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Crítica: Liga da Justiça de Zack Snyder (2021)

 Aviso: Crítica sem spoilers!


Épico, grandioso e brutal. A Era de Heróis de Zack Snyder tem seu fim.


Após o infame e desastroso filme da Liga da Justiça em 2017, que teve Joss Whedon no comando, os fãs da DC Comics, que estão mergulhados no universo da editora, ficaram descontentes com o produto final, que não foi tão satisfatório assim. Todo o problema que o filme envolveu, com uma produção totalmente bagunçada, refilmagens gerais e um encurtamento de duração, fizeram com que os fãs do diretor Zack Snyder levantassem a famosa hashtag nas redes sociais: Release The Snyder Cut. Uma grande luta que foi vista pelo diretor, o fez incrementar partes de seu filme, e após quase um ano de ser anunciado, seu corte oficial para a Liga da Justiça foi finalmente lançado!

Você pode não gostar do diretor, mas não pode negar o fato dele ter conseguido uma grande façanha, e de que esse corte, é muito mais memorável quanto ao que foi “jogado” no cinema. Essa realmente é a palavra, “jogado”, sem necessidade de melhorias, às pressas, para que o calendário de 2017 pudesse ser cumprido. Com um resultado muito abaixo do esperado com Liga da Justiça, a DC Films e Warner Bros. se viram à mercê de um caminho sem volta para um universo compartilhado; vindo desde Homem de Aço até Mulher-Maravilha, unindo-os para o filme da maior equipe dos quadrinhos. Com grande orçamento e uma bilheteria abaixo do esperado, o bilhão, a ideia que Snyder teve foi excluída, até os fãs conseguirem uma grande façanha junto do diretor, o lançamento de seu corte. É, de fato, um grande sucesso, que chegou a fazer a HBO Max sair do ar por alguns instantes nos Estados Unidos. É aqui que você percebe que o mundo precisava do filme, e da verdade omitida durante anos.

Zack Snyder introduz e dá mais vez ao Cyborg (Ray Fisher), colocando-o como ponto focal do longa, visto que o mesmo foi construído a partir de uma Caixa Materna. Há uma apresentação bem mais segura e precisa, com sua relação com seus pais e sua paixão pelo futebol americano. Com o Flash (Ezra Miller), também há uma construção mais favorável, ligando um pedaço de sua origem que é com seu pai Henry Allen (Billy Crudup) e sua migração na Liga da Justiça. E claro, fechando o ciclo de apresentações por parte dos heróis, o Aquaman (Jason Momoa) está em toda sua forma, puxando um gancho com seu filme, ao ver sua relação com Mera (Amber Heard) e Vulko (Willen Dafoe). É algo bem diferente do proposto no corte final que foi para os cinemas, dando as estes personagens como já estabelecidos, o que não é o caso.

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Batman (Ben Affleck) e Mulher-Maravilha (Gal Gadot) estão em sua performance total para com seus personagens, e bem encaixados na trama, assim com Lois Lane (Amy Adams), que serviu de coração para o filme de 2017. Para o Snyder Cut, Lois foi mais amistosa, com menos tempo de tela, mas importante. O foco é maior nos três novos heróis citados no parágrafo anterior, além de vermos uma boa visibilidade na importância de Alfred (Jeremy Irons) para com os heróis; que, ao invés de trazer Bruce como fez em Batman vs Superman, o papel se inverte e é Bruce quem o traz para o mundo atual.

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Retratar vilões poderosos para os cinemas não é um trabalho muito fácil, mas Snyder conseguiu transformar Darkseid e o Lobo da Estepe (Ciarán Hinds) em vilões com objetivos. Claro que seu tio, Lobo da Estepe, tinha objetivo no relance de Joss Whedon, mas era genérico por não possuir uma motivação clara, algo que se cai por terra no Snyder Cut. Não estão apáticos, amigáveis ou sorrindo de prazer em querer matar, mas, estão atrás de um objetivo, sem se desviar do caminho e descobrindo um antigo sonho do líder supremo de Apokolips. Além destes, há um papel menor para DeSaad, bem colocado na trama, e claro, um vislumbre magnífico do salão principal de Apokolips.

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Visualmente falando, o filme é magnífico, com uma fotografia invejável, méritos do diretor, que nunca falha nesse quesito e poderia muito bem merecer um prêmio por isso. O CGI, no tempo decorrente do filme que dura 4 horas, consegue ser superior ao enfadonho bigode do Superman (Henry Cavill), ou ao mal finalizado Cyborg. O processo de novas cenas adicionais, com o Knightmare, também é louvável, mas nada tão espetacular do que foi visto antes, e possui uma pequena queda na qualidade de computação gráfica, que não estraga a experiência.

