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Personagem de Batman Eternamente é mencionada em HQ mensal do Batman

Não parece ser um par romântico.


Batman Eternamente dividiu o público, e começou a derradeira vida do Batman no cinema com Joel Schumacher. Apesar do filme não ser tudo o que era para ser, não impediu que os quadrinhos mais recentes utilizassem uma importante personagem do filme. 

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Na edição #108 de Batman, na nova fase Infinite Frontier, a DC permite um easter-egg de Batman Eternamente. Enquanto Oráculo vê o prefeito Nakano falar sobre o incidente do Espantalho, e em um momento, o nome Dr. Meridian aparece, dando uma entrevista. No filme de 1995, a Dra. Chase Meridian (Nicole Kidman) fez parte na vida de Bruce (Val Kilmer), e era uma das únicas pessoas que sabia sobre a identidade do Batman.Batman-Chase-Meridian-1-1

A edição escrita por James Tynion IV não deixa explícito se é a mesma Dra. Meridian do filme, apesar de fazer menção ao sobrenome, e também não mostra seu rosto. Porém, é uma boa menção, podendo fazer a personagem aparecer mais vezes durante os quadrinhos.

Batman #108 foi escrita por James Tynion IV, e teve Jorge Jimenez na arte, junto com Tomeu Morey na coloração.


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Confira a prévia de Moça-Maravilha #1 para Infinite Frontier

A origem de Yara Flor será revelada.


Yara Flor, a Mulher-Maravilha brasileira do Future State, está dando um novo passo, e aderindo o título de Moça-Maravilha durante a fase Infinite Frontier. Joëlle Jones, sua criadora, irá escrever e ilustrar Yara viajando para o Brasil, para que possa descobrir sua origem misteriosa. Veja as capas e imagens do primeiro quadrinho abaixo: 

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“A história começa com uma breve vinheta de Yara se despedindo de sua tia no aeroporto de Boise”, disse Jones, “e então é direto para o Brasil! Esta viagem abre um enorme mundo para ela cheio de personagens emocionantes. É incrivelmente emocionante para ela, mas cheio de desafios divertidos e perigosos.”

O artista brasileiro Rafael Grampá, ficará encarregado das capas variantes da primeira edição.

Moça-Maravilha #1, escrita por Joelle Jones;

Arte e capa por Joelle Jones;

Capas variante de Rafael Grampá e J. Scott Campbell;

Cores por Jordie Bellaire;

Letras de Clayton Cowles.

Confira a descrição do quadrinho:

Sinopse: “Criada na longínqua terra de Boise, Idaho, Yara sempre sentiu que algo estava faltando em sua vida – e agora ela está indo para o Brasil para encontrá-lo. Mal sabe ela que sua chegada desencadeará uma série de eventos que mudarão o mundo da Mulher Maravilha para sempre.

Seu retorno foi profetizado, e com essa profecia vem a atenção exclusiva de deuses benevolentes de panteões além. O perigo espreita em cada esquina – mas este jovem herói está pronto para sua jornada? Descubra em uma edição de estreia que você absolutamente não pode perder!”

Moça-Maravilha #1 estreia no dia 18 de maio.


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Tom King irá escrever especial de Batman/Mulher-Gato

As histórias do casal ainda não acabaram.


Após ter sua própria série – que ainda está sendo lançada, escrita por Tom King e com a arte de Clay Mann, Batman/Mulher-Gato terá um especial pelo mesmo escritor, sendo um interlúdio da série de 12 edições. Confira a capa e algumas imagens:

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O quadrinho do selo DC Black Label, que terá 48 páginas, promete explorar o passado de Selina, desde sua juventude e sua origem como Mulher-Gato, e a presença de Bruce Wayne durante sua vida.

Batman/Catwoman Special #1, escrito por Tom King;

Arte por John Paul Leon;

Capa de Dave Stewart;

Capas variantes de Lee Weeks e Bill Sienkiewicz.

Batman/Catwoman Special #1 estará disponível no dia 20 de julho, nos Estados Unidos.


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Review: Infinite Frontier #0 (2021)

DC inicia sua nova fase nos quadrinhos.


Após meses de construção, passando pelos eventos de Dark Nights: Death Metal e o futuro alternativo de Future State, uma nova fase iniciou o Universo DC novamente: Infinite Frontier. Reunindo um panteão de escritores e artistas, Infinite Frontier #0 é o pontapé inicial do DCU, para explorar ainda mais os confins do multiverso em diversos contos.

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O primeiro quadrinho tem o intuito de mostrar o universo do jeito que se manteve após os eventos de Death Metal, aos olhos da Mulher-Maravilha. Diana se junta ao Espectro para observar os heróis em todo o mundo, e mistérios de  novas terras estão à tona. Há uma possibilidade de universos infinitos, os quais nem Espectro tem tanto conhecimento. O DCU renasceu das cinzas do Death Metal, e irá explorar o presente antes do Future State, para que estes eventos não tornem a acontecer novamente.

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Com Joshua Williamson, Scott Snyder e James Tynion IV, a antologia começa mostrando o Superman, e apresenta o novo herói Shazadam, ou o Adão Negro. Seguindo por este meio de apresentações, temos o ataque letal do Coringa para mostrar Batman, a nova Mulher-Maravilha, a história de amor entre a Canário Negro e o Arqueiro Verde, além de vermos a Stargirl e também os Flashes, que terão uma grande missão. Pouco ainda se sabe sobre o multiverso de Infinite Frontier, mas ele irá revisitar antigos lugares que não estiveram em fases anteriores, como Blue Valley, de Stargirl. Novos personagens também ganharão seus próprios títulos, e Yara Flor, a Mulher-Maravilha brasileira do Future State, é uma delas.

