conta com Tyler Hoechlin Elizabeth TullochDavid Ramsey (John Diggle) irá fazer uma participação especial na primeira temporada, também dirigindo alguns episódios.

Superman & Lois chega no dia 23 de fevereiro de 2021.


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Review: Batwoman (2×01)

Alerta: SPOILERS! Desça e leia por sua conta e risco.


Segunda temporada começa abaixo do esperado.


Após a saída de Ruby Rose no papel de Batwoman, houve muito burburinho para uma nova atriz interpretar a heroína. A equipe de roteiristas da série chegou a conclusão de que precisavam de uma nova identidade para a vigilante, contratando Javicia Leslie para o papel de Ryan Wilder, a nova Batwoman. Deu certo logo de cara? Nem tanto.

Comparado ao primeiro episódio da série, lá em 2019, é um verdadeiro desastre. ‘What Happened to Kate Kane’ abre a segunda temporada, explicando sobre o sumiço de Kate, – já que a atriz saiu do papel – aderindo aos momentos melodramáticos de todas as formas. O sumiço da bilionária de Gotham se dá em uma queda de um avião, que voltava de National City. Aparentemente, Kate é dada como morta, já que não conseguiu vestir o traje antes e saltar do avião ou tentar salvá-lo. É um bom desfecho para a heroína, já que não haveria tanto sentido em fazê-la desaparecer como Bruce. Porém, o que veio a seguir, colocou muitas tramas em apenas um episódio, que fora extremamente corrido, que tentou se enrolar em Jacob Kane e sua subtrama pessoal com a Batwoman, Luke Fox, Alice… E por aí vai.

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Ryan Wilder aparece em tela, com alguns flashbacks do passado que revelam sua mãe ter sido assassinada por alguns homens. Ela acredita ser a Gangue das Maravilhas, e nutre um sentimento amargo ante à Alice, vilã da Batwoman e irmã de Kate. Essa conexão forçada, estraga uma possível construção ao longo de toda a temporada, mas abre caminhos para o Máscara Negra, Espantalho e algo mais do SilêncioRyan tem uma origem clichê, um tanto parecida com a do Raio Negro – que é boa. Basicamente, sua mãe morre, ela descobre que foi Alice e quer se vingar, forçando uma ligação desnecessária num começo de temporada. Como disse acima, pode ser algo trabalhado mais organicamente, com ambas adquirindo conhecimento uma da outra, sem se basear numa vingança premeditada pelo passado.

Obviamente, Ryan veste o traje depois de encontrá-lo, mas não sabe como usá-lo. É algo a ser explorado durante a temporada, porém, o ponto negativo é sua motivação para vesti-lo. É visível a dificuldade que ela tem, com pouca experiência em combate e que precisa melhorar, usando todos os dispositivos do arsenal da Batcaverna ou do bat-traje. Mesmo que tenha faltado uma boa execução dela como a nova Batwoman, e também sua origem que beira ao clichê, sua vida passada parece não ter sido fácil por ser uma mulher negra. É inegável que, Caroline Dries, showrunner da série, soube muito bem explorar a nova personagem e adequá-la para a realidade, tratando de algumas questões sociais. E aí entra toda a história de Ryan, sobre a dificuldade de ser uma ex-presidiária e estar à procura de emprego ou uma casa para morar, pois o falso idealismo das pessoas em ajudar alguém a recomeçar, é maior que seu senso comum de estender a mão. Com certeza, o caráter social da protagonista será um dos pontos mais fortes em toda a temporada.

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E por falar em pontos fortes, apesar de muitos negativos, a série apresentou pela primeira vez – segunda, na verdade – Bruce Wayne, porém sendo uma máscara para Thomas Elliot. Foi o ponto mais positivo do episódio, que se desenrolou com muita emotividade e esqueceu de que deve preparar terreno para novos perigos. O disfarce foi facilmente descoberto, e os roteiristas jogaram fora uma trama interessante de explorar a manipulação de Elliot como Bruce Wayne.

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Divulgação/CW

A trama principal que é o sumiço de Kate, foi ofuscada pela sub trama do falso Bruce, que podia se manter por mais alguns episódios, e que ainda deixou quase inexistente a existência de uma trama solo de Ryan Wilder. É claro que, é cedo para tirar conclusões por conta de um episódio, mas, correndo neste ritmo acelerado e não aproveitando suas histórias que têm o potencial de serem mais longas, a segunda temporada pode não surpreender.


Veredito

Batwoman tem começo acelerado em sua segunda temporada, explicando o desaparecimento de Kate Kane, a origem de Ryan Wilder superficialmente e a falta de um desenvolvimento mais duradouro na trama que envolve Alice e o falso Bruce Wayne. O episódio abraçou o trivial e tentou se sustentar em Kate e em Bruce, mas errou em desenvolver todas as tramas, que acabaram ficando soltas e desconexas. É só o início, mas que não agrada.

4,5/10.


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Titãs | Savannah Welch será Barbara Gordon na 3ª temporada

Personagem será a comissária de polícia de Gotham.


De acordo com a Variety, a DC já achou uma intérprete para Barbara Gordon, a ex-Batgirl para a série dos Titãs. Savannah Welch (Six) irá interpretar a nova comissária de polícia de Gotham City, enquanto lida com a equipe do Asa Noturna em sua cidade. A notícia foi confirmada pela conta oficial da série no Twitter.

