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Review: Infinite Frontier | Moça-Maravilha #1 (2021)

Yara Flor volta ao Brasil em nova fase da DC.


Após uma estreia brilhante no Future State, Yara Flor, a Mulher-Maravilha de um futuro não tão distante, ganha sua primeira edição na fase Infinite Frontier. Com a criadora Joelle Jones no comando do quadrinho, sendo a roteirista e a artista, Yara Flor terá sua origem contada e será muito mais explorada do que nas duas edições de seu título no Future State.

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O Universo DC parece ter mudado de rumo com Diana Prince deixando de ser a Mulher-Maravilha da Liga da Justiça, sendo substituída por sua mãe, a rainha Hipólita, e Núbia se tornando a nova rainha de Themyscera. Os tempos estão mudando, e agora Yara Flor assume o papel de Moça-Maravilha, podendo ser a substituta de Donna Troy – ainda não sabemos se ela fará alguma participação no título da Moça-Maravilha.

A trama do quadrinho gira em torno de explicações da origem de Yara, e a leva direto para o Brasil, explorando lugares como Foz do Iguaçu, no Paraná. Ver o Brasil sendo representado pela DC mais uma vez, é algo reconfortante. Ao mesmo tempo que mostra Yara no Brasil, a primeira edição de Jones deixa explícito a nova rainha de Themsycera, as amazonas de Bana-Mighdall, e também os deuses gregos, como Zeus, Hera e Eros. Porém, as amazonas não poderiam deixar de ter ligação com Ares, e aparentemente, é ele quem assassina algum membro familiar de Yara – talvez sua mãe -, após a mesma se colocar na frente da jovem, impedindo que o deus da guerra a matasse. Não é revelado a identidade do homem, mas pelo traje e seu elmo, diria que é muito parecido com Ares. Em próximas edições, poderemos ter uma revelação em si.

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Não poderia também deixar de elogiar a belíssima arte do quadrinho, com traços para toda a nova fase, ainda mais detalhados, assim como o DC Renascimento. Em comparação com o Future State, há uma melhora absurda, com cenários ainda mais profundos e cores revigorantes de Jordie Bellaire. A arte do quadrinho é um deleite visual para os grandes leitores de Mulher-Maravilha.

Moça-Maravilha #1, na nova fase do Infinite Frontier, é uma leitura obrigatória para quem quer saber mais sobre Yara Flor, e se faz importante para construir sua origem. Apesar de deixar escondido alguns nomes, e personagens que serão mais explorados nas próximas edições, o título de Yara Flor está em boas mãos com Joelle Jones no comando da equipe criativa. Um futuro ainda mais promissor no DCU aguarda pela Moça-Maravilha brasileira.

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Divulgação/DC Comics

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Confira a prévia de Moça-Maravilha #1 para Infinite Frontier

A origem de Yara Flor será revelada.


Yara Flor, a Mulher-Maravilha brasileira do Future State, está dando um novo passo, e aderindo o título de Moça-Maravilha durante a fase Infinite Frontier. Joëlle Jones, sua criadora, irá escrever e ilustrar Yara viajando para o Brasil, para que possa descobrir sua origem misteriosa. Veja as capas e imagens do primeiro quadrinho abaixo: 

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“A história começa com uma breve vinheta de Yara se despedindo de sua tia no aeroporto de Boise”, disse Jones, “e então é direto para o Brasil! Esta viagem abre um enorme mundo para ela cheio de personagens emocionantes. É incrivelmente emocionante para ela, mas cheio de desafios divertidos e perigosos.”

O artista brasileiro Rafael Grampá, ficará encarregado das capas variantes da primeira edição.

Moça-Maravilha #1, escrita por Joelle Jones;

Arte e capa por Joelle Jones;

Capas variante de Rafael Grampá e J. Scott Campbell;

Cores por Jordie Bellaire;

Letras de Clayton Cowles.

Confira a descrição do quadrinho:

Sinopse: “Criada na longínqua terra de Boise, Idaho, Yara sempre sentiu que algo estava faltando em sua vida – e agora ela está indo para o Brasil para encontrá-lo. Mal sabe ela que sua chegada desencadeará uma série de eventos que mudarão o mundo da Mulher Maravilha para sempre.

Seu retorno foi profetizado, e com essa profecia vem a atenção exclusiva de deuses benevolentes de panteões além. O perigo espreita em cada esquina – mas este jovem herói está pronto para sua jornada? Descubra em uma edição de estreia que você absolutamente não pode perder!”

Moça-Maravilha #1 estreia no dia 18 de maio.


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Review: Future State | Mulher-Maravilha #2 (2021)

Yara Flor vai ao submundo em nova edição.


A segunda edição de Mulher-Maravilha no Future State traz novamente Yara Flor, agora no submundo grego. Com o final do primeiro quadrinho mostrando a personagem a caminho de Caronte, para levá-la ao Tártaro. Dessa vez, Yara precisava resgatar Potira, uma amazona brasileira que foi morreu em uma batalha na ilha de Themyscera, e foi jogada ao Hades.