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Mesmo com uma grande equipe criativa, as histórias fluem perfeitamente, mantendo o dinamismo entre os quadros de cada personagem. Cada herói possui uma arte diferente, mantendo sua identidade padrão de como seu título mensal será. As cores são uma grande mistura, e exploram cada sentimento dos heróis, que se dão por felicidade, responsabilidade ou temor. Cada título terá uma arte diferente, com traços mais detalhados ou não, e não pretende seguir o que foi proposto nos padrões dos Novos 52 e Renascimento. Muita coisa épica nos espera nesta nova fase da DC.

Infinite Frontier #0 é um grande épico e glamouroso crossover, e explica os eventos após Death Metal. O multiverso, antes com 52 terras, agora é infinito, com várias possibilidades. Cada conto tem um gancho para as primeiras edições mensais da nova fase dos principais heróis da DC, que agora, se encontram para enfrentar um grande perigo e desvendar um novo mistério.

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WonderCon | Confira a programação do evento

Evento acontece nos dias 26 e 27.


Os eventos nerds e geeks deste ano serão novamente virtuais e gratuitos. Com o anúncio da Comic-Con sobre a San Diego Comic-Con ainda continuar online, a WonderCon segue o mesmo padrão. O evento que é feito em Anaheim, nos Estados Unidos, atrai milhares de fãs de todo o território americano para painéis de quadrinhos, jogos, conteúdos de filmes e séries.

Neste ano, a WonderCon@Home será virtual e gratuita para todas as pessoas, e acontecerá em apenas dois dias, 26 e 27 de março, não nos três dias habituais. A Comic-Con International já listou a programação, e nós separamos as principais atrações do evento.

Os horários dos painéis já estão ajustados com o horário de Brasília.


26 de março, sexta-feira

18h -19h – Tributo à Jack Kirby: Neil Gaiman se junta ao quadrinista Mark Evanier para discutir a importância de Jack Kirby para os quadrinhos;

20h – 21h – O Legado de Júpiter: Mark Millar irá revelar todo o elenco da nova série da Netflix;

21h – 22h – A história da trilha sonora nos games;

21h – 22h – Debris: Painel trará o criador da série J.H Wyman e elenco para discutir sobre o show da NBC;

23h – 00h – Kung Fu: Novo sneak peek da série será revelado na WonderCon@Home;

23h – 00h – The Arkham Sessions: Dra. Drea Letamendi e Brian Ward entrarão em conversa com Jim Krieg (Gotham by Gaslight) e Jeremy Adams (Batman: A Alma do Dragão) sobre a psicologia do Batman;

00h – 01h – Image Comics: Geoff Johns e Gary Frank falarão sobre o novo quadrinho Geiger, que será lançado em abril;

01h – 02h – Creepshow: Série da AMC ganhará sneak peek para segunda temporada;

27 de março, sábado

18h – 19h – Charmed: Painel da série da CW contará com Liz Krieg, produtor executivo, e elenco, para comentarem sobre a terceira temporada;

19h – 20h – Sociedade da Justiça: Segunda Guerra Mundial – Animação terá novidades com elenco e diretor;

20h – 21h – M.O.D.O.K: Série animada da Marvel no Hulu tem painel de perguntas e respostas;

22h – 23h – Batwoman: elenco e roteiristas se reúnem para responderem as perguntas de fãs;

00h – 01h – Fear the Walking Dead: Painel traz elenco e showrunners para revelarem dois sneak peeks da segunda parte da sexta temporada, que chega no dia 11 de abril;

01h – 02h – InvincibleRobert Kirkman e elenco falarão do primeiro episódio da série animada da Amazon Prime, que chega no dia 26.


Lembrando, a WonderCon de 2021 será um evento totalmente gratuito, com diversos painéis e participações especiais, incluindo fãs e moderadores de sites americanos. Toda a programação pode ser conferida no site oficial da Comic-Con International.

Conteúdos da DC Comics, Marvel, Image, Dark Horse, Netflix, Amazon e muitos outros estúdios são esperados. Para você assistir o evento, acesse o site oficial e esteja ligado no canal da Comic-Con no YouTube, plataforma a qual será utilizada para transmitir os painéis.

A programação da WonderCon se inicia no dia 26, com os primeiros painéis acontecendo às 16h (no horário de Brasília). No dia 27, os painéis também estão previstos para inciarem as 16h, e se estendem até a madrugada. Os fãs poderão acompanhar as apresentações em nossa cobertura especial no site e demais mídias sociais do Critical Room, trazendo todas as novidades do evento. Fique ligado no site e no Instagram!

A WonderCon@Home acontecerá do dia 26 ao dia 27 de março.


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Review: Um Pedaço de Madeira e Aço (2018)

A genialidade de um quadrinho sem balões.


Escrita pelo quadrinista francês Christophé Chabouté, um pedaço de madeira e aço mostra a ‘’vida’’ de um banco de uma praça. Além de um protagonista totalmente fora da curva, a HQ não possui nenhum diálogo, deixando todo desenrolar da história por conta dos personagens coadjuvantes, que são as pessoas que frequentam o parque.

Nessas idas e vindas dos personagens coadjuvantes, a história começa a se desenrolar, porém, nada de grandioso acontece, já que o cotidiano de uma pessoa comum não tem nada de anormal. Mas a arte de Chabouté deixa esse cotidiano muito mais gentil e belo, a partir disso, ele desenvolve a história de cada personagem, e no final, todos eles tpossuem uma conclusão em suas histórias; desde o policial que patrulhava o parque, o mendigo que dormia naquele banco e até mesmo do cão que urinava no local. Ou seja, tudo está ligado.