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Barbara já está em uma cadeira de rodas após ser paralisada pelo Coringa, e com isso, se tornou a hábil Oráculo – possivelmente – e posteriormente a comissária do Departamento de Polícia de Gotham City. Ela tem uma “relação combativa” com Bruce, que deve se dar ao fato dos acontecimentos contra o Coringa. Além disso, ela está incomodada com a presença de seu antigo namorado, Dick Grayson, mas disposta a lutar com o herói para combater o crime.

Welch apareceu na série Six, do History e também no filme Boyhood. A atriz tem uma perna amputada, por conta de um acidente sofrido em 2016, e desde então é porta-voz da comunidade de pessoas com deficiência.

A terceira temporada de Titãs que está sendo produzida pela HBO Max e não tem data para estrear. Nenhum detalhe a mais da trama foi dado.


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Zack Snyder divulga nova imagem do Lobo da Estepe

O filme será lançado diretamente no HBO Max.


A cada dia que passa, Zack Snyder aumenta a ansiedade dos fãs, revelando novas imagens de seu corte de Liga da Justiça. No Vero, o diretor publicou uma nova imagem do Lobo da Estepe, que está atacando um soldado atlante, com a legenda “isto soa insano”. Veja a imagem abaixo:

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O corte do diretor seria dividido em quatro partes, assim anunciado no DC FanDome, mas a ideia mudou, sendo um filme totalizado em quatro horas, sem ser por episódios.

Com a direção de Zack Snyder, o elenco conta com Ben Affleck (Batman)Gal Gadot (Mulher-Maravilha)Henry Cavill (Superman)Ray Fisher (Cyborg)Ezra Miller (Flash)Jason Momoa (Aquaman)Amy Adams (Lois Lane) e Diane Keaton (Martha Kent).

Liga da Justiça de Zack Snyder estreia em março de 2021 no HBO Max.


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Pacificador | Filmagens da 1ª temporada já começaram

Nova série irá explorar herói de O Esquadrão Suicida.


A nova série da DC Comics, que será produzida pelo HBO Max, Pacificador, já teve suas filmagens iniciadas. James Gunn, diretor de O Esquadrão Suicida e roteirista da série, anunciou ontem (15) o início da produção em Vancouver, no Canadá.

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“Cinco meses atrás, durante a quarentena, comecei a escrever uma série, basicamente por diversão, entre rascunhos de Guardiões e cortes de O Esquadrão Suicida. Eu escrevi a primeira temporada de Pacificador em oito semanas e agora aqui estou, no primeiro dia de gravações. A vida é surreal. Vamos lá (e vamos com segurança)”, escreveu o diretor.

A série do Pacificador conta com James Gunn como diretor e roteirista e Peter Safran será o produtor executivo da série. John Cena (Pacificador)Steve Agee (John Economos), Chris Conrad (Vigilante), Daniella Brooks (Leota Adebayo), Robert Patrick (Auggie Smith)Jennifer Holland (Emilia Harcourt) Chukwudi Iwuji (Clemson Murn), Lochlyn Munro (Larry Fitzgibbon), Annie Chang (Sophie Song) e Christopher Heyerdahl (Locke).

Não há previsão para a primeira temporada ser lançada.


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Crossover entre Superman & Lois e Batwoman é cancelado

O crossover foi discutido ainda em 2020.


Com o curso da pandemia, que arrastou 2020 para o abismo e atrasou diversas produções, a CW descartou o encontro de Batwoman e Superman & Lois, previsto para acontecer neste ano. Em uma entrevista ao Entertainment Weekly, a showrunner de Batwoman, Caroline Dries disse que “estava ansiosa para ver a Batwoman na Fazenda Kent”. Agora sabemos que isso não irá mais acontecer, por enquanto.

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O crossover que teria uma duração de duas horas, seria o primeiro logo após o grandioso encontro das séries em Crise nas Infinitas Terras. A pandemia atrapalhou o trabalho da produção para que isso acontecesse. No entanto, a roteirista ainda reacende sua esperança de ver Melissa Benoist interpretando a Supergirl em alguns episódios da segunda ou numa terceira temporada de Batwoman, explorando a dinâmica entre as duas personagens.

“Acho que seria incrível explorar isso”, disse Dries. “Se Melissa fizesse uma série de episódios ou algo em nossa terceira temporada, eu adoraria. Obviamente, eu amo Melissa, mas adoraria ter Kara em nosso programa e ensinar [Ryan] uma ou duas coisas, ou vê-la na Batcaverna.”

Batwoman conta no elenco com Javicia Leslie (Batwoman)Rachel Skarsten (Alice)Warren Christie (Bruce Wayne)Meagan Tandy (Sophie), Nicole Kang (Mary), Camrus Johnson (Luke Fox), Elizabeth Anweis(Catherine) e Dougray Scott (Jacob Kane).

A segunda temporada de Batwoman estreia no dia 17 de janeiro.

Já a vindoura Superman & Lois, que conta com a produção de Greg Berlanti, responsável pelo Arrowverse e Todd Helbing como showrunner, tem em seu elenco Tyler Hoechlin Elizabeth TullochDavid Ramsey (John Diggle) irá fazer uma participação especial na primeira temporada, também dirigindo alguns episódios.

