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The Old Guard 2 recebe sinal verde da Netflix

Elenco original voltará para a sequência.


De acordo com o The Illuminerdi, a Netflix deu luz verde para o desenvolvimento de The Old Guard 2, equipe comandada por Charlize Theron e filme de heróis que fez sucesso no streaming durante a pandemia. Agora, eles estão voltando para um novo filme com mais ação.

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Mesmo com a autorização para o projeto, a Netflix desviou de todos os comentários possíveis sobre a trama ou o elenco. Espera-se que o elenco do primeiro filme retorne para o segundo, e é provável o envolvimento do quadrinista e criador Greg Rucka, que escreveu o roteiro do primeiro filme. A diretora Gina Prince-Bythewood também é esperada para voltar.

Nos quadrinhos, uma sequência já existe. The Old Guard Volume 2: Force Multiplied, escrita por Greg Rucka, poderá servir como base para a trama do segundo filme. 

Abaixo, você confere a sinopse do primeiro filme.

Sinopse: “Em The Old Guard, Andy (Charlize Theron) e seus companheiros formam um grupo de soldados que possuem a inestimável virtude da vida eterna. Eles vivem através dos anos oferecendo seus serviços como mercenários para aqueles que podem pagar, se passando como seres humanos comuns dentre os demais. No entanto, tudo muda com a descoberta de que existe uma outra imortal que atua como fuzileira naval.”

Não há detalhes sobre a previsão de lançamento de The Old Guard 2.


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Crítica: The Old Guard (2020)

Aviso: Crítica sem spoilers!


Adaptação dos quadrinhos não funciona como o esperado.


Dos quadrinhos do grandioso Greg Rucka, autor de Mulher-Maravilha: Hiketeia, o período da heroína também no DC Renascimento, Gotham Central e vários outros quadrinhos importantes e conhecidos pelos fãs da DC Comics. Autor também de The Old Guard, quadrinho que acompanha um grupo de guerreiros imortais, que por anos lutaram pelo lado certo e esconderam o maior segredo de suas vidas, a imortalidade.

A minissérie criada por Greg Rucka, com a arte feita pelo argentino Leandro Fernandez, e que foi publicada pela Image Comics, ganha uma adaptação para os filmes, com a produção da Netflix, e que teria o roteiro do quadrinista Greg Rucka. Um grande desafio para o quadrinista, que já viu uma de suas HQ’s ser adaptada para o cinema, Whiteout, fracassando nas bilheterias mundiais e não conquistando os críticos. Dessa vez, teria Rucka no roteiro, para tentar seguir perfeitamente sua obra nos quadrinhos.

De fato, um grade desafio para o quadrinista, que consegue amarrar o primeiro arco de The Old Guard para a obra cinematográfica. Acompanhando um grupo de guerreiros imortais, liderados pela mais velha do grupo, Andrômaca “Andy”, os “heróis” sobreviveram muitas eras para ver o horror da humanidade de perto, e sentir na pele o que é não poder envelhecer como o restante da humanidade. O grupo é composto por Andrômaca, a Cita, esposa do príncipe Heitor, de Troia, Booker (Matthias Schoenaerts), um soldado que serviu a Napoleão Bonaparte, Joe (Marwan Kenzari), guerreiro muçulmano das Cruzadas e Nicky (Luca Marinelli), antigo templário que virou amante de Joe.

Abrindo um espaço para falar dos atores, Charlize Theron se entrega muito bem no papel, sendo a melhor do elenco. Ela cumpre o que lhe é proposto no filme, liderando a equipe com sua personagem tão carismática quanto. Claro, que, o restante do elenco não ficou para trás, mas foram ofuscados pela atriz, que talvez, seja tão mais conhecida e popular entre os fãs, comparando aos atores de The Old Guard. Theron foi o ponto positivo do longa da diretora sul africana Gina Prince-Bythewood.

Outro ponto positivo, é a trilha sonora, que, mesmo que não seja marcante, mantém a ação em bom som toda hora na história. Mas, é justamente o roteiro que deixa a desejar, tornando que o enredo seja áspero e repetido, sem que haja um mistério envolvente ou uma coerência certeira para o desenrolar da história, não aderindo ao clichê. O problema maior do roteiro está na pronta entrega de toda a trama, que fere no desenvolvimento do filme. Além disso, faltou ainda mais desenvolvimento por parte de alguns personagens, para que a construção da narrativa ficasse por completa, sem deixar pontas soltas. Talvez isso seja feito numa eventual continuação.

Para um filme de ação e fantasia, The Old Guard entrega isso com louvor, pois o filme por si só tem mais ação do que história. As coreografias nas cenas de ação são realmente boas, mas não espere que o filme entregue lutas ao estilo Batman de Zack Snyder, em Batman vs Superman: A Origem da Justiça. Para um filme +18, espera-se algo mais brutal, como uma carnificina, palavrões, ossos quebrados e uma violência extrema. Porém, nem tudo isso o filme tem. A violência é nítida, com muito sangue espalhado, mas que não necessariamente remeta a algo para maiores. Mas, sendo ou não para maiores, não altera em nada o filme, e nem  tira seus méritos conquistados.


 

Veredito

The Old Guard é uma adaptação de quadrinhos que deixa a desejar em vários momentos, no entanto entrega uma ótima ação, sendo essa a proposta do filme, mas que não é o suficiente para salvar a obra da diretora Gina Prince-Bythewood. Fato é, que Charlize Theron carrega o filme, brilhando mais uma vez em um longa de ação, sendo a grande estrela do elenco.

Mesmo que a ação seja boa, com uma trilha sonora que molda estes momentos, o roteiro do quadrinista Greg Rucka não consegue acompanhar, sendo assim, um filme com a trama entregue logo no primeiro ato. The Old Guard tenta transportar o público numa ação maluca de guerreiros imortais, em duas horas de filme, que mais diverte com suas cenas de ação, do que constrói a própria história.

6/10.