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Review: Batman/Mulher-Gato #2 (2020)

Fantasma começa seus ataques, com sua frase de efeito.


Tom King vai se desenrolando já com a sexta edição de Batman/Mulher-Gato para maio, pelo DC Black Label, e por enquanto, a segunda edição tenta retomar as rédeas de Batman: A Máscara do Fantasma. E o que pensar disso? Com Clay Mann, Tom King tenta retomar um grande clássico, misturando-o com seu arco no DC Renascimento

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Se a primeira edição já é confusa para alguns, essa nova edição deixa tudo ainda mais confuso para os iniciantes em quadrinhos, e que não estão habituados também com A Máscara do Fantasma. Há, de fato, grande conexão com a animação, mas um toque de originalidade preciso do roteirista, elevando Batman em sua grande aventura após a morte do Alfred, e sua aliança verdadeira com a Mulher-Gato de uma vez por todas. Tudo o que acontece entre o passado, presente e o futuro, que, no entanto, é onde a história é narrada, tenta amarrar tudo, sem deixar pontas soltas.

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Aos poucos, toda a trama vai se desenrolando. E quando digo aos poucos, é bem mais devagar como de costume. A curiosidade sempre vai despertar no leitor para saber qual é o próximo passo, o que aconteceu com o Batman, ou o que vai ocorrer entre o Fantasma e a Mulher-Gato. São diversas possibilidades, ramificando vários possíveis caminhos para a história andar. Nada será revelado aqui, para não dar spoiler, todavia, a leitura da nova edição é agradável, contendo algumas referências de todo o universo do Batman.

Como um par romântico de Bruce Wayne, Selina Kyle funciona, mas há uma interação e dinâmica assertiva muito maior como Batman e Mulher-Gato. O trabalho de Tom King em unir duas personalidades distintas, mas, que basicamente, se vestem de cinza e preto, é excepcional. De tantas outras edições, há uma melhora significativa na montagem do quadrinho, trama e dinâmica entre os personagens-título. Mesmo que Tom King não tenha sido o melhor em descrever o sentimento de amor para o Batman, seu desenvolvimento em ser um herói destemido, mas que possui fragilidades, é um ótimo trabalho. Ele pincela e renova outra vez um romance conturbado, que agora tem tudo para dar certo.

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Não poderia esquecer também de Clay Mann com sua arte e traços bem detalhados, além de um visual inspirador e noir de Gotham. Acompanhado pelo colorista Tomeu Morey, a quem eu também rasgo elogios, a arte e coloração casam perfeitamente. Em partes onde o Coringa aparece, há mais cor, diferentemente quando o Batman aparece, mantendo o ar gótico de sempre, acinzentado e profundo, parecendo denotar o que Bruce sempre sentiu ao reviver seu passado.

Mesmo que ainda seja confusa, e parecendo ainda com mais nós do que a primeira edição, Batman/Mulher-Gato #2 tenta explicar aos poucos, o passo a passo que conecta o Batman e a Mulher-Gato com o Coringa e o Fantasma. Tom King utiliza os velhos métodos de Bruce Timm, além dos seus próprios, para manter o mistério acerca do que pode e vai acontecer, além de explicar o passado com frases no presente. Por enquanto, ainda há muito o que ser visto e explicado pelo roteirista, que está deixando seu nome na história do Batman.

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Solicitações de quadrinhos da DC Comics para maio

Editora solicitou diversos títulos e continuações.


A DC Comics solicitou há alguns dias, novos quadrinhos que chegarão em maio deste ano, com diversos títulos, incluindo o Future State, títulos de Infinite Frontier, o novo Senhor Milagre, outros eventos para a Liga da Justiça e muito mais. O Critical Room reúne as principais solicitações para você.

Confira todos os quadrinhos no CBR.


Moça-Maravilha #1
  • Escrito por Joelle Jones;
  • Arte por Joelle Jones;
  • Capa de Joelle Jones;
  • Cores por Jordie Bellaire;
  • Letras de Clayton Cowles.

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Sinopse: “Criada na longínqua terra de Boise, Idaho, Yara sempre sentiu que algo estava faltando em sua vida – e agora ela está indo para o Brasil para encontrá-lo. Mal sabe ela que sua chegada desencadeará uma série de eventos que mudarão o mundo da Mulher Maravilha para sempre.

Seu retorno foi profetizado, e com essa profecia vem a atenção exclusiva de deuses benevolentes de panteões além. O perigo espreita em cada esquina – mas este jovem herói está pronto para sua jornada? Descubra em uma edição de estreia que você absolutamente não pode perder!”

Senhor Milagre: A Fonte da Liberdade #1
  • Escrito por Brandon Easton
  • Arte por Fico Ossio
  • Capa de Yannick Paquette
  • Capa variante de Valentine De Landro

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Sinopse: “Saindo do Future State, o show do Senhor Milagre costumava ser o ingresso mais quente da cidade, seja você o flagrando no palco escapando de armadilhas perigosas ou nas ruas de Metrópolis matando os bandidos. O que Shilo Norman esqueceu é a primeira regra do showbiz e do super-heroísmo: sempre deixe-os querendo mais. Agora é hora de começar a mostrar ao mundo o que um homem milagroso pode fazer. Regra nº 2 do showbiz / super-herói: o tempo é tudo. Há um novo artista na cidade que quer tirar Senhor Milagre de seu pedestal e reivindicar seu famoso apelido! Shilo pode se livrar dessa armadilha?”

Stargirl Special Spring 
  • Escrito por Geoff Johns
  • Arte e capa de Todd Nauck
  • Capa variante de Mike McKone
  • Stargirl-SpringBreakSpecial-450-CMYK

Sinopse: “Os planos de férias de Primavera de Courtney Whitmore não são como os do seu colegial do ensino médio. Em vez de sair com amigos, ela está indo para uma aventura com seu padrasto, Pat Dugan, também conhecido como F.A.I.X.A., e se juntando com sua antiga equipe, os Sete Soldados da Vitória! Os soldados são forçados a se reunir novamente para descobrir o oitavo soldado secreto da vitória. Mas que outros segredos estão enterrados e o que tudo isso significa para o futuro de Courtney como Stargirl?”

Lendas do Cavaleiro das Trevas #1
  • Escrito por Darick Robertson
  • Arte e capa de Darick Robertson
  • Capa variante por David Marquez

Sinopse: “Um novo jogador entrou em cena em Gotham City e está vendendo produtos químicos mortais para os piores vilões da cidade: Mr. Freeze, o Pinguim e até mesmo o Coringa! Cabe ao Batman deter os vilões, rastrear o fornecedor e salvar Gotham City mais uma vez!”

Justice League: Last Ride #1
  • Escrito por Chip Zdarsky
  • Arte por Miguel Mendonça
  • Capa variante de Darick Robertson

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Sinopse: “Outrora o grupo mais poderoso do mundo, a Liga da Justiça foi destruída pela tragédia e pelo tempo, dissolvendo-se sob um véu de desconfiança e raiva. Agora, na véspera do maior julgamento de assassinato do universo, a Liga deve se reunir uma última vez … mas o Superman e o Batman podem enterrar o passado antes que os maiores vilões do cosmos os enterrem?”

Milestone Returns: Infinite Edition #0
  • Escrito por Reginald Hudlin
  • Arte de Dennys Cowan, Bill Sienkiewicz e outros
  • Capa por Dennys Cowan
  • Capa variante por John Romita Jr. e Klaus Janson

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Sinopse: “O novo quadrinho irá narrar os eventos do Big Bang: o protesto contra a brutalidade policial que deu errado que mudou a face da cidade de Dakota para sempre ao desencadear uma onda de superpoderes em sua população! Enquanto o mundo assiste, um adolescente intimidado se tornará o herói conhecido como Super-Choque, um cientista enquadrado irá fugir como a super arma Hardware e um alienígena encalhado encontrará uma jovem ambiciosa que transformará sua vida, e refará o par como o todo-poderoso Ícone e Foguete!”

Future State: Gotham #1
  • Escrito por Joshua Williamson e Dennis Culver
  • Arte por Giannis Milonogiannis
  • Capa de Yasmine Putri

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Sinopse: “O Capuz Vermelho deve escolher a justiça sobre sua família e aliados quando o corrupto Magistrado o convoca para trazer o novo Batman vivo ou morto! Apresentando todo o elenco dos populares títulos Future State Batman, esta nova série dá início ao próximo capítulo neste mundo proibitivo de amanhã, com uma narrativa brilhante e monocromática!”

Batman #108
  • Escrito por James Tynion IV
  • Arte e capa de Jorge Jimenez

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Sinopse: “Batman se disfarça para se infiltrar na gangue transhumanista conhecida como Unsanity Collective e aprender mais sobre sua aparição repentina em Gotham. E que planos nefastos Simon Saint tem para o sobrevivente do Dia de Arkham, Sean Mahoney? Como isso se conecta ao Magistrado?”

A celebração dos heróis asiáticos #1
  • Escrito por Gene Luen Yang, Ram V, Greg Pak, Alyssa Wong, Amy Chu, Minh Le, Dustin Nguyen e outros;
  • Arte por Marcus To, Bernard Chang, Dustin Nguyen, Marcio Takara, Trung Le Nguyen, Francis Manapul e outros;
  • Capa de Jim Lee;
  • Capa variante de Stanley Lau.

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Sinopse: “Pegue seu boba favorito e puxe uma cadeira até a mesa de dim sum enquanto celebramos o Mês da Herança Asiática com todos os seus personagens asiáticos favoritos de DC, antigos e novos! Junte-se a Cassandra Cain, Katana, Lanterna Verde Tai Pham, o Atom, Dana Tan (também conhecido como Batman Beyond), Arqueiro Vermelho, Lady Shiva, Damian Wayne e o clã al Ghul, Novo Super-Homem e muito mais à medida que apresentamos novos contos destes personagens de sua história emocionante! Além disso, o relacionamento de Cheshire Cat com Cheshire é revelado quando Shoes pede a Selina Kyle para tomá-la sob sua proteção como Cat Girl. E isso é só o começo!”

Batman/Mulher-Gato #6
  • Escrito Tom King
  • Arte e capa por Clay Mann
  • Capa variante de Jim Lee, Scott Williams e Travis Charest

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Sinopse: “Conforme os mistérios se aprofundam, o mesmo acontece com os ressentimentos. Ao longo de sua vida, as ações da Mulher-Gato fizeram com que muitos próximos a ela duvidassem de suas motivações. Bruce Wayne, Fantasma e agora sua filha suspeitaram de seus acordos com o Coringa. E quando ela matou o velho palhaço, isso desencadeou a nona vida deste felino? Ou talvez tenha realmente acabado todos aqueles anos atrás, a primeira vez que Fantasmatirou seu sangue e Batman teve que enfrentar uma dura verdade. Há grandes revelações esperando para serem encontradas aqui na metade do caminho, nas palavras finais de Tom King e Clay Mann sobre o romance do Morcego e da Gata!”