Uma outra questão a ser abordada é a trilha sonora de Junkie XL, que mistura a ação com o épico, mas não é memorável. A melodia com as Amazonas e a Mulher-Maravilha é algo a ser bem lembrado, e com certeza a melhor faixa sonora, ao lado das faixas sonoras focadas no Superman mas, mesmo com cenas marcantes, a trilha sonora não acompanha em todo o filme. Ela não consegue criar uma atmosfera dramática que consegue engradecer o filme como em Batman vs Superman ou Mulher-Maravilha. Tem seu valor, assim como a de Danny Elfman, que rebusca o clássico e algo caricato, e Junkie XL, cria algo mais épico e com ações envolventes. Há pontos negativos que se referem ao roteiro, um erro cometido que pode incomodar um pouco, claro, mas não leva o filme por água abaixo.

Abrindo um pequeno espaço para o Knightmare, que fora concluído e com um gancho sendo mantido para o futuro, é uma cena totalmente fora do nosso habitual. Estamos acostumados a ver Injustice, com o mundo dividido entre Batman e Superman, mas não como o Superman sendo controlado por Darkseid. A cena possui um grande peso para o epílogo, que mostra a visão de Bruce de um mundo totalmente distorcido. Não foi colocada como uma cena qualquer, possuindo sentido e conexão com Batman vs Superman, e que serviria de gancho para os próximos filmes da franquia. Poderia haver, sim, um pouco mais do Knightmare, deixando o sabor amargo do “quero mais”, mas, isso poderá ser desenvolvido até mesmo em The Flash, caso seja possível.

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Eu não poderia deixar de falar do Superman, é claro, e sua volta dos mortos, sendo uma forma para fechar com chave de ouro. Se pegarmos a visibilidade que tivemos em Homem de Aço e o temperamento de Clark Kent, misturarmos com a personalidade quebrada e endeusada do super-herói em Batman vs Superman e jogarmos em Liga da Justiça, veremos ele em sua total forma. Snyder começa a construir com o filme solo do Escoteiro uma trama, que seria desenvolvida contra o Batman num filme seguinte, com uma equipe no final. Ligeiramente, a personalidade questionável em Batman vs Superman, deixe em aberto uma questão: O Superman é realmente bom? O Snyder Cut prova que sim, em seu retorno e reconstrução do herói a partir de Homem de Aço, como se esquecesse sua melancolia para com as pessoas em seu filme seguinte. O paralelo narrativo feito por seus dois pais, com a semelhante cena de voo de seu filme solo, é um manjar dos deuses, e talvez um dos momentos mais épicos, se não, o momento mais épico, mostrando a total performance de Henry Cavill para com o Superman, que agora está com seu arco finalizado, sendo agora uma fonte de esperança para o mundo novamente.

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Veredito

A Liga da Justiça está em sua total glória, com uma premissa contra deuses e subtramas dramáticas, que apresentam o essencial para que a equipe seja unida ao longo do filme. Zack Snyder conseguiu realizar sua grande obra, e tornou ela realidade para os fãs, mesmo que muitos tenham achado que o corte original não existia. A paleta de cores usada pelo diretor beira ao mais escuro, representando a profundidade, perca de esperança e ceticismo que existia na humanidade.

Com um elenco de peso e convincente, atuando de forma igual para seus personagens, e um roteiro profundo, que explora cada perda e o lado pessoal dos heróis ainda não desenvolvidos, o Snyder Cut entrega tudo o que prometeu e muito mais. Mesmo que possa haver uma ou outra inconsistência por parte da personalidade de um herói, ou mesmo, em alguma cena, todo o filme é um épico brutal, que é magnífico visualmente, e denota a importância da Liga da Justiça para a DC Comics. É o filme que a Liga da Justiça merece.

8,5/10.


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The Flash escala Maribel Verdú para viver Nora Allen

Atriz será mãe de Barry Allen na trama.


De acordo com o The Hollywood Reporter, a atriz espanhola Maribel Verdú foi escalada pela Warner Bros. para The Flash, futuro filme de Andy Muschietti. A atriz viverá Nora Allen, mãe de Barry Allen. Em contrapartida, o ator intérprete de Henry Allen, Billy Crudup, deixou o elenco por conta de um conflito de agenda.

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Nora Allen desempenha um papel importante em Flashpoint, onde ela é o centro e o motivo do Flash ter feito uma grande bagunça na linha do tempo. O intuito de Barry era impedir o assassinato de sua mãe das mãos do Flash Reverso, mas acabou causando um grande evento, o qual, seus efeitos são sentidos até os quadrinhos atuais. O arco foi o principal responsável por introduzir Kara Zor-El da Terra Primária, a Supergirl, que estará no longa, e será interpretada por Sasha Calle.

