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Esquadrão Suicida invade o Arkham em prévia nos quadrinhos

O quadrinho dará início à nova fase da DC para a equipe.


Março chegou e a nova fase da DC Comics nos quadrinhos já está pronta para estrear. Infinite Frontier, que foi anunciada ainda em dezembro, será a nova fase da DC, após o evento Future State, que ainda está acontecendo. O novo capítulo no Universo DC também se passa após os eventos da saga Death Metal

Em uma nova prévia de um dos títulos, a DC divulgou a série mensal do Esquadrão Suicida, que abordará o arco Ataque ao Arkham, dividindo o título com a animação Batman: Ataque ao Arkham. Veja abaixo:

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A formação do Esquadrão Suicida mudará e terá agora um Talon, da Corte das Corujas, como um de seus participantes. Parece que o coronel Rick Flag abandonou a Força-Tarefa X, e o Pacificador o substitui, liderando a equipe para invadir o Asilo Arkham.

Esquadrão Suicida #1, escrito por Robbie Thompson;

Arte e capa por Eduardo Pansica;

Capa variante por Gerald Parel.

Confira a descrição abaixo:

Sinopse: As coisas mudaram para a Força-Tarefa X. Conforme Pacificador assume como líder de campo, não haverá mais vingança ou defesa para a força-tarefa ultrassecreta do governo de assassinos, ladrões e criminosos. Amanda Waller – agora de volta ao controle do esquadrão – envia um novo esquadrão ao Asilo Arkham para “recrutar” o assassino Talon, da Corte das Corujas, enquanto ela entrevista outro novo candidato: Superboy.

Esquadrão Suicida #1 chega às lojas norte-americanas no dia 2 de março, assim como Infinite Frontier #0.


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Review: Batman/Mulher-Gato #2 (2020)

Fantasma começa seus ataques, com sua frase de efeito.


Tom King vai se desenrolando já com a sexta edição de Batman/Mulher-Gato para maio, pelo DC Black Label, e por enquanto, a segunda edição tenta retomar as rédeas de Batman: A Máscara do Fantasma. E o que pensar disso? Com Clay Mann, Tom King tenta retomar um grande clássico, misturando-o com seu arco no DC Renascimento

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Se a primeira edição já é confusa para alguns, essa nova edição deixa tudo ainda mais confuso para os iniciantes em quadrinhos, e que não estão habituados também com A Máscara do Fantasma. Há, de fato, grande conexão com a animação, mas um toque de originalidade preciso do roteirista, elevando Batman em sua grande aventura após a morte do Alfred, e sua aliança verdadeira com a Mulher-Gato de uma vez por todas. Tudo o que acontece entre o passado, presente e o futuro, que, no entanto, é onde a história é narrada, tenta amarrar tudo, sem deixar pontas soltas.

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Aos poucos, toda a trama vai se desenrolando. E quando digo aos poucos, é bem mais devagar como de costume. A curiosidade sempre vai despertar no leitor para saber qual é o próximo passo, o que aconteceu com o Batman, ou o que vai ocorrer entre o Fantasma e a Mulher-Gato. São diversas possibilidades, ramificando vários possíveis caminhos para a história andar. Nada será revelado aqui, para não dar spoiler, todavia, a leitura da nova edição é agradável, contendo algumas referências de todo o universo do Batman.

Como um par romântico de Bruce Wayne, Selina Kyle funciona, mas há uma interação e dinâmica assertiva muito maior como Batman e Mulher-Gato. O trabalho de Tom King em unir duas personalidades distintas, mas, que basicamente, se vestem de cinza e preto, é excepcional. De tantas outras edições, há uma melhora significativa na montagem do quadrinho, trama e dinâmica entre os personagens-título. Mesmo que Tom King não tenha sido o melhor em descrever o sentimento de amor para o Batman, seu desenvolvimento em ser um herói destemido, mas que possui fragilidades, é um ótimo trabalho. Ele pincela e renova outra vez um romance conturbado, que agora tem tudo para dar certo.

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Não poderia esquecer também de Clay Mann com sua arte e traços bem detalhados, além de um visual inspirador e noir de Gotham. Acompanhado pelo colorista Tomeu Morey, a quem eu também rasgo elogios, a arte e coloração casam perfeitamente. Em partes onde o Coringa aparece, há mais cor, diferentemente quando o Batman aparece, mantendo o ar gótico de sempre, acinzentado e profundo, parecendo denotar o que Bruce sempre sentiu ao reviver seu passado.

Mesmo que ainda seja confusa, e parecendo ainda com mais nós do que a primeira edição, Batman/Mulher-Gato #2 tenta explicar aos poucos, o passo a passo que conecta o Batman e a Mulher-Gato com o Coringa e o Fantasma. Tom King utiliza os velhos métodos de Bruce Timm, além dos seus próprios, para manter o mistério acerca do que pode e vai acontecer, além de explicar o passado com frases no presente. Por enquanto, ainda há muito o que ser visto e explicado pelo roteirista, que está deixando seu nome na história do Batman.

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Semana Heroica #3 | O Dia do Juízo Final

Confira a review da HQ!


Mais uma edição da Semana Heroica, a primeira do ano, e o Quarteto Fantástico bate à porta da Marvel Studios. Kevin Feige ouviu, incluiu Jon Watts no projeto, e o filme está confirmado na Fase 4.

O Critical Room traz os quatro fantásticos pela primeira vez ao site, com uma nova fórmula e mais leve. Mas, nem tudo é Quarteto Fantástico no título, que tal Surfista Prateado? É o Dia do Juízo Final para o mundo todo, e você sabe quem está por trás do grande plano.

Marvels, de Kurt Busiek, com a arte do gênio Alex Ross, é uma minissérie em quadrinhos, lançada no ano de 1994, e contou com quatro edições. Todas as histórias envolvem o fotógrafo Phil Sheldon, que conta como foi cada história, na perspectiva humana, e não dos heróis e vilões. Tocha-Humana, o medo do povo para com a raça Mutante, o Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado unindo forças para derrotar Galactus e o Dia Em Que Ela Morreu, a última edição que lida com a morte de Gwen Stacy.