Man-Bat #4
  • Escrito por Dave Wielgosz;
  • Arte por Sumit Kumar;
  • Capa de Kyle Hotz;
  • Capa variante de Kevin Nowlan.

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Sinopse: “É Batman contra Man-Bat na segunda rodada! Após um encontro desastroso com o Esquadrão Suicida, uma sessão de terapia com Arlequina e (mais uma) tentativa falhada de se curar, Langstrom foi finalmente localizado pelo Cavaleiro das Trevas! O único problema? O Espantalho chegou primeiro! O que o mestre do medo planeja fazer com um soro que literalmente cria monstros?”

DC Comics: Generations
  • Escrito por Dan Jurgens, Andy Schmidt e Robert Venditti
  • Arte por Ivan Reis, John Romita Jr., Kevin Nowlan, Bryan Hitch e outros
  • Capa de Ivan Reis e Joe Prado

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Sinopse: “Nesses contos, uma ameaça de proporções cósmicas ao mais novo (e mais antigo) universo da DC obriga um dos grupos mais incomuns de heróis já reunidos para enfrentar o inimigo mais misterioso que já encontraram. Junte-se ao Batman, Kamandi, Estelar, Sinestro, Gladiador Dourado, Doutora Luz e Aço, em sua missão para salvar o universo antes que o tempo acabe.”

Mulher-Maravilha #772
  • Escrito por Becky Cloonan e Michael W. Conrad
  • Arte e capa de Travis Moore
  • História backup escrita por Jordie Bellaire
  • Arte da história backup por Paulina Ganucheau
  • Capa variante de Joshua Middleton

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Sinopse: “A Mulher Maravilha pode ter superado as feras de Asgard por enquanto, mas nada a preparou para o que está por vir. O eu mais sombrio de Diana emergiu como um novo oponente, e ela precisará da ajuda de um aliado inesperado cuja conexão com o trovão inspirou muitos contos: Thor! Essa dupla de deusa e semideusa pode descobrir o que perturbou o equilíbrio das coisas? Ou eles estão condenados a deixar tudo, inclusive suas vidas, no campo de batalha? Descubra como esta narrativa nórdica continua!

E na história de backup que ocorre durante a juventude de nosso herói, Diana deve mergulhar nas profundezas dos oceanos de Themyscira para aprender mais sobre os misteriosos manuscritos que lhe foram deixados. Mal sabe ela, o que está por baixo tem muitos dentes e está morrendo de vontade de conhecê-la. Cuidado com os poderosos megalodons e seus apetites!”

Rorschach #8
  • Escrito por Tom King
  • Arte e capa de Jorge Fonés
  • Capa variante de Jim Cheung

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Sinopse: “À medida que o detetive se aprofunda no mistério por trás de Rorschach e seu ajudante, a história se torna não sobre o que eles queriam fazer, mas por que começaram seu caminho assassino. À medida que mais testemunhas surgem, a história da estranha Laura se revela. Os tempos difíceis a fizeram querer matar um candidato à presidência e ela se prejudicou muito ao revidar.”

Asa Noturna #80
  • Escrito por Tom Taylor
  • Arte de Bruno Redondo
  • Capa variante de Jamal Campbell

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Sinopse: “Dick Grayson sempre teve um grande coração. Desde proteger aqueles perseguidos por valentões em sua juventude, a combater o mal ao lado de Batman como Robin, a prometer sua riqueza recém-herdada para enriquecer Blüdhaven como Asa Noturna – sua bondade e generosidade sempre guiaram sua vida. Mas agora um novo vilão espreita os becos de Blüdhaven, removendo o coração dos mais vulneráveis ​​da cidade. Quem é esta nova ameaça aterrorizante chamada Heartless, e ele será capaz de resistir a arrancar o maior coração de toda Blüdhaven?”

The Flash #770
  • Escrito por Jeremy Adams
  • Arte por Jack Herbert e Brandon Peterson
  • Capa de Brandon Peterson
  • Capa variante de Brett Booth

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Sinopse: “Nos campos de batalha da Segunda Guerra Mundial, Wally West continua sua busca por um caminho para casa. À medida que o Flash fica cara a cara com o próprio Führer, os amigos de Wally nos dias atuais procuram uma maneira de trazê-lo de volta e uma resposta para o porquê de ele estar pulando de velocista em velocista ao longo do tempo.”

Sensational Wonder Woman #3
  • Escrito por Colleen Doran e Alyssan Wong
  • Arte por Colleen Doran e Eleonora Carlini
  • Capa de Colleen Doran
  • Capa de variante de Marguerite Sauvage

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Sinopse: “Em um conto escrito e ilustrado pela lenda dos quadrinhos Colleen Doran, a Mulher Maravilha enfrenta seu inimigo mais implacável: um especialista em marketing que venderia seus Louboutins pela chance de gerenciar a Amazing Amazon! A Mulher Maravilha consegue escapar de seus arremessos mais persistentes? 

Também nesta edição, não é uma festa de gala de Gotham City sem uma visita do mais vil do mundo! É uma coisa boa a Mulher Maravilha estar na lista de convidados, porque Bruce Wayne tem uma identidade secreta para manter!”


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Review: Future State | Detetive das Trevas #1 (2021)

Batman de volta ao começo em nova minissérie.


O Future State, novo evento da DC Comics nos quadrinhos, está começando a tomar ainda mais forma, com uma variedade de títulos. E claro, o Batman de Bruce Wayne não iria ficar de fora, expandindo ainda mais um futuro distópico de Gotham, uma cidade controlada pelo Magistrado, que emprega a força-bruta para cometer seus atos. A exploração continua em títulos diferentes, mas Gotham é sempre a mesma.

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Mariko Tamaki tenta trabalhar em uma trama onde o Batman é um fora da lei, e todos os outros mascarados também são. Ou seja, é dispensado o serviço dos heróis para limpar Gotham do crime, já que os métodos usados pelo Batman e outros vigilantes não são eficazes em nenhum momento. A primeira edição aborda duas histórias, do Batman e do Bandoleiro, mas escolhi apenas o Morcego para falar, com um pouco mais de aprofundamento. Mesmo que a do Bandoleiro seja interessante, é bem mais viável ler O Novo Batman, pois estes dois contos se conectam bastante.

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Aparentemente, aos olhos de Gotham, Bruce e Batman estão mortos, e o Magistrado já tem ciência de quem é o vigilante mascarado. Falido e vagando por aí, Wayne precisa sobreviver com o que tem, de volta às suas raízes – está no começo outra vez. Aqui, apesar de Gotham ser futurista, o herói não disponibiliza de novas tecnologias, continuando apenas com alguns gadgets iniciais e um traje diferente, sem a vulgar capa preta. Ele está em busca de seu lugar no mundo, mais uma vez, mesmo sendo um fantasma para a população. Bruce está apto a descobrir os podres do Magistrado, e quer saber mais sobre essa organização e derrubá-la. Ele sabe que não é o que sua cidade precisa no momento, e algo está errado por trás disso.

Bruce precisa viver, sem ajuda de seus outros aliados. Ao mesmo tempo que quer se desvencilhar dos fatos da cidade, ainda emergida no crime, o espírito de Guardião de Gotham não o abandona, e o denuncia quando entra em uma briga. Bater em criminosos é tudo o que ele precisa evitar, para não chamar a atenção do Magistrado.

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A equipe criativa da nova história do Batman, conseguem fazer uma grande imersão na psiquê do herói, e em sua personalidade de insuficiente. Ele é um homem sem rumo, mas com um único objetivo: desmantelar o Magistrado. Dan Mora consegue utilizar traços que convencem o leitor, com um visual cyberpunk de Gotham, abandonando a Art Deco usada em vários quadrinhos e outras mídias. As cores de Jordie Bellaire acompanham a arte de Mora, chamando a atenção por não ficarem presas em apenas mostrar uma cidade sombria, utilizando sempre cores escuras para denotar que Gotham ainda é corrupta e suja. Há uma paleta de cores variadas, com tons escuros de azul ilustrando tristeza e dor, e cores mais quentes durante momentos de ação e de desespero. Até aqui, Detetive das Trevas tem uma das melhores arte do evento.

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Detetive das Trevas #1 mostra um possível fim do Batman aos olhos de Gotham, e um grande inimigo no controle da cidade, o Magistrado. Tamaki, a roteirista do quadrinho, mergulha na mente conturbada de Bruce, elevando um novo desafio para o Cavaleiro das Trevas. Com uma trama interessante, que não deixa pontas soltas, podendo se conectar com Mulher-Gato #1, e uma arte cyberpunk, Detetive das Trevas tem de tudo para ser um dos melhores títulos do Future State. O Batman está em boas mãos com Mariko Tamaki e Dan Mora, e os eventos daqui, podem respingar em Infinite Frontier.

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Espantalho ganha um novo visual assustador para os quadrinhos

Vilão será uma grande ameaça para o Batman em nova fase da DC.


Jorge Jiménez, artista do título do Batman para Infinite Frontier, revelou um novo visual para o Dr. Jonathan Crane/Espantalho. Ele está usando suas seringas com toxina do medo nas pontas dos dedos, marca registrada dos jogos Batman: Arkham. Também usa uma máscara com um longo respirador, que o protege de gases tóxicos e do próprio gás do medo. Veja a imagem abaixo:

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James Tynion IV, roteirista de Batman #106, afirmou que “espera contar uma das melhores histórias do Espantalho de todos os tempos. O objetivo é sempre capturar o que está no coração do personagem que eu sempre amei e sempre fui atraído, mas também abrir esse personagem”, disse o quadrinista.

O novo título do Batman se passará após o evento Future State, que aborda os acontecimentos pós Death Metal, num futuro próximo e distante da DC Comics.

Batman #106, escrita por James Tynion IV;

Arte e capa por Jorge Jiménez;

Capa variante de Jorge Jiménez e Riccardo Federici.

Veja a descrição abaixo:

Sinopse: “Após os trágicos eventos de Infinite Frontier # 1, Batman e seu novo aliado, Ghost-Maker, devem contar com uma nova gangue operando em Gotham City – mas eles estão conectados ao ressurgimento do Espantalho? Enquanto isso, o obscuro bilionário Simon Saint apresenta um sistema avançado de aplicação da lei ao novo prefeito! A equipe criativa por trás do épico “The Joker War” retorna com uma nova história cheia de emoção e perigosa chamada “The Cowardly Lot.”

Batman #106 chega no dia 2 de março às bancas estadunidenses.


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Review: Batman/Mulher-Gato #1 (2020)

Tom King retoma clássico de Bruce Timm.