Billy Crudup, que interpretou Henry Allen em Liga da Justiça (2017), não pôde manter seu acordo com a Warner devido a um conflito na agenda, e se desligou do projeto, para filmar a nova temporada de The Morning Show, da Apple. Recentemente, Kiersey Clemons confirmou seu retorno como Iris West.

Entre os trabalhos mais notáveis de Maribel Verdú, estão os filmes O Labirinto do Fauno e E Sua Mãe Também

O longa irá abordar o famoso arco nos quadrinhos que mudou todo o Universo DC, o Flashpoint, considerado o maior arco do Flash de Barry Allen até então.

Com o astro Ezra Miller de volta ao papel, o filme será dirigido por Andy Muschietti e roteirizado por Christina Hodson (Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa).

The Flash tem estreia prevista para 4 de novembro de 2022.

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Kiersey Clemons entra para o elenco de The Flash

Atriz foi cortada no resultado final de Liga da Justiça.


A intérprete de Iris West, par romântico de Barry Allen (Ezra Miller), Kiersey Clemons, acertou seu contrato com a Warner Bros. e está pronta para voltar ao papel em The Flash. A atriz estará, também, na versão da Liga da Justiça de Zack Snyder, na próxima quinta-feira (via THR).

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Clemons retorna à DC após ter interpretado Iris West em Liga da Justiça. No filme lançado em 2017, sua cena foi cortada, mas no Snyder Cut, a mesma já apareceu em trailers e está confirmadíssima para estar na nova versão. Mais recentemente, a atriz Sasha Calle foi anunciada para ser a Supergirl.

O longa irá abordar o famoso arco nos quadrinhos que mudou todo o Universo DC, o Flashpoint, considerado o maior arco do Flash de Barry Allen até então.

Com o astro Ezra Miller de volta ao papel, o filme será dirigido por Andy Muschietti e roteirizado por Christina Hodson (Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa).

The Flash tem estreia prevista para 4 de novembro de 2022.


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Warner escala Sasha Calle para ser a Supergirl em The Flash

Atriz será a primeira versão latina da super-heroína.


A DC Comics anunciou nesta sexta-feira (19), que Sasha Calle, atriz colombiana e indicada ao Emmy por The Young and the Restless, interpretará a Supergirl no filme The Flash, de Andy Muschietti. De acordo com o Deadline, a atriz superou mais de 425 outras atrizes para o teste, que aconteceu em diversos pontos da América Latina e também nos Estados Unidos. Em sua conta no Twitter, a DC publicou a notícia recebida por Calle, em uma chamada de vídeo com o diretor do longa. Veja:

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Ao Deadline, Muschietti disse que viu todos os mais de 400 testes, junto com Walter Hamada, presidente da DC Films, Barbara Muschietti, produtora executiva, e demais produtores de The Flash.

“Eu vi mais de quatrocentas audições. Nos EUA, Argentina, Brasil, México, Colômbia. O conjunto de talentos foi realmente incrível e foi muito difícil tomar uma decisão, mas finalmente encontramos uma atriz que estava destinada a desempenhar esse papel”, disse o diretor.

Apenas nas últimas etapas do processo, as participantes ficaram sabendo que estavam fazendo audição para ser a SupergirlCalle também fez um teste de química com Ezra Miller, o Flash. Todas as audições e reuniões aconteceram por chamadas de vídeo, visando a pandemia.

Supergirl, de nome Kara Zor-El, a mais conhecida dentre outras versões, é uma das sobreviventes do planeta Krypton, e prima de Kal-El, o Superman. A super-heroína já ganhou seu próprio filme, em 1984, com Helen Slater, sendo um fracasso de bilheteria e crítica, mesmo tentando seguir a fórmula de Richard Donner e Christopher Reeve. Atualmente, Melissa Benoist interpreta Kara, na série Supergirl, da CW.

Esta confirmação vem em um bom momento, após a DC ter cancelado a série mensal de quadrinhos da heroína no começo de 2020, e no mesmo ano, a série Supergirl ser cancelada pela CW na sexta temporada. Além disso, a confirmação de uma Supergirl existente no DCEU, reacende ainda mais a esperança dos fãs de verem Henry Cavill como Superman mais uma vez. Não se sabe se o ator irá aparecer em The Flash, porém, o diretor, ao confirmar para Calle que ela seria a Supergirl, mostra o uniforme usado por Cavill no DCEU. Por enquanto, é apenas uma hipótese.

