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Liga da Justiça aparece em prévia de Endless Winter #1

Evento será lançado este mês.


DC Comics trouxe uma prévia da primeira edição de Justice League: Endless Winter #1, que traz a Liga da Justiça em confronto contra os vilões Geada, Homem-Gato, Multiplex e Rampage. Mas, esse é só o começo para combater um novo vilão. Também foi divulgada a capa do quadrinhos e a variante. Veja a preview de oito páginas e as capas abaixo:

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O megaevento da DC irá explorar um novo grande vilão chamado King Frost, que tem relação com alguns dos personagens do Universo DC, como a Rainha Hipólita, Monstro do Pântano, Adão Negro e o Príncipe Viking

Todo o evento, que tem início hoje (01), se estende pelas edições de Flash #767, Aquaman #66, Liga da Justiça #58 e Liga da Justiça Sombria #29. Haverão especiais one-shot em Superman, Jovens Titãs e Adão Negro, respectivamente, antes de finalizar em 29 de dezembro com a segunda edição de Justice League: Endless Winter.

Justice League: Endless Winter #1, escrita por Andy Lanning e Ron Marz;

Arte por Howard Porter e Marco Santucci;

Capa por Mikel Janín;

Capa variante de Daniel Warren Johnson.

Veja a descrição do quadrinho abaixo:

“Quando a Liga da Justiça descobre uma tempestade em nível de extinção no antigo local da Fortaleza da Solidão do Superman, sua busca por respostas os colocará em conflito direto com o Rei Frost, uma entidade antiga que exerce grande poder e um exército de soldados leais. Mas quem é ele? O que ele quer? E qual é a ligação dele com alguns dos heróis mais antigos do Universo DC?”

Justice League: Endless Winter #1 já está à venda nas bancas estadunidenses.

Nova edição de Batman: Terra Um ganha data de lançamento

Volume três chega apenas em 2021.


Ontem (23), a DC Comics anunciou a data de lançamento de Batman: Terra Um Vol. 3, quadrinho que tem Geoff Johns como roteirista e Gary Frank na arte. A nova edição chegará no dia 8 de junho de 2021 nas lojas estadunidenses.


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Sinopse: “Batman: Terra UmVol. 3 verá uma gangue de ladrões misteriosamente bem armada levar Gotham City a um estado de medo. Os criminosos são altamente organizados, trancados e carregados com as mais recentes armas de nível militar: lança-chamas, lança-granadas e até tanques. A gangue afirma que é financiada por Harvey Dent, porém, ele é dado como morto.

Bruce se distrai pelo retorno aparentemente impossível de outra figura considerada morta: seu avô Adrian Arkham. Ele também deve confortar sua amiga de longa data, a prefeita de Gotham, Jessica Dent, que está marcada tanto física quanto mentalmente por sua experiência com o Charada, que resultou na morte horrível de seu irmão. Mas será que Harvey está de volta, tramando vingança contra uma cidade que ele proclama culpada? Quando Batman descobre a verdade por trás de muitos mistérios, seu mundo começa a se desvendar.”

Com o roteiro de Geoff Johns, a arte fica por conta de Gary FrankJon Sibal e Brad Anderson. O novo volume chega em 8 de junho de 2021 nos Estados Unidos. Não há data para chegar ao Brasil.


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Semana Heroica #6 | The Flash #139

Uma das histórias mais importantes do Flash.


Enquanto preparava essa matéria, procurei várias histórias do Flash. Poderia ter simplesmente escolhido Flashpoint, mas eu queria algo diferente. Finalmente, pedi a opinião de um amigo e ele me indicou The Flash #139. Optei por seguir o conselho e depois de uma breve pesquisa (e com a ajuda de outro amigo) consegui a scan dessa edição. Agora chega de enrolação e bora para a HQ!

Escrita por John Brooke e ilustrada por Carmine Infantino, a HQ lançada em 1963, conta com um enredo interessante e introduz um dos maiores (senão o maior) vilão do Flash. Estou falando do Professor Zoom, conhecido também como Flash Reverso. Antes de falarmos sobre ele, um breve resumo da primeira parte da história. O Doutor Walter Drake havia enviado uma cápsula do tempo ao século 25, porém, o doutor acabou enviando um relógio atômico, junto com outros objetos da cápsula (incluindo um traje do Flash). Esse relógio se tornaria uma bomba atômica por conta da viagem no tempo que ele passou, e destruiria Central City. Felizmente, o herói consegue ir ao futuro graças a sua esteira de força cósmica.

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Após isso, o vilão da história é apresentado. Professor Zoom era apenas um simples bandido, que admirava o Velocista Escarlate por sua velocidade, mas ao mesmo tempo o odiava por seguir a lei. O que Zoom não esperava, é que a cápsula cairia bem na sua frente, no meio da cidade. Ele aproveita e pega o traje do Flash que estava na cápsula. Com o traje, Zoom consegue utilizar as ondas de super-velocidade para ser o bandido mais rápido do mundo, utilizando a roupa do Flash, só que com as cores reversas e se auto-intitulando como Flash Reverso.

O que o Flash Reverso não esperava, é que o Flash original apareceria e o derrotaria, dando fim a sua pequena carreira. Porém, não era só isso que Barry Allen precisava fazer, já que o relógio atômico iria explodir em poucas horas. Como um raio, Flash procura pelo relógio em toda cidade, até que finalmente o encontra e o leva para o ártico, onde ele finalmente explode. Por fim, o velocista retorna ao presente, sem nem imaginar que voltaria a encontrar o Professor Zoom, ou, Flash Reverso.


Semana Heroica acontece uma vez por mês, durante uma semana, focando em algum personagem dos quadrinhos, para falar sobre quadrinhos, games, filmes e sua origem ou um vídeo falando sobre algum quadrinho, essas últimas no canal do Critical Room.

No Instagram, você confere a quinta parte com a indicação da série The Flash!

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Semana Heroica #3 | A importância de Flash de Dois Mundos

Os quadrinhos estavam entrando na Era de Prata, e abandonando a Era de Ouro, reformulando alguns de seus heróis. A DC Comics iniciou a nova era com Julius Schwartz e Gardner Fox revitalizando o Flash e criando Barry Allen, que viria substituir Jay Garrick. O Showcase #4 (1956),  quadrinho o qual apareceu pela primeira vez Barry Allen e mostrou sua origem, foi o primeiro passo de uma nova era que duraria até meados dos anos 70.

Heróis como Jay Garrick e Al Pratt, são substituídos por Barry Allen e Ray Palmer, sendo o Flash e o Átomo, respectivamente. Com a duração da Flash Comics de 1940 a 1949, Jay Garrick foi um dos grandes personagens das histórias da DC nos anos 40, assim como Superman, Mulher-Maravilha e Batman. Sua criação, em 1940, se deu por Gardner Fox e Harry Lampert, e anos mais tarde, Fox viria a escrever a clássica Flash de Dois Mundos, unindo Jay e Barry.

O quadrinho de 1961 pode ser considerado um dos mais importantes da histórias da editora, pois foi nele que houve a introdução da Terra-2, e consequentemente, a descoberta de que Flash poderia fazer um tipo de salto de uma terra para outra. Fox fez com que antigos e novos heróis pudessem coexistir e também se encontrar. Isso abriu várias opções para a DC Comics num futuro não tão distante, que usou o conceito de duas terras e expandiu para três na série mensal de Liga da Justiça da América, e logo pra mais e mais terras, assim recebendo o nome de Multiverso. E partindo deste princípio, foi posto em jogo a Crise nas Infinitas Terras, e com certeza, Flash de Dois Mundos deu uma grande ajuda para que isso pudesse acontecer.

Com Gardner Fox, Jay Garrick também envelheceu, dizendo que tem sido o Flash há mais de 20 anos. Colocando a data real na ficção, e o real em si também, na Terra-1 que é a de Barry, Jay é simplesmente um herói de quadrinhos criado por Gardner Fox, além de ser o ídolo de Barry. E já aposentado, ele teria de voltar a ativa por conta d uma onda de crimes que está acontecendo em Keystone City, cidade de Jay que fica na Terra-2.

O então chamado Joel Ciclone e o Velocista Escarlate unem forças para derrotar o Sombra, o Violinista e o Pensador. É até engraçado pensar que, um herói de quadrinhos para nós em 1940, é o ídolo de Barry Allen, que também já leu a Flash Comics. Jay Garrick protagoniza um quadrinho no mundo fictício dentro de um quadrinho no mundo real. E são essas informações que o mantém vivo e que seu trabalho não foi esquecido, conectando a Era de Ouro com a Era de Prata, e o autor com sua criação.

Não há, aqui, uma história profunda para explicar o conceito de dois mundos, sendo apenas uma introdução e afirmando que é possível viajar para uma outra terra. Brevemente, também, foi contada a origem dos dois Flashes, e mostrou com clareza como Barry Allen parou em Keystone City. Isso, claro, deu uma boa ideia ao final para o antigo Flash, após ter derrotado seus vilões, que fariam parte também da história de Barry.

Com a existência de Gardner Fox no Universo DCBarry relata para Iris West sua ida ao mundo de Jay, e ela diz que “os leitores gostariam de saber o que houve”, mas Flash fala que ninguém iria acreditar, possivelmente vindo de um jornal que cobriria toda Central City, mas um homem iria. O velocista tem a brilhante ideia de contar para o quadrinista Gardner Fox sua aventura na Terra-2, já que foi ele quem criou o primeiro Flash, e assim, ele poderia escrever tudo em uma revista em quadrinhos. Curioso, não?


