Arquivo da tag: Henry Cavill

Novas fotos do set de The Witcher revelam novo visual de Ciri

Com o início das gravações da segunda temporada de The Witcher ainda no meio de agosto, poucas informações sobre a produção surgem. Mas, recentemente, algumas imagens do set foram reveladas ao público pelo site Redanian IntelligenceVeja abaixo:

Anúncios

Nas imagens é possível ver Ciri, com uma roupa nova, podendo ser a de bruxa, a qual ela ganhará durante o treinamento em Kaer Morhen. Ao seu lado, há duas mulheres, uma loira e outra ruiva. A loira, pode ser a feiticeira élfica Lara Dorren, que é uma ancestral de Ciri. Já a ruiva, fontes próximas dizem não saber.

O elenco tem como principal ator Henry Cavill (Geralt), Freya Allan (Ciri), Adam Levy (Mousesack), Johdi May (Rainha Calanthe), Björn Hlynur (Rei Eist), MyAnna Buring (Tissaia), Anya Chalotra (Yennefer), Joey Batey (Dandelion), Eamon Farren (Cahir), Millie Brady (Princesa Renfri), Lars Mikkelsen (Stregobor), Royce Pierreson (Istredd), Rebecca Benson (Marilka), Roderick Hill (Fletcher) e Amit Shah (Torque).

A primeira temporada está disponível no catálogo da Netflix.


Siga nosso Instagram e fique sempre informado sobre novas notícias, de forma mais rápida e eficaz.

Rumor: 3ª temporada de The Witcher está a caminho pela Netflix

Com a confirmação da segunda temporada, um novo relatório indica que The Witcher já tem uma nova temporada sendo encaminhada pela Netflix, e que pode chegar em 2022, já que a pandemia do Covid-19 atrasou a produção da segunda temporada.

O relatório vem do site Redanian Intelligence, que postou uma imagem do banco de dados do Writers Guild of America (WGA), dando a confirmação de uma nova temporada de The Witcher, datando a produção entre 2020-2021, mas que seria lançado apenas no início de 2022, já que a segunda temporada chega em 2021, possivelmente no segundo semestre do ano.

season-3

Em 2019, houve a confirmação de um relatório por um insider, afirmando que a série teria pelo menos três temporada completas, seguindo os passos de Chilling Adventures of Sabrina, podendo se confirmar com o relatório atual.

Anúncios

A segunda temporada já está sendo filmada e produzida, com todos as medidas sanitárias dos locais de filmagens. Toda a produção começou ainda em agosto, e com uma semana de adiantamento, o que permite aos produtores e atores trabalharem ainda mais rápido para entregar a segunda temporada.

Sinopse: “O bruxo Geralt, um caçador de monstros mutante, está procurando um lugar no mundo em que as pessoas se mostrem mais bizarras do que os próprios monstros.”

O elenco tem como principal ator Henry Cavill (Geralt), Freya Allan (Ciri), Adam Levy (Mousesack), Johdi May (Rainha Calanthe), Björn Hlynur (Rei Eist), MyAnna Buring (Tissaia), Anya Chalotra (Yennefer), Joey Batey (Dandelion), Eamon Farren (Cahir), Millie Brady (Princesa Renfri), Lars Mikkelsen (Stregobor), Royce Pierreson (Istredd), Rebecca Benson (Marilka), Roderick Hill (Fletcher)Amit Shah (Torque).

A primeira temporada está disponível no catálogo da Netflix.


Confira o último CR Origens e conheça o supervilão Kang, o Conquistador:

Crítica: Enola Holmes (2020)

Aviso: Crítica sem spoilers!


Enola Holmes (Millie Bobby Brown) é uma adolescente cujo irmão, mais velho, é o renomado detetive Sherlock Holmes (Henry Cavill). Quando sua mãe desaparece, fugindo do confinamento da sociedade vitoriana e deixando dinheiro para trás para que ela faça o mesmo, a garota inicia uma investigação para descobrir o paradeiro dela, ao mesmo tempo em que precisa ir contra os desejos de seu irmão, Mycroft (Sam Claflin), que quer mandá-la para um colégio interno só de meninas.

O filme se baseia nos livros de Nancy Springer, que mostra uma história bem diferente do que estamos acostumados a ver sobre os Holmes. Até por que é contado de um ponto de vista diferente, o de Enola.

114687349_543bf041-b8fc-4ce1-ba26-045e8e0e03e0

O filme tem pontos altos e baixos, e um dos pontos altos são os atores. O longa possui um um elenco de grande peso e todos eles tem participações inesquecíveis. Millie Bobby Brown está incrível no papel com uma personagem bem carismática e cativante, assim como Henry Cavill apresentou um bom e diferente Sherlock. E Sam Claflin mostrou um Mycroft mais arrogante de forma bem diferente e especial.

O figurino é excelente, mostrando o visual das pessoas no século XIX com roupas muito bonitas e mais formais, como ternos, vestidos e outros que marcaram o século. A fotografia e o ambiente do filme é muito bonito, mostrando Londres durante o século XIX de forma bem ampla, visando bem os tempos antigos.

O roteiro é interessante, com uma investigação bem legal e cenas de ação animadas. Mas ele falha com cenas que acabam sendo meio forçadas, com uma quebra da quarta parede totalmente desnecessária que acaba um pouco do suspense das investigações.


Veredito

É um filme bem divertido para ver com a família e amigos, que irão se identificar com alguns personagens que são muito cativantes, mas tem coisas que não vão agradar muito alguns dos fãs dos Holmes. 

6,5/10.

007 | Inteligência artificial escolhe Henry Cavill como o novo James Bond

O primeiro processo de casting assistido por IA determinou que Henry Cavill deveria ser o próximo James Bond.

Daniel Craig interpretou o espião icônico desde Casino Royale e a partir daí fez cinco sequências. Seu lançamento final como 007, Sem Tempo Para Morrer, estava programado para ser lançado em abril, mas a pandemia do coronavírus o atrasou. Atualmente, o longa agora está programado para 20 de novembro.