Analisamos a terceira edição, que contou a história de dominação de Galactus em Nova York, aterrorizando toda a população, e lutando contra os grandes heróis da cidade. Confira acima nossa review do quadrinho.

Semana Heroica acontece uma vez por mês, durante uma semana, focando em algum personagem ou equipe dos quadrinhos, para falar sobre quadrinhos importantes, games, filmes e sua origem, ou um vídeo falando sobre algum quadrinho, essas últimas no canal do Critical Room.

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Review: Future State | Mulher-Maravilha #2 (2021)

Yara Flor vai ao submundo em nova edição.


A segunda edição de Mulher-Maravilha no Future State traz novamente Yara Flor, agora no submundo grego. Com o final do primeiro quadrinho mostrando a personagem a caminho de Caronte, para levá-la ao Tártaro. Dessa vez, Yara precisava resgatar Potira, uma amazona brasileira que foi morreu em uma batalha na ilha de Themyscera, e foi jogada ao Hades.

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Joelle Jones ainda continua seguindo um padrão de misturar culturas, mesclando o folclore brasileiro com a mitologia grega. A escritora acerta mais uma vez na dinâmica, e explora um pouco mais de tudo. Mesmo que Yara Flor seja a nova Mulher-Maravilha, muitos ainda não sabem que ela é uma amazona dissidente, da cidade de Bana-Mighdall. As discordâncias por parte das amazonas de Themyscera e Bana-Mighdall eram grandes, após a invasão de Hércules e seu exército, destruindo Themyscera e subjugando as amazonas. Não foi mostrado ainda uma relação entre Themyscera e Bana-Mighdall, sendo uma boa oportunidade para trazer à tona o passado.

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A premissa se baseia em salvar Potira do submundo, um plano suicida. Mesmo que Yara não tenha mantido tanto contato nos eventos da invasão na ilha, ela ainda nutre um sentimento de fracasso, sentindo que poderia tê-la salvado. Desafiando Hades e outros seres mitológicos, Yara vai em busca de sua irmã amazona, tendo um tempo limitado para realizar tal tarefa. Não queria falhar novamente, mas isso caberia ao deus do submundo, tentar atrapalhar seu resgate. O final, não posso contar.

Nesta nova edição, há uma maior utilização da mitologia grega do que do folclore brasileiro. Joelle Jones, além de escrever, é a artista da HQ, acertando nos visuais dos seres mitológicos mais uma vez. O ambiente, também deve ser elogiado, assim como a coloração de Jordie Bellaire, alternando entre cores escuras e claras, que representam muito bem o medo e a paz.

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Mulher-Maravilha #2, do Future State, eleva ainda mais a importância da personagem para a fase atual. Explorando novas histórias e oportunidades, a equipe criativa da minissérie equaliza a velha mitologia grega com o folclore brasileiro. Com uma boa trama em sua segunda edição, o título da Mulher-Maravilha da Yara Flor se torna um dos melhores do Future State.

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Stargirl ganhará especial nos quadrinhos por Geoff Johns

Stargirl Spring Special chegará em maio.


O criador da personagem Stargirl, Geoff Johns, irá trabalhar em uma one-shot da heroína para a DC Comics. Intitulada de Stargirl Spring Special #1, o quadrinho marcará o retorno definitivo da super-heroína para o Universo DC. Abaixo você confere a descrição:

“Os planos de férias de Primavera de Courtney Whitmore não são como os do seu colegial do ensino médio. Em vez de sair com amigos, ela está indo para uma aventura com seu padrasto, Pat Dugan, também conhecido como F.A.I.X.A., e se juntando com sua antiga equipe, os Sete Soldados da Vitória! Os soldados são forçados a se reunir novamente para descobrir o oitavo soldado secreto da vitória. Mas que outros segredos estão enterrados e o que tudo isso significa para o futuro de Courtney como Stargirl?”

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Na capa, podemos ver alguns personagens da Sociedade da Justiça, além de Stargirl. F.A.I.X.A/Pat Dugan, Arqueiro Verde e Arqueira Vermelha/Emiko Queen, Cavaleiro Andante, Vigilante/Greg Saunders, Vingadora Escarlate e um integrante misterioso. 

Geoff Johns assina o roteiro, enquanto Todd Nauck será o artista da HQ. Ainda no ano passado, ambos já estavam em u novo trabalho para a Stargirl, em Infinite Frontier.

Stargirl Spring Special #1 será lançado no dia 4 de maio.


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Review: Future State | Detetive das Trevas #1 (2021)

Batman de volta ao começo em nova minissérie.


O Future State, novo evento da DC Comics nos quadrinhos, está começando a tomar ainda mais forma, com uma variedade de títulos. E claro, o Batman de Bruce Wayne não iria ficar de fora, expandindo ainda mais um futuro distópico de Gotham, uma cidade controlada pelo Magistrado, que emprega a força-bruta para cometer seus atos. A exploração continua em títulos diferentes, mas Gotham é sempre a mesma.

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Mariko Tamaki tenta trabalhar em uma trama onde o Batman é um fora da lei, e todos os outros mascarados também são. Ou seja, é dispensado o serviço dos heróis para limpar Gotham do crime, já que os métodos usados pelo Batman e outros vigilantes não são eficazes em nenhum momento. A primeira edição aborda duas histórias, do Batman e do Bandoleiro, mas escolhi apenas o Morcego para falar, com um pouco mais de aprofundamento. Mesmo que a do Bandoleiro seja interessante, é bem mais viável ler O Novo Batman, pois estes dois contos se conectam bastante.

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Aparentemente, aos olhos de Gotham, Bruce e Batman estão mortos, e o Magistrado já tem ciência de quem é o vigilante mascarado. Falido e vagando por aí, Wayne precisa sobreviver com o que tem, de volta às suas raízes – está no começo outra vez. Aqui, apesar de Gotham ser futurista, o herói não disponibiliza de novas tecnologias, continuando apenas com alguns gadgets iniciais e um traje diferente, sem a vulgar capa preta. Ele está em busca de seu lugar no mundo, mais uma vez, mesmo sendo um fantasma para a população. Bruce está apto a descobrir os podres do Magistrado, e quer saber mais sobre essa organização e derrubá-la. Ele sabe que não é o que sua cidade precisa no momento, e algo está errado por trás disso.