Tom King, conhecido pelo sucesso em Senhor Milagre e por escrever grande parte do Renascimento do Batman, está de volta aos quadrinhos do Cavaleiro das Trevas, para explorar o passado de Bruce e o presente ao lado da Mulher-Gato. Agora, nessa nova minissérie para o DC Black Label, King pode explorar o lado mais obscuro da vida do casal, além de ir mais a fundo no passado de Bruce

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O roteiro mais profundo, engloba toda uma construção passada recente, mas pode ser confuso para quem não viu Batman: A Máscara do Fantasma, ou leu algum quadrinho do DC Renascimento do Batman. Tom King está trabalhando ao lado de Clay Mann, o artista do quadrinho, que rebusca um novo visual para os personagens-título, com novas feições, cenários, mas uma velha história de romance e mistério. A HQ explora três períodos distintos: Os passado de Bruce, se envolvendo com Selina, o presente, em que a história é narrada, com a envelhecida Selina Kyle, e uma outra vez em que Andrea Beaumont reaparece em Gotham, pedindo ajuda para o Batman.

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Sobre o primeiro período, não há mistérios, e o Coringa está surpreso com a relação da Gata e do Morcego. Aparentemente, assim como o Fantasma, ele sobreviveu à explosão, continuando sua onda de crimes, enquanto Andrea reconstruiu sua vida longe de Gotham, tendo tido um filho, ponto focal da história. Agora, num futuro próximo, Bruce está morto, e pelo jeito, já deixou seu legado como Batman na Terra. Nessa medida, Selina Kyle tenta se refugiar a um velho amigo, se abrindo com ele e citando Helena Wayne, a nova heroína da cidade e filha do casal. 

Ligando os pontos dos acontecimentos, tudo indica que o Coringa está por trás da tragédia que se passa na HQ, e o retorno do Fantasma, para se vingar do Palhaço. Todos querem se vingar, até mesmo Selina. Ela está disposta a matar o Coringa, após a morte do Batman. Quem sabe tenha mais alguém que queira a cabeça do inimigo mais famoso do Morcego.

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Clay Mann trabalha com uma arte mais detalhada, se aproximando bastante do que desenhou em Heróis em Crise. Ao lado dele, Tomeu Morey usa cores vibrantes e escuras, para representar a personalidade que o Batman passa. O teor gótico da arte, se casa com o funesto roteiro, que tenta montar, mais uma vez, um romance trágico entre Batman e Mulher-Gato. Aqui, é deixado de lado o romance, e colocado em pauta um mistério, curtindo o drama da pós-morte do guardião de Gotham. Tom King não costuma acertar muito em trabalhar a vida amorosa do Batman, mas, talvez nessa minissérie, ele consiga desenvolver melhor ainda do que em edições anteriores do Renascimento.

Apesar de confundir o leitor, fazendo-o se perguntar sobre o que está acontecendo, Batman/Mulher-Gato #1, entrega uma premissa mais trabalhada, madura e profunda, produzida por Tom King. O selo Black Label permite que o quadrinista desenvolva ainda mais o casal, mesmo que já o tenha feito antes, porém, com um incremento mais adulto e sério, deixando a ação um pouco de lado. No fim, a primeira edição é ótima, mas um pouco confusa. Não podemos nos precipitar e falar com base em apenas uma edição, temos de esperar as próximas para que finquem o pé no chão e comece as explicações.

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Divulgação/DC Comics

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The Batman ganha pôster inspirado em Ano Um

Lee Bermejo compartilhou sua arte via Instagram.


The Batman, novo filme do Homem-Morcego com Robert Pattinson no papel, ganhou uma nova arte, agora desenhada por Lee Bermejo, se inspirando em Batman: Ano Um, de Frank Miller. O artista compartilhou sua arte em seu perfil no Instagram; Confira:

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“O pôster de THE BATMAN. Depois do mestre David Mazzucchelli. Finalmente oferecerá edições MUITO limitadas de algumas capas, ilustrações e imagens completamente novas como lithos colecionáveis. Procure mais informações em breve”, escreveu o artista.

The Batman, com certeza, usará elementos de Batman: Ano Um do mestre Frank Miller, que teve arte por David Mazzucchelli. O quadrinho foi publicado pela DC Comics em 1987, aparecendo nas edições mensais de Batman #404 a #407. A história é uma reinterpretação da origem do herói, que dá mais enfoque para o recém tenente James Gordon, que tenta mudar o rumo do departamento de polícia de Gotham City, inundado em subornos.

O elenco conta com Robert Pattinson (Batman), Zoe Kravitz (Mulher-Gato)Collin Farrell (Pinguim)Paul Dano (Charada)Andy Serkis (Alfred)Jeffrey Wright (Comissário Gordon)Peter Sarsgaard (Gil Colson)John Turturro (Falcone) e Jayme Lawson (Bella Reál).

The Batman estreia no dia 4 de março de 2022.


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Crítica: Batman – A Alma do Dragão (2021)

Aviso: Crítica sem spoilers!


Bruce Timm e DC começam 2021 com o pé direito.


Ninguém tem dúvida de que as animações da DC Comics são grandiosas e realmente muito boas de se ver, visto Batman – A Máscara do Fantasma ou a série animada da Liga da Justiça. Portanto, podemos esperar algo muito bom em uma próxima animação, misturando elementos dos quadrinhos e com base em sua originalidade. E então, 2021 começa com tudo com Bruce Timm comandando Batman e o kung-fu, na Gotham dos anos 70, homenageando o falecido quadrinista Dennis O’Neil e expandindo ainda mais a mitologia das artes marciais presentes na DC.

Para maiores de 18 anos, Batman: A Alma do Dragão, se habilita em explorar o universo não tão visto pelos fãs, as artes marciais. Os anos 70 foram repletos de quadrinhos sobre o kung-fu, graças a O’Neil, que criou Richard Dragon, Shiva, Tigre de Bronze e outros personagens. Ele jamais imaginou que seu pontapé se elevaria aos anos seguintes, com criação de diversos personagens que utilizassem as artes marciais como seu método de luta.

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A animação começa ao estilo James Bond, já que Timm é um grande fã do agente. É até engraçado ver Richard Dragon utilizando métodos que Bond utilizaria, mas não perdendo a sua originalidade de ser um grande artista marcial. E lembra muito bem o visual de Burce Lee, para os mais fanáticos em artes marciais. Passando disso, a história da animação traz quatro alunos de O’Sensei como foco: Richard Dragon, Ben Turner, Shiva e Bruce Wayne. A premissa é algo simples. Batman continua agindo nas sombras e uma organização criminosa intitulada Cobra, sendo seu líder Jeffrey Burr, o Kobra, que está em busca da grande Naga, para que varresse o mundo e todo o mal, mas, que também, iria explorar o passado de Bruce e seu aprendizado em Nanda Parbat

E é aí que está o ponto mais interessante do longa animado, os flashbacks. Batman está no título para vender, pois aparece mais como Bruce Wayne do que como Batman, dividindo a tela com Dragon e seus outros aliados. O maior acerto, como disse, são os flashbacks, que constroem as ações futuras e toda a narrativa. A equipe de produção mostra detalhes técnicos precisos, quando conseguem transitar de uma cena para outra usando os mesmos artifícios. E o filme ainda busca inspiração nos quadrinhos e em Batman Begins.

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Posso dizer aqui que fiquei admirado em como Timm dividiu o tempo de tela de cada personagem e conseguiu desenvolvê-los tão bem, apesar do meu desapontamento com dois personagens que não poderei revelar. Porém, é visível que o protagonista é Dragon, ofuscando Bruce, mas não tanto. Esse desenvolvimento do quarteto, que foi um grande acerto, poderia ser um pouco melhor. Não que o dinamismo entre os personagens não funcione, muito pelo contrário, faltou a um ou outro algo a mais que os tornassem únicos. Há clichês sutis, por ser um filme que aborda o kung-fu nos anos 70, como o próprio desenrolar para que Lady Shiva entre na trama, mas é algo que não incomoda tanto quanto a falta de um vilão.

Apesar de vários pontos positivos, incluindo o elenco de voz e a trilha sonora, assim como as coreografias de ação, o maior ponto positivo do longa animado, e que deve ser muito bem elogiado, a falta de uma boa motivação para o vilão foi o que me deixou incomodado. É claro que há um vilão conhecido e importante para a mitologia destes personagens, mas não há um bom desenvolvimento para que ele esteja fazendo aquilo. O próprio inimigo, diz ser “o grande escolhido” para liderar o ataque contra a humanidade e que é seu destino, desde criança, mas me parece algo totalmente infantil para um filme R-Rated. Outro ponto são seus aliados, que apesar de lutarem bem, como o Rei Cobra e Lady Eve, não tiveram desenvolvimento algum. Sei que eles não são os principais, mas mereciam um pouco mais de destaque.

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Divulgação/DC Comics

Há belos momentos, sem dúvidas, como um dos ensinamentos de O’Sensei para com seus alunos em Nanda Parbat, em que cobra de Bruce e os demais tentar quebrar uma pedra. Após uma metáfora sobre o crime, Bruce persistiu, assim como em outro flashback, em que ele sofre duros golpes, cai, mas sempre se levanta. São ótimos aprendizados em que o personagem teve, para que a animação consiga passar sua mensagem. Nessa antiga leva do DCAU, agora é preciso se reinventar, e parece que a DC encontrou o ponto certo, no momento certo.


Veredito

Apesar de seus pontos positivos, como as cenas de ação e a coreografia, o maior acerto na animação, há também alguns pontos negativos que deixam alguns clichês à solta no roteiro e o fraco desenvolvimento dos antagonistas. No entanto, na reta final,Batman: A Alma do Dragão se mostra digna de sua ação, sendo uma das melhores animações do herói nos últimos cinco anos, mesmo que erre vagarosamente em sua última cena, colocando em pauta uma possível sequência.

8/10.


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Gotham Knights pode ser lançado no inverno de 2021

O jogo poderá ser lançado em julho de 2021.


A WB Montreal pode ter revelado a data de lançamento de Gotham Knights, após ter desejado “Boas Festas” através de uma arte no Twitter. A imagem destaca o pôster dos Graysons Voadores, com a data marcada de 16 a 21 de julho de 2021, dando indícios do lançamento entre esses dois dias. Veja:

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Não é nada confirmado que o jogo possa chegar no verão estadunidense de 2021, que aqui no Brasil é o inverno, mas há uma boa possibilidade de acreditar nisso, já que a WB Montreal gosta de brincar com enigmas.

Intitulado de Gotham Knights, a trama seguirá os novos Cavaleiros de Gotham, Asa Noturna, Batgirl, Capuz Vermelho e Robin em uma nova cruzada, agora que Batman está supostamente morto. Com o auxílio de toda a tecnologia deixada por Bruce Wayne e também o apoio de Alfred, o novo jogo irá explorar a Corte das Corujas como o novo antagonista. Muitos outros vilões como o Senhor Frio irão faze sua presença para dominar Gotham.