Por este ser o último filme com Daniel Craig, a pergunta que fica na mente dos fãs é: Quem será o próximo Bond? Como a franquia James Bond existe há décadas, é inevitável que um novo ator seja contratado para a próxima geração de filmes. No entanto, resta saber quem vai assumir as rédeas após a saída de Craig. Vários nomes foram citados pelos fãs, de Idris Elba a Richard Madden.

Se o elenco tivesse um caminho determinado, Henry Cavill (The Witcher) seria o James Bond. Em um novo estudo conduzido por uma empresa com focada em pesquisa tecno-científica, um software com inteligência artificial foi usado para comparar os atributos de um ator aos atributos de Bond, com o objetivo de avaliar melhor qual artista receberia as reações mais positivas do público. Quando se trata de atores britânicos, Cavill venceu com uma pontuação de 92,3%, seguido por Richard Armitage (O Hobbit) com 92% e Elba (Esquadrão-Suicida) com 90,9%.

Ao expandir o estudo para atores internacionais, a estrela de The Boys, Karl Urban, liderou a lista com 96,7%, o que o coloca firmemente à frente de Cavill. Logo atrás de Urban estava a estrela de “Vingadores: Ultimato“, Chris Evans com 93,9% e Will Smith 92,2%. Por uma questão de explorar todas as opções, o estudo também considerou atrizes para um título feminino, Gina Carano de “O Mandaloriano e “Deadpool chegando a 97,3% à frente de Cavill e Urban. Ela foi seguida por Katee Sackhoff com 94,4% e Angelina Jolie (Eternos) com 94,2%.

Curiosamente, Cavill quase se tornou Bond em 2005. Ele e Craig foram os dois candidatos finais, com o papel obviamente indo para Craig. Rumores até se espalharam em 2018 de que Cavill estava mais uma vez em consideração para o papel, e há definitivamente um argumento de que ele ainda seria uma excelente escolha. No entanto, como ele está atualmente trabalhando em The Witcher, da Netflix, e talvez retomando seu papel como Superman, ele pode estar muito ocupado para assumir outro papel de peso. Como o próximo ainda não foi lançado, pode demorar um pouco até que o próximo James Bond seja revelado, mas como este estudo revelou, opção é o que não falta.

SDCC20 | Roteirista comenta sobre polêmicas de Homem de Aço

David S. Goyer foi o responsável pelo roteiro do retorno do Superman ao cinemas em Homem de Aço, filme que é amado por alguns e odiados por outros, principalmente pelas polêmicas em seu roteiro, envolvendo a questão do “Superman não mata“.

Essas questões foram trazidas à tona durante seu painel na San Diego Comic-Con. De acordo com Goyer, a ideia era fazer um Superman mais “humano e realista”, assim como foi feito na Trilogia Cavaleiro das Trevas (2005-2012), de Christopher Nolan. Porém, a questão do Homem do Amanhã ser um alienígena, dificultou esse processo de humanização, já que eles tinham de demonstrar o quanto o Superman foi importante na humanidade, ao mesmo tempo em que trabalhava as emoções do azulão.

O roteirista comentou sobre algumas cenas do filme. A primeira é quando Clark deixa seu pai morrer durante o tornado. A explicação oferecida por Goyer, é de que Clark era inexperiente e tinha medo de se revelar ao mundo.

 “As pessoas tem que lembrar que Clark devia ter uns 17 anos na época. Ele não havia sido testado e não conhecia a extensão de seus poderes. (…) E do outro lado ele tem seu pai em sua cabeça dizendo ‘você tem que tomar muito cuidado’“.

A outra cena discutida, foi a morte de Zod, já que como citei no início da matéria, o Superman não mata. Porém, Goyer voltou a afirmar que essa decisão só foi tomada, porque o herói ainda era inexperiente.

“Há uma regra de que o Superman não mata, mas essa é uma regra imposta em um mundo fictício. (…) Mas esse é um Superman imaturo que acabou de aprender a voar. (…) Ele não conhece a extensão de seus poderes e está lutando contra alguém que nunca iria parar.”

David S. Goyer também revelou que eles tinham uma ideia para não matar Zod, que seria colocar o vilão numa nave Kryptoniana e enviá-lo para o espaço, mas essa ideia iria parecer apenas uma “desculpa esfarrapada” para trazer Zod de volta em um futuro filme.

Confira todo o painel:

San Diego Comic-Con @Home acontece do dia 22 ao dia 26 de julho. 

Quer saber mais sobre o evento online? A San Diego Comic-Con @Home acontece do dia 22 ao dia 26 de julho.

Não deixe de conferir o especial no canal Critical Room.

Um Lugar Silencioso, The Witcher e Killing Eve são adiados novamente; confira as novas datas!

Tanto o filme quanto as séries receberam novas datas por conta do atraso nas produções devido o estado de emergência anunciado em março deste ano.

The Witcher não terminará as filmagens de sua segunda temporada até 2021

A segunda temporada de The Witcher, da Netflix, não terminará de filmar até fevereiro de 2021. A Netflix anunciou no final de junho que a produção da série de drama e fantasia estaria programada para ser retomada em 17 de agosto após ser encerrada em meados de março devido à pandemia de Covid-19. Antes do encerramento, as filmagens deveriam ter ocorrido entre fevereiro e agosto deste ano.

De acordo com as fontes do Screenrant, as filmagens da segunda temporada de The Witcher durarão até fevereiro de 2021. A duração total das filmagens da próxima temporada seria de cerca de oito meses, incluindo as cinco semanas já filmadas antes do encerramento. De acordo com a apresentadora Lauren S. Hissrich, a série já havia filmado material suficiente para pelo menos um episódio antes da ordem de fechamento. A paralisação também seguiu relatos de que o ator Kristofer Hivju, que interpretará Nivellen na segunda temporada , deu positivo para o coronavírus.

Embora o cronograma ainda possa mudar, mais atualizações provavelmente serão anunciadas assim que as filmagens forem retomadas no próximo mês.

Um Lugar Silencioso Parte 2 adiado para abril de 2021

A sequência foi adiada novamente como resultado do coronavírus. O aguardado filme é a continuação de Um Lugar Silencioso de 2017. O filme de suspense comandado por John Krasinski se tornou um sucesso crítico e comercial, com muitos elogiando o uso inventivo do som e também, notável por ser uma colaboração entre Krasinski e Emily Blunt, que são casados na vida real.