Semana Heroica acontece uma vez por mês, durante uma semana, focando em algum personagem dos quadrinhos, para falar sobre quadrinhos, games, filmes e sua origem ou um vídeo falando sobre algum quadrinho, essas últimas no canal do Critical Room.

Você pode conferir no início do artigo o CR Comics apresentando Wally West, sua origem, seus feitos e o que teve de passar por ser o substituto de Barry após a Crise. Essa foi a segunda parte da Semana Heroica.

A primeira parte da Semana Heroica aconteceu no Instagram e você quem decide qual o melhor Flash:

DC anuncia Truth & Justice, nova série de antologia de quadrinhos

As primeira edições estrearão digitalmente.


Com o anúncio do novo evento da DC Comics, Future State, os fãs já tiveram uma prévia do que virá no próximo ano de lançamentos da editora. Não demorou muito para a DC anunciar uma série de antologia, intitulada Truth & Justice, que vai explorar cada vez mais outros personagens. A série irá começar contando a história de Vixen. Veja as imagens abaixo:

A série antológica seguirá os mesmos passos de outras antologias, como Lendas do Cavaleiro das Trevas, Sensation Comics Adventures of Superman. Os novos quadrinhos servirão como uma plataforma para contar com velhos e novos criadores.

Truth & Justice estreia com as três primeiras edições falando da super-heroína Vixen. Não só Vixen, mas todo o Multiverso da DC estará sendo introduzido na série, o que inclui heróis, vilões, alienígenas e até animais, como Krypto ou Ace. Você pode ler a descrição oficial abaixo:

“Mari McCabe é muitas coisas: super-heroína, modelo, ativista; mas ela pode adicionar o assassino de deus à lista? Vixen se junta ao Dr. Mist e Impala dos Guardiões Globais para enfrentar uma divindade ancestral que assumiu o corpo de um cientista investigando poderosos artefatos mágicos. Vixen precisará cavar fundo e usar todas as habilidades do reino animal para enfrentar esta poderosa ameaça primitiva!”

Truth & Justice, escrita por Geoffrey Thorne;

Arte de Chris Cross e Jordi Tarragona.

Truth & Justice estreia digitalmente no dia 8 de janeiro. Os quadrinhos chegam às bancas estadunidenses no dia 16 de fevereiro.


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Generations: Forged #1 | Novo quadrinho da DC ganha detalhes e trará velho inimigo

O quadrinho chega nas bancas americanas em 2021.


O novo evento nos quadrinhos da DC Comics, ‘Generations’, ganhou novos detalhes nesta quinta-feira (12), trazendo um novo vilão não muito conhecido para a equipe de heróis, e que não está em circulação nas HQs desde 1998 (via Comic Book).

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A equipe que integra Batman, Estelar, Gladiador Dourado, Doutora Luz, Aço, Kamandi e Superboy – Clark Kent – irá enfrentar o vilão Dominus, um dos inimigos do Superman, que não é mostrado nas histórias publicadas pela DC desde a década de 90. Dan Jurgens traz o vilão de volta à ativa, após escrever sobre seu arco, intitulado “O Efeito Dominus”, que fez parte dos quadrinhos do Superman em 1998.

Tendo sido começada ainda na Detective Comics #1027, Generations irá se separado em duas one-shots, com o título de Forged e Shattered, mas apenas detalhes da primeira one-shot foram revelados.

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A capa destaca grandes momentos nos quadrinhos da DC, como a luta fatal de Bane contra Batman, resultando na Queda do Morcego, e a morte de Supergirl em Crise nas Infinitas Terras. Podemos perceber que a capa de O Retorno do Cavaleiro das Trevas de Frank Miller também se faz presente, assim como a capa do Superman, fazendo alusão a saga A Morte do Superman. É possível que a equipe de heróis entre na realidade destes quadrinhos, que são grandes alicerces e tão importantes para a DC Comics.

Generations: Forged #1, escrita por Dan Jurgens, Andy Schmidt e Robert Venditti;

Arte de Bryan Hitch, Mike Perkins, Bernard Chang e Paul Pelletier;

Capa por Liam Sharp e Gary Frank.

Veja a descrição oficial do evento abaixo:

Sinopse: “Dispersado através do tempo pelo vilão Dominus, nossa equipe de heróis geracionais — com Batman, Kamandi, Superboy, Aço, Estelar, Sinestro, Gladiador Dourado e Dr. Luz — devem encontrar uma maneira de restaurar a linha do tempo… e o que eles finalmente descobrem é algo muito, muito maior. Você vai ter que ler para acreditar quando o tempo morre… e gerações se erguem!”

Generations: Forged #1 chega no dia 23 de fevereiro nos Estados Unidos, e estará disponível online e nas lojas de quarinhos.


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X-Men | Quadrinhos da equipe serão publicados quinzenalmente pela Panini

Antes, as publicações eram mensalmente.


Nessa semana, a Panini, atual editora que publica diversos quadrinhos da DC Comics e Marvel no Brasil, passará a publicar os quadrinhos dos X-Men de forma quinzenal, agora vindo dois quadrinhos às bancas por mês. Antes, o formato era mensal, assim como a maioria das revistas (via Jamesons e Omelete).

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A saga Dinastia X/Potências de X, que durou da primeira até a quarta edição da revista dos X-Men, começará a ser lançada de quinze em quinze dias em dezembro, a partir da sexta edição. A quinta edição já estará nas bancas ainda neste mês.


Você pode comprar os quadrinhos dos X-Men no site da Panini clicando aqui.


Nos Estados Unidos, a Marvel já publicou entre 14 e 15 edições. Por conta deste atraso, e para tentar alcançar as publicações nos EUA, talvez tenha acarretado a Panini a tomar essa decisão.

A quinta edição terá um três em um, com: X-Men #1, Excalibur #1 e Carrascos #1. A edição seguinte segue a mesma mão da anterior, e terá  Novos Mutantes #1, X-Force #1 e Fallen Angels #1. Esse mix da Panini será feito na sétima edição, com seis títulos em apenas uma revista de quadrinhos. Todas as três edições irão custar R$ 24,90, trazendo mais de 100 páginas cada.

Essa mudança ainda não foi oficializada pela editora. A sexta edição chegará no dia 2 dezembro e a sétima no dia 16. Os quadrinhos tendem a serem publicados todo início e meio do mês.


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Semana Heroica #3 | Homem-Aranha

O Homem-Aranha foi criado na década de 60 por Stan Lee e Steve Ditko, fazendo sua estreia na revista Amazing Fantasy #15, e pouco tempo depois, ganhou sua própria revista. O herói fez muito sucesso, principalmente entre os jovens, porque era o primeiro herói adolescente que não era apenas um ajudante de outro herói, mas sim o próprio protagonista de sua própria história. E o melhor de tudo, ele era apenas um cara normal que teve a sorte (ou azar) de ter adquirido aqueles poderes. A questão é que já naquela época, o personagem era visto como “inspiração”, principalmente pelo público nerd que sofria bullying e que estava acostumado com um herói musculoso e perfeito, ao contrário de Peter Parker, um adolescente que era herói nas horas vagas. Mas o fator que tornava Peter Parker tão identificável, era de que como ele era um rapaz tímido e inteligente, e quando colocava o traje, isso tudo mudava e ele se tornava alguém mais confiante.

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E com essa confiança, surgiam as famosas piadinhas que saíam nos momentos certos para tentar desequilibrar o inimigo, o problema é que essa questão de piadas é levada muito a sério pelos fãs, que pensam que o personagem tem que lançar uma nova piada a cada cinco minutos, e se não tiver piadinha, não é o Homem-Aranha. A questão aqui é que o Homem-Aranha não é um comediante de Stand Up pra ficar lançando piadinha toda hora. No início de carreira, Peter só usava esse método para ter mais confiança e deixar o medo de lado, e hoje ele só manda essas “brincadeiras” nos momentos certos, não igual ao Deadpool, que literalmente faz um comentário sarcástico a cada dois quadros. Para finalizar, sim o Homem-Aranha é um herói bem humorado, mas não é comediante pra ficar lançando piada toda hora.


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Confira a segunda parte da Semana Heroica, que aconteceu ainda ontem, no CR Comics:

Semana Heroica #4 | A primeira aparição de John Constantine

O personagem criado por Alan Moore, Stephen Bissette e John Totleben, apareceu pela primeira vez em Monstro do Pântano Vol 2 #37, em 1985. Ninguém jamais imaginaria que o britânico de sobretudo seria um dos maiores amigos e parceiros do Monstro do Pântano nos quadrinhos da Vertigo Comics.

Britânico, destemido e fumante, o Constantine foi apresentado por Moore à sua característica, um arrogante de primeira – Moore é de vez em quando. Em sua primeira aparição, há um homem loiro cheio de contatos pelo mundo. Ele mesmo afirma que seus contatos estão interligados, desde a Inglaterra até o estado de Wisconsin. Contatos humanos, mas mesmo assim, com um pitada de sobrenatural.

A irmã é um de suas amigas, que sempre procura por John caso tenha algum problema místico. Nem mesmo conversando dentro do convento, Constantine larga o cigarro. Seu vício por tabaco vem desde sua convivência com hippies no início da década de 1980. Com certeza, isso ele levou bem.

Ao saber de Abby e Alec, já se transformando no Monstro do Pântano, sua primeira missão foi auxiliar o Monstro do Verde em Gótico Americano. Ao longo de 14 edições, os dois trabalharam juntos, e viriam a surgir problemas como o culto Brujeria, organização a qual ambos derrubariam.