Bruce precisa viver, sem ajuda de seus outros aliados. Ao mesmo tempo que quer se desvencilhar dos fatos da cidade, ainda emergida no crime, o espírito de Guardião de Gotham não o abandona, e o denuncia quando entra em uma briga. Bater em criminosos é tudo o que ele precisa evitar, para não chamar a atenção do Magistrado.

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A equipe criativa da nova história do Batman, conseguem fazer uma grande imersão na psiquê do herói, e em sua personalidade de insuficiente. Ele é um homem sem rumo, mas com um único objetivo: desmantelar o Magistrado. Dan Mora consegue utilizar traços que convencem o leitor, com um visual cyberpunk de Gotham, abandonando a Art Deco usada em vários quadrinhos e outras mídias. As cores de Jordie Bellaire acompanham a arte de Mora, chamando a atenção por não ficarem presas em apenas mostrar uma cidade sombria, utilizando sempre cores escuras para denotar que Gotham ainda é corrupta e suja. Há uma paleta de cores variadas, com tons escuros de azul ilustrando tristeza e dor, e cores mais quentes durante momentos de ação e de desespero. Até aqui, Detetive das Trevas tem uma das melhores arte do evento.

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Detetive das Trevas #1 mostra um possível fim do Batman aos olhos de Gotham, e um grande inimigo no controle da cidade, o Magistrado. Tamaki, a roteirista do quadrinho, mergulha na mente conturbada de Bruce, elevando um novo desafio para o Cavaleiro das Trevas. Com uma trama interessante, que não deixa pontas soltas, podendo se conectar com Mulher-Gato #1, e uma arte cyberpunk, Detetive das Trevas tem de tudo para ser um dos melhores títulos do Future State. O Batman está em boas mãos com Mariko Tamaki e Dan Mora, e os eventos daqui, podem respingar em Infinite Frontier.

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Review: Future State | Mulher-Gato #1 (2021)

Mulher-Gato no expresso polar?


Com o evento Future State acontecendo nos quadrinhos da DC Comics, novos personagens são introduzidos, alguns reimaginados e outros estão sendo os mesmos – ou quase isso. Ram V traz em Mulher-Gato #1 uma nova personalidade para a personagem, que combate a opressão sofrida pelo povo, por conta do Magistrado. Agora, ela precisa lutar contra o novo sistema da cidade.

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De todos os outros títulos, Mulher-Gato é um dos mais sérios do Future State, e não adere a infantilidade em alguns momentos como em Harley Quinn. A primeira edição, aqui, não apressa a trama e tenta introduzir tudo em seu tempo. É funcional, de fato, e também precisa. A trama, basicamente, se aprofunda no Magistrado, ou melhor, mostra o poder que eles possuem, controlando parte dos civis. Em termos históricos, se compararmos o Nazismo com o Magistrado em Gotham, está mais que correto. Assim como os nazistas, o Magistrado usa o medo para controlar a cidade, embarcam jovens e crianças para um reformatório, além de possuírem um controle quase total de Gotham e da população.

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Selina tem de salvar os jovens que eram mandados de trem para um reformatório, e também, Bruce Wayne, preso pelo Magistrado, quando fora caçado como Batman – se era mesmo o que ela queira. É provável que a história da Mulher-Gato se passe um pouco depois de Detetive das Trevas, tentando conectar todo o universo do Batman. É uma jogada inteligente, apesar de confusa por não sabermos direito a linha temporal entre os dois quadrinhos. Aliás, a primeira edição conta com algumas presenças ilustres e uma surpresa no final.

Sempre abro um espaço para elogiar a arte de todos os quadrinhos, e com Mulher-Gato #1 não será diferente. Todo o aspecto nevoso de Gotham, deixa ainda mais cativante a leitura, com um toque mais gótico, sem perder a originalidade. De fato, um belo trabalho realizado por Otto Schmidt, reimaginando a Mulher-Gato com um novo visual.

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No geral, Mulher-Gato #1 desenvolve uma história inovadora e reinventa sua personagem-título, para atender aos seus desejos e lutar contra o Magistrado. Não há nenhuma pressa na premissa, em explicar o porquê de estarem fazendo o que estão, como em algumas outras minisséries do evento. A minissérie da Mulher-Gato tem todo o potencial para ser uma das melhores, desenvolvendo determinados aspectos em edições seguintes, sem entregar logo de cara seu objetivo.

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Review: Future State | Arlequina #1 (2021)

Vilã se torna “heroína na visão de Gotham”.


Arlequina é uma das personagens mais lucrativas do mundo geek, com certeza, e um sucesso entre o público feminino mais jovem, por conta de Esquadrão Suicida (2016), e depois em Aves de Rapina. Porém, mesmo com todo esse sucesso, a fama de badass no cinema, Harley ainda é uma personagem muito presente nos quadrinhos, e muitas vezes, ainda presa ao Coringa. Mas, agora, ela parece ter um novo rumo no Future State, e grandeza não é o que ela pensa.

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Stephanie Phillips, escritora da primeira edição, tenta emoldurar uma vilã sem um norte, já que o Batman original foi supostamente morto nas mãos do Magistrado, uma força de alta segurança que combate qualquer mascarado que ver na rua. Mesmo não sendo uma mascarada, Harley usa seu traje para se divertir em Gotham, mas ela não parecia querer roubos, e sim, apenas diversão, ou só chamar a atenção do Magistrado. Ela é levada ao Asilo Arkham, – possivelmente, ou quem sabe uma outra prisão – e lá vê o Espantalho, no caso, sem a máscara e totalmente reabilitado, trabalhando como um psiquiatra em si. Talvez essa seja a pegada mais curiosa do quadrinho, pois Crane quase nunca tira sua máscara.