E sobre os personagens, todos eles possuem histórias distintas e a única coisa que liga todos eles é justamente esse banco na praça. Chabouté conseguiu montar uma história cheia de personagens carismáticos, e nem precisou que nenhum deles dissesse uma única frase. E isso é extremamente difícil, porque numa HQ comum, com balões, é difícil de se fazer um bom desenvolvimento de um único personagem, e em Um Pedaço de Madeira e Aço, o autor conseguiu desenvolver todos os personagens que fizeram alguma aparição na história.

Christophe Chabouté consegue contar uma belíssima história sem utilizar um único balão de diálogo, e a maneira como ele consegue contar a história de um simples banco é fenomenal, porque através dessa obra, pude perceber que tudo pode ser belo se for visto no ângulo certo.


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Review: Batman/Mulher-Gato #3 (2021)

Nova personagem é apresentada a Gotham.


Em mais uma edição de Batman/Mulher-Gato, Tom King continua mostrando a última cruzada do Batman com Selina Kyle, antes de se despedir do personagem e encerrar seu grande arco proposto desde a fase do Renascimento. Se a ideia é confundir ainda mais os leitores com três linhas temporais diferentes, ele conseguiu, mas a história fica ainda mais interessante à medida que os heróis vão desvendando novos mistérios.

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Com a primeira edição tendo sido lançada ainda no final de 2020, e a segunda em janeiro, a terceira abre fevereiro com o pé direito, abordando um futuro de Gotham sem o Batman e o Coringa, dois lados da mesma moeda. A nova edição abre com dois personagens que ainda não tinham aparecido, Helena Wayne e Dick Grayson. Helena é filha do casal mais rico de Gotham, e também atua como a nova Batwoman, usando um traje ao estilo Batman, e utilizando os métodos de seus pais. Dick, o Asa Noturna, agora é o comissário de polícia da cidade, e usa suas habilidades aprendidas com Bruce ao longo dos anos em seu distrito. Ambos formam uma dupla, assim como Batman e o comissário Gordon já formaram.

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Divulgação/DC Comics

Além de fazer referência à Batman – A Máscara do Fantasma, Tom King não deixa de colocar o bat-sinal, agora, na parede de um dos prédios da cidade, como Frank Miller fez em O Retorno do Cavaleiro das Trevas. Entre tantas e outras referências, Helena está perto de descobrir quem matou um idoso, conhecido como um dos grandes vilões da galeria do Batman. É claro que Selina finge não saber do que se trata, mas percebe-se a tensão e o clima de suspense que envolve mãe e filha, com Helena já tendo suas suspeitasse concluindo.

Como foi dito no primeiro parágrafo, King aborda três linhas temporais diferentes, sendo o início de Bruce com Selina, um relacionamento se estabelecido logo após, e um futuro onde o guardião de Gotham não existe mais. Nessa terceira edição, há uma maior abordagem no mistério do que na ação, com poucas aparições do Fantasma, vilão principal que move a trama.

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Entretanto, quando a ação é necessária, ela é bem ilustrada por Clay Mann, que traz uma arte impecável do ambiente e dos personagens, com uma coloração de Tomeu Morey, utilizando sempre cores mais escuras para demonstrar que Gotham ainda é um lugar sem coração. A arte detalhada é o grande ponto da minissérie até então. 

Com um roteiro profundo, que apesar de confuso, consegue conectar todos os pontos de uma forma surpreendente, utilizando de três linhas temporais diferentes, Batman/Mulher-Gato #3 é a edição mais misteriosa até o momento. Com Tom King comandando a equipe criativa, o quadrinista desenvolve uma parte futura, na qual o Batman deixou de viver, e agora seu legado deve continuar sendo mantido, para que ainda haja esperança em Gotham.

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Conheça a editora Nemo!

Vencedora do troféu HQ Mix como melhor editora do ano.


A Nemo faz parte do Grupo Editorial Autêntica, e desde sua fundação em 2011, a editora vem ganhando espaço, publicando diversos títulos de diversos autores brasileiros e estrangeiros. A editora foi fundada em 2011, mas descobri sobre sua existência somente neste ano, 2021. Vencedora do prêmio HQ Mix como melhor editora dos anos 2014 e 2015, consecutivamente.

Nemo tem nome de desenho animado, mas as histórias que eles publicam são profundas e nos fazem refletir sobre a vida. Além disso, eles dão espaço para artistas que são quase desconhecidos em solo brasileiro, e acompanhar as publicações da editora, é uma ótima forma de conhecer novas histórias que são marcadas por enredos profundos e uma arte belíssima.

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Divulgação/Editora Nemo

Até o momento, fiz a leitura de três HQs publicadas pela editora, e as três possuem um nível de qualidade absurdo, tudo isso mesclado a qualidade dos encadernados, que também está num alto nível. E se você não gosta de ter uma coleção física, saiba que a editora também publica as histórias através de e-pubs, disponíveis na maioria das lojas digitais.

Para finalizar, pedi para que meu amigo que me apresentou essa editora, resumisse a Nemo em uma frase, ele respondeu: Nemo

O interessante é que Nemo é o apelido dele, e não faço ideia de como ele conseguiu esse apelido. Bem por hoje é só, pessoal! Até a próxima!


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DC lançará one-shot para celebrar os 80 anos do Arqueiro Verde

Mike Grell, Jeff Lemire e vários outros se juntam para os 80 anos do herói.