Inicialmente o longa tinha data marcada pra estrear em março deste ano, assim como a pandemia de coronavírus atingiu os Estados Unidos, foi um dos primeiros filmes adiados e, ao que parecia, seria lançado em 4 de setembro.

A Paramount então, mudou  a sequência para 2021, onde será lançado no dia 23 de abril. Essa foi uma das muitas mudanças que o Estúdio fez para o lançamentos de seus próximos filmes.

Já na sua quarta temporada, “Killing Eve” também é adiada devido o mesmo motivo dos citados acima.

A produção da quarta temporada da Killing Eve, da BBC, foi adiada por tempo indeterminado, já que a complicada agenda de filmagens da série na Europa foi prejudicada pela pandemia.

O atraso na produção do Killing Eve quase certamente atrasará sua data de estreia em 2021. O programa funciona em uma base de recuperação bastante rápida, filmando no final do verão e no outono, antes de estrear no início de abril na BBC.

Um porta-voz do programa disse: “Killing Eve acontece em vários locais da Europa. Devido à incerteza do mundo como resultado do Covid-19, o cronograma de filmagens para a quarta temporada de Killing Eve foi bloqueado neste momento e existem vários cenários em jogo”.

A Série segue sem data de estreia.

Continue no Critical Room para mais informações.

Snyder Cut | Henry Cavill fala sobre a importância da versão do diretor

O astro de The Witcher e Missão Impossível, Henry Cavill, revelou por que ele acha que o lançamento do corte de Zack Snyder em Liga da Justiça seja um evento tão importante.

Em uma entrevista à Variety, Cavill expressou que a notícia do lançamento da Liga da Justiça de Zack Snyder não o surpreendeu, afirmando: “Com tudo o que aconteceu neste ano, com o bloqueio e os cinemas tendo que fechar e transmitir serviços agora, estamos recebendo o nosso entretenimento, não é realmente uma surpresa“, ele então observou: “É uma daquelas coisas em que é uma oportunidade, e acho ótimo que Zack teve a oportunidade de finalmente mostrar sua visão”, acrescentou o ator que isso é realmente importante para um contador de histórias e cineasta. O ator explicou ainda: “Quando isso não acontece, é sempre uma ocasião triste. E agora Zack tem a oportunidade, e também, eu.”

Arte de fã imagina Henry Cavill com visual clássico do Superman

O anúncio da estreia da Liga da Justiça de Zack Snyder na HBO Max terminou o movimento #ReleasetheSnyderCut, que depois de dois anos e meio, impulsionou seu lançamento. Tudo começou quando o filme estreou nos cinemas, após relatos de que a versão de Snyder havia sido fortemente alterada pela Warner Bros. e pelo novo diretor Joss Whedon, depois que Snyder foi forçado a deixar o projeto devido a uma tragédia familiar.

Liga da Justiça de Zack Snyder estreia no serviço de streaming da HBO Max em 2021.

Arte de fã imagina Henry Cavill com visual clássico do Superman

Na imagem, Henry Cavill ostenta uma aparência icônica do Superman!

Henry Cavill, estrela dos Mundos da DC (ou DCEU), exibe um visual clássico do Superman em uma obra de arte totalmente nova.

Depois de quase interpretar o super-herói icônico no filme cancelado Superman: Flyby, Henry Cavill finalmente teve sua chance de interpretar o personagem em Homem de Aço, de Zack Snyder. Desde então, Cavill interpreta o Homem do Amanhã em Batman v Superman e Liga da Justiça. Após sua terceira aparição, deixou muitas dúvidas de que Cavill retornaria ao papel, mas recentemente tivemos notícias que Cavill está em negociações para se vestir como o Homem de Aço mais uma vez em um futuro filme da DC.


Liga da Justiça de Zack Snyder ganha teaser trailer

Não está claro qual será o próximo filme do personagem, mas muitos acreditam que será em Shazam! ou no filme do Flash. Com a adição de notícias de que Michael Keaton está retornando como Batman, é um bom momento para os fãs da DC. No entanto, muitos esperam que Cavill também esteja recebendo outro filme solo, onde ele pode estar exibindo um novo visual.

Um usuário do Instagram, Jscomicart compartilhou algumas artes de fãs de Cavill adotando o clássico “S”, que é algo que ele ainda não teve no atual universo da DC. Você pode conferir arte de Jscomicart abaixo!

//www.instagram.com/embed.js

Dirigido por Zack SnyderLiga da Justiça estrela Ben Affleck, Henry Cavill, Amy Adams, Gal Gadot, Ezra Miller, Jason Momoa, Ray Fisher, Jeremy Irons, Diane Lane, Connie Nielsen e JK Simmons.

Liga da Justiça de Zack Snyder chegará à HBO Max em 2021. Fique atento ao Critical Room!

Superman Day: Verdade, Justiça e o Jeito Americano. Por que o Superman ainda importa?

Hoje é celebrado o Superman Day, dia em que a DC Comics designou para celebrar seu maior super-herói de todos os tempos e o mais icônico dos quadrinhos. Criado por Jerry Siegel e Joe Shuster ainda em 1933, o Superman foi revitalizado e posto em um quadrinho apenas em 1938, estreando na banda desenhada Action Comics #1. Com certeza, foi um marco, pois os fãs de heróis estavam acostumados com tiroteios no faroeste com o Cavaleiro Solitário, ou  com o lado detetivesco do Besouro Verde nas rádios. Mas, ter alguém poderoso, capaz de pular altos prédios e correr mais rápido que um trem é novidade.

Mas muitos ainda perguntam “por que o Superman ainda importa?”. Não é porque ele foi o primeiro a ter poderes, ou fazer sucesso e vender muitos exemplares, mas, é pelo fato do que ele significa. O que ele transmite para as pessoas, nos quadrinhos, animações ou filmes. É pelo fato do personagem levar esperança, algo que o mundo sempre precisou.