Superman & Lois chega no dia 23 de fevereiro de 2021.


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Crítica: Batman – A Alma do Dragão (2021)

Aviso: Crítica sem spoilers!


Bruce Timm e DC começam 2021 com o pé direito.


Ninguém tem dúvida de que as animações da DC Comics são grandiosas e realmente muito boas de se ver, visto Batman – A Máscara do Fantasma ou a série animada da Liga da Justiça. Portanto, podemos esperar algo muito bom em uma próxima animação, misturando elementos dos quadrinhos e com base em sua originalidade. E então, 2021 começa com tudo com Bruce Timm comandando Batman e o kung-fu, na Gotham dos anos 70, homenageando o falecido quadrinista Dennis O’Neil e expandindo ainda mais a mitologia das artes marciais presentes na DC.

Para maiores de 18 anos, Batman: A Alma do Dragão, se habilita em explorar o universo não tão visto pelos fãs, as artes marciais. Os anos 70 foram repletos de quadrinhos sobre o kung-fu, graças a O’Neil, que criou Richard Dragon, Shiva, Tigre de Bronze e outros personagens. Ele jamais imaginou que seu pontapé se elevaria aos anos seguintes, com criação de diversos personagens que utilizassem as artes marciais como seu método de luta.

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A animação começa ao estilo James Bond, já que Timm é um grande fã do agente. É até engraçado ver Richard Dragon utilizando métodos que Bond utilizaria, mas não perdendo a sua originalidade de ser um grande artista marcial. E lembra muito bem o visual de Burce Lee, para os mais fanáticos em artes marciais. Passando disso, a história da animação traz quatro alunos de O’Sensei como foco: Richard Dragon, Ben Turner, Shiva e Bruce Wayne. A premissa é algo simples. Batman continua agindo nas sombras e uma organização criminosa intitulada Cobra, sendo seu líder Jeffrey Burr, o Kobra, que está em busca da grande Naga, para que varresse o mundo e todo o mal, mas, que também, iria explorar o passado de Bruce e seu aprendizado em Nanda Parbat

E é aí que está o ponto mais interessante do longa animado, os flashbacks. Batman está no título para vender, pois aparece mais como Bruce Wayne do que como Batman, dividindo a tela com Dragon e seus outros aliados. O maior acerto, como disse, são os flashbacks, que constroem as ações futuras e toda a narrativa. A equipe de produção mostra detalhes técnicos precisos, quando conseguem transitar de uma cena para outra usando os mesmos artifícios. E o filme ainda busca inspiração nos quadrinhos e em Batman Begins.

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Posso dizer aqui que fiquei admirado em como Timm dividiu o tempo de tela de cada personagem e conseguiu desenvolvê-los tão bem, apesar do meu desapontamento com dois personagens que não poderei revelar. Porém, é visível que o protagonista é Dragon, ofuscando Bruce, mas não tanto. Esse desenvolvimento do quarteto, que foi um grande acerto, poderia ser um pouco melhor. Não que o dinamismo entre os personagens não funcione, muito pelo contrário, faltou a um ou outro algo a mais que os tornassem únicos. Há clichês sutis, por ser um filme que aborda o kung-fu nos anos 70, como o próprio desenrolar para que Lady Shiva entre na trama, mas é algo que não incomoda tanto quanto a falta de um vilão.

Apesar de vários pontos positivos, incluindo o elenco de voz e a trilha sonora, assim como as coreografias de ação, o maior ponto positivo do longa animado, e que deve ser muito bem elogiado, a falta de uma boa motivação para o vilão foi o que me deixou incomodado. É claro que há um vilão conhecido e importante para a mitologia destes personagens, mas não há um bom desenvolvimento para que ele esteja fazendo aquilo. O próprio inimigo, diz ser “o grande escolhido” para liderar o ataque contra a humanidade e que é seu destino, desde criança, mas me parece algo totalmente infantil para um filme R-Rated. Outro ponto são seus aliados, que apesar de lutarem bem, como o Rei Cobra e Lady Eve, não tiveram desenvolvimento algum. Sei que eles não são os principais, mas mereciam um pouco mais de destaque.

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Divulgação/DC Comics

Há belos momentos, sem dúvidas, como um dos ensinamentos de O’Sensei para com seus alunos em Nanda Parbat, em que cobra de Bruce e os demais tentar quebrar uma pedra. Após uma metáfora sobre o crime, Bruce persistiu, assim como em outro flashback, em que ele sofre duros golpes, cai, mas sempre se levanta. São ótimos aprendizados em que o personagem teve, para que a animação consiga passar sua mensagem. Nessa antiga leva do DCAU, agora é preciso se reinventar, e parece que a DC encontrou o ponto certo, no momento certo.


Veredito

Apesar de seus pontos positivos, como as cenas de ação e a coreografia, o maior acerto na animação, há também alguns pontos negativos que deixam alguns clichês à solta no roteiro e o fraco desenvolvimento dos antagonistas. No entanto, na reta final,Batman: A Alma do Dragão se mostra digna de sua ação, sendo uma das melhores animações do herói nos últimos cinco anos, mesmo que erre vagarosamente em sua última cena, colocando em pauta uma possível sequência.