Neste ano, a DC Comics irá celebrar os 80 anos do Arqueiro Verde, o famoso herói e maior arqueiro dos quadrinhos desde então. Green Arrow 80th Anniversary 100-page Super Spectacular #1 terá diversos quadrinistas de renome que já estiveram à frente do herói, como Mike Grell e Jeff Lemire. Phil Hester, Otto Schmidt, Tom Taylor, Stephanie Phillips, Mariko Tamaki e muitos outros fazem parte da equipe criativa.

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A one-shot especial de 80 anos do Arqueiro Esmeralda irá seguir a linha já feita para outros heróis, trazendo capas variantes de suas décadas, desde a década de 40 até os anos 2010, em sua fase dos Novos 52 em diante. A capa principal terá arte de Dan Mora.

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  • Variante dos anos 1940: Michael Cho
  • Variante dos anos 1950: Daniel Warren Johnson
  • Variante dos anos 1960: Neal Adams
  • Variante dos anos 1970: Derrick Chew
  • Variante dos anos 80: Gary Frank
  • Variante dos anos 90: Howard Porter
  • Variante dos anos 2000: Jen Bartel
  • Variante dos anos 2010: Simone Di Meo

Criado por Mort Weisinger e George Papp, o Arqueiro Verde fez sua primeira aparição na More Fun Comics #72 (1941), tendo inspiração em Robin Hood e no Batman, sendo o vigilante mais renomado de Star City. O herói é um dos grandes do panteão da DC, e terá seus 80 anos celebrados em novembro.

Green Arrow 80th Anniversary 100-page Super Spectacular #1 será lançado no dia 29 de junho.


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Review: Future State | Immortal Wonder Woman #2 (2021)

Mulher-Maravilha é a última heroína da Terra a estar viva.


A imortalidade custa caro, e Diana Prince sente na pele o que é ver todos a sua volta morrerem. Na segunda edição de Immortal Wonder Woman, a Mulher-Maravilha continua vagando pelo espaço, para encontrar luz ou vida. E de fato, encontra o último que deveria poder vir a ser a luz, com um nome que não representa vida e luz. Ela é a última dos heróis a estar viva, e ainda tem histórias para contar.

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Becky Cloonan e Michael W. Conrad trazem novamente a única heroína da Terra para continuar a narrar sua história de solidão, e de como o Superman pode ter se sacrificado. Usando mais dois adicionais além do cinto de utilidades do Batman, a capa do Superman e o anel do Lanterna Verde em volta do pescoço, a guerreira Amazona relata os últimos momentos do Superman e uma força poderosa chamada Anulação, que derrubou até mesmo a Legião dos Super-Heróis. Estas sombras são o grande perigo que podem ter dizimados quase todos os heróis da Terra.

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Apesar de acreditar e ter esperança, algo que o Superman significava em seus ideais, os caminhos para a luz e vida pareciam distantes, até encontrar o Espectro, um ser vazio, como um fantasma, mas que possuía a vida, por ainda existir vida no universo. E mesmo que tudo pareça perdido, ela dá vida para um universo morto.

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Seguindo ao contrário da história principal, a história de apoio que é focada em Núbia, levanta a questão da heroína ter sua tiara como chave para os planos de Cálice, que invoca Circe para ajudar. Em sua primeira edição, a história pareceu ter um  rumo mais simples e direto, mas, na nova edição, a trama tenta misturar Apokolips com o Olimpo, na tentativa de explicar um pouco mais o futuro de Diana.

Com a história sendo um ponto positivo, a arte consegue dar ainda mais auxílio e ser um grande destaque. Há, de fato, uma arte mais detalhada na história de apoio do que na principal, e muito bem feita por Alitha Martinez. Já Jen Bartel é quem desenha Diana e toda a arte do quadrinho focado na super-heroína, e parece gostar de trabalhar com traços simples, mas bem produzidos; em um cenário totalmente incomum para a Mulher-Maravilha, denotando o vazio do universo.

Immortal Wonder Woman #2 apresenta duas histórias tentando se conectar uma com a outra, dando o suporte adequado que é preciso. Com uma arte belíssima e um roteiro um pouco mais profundo que a primeira edição, o novo quadrinho continua a explorar o vazio de um universo morto, sendo Diana a última heroína da Terra. Immortal Wonder Woman, atualmente, está sendo o melhor título do Future State.

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Esquadrão Suicida invade o Arkham em prévia nos quadrinhos

O quadrinho dará início à nova fase da DC para a equipe.


Março chegou e a nova fase da DC Comics nos quadrinhos já está pronta para estrear. Infinite Frontier, que foi anunciada ainda em dezembro, será a nova fase da DC, após o evento Future State, que ainda está acontecendo. O novo capítulo no Universo DC também se passa após os eventos da saga Death Metal

Em uma nova prévia de um dos títulos, a DC divulgou a série mensal do Esquadrão Suicida, que abordará o arco Ataque ao Arkham, dividindo o título com a animação Batman: Ataque ao Arkham. Veja abaixo:

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A formação do Esquadrão Suicida mudará e terá agora um Talon, da Corte das Corujas, como um de seus participantes. Parece que o coronel Rick Flag abandonou a Força-Tarefa X, e o Pacificador o substitui, liderando a equipe para invadir o Asilo Arkham.

Esquadrão Suicida #1, escrito por Robbie Thompson;

Arte e capa por Eduardo Pansica;

Capa variante por Gerald Parel.