“Se importa se eu fumar?”

Pouco há para se falar em sua primeira aparição, mas, seu cinismo, sarcasmo, arrogância e individualismo é mantido até hoje, desde sua primeira aparição em 1985. São poucos mais de 30 anos, mantendo a mesma conduta de golpista e mestre do ocultismo, que sempre consegue o que quer, pelo preço certo. O Constantine viria a ter sua própria revista em quadrinhos em 1988, intitulada de Hellblazer, sendo conhecido por este nome até os dias atuais.


Semana Heroica acontece uma vez por mês, durante uma semana, focando em algum personagem dos quadrinhos, para falar sobre quadrinhos, games, filmes e sua origem, essa última no canal do Critical Room.

A abertura da Semana Heroica aconteceu na segunda:

A parte #3 aconteceu ainda ontem. Veja:

Confira o vídeo de origem do personagem:

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DC FanDome | Segunda parte do evento ganha teaser trailer; assista

A primeira parte do megaevento da DC, DC FanDome foi um sucesso absoluto, e a DC Comics liberou um teaser trailer da segunda parte do evento, que se chamará DC FanDome: Explore o Multiverso. Veja abaixo:

DC FanDome: Explore o Multiverso, acontecerá no dia 12 de setembro e trará quatro áreas de conteúdo exclusivo da editora: DC WatchVerse, DC YouVerse, DC InsiderVerse, DC FunVerse e DC KidsVerse. O DC WatchVerse será o grande responsável de trazer novidades das séries, quadrinhos, jogos e animações da DC Comics. O InsiderVerse colocará os fãs dentro dos sets de filmes, mostrando os bastidores de novos longas, dublagens de jogos e episódios aleatórios de séries. O FunVerse, terá conteúdos interativos e o YouVerse uma amostra de artes e cosplays por fãs.

A segunda parte do evento começa às 14 horas do dia 12 de setembro, terminando no mesmo horário dia seguinte. Os painéis podem ser vistos tanto na versão desktop, quanto para mobile, e o espectador poderá montar sua própria programação, dentro das 24 horas.

Séries como Legends of Tomorrow, Stargirl, Pennyworth, Supergirl, Batwoman, Superman & Lois e muitas outras ganharão diversas novidades em seus painéis exclusivos, com a presença de produtores e membros do elenco.

Tendo sido feita a primeira parte ainda no dia 22 de agosto, o Hall of Heroes teve exibição no mundo todo, sendo assistido por 22 milhões de pessoas em mais de 200 países. Vale lembrar que a DC havia mudado o evento, separando em dois, ainda no dia 19 de agosto. Em um comunicado oficial, a DC disse que ”podem garantir que você será capaz de ver e cobrir tudo sem estresse”.

DC FanDome será traduzido em dez idiomas, incluindo o português.  Além disso, no site oficial do DC FanDome, pode ser conferida a programação completa de todas as seis áreas do evento. É possível escolher os painéis de seu interesse, mas é preciso fazer o cadastro no site para adicionar na sua programação.

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A primeira parte do DC FanDome aconteceu no dia 22, começando às 14h (no horário de Brasília), e terminando no dia 23 às 14h, sendo um evento de 24 horas. Já a segunda parte acontece no dia 12 de setembro, com todas as áreas tendo seus painéis às 14h, sendo reprisados no mesmo horário no dia seguinte. O Critical Room estará fazendo uma cobertura especial no site e mídias sociais da segunda parte.

 

2020-09-12T14:00:00

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DC FanDome: Explore o Multiverso

DC | O Gladiador Dourado vai mesmo ter um filme?

Desde sua confirmação em 2016, o filme do Gladiador Dourado não teve mais nenhuma notícia, mesmo com o roteiro já finalizado por Zack StentzMas, mesmo que aconteça o filme, como ele pode ser introduzido no Universo da DC nos Cinemas?


Criação e origem

Criado por Dan JurgensGladiador Dourado apareceu pela primeira vez em Gladiador Dourado #1, em 1986, após a saga Crise nas Infinitas Terras, que remodelou todo o Universo DC. O primeiro volume contou com 25 edições, se estabelecendo de 1986 a 1988. O Gladiador ainda participou da Liga da Justiça Internacional, fazendo parceria com o primeiro Besouro Azul, Ted Kord.

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Michael Jon Carter era um jogador profissional de futebol americano universitário em Gotham City, no século XXV, mas teve sua carreira no fundo do poço por causas de suas apostas ilícitas. Ele consegue um emprego como zelador no museu de super-heróis em Metropolis, onde aprendeu sobre os séculos passados. Em um dia, ele rouba alguns dispositivos do museu com a ajuda do robô Skeets, como o anel de voo da Legião dos Super-Heróis e o campo de força de Brainiac 5. Michael voltou ao século XX usando a máquina do tempo de Rip Hunter. Ele recebeu o nome de Goldstar, mas após salvar o presidente em 1985, ganhou o nome de Booster Gold (Gladiador Dourado). O nome Goldstar, ficou na empresa que Carter criou, a Goldstar Inc.

O herói queria ser uma celebridade, e para isso, contava com Dirk e Trixie, seu agente de publicidade e a secretária. Claro que isso foi por causa de seu ego inflado e busca incessante por fama e dinheiro, além de querer sempre chamar a atenção; porém o Gladiador já sentia o peso de ser um herói em Metropolis. 

Questionado por suas ações após enfrentar o Onda de Choque, e ao ficar gravemente ferido após tentar derrubar a instalação dos 1000 – sim, a organização criminosa se chama Os 1000. Antes eram Os 10 e depois Os 100 -, o Gladiador estava para morrer no hospital de Metropolis. Uma onda de cidadãos que não queriam mais super-heróis tomou conta da cidade, ou seja, nem mesmo o Superman poderia pisar novamente.

No desenvolver do arco, que concentrava durante a primeira metade derrotar a organização criminosa Os 1000, que posteriormente deixou de existir, a organização consistia em criminosos secundários e até mesmo terciários da DC Comics, como o Blackguard, Mindancer, Chiller, Onda de Choque e o líder, o Diretor. Após serem derrubados, o Gladiador Dourado teve vários outros personagens em sua revista mensal, como o Rip Hunter, Superman e a novíssima Goldstar, heroína e parceira de Carter.

Mas como o Gladiador Dourado poderia se encaixar no novo Universo da DC nos Cinemas?

Tendo o mesmo produtor das séries do Arrowverse, Greg Berlanti, isso facilita muito sua entrada nos cinemas, já que a CW tem uma série em mãos que se trata de viagem no tempo, Legends of Tomorrow. A equipe que fora reunida por Rip Hunter, é muito versátil no show de TV, e quem sabe isso poderia vir a ser uma entrada e ligação das séries com os cinemas – o que é realmente muito difícil, devido ao universo bem montado e fixado de Arrow. Mas por que não? O Showcase #20 (1959), que mostra a origem de Hunter, dos Mestres do Tempo e dos Homens Lineares poderia vir a ser desenvolvida num possível filme ou até mesmo série do Gladiador, já que Rip é um dos grandes parceiros do herói, o ajuda a viajar no tempo e ainda é filho de Michael Carter. Mas é claro, isso poderia vir a ser feito em Legends of Tomorrow, já que tudo se conecta ao Gladiador Dourado.

Com novos filmes saindo, como Mulher-Maravilha 1984, The Batman e o novo Esquadrão Suicida, fica difícil se ligar ao universo inteiro. Para aproveitar essa sequência de novos filmes a serem lançados, o Dourado poderia muito bem se encaixar em Esquadrão Suicida. Não estando no filme, mas coletando para seu longa um dos vilões comandados pela Waller, o Blackguard. Com toda a certeza, o novo Esquadrão se passará na atualidade, o que pode complicar um pouco o filme do Gladiador caso queira seguir os mesmos passos de Mulher-Maravilha 1984. Mas, nada impede o filme de passar alguns anos antes da aparição do Superman em Metropolis.

Reutilizar o Blackguard para o filme do Gladiador seria uma ótima jogada, já que ele pode vir a participar de Esquadrão Suicida. Nos quadrinhos, após ser derrotado por duas vezes pelo Gladiador Dourado, ele entra na equipe de Waller para fazer seu trabalho. E isso poderia ser um ponta muito bom de se ver nos cinemas, conectando o possível filme do Gladiador Dourado com o Esquadrão Suicida de James Gunn, como já mencionado antes. Não seria tão difícil se algum outro vilão que estivesse no novo filme do Esquadrão desse às caras em Gladiador Dourado, como é o caso da Mongal.

Além disso, o longa pode abordar como vilões a organização criminosa Os 1000, assim como nas primeiras 13 edições dos quadrinhos de Dan JurgensAcredito que ter apenas 3 vilões dos 5 que há na organização, caberia muito bem, pois nenhum ficaria sobrando na tela ou sumiria sem explicação. Os antagonistas mais aptos seriam, Blackguard, Mindancer e o Diretor, o único a não ter nenhum poder. Por um lado os vilões que vão entrar em batalha com o Gladiador, por outro, poderiam muito bem abordar o senador Ballard, que tenta destruir a imagem do super-herói. Com isso, no filme sua vida pessoal poderia entrar em conflito com sua vida de combate ao crime, assim explorando as verdades não ditas por Michael e seu passado desastroso em 2462, quando perde sua carreira de jogador e família. Isso viria a funcionar muito bem em um eventual flashback no decorrer do filme, mas acredito que mostrar a origem em si no começo, capta melhor a ideia para o entendimento da obra. E claro, não poderia faltar sua fome de fama, característica do herói.