O longa irá abordar o famoso arco nos quadrinhos que mudou todo o Universo DC, o Flashpoint, considerado o maior arco do Flash de Barry Allen até então. As filmagens do filme começarão em abril.

Com o astro Ezra Miller de volta ao papel, ele terá Michael Keaton, Ben Affleck e Billy Crudup ao seu lado.  O filme será dirigido por Andy Muschietti e roteirizado por Christina Hodson (Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa). 

The Flash tem estreia prevista para 4 de novembro de 2022.


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John Wesley Shipp irá reprisar papel do Flash da Era de Ouro em Stargirl

Ator interpretou Jay Garrick em The Flash, da CW.


De acordo com o Entertainment Weekly, a CW escalou John Wesley Shipp para reprisar seu papel de Flash (Jay Garrick) em Stargirl. Shipp já esteve envolvido em The Flash, sendo o pai de Barry Allen, e também como Jay Garrick durante alguns episódios.

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Ele é um ator convidado pela produção, e irá aparecer no episódio nove da segunda temporada. A descrição oficial diz que Garrick desempenha um papel “em um episódio de flashback crucial que estabelece o Flash da Era de Ouro como membro da Sociedade da Justiça da América da Terra-2”. Essa aparição vai permitir trazer a nova Sociedade da Justiça para o CWverse (antigo Arrowverse), no pós-crise. A série se junta a outras produções, como Legends of Tomorrow e The Flash, sendo a primeira vez de Stargirl receber um membro pertencente ao Arrowverse.

Shipp interpretou o Flash (Barry Allen) na série dos anos de 1990, e voltou a interpretar sua versão mais velha de Allen em Elseworlds e Crise nas Infinitas Terras da CW.

Antes produzida pelo DC UniverseStargirl passa para o domínio da CW, que irá produzir e transmitir a segunda temporada, que chega em 2021. Geoff Johns, criador da personagem, é o produtor executivo da série.

A CW ainda não se pronunciou sobre o assunto.


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The Flash | Trailer da 7ª temporada revela nova vilã

Corra Barry, corra.


A sétima temporada de The Flash ganhou um novo teaser trailer pela CW, mostrando o novo desafio que o velocista vai encarar, e todas as dificuldades que terá de passar ao longo da temporada. Veja abaixo:

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Na nova temporada, o Flash irá enfrentar a nova Mestre dos Espelhos, Eva McCulloch (Efrat Dor), no universo dos espelhos da nova vilã. O herói vai ter que conciliar, novamente, sua vida dupla, salvando sua esposa do perigo e a cidade também.

Com o astro Grant Gustin no papel principal, a sétima temporada de The Flash estreia no dia 2 de março de 2021.


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Filmagens de The Flash começarão em abril

Diretor já está no Reino Unido.


Com as regras mais rígidas da quarentena no Reino Unido, os estúdios têm de se reprogramar, e acertar todas as questões de produção o quanto antes para filmar. E é o caso do futuro filme da DC Comics, The Flash, que já foi considerado como “estando em andamento” pela Warner Bros, mesmo que as filmagens ainda não estejam em andamento (via Screen Daily).

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Dessa vez, o estúdio já definiu a data do início das filmagens do filme do Velocista Escarlate para 26 de abril, dando todo o tempo para a preparação da produção do longa e de Ezra Miller. O ator, atualmente está filmando Animais Fantásticos 3, que pretende acabar em breve.

Cerca de 85% da equipe de The Flash é aguardada no local, e o diretor Andy Muschietti já está cumprindo quarentena no Reino Unido, junto da produtora Barbara Muschietti.

Uma pequena atualização sobre The Batman também foi reportada pelo site, que confirmou o término das filmagens em março.

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Rumor: Henry Cavill pode aparecer em The Flash

Ator já teria negociado para voltar a ser o Superman.


Henry Cavill pode estar voltando para a DC Comics reprisar o papel de Superman, mas não em um próprio filme e sim em The Flash. O ViewerAnon, soltou o rumor no Twitter, afirmando que a Warner Bros. o quer de volta para fazer, pelos menos, uma participação especial no longa de Ezra Miller.

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Não há certeza por parte do rumor jogado pelo usuário, mas podemos suspeitar de que a Warner parece planejar algo mesmo, pois, a WB Pictures do Brasil deu indícios de novas adições de personagens em uma publicação feita no Twitter, pedindo sugestões. Esse é o momento perfeito para os fãs.