8/10.


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Batwoman | Máscara Negra será um dos vilões da série

Vilão também esteve em Aves de Rapina.


De acordo com o Entertainment Weekly, o Máscara Negra estará presente na segunda temporada de Batwoman, sendo um dos principais vilões da nova era da heroína, assumindo a liderança da Sociedade da Face Falsa, uma sociedade criminosa de Gotham. A personagem de Javicia Leslie está ligada diretamente ao vilão, desejando vingança após ter parado na cadeia por conta das drogas vendidas pelo chefão do crime.

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Na segunda temporada, o Máscara Negra “aperta seu controle sobre Gotham distribuindo uma perigosa nova droga conhecida como Snakebite”. Ryan Wilder, a nova Batwoman, teve envolvimento com a droga no passado. A showrunner Caroline Dries comentou sobre:

“Embora Ryan nunca tenha usado drogas, ela estava em um relacionamento em que alguém usava drogas e, em última análise, foi o que levou Ryan para a prisão. Então, é essa ideia de que Ryan é uma mulher inocente e se ela fosse branca, ela poderia não ter sofrido o mesmo castigo [que] ela, como uma mulher negra inocente, teve que passar. Essa é uma grande parte de sua história, então é algo que estamos explorando este ano”, diz Dries. “Batwoman tem essa vingança específica contra a Sociedade da Face Falsa porque a ideia de drogas permeando a cidade e ninguém assumindo qualquer responsabilidade por isso atinge seu núcleo.”

O sádico Máscara Negra foi o vilão principal de Aves de Rapina, atormentando a vida da Arlequina e sua equipe. No cinema, Ewan McGregor foi encarregado de interpretá-lo. Ainda não há nenhum ator escalado para interpretar o chefe do crime na série.

Batwoman conta no elenco com Javicia Leslie (Batwoman)Rachel Skarsten (Alice)Warren Christie (Bruce Wayne)Meagan Tandy (Sophie), Nicole Kang (Mary), Camrus Johnson (Luke Fox), Elizabeth Anweis(Catherine) e Dougray Scott (Jacob Kane).

A segunda temporada de Batwoman estreia no dia 17 de janeiro.


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Crítica: Mulher-Maravilha 1984

Alerta: SPOILERS! Desça e leia por sua conta e risco.


Uma era de maravilhas vai começar.


O sucesso estrondoso de Mulher-Maravilha (2017), fez com que a Warner Bros. pensasse em produzir uma sequência, agora em maior escala e com mais tempo. E então, Patty Jenkins, junto com Gal Gadot, mergulharam de cabeça em Mulher-Maravilha 1984, a sequência tão esperada pelos fãs, que conta com um elenco de peso e um dos melhores compositores do cinema mundial. Afinal, após tantos adiamentos, valeu toda a espera de ver o filme no cinema?

Mulher-Maravilha 1984 abre uma nova fase para a DC Comics, explorando ainda mais a mitologia da maior heroína de todos os tempos, em um patamar maior, trazendo novos vilões e antigos valores a serem adquiridos novamente pela humanidade: esperança, empatia e amor. Diana foi criada para isso. E com 2020 sendo um ano divisório para a sociedade, conturbado por conta da pandemia, cheio de ódio, brigas políticas e um momento devastador, o qual a humanidade viu que só a união poderia ser a força necessária para salvar muitas pessoas, Mulher-Maravilha 1984 tenta trazer essa mensagem de empatia, amor e verdade, sendo o filme que 2020 precisava.

Wonder-Woman-1984-Photos

Diana passou quase 70 anos recordando dos bons momentos com Steve Trevor (Chris Pine), sua paixão e herói na Primeira Guerra Mundial e viu seus amigos ao redor envelhecerem. Atuando como Mulher-Maravilha durante todo esse tempo, mas fugindo dos holofotes e das câmeras, agora presentes na nova era de 1984, Diana Prince trabalha no Museu Smithsonian de História Natural, em Washington. Crescendo em sabedoria, a Princesa das Amazonas agora está cercada de uma nova tecnologia em meio a Guerra Fria, que já se encontrava em sua derrocada, com a União Soviética sofrendo uma crise econômica e estando atrás de diversas novas potências. À medida em que o mundo se desenvolve tecnologicamente, Diana aprende junto com ele, crescendo em sabedoria e nunca perdendo a fé na humanidade, mesmo que a humanidade perca nela própria.

Um novo “magnata” estava surgindo nos Estados Unidos, querendo pensar grande e ser grande. Maxwell Lord (Pedro Pascal), dono da Black Gold, ansiava em ser o homem mais poderoso do mundo ao garantir várias reserva de petróleo por todo o país americano. É claro que não seria uma tarefa fácil, já que um egípcio era o “homem do petróleo”, enquanto Lord era conhecido por ser o “homem da TV”. Em um outro lado da cidade, havia uma nova arqueóloga e geologista Barbara Minerva, que desempenhava várias outras funções, e por acaso, começou a trabalhar com Diana no Museu Smithsonian. Enquanto uma era forte, linda e sábia, a outra era desajeitada e desastrada, porém brilhante, algo que Diana viu nela. E por algum acaso, uma pedra aparentemente inofensiva, entrelaçou o destino dos três, Lord, Diana e Barbara.