Quando seus quadrinhos chegaram às bancas, houve um estrondo em vendas, estourando os 200 mil exemplares, que se esgotaram rapidamente. As tiragens aumentaram em 1939, e tiveram de criar uma revista dedicada exclusivamente ao Superman – muito merecido, aliás. Fizeram isso também com o Batman, antes participante da Detective Comics. Os quadrinhos do Superman chegaram em boa hora, pois era começava a Segunda Guerra Mundial, e muitos soldados liam nas trincheiras quando a calmaria tomava os campos de batalha. Mas, mais do que isso, o Superman foi um símbolo de esperança para muitos, sendo o alicerce da DC Comics, juntamente com Batman (justiça) e a Mulher-Maravilha (paz). Era tudo o que o mundo precisava naqueles tempos sombrios.

8887129

Não demorou muito para o super-herói ter uma série animada e séries em live action, com Kirk Alyn e George Reeves. Quem não se lembra do famoso jargão “é um pássaro? É um avião? Não, é o Superman!”. Ou a própria música da animação dos anos 1940,  dando um tom de heroísmo certeiro para o Escoteiro. Era o tema da verdade, justiça e do jeito americano.

A popularidade era imensa, e o trabalho seria em dobro para os criadores Jerry Siegel e Joe Shuster. Mesmo querendo inicialmente serem os responsáveis por toda a história, ambos começavam a se cansar pela sobrecarga do trabalho, obrigando Shuster a criar um estúdio para ajudá-lo na produção de arte. O vilão mais icônico do Superman, Lex Luhtor, surgiu na mão dos criadores, além também do Mestre dos Brinquedos. Mas, mesmo que os dois criadores tenham iniciado a chamada “Era de Ouro”, e feito o maior vilão do Azulão, deixaram de fazer algum vilão que pudesse combater de igual para igual o Superman em sua própria revista de quadrinhos. As histórias basicamente eram o Superman enfrentando capangas armados ou um cientista louco, que tentam matá-lo a todo custo, mas que falham. Tudo bem, olhando para a época é entendível, pois era o começo dos quadrinhos, mas a falta de um Bizarro ou Metallo para fazer frente com o Superman era muito vigente, tornando as histórias quase sempre repetitivas.

Mesmo depois com os problemas judiciais com os criadores, a DC Comics investiu pesado no Superman, dando início a “Era de Prata”, a qual muitos vilões foram criados, incluindo Brainiac, Bizarro, Metallo, Parasita e muitos outros. Não só vilões, mas expandiu ainda mais sua mitologia com a criação da Supergirl, sua prima, e ainda Krypto, criado em 1955, um ano antes do início da “Era de Prata”.

Action_Comics_252


Sem dúvidas, a “Era de Prata” que durou até o início dos anos 70, foi uma ótima revitalização do Superman em sua personalidade, e que conseguiu abranger mais ainda a mitologia do super-herói, criando novos inimigos e histórias clássicas – além da melhoria no símbolo, que é muito atual até hoje.

Com o pontapé da “Era de Bronze”, o Superman mergulhou para histórias mais maduras. Em uma delas, ele se questionou se suas ações estavam surtindo efeitos positivos para a humanidade, ou se ele estava intervindo de tal forma que a humanidade já não dependia mais dele. Com os quadrinhos indo bem, o Escoteiro veio a ter uma chance nos cinemas nas mãos de Richard Donner e Christopher Reeve no papel. E isso deu muito certo. Muito certo mesmo! Reeve e Donner remodelaram para sempre o Superman. Em 4 filmes, o ator conseguiu passar o que o Superman significa, de fato. Um super-herói que leva a esperança no peito, e que todos esperam ser salvos. Que passa confiança por sempre falar a verdade, agir ao lado da justiça, e viver do jeito americano.

Mas quando Reeve vestia a capa e entrava em ação, a magia acontecia. Algo que circula nossa mente e impregna nela, transformando aquilo em algo muito belo aos nossos olhos. Era como se realmente o Superman fosse de verdade – e o Reeve era. O primeiro filme surgiu com algo tão inovador para a época, causando tamanha admiração que após mais de 40 anos, muitos ainda veem com bons olhos, e o colocando como o melhor filme do Superman, o que não deixa de ser verdade, pois tanto o primeiro quanto o segundo filme, mostram a leveza do herói, trazendo todos os pontos positivos que ele necessita. A personalidade carismática, otimista e sempre verdadeira do Homem de Capa, faz o telespectador ficar encantado para sempre.

Reeve, em 4 filmes, conseguiu equilibrar muito bem seu lado civil como Clark Kent e heroico como Superman. É nítido o relaxamento de Clark sob os ombros, todo desajeitado, ignorado por muitos, mas tão humilde quanto a própria palavra. Era uma atuação fora do sério, pois ao vestir o traje, ele engrandece, alinhando os ombros, com suas mãos na cintura, sua capa esvoaçante contra o evento, seu sorriso que encanta e seus olhos que brilham.


Há muito o que falar, mas é preferível resumir, pois eu poderia falar sobre o Superman do Reeve por muitos parágrafos. Ele não entrega uma atuação. Ele entrega sua vida ao personagem. Seu brilhantismo como Superman modelou para sempre o Escoteiro, não porque ele salva as pessoas ou pula de prédios e pode voar. Porque ele apresenta um carisma tão grande que nunca foi visto anteriormente no Homem de Aço. Sua versão vira definitiva para todas as mídias, pois, era de fato o Superman que deveria ser para todo sempre. O super-herói que zela pela paz, leva esperança, sabendo discernir facilmente o certo do errado, não tendo se acostumado com a violência humana. Muito pouco ele usou a violência, apenas com outros seres poderosos como ele. E isso o torna tão especial quanto os outros heróis. Pois, pra ele, a violência não é a justificativa de sua moralidade. Não leva a nada. Apenas a tragédias, que ele consegue evitar por optar a não usar a violência.

E não é possível não falar da inocência de Clark mais uma vez, pois sua atuação, a visão de Donner diante de Kent, tem sido levada por mais de 40 anos em todas as mídias. A revolução, tanto cinematográfica, por usar efeitos especiais avançados para a época, quanto na própria personalidade do personagem, faz Superman ser o que é hoje graças ao ator que nos fez acreditar que homem poderia voar. Sua versão é definitiva e o legado deixado é imenso, por nos fazer acreditar que o Superman uma vez já existiu, e que não podemos perder a esperança jamais! Obrigado, Reeve.


