Aviso: Crítica sem spoilers!
Longa conquista pela simplicidade, carisma e inocência
O universo da Turma da Mônica já está na cultura brasileira há mais de 50 anos, e entre várias mídias a qual a turminha já apareceu, um dos personagens mais queridos ainda não havia aparecido na tela grande, até agora.
Quando foi anunciado em 2022, Chico Bento e a Goiabeira Maraviósa foi celebrado pelos fãs por finalmente um personagem tão querido ganhar o seu próprio filme. É mais do que só uma adaptação do mini caipira, o longa é uma carta de amor a esse universo criado nos quadrinhos.
A história acompanha Chico Bento (Isaac Amendoim) e seu grupo de amigos, tentando proteger a famosa goiabeira da fazendo de Nhô Lau (Luis Lobianco) que está em risco de ser destruída para dar espaço a uma estrada que vai ser feita por um executivo com más intenções.

No papel principal o ator e influenciador Isaac Amendoim usa e abusa de seu carisma para conquistar o público, seja em seus trejeitos caipiras, o modo de falar com diversas gírias ou a naturalidade que ele entrega em seu personagem. O ator sabe representar com excelência um personagem a qual amamos tanto.
A história não é nada complexa, e nem precisa ser, já que se trata de um filme infanto-juvenil, mas não significa que a história seja um ponto negativo. E na simplicidade que nós conectamos com o personagem, e vemos a sua vontade de salvar a amada goiabeira.
O filme possui uma forte lição sobre como devemos cuidar do meio ambiente, e como a ambição e a ganância pode levar para caminhos ruins.
Veredito
É na simplicidade e nos pequenos detalhes que Chico Bento e a Goiabeira Maraviósa entra como uma das melhores adaptações de personagens brasileiros já feitos. O carinho e amor em cada detalhe é notável e o carisma de seu personagem principal é tão gostoso quanto uma moda de viola.
7/10
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