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Para os leitores de quadrinhos, vagamente podemos lembrar do período em que George Pérez esteve a frente da Mulher-Maravilha no pós-crise, em que ele utilizou o período da Guerra Fria para construir a nova origem de Diana e o plano de Ares. Outros se lembrarão da velha Diana dos anos 40, criada por William Moulton Marston, em que sua única perspectiva sobre o mundo dos homens era salvá-lo de destruir a si mesmo. Além de se inspirar em velhas e novas histórias, Patty Jenkins também faz com que 1984 seja a data do filme, relembrando o livro de George Orwell, que retrata um futuro distópico, onde o Estado tem total controle sobre o povo, difundindo as ideias de manipulação, alienação, guerra e também o amor. Mulher-Maravilha 1984 utiliza destas ideias para construir sua narrativa, tornando os quatro personagens da trama personificações de sentimentos e emoções. Enquanto Diana é a esperança, Lord é a ganância de sempre querer mais e Barbara é a inveja. Já o papel de Steve Trevor serve como um farol para Diana não se perder totalmente em seu amor pelo piloto, mantendo sua imparcialidade e visão de que ele não deve ser o foco, e sim, o mundo.

Desenrolando para lá e para cá, a Pedra dos Desejos é algo muito além da compreensão humana, em que o vilão do filme precisa para mostrar ao mundo que ele seria o mais poderoso. Deixando se levar por isso e pelo coração, Diana tinha um único desejo: ter Steve Trevor de volta. Mas a que custo? Diferentemente dela, Minerva, a menina atrapalhada, desejou ser, literalmente, que nem a Diana. Tudo o que desejaram, receberam, e Lord não poderia ficar mais satisfeito com o colapso mundial em andamento.

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E falando sobre Trevor, a volta dele era um mistério e não percebo outra maneira dele ter voltado como foi mostrado no filme. Mesmo que essa crítica tenha um spoiler ou outro, não irei revelar como o personagem volta, muito menos tudo o que acontece. Posso dizer que a forma como o mesmo retornou, me agradou muito mais do que ver o Superman sendo ressuscitado por uma Caixa Materna – o que eu acho sem fundamento nenhum, visto o final de Batman vs Superman. Diana agora entra em um dilema: renunciar seu desejo e salvar o mundo novamente ou tentar salvar, mesmo que fique sem poderes e mantenha Steve para sempre ao seu lado? Vale salientar a inversão de papel para com o primeiro filme, em que Trevor apresenta o Patriarcado para Diana. Nesta sequência, a guerreira amazona fica encarregada deste trabalho, mostrando o período oitentista, as novas fases e o avanço tecnológico que o mundo veio a sofrer – ou ganhar.

Entre um primeiro ato de apresentações, o segundo ato do longa começa a explicar com mais profundidade o enredo. Os planos de Lord eram muito maiores do que poderia se imaginar. Na crescente trilha sonora de Hans Zimmer, Open Road, Diana e Steve caçam Lord até no Egito, onde a heroína vê que seus poderes estavam se perdendo e ela, nesse ritmo, viraria uma humana sem poderes. A cena da perseguição na estrada, é um dos pontos mais sólidos do longa-metragem, que consegue desenvolver Steve e Diana lutando lado a lado novamente. O CGI usado nessa cena de ação, em apenas dois pontos específicos, ficou claramente estranho, mas não é algo que tire sua experiência e nem válido para abaixar a nota desta crítica. Literalmente, após ver a sequência de ação, me recordei um pouco da perseguição da polícia contra o Batman em Batman Begins e Cavaleiro das Trevas Ressurge. É muito satisfatório vê-la salvando crianças, saltando alto e usando o laço para desviar uma bala para Trevor.

Wonder-Woman-1984-Egypt-Scene

Saindo do roteiro e colocando em pauta a atuação do elenco, posso afirmar que Gal Gadot, Chris Pine, Kristen Wiig e Pedro Pascal brilharam, mas meu destaque fica para Pascal, que incorporou o personagem muito bem, tornando-o um canastrão dos anos 80. As duplas do bem e do mal funcionaram em equilíbrio, e o carisma gigante de Gadot tornou ainda mais espetacular o filme. Foi fundamental ver o impacto que Steve Trevor faz na vida de Diana, sendo o porto seguro da heroína. Percebe-se a entrega da atriz para com sua personagem e concluo que ela nasceu para interpretar a Mulher-Maravilha, assim como Lynda Carter. Até mesmo em expressões faciais, as duas estrelas fizeram bem.

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Os detalhes técnicos como os efeitos visuais, coreografias de ação, figurino, ambientação e trilha sonora, são os pontos mais fortes da obra de Patty Jenkins, que usou um pouco mais de CGI do que o primeiro filme, que foi mais utilizado na luta contra Ares. A crescente e estrondosa trilha de Hans Zimmer, que foi feita mesmo para um filme dos anos 80, tenta passar o ar de aventura e heroísmo, como Superman: O Filme passou em 1978. É clara a inspiração na obra de Richard Donner, que tentou brincar um pouco com os créditos iniciais e finais. 