E ainda mais, agora sobre o seu tema principal, o Superman March do gênio John Williams. O diretor Donner gostou tanto da trilha de abertura que aderiu ela ao filme, fazendo ser a música tema do Superman. Sendo tão grandiosa quanto seu filme, revezando o tema de aventura do herói, até a calmaria e o amor do tema com Lois. A música é tão conhecida, virando definitiva para o Azulão, pois cada um que escuta, mesmo que não tenha visto o filme, remete à imagem do Superman. O filme atravessou gerações, e ainda não envelheceu nada. Ele continua tão atual quanto muitos outros.

Após o papel de Christopher Reeve ter imortalizado o Superman, muitas coisas viriam acontecer ainda. John Byrne modernizou o herói nos quadrinhos, porém deixando de lado algumas coisas como a própria Fortaleza da Solidão, mas ainda manteve sua essência de levar esperança e ser o super-herói do mundo. Alan Moore, por sua vez, finalizou toda sua história da “Era de Ouro”, fazendo o Superman quebrar seu código para salvar seus amigos, ir até uma sala para se expor a kryptonita dourada, ficando sem seus poderes permanentemente, e deixando a capa, nunca mais retornando e com sua obrigação com o mundo terminada. Ele estava satisfeito com aquilo.


Com a nova modernização, o herói chegou a se casar com Lois Lane muitos anos depois, mas antes teve de dar sua vida por Metropolis, enfrentando até a morte o Apocalipse. Por um tempo, Metropolis se sentiu na obrigação de ficar sem seu Guardião. Seu sacrifício não foi em vão, pois a população entendeu que ainda devia manter a coragem e esperança. Outros quatro Superman tentaram proteger a cidade, sendo um deles o vilão, enquanto Kal-El estava sendo “ressuscitado”. Seu retorno o deixou mais forte, e toda a população ficou surpresa por ver o protetor da cidade voar com seu traje azul e capa vermelha nos céus de Metropolis, sempre atento.


Com isso, os quadrinhos ganham grande destaque, e com o sucesso da série animada do Batman, o Superman ganhou a sua. Mantendo todos os valores, e dando um ar ainda mais heroico pro Azulão, o Superman da série animada é realmente incrível, sendo uma das melhores representações do Capa Vermelha nas mídias. Sua astúcia em deter a todo custo o perigo contra sua cidade, faz lembrar muito o Superman de Christopher Reeve. A abertura, juntamente com a trilha da grandíssima compositora Shirley Walker, dá ainda mais um aspecto heroico para animação.

Não só na própria série animada, mas também na série animada da Liga da Justiça. Mesmo que ele se segurasse muito por ter medo de causar um grande estrago, em um episódio ele realmente se solta, mostrando sua verdadeira força a Darkseid. A voz do Guilherme Briggs faz a cena ser arrepiante.

E vivendo apenas de quadrinhos e animações por um tempo, o Superman ficou em hiatus nos cinemas, até que Bryan Singer lavou as mãos, colocou suas luvas, e pegou uma imagem do Superman de Reeve e teve a brilhante ideia e fazer um filme com as características ao de Donner. Com o sinal verde da Warner Bros., pois Batman Begins foi um sucesso, investir num filme do Superman seria uma ótima jogada. A escalação de Brandon Routh caiu como uma luva para Superman: O Retorno. O filme mostra um Superman ainda mais poderoso, mais rápido, mais tudo. Tentar se assemelhar ao Superman original é muito difícil, mas Routh conseguiu pelo menos fazer com que seu Clark fosse igualmente ao de Reeve. Sempre desajeitado e ignorado. O Superman ainda passou seu ar heroico e esperançoso, mas não a ponto de se parecer totalmente com o de Reeve.

A entrega do ator foi grande, trazendo muitos valores antigos ao Superman, e juntando com os novos, e claro, sem faltar referências. E quando digo isso, é porque a referência é linda.


Uma outra observação, é seu papel como Superman no crossover Crise nas Infinitas Terras. Mais uma vez, entrega um Superman tão próximo ao de Christopher Reeve. Uma atuação incrível.

E por um outro breve momento, viveu de muitas animações, vários quadrinhos. Muitas histórias nas HQs, como Grandes Astros ou Origem Secreta, foram feitas no mesmo ano ou antes que Superman: O Retorno. O Homem de Aço bebeu da fonte das animações, até que em 2013, Zack Snyder dirigiu Homem de Aço.

Com Henry Cavill no papel, o filme foi algo muito mais sério e fora dos padrões vistos nos filmes anteriores. Não tem nada de Superman que pouco usa a violência para não causar tamanha destruição na cidade como nos desenhos, ou um herói mais otimista e caricato como Reeve. Há aqui, um Superman mais humanizado, mesmo que ainda poderoso. Snyder quis trazer um filme mais próximo da realidade para o personagem. Em Homem de Aço a personalidade estava um pouco mais amenizada, mas em Batman vs Superman já era um super-herói arrasado por conta de uma grande parcela da humanidade contestar suas ações. Mas ainda assim, não deixou de ser o Guardião de Metropolis, salvando o mundo e a cidade mais uma vez. Ele se sacrificou para que o mundo acreditasse em seu valor, e tivesse esperança, pois era o que significava seu símbolo.

Em Liga da Justiça, seu retorno quando já está consciente, traz uma ótima personalidade, lembrando o herói que o Superman de fato é. Um super-herói que acredita na verdade, mas é um grande fã da justiça.

Por que o Superman ainda importa? Porque ele não é apenas um super-herói. Para muitos, ele é a sua inspiração para fazer sempre o certo. Sempre está ao lado da verdade e da justiça, por mais que seja uma missão difícil muitas vezes. O Superman ainda importa por ele ser o herói que passa a esperança, mesmo no pior momento de sua vida, pois sem esperança, a humanidade não teria no que acreditar. O mundo ainda precisa de você, Superman!

Em memória a Christopher Reeve.