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Tudo bem, Crane reconhece os seus erros, vira aliado do Magistrado para limpar as ruas da cidade com muito mais eficiência que o Batman, e por aí vai. Porém, ele está ali com Harley para um único propósito, uma ajuda para capturar outros vilões mascarados. Além do Batman e seus outros aliados, a Arlequina conhecia muito bem cada um dos vilões, pois vivia nesse meio, e em troca da ajuda, receberia algumas boas compensações. São três alvos: Professor Pyg, Vagalume e o infame Máscara Negra, que ainda controlava sua gangue de máscaras. Ela conhece muito bem cada um, e preparou planos para deter os dois primeiros, na certeza que funcionasse. Agora, como no filme Aves de Rapina, Harley terá de enfrentar o Máscara Negra, atual status quo de Gotham.

Diferentemente dos visuais anteriores da personagem, este novo visual da vilã remete mais infantilidade do que amadurecimento. O cabelo repartido nas cores azul e rosa – clara referência aos cinemas – não é tão legal como nas pontas dos cabelos. A arte de Simone Di Meo, é claro, padronizada para o evento, com traços mais leves e fluidos, por assim dizer, no geral, é ótima, mas nada muito marcante. Porém, a personalidade aqui é um acerto. Ela é mais esperta do que aparenta pelo visual. Agora, referente ao visual do Crane – como Espantalho – e Máscara Negra, estão ótimos, e bem assustadores, por assim dizer. Quanto a paleta de cor, alterna muito bem entre o escuro e o colorido, ao estilo Aves de Rapina, no uso do azul e do lilás, igualmente ao filme. É um belo trabalho da colorista Tamra Bonvillain

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Com uma equipe criativa de qualidade e um roteiro interessante, Arlequina #1 parece ser uma minissérie muito promissora no Future State, redefinindo alguns personagens e ela própria. A segunda edição que já foi lançada nos EUA, promete uma batalha árdua entre o Máscara Negra e a Arlequina, os mais novos rivais da cidade. Estou animado para ver os próximos capítulos da história.

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Yara Flor ganhará série mensal como Moça-Maravilha

Heroína estrela o evento Future State.


Yara Flor, a Mulher-Maravilha brasileira do Future State, está migrando para o Universo DC de vez, ganhando uma série mensal, intitulada de Moça-Maravilha. Joelle Jones, criadora da heroína, irá comandar o título, sendo roteirista e artista, ao lado de Jordie Bellaire (via DC Comics).

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A série contínua de quadrinhos da personagem, ganhará um teaser em Infinite Frontier #0, no dia 2 de março, pós eventos do Future State. Wonder Girl #1 chegará no dia 18 de maio às bancas estadunidenses. Veja a capa e uma prévia abaixo:

Moça-Maravilha #1, escrita por Joelle Jones;

Arte por Joelle Jones;

Capa de Joelle Jones;

Cores por Jordie Bellaire;

Letras de Clayton Cowles.

Confira a descrição do quadrinho:

Sinopse: “Criada na longínqua terra de Boise, Idaho, Yara sempre sentiu que algo estava faltando em sua vida – e agora ela está indo para o Brasil para encontrá-lo. Mal sabe ela que sua chegada desencadeará uma série de eventos que mudarão o mundo da Mulher Maravilha para sempre.

Seu retorno foi profetizado, e com essa profecia vem a atenção exclusiva de deuses benevolentes de panteões além. O perigo espreita em cada esquina – mas este jovem herói está pronto para sua jornada? Descubra em uma edição de estreia que você absolutamente não pode perder!”

Wonder Girl #1 estreia no dia 18 de maio.


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Espantalho ganha um novo visual assustador para os quadrinhos

Vilão será uma grande ameaça para o Batman em nova fase da DC.


Jorge Jiménez, artista do título do Batman para Infinite Frontier, revelou um novo visual para o Dr. Jonathan Crane/Espantalho. Ele está usando suas seringas com toxina do medo nas pontas dos dedos, marca registrada dos jogos Batman: Arkham. Também usa uma máscara com um longo respirador, que o protege de gases tóxicos e do próprio gás do medo. Veja a imagem abaixo:

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James Tynion IV, roteirista de Batman #106, afirmou que “espera contar uma das melhores histórias do Espantalho de todos os tempos. O objetivo é sempre capturar o que está no coração do personagem que eu sempre amei e sempre fui atraído, mas também abrir esse personagem”, disse o quadrinista.

O novo título do Batman se passará após o evento Future State, que aborda os acontecimentos pós Death Metal, num futuro próximo e distante da DC Comics.

Batman #106, escrita por James Tynion IV;

Arte e capa por Jorge Jiménez;

Capa variante de Jorge Jiménez e Riccardo Federici.

Veja a descrição abaixo:

Sinopse: “Após os trágicos eventos de Infinite Frontier # 1, Batman e seu novo aliado, Ghost-Maker, devem contar com uma nova gangue operando em Gotham City – mas eles estão conectados ao ressurgimento do Espantalho? Enquanto isso, o obscuro bilionário Simon Saint apresenta um sistema avançado de aplicação da lei ao novo prefeito! A equipe criativa por trás do épico “The Joker War” retorna com uma nova história cheia de emoção e perigosa chamada “The Cowardly Lot.”

Batman #106 chega no dia 2 de março às bancas estadunidenses.


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Review: Batman/Mulher-Gato #1 (2020)

Tom King retoma clássico de Bruce Timm.


Tom King, conhecido pelo sucesso em Senhor Milagre e por escrever grande parte do Renascimento do Batman, está de volta aos quadrinhos do Cavaleiro das Trevas, para explorar o passado de Bruce e o presente ao lado da Mulher-Gato. Agora, nessa nova minissérie para o DC Black Label, King pode explorar o lado mais obscuro da vida do casal, além de ir mais a fundo no passado de Bruce

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O roteiro mais profundo, engloba toda uma construção passada recente, mas pode ser confuso para quem não viu Batman: A Máscara do Fantasma, ou leu algum quadrinho do DC Renascimento do Batman. Tom King está trabalhando ao lado de Clay Mann, o artista do quadrinho, que rebusca um novo visual para os personagens-título, com novas feições, cenários, mas uma velha história de romance e mistério. A HQ explora três períodos distintos: Os passado de Bruce, se envolvendo com Selina, o presente, em que a história é narrada, com a envelhecida Selina Kyle, e uma outra vez em que Andrea Beaumont reaparece em Gotham, pedindo ajuda para o Batman.