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Quais outros heróis poderiam estrear no universo?

No decorrer de seu primeiro volume, o Gladiador Dourado conheceu diversos heróis e fez várias parcerias com outros. Entre eles, estavam o Superman, Columba e a própria Liga da Justiça Internacional, equipe a qual ele fez parte posteriormente. Até mesmo vilões como Lex Luthor e Max Lord apareceram em uma edição. Mas uma de suas grandes parcerias mais conhecidas era com o Ted Kord, o Besouro Azul.

A dupla Gladiador e Besouro funciona muito bem, já que um deles não tem algum poder  e o outro tem. É como acontece com Batman e Superman, os Melhores do Mundo. Porém, Carter e Kord são extrovertidos, diferentemente de Bruce e Clark – só o Batman  é mais carrancudo, o Superman ainda tenta manter o senso de humor. 

Num possível filme do Glandincrível, seria interessante ver o Besouro Azul aparecer para ajudá-lo em alguma parte, porém poderia ofuscar a estrela, que seria o próprio Dourado. Não é um grande risco que Greg Berlanti pode correr, pois, mesmo em Shazam! vimos que o principal se une ao resto da Família Shazam, sem perder o foco.

A dupla interativa de Kord e Carter é muito vista nos quadrinhos da Liga da Justiça Internacional, onde ambos são cômicos na maior parte do tempo, sendo os mais divertidos da equipe. Mesmo que Kord esteja morto atualmente nos quadrinhos devido aos eventos de Crise de Identidade, seria muito interessante vê-lo em ação, e quem sabe, tendo um próprio filme no futuro.

É claro que, caso o Besouro Azul não aparecesse no filme, poderia ter um cameo do Superman. Como já foi noticiado que Henry Cavill pode voltar a viver o Escoteiro, quem sabe há possibilidades dele estar no filme do Gladiador – o que não seria muito estranho, porque ambos se situam na mesma cidade.

Mas, um outro conhecido poderia dar às caras na história. Estou falando de Rip Hunter, um Mestre do Tempo. É um método eficaz, um possível enredo com um envolvimento, mesmo que seja mínimo, dos Mestres do Tempo. Colocá-lo no longa pode dar tão certo quanto o Superman em uma possível aparição, já que tanto o Gladiador quanto Hunter são viajantes do tempo e usam esse poder a seu favor. Vale lembrar que Michael é pai de Rip – já mencionado no artigo -, mas nunca foi revelado ao herói que Rip era seu filho.

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Vários outros heróis poderiam fazer sua aparição no filme do Gladiador Dourado, como é o caso do Homem-Borracha, um personagem tão cômico quanto o próprio protagonista do eventual filme da DCRapina, Caçador de Marte e a Canário Negro já marcaram presença nos quadrinhos do super-herói também, e alguns poderiam fazer cameos ou apenas serem mencionados ou referenciados no filme.


Bons motivos e ganchos não faltam para que o Gladiador Dourado se encaixe no DCEU, e história é uma coisa que não falta para ele, podendo explorar facilmente sua origem oriunda dos quadrinhos, ou apenas explicar isso em flashbacks. 

Há grandes chances de também ser fora do universo cinematográfico, assim como será em The Batman, mas com o Flashpoint que acontecerá em The Flash, poderá unir The Batman Gladiador Dourado aos outros filmes do DCEU. 

Ainda não foi dado um sinal verde para a Warner Bros. seguir adiante com o projeto de Greg Berlantimas o roteiro escrito por Zack Stentz já está nas mãos da Warner. Possivelmente o estúdio está segurando o filme para avaliar o sucesso de outros, como Mulher-Maravilha 1984. Filmes como Shazam! Aves de Rapina não estouraram a bilheteria, mas tiveram uma boa recepção pela crítica, mas nem de todos os fãs. Seguindo a mesma fórmula de Shazam!, não vejo o porquê de não ter um filme do Gladiador Dourado. É só uma questão de tempo para a Warner dar um sinal verde para a produção de Berlanti e companhia.

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Tom Holland brasileiro? Cosplayer fala sobre o Homem-Aranha e seu trabalho [Exclusivo]

Em entrevista ao Critical Room, o cosplayer Lucas Cruz falou um pouco de sua trajetória e revela seu filme favorito.


Homem-Aranha é um dos principais heróis de quadrinhos da Marvel e da história. Muito amado por diversos fãs pelo mundo todo, o Cabeça de Teia teve vários atores no papel para o cinema e séries de TV. O último a vestir o manto, que ainda está atualmente no papel é o ator Tom Holland, um dos mais influenciados por cosplayers do mundo todo.

O Critical Room buscou um dos vários cosplays do Homem-Aranha, e entrevistou o cosplayer Lucas Cruz, que é a cara do Tom Holland! Ele recentemente teve seu perfil principal no Instagram bloqueado, mas criou um novo, e com a ajuda dos fãs alcançou a marca que detinha antes. Ele nos contou um pouco de como viralizou toda essa fama acerca de seu cosplay e aparência com o ator Tom Holland.

“Na primeira aparição de Tom Holland como Homem-Aranha no cinema, algumas pessoas começaram a comentar que eu era um pouco semelhante ao ator. Até então só uns comentários e outros. Mas quando saiu o primeiro filme solo do Homem-Aranha com o ator, foi muita gente comentando. Então uma amiga incentivou a criação de um Instagram. Comecei a postar fotos e cada vez mais surgiam comentários”, comentou. “Certo dia no Metrô de São Paulo, um homem chamado Elienton tirou uma foto escondido de mim e postou em um grupo de Facebook com a legenda de ‘Homem-Aranha Voltando para Casa’, onde tiveram mais de 10 mil compartilhamentos e virei um meme na internet [risos]. Depois disso comprei um traje simples da China e comecei a ir em cinemas e eventos Nerds. Fiz alguns ensaios fotográficos e hoje crio conteúdo na internet sendo cosplay do Homem-Aranha/Tom Holland”, finalizou.

Lucas comentou que sempre gostou muito do Homem-Aranha desde os filmes com o Tobey Maguire Andrew Garfield. “Sempre assisti os filmes do Tobey Maguire e Andrew Garfield. Até então não tinha o costume de ler quadrinhos, sempre gostei mais dos cinemas. Meu herói favorito desde o início do UCM sempre foi o Homem de Ferro, e foi assim até a aparição de Tom Holland nos filmes”. Ele ainda disse que além da “identificação da aparência, veio também a questão dele se apegar muito ao Tony Stark, o que me fez gostar mais ainda do personagem”.

Como muitos sabem, o Homem-Aranha é um herói adolescente tentando fazer a diferença, e sua essência aos cinemas vem tomando cada vez mais forma, se aproximando dos quadrinhos como o amigão da vizinhança.

“Acredito que o herói não pode perder sua essência de ajudar a vizinhança, trazer paz e combater o crime. Vimos sim uma versão bem jovem e ainda em transição da adolescência, preso ao Tony Stark como seu mentor. Mas, acredito que agora com a morte do Homem de Ferro, ele irá amadurecer muito, se fortalecer cada vez mais e provar o quanto consegue ser importante para todos”, falou o cosplayer.

Ao ser perguntado sobre o hate que o Homem-Aranha de Tom Holland sofre, ele diz que é “um pouco injusto a comparação, principalmente com o Tobey, pois são momentos diferentes”. Ele ainda se diz surpreso o quão presente o Homem-Aranha está na vida das pessoas, e ainda agradece ao criador Stan Lee por proporcionar um novo herói baseado em sua visão.

“Serei eternamente grato a Stan Lee por nos proporcionar essa alegria de nos identificar com um super herói tão humano e perto da nossa realidade.”

Versão de cinema e filme favorito

Lucas ainda se mantém fiel a versão que faz cosplay, dizendo ser seu ator favorito. “A versão nova do homem aranha me agrada muito mais, pelo fato de ser um personagem mais alegre, mas carismático e envolvido com os outros heróis do UCM”, disse Lucas ao Critical Room. Em contrapartida, seu filme favorito do Homem-Aranha é Homem-Aranha 2 com Tobey Maguire no papel: Por mais que eu goste muito do Tom Holland, o roteiro de Homem-Aranha 2  é muito bem trabalhado. Vemos muito a parte humana do Peter e ainda contamos com o melhor vilão já visto, Dr. Octopus.”

Quadrinhos?

Perguntado se era um leitor de quadrinhos frequente do Cabeça de Teia, ele foi sincero e disse que “nunca tive costume de ler HQs, pelo fato de gostar muito dos filmes”, porém ele confirma que começou a ler mais quadrinhos do herói da Marvel no início de 2020.

“Por enquanto li somente duas HQs, que são: “Homem-Aranha: História de Vida” de Zdasrky e  Bagley e “O Espetacular Homem-Aranha: De Volta ao Lar”, de Straczynski e Romita Jr”, comentou.

O cosplayer ainda admite que está gostando muito de ler os quadrinhos do Aracnídeo e que se arrepende de não ter criado um hábito para leitura antes. “Me arrependo bastante de não ter criado o hábito de ler antes essas histórias. Mas de agora em diante vou ler várias pois é muito bom e da um conhecimento muito mais amplo do personagem”.