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Joelle Jones ainda continua seguindo um padrão de misturar culturas, mesclando o folclore brasileiro com a mitologia grega. A escritora acerta mais uma vez na dinâmica, e explora um pouco mais de tudo. Mesmo que Yara Flor seja a nova Mulher-Maravilha, muitos ainda não sabem que ela é uma amazona dissidente, da cidade de Bana-Mighdall. As discordâncias por parte das amazonas de Themyscera e Bana-Mighdall eram grandes, após a invasão de Hércules e seu exército, destruindo Themyscera e subjugando as amazonas. Não foi mostrado ainda uma relação entre Themyscera e Bana-Mighdall, sendo uma boa oportunidade para trazer à tona o passado.

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A premissa se baseia em salvar Potira do submundo, um plano suicida. Mesmo que Yara não tenha mantido tanto contato nos eventos da invasão na ilha, ela ainda nutre um sentimento de fracasso, sentindo que poderia tê-la salvado. Desafiando Hades e outros seres mitológicos, Yara vai em busca de sua irmã amazona, tendo um tempo limitado para realizar tal tarefa. Não queria falhar novamente, mas isso caberia ao deus do submundo, tentar atrapalhar seu resgate. O final, não posso contar.

Nesta nova edição, há uma maior utilização da mitologia grega do que do folclore brasileiro. Joelle Jones, além de escrever, é a artista da HQ, acertando nos visuais dos seres mitológicos mais uma vez. O ambiente, também deve ser elogiado, assim como a coloração de Jordie Bellaire, alternando entre cores escuras e claras, que representam muito bem o medo e a paz.

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Mulher-Maravilha #2, do Future State, eleva ainda mais a importância da personagem para a fase atual. Explorando novas histórias e oportunidades, a equipe criativa da minissérie equaliza a velha mitologia grega com o folclore brasileiro. Com uma boa trama em sua segunda edição, o título da Mulher-Maravilha da Yara Flor se torna um dos melhores do Future State.

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CW descarta série da Yara Flor como Moça-Maravilha

A Mulher-Maravilha brasileira do Future State está fora dos planos.


Anunciada ainda no ano passado pela CW, a série da Mulher-Maravilha brasileira do Future State, Yara Flor, foi cancelada pelo canal sem ao menos ter estreado. A notícia foi revelada pela roteirista da série Dailyn Rodriguez através de seu Twitter.

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“Então, algumas notícias tristes. Para todos aqueles que perguntam,  Moça-Maravilha não está foi aprovada na CW. Fiquei muito orgulhosa do roteiro que escrevi. Gostaria de ter compartilhado o mundo que criei, mas infelizmente não era para ser. Obrigada pelo entusiasmo de todos. Significou muito para mim”, escreveu a roteirista.

A série iria acompanhar as aventuras de Yara Flor como a Moça-Maravilha no Arrowverse. Nascida de uma guerreira amazona e de um deus brasileiro do rio, Yara iria descobrir suas origens e usar suas habilidades para combater o crime. O show teria produção de Greg Berlanti, ao lado de Marc Guggenheim, responsáveis pelo Arrowverse.

Yara Flor foi criada por Joelle Jones para o Future State, novo evento da DC nos quadrinhos. Ela ganhará um título mensal na nova fase da DC, Infinite Frontier, com data prevista para publicação em maio.


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Yara Flor ganhará série mensal como Moça-Maravilha

Heroína estrela o evento Future State.


Yara Flor, a Mulher-Maravilha brasileira do Future State, está migrando para o Universo DC de vez, ganhando uma série mensal, intitulada de Moça-Maravilha. Joelle Jones, criadora da heroína, irá comandar o título, sendo roteirista e artista, ao lado de Jordie Bellaire (via DC Comics).

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A série contínua de quadrinhos da personagem, ganhará um teaser em Infinite Frontier #0, no dia 2 de março, pós eventos do Future State. Wonder Girl #1 chegará no dia 18 de maio às bancas estadunidenses. Veja a capa e uma prévia abaixo:

Moça-Maravilha #1, escrita por Joelle Jones;

Arte por Joelle Jones;

Capa de Joelle Jones;

Cores por Jordie Bellaire;

Letras de Clayton Cowles.

Confira a descrição do quadrinho:

Sinopse: “Criada na longínqua terra de Boise, Idaho, Yara sempre sentiu que algo estava faltando em sua vida – e agora ela está indo para o Brasil para encontrá-lo. Mal sabe ela que sua chegada desencadeará uma série de eventos que mudarão o mundo da Mulher Maravilha para sempre.

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Wonder Girl #1 estreia no dia 18 de maio.


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Review: Future State | Superman/Mulher-Maravilha #1 (2021)

Nunca atire na Mulher-Maravilha.


Yara Flor chegou com tudo mesmo no Future State, e em mais um quadrinho, ela rouba todas as cenas e ofusca o Superman de Jon Kent. Fazendo dupla com o filho do Superman original em Superman/Mulher-Maravilha, Yara Flor quebra as barreiras da paciência e fala o que todo brasileiro deseja falar com um político.