Superman: Do Pior ao Melhor Filme

Desde sua criação em 1938, poucos personagens foram tantas vezes adaptados para o cinema como o Superman. Diversos diretores deram sua visão do personagem e diferentes atores vestiram a famosa capa vermelha. Dito isso, em comemoração do Superman Day, decidi organizar uma lista com todos os filmes do Homem de Aço que Hollywood acabou produzindo, e então, organizá-los em um ranking do pior ao melhor filme do Azulão. Confesso que a tarefa de ranquear a lista não foi das mais complicadas, pois acredito que haja uma grande diferença de qualidade de um filme para outro, ainda mais em relação do primeiro colocado aos outros – acredito que todos saibam qual é o primeiro colocado até aqui, mas se preparem para relembrar das marcantes (nem todas) aventuras do Homem de Aço no cinema.

7 – Superman IV: Em Busca da Paz (1987)

superman-em-busca-de-um-filme-bom1

Após o fracasso de Superman III, os produtores continuavam à espremer os limões da imagem de Christopher Reeve como Superman até onde não dava mais. A Warner havia deixado a produção do quarto filme à cargo da Cannon, responsável por produzir diversos filmes B de qualidade questionável. Os problemas vinham desde os bastidores.

Nem mesmo a interessante premissa de vermos o Superman tentando impedir a corrida armamentista no auge da Guerra Fria salvou o filme de ser um fracasso retumbante. Na verdade, Sidney J. Furie abandona essa promissora ideia para realizar um pobre combate de herói contra vilão, um dos vilões mais genéricos que você vai ver inclusive, criado a partir de um fio de cabelo do Homem de Aço. O resultado: um filme preguiçoso, cafona e totalmente esquecível. Se salva apenas o belo discurso do Superman contra a Guerra Nuclear.

6 – Superman III (1983)

007448-r_512_288-f_jpg-q_x-xxyxx

Em Superman III, o tom mais galhofa do filme é estabelecido desde o bizarro prólogo de começo em que vemos uma sucessão de gags pretensioasamente engraçadas acontecendo em Metrópolis, bem ao estilo de uma comédia pastelão. E claro, pela participação do comediante Richard Pryor. Richard Lester, que havia dirigido parte de Superman II, esquece o tom de aventura, que vinha dando certo, e opta por este humor exagerado que acaba não funcionando de forma alguma com a imagem estabelecida do Superman.

Os pontos altos são o maior destaque para a relação de Clark e Lana Lang em Smallville e a abordagem “maligna” do Superman quando o personagem se divide em dois. Mas que não são suficientes para salvar o filme de um roteiro falho e de uma constante mudança de tom.

5 – Batman vs Superman: A Origem da Justiça (2016)

Poucos filmes dividiram tanto o público como Batman vs Superman, há quem ame e há quem odeie. Fato é que o encontro dos dois maiores personagens dos quadrinhos no cinema merecia muito, muito mais do que nos foi apresentado. Na tentativa de competir com a Marvel Studios, que vinha fazendo sucesso com seu universo compartilhado, a Warner decidiu que era a hora de um Universo Compartilhado da DC. O primeiro exemplar dessa empreitada foi O Homem de Aço, e o segundo filme seria responsável por realizar o esperado encontro de Batman e Superman no cinema.

A problemática foi que a Warner colocou a “carroça por cima dos bois”, se assim posso dizer. Pois além de ter que reunir os dois heróis e ter uma justificativa plausível para os dois se enfrentarem, Zack Snyder tinha que apresentar outra grande heroína dos quadrinhos, a Mulher Maravilha, e ainda servir de ligação com o futuro filme da Liga da Justiça que seria produzido. O resultado foi um filme duro, inchado, que, apesar de ter momentos marcantes e uma premissa interessante, acabou sendo um fracasso de crítica e dividiu os fãs que esperavam há tanto tempo o encontro destes ícones no cinema.

4 – Superman II: A Aventura Continua (1980)

superman-ii

Os bastidores de Superman II são mais conhecidos por serem um dos mais conturbados do cinema. Alguns desentendimentos entre Richard Donner e os produtores acarretaram na demissão do diretor, o que causou diferenças significativas na produção do longa. Alguns dos envolvidos na produção foram embora juntos de Donner, até mesmo Gene Hackman não aceitou fazer as cenas que faltavam como Lex Luthor, a Warner fez cortes no orçamento (o que é notável nos estranhos efeitos especiais que acabaram envelhecendo muito mal), mas principalmente, a maior diferença no resultado final foi a contratação do diretor Richard Lester, que optou por dar uma “suavizada” no herói, à vontade do estúdio.

Mas apesar de tantos problemas, o resultado final é agradável. Somos brindados com a magnética presença de Zod, um vilão simples, mas imponente que apresenta uma real ameaça ao Homem de Aço. E ainda temos divertidas cenas da Lois tentando adivinhar a real identidade de Clark/Superman, somado ao interessante conflito que permeia o protagonista: deixar de ser Superman para viver como um homem qualquer ao lado de sua amada, ou continuar sendo o guardião da paz? Ideia que humaniza o personagem e amplia seus conceitos.

3 – Superman: O Retorno (2006)

227.superman-o-retorno-834x600-1

Chegamos ao filme mais injustiçado desta lista ao meu ver, sim, Superman: O Retorno. Após o grande sucesso de Batman Begins em 2005, a Warner aproveitou a oportunidade e percebeu que não tinha porque não produzir mais um filme do maior personagem dos quadrinhos, que não ganhava uma produção nos cinemas há quase 20 anos. Vindo da franquia de sucesso dos X-Men, Bryan Singer, dito como um fã do Superman, foi o escolhido para dar continuidade a mais uma adaptação do Azulão nas telonas.

E porque digo que Superman: O Retorno foi um injustiçado? Bom, antes de tudo, a proposta de Singer era bem sincera, trazer de volta tudo aquilo que outrora havia nos encantado nas adaptações com Christopher Reeve e com direito a volta do icônico tema de John Williams (agora adaptado pelas mãos de John Ottman). Singer aplicou uma hábil direção e nos presenteou com momentos marcantes, como a icônica sequência do Superman salvando as pessoas no avião, um momento de exímio trabalho de direção e sonoridade. Claro que nem tudo são acertos, temos um real problema de roteiro envolvendo o mirabolante plano do Lex Luthor de criar um continente a partir de cristais da Fortaleza da Solidão, que beira o bizarro. Temos também o problema de interpretações: a tarefa de Brandon Routh era bem complicada, suceder Reeve que havia personificado a imagem do herói, e mesmo com a fisicalidade semelhante ao ator, Routh não conseguiu esboçar tamanho carisma do saudoso Christopher Reeve. Kate Bosworth nem se fala, inexpressiva, não fez jus ao nome de Lois Lane de Margot Kidder. Mas mesmo diante destes problemas, o resultado final é um filme agradável, que homenageia e entrega uma visão mais profunda e romantizada do personagem, que o difere da maioria dos blockbusters recentes.