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Sobre o primeiro período, não há mistérios, e o Coringa está surpreso com a relação da Gata e do Morcego. Aparentemente, assim como o Fantasma, ele sobreviveu à explosão, continuando sua onda de crimes, enquanto Andrea reconstruiu sua vida longe de Gotham, tendo tido um filho, ponto focal da história. Agora, num futuro próximo, Bruce está morto, e pelo jeito, já deixou seu legado como Batman na Terra. Nessa medida, Selina Kyle tenta se refugiar a um velho amigo, se abrindo com ele e citando Helena Wayne, a nova heroína da cidade e filha do casal. 

Ligando os pontos dos acontecimentos, tudo indica que o Coringa está por trás da tragédia que se passa na HQ, e o retorno do Fantasma, para se vingar do Palhaço. Todos querem se vingar, até mesmo Selina. Ela está disposta a matar o Coringa, após a morte do Batman. Quem sabe tenha mais alguém que queira a cabeça do inimigo mais famoso do Morcego.

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Clay Mann trabalha com uma arte mais detalhada, se aproximando bastante do que desenhou em Heróis em Crise. Ao lado dele, Tomeu Morey usa cores vibrantes e escuras, para representar a personalidade que o Batman passa. O teor gótico da arte, se casa com o funesto roteiro, que tenta montar, mais uma vez, um romance trágico entre Batman e Mulher-Gato. Aqui, é deixado de lado o romance, e colocado em pauta um mistério, curtindo o drama da pós-morte do guardião de Gotham. Tom King não costuma acertar muito em trabalhar a vida amorosa do Batman, mas, talvez nessa minissérie, ele consiga desenvolver melhor ainda do que em edições anteriores do Renascimento.

Apesar de confundir o leitor, fazendo-o se perguntar sobre o que está acontecendo, Batman/Mulher-Gato #1, entrega uma premissa mais trabalhada, madura e profunda, produzida por Tom King. O selo Black Label permite que o quadrinista desenvolva ainda mais o casal, mesmo que já o tenha feito antes, porém, com um incremento mais adulto e sério, deixando a ação um pouco de lado. No fim, a primeira edição é ótima, mas um pouco confusa. Não podemos nos precipitar e falar com base em apenas uma edição, temos de esperar as próximas para que finquem o pé no chão e comece as explicações.

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Divulgação/DC Comics

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Review: Future State | Superman/Mulher-Maravilha #1 (2021)

Nunca atire na Mulher-Maravilha.


Yara Flor chegou com tudo mesmo no Future State, e em mais um quadrinho, ela rouba todas as cenas e ofusca o Superman de Jon Kent. Fazendo dupla com o filho do Superman original em Superman/Mulher-Maravilha, Yara Flor quebra as barreiras da paciência e fala o que todo brasileiro deseja falar com um político.

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A primeira edição, que tem o roteiro de Dan Watters e arte de Leila del Duca, remonta uma nova dupla de heróis no Universo DC, o novo Superman e a Mulher-Maravilha brasileira. Enquanto um luta por uma cidade e segue os passos do pai, Yara Flor busca, incessantemente, mudar a mente dos políticos, para que cumpram o que prometeram, e não fugindo de seu trabalho. Ela luta pela igualdade, justiça, e também, contra corruptos que assolam São Paulo e o Brasil.

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Posso afirmar que a Mulher-Maravilha é a parte positiva do quadrinho, e ela já é conhecida pelos brasileiros. Toda sua dinâmica, sua personalidade explosiva, está sendo muito bem explorada, assim como a mitologia brasileira e o folclore – que dessa vez mostrou a mula sem cabeça e os deuses do sol e lua. Porém, apesar do grande acerto que foi a Yara, o erro está em Jon Kent, que não consegue ser como seu pai. Carregar o símbolo da Casa-El no peito, não quer dizer que irá carregar a essência do Superman também, e ele consegue ser infantil algumas poucas vezes, que podem deixar o leitor um pouco frustrado com sua personalidade mais inocente.

O roteiro simples, carrega uma história de um deus do sol, combatendo Solaris, famoso inimigo devorador de sóis. Solaris é a ameaça da HQ, mas que, aparentemente, não apresenta ser uma grande ameaça em sua primeira aparição, sendo rebaixado a uma disputa de força. É claro que, o vilão se tornará mais ameaçador numa próxima edição, mas, que não o inflem e façam uma luta justa e épica do Superman e da Mulher-Maravilha contra o Sol Tirano.

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Como sempre, gosto de elogiar a arte do quadrinho. Os traços, tanto dos personagens quanto da cidade, superfície espacial e outras, estão padronizadas para o evento. O uso de cores mais vivas e quentes, denotam toda a grandeza que o Superman tem, além da Mulher-Maravilha, e não foi visto tanto o uso de cores mais escuras.

Em resumo, Superman/Mulher-Maravilha #1, mostra os dois grandes heróis e novos símbolos da DC unindo forças para derrotar uma grande ameça futura. Em momentos gloriosos, a HQ abrasileira ainda mais a Yara Flor e abraça seu espírito jovem e destemido, ofuscando um Superman de Jon Kent abaixo da expectativa, inocente e com muito a aprender.

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DC Comics cancela Aquaman: Terra Um

Quadrinho foi cancelado após diversos adiamentos.


Uma notícia que não parece surpreender os fãs da DC Comics, Aquaman: Terra Um, foi cancelado pela editora, após o projeto não ter conseguido sair do papel. De acordo com uma página confiável de fãs do herói, o The Aquaverse, o contrato do quadrinista encarregado da HQ parece ter chegado ao seu fim.