Contudo, o Homem-Aranha não pode perder a essência de sempre querer fazer mais pelo sua cidade e para o mundo, sempre mantendo o carisma gigante que vem dos quadrinhos de Stan Lee e outros vários autores. Por enquanto, um novo filme do Tom Holland como Homem-Aranha está apenas no papel, sem nenhum andamento na produção do filme, já que o ator está filmando Uncharted.


Confira também o perfil e seus trabalhos de cosplay:

Participantes da entrevista: Gabriel, Pablo e Paulo.

O que esperar de Endless Winter, novo quadrinho da DC?

Quadrinho foi anunciado na San Diego Comic-Con @Home.


Como os estúdios da Warner Bros. não deram presença para anunciar novidades de filmes e séries, tanto por sua parte quanto pela parte da DC Comics, os quadrinhos não ficaram de fora. Com dois painéis especiais para um bate papo sobre quadrinhos e novidades – que não foram muitas, a DC anunciou um grande evento para o final de 2020, intitulado Endless Winter. Mas, qual personagem o quadrinho pode abordar?

Primeiramente, precisamos avaliar a capa do quadrinho. Totalmente azul, com aspectos gélidos que remetem ao frio, e com a data um dia antes do começo do inverno no hemisfério norte, o arco vai abordar, provavelmente, um personagem que seja ligado ao inverno. O nome do quadrinho também denota isso, Endless Winter, que em tradução livre significa Inverno Sem Fim. É provável que o evento se passe no natal, funcionando como um especial de natal da DC Comics, já que lança dias antes da ocasião, ou que aborde apenas novos personagens.

O quadrinho pode abordar personagens como o Senhor Frio, inimigo do Batman, Geada, aliado da Sociedade da Injustiça ou o que é mais possível, ser um quadrinho focado na personagem Dolores Winters, tendo sido criada ainda na década de 1940, por Jerry Siegel e Joe Shuster.

Vamos tentar conectar cada caso ao quadrinho que pode ser explorado, com os personagens aqui mencionados.


Dolores Winters

Começando por Dolores, criada ainda na Era de Ouro dos quadrinhos, apareceu na Action Comics #20 (1940). Sua história é conturbada, pois foi capturada pelo vilão Ultra-Humanoide, que transplantou seu cérebro para o de Dolores, podendo assim enfrentar a Sociedade da Justiça sem que desconfiassem. A mente de Dolores foi transplantada para outro corpo, a fazendo enlouquecer e assumir a alcunha da supervilã Endless Winter.

Com o mesmo nome que o título do quadrinho, o roteiro poderia abordar seu retorno para o universo da DC, já que teve sua última aparição em Liga da Justiça: Clamor por Justiça #5 (2010), sendo declarada morta no quadrinho. A seguir daí, ela nunca mais foi mencionada, nem tido outro flashback, como teve em Liga da Justiça. Não só mostrando uma possível volta do mundo dos mortos, mas também, retornando ao original, recontando sua origem ou mudando ela, já que será um quadrinho pós-crise e com possibilidades de ser isolado da cronologia atual.

Essa sim é a grande aposta, e o novo quadrinho pode abordar uma sequência direta de Liga da Justiça: Clamor por Justiça, tendo se passado uns anos após os eventos. 

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Sr. Frio

Nós não podemos descartar a possibilidade de que Victor Fries pode ser o vilão do quadrinho. Há realmente muitas coisas a serem abordadas do personagem na HQ, caso tenhamos ele como foco principal. Começando pelo seu passado, não quando ele brincava de congelar animais, mas sim quando ele conheceu Nora, e logo teve seu amor interrompido pela doença de sua esposa. Victor decidiu congelar sua esposa e colocá-la em uma câmara que a mantenha congelada na GothCorp, empresa em que ele trabalhava. Ferris Boyle, o dono da empresa, descontente com a situação, agrediu Victor, o jogando contra produtos químicos criogênicos, que serviam para a pesquisa de Nora. Fries tornou-se um vilão, usando seu traje para resistir à grandes temperaturas e buscando vingança contra Boyle, mas também recursos para salvar sua esposa.

É difícil ver qual história poderia ser abordada, já que o personagem é muito utilizado pela DC, seja em jogos ou quadrinhos. Mas, por que não vê-lo se redimir dos crimes e apenas focar em uma cura e consegui-la para sua esposa? Na Detective Comics #1012, Nora é curada por Lex Luthor, e para a surpresa de Fries, ela vira uma vilã tão pior quanto ele, até abandoná-lo.

Seria possível abordar uma história onde Fries conseguia a cura sem o auxílio externo, e que fosse uma cura estável, para que pudessem viver felizes. Algo parecido foi visto em Batman: Arkham Knight, onde Nora é sequestrada pelo Espatanlho, forçando o Sr Frio a participar de seu plano para derrubar o BatmanBatman liberta Nora da câmara criogênica, e retorna ao navio de Frio para que ele pudesse ajudá-la. O resto… é a própria redenção do vilão para viver os últimos dias com sua esposa.

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Geada (Joar Mahkent)

Essa é uma aposta com pouquíssimas chances, já que o vilão faz frente contra a Sociedade da Justiça, e o quadrinho terá a Liga da Justiça, muito provavelmente. Ele basicamente é um vilão comum, só que com poderes, mas sem grandes pretensões nos quadrinhos. Já na TV, em Stargirl, é ele quem lidera a Sociedade da Injustiça da América, planejando fazer do mundo um lugar melhor com o Projeto Nova América.

O Geada é um dos vilões que foram mortos nos eventos de Crise nas Infinitas Terras, mas seu filho Cameron ainda está vivo, usando a mesma alcunha e tendo os mesmos poderes. A primeira versão do vilão pode muito bem voltar neste novo evento, mas como eu disse, é uma aposta pouco provável.

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Duas imagens dos quadrinhos ainda lançadas ontem (25), confirmam que o vilão ou vilã voltou dos mortos para assombrar o mundo mais uma vez. Dos três citados acima, dois deles morreram e um não, que é justamente o Senhor Frio. A grande chance de aparecer no novo evento é a própria Dolores Winters, mas não podemos descartar outros vilões como os já mencionados de estrelar um quadrinho, ou fazer aparições rápidas. Capitão Frio e Nevasca são outras duas possibilidades de aparecerem na HQ.

Endless Winter tem previsão de lançamento para dezembro de 2020.

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DC | Endless Winter ganha capas inéditas

Quadrinho chega apenas no final do ano.


Anunciado na San Diego Comic-Con de 2020, o novo evento da DC Comics nos quadrinhos, Endless Winter, ganhou duas capas inéditas, destacando o Batman e a Mulher-Maravilha. Veja abaixo:

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Os teasers revelaram apenas duas frases, mas com grandes sentidos para o possível personagem que pode ser uma vilã chamada Endless Winter. “Você não pode enterrar o passado para sempre”, diz a frase do Batman, e já a da Mulher-Maravilha diz: “Achávamos que ele estava morto. Mas ele voltou.” 

Uma sinopse ainda não foi revelada, e possivelmente, detalhes virão a serem divulgados na segunda parte do DC FanDome, que acontece no dia 12 de setembro.

Endless Winter tem previsão de lançamento para dezembro de 2020.

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Divulgação/DC Comics

DC FanDome | Evento ganha novo nome e trailer épico; veja

DC FanDome: Hall of Heroes acontece neste sábado (22). 


Nesta quarta-feira (19), a Warner Bros. liberou um novo trailer de apresentação do Hall of Heroes do DC FanDome, reunindo vários painéis, diretores, celebridades e as principais atrações do Universo DC. Veja abaixo:

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Antes chamado de DC FanDome, o nome mudou e agora será chamado de DC FanDome: Hall of Heroes. O site foi visto em manutenção pela manhã, e com isso, ocorreu uma grande mudança na programação. Os horários dos painéis do Hall of Heroes foram ajustados para um novo horário, e as outras áreas do evento, DC WatchVerse, DC YouVerse, DC InsiderVerse, DC FunVerse e DC KidsVerse foram todos deslocados para o dia 12 de setembro, com todos os painéis acontecendo às 14h. Os painéis serão reprisados no dia 13.

Em um comunicado oficial, a DC disse que ” podem garantir que você será capaz de ver e cobrir tudo sem estresse”. É uma separação, para que aconteça dois eventos em menos de um mês, não sobrecarregando o trabalho dos veículos de imprensa e os fãs. Foi uma forma para que ninguém perca nenhum painel das principais atrações e também das séries no WatchVerse, já que aconteciam no mesmo horário. Para conseguir um grande público para o WatchVerse, a DC optou por mudar o dia do segundo evento e focar no Hall of Heroes.

O evento vai trazer muitas novidades na área cinematográfica, como Mulher-Maravilha 1984, The Batman Esquadrão Suicida, novidades nas séries animadas e filmes animados, o DC Animated Universe; séries de TV da CW, DC Universe HBO Max, anúncios de quadrinhos e também de games, como o possível jogo do Batman, produzido pela WB Montreal e o já confirmado jogo do Esquadrão Suicida, desenvolvido pela Rocksteady.

DC FanDome será traduzido em dez idiomas, incluindo o português. O Hall of Heroes acontecerá no dia 22, começando às 14h (no horário de Brasília), e termina no dia 23 às 14h, sendo um evento de 24 horas. No dia 12 de setembro acontece o restante do evento, com reprise no dia 13. O Critical Room estará fazendo uma cobertura especial.