2 – O Homem de Aço (2013)

O Homem de Aço foi responsável por dar o pontapé inicial do Universo Compartilhado da DC, e acredito que foi um bom começo. Christopher Nolan, que vinha do sucesso da marcante trilogia Cavaleiro das Trevas, e Zack Snyder, escolhido para ser o diretor do longa, encabeçaram a ideia de um Superman mais realista e humano, atualizado para um contexto mais atual. Devo dizer que gosto dessa nova visão e reformulação do personagem, ampliando sua mitologia sem perder o ar de esperança digno de Superman.

Snyder comandou um elenco de peso aqui: Henry Cavill, Amy Adams e Russell Crowe são apenas alguns do grande elenco do longa. Henry Cavill em especial, soube bem convencer das inseguranças de um Clark Kent que sentia medo de se revelar para o resto do mundo, até passar o ar esperançoso que requer o personagem. Snyder aplicou aqui uma boa direção, equilibrando bem momentos mais intimistas do personagem com fascinantes cenas de ação, sem faltar as belíssimas composições visuais, características do diretor. Não se prendendo ao passado, e visando o futuro, O Homem de Aço veio para dar uma nova visão do personagem e apresentá-lo para uma nova geração de fãs.

1 – Superman: O Filme (1978)

download

Este foi o filme que nos fez acreditar que o homem poderia voar. O que falar de Superman? Com certeza uma das melhores adaptações de quadrinhos de todos os tempos. Este clássico de Richard Donner veio na crescente de blockbusters como Tubarão, Star Wars, Indiana Jones, filmes com um grande orçamento que levavam multidões aos cinemas.

Richard Donner soube equilibrar aqui uma divertida aventura com um bom drama de forma bem inteligente, uma bela construção narrativa e um bom desenvolvimento de personagens. Donner nos presenteou com momentos magníficos como a magnética cena do Superman salvando Lois do alto de um prédio, ou o encantador momento em que o Superman leva Lois para voar, momento fascinante e encantador, a química dos dois atores era impressionante.

Os efeitos especiais foram revolucionários, efeitos que convencem até hoje, e como já dito antes, fizeram acreditar que o homem poderia voar. E não poderia deixar de citar a icônica e imortal trilha de John Williams, que arrepia qualquer um que ouvir aquela espetacular abertura. E o melhor, os personagens: Christopher Reeve entregou a personificação máxima do altruísmo e do símbolo de esperança do Homem de Aço, para sempre, o Superman definitivo. Margot Kidder formou o par ideal de Reeve como a destemida e apaixonante Lois Lane. Gene Hackman deu vida a um divertido e brilhante Lex Luthor. E ainda fomos brindados com a participação do genial Marlon Brando, eterno Don Corleone, agora, eterno Jor-El, pai do último filho de Krypton.

Superman: O Filme é um clássico do cinema e das adaptações de quadrinhos, uma referência quando se trata do Superman, primeiro e maior herói dos quadrinhos, um filme que sempre vai permanecer nas mentes e corações dos amantes de cinema e dos fãs do Homem de Aço.

Henry Cavill está em negociações para voltar a ser o Superman

Após um grande hiato sobre o Superman do DCEU, Henry Cavill pode estar de volta para interpretar o Homem de Aço nos cinemas. As informações vêm do Deadline.

O ator que atualmente interpreta Geralt em The Witcher, está atualmente em negociações com a Warner Bros. para voltar ao papel em vários filmes, dando indícios de que poderia vir a ter sequência de Homem de Aço (2013). Além de viver o super-herói no filme, também esteve em Batman vs Superman: A Origem da Justiça (2016) e Liga da Justiça (2017).

Segundo o Deadline, Cavill faria participações em Shazam! 2 e Adão Negro, mas descarta a possibilidade de uma participação em The Batman e o novo Esquadrão Suicida. Porém, de acordo com a Variety, o Superman pode aparecer em The Batman, o que seria um pouco difícil, já que o ator do herói foi trocado, e que o filme não quer envolver um outro herói tão cedo.

Uma sequência de Homem de Aço é aguardada pelos fãs há muito tempo, sendo que os mesmos fazem teorias de quem poderia ser o vilão no filme. Mas, mesmo criando teorias, ainda consiste na falta de um diretor. J.J Abrams já foi um nome especulado para assumir a sequência, mas Zack Snyder poderia muito bem estar integrado a Homem de Aço 2, sendo que o mesmo anunciou seu corte original de Liga da Justiça junto de Henry Cavill.

Com o cameo do Superman em Shazam!, faria mais sentido ele fazer outra participação, já que além de ser muito citado no filme, é o super-herói favorito de Billy Batson.

Por enquanto, nada se sabe sobre um novo filme do Superman, mas ele pode estar muito perto, com o possível retorno de Henry Cavill ao papel de Superman.

Homem de Aço | Henry Cavill pode estar de volta a DC

Homem de Aço fez sua estreia em 2013, trouxe uma ótima recepção e muita controvérsia com os conceitos herdados por Zack Snyder, antigo produtor dos Mundos da DC. O filme foi muito bem recebido em relação as fracassadas tentativas de trazer um bom filme do Filho de Krypton após a falha de Superman: Em Busca da Paz, último filme onde o personagem-título foi bem encarnado pelo inesquecível Christopher Reeve.

Infelizmente com a má fama adquirida com Batman vs Superman, a falha de Esquadrão Suicida em contar uma história e o maior fracasso da franquia, Liga da Justiça, os Mundos da DC passou por várias mudanças. Com o reboot do Cavaleiro das Trevas em andamento, uma repaginada em Esquadrão Suicida e o novo caminho que a franquia segue atualmente, para a tristeza dos fãs o Superman também iria seguir um novo rumo, mas será mesmo? Henry Cavill pode estar de volta como Superman, de acordo com um novo boato que sugere que o filme planejado de Supergirl pode ser feito. Há rumores de que o filme da Supergirl, anunciado no verão de 2018, que teria sido uma reinicialização suave do Superman, não está avançando. Segundo informações, o filme da Supergirl teria sido uma peça de época ambientada nos anos 70, com um drama adolescente, possivelmente envolvendo Brainiac.