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“Atualização sobre Aquaman: Terra Um: Em uma notícia que não deve surpreender ninguém, Francis Manapul confirmou que ele não está mais sob contrato com a DC e este projeto está morto no momento.”

Francis Manapul está concentrado em novos projetos fora da editora, e a não continuidade do projeto do quadrinho do Rei dos Mares, foi devido a agenda apertada do autor. A HQ foi anunciada em 2015, mas adiada repetidamente, visto que Manapul estava trabalhando em vários títulos com do DC Rebirth e DC Universe, como Trindade e Liga da Justiça.

Até o momento, a DC não se pronunciou sobre o assunto.


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Review: Future State | Immortal Wonder Woman #1 (2021)

O futuro catastrófico e o preço da imortalidade.


Enquanto Yara Flor já fez sucesso em sua primeira edição no Future State, ela não é a única Mulher-Maravilha presente no evento, sendo acompanhada por Diana e Nubia. Separando as linhas do tempo de cada uma, Immortal Wonder Woman traz a Diana os eventos pós Death Metal, em um planeta sem vida, e uma princesa refletindo o preço que pagou por ser imortal.

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Na primeira edição da minissérie Immortal Wonder Woman, Diana se encontra num futuro distópico, onde não há mais a Liga da Justiça, Batman está morto e o Superman envelhecido. Enquanto tem um trabalho de tentar salvar o Verde e a Terra, Diana se encontra sentida por ter o peso da imortalidade, e ver todos os seus amigos morrerem.

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“Você sempre foi o nosso coração, e isso é o que há de mais maravilhoso em você”

Por outro lado dela querer salvar todo o planeta, as amazonas não dão tanta ênfase. Após a destruição de Nova Gênese por criaturas misteriosas, Apokolips foi dominada sem que Darkseid interferisse. O intuito do lorde de Apokolips agora, é dominar o que restou da Terra, já que nunca conseguiu, de fato, conquistar enquanto a Liga da Justiça ainda estava na ativa. Michael W. Conrad e Becky Cloonan acertaram em cheio na personalidade de Diana, tão apegada à Liga da Justiça quanto qualquer outro herói, sentindo o que é a solidão, algumas vezes

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A história de Núbia, apesar de não deixar tão claro o que pretende, se conecta no presente, com a vilã Cálice roubando peças para liberar males antigos. Para quem ainda não sabe, Cálice é filha de Darkseid, nascendo de uma assassina amazona. Ou seja, a meta de Cálice no presente e sua possível conquista, pode ser o que afeta o futuro e Darkseid subjugando a Terra.

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Deixando de lado a história dos dois arcos, é válido elogiar a arte do quadrinho, mas ainda assim, não é tão superior ao DC Rebirth, que eu considero melhor. É claro que, eventos diferentes exigem abordagens diferentes, e no Future State, a arte busca o mais simples, com cores mais vivas em alguns aspectos e escuras em outros. 

Immortal Wonder Woman #1, no geral, entrega uma premissa interessante, conectando duas histórias, três amazonas e o possível fim dos tempos, relatando a importância de ser a Mulher-Maravilha e o legado que possui, sendo o coração de todos os outros super-heróis do evento. Estou realmente ansioso por ver o caminhar da história e o desfecho de tudo.

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Yara Flor tem começo brilhante no DC Future State

DC retrata muito bem o folclore brasileiro.


O anúncio da criação de uma Mulher-Maravilha brasileira deu o que falar pelos fãs brasileiros da DC, que se animaram para o evento nos quadrinhos Future State. No começo de janeiro, os quadrinhos chegaram digitalmente e às bancas estadunidenses, e lá, não sei ao certo se foi um grande sucesso, mas aqui, pelos comentários que recebi sobre, mesmo antes de ler, estava ótimo.

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A Mulher-Maravilha carrega toda a mitologia grega consigo, e tem nome de uma deusa romana. A DC consegue explorar e trabalhar muito bem a antiguidade grega, além de incluir novos personagens, guerreiras lendárias, mas sempre mantendo a essência histórica de Homero ou Heródoto. Não está sendo diferente com Yara, que luta contra criaturas do folclore brasileiro como o boitatá ou tem de confiar na Caipora, uma inimiga ao mais tipo Circe.

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Não contente em colocar só o folclore brasileiro, a criadora Joelle Jones explora e mistura a mitologia grega com as lendas brasileiras, acertando em cheio na dinâmica que, com certeza, será muito bem explorada nos capítulos seguintes. Além do mais, a dinâmica apresentada entre Caipora e Yara Flor é explosiva, por conta de momentos anteriores, a Guardiã das Florestas ter atacado a nova Mulher-Maravilha. O ressentimentos ficaram, mas ambas se uniram para livrar uma irmã do controle de Hades, deus do submundo.

Joelle Jones produz a arte e o roteiro do quadrinhos, e mesmo com uma premissa mais simples, a arte chama a atenção, assim como a mistura de mitologias. A personalidade da nova personagem, em si, se diferencia de Diana. É mais enérgica, explosiva e um pouco estressada, mas as táticas de combate se assemelham.

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Assim como o parágrafo acima, chamo a atenção novamente para a arte da HQ. Os cenários vastos da Amazônia como conhecemos, assim como a pele morena de Yara Flor, mais a representação de Caipora e outras criaturas mitológicas, demonstram a qualidade e grande empenho e Jones, em querer saber mais sobre uma cultura tão rica como a nossa e a grega. A coloração do quadrinhos, com cores mais vivas enquanto estão na floresta, e cores mais escuras para a ida ao Hades por meio do barqueiro Caronte, denotam a grandiosidade que o Future State irá ser. 

Seguindo por essa mescla de mitologias e folclores, a minissérie Future State: Wonder Woman, tem tudo para ser uma boa lembrança para os fãs brasileiros da DC Comics, que irão querer por mais aparições da heroína.

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Confira a prévia de Man-Bat #1

Nova minissérie chega em fevereiro.


