Aviso: Crítica sem spoilers!
Se você quer chorar, rir, refletir e cantar, venha conferir um dos melhores filmes da história!
Baseado na peça teatral Everybody Comes to Rick’s, de Murray Bernett e Joan Alisson, o diretor Michael Curtiz traz esse romance para as telas do cinema em Casablanca.
Contextualizando a importância do filme para o contexto histórico, a obra retrata o sentimento americano referente ao nazismo e os refugiados.

A adaptação começa com o Rick Blaine (interpretado pelo Humphrey Bogart) sendo o dono de um clube na cidade de Casablanca, em Marrocos, que atrai uma clientela diversificada.
Em uma noite, um cliente suspeito entra no clube e entrega a Rick, uma carta que praticamente garantia a passagem dele para Portugal e de lá, poderia voltar para os EUA.
Sabendo que as cartas são de um valor incontável, ele ainda recebe a visita no clube da sua ex-amada Ilsa Lund (Ingrid Bergman) que ao sumir de Paris, volta com o seu atual marido que é membro da resistência Tcheca contra o nazismo para comprar os passes para voltar ao EUA.
Todos aqueles sentimentos retornam para Ilsa e Rick durante uma noite e isso fazem com que ele tome uma decisão que irá definir o seu futuro e o de Ilsa. Ele a lembra que apesar de tudo, “Nós sempre teremos Paris”.
Veredito
Além de ser vencedor de algumas categorias do Oscar, o filme trás consigo, acima de tudo, a valorização do amor em meio ao caos das guerras. Claramente o diretor pôs também o extremo nacionalismo e oposição ao Nazismo como foco da guerra, mas o romance existente é que coloca esse filme entre os melhores já feitos.
Se você não assistiu, veja imediatamente! Como a própria Ingrid fala, só “Play It, Sam”.
9/10
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