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A primeira edição, que tem o roteiro de Dan Watters e arte de Leila del Duca, remonta uma nova dupla de heróis no Universo DC, o novo Superman e a Mulher-Maravilha brasileira. Enquanto um luta por uma cidade e segue os passos do pai, Yara Flor busca, incessantemente, mudar a mente dos políticos, para que cumpram o que prometeram, e não fugindo de seu trabalho. Ela luta pela igualdade, justiça, e também, contra corruptos que assolam São Paulo e o Brasil.

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Posso afirmar que a Mulher-Maravilha é a parte positiva do quadrinho, e ela já é conhecida pelos brasileiros. Toda sua dinâmica, sua personalidade explosiva, está sendo muito bem explorada, assim como a mitologia brasileira e o folclore – que dessa vez mostrou a mula sem cabeça e os deuses do sol e lua. Porém, apesar do grande acerto que foi a Yara, o erro está em Jon Kent, que não consegue ser como seu pai. Carregar o símbolo da Casa-El no peito, não quer dizer que irá carregar a essência do Superman também, e ele consegue ser infantil algumas poucas vezes, que podem deixar o leitor um pouco frustrado com sua personalidade mais inocente.

O roteiro simples, carrega uma história de um deus do sol, combatendo Solaris, famoso inimigo devorador de sóis. Solaris é a ameaça da HQ, mas que, aparentemente, não apresenta ser uma grande ameaça em sua primeira aparição, sendo rebaixado a uma disputa de força. É claro que, o vilão se tornará mais ameaçador numa próxima edição, mas, que não o inflem e façam uma luta justa e épica do Superman e da Mulher-Maravilha contra o Sol Tirano.

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Como sempre, gosto de elogiar a arte do quadrinho. Os traços, tanto dos personagens quanto da cidade, superfície espacial e outras, estão padronizadas para o evento. O uso de cores mais vivas e quentes, denotam toda a grandeza que o Superman tem, além da Mulher-Maravilha, e não foi visto tanto o uso de cores mais escuras.

Em resumo, Superman/Mulher-Maravilha #1, mostra os dois grandes heróis e novos símbolos da DC unindo forças para derrotar uma grande ameça futura. Em momentos gloriosos, a HQ abrasileira ainda mais a Yara Flor e abraça seu espírito jovem e destemido, ofuscando um Superman de Jon Kent abaixo da expectativa, inocente e com muito a aprender.

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Yara Flor tem começo brilhante no DC Future State

DC retrata muito bem o folclore brasileiro.


O anúncio da criação de uma Mulher-Maravilha brasileira deu o que falar pelos fãs brasileiros da DC, que se animaram para o evento nos quadrinhos Future State. No começo de janeiro, os quadrinhos chegaram digitalmente e às bancas estadunidenses, e lá, não sei ao certo se foi um grande sucesso, mas aqui, pelos comentários que recebi sobre, mesmo antes de ler, estava ótimo.

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A Mulher-Maravilha carrega toda a mitologia grega consigo, e tem nome de uma deusa romana. A DC consegue explorar e trabalhar muito bem a antiguidade grega, além de incluir novos personagens, guerreiras lendárias, mas sempre mantendo a essência histórica de Homero ou Heródoto. Não está sendo diferente com Yara, que luta contra criaturas do folclore brasileiro como o boitatá ou tem de confiar na Caipora, uma inimiga ao mais tipo Circe.

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Não contente em colocar só o folclore brasileiro, a criadora Joelle Jones explora e mistura a mitologia grega com as lendas brasileiras, acertando em cheio na dinâmica que, com certeza, será muito bem explorada nos capítulos seguintes. Além do mais, a dinâmica apresentada entre Caipora e Yara Flor é explosiva, por conta de momentos anteriores, a Guardiã das Florestas ter atacado a nova Mulher-Maravilha. O ressentimentos ficaram, mas ambas se uniram para livrar uma irmã do controle de Hades, deus do submundo.

Joelle Jones produz a arte e o roteiro do quadrinhos, e mesmo com uma premissa mais simples, a arte chama a atenção, assim como a mistura de mitologias. A personalidade da nova personagem, em si, se diferencia de Diana. É mais enérgica, explosiva e um pouco estressada, mas as táticas de combate se assemelham.

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Assim como o parágrafo acima, chamo a atenção novamente para a arte da HQ. Os cenários vastos da Amazônia como conhecemos, assim como a pele morena de Yara Flor, mais a representação de Caipora e outras criaturas mitológicas, demonstram a qualidade e grande empenho e Jones, em querer saber mais sobre uma cultura tão rica como a nossa e a grega. A coloração do quadrinhos, com cores mais vivas enquanto estão na floresta, e cores mais escuras para a ida ao Hades por meio do barqueiro Caronte, denotam a grandiosidade que o Future State irá ser. 

Seguindo por essa mescla de mitologias e folclores, a minissérie Future State: Wonder Woman, tem tudo para ser uma boa lembrança para os fãs brasileiros da DC Comics, que irão querer por mais aparições da heroína.

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