Assim como a trilha sonora, os efeitos visuais estão bons, mesmo que muitos tenham duvidado do visual da Mulher-Leopardo. As duas transformações dela, sendo a última a Mulher-Leopardo, de fato, foram bem colocadas e trabalhadas na produção. Gostei bastante de como conseguiram representar os anos 80 numa produção de quase 40 anos à frente. Seria injusto não ver indicação ao Oscar para a categoria de figurino, pois, o fizeram perfeitamente. Eu realmente me senti nos anos 80 e foi isso que o filme quis passar para o público, a confortabilidade de 1984, os novos desafios e a cultura da época. Até mesmo aos pequenos detalhes, a produção resolveu dar atenção. Aliás, o traje dourado é algo esplêndido e fiquei com aquele gostinho de “quero mais”, uma situação que poderá ser explorada no último filme.

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A dinâmica do filme funciona, trazendo leveza, diversão e seriedade nos momentos perfeitos, sem piadas fora de hora e exageradas. A atmosfera de uma aventura estilo Indiana Jones e Superman, fez de Mulher-Maravilha 1984 ser tão bom quanto, em sua estética e mensagem positiva que transmitiu para uma humanidade dividida, desacredita da verdade e cheia de politicagem e ódio. E parece que dessa vez, só a verdade pôde salvar o mundo.


Veredito

Mulher-Maravilha 1984 brilha em 2020, sendo um dos melhores filmes do ano, relembrando que, até mesmo uma heroína deseja amar como nós. Leve, solto e divertido, se aprofundando ainda mais na mitologia de Diana Prince, Patty Jenkins usa e abusa de cores mais vivas comparado ao primeiro filme. A DC não teve medo de querer algo em grande escala, muito maior do que o esperado pelos fãs e reuniu um grande elenco, que atuou de forma sólida e incrível, sendo o destaque o ator Pedro Pascal. 

O roteiro bem amarrado, não confunde em algum momento os espectadores, caso prestem bastante atenção ao filme. Há, sim, uma ótima consistência no filme, com pouquíssimos pontos negativos a serem levantados e em sua maioria, os pontos positivos se dão mais aos detalhes técnicos de produção. Com certeza, valeu esperar pela sequência e a DC se encaminha para um novo rumo nos cinemas. Cheio de esperança e com um grande coração, Mulher-Maravilha 1984 envolve alguns assuntos discutidos nos últimos anos, usando apenas três palavras para passar sua mensagem ao público: esperança, união e verdade, tudo o que nossa maior heroína representa.

10/10.


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Série derivada de The Batman ganha novo roteirista

Novo roteirista chega após a saída de Terence Winter.


De acordo com o Deadline, o escritor britânico, Joe Barton, conhecido por criar a série Giri/Haji, é o mais novo roteirista do spin-off de The Batman, série original do HBO Max. Ele também escreveu a minissérie Troia: A Queda de uma Cidade.

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Barton assume o roteiro, após a saída de Terence Winter, que alegou diferenças criativas. Desde novembro de 2020, não houve nenhuma atualização sobre a produção da série, mas agora, já tivemos uma. Espera-se que, logo mais, possamos ver o título do projeto e integrantes do elenco.

Ainda sem título, a série será ambientada no universo de The Batman, e que pretende abordar a cidade de Gotham de uma forma mais profunda, que um filme pode não conseguir fazer. O drama policial que Reeves pretende fazer, já está atrelado aos quadrinhos Gotham Central, de Ed Brubaker e Greg Rucka, onde é desenvolvida uma trama em torno da polícia de Gotham num todo. 

Não há nenhum detalhe da trama, elenco ou data de lançamento do spin-off.

A série terá produção do HBO Max.


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Mulher-Maravilha 1984 é inscrito para consideração ao Oscar de 2021

Warner Bros. aposta suas fichas em sequência de Patty Jenkins.


Com a temporada de premiações já começando, 2020, mesmo sendo uma época conturbada e com diversos adiamentos, – Mulher-Maravilha 1984 se enquadra – o Oscar de 2021 não foi esquecido. Com dois lançamentos dos filmes da DC Comics em 2020, Aves de Rapina e Mulher-Maravilha 1984, a Warner Bros. apostou todas as suas fichas no longa de Patty Jenkins e Gal Gadot, que diverge opiniões, mas fechou 2020 dando uma mensagem positiva. Na página de premiações do estúdio, podemos ver todas as categorias em que a Warner considerou o filme ao Oscar. Confira:

  • Melhor Filme
  • Melhor Direção (Patty Jenkins)
  • Melhor Roteiro Adaptado (Patty Jenkins e Geoff Johns)
  • Melhor Atriz (Gal Gadot)
  • Melhor Atriz Coadjuvante (Kristen Wiig, Robin Wright e Connie Nielsen)
  • Melhor Ator Coadjuvante (Chris Pine, Pedro Pascal)
  • Melhor Elenco
  • Melhor Fotografia
  • Melhor Edição
  • Melhor Design de Produção
  • Melhor Figurino
  • Melhor Cabelo e Maquiagem
  • Melhor Som
  • Melhores Efeitos Visuais
  • Melhor Trilha Sonora Original  (Hans Zimmer)

A divisão do público e da crítica sobre o longa pode ser um fator decisivo de não concorrer a muitas categorias, mas isso cabe aos votantes da Academia decidir o destino de Diana Prince, que poderia concorrer pela primeira vez ao Oscar, sendo também, o primeiro filme de uma heroína ao Oscar.