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Semana Heroica #7 | 5 HQs do Wolverine

Criado em 1974 por Lee Wein, o Wolverine era apenas um coadjuvante, que fez sua estreia em The Incredible Hulk #180. O personagem seria completamente esquecido se não fosse Chris Claremont e Dave Cockrum, que decidiram introduzir o personagem aos Novos X-Men em 1975, mas foi apenas com a entrada de John Byrne que o personagem ganhou um estilo arrojado, confiante e um pouco arrogante, tudo isso misturado com a fúria assassina do personagem. Depois disso, o Carcaju sempre esteve ligado a equipe de mutantes, se tornando um integrante fundamental, e claro, ganhando seus próprios quadrinhos. Confira algumas das obras que o personagem protagonizou durante esses anos:


5. Wolverine Origem

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Com roteiro de Paul Jenkins e desenhos de Andy Kubert, “Wolverine Origem” foi lançada em 2001 em formato de minissérie em 6 edições. A obra mostra a infância de Logan, ou melhor, a infância de James, o real nome do personagem, que foi criado numa família rica no Canadá, e o “surgimento” de seus poderes após um evento traumático envolvendo sua família. A partir daí, ele tem que abandonar sua antiga vida, acompanhado de Rose, uma amiga e um interesse romântico.

4. Arma X

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Publicada em 1990 e com roteiro e desenhos de Barry Windsor-Smith, a HQ conta a história de como Logan ganhou suas garras e ossos revestidos de Adamantium, mostrando seu sequestro para servir de cobaia para o experimento “Projeto X“, do momento em que ele deixou de ser um mutante para se tornar uma verdadeira arma de guerra, uma verdadeira Arma X.

3. Eu, Wolverine

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A dupla Chris Claremont e Frank Miller lançaram uma das obras mais famosas do personagem, com a famosa introdução “Sou o melhor no que faço, mas o que faço não é muito agradável“. Eu, Wolverine, foi lançada em 1982, e conta a saga de Logan que parte rumo ao Japão para conquistar sua amada Mariko, porém ele acaba se envolvendo com gangues japonesas e o próprio Tentáculo. Para conseguir, ele precisa provar seu valor se quiser conquistar o coração de sua amada.

2. Inimigo do Estado

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O Wolverine é uma das maiores armas que a S.H.I.E.L.D tem a sua disposição, mas o que aconteceria se essa arma mudasse de lado? É isso que a HQ com roteiro de Mark Millar e desenhos de John Romita Jr e Klaus Janson trouxeram em 2005, um Wolverine que sofreu uma lavagem cerebral e agora está sob controle da HYDRA e do Tentáculo. E se não bastasse, o principal plano dessas organizações criminosas é assassinar os maiores heróis da terra e trazê-los de volta a vida, mas como agentes da HYDRA, assim como foi feito com o Wolverine, a Arma X.

1. O Velho Logan

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Publicada em 2009, com roteiro de Mark Millar e desenhos de Steve McNiven, a HQ O Velho Logan conta uma história sombria, onde os heróis do mundo inteiro caíram, e o Wolverine foi um dos poucos que restou, mas ele se recusa a usar suas garras, mantendo essa promessa por longos 50 anos. Mas quando sua família é ameaçada pela Gangue do Hulk após não ter pago suas dívidas sua única saída é partir em uma jornada perigosa ao lado de Clint Barton, o velho Gavião Arqueiro, que promete pagar uma quantia em dinheiro se Logan o ajudar a levar um carregamento secreto até Nova Babilônia, cruzando o território dos EUA e revisitando os lugares onde os heróis e a esperança de todos caíram; ao mesmo tempo em que Logan relembra a noite em que tudo deu errado e os vilões tomaram o poder.

Bônus – O Incrível Hulk #340: Círculo Vicioso

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Com roteiro de Peter David e arte de Todd McFarlane, Círculo Vicioso é um dos embates mais emblemáticos entre o Hulk e Wolverine, já que o X-Men estava passando por uma fase de reconstrução e tentando ser mais racional. Enquanto o Hulk estava buscando vingança contra todos que o menosprezaram no passado, o Carcaju é um dos primeiros da lista.


Essa foi a lista de algumas HQs do Wolverine, é uma lista pequena se formos analisar toda a história do personagem, que conta com vários arcos famosos e vilões inesquecíveis. Confira a matéria sobre a primeira aparição do Carcaju, seus games e o CR Origens sobre o personagem:

A parte #5 aconteceu no Instagram. Confira:

Marvel cancela série mensal do Motoqueiro Fantasma

O roteirista dos quadrinhos da série mensal do Motoqueiro Fantasma, Ed Brisson, disse em seu Twitter que a Marvel cancelou a revista mensal (via Comic Book). Veja abaixo a confirmação:

“Como muitos pensavam, Motoqueiro Fantasma #7 foi a última edição da série. Eu amei escrevê-la; me diverti bastante contando as histórias de Danny e Johnny; e introduzindo o Espírito da Corrupção. Quanto as suas aventuras contínuas, isso continuará em outros lugares no Universo da Marvel”, tweetou Brisson.

A pandemia do Coronavírus foi a grande causa do cancelamento, pois não permitiu que a Diamond Comic Distributors conseguisse entregar os produtos, que foram parados de serem enviados em abril. A edição #7 foi a última a ser lançada, sem possível continuação a curto prazo.

Sinopse: “O Cavaleiro Fantasma dos Irmãos está de volta! Johnny Blaze não é apenas o rei do inferno – ele também é o diretor. Ele é a primeira linha de defesa entre as hordas demoníacas que tentam escapar da junta e os senhores de outros infernos. Danny Ketch nunca quis ser um Cavaleiro Fantasma, agora que seu irmão está no comando lá embaixo, Ketch deve assumir o dever de fazer um jogo para o trono e todo o poder que o acompanha. do Espírito de Vingança da Terra em tempo integral – não importa o quanto ele prefira estar fazendo outra coisa. “

Enquanto o roteirista promete que a série de revista em quadrinhos do Motoqueiro Fantasma pode continuar em algum lugar do Universo Marvel, resta os fãs esperar para algum anúncio ou posição da Marvel Comics sobre o comentário.


Ainda falando de quadrinhos, o Justiça Encapuzada é o destaque do CR Origens #12, no Critical Room

SDCC20 | Encerramento do evento e veredito; confira como foi a San Diego Comic-Con 2020

Evento inova, mas com problemas.


San Diego Comic-Con @Home chegou ao seu fim no domingo (26), trazendo muitas novidades para as séries e quadrinhos. O evento que ocorreu de forma online, conseguiu se organizar de forma rápida para que, no ano em que completa 50 anos, a Comic-Con pudesse ocorrer. Sebastian, nosso apresentador, trouxe alguns dos destaques listados pela equipe do site, também comentando do que achou do evento. O vídeo pode ser conferido acima.

Com vídeos gravados e disponibilizados no site oficial do evento e canal do YouTube, a curadoria teve de se virar, para agradar o público de todo o mundo. Dessa vez, o evento seria gratuito e acessível à todos, mas apenas com legendas em inglês, dificultando aqueles que não entendem o idioma. Porém, a San Diego Comic-Con de 2020 foi muito bem proveitosa, trazendo diversidade nos quadrinhos e conseguindo firmar que ainda é um dos eventos mais importantes do mundo.

San Diego Comic-Con @Home aconteceu do dia 22 ao dia 26 de julho.

SDCC20 | DC anuncia Endless Winter para final do ano

Os painéis da San Diego Comic-Con ainda estão acontecendo, e é claro, a DC Comics ganhou dois painéis específicos para falar sobre arcos nos quadrinhos que foram publicados recentemente. Mas, a novidade não esteve presente em algum painel sequer. 

Endless Winter será a nova saga para os quadrinhos da DC, que chegará após o término do grande arco Dark Night’s: Death Metal, escrito por Scott Snyder. O título, que em tradução livre significa “Inverno Sem Fim”, intriga muitos fãs, que já pensam quais os personagens que serão os protagonistas da HQ. 

Tendo em mente a capa e o nome, o quadrinho pode ser um arco de algum dos vilões que controlam o frio, como o Senhor Frio, inimigo do BatmanNevasca, Geada, Capitão Frio e alguns outros podem ser o protagonista do arco, ou ter uma aparição especial na HQ.

DC, planeja fazer um grande evento online, chamado DC FanDome, e muito provavelmente, Endless Winter pode receber alguma prévia de imagens ou uma sinopse da história. Nenhum detalhe sobre a HQ foi divulgado na San Diego Comic-Con @Home, além do título e sua capa.

Endless Winter tem previsão de lançamento para dezembro de 2020.

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San Diego Comic-Con @Home acontece do dia 22 ao dia 26 de julho. 

SDCC20 | Confira os vencedores da 32ª edição do Eisner Awards

Como é de costume em toda San Diego Comic-Con, acontece o Eisner Awards, premiação dos melhores quadrinhos, que inclui todas as editoras de quadrinhos, como a DC Comics, Marvel, Dark Horse, Image Comics e diversas outras que publicam suas bandas desenhadas. Dessa vez, a premiação aconteceu de forma remota, já que o evento está sendo todo online por conta da pandemia do Coronavírus. 

O Eisner Awards 2020 contou com a apresentação de Phil LaMarr, dublador do Lanterna Verde na série animada da Liga da Justiça, tendo a abertura da administradora do Eisner, Jackie Estrada, que também encerrou a cerimônia. O Eisner Awards premiou, em 31 categorias, quadrinhos publicados no ano de 2019 e contou com um total de seis juízes.