Confira a descrição abaixo:

Sinopse: As coisas mudaram para a Força-Tarefa X. Conforme Pacificador assume como líder de campo, não haverá mais vingança ou defesa para a força-tarefa ultrassecreta do governo de assassinos, ladrões e criminosos. Amanda Waller – agora de volta ao controle do esquadrão – envia um novo esquadrão ao Asilo Arkham para “recrutar” o assassino Talon, da Corte das Corujas, enquanto ela entrevista outro novo candidato: Superboy.

Esquadrão Suicida #1 chega às lojas norte-americanas no dia 2 de março, assim como Infinite Frontier #0.


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Review: Batman/Mulher-Gato #2 (2021)

Fantasma começa seus ataques, com sua frase de efeito.


Tom King vai se desenrolando já com a sexta edição de Batman/Mulher-Gato para maio, pelo DC Black Label, e por enquanto, a segunda edição tenta retomar as rédeas de Batman: A Máscara do Fantasma. E o que pensar disso? Com Clay Mann, Tom King tenta retomar um grande clássico, misturando-o com seu arco no DC Renascimento

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Se a primeira edição já é confusa para alguns, essa nova edição deixa tudo ainda mais confuso para os iniciantes em quadrinhos, e que não estão habituados também com A Máscara do Fantasma. Há, de fato, grande conexão com a animação, mas um toque de originalidade preciso do roteirista, elevando Batman em sua grande aventura após a morte do Alfred, e sua aliança verdadeira com a Mulher-Gato de uma vez por todas. Tudo o que acontece entre o passado, presente e o futuro, que, no entanto, é onde a história é narrada, tenta amarrar tudo, sem deixar pontas soltas.

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Aos poucos, toda a trama vai se desenrolando. E quando digo aos poucos, é bem mais devagar como de costume. A curiosidade sempre vai despertar no leitor para saber qual é o próximo passo, o que aconteceu com o Batman, ou o que vai ocorrer entre o Fantasma e a Mulher-Gato. São diversas possibilidades, ramificando vários possíveis caminhos para a história andar. Nada será revelado aqui, para não dar spoiler, todavia, a leitura da nova edição é agradável, contendo algumas referências de todo o universo do Batman.

Como um par romântico de Bruce Wayne, Selina Kyle funciona, mas há uma interação e dinâmica assertiva muito maior como Batman e Mulher-Gato. O trabalho de Tom King em unir duas personalidades distintas, mas, que basicamente, se vestem de cinza e preto, é excepcional. De tantas outras edições, há uma melhora significativa na montagem do quadrinho, trama e dinâmica entre os personagens-título. Mesmo que Tom King não tenha sido o melhor em descrever o sentimento de amor para o Batman, seu desenvolvimento em ser um herói destemido, mas que possui fragilidades, é um ótimo trabalho. Ele pincela e renova outra vez um romance conturbado, que agora tem tudo para dar certo.

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Não poderia esquecer também de Clay Mann com sua arte e traços bem detalhados, além de um visual inspirador e noir de Gotham. Acompanhado pelo colorista Tomeu Morey, a quem eu também rasgo elogios, a arte e coloração casam perfeitamente. Em partes onde o Coringa aparece, há mais cor, diferentemente quando o Batman aparece, mantendo o ar gótico de sempre, acinzentado e profundo, parecendo denotar o que Bruce sempre sentiu ao reviver seu passado.

Mesmo que ainda seja confusa, e parecendo ainda com mais nós do que a primeira edição, Batman/Mulher-Gato #2 tenta explicar aos poucos, o passo a passo que conecta o Batman e a Mulher-Gato com o Coringa e o Fantasma. Tom King utiliza os velhos métodos de Bruce Timm, além dos seus próprios, para manter o mistério acerca do que pode e vai acontecer, além de explicar o passado com frases no presente. Por enquanto, ainda há muito o que ser visto e explicado pelo roteirista, que está deixando seu nome na história do Batman.

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Semana Heroica #3 | O Dia do Juízo Final

Confira a review da HQ!


Mais uma edição da Semana Heroica, a primeira do ano, e o Quarteto Fantástico bate à porta da Marvel Studios. Kevin Feige ouviu, incluiu Jon Watts no projeto, e o filme está confirmado na Fase 4.

O Critical Room traz os quatro fantásticos pela primeira vez ao site, com uma nova fórmula e mais leve. Mas, nem tudo é Quarteto Fantástico no título, que tal Surfista Prateado? É o Dia do Juízo Final para o mundo todo, e você sabe quem está por trás do grande plano.

Marvels, de Kurt Busiek, com a arte do gênio Alex Ross, é uma minissérie em quadrinhos, lançada no ano de 1994, e contou com quatro edições. Todas as histórias envolvem o fotógrafo Phil Sheldon, que conta como foi cada história, na perspectiva humana, e não dos heróis e vilões. Tocha-Humana, o medo do povo para com a raça Mutante, o Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado unindo forças para derrotar Galactus e o Dia Em Que Ela Morreu, a última edição que lida com a morte de Gwen Stacy.

Analisamos a terceira edição, que contou a história de dominação de Galactus em Nova York, aterrorizando toda a população, e lutando contra os grandes heróis da cidade. Confira acima nossa review do quadrinho.

Semana Heroica acontece uma vez por mês, durante uma semana, focando em algum personagem ou equipe dos quadrinhos, para falar sobre quadrinhos importantes, games, filmes e sua origem, ou um vídeo falando sobre algum quadrinho, essas últimas no canal do Critical Room.

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Review: Future State | Mulher-Maravilha #2 (2021)

Yara Flor vai ao submundo em nova edição.