Após a DC Comics solicitar vários quadrinhos para o começo de 2021, Man-Bat, vilão do Batman, é um dos personagens que irão ganhar sua própria série, sendo o foco no próprio vilão. A editora liberou uma prévia da primeira edição, que pode ser conferida as capas e algumas outras imagens da HQ abaixo:

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O Dr Kirk Langstrom parece estar no fundo do poço e pelo jeito, teria abandonado seu soro para virar o Morcego-Humano novamente. Porém, o vício é maior e Francine, sua esposa, descobre que ele está desenvolvendo o soro novamente para se transformar na criatura.

A minissérie do Morcego-Humano irá contar com 5 edições.

Man-Bat #1, escrita por Dave Wielgosz;

Arte por Sumit Kumar;

Capa por Kyle Hotz;

Capa variante de Kevin Nowlan.

Confira a descrição do quadrinho abaixo:

Sinopse: Durante anos, Kirk Langstrom lutou com seu alter ego monstruoso,Morcego-Humano, e o soro que o transformou. Mas ele finalmente atingiu o fundo do poço após um revés devastador, e ele vai descontar sua raiva em cada cidadão de Gotham City. O poder combinado do Batman e do GCPD será suficiente para parar Langstrom de uma vez por todas? Ou será apenas o início da devastação do Homem-Morcego?

Man-Bat #1 chega nas bancas estadunidenses no dia 2 de fevereiro.


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Review | Batman – Noel

Lee Bermejo e sua releitura fantástica de Um Conto de Natal.


Charles Dickens, renomado escritor inglês que criou Um Conto de Natal e o rabugento Ebenezer Scrooge, é uma referência nas épocas natalinas. Vários filmes e animações já usaram Scrooge, um clássico personagem, que em Batman – Noel (2011), o incrédulo do Natal é representado pelo Batman. É claro que o personagem título do quadrinho não é um símbolo do Natal e tal, ou mesmo alguém que lhe dirá “feliz Natal”, porém, ele pode salvar o seu feriado.

A graphic novel de 2011 entra para o rol dos “quadrinhos do Batman que precisam ser lidos”, pois, aqui, há um narrador do começo ao fim da HQ, completando a ideia de quem narrava. A história em todo o quadrinho, remete logo ao livro de Dickens, já que essa é a própria representação do conto. É incrível o paralelo que Bermejo faz entre Scrooge e Batman, pois, ele conecta duas pessoas diferentes, com personalidades parecidas, e mescla o bom e o pior do Cavaleiro das Trevas.

Bob é o ponto focal da história, um homem que cuida de seu filho, mora na parte pobre de Gotham City e está disposto a batalhar pelo menino, arriscando a própria vida. Ao aceitar um trabalho do Coringa, sendo um peixe pequeno do mesmo, ele se depara com o Batman, que o afugenta e deixa todo o dinheiro no local. É uma isca do herói para apanhar sua presa, que em pleno Natal, está solto em Gotham e Bruce Wayne não tem descanso, mesmo que a polícia ainda tenha um pouco.

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Divulgação

Assim como no conto, três fantasmas aparecem para assombrar o Batman, funcionando como passado, presente e futuro. O primeiro remete logo ao trágico passado de sua carreira, a morte de Jason Todd e as antigas perseguições contra a Mulher-Gato, que nunca se cansa de fazer o de sempre. Não há paradas para apresentações aqui, e após cair, falhando em capturar Selina, o segundo fantasma aparece, o Superman, que o ajuda ali e agora – presente. Os Melhores do Mundo se reúnem mais uma vez, agora com o Morcego ainda mais fechado ao mundo, sem se importar muito com o que resta de humano nas pessoas; seu foco é maior e vai muito além do crime. Essa ajuda não é precipitada, já que o Escoteiro ouviu a tosse de Bruce em Metropolis. A aparição do Superman no quadrinho ameniza as sombras do Batman, suas cores e sua trajetória solitária, mantendo um pouco a esperança. Mas, quando se vai, um vazio fica e não há nada que o preencha nos quadrinhos seguintes.

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O terceiro fantasma é sua própria presa, que vira seu predador, o velho Coringa. É estranho ler que Clark ouviu a tosse de Bruce em Metropolis – talvez seja sarcasmo – e não ouviu a explosão no Batmóvel após ele sair voando. Isso não tira mérito algum da trama e do quadrinista, mas é uma ponta solta que poderia ser arrumada. Continuando, o Coringa funciona como um fantasma do futuro, mas por quê? Porque, simplesmente, ele é o carrasco do Batman e o enterra vivo, sendo esse o futuro esperado do vilão e do herói: a morte.

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Entretanto, é claro que não iria ficar assim e o final feliz acontece, mas não irei contar aqui, e sim, elogiar muito a arte de Bermejo, que utiliza o mesmo método de Coringa (2008), de Brian Azzarello. Em Batman – Noel, ele opta, junto com Barbara Ciardo, cores mais frias enquanto há o Batman, usando bastante da sombra um artifício para moldar o olhar gótico que Gotham oferece. Já quando o Superman aparece, isso muda totalmente, deixando o ambiente mais colorido e vistoso. A arte é realmente o forte da HQ, mesmo que a história não seja tão marcante quanto.


Veredito

Batman – Noel é uma leitura aconchegante e rápida, se for para ler com muita atenção. Lee Bermejo traz um Batman ainda mais humano, sem esperança ou felicidade alguma em sua vida, porém, não abandona a persistência que vem com o herói desde sua criação. A arte detalhada com a coloração escura, se junta a um roteiro formidável, fazendo um paralelo de uma obra clássica de Natal para um quadrinho bem lembrado pelos fãs e merece estar em sua lista de leituras de Natal!

Avaliação: 4 de 5.

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DC Comics revela nova equipe criativa para Asa Noturna

Artista brasileiro está envolvido.


A DC Comics revelou a equipe criativa que estará por trás dos novos quadrinhos do Asa Noturna após o evento Future State. Tom Taylor, roteirista que trabalhou em Injustice e o artista brasileiro Bruno Redondo, de Esquadrão Suicida e Injustice também.


Mas antes de continuar, leve Esquadrão Suicida: Ponto Sem Volta, por 9% de desconto. Clique aqui e adquira!