É claro que muitos fãs não deixaram de pedir a volta de Cavill, além de outros pedindo Brandon Routh – que já demonstrou interesse – e até mesmo o Gladiador Dourado, personagem que já tem um script pronto para um filme ser lançado.

Não só isso, mas uma tag no Twitter pedindo a volta de Henry Cavill como Superman está nos trends topics, reacendendo a esperança dos fãs de verem e clamar pela volta do ator. Só falta a WB ouvir.

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Michael Keaton pode ser o Batman principal de The Flash

Ator irá voltar ao manto em The Flash, com Ezra Miller.


Brooks Barnes, jornalista e autor da reportagem de Walter Hamada, presidente da DC Films ao NY Times -entrevista a qual Hamada disse planejar diversos filmes anuais da DC Comics – respondeu a um fã no Twitter, sobre qual seria o Batman principal do Universo da DC nos Cinemas, afirmando ser Michael Keaton.

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Pelo que parece, Keaton voltará a ser um tipo de “centro das atenções” para os outros heróis da editora e ao que tudo indica, um tipo de mentor para o Flash. Ben Affleck, por sua vez, voltaria ao DCEU para ser o Batman em The Flash, talvez por uma última vez. Quanto ao Batman de Robert Pattinson, ele seria isolado de todo o universo e teria um próprio.

O jornalista tweetou uma segunda vez, explicando os erros sobre notícias que circularam de que Keaton seria o Batman principal do DCEU, dizendo:

“Estive offline (mudando de apartamentos) e retorno para ver essa loucura de Michael Keaton. Eu estava me referindo ao **único** filme em que Keaton foi anunciado, não uma série de filmes do Batman. Se eu tivesse informações dele além de “The Flash” eu obviamente teria colocado em meu artigo”. 

Basicamente, houve uma falta de comunicação e uma melhor explicação quanto à pergunta do fã, com a resposta devidamente correta de Barnes.

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Infinite Frontier será a nova fase da DC nos quadrinhos

One-shot chega em março de 2021.


A DC Comics solicitou mais quadrinhos, e desta vez, uma nova fase no Universo DC. Após o evento Future StateInfinite Frontier #0 irá dar o pontapé para um novo capítulo de eventos da editora, saindo totalmente do Rebirth e abraçando a nova fase (via THR).

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Seguindo os padrões de antigas fases, a nova que está por vir irá ganhar uma one-shot de 64 páginas, com vários quadrinistas fazendo presença e contando diversas histórias para continuar em respectivos títulos. Joshua Williamson conduz o projeto e terá ao lado, nomes como Scott Snyder, Geoff Johns, Becky Cloonan, James Tynion IV, Joelle Jones, Alitha Martinez, Brian Michael Bendis, Geoffrey Thorne e John Romita Jr.

“É o pontapé inicial de todas as coisas que estamos fazendo no Universo DC no próximo ano. Você sabe, nós temos Dark Nights: Death Metal , e então temos Future State , e então girando para fora de tudo isso está Infinite Frontier No. 0 . É um especial único, que contará com diferentes equipes criativas, mostrando o que vamos fazer e fazendo provocações”, disse Williamson, ao THR.

Ele ainda disse que irá preparar novas abordagens para a Mulher-Maravilha e o Espectro, que serão peças chaves na transição. Diana seria uma divindade do Multiverso, que ajudaria o Espectro, e consequentemente, seria uma explicação para que Hipólita seja vista na Liga da Justiça.

“Há um dispositivo de enquadramento no qual estou trabalhando, estrelado pela Mulher Maravilha e o Espectro, e temos uma espécie de vislumbre do que está acontecendo, e podemos brincar com esses brinquedos grandes e nos divertir, conseguindo um boa introdução para 2021 para DC e além.”

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Divulgação/DC Comics

Infinite Frontier #0, escrita por Scott Snyder, Geoff Johns, James Tynion IV, Joshua Williamson, Geoffrey Thorne, Phillip Kennedy Johsnon, Brian Michael Bendis, Becky Cloonan, Michael W. Conrad, Joelle Jones e Tim Sherid;

Arte por John Timms, Howard Porter, Joelle Jones, Jorge Jimenez, Alitha Martinez, David Marquez, Stephen Byrne, Jamal Igle, Dexter Soy, Rafa Sandoval, Alex Maleev, John Romita Jr. e outros.

Capa de Dan Jurgens e Mikel Janín;

Capa variante de John Timms.