Três quadrinistas brasileiros foram indicados, mas não ganharam o prêmio deste ano. Confira a lista completa de indicados e vencedores:


Melhor História Curta

Vencedor: Hot Comb, por Ebony Flowers (Drawn & Quarterly)

Indicados: How to Draw a Horse, por Emma Hunsinger (The New Yorker), The Menopause, por Mira Jacob (The Believer)Who Gets Called an ‘Unfit’ Mother, por Miriam Libick (The Nib) You’re Not Going to Believe What I’m About to Tell You, por Matthew Inman (The Oatmeal)

Melhor Edição Única

Vencedor: Our Favorite Thing Is My Favorite Thing Is Monsters, por Emil Ferris (Fantagraphics)

Indicados: Coin-Op No. 8: Infatuation, por Peter e Maria Hoey (Coin-Op Books), The Freak, por Matt Lesniewski (AdHouse), Minotäar, por Lissa Treiman (Shortbox) e Sobek, por James Stokoe (Shortbox)

Melhor Série Contínua

Vencedor: Bitter Root, por David Walker, Chuck Brown, e Sanford Greene (Image)

Indicados: Criminal, por Ed Brubaker e Sean Phillips (Image), Crowded, por Christopher Sebela, Ro Stein, e Ted Brandt (Image), Daredevil, por Chip Zdarsky e Marco Checchetto (Marvel), The Dreaming, por Simon Spurrier, Bilquis Evely (DC) e Immortal Hulk, por Al Ewing, Joe Bennett, e Ruy José (Marvel)

Melhor Antologia

Vencedor: Drawing Power: Women’s Stories of Sexual Violence, Harassment, and Survival, edited by Diane Noomin (Abrams)

Indicados: Kramer’s Ergot #10, edited by Sammy Harkham (Fantagraphics), The Nib #2–4, edited by Matt Bors (Nib)ABC of Typography, by David Rault (SelfMade Hero) e Baltic Comics Anthology š! #34-37, edited by David Schilter, Sanita Muižniece et al. (kuš!)

Melhor Edição Norte-Americana de Conteúdo Internacional

Vencedor: The House, de Paco Roca, tradução de Andrea Rosenberg (Fantagraphics)

Indicados: Diabolical Summer, DE Thierry Smolderen e Alexandre Clerisse, tradução de Edward Gauvin (IDW), Gramercy Park, de Timothée de Fombelle e Christian Cailleaux,tradução de Edward Gauvin (EuroComics/IDW), Maggy Garrisson, de Lewis Trondheim e Stéphane Oiry, tradução de Emma Wilson (SelfMadeHero), Stay, de Lewis Trondheim e Hubert Chevillard, tradução de Mike Kennedy (Magnetic Press) e Wrath of Fantômas, de Olivier Bocquet e Julie Rocheleau, tradução de Edward Gauvin (Titan)

Melhor Edição Norte-Americana de Conteúdo Asiático

Vencedores: Cats of the Louvre, de Taiyo Matsumoto, tradução de Michael Arias (VIZ Media) Witch Hat Atelier, de Kamome Shirahama, tradução de Stephen Kohler (Kodansha)

Indicados: BEASTARS, de Paru Itagaki, tradução de Tomo Kimura (VIZ Media), Grass, de Keum Suk Gendry-Kim, tradução de Janet Hong (Drawn & Quarterly)Magic Knight Rayearth 25th Anniversary Edition, de CLAMP, tradução de Melissa Tanaka (Kodansha) e The Poe Clan, de Moto Hagio, tradução de Rachel Thorn (Fantagraphics)

Melhor Roteirista

Vencedores: Mariko Tamaki, Harley Quinn: Breaking Glass (DC); Laura Dean Keeps Breaking Up with Me (First Second/Macmillan); Archie (Archie)

Indicados: Bobby Curnow, Ghost Tree (IDW), MK Reed e Greg MeansPenny Nichols (Top Shelf)Lewis Trondheim, Stay (Magnetic Press); MaggyGarrisson (SelfMadeHero), G. Willow Wilson, Invisible Kingdom (Berger Books/Dark Horse)Ms. Marvel (Marvel) e Chip ZdarskyWhite Trees (Image)Daredevil, Spider-Man: Life Story (Marvel)Afterlift (comiXology Originals)

Melhor Roteirista e Artista

Vencedor: Raina Telgemeier, Guts (Scholastic Graphix)

Indicados: Nina BunjevacBezimena (Fantagraphics), Mira JacobGood Talk (Random House); “The Menopause” in The Believer (June 1, 2019), Keum Suk Gendry-Kim, Grass (Drawn & Quarterly), James StokoeSobek (Shortbox) e Tillie Walden, Are You Listening? (First Second/Macmillan)

Melhor Artista ou Equipe de Artistas

Vencedores: Rosemary Valero-O’Connell, Laura Dean Keeps Breaking Up with Me (First Second/Macmillan)

Indicados: Ian BertramLittle Bird (Image), Colleen DoranSnow, Glass, Apples (Dark Horse), Bilquis EvelyThe Dreaming (DC), Simon GaneGhost Tree (IDW) e Steve PughHarley Quinn: Breaking Glass (DC)

Melhor Artista Digital

Vencedor: Christian Ward, Invisible Kingdom (Berger Books/Dark Horse)

Indicados: Didier Cassegrain, Black Water Lilies (Europe Comics), Alexandre Clarisse, Diabolical Summer (IDW), David Mack, Cover (DC), Léa Mazé, Elma, A Bear’s Life, vol. 1: The Great Journey(Europe Comics) e Julie Rocheleau, Wrath of Fantômas(Titan)

Melhor Artista de Capa

Vencedor: Emma Rios, Pretty Deadly (Image)

Indicados: Jen Bartel, Blackbird (Image Comics), Francesco Francavilla, Archie, Archie 1955, Archie Vs. Predator II, Cosmo (Archie), David Mack, American Gods, Fight Club 3 (Dark Horse); Cover (DC), Julian Totino Tedesco, Daredevil (Marvel) e Christian Ward, Machine Gun Wizards (Dark Horse), Invisible Kingdom(Berger Books/Dark Horse)

Melhor Colorista

Vencedores: Dave Stewart, Black Hammer,B.P.R.D.: The Devil You Know, Hellboy and the BPRD (Dark Horse); Gideon Falls (Image); Silver Surfer Black, Spider-Man(Marvel)

Indicados: Lorena Alvarez, Hicotea (Nobrow), Jean-Francois Beaulieu, Middlewest, Outpost Zero (Image), Matt Hollingsworth, Batman: Curse of the White Knight, Batman White Knight Presents Von Freeze (DC); Little Bird, November (Image) e Molly Mendoza, Skip (Nobrow)

Melhor Letrista

Vencedores: Stan Sakai, Usagi Yojimbo (IDW) e Tillie Walden, Are You Listening?(First Second/Macmillan)

Indicados: Deron Bennett, Batgirl, Green Arrow, Justice League, Martian Manhunter (DC); Canto (IDW); Assassin Nation, Excellence (Skybound/Image); To Drink and To Eat, vol. 1 (Lion Forge); Resonant (Vault), Jim Campbell, Black Badge, Coda (BOOM Studios); Giant Days, Lumberjanes: The Shape of Friendship (BOOM Box!); Rocko’s Modern Afterlife (KaBOOM!); At the End of Your Tether (Lion Forge); Blade Runner 2019 (Titan); Mall, The Plot, Wasted Space (Vault), Clayton Cowles, Aquaman, Batman, Batman and the Outsiders, Heroes in Crisis, Superman: Up in the Sky, Superman’s Pal Jimmy Olsen (DC); Bitter Root, Pretty Deadly, Moonstruck, Redlands, The Wicked + The Divine (Image); Reaver (Skybound/Image); Daredevil, Ghost-Spider, Silver Surfer Black, Superior Spider-Man, Venom (Marvel), Emilie Plateau, Colored: The Unsung Life of Claudette Colvin (Europe Comics)

Melhor Design de Publicação

Vencedores: Making Comics, Lynda Barry (Drawn & Quarterly) e Rusty Brown, Chris Ware (Pantheon)

Indicados: Grunt: The Art and Unpublished Comics of James Stokoe, Ethan Kimberling (Dark Horse), Krazy Kat: The Complete Color Sundays, by George Herriman, Anna-Tina Kessler (TASCHEN), Logo a Gogo, Rian Hughes (Korero Press) e Madness in Crowds: The Teeming Mind of Harrison Cady, Paul Kopple and Alex Bruce (Beehive Books)

Melhor HQ Digital

Vencedor: Afterlift, de Chip Zdarsky and Jason Loo (comiXology Originals)

Indicados: Black Water Lilies, de Michel Bussi, adaptado por Frédéric Duval e Didier Cassegrain, tradução de Edward Gauvin (Europe Comics), Colored: The Unsung Life of Claudette Colvin, de Tania de Montaigne, adaptado por Emilie Plateau, tradução de Montana Kane (Europe Comics), Elma, A Bear’s Life, vol. 1: The Great Journey, de Ingrid Chabbert e Léa Mazé, tradução de Jenny Aufiery (Europe Comics), Mare Internum, de Der-shing Helmer (comiXology; gumroad.com/l/MIPDF) e Tales from Behind the Window, de Edanur Kuntman, tradução de Cem Ulgen (Europe Comics)

Melhor Webcomic

Vencedor: Fried Rice Comic, de Erica Eng

Indicados: Chuckwagon at the End of the World, de ErikLundy, The Eyes, de Javi de Castro, Cabramatta, de Matt Huynh, reMIND, de Jason Brubaker e Third Shift Society, de Meredith Moriarty