Verifique a disponibilidade do cinema de sua cidade e se prepare antes de ir, seguindo todos os protocolos de segurança. Veja as salas disponíveis aqui.

Em Mulher-Maravilha 1984, a heroína está nos anos 80, e novos perigos surgem, quando Maxwell Lord (Pedro Pascal) quer controlar todos, e Diana encontra em sua amiga, sua predadora mais feroz, a Mulher-Leopardo (Kristen Wiig).

Mulher-Maravilha 1984 conta no elenco com Gal Gadot (Mulher-Maravilha)Chris Pine (Steve Trevor)Kristen Wiig (Mulher-Leopardo)Pedro Pascal (Maxwell Lord), Connie Nielsen (Hipólita) Robin Wright (Antíope).

O filme está em cartaz em todos os cinemas do Brasil.


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Confira a prévia de Man-Bat #1

Nova minissérie chega em fevereiro.


Após a DC Comics solicitar vários quadrinhos para o começo de 2021, Man-Bat, vilão do Batman, é um dos personagens que irão ganhar sua própria série, sendo o foco no próprio vilão. A editora liberou uma prévia da primeira edição, que pode ser conferida as capas e algumas outras imagens da HQ abaixo:

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O Dr Kirk Langstrom parece estar no fundo do poço e pelo jeito, teria abandonado seu soro para virar o Morcego-Humano novamente. Porém, o vício é maior e Francine, sua esposa, descobre que ele está desenvolvendo o soro novamente para se transformar na criatura.

A minissérie do Morcego-Humano irá contar com 5 edições.

Man-Bat #1, escrita por Dave Wielgosz;

Arte por Sumit Kumar;

Capa por Kyle Hotz;

Capa variante de Kevin Nowlan.

Confira a descrição do quadrinho abaixo:

Sinopse: Durante anos, Kirk Langstrom lutou com seu alter ego monstruoso,Morcego-Humano, e o soro que o transformou. Mas ele finalmente atingiu o fundo do poço após um revés devastador, e ele vai descontar sua raiva em cada cidadão de Gotham City. O poder combinado do Batman e do GCPD será suficiente para parar Langstrom de uma vez por todas? Ou será apenas o início da devastação do Homem-Morcego?

Man-Bat #1 chega nas bancas estadunidenses no dia 2 de fevereiro.


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Steve Lightle, artista de Patrulha do Destino, morre aos 61 anos

O quadrinista também desenhou a clássica Legião dos Super-Heróis.


Conhecido por ser artista da Legião dos Super-Heróis e Patrulha do Destino pela DC Comics, o quadrinista Steve Lightle faleceu hoje, aos 61 anos, decorrente de uma parada cardíaca. A notícia foi confirmada por seu filho através do Facebook.

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“Este é Matthew Lightle, filho de Steve Lightle. ​​Esta manhã meu pai faleceu de parada cardíaca. Gostaria de agradecer a todos por sua amizade com meu pai e também pedir que, se você é um seguidor do patreon, cancele sua conta, pois estamos apenas começando a cuidar de seus negócios.”

O quadrinista começou em 1984, em m Black Diamond # 4 da AC Comics. No mesmo ano foi para a DC Comics, onde trabalhou com a Legião dos Super-Heróis e Patrulha do Destino. Na Marvel, ele trabalhou entre 1989 e 1990 nos quadrinhos dos X-Men.

Steve_Lightle


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3ª temporada de Stargirl está em desenvolvimento

A 2ª temporada chega ainda neste ano.


Uma das séries que mais fizeram sucesso entre os heróis em 2020, Stargirl pode ter sido renovada para a terceira temporada, já estando em desenvolvimento. O site Stargirl.TV ainda reportou que um novo personagem será incluído na terceira temporada, que estará totalmente ligado ao vilão Eclipso, que irá aparecer na segunda temporada.

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Bruce Gordon, o hospedeiro de Eclipso nos quadrinhos, irá aparecer na terceira temporada, e provavelmente, tão chegado aos quadrinhos como qualquer outro personagem da série.

A versão dos quadrinhos fala que “Bruce Gordon é o principal cientista da Terra no campo da Energia Solar, coincidentemente a única fraqueza de Eclipso. Como tal, o maligno Eclipso faz muitos esforços para distrair Gordon e arruinar sua vida, usando-o como seu próprio hospedeiro físico, mantendo-o tão ocupado quanto possível. Bruce Gordon relutantemente agiu como o corpo humano do Eclipso por muitos anos, e descobriu-se capaz de controlar os poderes do Eclipso sem a influência mental do Eclipso, contanto que ele mantivesse seu temperamento sob controle.”

A CW não se posicionou sobre o assunto e uma renovação ainda não foi oficializada pelo canal.

Confira a crítica sobre a primeira temporada.

Antes produzida pelo DC UniverseStargirl passa para o domínio da CW, que irá produzir e transmitir a segunda temporada, que chega em 2021. Geoff Johns, criador da personagem, é o produtor executivo da série.


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Animação da Sociedade da Justiça ganha primeira imagem e elenco

Clássica equipe dos quadrinhos irá ganhar sua primeira animação.