Veja as descrições das histórias abaixo:

– Um ataque impensável e inesperado do Coringa faz dele o alvo de uma arrasta mundial com o ex-policial Jim Gordon em uma perseguição na série The Joker de James Tynion IV e Guillem March;

– Saindo de suas aparições em Future State: Mulher-Maravilha e Future State: Superman/Mulher-Maravilha, uma jovem Yara Flor começa a busca por seu destino e conexão com as Amazonas;

– É o dia de orientação na Torre dos Titãs, com Tim Sheridan e Rafa Sandoval apresentando um novo grupo de heróis adolescentes (incluindo o futuro Red X) ao Novos Jovens Titãs original, preparando a mesa para a série da dupla Teen Titans Academy em março

– As aventuras da Liga da Justiça continuam (começando com Liga da Justiça # 59), agora escrita por Brian Michael Bendis com o artista David Marquez, com novos membros JL, incluindo Adão Negro, Hipólita e Naomi;

– A Mulher-Maravilha se aventura na “esfera divina”, criando um novo enredo empolgante de Becky Cloonan, Michael W. Conrad e Travis Moore, continuando em March’s Wonder Woman # 770;

– O premiado escritor Geoff Johns e Todd Nauck contam uma história totalmente nova de Stargirl.

Infinite Frontier #0 chega em 2 de março de 2021 nos Estados Unidos.


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5 vilões que queremos ver em The Flash

The Flash irá abordar o famoso arco Flashpoint.


O futuro filme da DC Comics, The Flash, é um dos filmes mais aguardados de heróis em 2022. O longa veio se arrastando desde 2016, com saídas de diretores, diferenças criativas, dois roteiros e confusões, até chegar nas mãos de Andy Muschietti, o diretor de IT – Capítulo Um e Dois. Até mesmo Grant Morrison já trabalhou em um roteiro para o filme, que foi recusado, mas o de Christina Hodson não.

São alguns anos de espera, uma apresentação do Capitão Bumerangue em Esquadrão Suicida (2016), muitos adiamentos e troca-troca de diretores. Adaptando o Flashpoint, principal arco do herói que modelou o Universo DC como é hoje, o longa promete ser épico, já que trará o antigo Batman de Michael Keaton e o Batman de Ben Affleck. É tudo muito aberto, podendo ter diversos personagens, incluindo alguns vilões clássicos do herói que queremos ver em um filme.


1. Capitão Bumerangue

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Tudo bem, já vimos ele em Esquadrão Suicida com David Ayer e vamos ver no Esquadrão de James Gunn. Mas, por que não em The Flash? Dependendo da apresentação dele no segundo filme da equipe de Amanda Waller, ele poderia ser muito bem utilizado no longa de Muschietti. É claro que ele precisa estar vivo até o final da obra de James Gunn, para que aconteça uma eventual participação na Terra normal, ou mesmo na paralela.

É válido lembrar que o Flash já impediu o Capitão Bumerangue de assaltar um banco, mostrado em uma das cenas de Esquadrão Suicida.

2. Capitão Frio

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Com a primeira aparição no Showcase #8, e tendo sido criado por Josh Broome e Carmine InfantinoLeonard Snart é um dos principais vilões do Flash de todos os tempos. O inimigo aparece em diversas animações e também esteve na série do Velocista Escarlate e em Legends of Tomorrow. A dupla com o Onda Térmica, muitas vezes acaba dando certo, e quem sabe poderíamos ver ambos no filme. Explorar um pouco mais do universo do Flash, mostrando um dos membros da famosa Galeria de Vilões (The Rogues).

3. Mestre dos Espelhos

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Outro vilão clássico, membro da Galeria de Vilões, o Mestre dos Espelhos, é cotado para ser o principal antagonista do filme. Há duas versões do vilão, sendo as duas muito bem elogiadas pelos fãs. Samuel Joseph Scudder, o primeiro Mestre dos Espelhos, morreu ao lado do Geada original em Crise nas Infinitas Terras, pouco menos de 30 anos de sua estreia nos quadrinhos.

Logo após, surge Evan McCulloch, um escocês, que é deixado num orfanato, crescendo e se tornando um mercenário. Após matar seu pai por engano e sua mãe ter cometido suicídio, Evan decide se entregar, mas um consórcio do governo dos EUA o impede, oferecendo o traje de Scudder. A única coisa que ele precisava fazer era assustar o Homem-Animal, herói criado por Grant Morrison, que também criou Evan e fez sua primeira aparição ainda na série mensal do Homem-Animal, em 1989. Ah, e é claro, o novo Mestre dos Espelhos não cumpre sua parte do acordo. Seria interessante ver uma das versões, especialmente a clássica.