Melhor Publicação Para Jovens Leitores

Vencedor: Comics: Easy as ABC, de Ivan Brunetti (TOON)

Indicados: Kitten Construction Company: A Bridge Too Fur, de John Patrick Green (First Second/Macmillan), The Pigeon HAS to Go to School! de Mo Willems (Hyperion Books), A Trip to the Top of the Volcano with Mouse, de Frank Viva (TOON), ¡Vamos! Let’s Go to the Market, de Raúl the Third (Versify/Houghton Mifflin Harcourt) e Who Wet My Pants? de Bob Shea and Zachariah Ohora (Little, Brown)

Melhor Publicação Infantil

Vencedor: Guts de Raina Telgemeier (Scholastic Graphix)

Indicados: Akissi: More Tales of Mischief, de Marguerite Abouet e Mathieu Sapin (Flying Eye/Nobrow), Dog Man: For Whom the Ball Rolls, de Dav Pilkey (Scholastic Graphix), New Kid, de Jerry Craft (Quill Tree/HarperCollins), This Was Our Pact, de Ryan Andrews (First Second/Macmillan) e The Wolf in Underpants, de Wilfrid Lupano, Mayana Itoïz, e Paul Cauuet (Graphic Universe/Lerner Publishing Group)

Melhor Publicação Para Adolescentes

Vencedor: Laura Dean Keeps Breaking Up with Me, by Mariko Tamaki and Rosemary Valero-O’Connell (First Second/Macmillan)

Indicados: Harley Quinn: Breaking Glass, by Mariko Tamaki and Steve Pugh (DC), Hot Comb, by Ebony Flowers (Drawn & Quarterly), Kiss Number 8, by Colleen AF Venable and Ellen T. Crenshaw (First Second/Macmillan) e Penny Nichols, by MK Reed, Greg Means, and Matt Wiegle (Top Shelf)

Melhor Publicação de Comédia

Vencedor: The Way of the Househusband, vol. 1, de Kousuke Oono, Drzka (VIZ Media)

Indicados: Anatomy of Authors, de Dave Kellett (SheldonComics.com), Death Wins a Goldfish, de Brian Rea (Chronicle Books), Minotäar, de Lissa Treiman (Shortbox), Sobek, de James Stokoe (Shortbox) e Wondermark: Friends You Can Ride On, de David Malki (Wondermark)

Melhor Adaptação de Outra Mídia

Vencedor: Snow, Glass, Apples, de Neil Gaiman e Colleen Doran (Dark Horse Books)

Indicados: Giraffes on Horseback Salad: Salvador Dali, the Marx Brothers, and the Strangest Movie Never Made, de Josh Frank, Tim Hedecker, e Manuela Pertega (Quirk Books), The Giver, by Lois Lowry and P. Craig Russell, (HMH Books for Young Readers), The Handmaid’s Tale: The Graphic Novel, de Margaret Atwood, (Nan A. Talese), HP Lovecraft’s At the Mountains of Madness, vols. 1–2, adaptado por Gou Tanabe (Dark Horse Manga) e The Seventh Voyage, de Stanislaw Lem, adaptado por Jon Muth (Scholastic Graphix)

Melhor Coleção de Arquivos: Tirinhas

Vencedor: Krazy Kat: The Complete Color Sundays, de George Herriman, editado por Alexander Braun (TASCHEN)

Indicados: Cham: The Best Comic Strips and Graphic Novelettes, 1839–1862, de David Kunzle (University Press of Mississippi), Ed Leffingwell’s Little Joe, by Harold Gray, editado por Peter Maresca and Sammy Harkham (Sunday Press Books), The George Herriman Library: Krazy & Ignatz 1916–1918, editado por R.J. Casey (Fantagraphics), Madness in Crowds: The Teeming Mind of Harrison Cady, de Violet and Denis Kitchen (Beehive Books) e Pogo, Vol. 6: Clean as a Weasel, de Walt Kelly, editado por Mark Evanier ed Eric Reynolds (Fantagraphics)

Melhor Coleção de Arquivos: Livros

Vencedor: Stan Sakai’s Usagi Yojimbo: The Complete Grasscutter Artist Select, de Stan Sakai, editado por Scott Dunbier (IDW)

Indicados: That Miyoko Asagaya Feeling, de Shinichi Abe, tradução de Ryan Holmberg, editado por Mitsuhiro Asakawa (Black Hook Press), Alay-Oop,de William Gropper (New York Review Comics), The Complete Crepax, vol. 5: American Stories, editado por Kristy Valenti (Fantagraphics), Jack Kirby’s Dingbat Love, edited by John Morrow (TwoMorrows) e Moonshadow: The Definitive Edition, de J. M. DeMatteis, Jon J Muth, George Pratt, Kent Williams, e outros (Dark Horse Books)

Melhor Texto Jornalístico Relacionado a Quadrinhos

Vencedor: Women Write About Comics, editado por Nola Pfau e Wendy Browne

Indicados: Comic Riffs blog, de Michael Cavna e David Betancourt, The Comics Journal, editado por Gary Groth, RJ Casey, e Kristy Valenti (Fantagraphics), Hogan’s Alley, editado por Tom Heintjes (Hogan’s Alley), Inks: The Journal of the Comics Studies Society, editado por Qiana Whitted (Ohio State University Press) e LAAB Magazine, vol. 4: This Was Your Life, editado por Ronald Wimberly and Josh O’Neill (Beehive Books)

Melhor Livro Relacionado a Quadrinhos

Vencedor: Making Comics, de Lynda Barry (Drawn & Quarterly)

Indicados: The Art of Nothing: 25 Years of Mutts and the Art of Patrick McDonnell (Abrams), The Book of Weirdo, de Jon B. Cooke (Last Gasp), Grunt: The Art and Unpublished Comics of James Stokoe (Dark Horse) e Logo a Gogo: Branding Pop Culture, de Rian Hughes (Korero Press)

Melhor Trabalho Acadêmico

Vencedor: EC Comics: Race, Shock, and Social Protest, de Qiana Whitted (Rutgers University Press)

Indicados: The Art of Pere Joan: Space, Landscape, and Comics Form, de Benjamin Fraser (University of Texas Press), The Comics of Rutu Modan: War, Love, and Secrets, de Kevin Haworth (University Press of Mississippi), The Peanuts Papers: Writers and Cartoonists on Charlie Brown, Snoopy & the Gang, and the Meaning of Life, editado por Andrew Blauner (Library of America), Producing Mass Entertainment: The Serial Life of the Yellow Kid, de Christina Meyer (Ohio State University Press) e Women’s Manga in Asia and Beyond: Uniting Different Cultures and Identities, editado por Fusami Ogi et al. (Palgrave Macmillan)

Melhor Série Nova

Vencedor: Invisible Kingdom, de G. Willow Wilson e Christian Ward (Berger Books/Dark Horse)

Indicados: Doctor Doom, de Christopher Cantwell e Salvador Larocca (Marvel), Once & Future, de Kieron Gillen e Dan Mora (BOOM! Studios), Something Is Killing the Children, de James Tynion IV e Werther Dell’Edera (BOOM! Studios) e Undiscovered Country, de Scott Snyder, Charles Soule, Giuseppe Camuncoli, e Daniele Orlandini (Image)

Melhor Minissérie

Vencedor: Little Bird de Darcy Van Poelgeest e Ian Bertram (Image)

Indicados: Ascender, de Jeff Lemire e Dustin Nguyen (Image), Ghost Tree, de Bobby Curnow e Simon Gane (IDW), Naomi de Brian Michael Bendis, David Walker, e Jamal Campbell (DC) e Sentient, de Jeff Lemire e Gabriel Walta (TKO)

Melhor Trabalho Baseado em Fatos

Vencedor: They Called Us Enemy, por George Takei, Justin Eisinger, Steven Scott, e Harmony Becker (Top Shelf)

Indicados: Good Talk: A Memoir in Conversations, por  Mira Jacob (One World/Random House), Grass, por  Keum Suk Gendry-Kim (Drawn & Quarterly), Kid Gloves: Nine Months of Careful Chaos, por Lucy Knisley (First Second/Macmillan), Moonbound: Apollo 11 and the Dream of Spaceflight, por Jonathan Fetter-Vorm (Hill & Wang) e My Solo Exchange Diary, vol. 2 por Nagata Kabi (Seven Seas)

Melhor Reimpressão de Álbum Gráfico

Vencedor: LaGuardia, por Nnedi Okorafor and Tana Ford (Berger Books/Dark Horse)

Indicados: Bad Weekend de Ed Brubaker e Sean Phillips (Image), Clyde Fans, de Seth (Drawn & Quarterly), Cover, vol. 1, por Brian Michael Bendis e David Mack (DC/Jinxworld), Glenn Ganges: The River at Night, por Kevin Huizenga (Drawn & Quarterly) e Rusty Brown, por Chris Ware (Pantheon)

Melhor Novo Álbum Gráfico

Vencedor: Are You Listening?, por Tillie Walden (First Second/Macmillan)

Indicados: Bezimena, por Nina Bunjevac (Fantagraphics), BTTM FDRS, por Ezra Claytan Daniels and Ben Passmore (Fantagraphics), Life on the Moon, por Robert Grossman (Yoe Books/IDW), New World, por David Jesus Vignolli (Archaia/BOOM!) e Reincarnation Stories, por Kim Deitch (Fantagraphics)


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