Gotham Knights chega em algum momento de 2021 para PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One, Xbox Series X e PC.


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Review | Batman – Noel

Lee Bermejo e sua releitura fantástica de Um Conto de Natal.


Charles Dickens, renomado escritor inglês que criou Um Conto de Natal e o rabugento Ebenezer Scrooge, é uma referência nas épocas natalinas. Vários filmes e animações já usaram Scrooge, um clássico personagem, que em Batman – Noel (2011), o incrédulo do Natal é representado pelo Batman. É claro que o personagem título do quadrinho não é um símbolo do Natal e tal, ou mesmo alguém que lhe dirá “feliz Natal”, porém, ele pode salvar o seu feriado.

A graphic novel de 2011 entra para o rol dos “quadrinhos do Batman que precisam ser lidos”, pois, aqui, há um narrador do começo ao fim da HQ, completando a ideia de quem narrava. A história em todo o quadrinho, remete logo ao livro de Dickens, já que essa é a própria representação do conto. É incrível o paralelo que Bermejo faz entre Scrooge e Batman, pois, ele conecta duas pessoas diferentes, com personalidades parecidas, e mescla o bom e o pior do Cavaleiro das Trevas.

Bob é o ponto focal da história, um homem que cuida de seu filho, mora na parte pobre de Gotham City e está disposto a batalhar pelo menino, arriscando a própria vida. Ao aceitar um trabalho do Coringa, sendo um peixe pequeno do mesmo, ele se depara com o Batman, que o afugenta e deixa todo o dinheiro no local. É uma isca do herói para apanhar sua presa, que em pleno Natal, está solto em Gotham e Bruce Wayne não tem descanso, mesmo que a polícia ainda tenha um pouco.

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Divulgação

Assim como no conto, três fantasmas aparecem para assombrar o Batman, funcionando como passado, presente e futuro. O primeiro remete logo ao trágico passado de sua carreira, a morte de Jason Todd e as antigas perseguições contra a Mulher-Gato, que nunca se cansa de fazer o de sempre. Não há paradas para apresentações aqui, e após cair, falhando em capturar Selina, o segundo fantasma aparece, o Superman, que o ajuda ali e agora – presente. Os Melhores do Mundo se reúnem mais uma vez, agora com o Morcego ainda mais fechado ao mundo, sem se importar muito com o que resta de humano nas pessoas; seu foco é maior e vai muito além do crime. Essa ajuda não é precipitada, já que o Escoteiro ouviu a tosse de Bruce em Metropolis. A aparição do Superman no quadrinho ameniza as sombras do Batman, suas cores e sua trajetória solitária, mantendo um pouco a esperança. Mas, quando se vai, um vazio fica e não há nada que o preencha nos quadrinhos seguintes.

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O terceiro fantasma é sua própria presa, que vira seu predador, o velho Coringa. É estranho ler que Clark ouviu a tosse de Bruce em Metropolis – talvez seja sarcasmo – e não ouviu a explosão no Batmóvel após ele sair voando. Isso não tira mérito algum da trama e do quadrinista, mas é uma ponta solta que poderia ser arrumada. Continuando, o Coringa funciona como um fantasma do futuro, mas por quê? Porque, simplesmente, ele é o carrasco do Batman e o enterra vivo, sendo esse o futuro esperado do vilão e do herói: a morte.

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Entretanto, é claro que não iria ficar assim e o final feliz acontece, mas não irei contar aqui, e sim, elogiar muito a arte de Bermejo, que utiliza o mesmo método de Coringa (2008), de Brian Azzarello. Em Batman – Noel, ele opta, junto com Barbara Ciardo, cores mais frias enquanto há o Batman, usando bastante da sombra um artifício para moldar o olhar gótico que Gotham oferece. Já quando o Superman aparece, isso muda totalmente, deixando o ambiente mais colorido e vistoso. A arte é realmente o forte da HQ, mesmo que a história não seja tão marcante quanto.


Veredito

Batman – Noel é uma leitura aconchegante e rápida, se for para ler com muita atenção. Lee Bermejo traz um Batman ainda mais humano, sem esperança ou felicidade alguma em sua vida, porém, não abandona a persistência que vem com o herói desde sua criação. A arte detalhada com a coloração escura, se junta a um roteiro formidável, fazendo um paralelo de uma obra clássica de Natal para um quadrinho bem lembrado pelos fãs e merece estar em sua lista de leituras de Natal!

Avaliação: 4 de 5.

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Bruce Wayne aparece em novas imagens da 2ª temporada de Batwoman

Primeiro episódio irá contar o que aconteceu com Kate Kane.


Batwoman, série produzida pela CW, ganhou novas imagens para sua segunda temporada, destacando a volta de Bruce Wayne, o bat-sinal e o Batmóvel. Também é possível ver a nova atriz, Javicia Leslie, com o antigo manto de Ruby Rose, a primeira a interpretar a heroína (via EW). Veja as imagens abaixo:

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Intitulado de ‘Whatever Happened to Kate Kane’, o primeiro episódio da série trará dois novos rostos, Ryan Wilder, a nova Batwoman e Bruce Wayne, que está de volta a Gotham após longos anos. Também nos é revelado a primeira versão do Batmóvel usado pelo Batman em suas vigias por Gotham. Ryan Wilder aparece em uma imagem com o traje, assim como Luke Fox, filho de Lucius Fox.

É curioso ver uma imagem de Jacob Kane ligando o bat-sinal e também de Alice tendo uma arma mirada contra seu rosto. Kane declarou guerra contra a Batwoman no fim da primeira temporada e Alice pode estar sendo traída por Thomas Elliot, o Silêncio

Para quem acompanhou a primeira temporada, vale dizer que a volta de Bruce Wayne não é ele em si, e sim Elliot, que teve seu rosto totalmente renovado para se parecer com Bruce e se infiltrar na Torre Wayne para roubar algum tipo de arma. Na imagem em que Alice tem uma arma apontada contra ela, o inimigo está usando o mesmo terno que Elliot está usando, na mesma tonalidade e a manga branca. Pode ser ele ou Jacob Kane, que também costuma usar roupas sociais, porém algo me diz que é Thomas Elliot.

Batwoman conta no elenco com Javicia Leslie (Batwoman), Rachel Skarsten (Alice), Warren Christie (Bruce Wayne), Meagan Tandy (Sophie), Nicole Kang (Mary), Camrus Johnson (Luke Fox), Elizabeth Anweise (Catherine) e Dougray Scott (Jacob Kane).

A segunda temporada de Batwoman estreia no dia 17 de janeiro.


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Infinite Frontier será a nova fase da DC nos quadrinhos

One-shot chega em março de 2021.


A DC Comics solicitou mais quadrinhos, e desta vez, uma nova fase no Universo DC. Após o evento Future StateInfinite Frontier #0 irá dar o pontapé para um novo capítulo de eventos da editora, saindo totalmente do Rebirth e abraçando a nova fase (via THR).

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Seguindo os padrões de antigas fases, a nova que está por vir irá ganhar uma one-shot de 64 páginas, com vários quadrinistas fazendo presença e contando diversas histórias para continuar em respectivos títulos. Joshua Williamson conduz o projeto e terá ao lado, nomes como Scott Snyder, Geoff Johns, Becky Cloonan, James Tynion IV, Joelle Jones, Alitha Martinez, Brian Michael Bendis, Geoffrey Thorne e John Romita Jr.

“É o pontapé inicial de todas as coisas que estamos fazendo no Universo DC no próximo ano. Você sabe, nós temos Dark Nights: Death Metal , e então temos Future State , e então girando para fora de tudo isso está Infinite Frontier No. 0 . É um especial único, que contará com diferentes equipes criativas, mostrando o que vamos fazer e fazendo provocações”, disse Williamson, ao THR.

Ele ainda disse que irá preparar novas abordagens para a Mulher-Maravilha e o Espectro, que serão peças chaves na transição. Diana seria uma divindade do Multiverso, que ajudaria o Espectro, e consequentemente, seria uma explicação para que Hipólita seja vista na Liga da Justiça.

“Há um dispositivo de enquadramento no qual estou trabalhando, estrelado pela Mulher Maravilha e o Espectro, e temos uma espécie de vislumbre do que está acontecendo, e podemos brincar com esses brinquedos grandes e nos divertir, conseguindo um boa introdução para 2021 para DC e além.”

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Divulgação/DC Comics

Infinite Frontier #0, escrita por Scott Snyder, Geoff Johns, James Tynion IV, Joshua Williamson, Geoffrey Thorne, Phillip Kennedy Johsnon, Brian Michael Bendis, Becky Cloonan, Michael W. Conrad, Joelle Jones e Tim Sherid;

Arte por John Timms, Howard Porter, Joelle Jones, Jorge Jimenez, Alitha Martinez, David Marquez, Stephen Byrne, Jamal Igle, Dexter Soy, Rafa Sandoval, Alex Maleev, John Romita Jr. e outros.

Capa de Dan Jurgens e Mikel Janín;

Capa variante de John Timms.

Veja as descrições das histórias abaixo:

– Um ataque impensável e inesperado do Coringa faz dele o alvo de uma arrasta mundial com o ex-policial Jim Gordon em uma perseguição na série The Joker de James Tynion IV e Guillem March;

– Saindo de suas aparições em Future State: Mulher-Maravilha e Future State: Superman/Mulher-Maravilha, uma jovem Yara Flor começa a busca por seu destino e conexão com as Amazonas;

– É o dia de orientação na Torre dos Titãs, com Tim Sheridan e Rafa Sandoval apresentando um novo grupo de heróis adolescentes (incluindo o futuro Red X) ao Novos Jovens Titãs original, preparando a mesa para a série da dupla Teen Titans Academy em março

– As aventuras da Liga da Justiça continuam (começando com Liga da Justiça # 59), agora escrita por Brian Michael Bendis com o artista David Marquez, com novos membros JL, incluindo Adão Negro, Hipólita e Naomi;

– A Mulher-Maravilha se aventura na “esfera divina”, criando um novo enredo empolgante de Becky Cloonan, Michael W. Conrad e Travis Moore, continuando em March’s Wonder Woman # 770;

– O premiado escritor Geoff Johns e Todd Nauck contam uma história totalmente nova de Stargirl.

Infinite Frontier #0 chega em 2 de março de 2021 nos Estados Unidos.


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Coringa terá sua própria série de quadrinhos em 2021

The Joker se passará após os eventos de Joker War.


O maior vilão dos quadrinhos e da cultura pop, irá ganhar uma série mensal de quadrinhos pela DC Comics em 2021, explorando ainda mais o personagem e Punchline, uma das parceiras do Príncipe Palhaço do Crime que substituiu a Arlequina. A série mensal será ligada logo ao evento Joker War, onde o Coringa sofreu nas mãos de Bane e Arlequina. E claro, ele quer vingança.


Quer conhecer mais sobre o Coringa? Adquira o quadrinho de Jeff Lemire, Coringa: Um Sorriso de Matar. Para comprar, clique aqui!


Quando fui abordado pela DC sobre o conceito de um título mensal destacando o Coringa, pensei: ‘Como seria esse gibi?’”, disse Tynion“Estou animado para compartilhar esta história de forma que honre tudo o que um gibi do Coringa pode ser, embora seja de um ângulo emocionante e inesperado. Também estou entusiasmado em continuar trabalhando com Sam e Mirka para expandir a história da Punchline que começamos em novembro como um recurso de backup nesta nova série em andamento. Joker War foi apenas o começo do terror e do caos que estamos criando!”

A série irá explorar ainda mais a Punchline, uma personagem criada recentemente para os quadrinhos. Com certeza, será muito interessante expandir sua mitologia.

Confira abaixo as solicitações de capas para The Joker:

The Joker #1, escrita por James Tynion IV e Sam Johns;

Arte de Guillem March, Mirka Andolfo;

Capa de Guillem March;

Capa da variante do Coringa, por Frank Quitely;

Variante do Coringa 1:25, de Riccardo Federici;

Variante da Punchline de Francesco Mattina.

Confira a sinopse abaixo:

Sinopse: “Depois de um ataque impensável a Gotham City, o Príncipe Palhaço do Crime se tornou o homem mais procurado do mundo! O Coringa está fazendo o possível para ficar vários passos à frente da polícia no exterior, mas Jim Gordon, prestes a se aposentar, percebe que esta é a última caça ao homem de sua vida e jura rastrear o pior inimigo de Gotham, completando sua carreira histórica. Mas existem algumas forças misteriosas e mortais que também estão em busca do Coringa, e eles não vão deixar Gordon atrasá-los ou atrapalhar.

Na história de backup de Tynion IV, o co-escritor Sam Johns e a artista Mirka Andolfo, Alexis Kaye, também conhecida como Punchline, torna-se a mais nova residente da Penitenciária Blackgate, enquanto do lado de fora Harper Row retoma seu papel como Bluebird para evitar que seu irmão caia a influência de Punchline e sua marca sedutora de anarquia e caos.”

The Joker #1 tem data para 9 de março de 2021.


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Batman: O Cavaleiro das Trevas é adicionado ao National Film Registry

Longa será preservado na Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos.


O aclamado Batman: O Cavaleiro das Trevas, de Christopher Nolan, será mais um dos 24 filmes que serão preservados na Biblioteca do Congresso dos EUA, pela National Film Registry (Registro Nacional de Filmes) neste ano. O público pode nomear até 50 filmes por pessoa, e um conselho irá definir quais obras cinematográficas irão fazer parte, sendo eles culturalmente, historicamente e esteticamente definidos.

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A cada ano, de acordo com a Lei de Preservação de Filmes, a Biblioteca do Congresso tem que adicionar 25 filmes ao National Film Registry. Em suas novas adições, estão Shrek, Laranja Mecânica, Cavaleiro das Trevas, Grease, Guerra ao Terror e vários outros, vindo desde 1913. Nessa nova remessa, nove filmes são dirigidos por mulheres e sete por negros, para que futuras gerações percebam que o cinema começou a ficar ainda mais inclusivo em poucas décadas atrás.

“O National Film Registry é um importante registro da história, cultura e criatividade americanas, capturado por meio de uma das grandes formas de arte americanas, nossa experiência cinematográfica”, disse a bibliotecária do Congresso Carla Hayden. “Com a inclusão de diversos cineastas, não estamos tentando estabelecer recordes, mas sim endireitar o registro, destacando as contribuições surpreendentes que mulheres e pessoas de cor têm feito para o cinema americano, apesar de enfrentar obstáculos muitas vezes esmagadores.”

Batman: O Cavaleiro das Trevas não é o primeiro filme de quadrinhos a estar no registro da Biblioteca do Congresso. O clássico Superman: O Filme (1978), de Richard Donner, com o eterno e brilhante Christopher Reeve, foi o primeiro filme baseado em quadrinhos a integrar o National Film Registry. Para a época, o filme revolucionou em efeitos visuais, tendo uma trilha sonora marcante, sendo indicado para o Oscar de 1979, o primeiro filme de um herói que foi ao Oscar. E para o século seguinte, Cavaleiro das Trevas, com Christopher Nolan no comando e Christian Bale no papel, mudou para sempre os filmes de heróis e o Oscar. 

Sendo o primeiro longa de um herói a alcançar o bilhão, recebendo oito indicações ao Oscar de 2009, vencendo em Melhor Edição de Som e por Melhor Ator Coadjuvante, sendo Heath Ledger o premiado, pela brilhante interpretação do Coringa.

“Esta não é apenas uma grande honra para todos nós que trabalhamos em ‘O Cavaleiro das Trevas’, mas também uma homenagem a todos os artistas e escritores incríveis que trabalharam na grande mitologia do Batman ao longo das décadas”, disse Christopher Nolan.

Com certeza, uma adição muito merecida de um filme que revolucionou a indústria de heróis e alavancou ainda mais grandes produções.


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Confira a prévia de Batman/Mulher-Gato #1

Arco irá trazer antigo vilão do Batman.


O novo arco nos quadrinhos do Batman, que traz o Cavaleiro das Trevas e a Mulher-Gato dividindo o título e as capas, ganhou uma prévia ontem (30), trazendo uma antiga paixão de Bruce Wayne de volta. Veja as capas e imagens do quadrinho abaixo:

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Podemos notar que Andrea Beuamont está de volta para Gotham, e claro, o Fantasma também está. O vilão que mais tarde foi revelado ser Andrea em Batman – A Máscara do Fantasma (1993), desaparece da cidade e Bruce se culpa por não consegui-la salvá-la da morte, que foi forjada. Agora, parece que ela está de volta para a vida de Bruce. Além da repentina aparição de Andrea, Selina Kyle estará grávida de Bruce no arco.

Batman/Mulher-Gato será mais uma quadrinho do herói publicado pelo DC Black Label, onde muitas histórias mais adultas estão presentes com o selo. O quadrinho não fará parte da cronologia da DC, mas pode ter uma possível continuação da animação dos anos 90, ou não. A minissérie contará com 12 edições.

Batman/Mulher-Gato #1, escrita por Tom King;

Arte e capa por Clay Mann;

Capa variante de Jim Lee, Scott Williams e Travis Charest.

Confira a descrição do quadrinho abaixo:

Sinopse: Ecoando pontos da trama da corrida épica do Batman de King, este conto arrebatador é contado em três linhas do tempo: o passado, quando o morcego e o gato se apaixonaram pela primeira vez; o presente, onde sua união é ameaçada por um dos amores perdidos de Batman; e o futuro, onde o casal tem uma vida feliz e um legado – incluindo sua filha Helena, a Batwoman. E quando a história começa, após um longo casamento, Bruce Wayne morre – o que libera Selina Kyle para acertar uma velha conta. Em cada estágio de seu relacionamento, Bruce e Selina têm um acompanhante indesejado: o Coringa!

Batman/Mulher-Gato #1 já está à venda nos Estados Unidos.


Confira:

 

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5 vilões do Batman que queremos ver em Gotham Knights

O novo jogo da WB Montreal chega em 2021.


Anunciado no DC FanDome pela Warner Bros Montreal, Gotham Knights é o mais novo jogo do Batman que irá explorar sua mitologia através de seus antigos parceiros, Asa Noturna, Batgirl, Robin e seu algoz e aliado Capuz Vermelho. O estúdio que desenvolveu Batman: Arkham Origins, que está ligado ao universo Batman Arkham da Rocksteady, tem a chance de se redimir e fazer um jogo melhor para agradar a crítica – ou pior.

São mais de cinco anos de espera por um novo jogo do Batman, que já trouxe inúmeros vilões do Cavaleiro das Trevas para os games, incluindo os principais, como o Coringa, Espantalho e Exterminador, e até mesmo os mais desconhecidos, como o professor Hugo Strange e o Diácono Blackfire. Agora, com um novo jogo do Batman,o estúdio poderá explorar novos vilões que não conseguiram ter suas aparições em jogos anteriores do Cruzado Encapuzado. Pouco sabemos sobre os inimigos do novo game, mas temos a confirmação de que o Sr. Frio e a Corte das Corujas, criada ainda em 2011, serão dois dos vários antagonistas que o Gotham Knights pode oferecer.


1. Ventríloquo (Arnold Wesker)

ventriloquo

Um dos mais curiosos inimigos do Batman, o boneco Scarface tem um história perturbadora quando se fala na origem do primeiro Ventríloquo. Arnold Wesker, nascido numa família de crime organizado de Gotham sofre de transtorno dissociativo de identidade, após ver sua mãe ser assassinada por uma família rival. Após uma briga que resultou em sua prisão, sua ida à Blackgate virou totalmente seu sentido de vida, já que conheceria seu futuro chefe. Donnegan, seu companheiro de cela apresentou o boneco de madeira Woody – posteriromente Scarface, por conta do ganho de uma cicatriz no meio da briga, que foi feito com pedaços da forca da prisão. Com seu transtorno, Wesker passou a escutar o boneco, e o mesmo ordenou que Wesker matasse Donnegan e fugisse. E é isso que ele faz, assumindo a alcunha de Ventríloquo e passando a roubar e cometer assassinatos por ordem de Scarface.

O curiosos vilão apareceu em diversas animações, já morreu nos quadrinhos, tendo sucessores e tendo sido também representado na série Gotham, como Artur Penn. Nos games, Wesker nunca apareceu, sendo apenas mencionado pelo Coringa no final de Batman: Arkham Asylum ou tendo enigmas do Charada espalhados por Arkham City. Wesker ainda faz uma breve aparição emBatman: The Telltale Series. Já o Scarface apareceu no Asilo e também em Batman: Arkham City em duas ocasiões. O verdadeiro está no museu do Pinguim e uma cópia está na Siderúrgica, durante a Vingança da Arlequina, simulando o bebê de Arlequina com o Coringa. O boneco mafioso pode ser visto no DPGC como troféu do Cash em Batman: Arkham Knight.

2. Amanda Waller

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Amanda Waller é um caso à parte, podendo ser mostrada como uma inimiga de toda a Liga da Justiça e do Batman, ou às vezes uma aliada, mas bem raramente. Sendo uma das pessoas no comando do Cadmus e controlando o Esquadrão Suicida, Waller tem um grande poder de influência do Universo DC, podendo até mesmo intimidar autoridades locais dos Estados Unidos.

Sempre em contato com grandes lideranças e tendo uma boa reputação de líder, não seria estranho ver Waller no jogo. Mesmo que ela esteja em Suicide Squad: Kills the Justice League, pode muito bem aparecer em Gotham Knights, controlando alguma operação contra os Cavaleiros de Gotham, podendo até mesmo ameaçar a revelar suas identidades. Ela foi uma das antagonistas em Batman: The Enemy Within, segunda temporada da Telltale.

3. Anarquia 

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Lonnie Machim era um garoto contra o sistema, que utilizava o grafite para esboçar um A de Anarquia nas paredes de toda Gotham e seu descontentamento com o governo. Sua criação vem para se basear em V, personagem de V de Vingança de Alan Moore, que representa a luta contra um sistema opressor.  Já sendo um velho conhecido dos fãs da Saga Arkham, o Anarquia esteve envolvido no incidente da véspera de Natal em Arkham Origins, querendo destruir a cidade e desafiando o Batman a enfrentá-lo. 

Com sua prisão, o vilão é transferido algumas vezes até que desaparece do radar dos policiais, pensando que o Estado já deve tê-lo em suas mãos. Nos eventos do Halloween em Batman: Arkham Knight, sua jaqueta é um dos troféus do Cash no DPGC e logo no prólogo do jogo, é possível ver sua marca na mesa do restaurante, quando o policial aborda o suposto fumante delatado por um dos clientes. Tudo fazia parte de um plano do Espantalho, mas não se sabe se era realmente o Anarquia ou apenas um seguidor seu. E essa temática de caos que vemos em Gothahm Knights pode ser o estopim perfeito para Machim manipular a polícia e a população contra os heróis de Gotham.

4. Lady Shiva

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A mais habilidosa entre as artistas marciais e mãe de Cassandra Cain, Lady Shiva é uma das possíveis figuras que poderiam aparecer em Gotham Knights, já que o jogo envolve a Corte das Corujas e possivelmente a Liga dos Assassinos. Sendo uma das únicas a derrotar o Batman em combate, Shiva utiliza apenas de sua katana em algumas ocasiões para lutar, mas, em sua maioria, luta desarmada.

Não sendo uma vilã e nem uma heroína, Shiva já esteve lutando ao lado de Batman e contra ele, ao lado das Aves de Rapina e também contra suas integrantes, e sendo treinada por Ra’s Al Ghul e lutando contra o próprio mestre. Shiva já teve sua aparição pelas mãos da WB Montreal em Batman: Arkham Origins, onde desafiou Batman e lutou contra ele. 

5. Máscara Negra

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Máscara Negra, um dos grandes chefões do crime organizado e líder também da Sionis Industries (Arkham), Roman Sionis tem grande influência no submundo de Gotham, creditado muitas vezes por ser brutal em suas torturas e sádico em alguns métodos. Possuindo um ótimo poder aquisitivo para financiar o tráfico de drogas e armas e dar boas recompensas para seus capangas.

Em Batman: Arkham Origins, Sionis foi o antagonista terciário após Coringa tê-lo roubado e se passado por ele, guiando seus assassinos para matar o Batman. Ele ainda trafica drogas em contêineres por toda Gotham, mas Batman o impede. Ele também fez aparições em Batman: Arkham City e Knight. No primeiro, ele foi o único a escapar da prisão de Arkham City, mas é derrotado pelos vigilantes em uma fábrica de carne de sua propriedade e enviado para Arkham City novamente. Já em Arkham Knight, no modo história ele não apareceu em algum momento, exceto na espansão do Capuz Vermelho, sendo morto pelo mesmo após se tornar o novo chefe do crime de Gotham.

Em Gotham Knights, o Máscara Negra seria muito bem utilizado para firmar um pouco mais a equipe de heróis, sendo uma possível missão secundária ou fazendo parte da história como um dos vilões principais.


Intitulado de Gotham Knights, a trama seguirá os novos Cavaleiros de Gotham, Asa Noturna, Batgirl, Capuz Vermelho e Robin em uma nova cruzada, agora que Batman está supostamente morto. Com o auxílio de toda a tecnologia deixada por Bruce Wayne e também o apoio de Alfred, o novo jogo irá explorar a Corte das Corujas como o novo antagonista. Muitos outros vilões como o Senhor Frio irão fazer sua presença para dominar Gotham.

Gotham Knights chega em algum momento de 2021 para PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One, Xbox Series X e PC.

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Nova edição de Batman: Terra Um ganha data de lançamento

Volume três chega apenas em 2021.


Ontem (23), a DC Comics anunciou a data de lançamento de Batman: Terra Um Vol. 3, quadrinho que tem Geoff Johns como roteirista e Gary Frank na arte. A nova edição chegará no dia 8 de junho de 2021 nas lojas estadunidenses.


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Sinopse: “Batman: Terra UmVol. 3 verá uma gangue de ladrões misteriosamente bem armada levar Gotham City a um estado de medo. Os criminosos são altamente organizados, trancados e carregados com as mais recentes armas de nível militar: lança-chamas, lança-granadas e até tanques. A gangue afirma que é financiada por Harvey Dent, porém, ele é dado como morto.

Bruce se distrai pelo retorno aparentemente impossível de outra figura considerada morta: seu avô Adrian Arkham. Ele também deve confortar sua amiga de longa data, a prefeita de Gotham, Jessica Dent, que está marcada tanto física quanto mentalmente por sua experiência com o Charada, que resultou na morte horrível de seu irmão. Mas será que Harvey está de volta, tramando vingança contra uma cidade que ele proclama culpada? Quando Batman descobre a verdade por trás de muitos mistérios, seu mundo começa a se desvendar.”

Com o roteiro de Geoff Johns, a arte fica por conta de Gary FrankJon Sibal e Brad Anderson. O novo volume chega em 8 de junho de 2021 nos Estados Unidos. Não há data para chegar ao Brasil.


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The Batman | Filme tem data de estreia adiada

O filme não será mais lançado no próximo ano, o que significa que o público terá que esperar um pouco mais antes de se vingar.


The Batman não chegará mais aos cinemas tão cedo, com filmes de grande orçamento da Warner Bros. como Duna tendo sua data de estreia adiada, não seria diferente com o Homem-Morcego.

Graças às condições atuais, o público terá que esperar quase um ano e meio antes de ver Robert Pattinson trazer sua vingança à cidade de Gotham.

O longa estava marcado para fazer sua estreia em 1º de outubro de 2021. Há rumores há algum tempo que isso seria mudado devido à longa pausa na produção e ao fechamento de cinemas em meio à situação global, e infelizmente isso acabou sendo verdade.

Com centenas de filmes tendo sua estreia adiada, a Warner reformulou seu calendário de lançamentos, reprogramando muito de suas super-produções, incluindo Adão Negro, estrelado por Dwayne Johnson, que agora foi totalmente removido do calendário de lançamentos. A nossa esperança é de que os cinemas sobreviva à tudo isso.

O elenco conta com Robert Pattinson (Batman), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Collin Farrell (Pinguim), Paul Dano (Charada), Andy Serkis (Alfred), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), Peter Sarsgaard (Gil Colson), John Turturro (Falcone), Barry Keoghan (Stanley Merkel) e Jayme Lawson (Bella Reál).

The Batman agora segue com estreia marcada para 4 de março de 2022.


Ainda falando da bat-família, que tal conferir a origem da Batwoman no CR Origens lançado ainda hoje?

Crítica: Batman Begins (2005)

Aviso: Crítica sem spoilers!


A intenção de dar um tom mais sério e sombrio para um novo filme do Batman pode ser percebida desde a entrada das logomarcas iniciais da Warner e DC Comics, que adotam cores mais escuras e sombrias, indiciando o que vinha por vir em Batman Begins. Aqui, os carnavalescos filmes de Joel Schumacher foram esquecidos, prevalece a visão de Christopher Nolan do personagem e a ideia de trazer o universo do Batman para um contexto mais condizente com a nossa realidade, e sem se esquecer da essência do herói vindo dos quadrinhos.

Mesmo aqui, produzindo um grande blockbuster, um filme de estúdio, Nolan não deixou de abordar as temáticas que fizeram dele um diretor conceituado dentro da indústria, como a moralidade e a psique humana. Em Batman Begins, o tema principal é o medo, os traumas que ele causa e a forma que encontramos para superá-lo. Bruce Wayne, assombrado pela morte de seus pais, resolve viajar o mundo com a intenção de conhecer a mente criminosa ao abdicar de seus privilégios e ter que roubar para sobreviver, no caminho ele se envolve com a Liga das Sombras, uma liga de assassinos que adota atitudes extremas visando o bem da humanidade. Contudo, Bruce não aceita seguir a filosofia do clã de assassinos, pois seu caráter, que seu pai Thomas Wayne tanto havia incentivado, falou mais alto. Ele, então, decidido a combater a criminalidade e a corrupção que infesta Gotham, escolhe usar o seu medo de morcegos como um símbolo para aterrorizar e combater os corruptos que corroem a cidade que seu pai tanto prezou por ajudar. Tais ideias e conceitos de moralidade diferem Batman Begins da maioria das adaptações de quadrinhos que são lançadas constantemente.

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Um dos grandes trunfos do longa está em Christian Bale. O brilhante ator, vindo de sucessos como Psicopata Americano, encorporou o personagem de tal forma que, até hoje, foi quem melhor interpretou o Morcego de Gotham no cinema. O britânico conseguiu com perfeição fazer a dualidade entre o playboy Bruce Wayne e o idealizado Batman. Ele conseguiu distinguir bem ambos os personagens: de um Bruce inseguro e assombrado pelo medo para a imagem de um playboy vazio – imagem essa que serve para não associarem seu nome ao novo vigilante de Gotham -, e, então, Batman, sua verdadeira face, sua personalidade idealista que acredita na salvação da cidade e aterroriza os bandidos com sua presença amedrontadora e uma voz grave concedida pelo ator. Assim, Bale foi um elemento chave para a construção do protagonista de Batman Begins, este que, por sinal, é quase um estudo de personagem.

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Mas nada disso seria possível sem a maestria de Nolan na direção. Com o roteiro muito bem escrito por ele mesmo e David S. Goyer, o diretor separou o longa em três atos, Bruce Wayne entrando na Liga das Sombras e se aperfeiçoando, o retorno à Gotham e suas primeiras ações como Batman, e, finalmente, o embate contra Ra’s al Ghul no final. Nolan conduz essa narrativa sem tentar se apressar, com cenas de ação muito bem filmadas, um bom ritmo e que realmente desenvolve o protagonista criando elipses que deixam coerente toda a fase de amadurecimento do personagem, do vingativo Bruce Wayne ao idealista vigilante de Gotham City.

Batman Begins mostrou que poderia ser feito algo a mais em adaptações de quadrinhos, algo mais autoral e corajoso. Um filme marcante que apresentou personagens e introduziu conceitos que seriam ampliados na obra-prima que viria posteriormente.


Veredito

Batman Begins trouxe a abordagem mais séria e realista que o público tanto ansiou em ver. Um filme marcante que tem muito à dizer sobre seu protagonista.

9/10.

Batman Day | Do pior ao melhor filme do Cavaleiro das Trevas

Dos quadrinhos para a televisão e da televisão para o cinema, o Batman já teve ótimos filmes e ruins também, sendo todos eles inesquecíveis sempre por um aspecto. De Tim Burton a Christopher Nolan, o Cavaleiro das Trevas já passou por diversas visões, além de atores como Adam West ou Christian Bale.

Para finalizar o Batman Day, nossa última lista irá elencar do pior ao melhor filme do Cruzado de Capa.


8. Batman & Robin 

Pra começo de conversa, não é o Robin e sim o Asa Noturna. Inesquecível por seus momentos inacreditáveis como os bat-mamilos ou o bat-cartão de crédito, além da grande coloração e infantilização do herói, Batman & Robin não poderia não ficar em último nessa lista, sendo o pior filme do Batman já feito, amargando também como um dos piores de heróis. Joel Schumacher dirige um filme besta, mas com uma proposta convincente e grandes vilões, que poderiam ser bem usados caso não fosse o roteiro totalmente tosco. Nada funciona, exceto o Alfred de Michael Gough, que sempre é tão simpático e aparece bem quando preciso. Um filme que não há como descrever de tamanha ruindade.

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7. Batman Eternamente

Desculpe, Schumacher, mas pelo menos neste você fez melhor. Val Kilmer interpretou o Batman, e não foi ão esquecível quanto George Clooney. Carregando uma premissa interessante, e sabendo formular o enredo sem deixá-lo totalmente infantil, mas ainda colorido, Batman Eternamente é um filme fraco, mas não péssimo. Com Duas-Caras (Tommy Lee Jones) e o Charada (Jim Carrey) como inimigos, o filme consegue deixar tudo mais quadrinhos em questões visuais, mas mesmo assim, peca em sequências desnecessárias. Uma das coisas que salvou  o filme da total mediocridade, foi a atuação de Val Kilmer, Michael Gough como Alfred  e a origem do Robin (Chris O’Donnel). Bom, culpem a Warner por isso.

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6. Batman – O Homem Morcego

1966 foi o auge da carreira de Adam Westque permanece no coração dos fãs do Cavaleiro das Trevas desde então. Vindo do seriado que fez sucesso entre 1966 e 1968, o Batman ganhou seu primeiro filme em 1966, trazendo grande vilões do Batman no filme e atores como Cesar Romero e Burt Ward. A trama simples de salvar um comodoro em seu iate, a dupla dinâmica cai em uma armadilha de seus maiores vilões, Coringa, Charada, Pinguim e a Mulher-Gato.  A icônica cena da bomba e do bat-repelente de tubarão está no filme, e mesmo que essa última seja muito boba, é engraçada e ainda assim, para a época, é entendível a leveza que queriam trazer ao Batman e Robin.

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5. Batman: O Retorno

Com o acerto do primeiro filme em 1989, sendo aclamado pela crítica e pelos fãs, Tim Burton volta para dirigir Batman: O Retorno, em 1992, com Michael Keaton reprisando o papel do protagonista. O enredo sombrio, com o clima noir de Gotham se casam perfeitamente, trazendo o Pinguim (Danny Devito) e sua origem sendo mostrada logo no começo do filme, assim como aconteceu com o Coringa (Jack Nicholson). Enquanto o Pinguim faz chantagens e salva o filho do prefeito, mesmo que ele tenha mandado um capanga sequestrá-lo, o povo de Gotham o reconhece como herói e Max Shreck (Christopher Walken) quer vê-lo sendo prefeito da cidade, para que seu plano de construir a usina seja concluído. O milionário não esperava que sua secretária, Selina Kyle (Michelle Pfeiffer) descobrisse sobre os planos, a jogando do prédio. Dali, nasce a Mulher-Gato, após ela ser lambida por vários gatos enquanto caída – um pouco ilusório, talvez. Batman frustra os planos de Pinguim, que se une a Mulher-Gato para derrubá-lo.

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4. Batman 

Em 1989, após o Superman de Christopher Reeve ter estreado 11 anos antes e ter sido um grande sucesso, a Warner Bros. apostou em um filme do Batman e deu certo. Batman (1989), traz Michael Keaton como Bruce Wayne e Jack Nicholson como Coringa. O filme reimagina uma nova Gotham, um Batman mais sombrio e uma nova origem para o Coringa, que ainda é muito usada. Transformando o vilão antes em um gângster, Jack Napier vivia nas graças de seu chefe, mas uma emboscada na Axis Chemicals o faz se encontrar com Batman, e posteriormente, cair em um tanque de ácido, se transformando no Coringa. O filme que se desenrola com os maiores inimigos batalhando um contra o outro, revela que Jack criou o Batman antes mesmo do herói ter criado o Coringa. Jack Napier havia matado os Wayne, assim nascendo o mito do Morcego, que se tornou realidade para os criminosos. Conseguindo salvar a repórter Vicky Vale, o Coringa tem seus planos interrompidos após cair da Catedral de Gotham e morrer. Batman ainda é um dos grandes filmes de heróis já feitos, que serviu de inspiração para a criação da série animada do Batman. Vale ressaltar ainda a bela trilha sonora composta por Danny Elfman, sendo uma das mais marcantes do personagem.

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3. Batman Begins 

Depois do fracasso dos filmes de Joel Schumacher, a Warner congelou o Batman, mas nos anos 2000, recebeu um grande roteiro de David S. Goyer, e que nunca imaginaria que seria a melhor trilogia de filmes de super-heróis já feitos. Com o diretor em ascensão Christopher Nolan assumindo o filme, e também escolhendo para o papel Christian Bale, que estava sendo ainda mais reconhecido mundialmente, o novo filme Batman Begins é colocado em prática e lançado em 2005. Misturando muitos quadrinhos do herói, e mostrando sua tragédia, treinamento e ascensão ao manto e guardião de Gotham, o mais novo longa do Batman foi um sucesso internacionalmente, conquistando os fãs até hoje, tanto pela história e visual, quanto pela trilha sonora e cenas marcantes. Bruce retorna a Gotham após longos anos treinando, e encontra um sistema corrupto e falido, controlado por Carmine Falcone (Tom Wilkinson). Ao investigar ainda mais sobre as drogas que Falcone traficava, ele se depara com o Espantalho (Cillian Murphy), que usa um gás que ativa os medos da pessoa. Além de tentar derrubar a máfia, Bruce tenta manter seu bom relacionamento com Alfred (Michael Caine) e seu amor por Rachel (Katie Holmes). Caçado também pela polícia, mas tendo um voto de confiança do capitão James Gordon (Gary Oldman), seu trabalho é salvar Gotham da destruição causada por Ra’s Al Ghul (Liam Neeson), seu mentor.

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2. Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge

O último filme com Christian Bale no papel, que fecha com chave de ouro uma trilogia incrível, Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge, lançado em 2012, traz o desfecho que o herói merecia. A construção de uma narrativa mais focada em Bruce Wayne após se aposentar do capuz, faz o filme ser muito especial por carregar mensagens positivas por trás de grandes cenas. A história começa com um sequestro de avião, praticado por Bane (Tom Hardy) e seus mercenários, que garantem um físico nuclear para seu plano. Em tempos de paz, Bruce Wayne está entocado em sua mansão, não sendo visto por Gotham há mais de 8 anos, assim como o Batman. Com o roubo de suas digitais por Selina Kyle (Anne Hathaway), probelmas virão para o bilionário, que volta a ativa após Bane e seus capangas conseguirem roubar a bolsa de valores. Toda a polícia caça o Batman pela cidade, sem nem mesmo ter a permissão de Gordon, que estava internado no hospital de Gotham após descobrir o esconderijo de Bane. Referências de quadrinhos não faltam, como quando Bane quebra a coluna de Batman. Isolado em uma prisão longe da civilização, o Batman precisa ressurgir antes que sua cidade seja destruída.

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1. Batman: O Cavaleiro das Trevas

Cenas marcantes, premissa incrível e atuações impecáveis fazem de Batman: O Cavaleiro das Trevas, o melhor filme do herói, e com certeza, o melhor de heróis já feito desde então. Tendo levado ainda um Oscar de Melhor Ator Coadjuvante, garantido por Heath Ledger por ter interpretado o Coringa, o segundo filme da trilogia é tão obscuro em sua história quanto o próprio quadrinho de Frank Miller de mesmo nome. Um novo inimigo toma a cidade, o Coringa, aterrorizando e matando muitos para chamar a atenção do Batman. Enquanto Bruce Gordon investigam sobre o Palhaço, o promotor Harvey Dent se une aos dois para derrubar a máfia. Bruce precisa se conformar com o namoro do promotor com sua melhor amiga, Rachel Dawes (Maggie Gyllenhaal), e ainda lidar com a pressão sobre o mesmo, após a morte do tenente Gordon e a entrega de Harvey Dent à polícia após revelar que era o Batman. Com muita confusão, Coringa tenta acabar com Dent no camburão em que ele é levado, mas Batman salva sua pele, ou melhor, Gordon salva o Batman. Mesmo preso, o Coringa trama e rapta Harvey e Rachel, fazendo Batman escolher qual amigo iria salvar. Com a explosão e o rosto molhado por gasolina, Dent vira o Duas-Caras e ambos, Batman e ele, precisam conviver com a morte de Rachel. O plano do Coringa finalmente vingou, transformando o Cavaleiro Branco de Gotham em um grande vilão, que se corrompeu pela sociedade e suas consequências sofridas na vida.

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Concorda com a lista? Nossa finalização do Batman Day é com este artigo de seus filmes. Ainda importante, mesmo que sombrio, o Batman é um dos heróis que molda uma sociedade justa, e que persiste sempre em suas lutas e motiva a cada um de nós a ficar de pé, ainda que os tempos sejam sombrios e cheios de incertezas.

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Confira o especial Batman Day no site e no canal do Critical Room no YouTube:

Batman Day | Os 10 melhores games do Batman

Ah, os jogos! Com certeza, há muitos gamers no mundo, e eu sou um deles. E, como toda empresa, a DC Comics não hesita de colocar um de seus pilares na indústria dos games, o Batman. O Critical Room decidiu fazer uma lista dos 10 melhores jogos do Batman.


10. Batman: Arkham VR

Desenvolvido pela Rocksteady em 2016, criadora da trilogia Arkham, Batman: Arkham VR é o primeiro jogo de realidade virtual feito pela Rocksteady e da DC Comics. O jogo permite o jogador imergir no mundo do Batman, com seus acessórios e segredos, além de explorar a Mansão Wayne e Batcaverna. A história que se passa entre Batman: Arkham City e Knight, tem como enredo o mistério do desaparecimento de Asa Noturna e Robin. O Asa Noturna havia sido morto em conflito e o Robin enjaulado, e tudo era graças ao Batman, que estava infectado com o sangue TITAN do Coringa. Tudo não passava de uma alucinação do herói.

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9. LEGO Batman: The Videogame

Um clássico dos jogos e desenvolvido pela TT Games em 2008, LEGO Batman é muito amado pelos fãs do Morcego e dos amantes dos games de LEGO. O visual do game é inspirado no clássico Batman de Tim Burton, com a trilha sonora composta por Danny Elfman. A trama é composta por três grupos de vilões que fogem Asilo Arkham para aterrorizar Gotham, e a dupla dinâmica precisa capturá-los novamente. O jogo também disponibiliza uma história paralela, só que controlando os vilões.

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8. Batman: The Telltale Series

A Telltale Games não perdeu tempo de desenvolver um jogo do Batman, e a Athlon Games e conseguiu os direitos para que a Telltale pudesse produzir um game em que o jogador escolhe entre decisões certas e erradas, tanto na vida do Batman, quanto na de Bruce Wayne. O enredo apresenta um grande perigo para Gotham, a Senhora Arkham, que junto de Pinguim, amigo de infância de Bruce, revela a podridão de Thomas Wayne, Carmine Falcone e o atual prefeito Hamilton Hill. Bruce Wayne  financia e apoia Harvey Dent em sua campanha para prefeito, e quando descobre toda a verdade, não esconde a vergonha que sente por crescer no dinheiro sujo de seu pai. Ao mesmo tempo que lida contra a pressão da imprensa quanto o passado de sua família, Bruce recebe ajuda da Mulher-Gato, Alfred, Lucius Fox e o tenente Gordon para derrubar a Senhora Arkham e os Filhos de Arkham.

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7. Batman: Arkham Origins

Sendo um game que mostra como tudo começou na Saga Arkham, a WB Montreal investiu em um jogo em que o Batman e seus vilões estivessem ainda no início de carreira, apenas se conhecendo. Havia muita expectativa para o lançamento do jogo em 2013, e a expectativa causou frustração em muitos e muita alegria para outros. Arkham Origins relata o incidente na prisão Blackgate, dominada pelo Máscara Negra e seus capangas. O Batman é alvo de Roman Sionis, que contrata outros mercenários como o Exterminador, para matar o Morcego. Porém, os planos de Sionis não fluem, pois Coringa ascende ao mundo do crime e domina sua operação. Além de estar sendo caçado, o Batman é um foragido da polícia corrupta de Gotham, e precisa ficar fora do foco de James Gordon.

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6. LEGO Batman  3: Beyond Gotham

O último jogo da franquia LEGO Batman, LEGO Batman 3: Beyond Gotham, foi lançado ainda em 2014 e teve um bom desempenho.  O jogo multiplayer junta novamente o Batman e a Liga da Justiça para enfrentar a maior ameaça do universo LEGO, Brainiac, que reduzia cidades para sua coleção. As tropas de Lanternas (Azuis, Amarelos…) foi emboscada pelo androide, e faltava apenas Hal Jordan, o Lanterna Verde, para que seu plano estivesse concluído. Por outro lado, Lex Luthor, Coringa e sua turma invadem a Sala da Justiça para usar o canhão de fusão binário da Torre de Vigilância, e forçar o povo a fazer Luthor de presidente. Porém, o improvável acontece, quando Brainiac começa sua invasão, os vilões se unem a Liga da Justiça para salvar o mundo.

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5. Batman: The Enemy Within

Lançado em 2017, um ano após a primeira temporada, Batman: The Enemy Within é uma continuação direta de Batman: The Telltale Series, e explora novos vilões e aliados para a trama. Com a volta do Charada para Gotham, a Agência que está sob o comando de Amanda Waller, entra no caso e oferece uma aliança para trabalhar ao lado de Batman. João Ninguém (Coringa), convence Bruce a conhecer seus amigos, Arlequina, Bane, Sr. Frio e a Mulher-Gato, que estava de volta a cidade para um trabalho. A equipe de vilões queria conseguir uma cura, a partir do sangue do Charada. Bruce Wayne se infiltra e trabalha junto com Selina para roubar o laptop e o pen drive do Charada, que contém informações preciosas de um projeto engavetado da Agência, que atua nas sombras. Waller coloca o Batman em seu tabuleiro, podendo revelar a qualquer momento a identidade de Bruce para o mundo, caso não coopere na operação. Batman está contra tudo e todos, e precisa escolher entre salvar seus aliados ou sua identidade.

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4. LEGO Batman 2: DC Super Heroes

O segundo jogo da franquia LEGO, lançado em 2012, considerado o melhor dos três, une o Batman, com alguns heróis da Liga da Justiça e por fim toda ela reunida, para derrotar Lex Luthor e Coringa. O jogo de mundo aberto, que permite explorar Gotham desde o Asilo Arkham até a Batcaverna, impressiona até nos gráficos da água, permitindo o jogador dirigir o batmóvel ou voar com o Superman pela cidade. O enredo chega a explorar muito bem a mitologia do Batman, unindo vilões como Coringa para um grande plano contra a dupla dinâmica. Coringa e outros vilões são capturados pelos heróis de Gotham, sendo preso no Arkham. Luthor usa sua arma de desconstruir peças pretos, libertando o Coringa, e depois vários vilões da galeria do Cavaleiro das Trevas. Quando Superman e Batman vão a LexCorp, Luthor é quase capturado pelos Melhores do Mundo e foge num robô gigante , construído juntamente com o Coringa. A Liga da Justiça se une para impedir que os vilões destruam Gotham.

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3. Batman: Arkham Asylum

Uma grande euforia tomou conta dos fãs quando a Rocksteady anunciou o primeiro jogo do Batman feito pela desenvolvedora, ainda não tão conhecida. Lançado em 2009, Batman: Arkham Asylum foi um sucesso sem tamanho para os games de heróis, sendo o jogo que remodelou a visão sobre os games deste gênero, e inspirou muitos outros. Trazendo Mark Hammil e Kevin Conroy, dubladores oficiais de Coringa e Batman, respectivamente, a trama consiste na captura de Coringa, em que o Cruzado Encapuzado acha fácil demais. Acompanhando a entrada do vilão no Asilo Arkham, e impedido de ir adiante, o Coringa escapa com ajuda da Arlequina, e liberta dos diversos internos e grandes vilões do Batman, causando o caos no Asilo. Com o auxílio de sua tecnologia, Alfred e Oráculo, Bruce precisa retomar a ordem no Arkham e prender todos os mais diversos vilões de sua galeria, como o Espantalho, Crocodilo e Bane. Enquanto enfrenta seus maiores vilões, Batman descobre que o mesmo veneno que Bane usa, o Coringa aplica em seus capangas para criar seu exército pessoal, e por final, nele mesmo.

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2. Batman: Arkham Knight

O último jogo da da trilogia Arkham pela Rocksteady, que deu fim ao legado do Batman e seu heroísmo em Gotham, Batman: Arkham Knight chegou em 2015 para os consoles, e causou grande euforia. Com a revelação de que o Espantalho seria o grande vilão do filme, muitos se perguntavam como ele havia sobrevivido ao ataque do Crocodilo. Mais determinado e com um visual de dar arrepios, além de mais perigoso, Crane convoca todos todos os vilões do Batman (até mesmo o Vagalume) para quebrar o Batman, e deixá-lo sem esperança, em pleno Halloween. Seu plano era desmascarar o herói, tentando quebrar seu psicológico, matando pessoas próximas e o induzindo ao gás do medo. Porém, seu braço direito e também arquiteto do plano, o Cavaleiro de Arkham, quer matá-lo a todo custo. Crane revela o dispositivo de precipitação alocado em um tanque, e que serviria para tomar toda a Gotham, já que seu plano inicial de destruir toda a Bleake Island a partir da Ace Chemicals falhou. Com sua vingança psicológica de derrubar e cansar o Batman até quebrar sua mente, o Espantalho nota que ele estava diferente do habitual. O sangue TITAN do Coringa (que morreu em Arkham City) ainda corre em suas veias, e ele busca se salvar com uma cura. Alternando entre alucinações e o presente, Bruce luta contra seu medo e sua mente de se quebrar. Ao final, ele precisa salvar seus aliados, revelando para o mundo sua verdadeira identidade, e deixando para sempre o manto de Batman.

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1. Batman: Arkham City

Batman: Arkham City é considerado por muitos o melhor jogo já feito do Batman e de heróis, mas muitos fãs ficam divididos entre os três da trilogia principal – e com razão, pois até na lista foi difícil escolher o melhor. Lançado em 2011, e explorando uma nova prisão em Gotham, Arkham City traz o enigmático Hugo Strange, diretor da instalação e antigo psiquiatra do Asilo Arkham. Após descobrir a identidade secreta do Batman, ele aloca os maiores criminosos de Gotham em sua prisão na cidade velha. Com uma parcela contra, e tendo colocado o prefeito em sua palma da mão, além de contornar o DPGC, Strange deixa os maiores vilões de Gotham tomarem seu lugar na prisão, com cada um em sua fortaleza pessoal. Capturado pela Tyger, Bruce Wayne se infiltra em Arkham City para descobrir sobre o Protocolo 10, o tão infame plano de Strange. Conseguindo escapar e vestir seu traje no topo de um prédio, ele precisa salvar a Mulher-Gato de ser morta pelo Duas-Carase perguntar sobre o plano do psiquiatra. Após salvar Selina de ser morta duas vezes, sendo a segunda pelo Coringa, o Cavaleiro vai atrás do Palhaço, é capturado e sofre uma transfusão de sangue, tendo o TITAN correndo por seu corpo. E é aí que uma busca incessante por uma cura começa, ao mesmo tempo em que Batman precisa parar o Protocolo 10, que era um plano para destruir Gotham e recomeçar de suas cinzas. Sua batalha final após impedir Strange e seu mentor da destruição, foi salvar Talia Al Ghul do Coringa falso, que havia roubado a cura pra si. Derrotando o Cara-de-Barro, que era o Coringa falso e frustrando os planos do Coringa de ser imortal a partir do Poço de Lázaro, Bruce toma a cura e é atacado pelo Palhaço, que vê sua esperança se quebrar. Batman escuta a última risada e o suspiro de Coringa, carregando o corpo de seu algoz para fora do Teatro Monarch, inquieto.

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Gostou da lista? Não saia ainda, pois não paramos por aqui. O Critical Room listou os 6 importantes quadrinhos que transformaram o Batman e também as melhores animações do herói. Fique ligado, pois às 23 horas será finalizado as comemorações do Batman Day!