4. Flash Negro

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Apresentado para os fãs na série The Flash e em Legends of Tomorrow, o flash-zumbi é o “vilão” mais assustador de todos os velocistas, incluindo até mesmo o Flash-Reverso.Flash Negro tem o único intuito de ser a Morte para os velocistas, devolvendo os para a Força de Aceleração. O personagem, também criado por Grant Morrison, pode ser declarado como uma força da natureza, pois só está ameaçando outros velocistas por conta de seu trabalho. Não se sabe ao certo do porque ele faz isso, mas quem sabe ele não apareça no filme e tenhamos uma explicação plausível para o personagem.

5. Flash-Reverso/Professor Zoom

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Já tendo sido confirmado que o Flash-Reverso não será o vilão principal do filme de 2022, isso não descarta a possibilidade de Eobard Thawne ter um bom tempo de tela para derrotar Barry. Possivelmente, será contado no longa a origem de Barry, que está entrelaçada com a primeira aparição do super-vilão e um dos mais perigosos entre todos. 

Em uma explicação rápida, Thawne veio do século XXV, onde era professor no Museu do Flash, e recebeu o apelido de Professor Zoom. Obcecado por Barry, ele tentou estudou a Força de Aceleração e o herói. Encontrando a Esteira Cósmica, Thawne volta ao passado, logo após a morte de Barry em Crise nas Infinitas Terras. Atuando como Barry, Wally chegou a desconfiar após Eobard perder o controle. Ele volta para seu tempo e lá, adota seu manto, nome e começa a cometer crimes. Em Flash: Renascimento, o Flash-Reverso, com ódio de ver que Barry se sacrificou para salvar o Multiverso, ele volta no passado, quando Barry era uma criança, e assassina Nora Allen, sua mãe. Henry Allen, seu pai, é preso pela polícia de Central City, e Barry tenta provar sua inocência a todo custo.

Quem sabe, possamos ver novas abordagens para Thawne nesse Flashpoint de Andy Muschietti. Mesmo não sendo o antagonista principal do filme, – podendo ser o próprio Barry Allen – sua presença irá tornar a vida de Barry um inferno.


O longa irá abordar o famoso arco nos quadrinhos que mudou todo o Universo DC, o Flashpoint, considerado o maior arco do Flash de Barry Allen até então.

Com o astro Ezra Miller de volta ao papel, o filme será dirigido por Andy Muschietti e roteirizado por Christina Hodson (Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa).

The Flash tem estreia prevista para 4 de novembro de 2022.


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Rumor: Jim Carrey pode estar em The Flash

Ator interpretou o Charada em Batman Eternamente.


A cada semana que se passa, o filme do Flash é um alvo fácil de rumores, assim como o Homem-Aranha 3. Dessa vez, o insider Daniel “RPK” Ritchman, reportou que a Warner Bros. estaria querendo uma participação especial de Jim Carrey no longa, muito conhecido pelas grandes comédias e por já ter interpretado o Charada em Batman Eternamente.

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O interesse do estúdio para com o ator, se dá ao fato de que, alguns dos medalhões da DC dos anos 80 poderão fazer uma participação especial em The Flash. Michael Keaton é um nome já confirmado no elenco, e Lynda Carter pode estar rumando como Mulher-Maravilha para Central City. Não seria surpreendente se trouxessem John Wesley Shipp para viver Jay Garrick ou o Barry Allen de uma Terra paralela. Ben Affleck é um outro nome já confirmado.

Ainda não há mais informações de que a Warner pode estar em negociações com o ator, mas, se existe dois Batmans no filme, por que não um Charada?

O longa irá abordar o famoso arco nos quadrinhos que mudou todo o Universo DC, o Flashpoint, considerado o maior arco do Flash de Barry Allen até então.

Com o astro Ezra Miller de volta ao papel, o filme será dirigido por Andy Muschietti e roteirizado por Christina Hodson (Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa).

The Flash tem estreia prevista para 4 de novembro de 2022.


Confira:

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Gravações da 7ª temporada de The Flash são paralisadas

Um membro da equipe deu positivo para o Coronavírus.


Deadline reportou ontem (29) que as gravações da sétima temporada de The Flash foram paralisadas após um membro da equipe testar positivo para a COVID-19, mas ela estava assintomática, devido aos rigorosos protocolos da Warner Bros. para garantir as medidas sanitárias necessárias e a segurança da equipe.


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Segundo fontes, o estúdio está estudando uma maneira de retomar as filmagens sem o funcionário positivado e quem teve contato com ele, para garantir a todos segurança na hora da produção. As filmagens da nova temporada estão acontecendo em Vancouver.

Com o astro Grant Gustin no papel principal, a sétima temporada de The Flash estreia no dia 23 de fevereiro de 2021.