Exatamente como ele teria rebootado o Superman não está claro, mas isso levaria a muitas perguntas sobre o Homem de Aço e a franquia de Zack Snyder, como as perguntas óbvias são: Onde está a Supergirl? Por que Kara não ajudou seu primo? Por que Kara não ajudou a Liga da Justiça? Portanto, o filme da Supergirl teria reiniciado de alguma forma o Superman e possivelmente o DC Films para explicar as coisas, mas, novamente, é dito que isso não está acontecendo, o que parece uma coisa boa.

HENRY CAVILL PODE ESTAR DE VOLTA COMO SUPERMAN GRAÇAS AOS FÃS E THE ROCK?

Quanto a Henry Cavill retornando como Superman, o boato sugere que a Warner Bros. está ouvindo os fãs que pedem o retorno de Cavill ao papel nos últimos dois anos. Embora não seja mencionado, sabe-se que Dwayne Jonnson quer Henry Cavill de volta na pele do Homem de Aço, já que Johnson e sua equipe de produção gerenciam Henry Cavill. A ex-esposa e parceira de negócios de Johnson, co-fundadora da empresa de produção Seven Bucks, que inclui crédito de produtor em Shazam! e Adão Negro, Dany Garcia, gerencia Henry Cavill. Pode ser possível que Johnson tenha dado um ultimato a Warner Bros: traga Cavill como Superman (possívelmente para Adão Negro e os futuros filmes do Superman), ou Johnson esteja fora (junto com Cavill, e ambos estão indo para Marvel, algo que a Warner não suportaria).

HENRY CAVILL NÃO DESISTE DO PAPEL DE SUPERMAN

Henry Cavill também disse que quer voltar ao papel de Superman em mais de uma ocasião. Cavill recentemente publicou na revista Men’s Health que ele não está desistindo do papel e, como o boato indica, Cavill disse à Total Film que ele tem tempo suficiente para fazer pelo menos dois projetos por ano, então Cavill poderia fazer algo como The Witcher e outro filme do Superman (ou seja, ele agora está livre). Verificando a página de Cavill no IMDb revela que ele basicamente mantém sua agenda livre, pois não está assumindo muitos projetos, então podemos adivinhar que Cavill espera que ele possa voltar ao Superman. Ele disse aos fãs no verão passado na Comic-Con que ele abandonou o papel de Superman para fazer The Witcher, como nada estava acontecendo com o Superman nos filmes, então talvez a Warner tenha colocado o Homem de Aço em segundo plano após o desastroso bigode e Liga da Justiça.

Boatos envolvendo a equipe da DC afirmaram que JJ Abrams tem planos de reiniciar Superman e Lanterna Verde, que está relacionado o reboot envolvendo Matt Reeves e Robert Pattinson, The Batman, bem como o Esquadrão Suicida de James Gunn. Mas talvez as coisas tenham mudado – viu Dwayne Johnson acima?

A pergunta que fica é: Será que isso vai demorar mais alguns anos? Abrams e Bad Robot foram anunciados na série Liga da Justiça Sombria, e foi anteriormente anunciado que Greg Berlanti e Geoff Johns estão com uma série do Lanterna Verde em andamento.

Diante desse cenário, tudo não passa de rumores, nada pode ser afirmado no momento. Cabe agora, aos fãs e todo o público pedir a Warner que Henry Cavill permaneça como Superman. Ainda há esperança – uma referência ao tema do Homem de Aço.

‘The Witcher’ e ‘Dois Papas’ estreiam hoje na Netflix

A Netflix conta com as duas estreias mais aguardadas do ano no catálogo, o filme Dois Papas e a série The Witcher. Entraram no catálogo da plataforma hoje cedo, já estando dublado.


The Witcher

Baseado na série de jogos, chega no intuito de explorar a saga de Geralt de Rivia, um caçador de monstros que busca achar seu lugar no mundo.

Sinopse: Baseado no best-seller de fantasia, The Witcher é um conto épico sobre destino e família. Geralt de Rivia é um caçador de monstros solitário que luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas são mais perversas do que as criaturas que ele caça. Quando o destino leva Geralt a uma poderosa feiticeira, e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três devem aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.

O elenco tem como principal ator Henry Cavill (Geralt), Freya Allan (Ciri), Adam Levy (Mousesack), Johdi May (Rainha Calanthe), Björn Hlynur (Rei Eist), MyAnna Buring (Tissaia), Anya Chalotra (Yennefer), Joey Batey (Dandelion), Eamon Farren (Cahir), Millie Brady (Princesa Renfri), Lars Mikkelsen (Stregobor), Royce Pierreson (Istredd), Rebecca Benson (Marilka), Roderick Hill (Fletcher) e Amit Shah (Torque).

Dois Papas

Mais um filme do cineasta brasileiro Fernando Meirelles. Em Dois Papas, ele aborda a possível aposentadoria de Jorge Bergoglio e que o Papa Bento XVI torna-se um bom amigo do cardeal e seu sucessor futuramente, Papa Francisco.

Sinopse: Buenos Aires, 2012. O cardeal argentino Jorge Bergoglio (Jonathan Pryce) está decidido a pedir sua aposentadoria, devido a divergências sobre a forma como o papa Bento XVI (Anthony Hopkins) tem conduzido a Igreja. Com a passagem já comprada para Roma, ele é surpreendido com o convite do próprio papa para visitá-lo. Ao chegar, eles iniciam uma longa conversa onde debatem não só os rumos do catolicismo, mas também afeições e peculiaridades da personalidade de cada um.

No elenco temos o incrível Anthony Hopkins (Papa Bento XVI), Jonathan Pryce (Cardeal Jorge Bergoglio), Sidney Cole (Cardeal Turkson), Juan Minujin (jovem Jorge Bergoglio), Federico Torres (Medina Estevez) e María Ucedo (Esther Ballestrine).

%d blogueiros gostam disto: