Situação é caótica após alegação de uso desautorizado de pôster


Uma notícia de última hora tem se espalhado nos Estados Unidos e referente ao filme Superman, o diretor James Gunn e o presidente Donald Trump.

Após recentes problemas com a política brasileira e a taxação de 50%, a Casa Branca se manifestou e publicou, há poucos dias, uma imagem de Trump estampando o pôster de Superman. Muitos fãs do super-herói criticaram o presidente dos EUA.

O novo filme do Homem de Aço tem sido alvo de críticas da ultradireita dos Estados Unidos. Segundo o Usamidia, a situação para Trump piorou, quando ele usou indevidamente a imagem do novo filme da Warner Bros/DC Studios. Gunn moveu uma ação de US$ 1 bilhão contra o político, alegando violação de direitos autorais. O pôster tornou-se uma propaganda política do presidente (veja abaixo).

A ação foi movida em um tribunal federal. Conforme a reportagem, a Casa Branca não pediu permissão para o uso da imagem. Em comunicado oficial veiculado pela equipe jurídica do cineasta, ele se mostrou insatisfeito com a situação.

“O Superman é um símbolo de esperança, verdade e justiça — valores que pertencem a todos, não devem ser cooptados para ganho político sem consentimento. Esta violação flagrante mina os direitos criativos e legais daqueles a quem foi confiado o legado do personagem.”

US$ 1 bilhão em indenizações para evitar futuros problemas

A ação movida em US$ 1 bilhão não é apenas por indenizações compensatórios do uso indevido da imagem do Superman, mas, para evitar futuros problemas do mesmo tipo.

O argumento é que o pôster modificado pela Casa Branca causou danos irreparáveis para a marca, especialmente considerado a importância cultural do personagem e o lançamento do longa-metragem nas salas de cinema.

No matéria, é informado que o pôster modificado “constitui uma exploração comercial de propriedade intelectual protegida”. Ou seja, nem mesmo a Casa Branca poderia ter usado o material para uma campanha promocional sem que houvesse permissão da Warner Bros.

O processo alega que as ações da Casa Branca violaram a lei federal de direitos autorais e a Lei Lanham, que protege contra a diluição de marcas registradas e o endosso falso. Gunn admite que a situação pode prejudicar a comercialização da franquia e alienar os espectadores.

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