A segunda edição de Mulher-Maravilha no Future State traz novamente Yara Flor, agora no submundo grego. Com o final do primeiro quadrinho mostrando a personagem a caminho de Caronte, para levá-la ao Tártaro. Dessa vez, Yara precisava resgatar Potira, uma amazona brasileira que foi morreu em uma batalha na ilha de Themyscera, e foi jogada ao Hades.

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Joelle Jones ainda continua seguindo um padrão de misturar culturas, mesclando o folclore brasileiro com a mitologia grega. A escritora acerta mais uma vez na dinâmica, e explora um pouco mais de tudo. Mesmo que Yara Flor seja a nova Mulher-Maravilha, muitos ainda não sabem que ela é uma amazona dissidente, da cidade de Bana-Mighdall. As discordâncias por parte das amazonas de Themyscera e Bana-Mighdall eram grandes, após a invasão de Hércules e seu exército, destruindo Themyscera e subjugando as amazonas. Não foi mostrado ainda uma relação entre Themyscera e Bana-Mighdall, sendo uma boa oportunidade para trazer à tona o passado.

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A premissa se baseia em salvar Potira do submundo, um plano suicida. Mesmo que Yara não tenha mantido tanto contato nos eventos da invasão na ilha, ela ainda nutre um sentimento de fracasso, sentindo que poderia tê-la salvado. Desafiando Hades e outros seres mitológicos, Yara vai em busca de sua irmã amazona, tendo um tempo limitado para realizar tal tarefa. Não queria falhar novamente, mas isso caberia ao deus do submundo, tentar atrapalhar seu resgate. O final, não posso contar.

Nesta nova edição, há uma maior utilização da mitologia grega do que do folclore brasileiro. Joelle Jones, além de escrever, é a artista da HQ, acertando nos visuais dos seres mitológicos mais uma vez. O ambiente, também deve ser elogiado, assim como a coloração de Jordie Bellaire, alternando entre cores escuras e claras, que representam muito bem o medo e a paz.

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Mulher-Maravilha #2, do Future State, eleva ainda mais a importância da personagem para a fase atual. Explorando novas histórias e oportunidades, a equipe criativa da minissérie equaliza a velha mitologia grega com o folclore brasileiro. Com uma boa trama em sua segunda edição, o título da Mulher-Maravilha da Yara Flor se torna um dos melhores do Future State.

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Stargirl ganhará especial nos quadrinhos por Geoff Johns

Stargirl Spring Special chegará em maio.


O criador da personagem Stargirl, Geoff Johns, irá trabalhar em uma one-shot da heroína para a DC Comics. Intitulada de Stargirl Spring Special #1, o quadrinho marcará o retorno definitivo da super-heroína para o Universo DC. Abaixo você confere a descrição:

“Os planos de férias de Primavera de Courtney Whitmore não são como os do seu colegial do ensino médio. Em vez de sair com amigos, ela está indo para uma aventura com seu padrasto, Pat Dugan, também conhecido como F.A.I.X.A., e se juntando com sua antiga equipe, os Sete Soldados da Vitória! Os soldados são forçados a se reunir novamente para descobrir o oitavo soldado secreto da vitória. Mas que outros segredos estão enterrados e o que tudo isso significa para o futuro de Courtney como Stargirl?”

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Na capa, podemos ver alguns personagens da Sociedade da Justiça, além de Stargirl. F.A.I.X.A/Pat Dugan, Arqueiro Verde e Arqueira Vermelha/Emiko Queen, Cavaleiro Andante, Vigilante/Greg Saunders, Vingadora Escarlate e um integrante misterioso. 

Geoff Johns assina o roteiro, enquanto Todd Nauck será o artista da HQ. Ainda no ano passado, ambos já estavam em u novo trabalho para a Stargirl, em Infinite Frontier.

Stargirl Spring Special #1 será lançado no dia 4 de maio.


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Review: Future State | Detetive das Trevas #1 (2021)

Batman de volta ao começo em nova minissérie.


O Future State, novo evento da DC Comics nos quadrinhos, está começando a tomar ainda mais forma, com uma variedade de títulos. E claro, o Batman de Bruce Wayne não iria ficar de fora, expandindo ainda mais um futuro distópico de Gotham, uma cidade controlada pelo Magistrado, que emprega a força-bruta para cometer seus atos. A exploração continua em títulos diferentes, mas Gotham é sempre a mesma.

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Mariko Tamaki tenta trabalhar em uma trama onde o Batman é um fora da lei, e todos os outros mascarados também são. Ou seja, é dispensado o serviço dos heróis para limpar Gotham do crime, já que os métodos usados pelo Batman e outros vigilantes não são eficazes em nenhum momento. A primeira edição aborda duas histórias, do Batman e do Bandoleiro, mas escolhi apenas o Morcego para falar, com um pouco mais de aprofundamento. Mesmo que a do Bandoleiro seja interessante, é bem mais viável ler O Novo Batman, pois estes dois contos se conectam bastante.

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Aparentemente, aos olhos de Gotham, Bruce e Batman estão mortos, e o Magistrado já tem ciência de quem é o vigilante mascarado. Falido e vagando por aí, Wayne precisa sobreviver com o que tem, de volta às suas raízes – está no começo outra vez. Aqui, apesar de Gotham ser futurista, o herói não disponibiliza de novas tecnologias, continuando apenas com alguns gadgets iniciais e um traje diferente, sem a vulgar capa preta. Ele está em busca de seu lugar no mundo, mais uma vez, mesmo sendo um fantasma para a população. Bruce está apto a descobrir os podres do Magistrado, e quer saber mais sobre essa organização e derrubá-la. Ele sabe que não é o que sua cidade precisa no momento, e algo está errado por trás disso.

Bruce precisa viver, sem ajuda de seus outros aliados. Ao mesmo tempo que quer se desvencilhar dos fatos da cidade, ainda emergida no crime, o espírito de Guardião de Gotham não o abandona, e o denuncia quando entra em uma briga. Bater em criminosos é tudo o que ele precisa evitar, para não chamar a atenção do Magistrado.

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A equipe criativa da nova história do Batman, conseguem fazer uma grande imersão na psiquê do herói, e em sua personalidade de insuficiente. Ele é um homem sem rumo, mas com um único objetivo: desmantelar o Magistrado. Dan Mora consegue utilizar traços que convencem o leitor, com um visual cyberpunk de Gotham, abandonando a Art Deco usada em vários quadrinhos e outras mídias. As cores de Jordie Bellaire acompanham a arte de Mora, chamando a atenção por não ficarem presas em apenas mostrar uma cidade sombria, utilizando sempre cores escuras para denotar que Gotham ainda é corrupta e suja. Há uma paleta de cores variadas, com tons escuros de azul ilustrando tristeza e dor, e cores mais quentes durante momentos de ação e de desespero. Até aqui, Detetive das Trevas tem uma das melhores arte do evento.

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Detetive das Trevas #1 mostra um possível fim do Batman aos olhos de Gotham, e um grande inimigo no controle da cidade, o Magistrado. Tamaki, a roteirista do quadrinho, mergulha na mente conturbada de Bruce, elevando um novo desafio para o Cavaleiro das Trevas. Com uma trama interessante, que não deixa pontas soltas, podendo se conectar com Mulher-Gato #1, e uma arte cyberpunk, Detetive das Trevas tem de tudo para ser um dos melhores títulos do Future State. O Batman está em boas mãos com Mariko Tamaki e Dan Mora, e os eventos daqui, podem respingar em Infinite Frontier.

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Review: Future State | Mulher-Gato #1 (2021)

Mulher-Gato no expresso polar?


Com o evento Future State acontecendo nos quadrinhos da DC Comics, novos personagens são introduzidos, alguns reimaginados e outros estão sendo os mesmos – ou quase isso. Ram V traz em Mulher-Gato #1 uma nova personalidade para a personagem, que combate a opressão sofrida pelo povo, por conta do Magistrado. Agora, ela precisa lutar contra o novo sistema da cidade.

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De todos os outros títulos, Mulher-Gato é um dos mais sérios do Future State, e não adere a infantilidade em alguns momentos como em Harley Quinn. A primeira edição, aqui, não apressa a trama e tenta introduzir tudo em seu tempo. É funcional, de fato, e também precisa. A trama, basicamente, se aprofunda no Magistrado, ou melhor, mostra o poder que eles possuem, controlando parte dos civis. Em termos históricos, se compararmos o Nazismo com o Magistrado em Gotham, está mais que correto. Assim como os nazistas, o Magistrado usa o medo para controlar a cidade, embarcam jovens e crianças para um reformatório, além de possuírem um controle quase total de Gotham e da população.

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Selina tem de salvar os jovens que eram mandados de trem para um reformatório, e também, Bruce Wayne, preso pelo Magistrado, quando fora caçado como Batman – se era mesmo o que ela queira. É provável que a história da Mulher-Gato se passe um pouco depois de Detetive das Trevas, tentando conectar todo o universo do Batman. É uma jogada inteligente, apesar de confusa por não sabermos direito a linha temporal entre os dois quadrinhos. Aliás, a primeira edição conta com algumas presenças ilustres e uma surpresa no final.

Sempre abro um espaço para elogiar a arte de todos os quadrinhos, e com Mulher-Gato #1 não será diferente. Todo o aspecto nevoso de Gotham, deixa ainda mais cativante a leitura, com um toque mais gótico, sem perder a originalidade. De fato, um belo trabalho realizado por Otto Schmidt, reimaginando a Mulher-Gato com um novo visual.

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No geral, Mulher-Gato #1 desenvolve uma história inovadora e reinventa sua personagem-título, para atender aos seus desejos e lutar contra o Magistrado. Não há nenhuma pressa na premissa, em explicar o porquê de estarem fazendo o que estão, como em algumas outras minisséries do evento. A minissérie da Mulher-Gato tem todo o potencial para ser uma das melhores, desenvolvendo determinados aspectos em edições seguintes, sem entregar logo de cara seu objetivo.

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Review: Future State | Arlequina #1 (2021)

Vilã se torna “heroína na visão de Gotham”.


Arlequina é uma das personagens mais lucrativas do mundo geek, com certeza, e um sucesso entre o público feminino mais jovem, por conta de Esquadrão Suicida (2016), e depois em Aves de Rapina. Porém, mesmo com todo esse sucesso, a fama de badass no cinema, Harley ainda é uma personagem muito presente nos quadrinhos, e muitas vezes, ainda presa ao Coringa. Mas, agora, ela parece ter um novo rumo no Future State, e grandeza não é o que ela pensa.

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Stephanie Phillips, escritora da primeira edição, tenta emoldurar uma vilã sem um norte, já que o Batman original foi supostamente morto nas mãos do Magistrado, uma força de alta segurança que combate qualquer mascarado que ver na rua. Mesmo não sendo uma mascarada, Harley usa seu traje para se divertir em Gotham, mas ela não parecia querer roubos, e sim, apenas diversão, ou só chamar a atenção do Magistrado. Ela é levada ao Asilo Arkham, – possivelmente, ou quem sabe uma outra prisão – e lá vê o Espantalho, no caso, sem a máscara e totalmente reabilitado, trabalhando como um psiquiatra em si. Talvez essa seja a pegada mais curiosa do quadrinho, pois Crane quase nunca tira sua máscara.

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Tudo bem, Crane reconhece os seus erros, vira aliado do Magistrado para limpar as ruas da cidade com muito mais eficiência que o Batman, e por aí vai. Porém, ele está ali com Harley para um único propósito, uma ajuda para capturar outros vilões mascarados. Além do Batman e seus outros aliados, a Arlequina conhecia muito bem cada um dos vilões, pois vivia nesse meio, e em troca da ajuda, receberia algumas boas compensações. São três alvos: Professor Pyg, Vagalume e o infame Máscara Negra, que ainda controlava sua gangue de máscaras. Ela conhece muito bem cada um, e preparou planos para deter os dois primeiros, na certeza que funcionasse. Agora, como no filme Aves de Rapina, Harley terá de enfrentar o Máscara Negra, atual status quo de Gotham.

Diferentemente dos visuais anteriores da personagem, este novo visual da vilã remete mais infantilidade do que amadurecimento. O cabelo repartido nas cores azul e rosa – clara referência aos cinemas – não é tão legal como nas pontas dos cabelos. A arte de Simone Di Meo, é claro, padronizada para o evento, com traços mais leves e fluidos, por assim dizer, no geral, é ótima, mas nada muito marcante. Porém, a personalidade aqui é um acerto. Ela é mais esperta do que aparenta pelo visual. Agora, referente ao visual do Crane – como Espantalho – e Máscara Negra, estão ótimos, e bem assustadores, por assim dizer. Quanto a paleta de cor, alterna muito bem entre o escuro e o colorido, ao estilo Aves de Rapina, no uso do azul e do lilás, igualmente ao filme. É um belo trabalho da colorista Tamra Bonvillain

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Com uma equipe criativa de qualidade e um roteiro interessante, Arlequina #1 parece ser uma minissérie muito promissora no Future State, redefinindo alguns personagens e ela própria. A segunda edição que já foi lançada nos EUA, promete uma batalha árdua entre o Máscara Negra e a Arlequina, os mais novos rivais da cidade. Estou animado para ver os próximos capítulos da história.

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Yara Flor ganhará série mensal como Moça-Maravilha

Heroína estrela o evento Future State.


Yara Flor, a Mulher-Maravilha brasileira do Future State, está migrando para o Universo DC de vez, ganhando uma série mensal, intitulada de Moça-Maravilha. Joelle Jones, criadora da heroína, irá comandar o título, sendo roteirista e artista, ao lado de Jordie Bellaire (via DC Comics).

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A série contínua de quadrinhos da personagem, ganhará um teaser em Infinite Frontier #0, no dia 2 de março, pós eventos do Future State. Wonder Girl #1 chegará no dia 18 de maio às bancas estadunidenses. Veja a capa e uma prévia abaixo:

Moça-Maravilha #1, escrita por Joelle Jones;

Arte por Joelle Jones;

Capa de Joelle Jones;

Cores por Jordie Bellaire;

Letras de Clayton Cowles.

Confira a descrição do quadrinho:

Sinopse: “Criada na longínqua terra de Boise, Idaho, Yara sempre sentiu que algo estava faltando em sua vida – e agora ela está indo para o Brasil para encontrá-lo. Mal sabe ela que sua chegada desencadeará uma série de eventos que mudarão o mundo da Mulher Maravilha para sempre.

Seu retorno foi profetizado, e com essa profecia vem a atenção exclusiva de deuses benevolentes de panteões além. O perigo espreita em cada esquina – mas este jovem herói está pronto para sua jornada? Descubra em uma edição de estreia que você absolutamente não pode perder!”

Wonder Girl #1 estreia no dia 18 de maio.


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Espantalho ganha um novo visual assustador para os quadrinhos

Vilão será uma grande ameaça para o Batman em nova fase da DC.


Jorge Jiménez, artista do título do Batman para Infinite Frontier, revelou um novo visual para o Dr. Jonathan Crane/Espantalho. Ele está usando suas seringas com toxina do medo nas pontas dos dedos, marca registrada dos jogos Batman: Arkham. Também usa uma máscara com um longo respirador, que o protege de gases tóxicos e do próprio gás do medo. Veja a imagem abaixo:

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James Tynion IV, roteirista de Batman #106, afirmou que “espera contar uma das melhores histórias do Espantalho de todos os tempos. O objetivo é sempre capturar o que está no coração do personagem que eu sempre amei e sempre fui atraído, mas também abrir esse personagem”, disse o quadrinista.

O novo título do Batman se passará após o evento Future State, que aborda os acontecimentos pós Death Metal, num futuro próximo e distante da DC Comics.

Batman #106, escrita por James Tynion IV;

Arte e capa por Jorge Jiménez;

Capa variante de Jorge Jiménez e Riccardo Federici.

Veja a descrição abaixo:

Sinopse: “Após os trágicos eventos de Infinite Frontier # 1, Batman e seu novo aliado, Ghost-Maker, devem contar com uma nova gangue operando em Gotham City – mas eles estão conectados ao ressurgimento do Espantalho? Enquanto isso, o obscuro bilionário Simon Saint apresenta um sistema avançado de aplicação da lei ao novo prefeito! A equipe criativa por trás do épico “The Joker War” retorna com uma nova história cheia de emoção e perigosa chamada “The Cowardly Lot.”

Batman #106 chega no dia 2 de março às bancas estadunidenses.


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