“Eu sou um grande fã do Asa Noturna. E eu não poderia estar mais animado para enfrentar um herói que sempre considerei um DC A-lister. Nossa série é sobre como mostrar isso. É sobre colocar Dick Grayson de volta naquele pedestal onde ele pertence”, disse Taylor.

No novo quadrinho, será explorado ainda mais a volta de Dick Grayson como Asa Noturna, numa Bludhaven que elegeu o prefeito com sobrenome Zucco. Para quem não sabe, Anthony Zucco assassinou os pais de Grayson, causando um acidente na apresentação dos Grayson’s Voadores no circo. 

Mas, nem tudo é problema e a Batgirl estará ao lado do Pássaro Azul, trabalhando para derrubar a criminalidade e provavelmente o prefeito.

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“Asa Noturna significa potencial cinético, evolução e uma assertividade positiva mais do que qualquer outro personagem em que trabalhei … e esse é o tipo de herói de que todos precisamos agora. Trabalhar com Tom no Asa Noturna é a evolução perfeita para nós como uma equipe! Temos ideias incríveis para as novas aventuras de Dick Grayson”, comentou Bruno Redondo.

Nightwing #78, escrito por Tom Taylor;

Arte de Bruno Redondo;

Coloração por Adriano Lucas;

Letras de Wes Abbott;

Editado por Jessica Chrn.

Nightwing #78 chega no dia 16 de março de 2021.


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Coringa terá sua própria série de quadrinhos em 2021

The Joker se passará após os eventos de Joker War.


O maior vilão dos quadrinhos e da cultura pop, irá ganhar uma série mensal de quadrinhos pela DC Comics em 2021, explorando ainda mais o personagem e Punchline, uma das parceiras do Príncipe Palhaço do Crime que substituiu a Arlequina. A série mensal será ligada logo ao evento Joker War, onde o Coringa sofreu nas mãos de Bane e Arlequina. E claro, ele quer vingança.


Quer conhecer mais sobre o Coringa? Adquira o quadrinho de Jeff Lemire, Coringa: Um Sorriso de Matar. Para comprar, clique aqui!


Quando fui abordado pela DC sobre o conceito de um título mensal destacando o Coringa, pensei: ‘Como seria esse gibi?’”, disse Tynion“Estou animado para compartilhar esta história de forma que honre tudo o que um gibi do Coringa pode ser, embora seja de um ângulo emocionante e inesperado. Também estou entusiasmado em continuar trabalhando com Sam e Mirka para expandir a história da Punchline que começamos em novembro como um recurso de backup nesta nova série em andamento. Joker War foi apenas o começo do terror e do caos que estamos criando!”

A série irá explorar ainda mais a Punchline, uma personagem criada recentemente para os quadrinhos. Com certeza, será muito interessante expandir sua mitologia.

Confira abaixo as solicitações de capas para The Joker:

The Joker #1, escrita por James Tynion IV e Sam Johns;

Arte de Guillem March, Mirka Andolfo;

Capa de Guillem March;

Capa da variante do Coringa, por Frank Quitely;

Variante do Coringa 1:25, de Riccardo Federici;

Variante da Punchline de Francesco Mattina.

Confira a sinopse abaixo:

Sinopse: “Depois de um ataque impensável a Gotham City, o Príncipe Palhaço do Crime se tornou o homem mais procurado do mundo! O Coringa está fazendo o possível para ficar vários passos à frente da polícia no exterior, mas Jim Gordon, prestes a se aposentar, percebe que esta é a última caça ao homem de sua vida e jura rastrear o pior inimigo de Gotham, completando sua carreira histórica. Mas existem algumas forças misteriosas e mortais que também estão em busca do Coringa, e eles não vão deixar Gordon atrasá-los ou atrapalhar.

Na história de backup de Tynion IV, o co-escritor Sam Johns e a artista Mirka Andolfo, Alexis Kaye, também conhecida como Punchline, torna-se a mais nova residente da Penitenciária Blackgate, enquanto do lado de fora Harper Row retoma seu papel como Bluebird para evitar que seu irmão caia a influência de Punchline e sua marca sedutora de anarquia e caos.”

The Joker #1 tem data para 9 de março de 2021.


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Novo quadrinho da Hera Venenosa reimagina vilã como anti-heroína

Quadrinho chega em 2021.


A DC Comics solicitou mais um quadrinho, agora focada na vilã do Batman Hera Venenosa, um dos pares românticos da Arlequina. Intitulada de Poison Ivy: Thorns, a história promete reimaginar a vilã como um tipo de anti-heroína num tom mais adulto e de horror gótico (via Bleeding Cool).

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Sinopse: “Há algo incomum em Pamela Isley – a garota que se esconde atrás de seus brilhantes cabelos ruivos. A garota que não deixa ninguém entrar para ver o que está escondido atrás das cortinas. A garota que faz de tudo para cuidar das plantas. Pamela Isley não confia nas outras pessoas, especialmente nos homens. Eles sempre querem algo dela. Algo que ela não está disposta a dar.

Quando a linda e gótica Alice Oh entra na vida de Pamela após um acidente no parque local, ela a faz sentir vontade de puxar suas cortinas e deixar o sol entrar, mas há segredos obscuros bem no fundo da casa dos Isley. Segredos que o pai de Pamela avisou que devem permanecer ocultos. Segredos que podem se tornar mortais e destruir a única pessoa que sempre se importou com Pamela, ou como sua mãe preferia chamá-la… Hera. Pamela irá se abrir para novas possibilidades de amor, ou irá se deixar ser transformada para sempre pelas vinhas espinhosas da vingança?”

Diferente do habitual, parece que Pamela Isley terá um novo interesse amoroso, deixando Arlequina de lado e explorando suas outras paixões.

Poison Ivy: Thorns, escrita por Kody Keplinger;

Arte por Sara Kipim.

Não foi informado sobre quais serão os artistas que irão ilustrar as capas do quadrinho.

Poison Ivy: Thorns chega no dia 8 de junho de 2021 nos Estados Unidos.


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