A DC Comics, após vários longas animados que incluíram em sua maioria, Batman e Superman, finalmente fará um da famosa equipe dos anos 40, a Sociedade da Justiça. Com o selo DC Universe Movies, a nova animação, que se chamará Sociedade da Justiça: Segunda Guerra Mundial, ganhou sua primeira imagem e seu elenco de vozes (via THR).

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Divulgação/DC Comics

No elenco, Matt Boomer irá dar voz ao Flash, enquanto Stana Katic será a Mulher-Maravilha. O elenco completo conta com Elysia Rotaru (Canário Negro), Chris Diamantopoulos (Steve Trevor), Omid Abtahi (Gavião Negro)Matthew Mercer (Homem-Hora) e Armen Taylor (Jay Garrick). Liam McIntyreGeoffrey ArendKeith Ferguson e Darin De Paul integram todo o elenco.

A velha equipe surgiu na All Star Comics #3, em 1940, sendo criados por Gardner Fox e Sheldon Mayer. Surgiram justamente para serem combatentes na Segunda Guerra Mundial, já tendo aparição na TV, em Legends of Tomorrow e Stargirl, onde foi mais explorada.

A animação terá direção de Jeff Wamester, com o roteiro por Meghan Fitzmartin e Jeremy Adams. Jim Krieg e Kimberly S. Moreau irão produzir a animação.

Sociedade da Justiça: Segunda Guerra Mundial não tem data para estrear.


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Atriz de Bates Motel entra para o elenco de Legends of Tomorrow

Aliyah O’Brien irá ter um papel recorrente na sexta temporada.


Conhecida por Bates Motel e Rookie Blue, a atriz canadense Aliyah O’Brien, entrou para o elenco de regular da sexta temporada de Legends of Tomorrow, em um papel recorrente. Na nova temporada, a atriz interpretará Kayla, uma guerreira misteriosa que irá trabalhar ao lado das Lendas e contra elas (via Deadline).

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Não foram dados muitos detalhes sobre sua personagem, porém, podemos pensar que ela poderá ajudar a equipe a achar Sara (Caity Lotz), “abduzida” por aliens. A equipe estará procurando sua capitã na nova temporada, sem parar, enquanto Ava (Jes Macallan) será a nova capitã da Waverider.

Enquanto a nova temporada não chega, confira nossa crítica da quinta temporada.

A sexta temporada de Legends of Tomorrow estreia na mid season de 2021.


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Rumor: Henry Cavill pode aparecer em The Flash

Ator já teria negociado para voltar a ser o Superman.


Henry Cavill pode estar voltando para a DC Comics reprisar o papel de Superman, mas não em um próprio filme e sim em The Flash. O ViewerAnon, soltou o rumor no Twitter, afirmando que a Warner Bros. o quer de volta para fazer, pelos menos, uma participação especial no longa de Ezra Miller.

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Não há certeza por parte do rumor jogado pelo usuário, mas podemos suspeitar de que a Warner parece planejar algo mesmo, pois, a WB Pictures do Brasil deu indícios de novas adições de personagens em uma publicação feita no Twitter, pedindo sugestões. Esse é o momento perfeito para os fãs.

É claro que muitos fãs não deixaram de pedir a volta de Cavill, além de outros pedindo Brandon Routh – que já demonstrou interesse – e até mesmo o Gladiador Dourado, personagem que já tem um script pronto para um filme ser lançado.

Não só isso, mas uma tag no Twitter pedindo a volta de Henry Cavill como Superman está nos trends topics, reacendendo a esperança dos fãs de verem e clamar pela volta do ator. Só falta a WB ouvir.

O longa irá abordar o famoso arco nos quadrinhos que mudou todo o Universo DC, o Flashpoint, considerado o maior arco do Flash de Barry Allen até então.

Com o astro Ezra Miller de volta ao papel, o filme será dirigido por Andy Muschietti e roteirizado por Christina Hodson (Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa).

The Flash tem estreia prevista para 4 de novembro de 2022.


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Snyder Cut | Darkseid e Lobo da Estepe ganham novas imagens

Corte da Liga da Justiça de Zack Snyder chega em março.


Zack Snyder vai preparando terreno para o lançamento de seu corte de Liga da Justiça, filme em que Joss Whedon assumiu após a morte da filha de Snyder, e foi um dos maiores fracassos do DCEU. Dessa vez, duas novas imagens foram lançadas, sendo dos grandes vilões: Darkseid e Lobo da Estepe.

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Conseguimos mentalizar de quais cenas podem ser as imagens. A primeira imagem, do Lobo da Estepe, deixa claro que ele está olhando para algo, possivelmente uma das Caixas Maternas, que ficou escondida em Themyscira. Darkseid, por sua vez, está tentando dominar pela primeira vez a Terra, cena já vista no trailer.

Com a direção de Zack Snyder, o elenco conta com Ben Affleck (Batman)Gal Gadot (Mulher-Maravilha)Henry Cavill (Superman)Ray Fisher (Cyborg)Ezra Miller (Flash)Jason Momoa (Aquaman)Amy Adams (Lois Lane) e Diane Keaton (Martha Kent).

Liga da Justiça de Zack Snyder estreia em março de 2021 no HBO Max.


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