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Semana Heroica #8 | Crítica: Liga da Justiça – Ponto de Ignição (2013)

Aviso: Crítica sem spoilers!


Flash viaja no tempo para consertar algo que aconteceu no passado, mas acaba criando uma realidade paralela, onde a Liga da Justiça não existe, o Superman está desaparecido e a Mulher-Maravilha e o Aquaman estão em guerra. Liga da Justiça: Ponto de Ignição é uma animação que se destaca entre todas as outras da DC. Com roteiro baseado na saga de Geoff Johns e Andy Kubert, o longa animado se mantém fiel ao quadrinho de mesmo nome. Com personagens profundos e muito bem desenvolvidos, é nos mostrado uma realidade muito diferente da que estamos acostumados a ver em uma animação de heróis, com detalhe especial para o Batman de Thomas Wayne que rouba a cena nas partes que ele aparece. Também contamos com a presença de cenas de violência muito sangrentas e emocionantes, junto com cenas de guerras com o exército de Atlântida contra as Amazonas, que são muito emblemáticas e bem feitas. Os traços da animação são aceitáveis, mas contém cenas que acabam sendo meio toscas por conta dos desenhos que muitas vezes deixam a desejar. A trilha sonora é bem colocada e ajuda na empolgação durante as cenas de luta, especialmente na cena da batalha entre Aquaman e Mulher-Maravilha. Por último, o roteiro é bem bolado, contando com cenas de viajem no tempo e entre universos que são bem mostrados e com partes que são bem dramáticas por conta dos diálogos que são bem feitos e filosóficos.

Veredito

A animação é muito bem feita e bem fiel ao quadrinho, com personagens incríveis e bem desenvolvidos, com uma trama excepcional, mas infelizmente possui alguns erros que deixam algumas cenas um tanto toscas, mesmo que não interfira na sua experiência. É uma animação essencial para os fãs de super heróis.

8,5/10.


Semana Heroica acontece uma vez por mês, durante uma semana, focando em algum personagem dos quadrinhos, para falar sobre quadrinhos, games, filmes e sua origem ou um vídeo falando sobre algum quadrinho, essas últimas no canal do Critical Room.

Semana Heroica #6 | The Flash #139

Uma das histórias mais importantes do Flash.


Enquanto preparava essa matéria, procurei várias histórias do Flash. Poderia ter simplesmente escolhido Flashpoint, mas eu queria algo diferente. Finalmente, pedi a opinião de um amigo e ele me indicou The Flash #139. Optei por seguir o conselho e depois de uma breve pesquisa (e com a ajuda de outro amigo) consegui a scan dessa edição. Agora chega de enrolação e bora para a HQ!

Escrita por John Brooke e ilustrada por Carmine Infantino, a HQ lançada em 1963, conta com um enredo interessante e introduz um dos maiores (senão o maior) vilão do Flash. Estou falando do Professor Zoom, conhecido também como Flash Reverso. Antes de falarmos sobre ele, um breve resumo da primeira parte da história. O Doutor Walter Drake havia enviado uma cápsula do tempo ao século 25, porém, o doutor acabou enviando um relógio atômico, junto com outros objetos da cápsula (incluindo um traje do Flash). Esse relógio se tornaria uma bomba atômica por conta da viagem no tempo que ele passou, e destruiria Central City. Felizmente, o herói consegue ir ao futuro graças a sua esteira de força cósmica.

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Após isso, o vilão da história é apresentado. Professor Zoom era apenas um simples bandido, que admirava o Velocista Escarlate por sua velocidade, mas ao mesmo tempo o odiava por seguir a lei. O que Zoom não esperava, é que a cápsula cairia bem na sua frente, no meio da cidade. Ele aproveita e pega o traje do Flash que estava na cápsula. Com o traje, Zoom consegue utilizar as ondas de super-velocidade para ser o bandido mais rápido do mundo, utilizando a roupa do Flash, só que com as cores reversas e se auto-intitulando como Flash Reverso.

O que o Flash Reverso não esperava, é que o Flash original apareceria e o derrotaria, dando fim a sua pequena carreira. Porém, não era só isso que Barry Allen precisava fazer, já que o relógio atômico iria explodir em poucas horas. Como um raio, Flash procura pelo relógio em toda cidade, até que finalmente o encontra e o leva para o ártico, onde ele finalmente explode. Por fim, o velocista retorna ao presente, sem nem imaginar que voltaria a encontrar o Professor Zoom, ou, Flash Reverso.


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No Instagram, você confere a quinta parte com a indicação da série The Flash!

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Semana Heroica #3 | A importância de Flash de Dois Mundos

Os quadrinhos estavam entrando na Era de Prata, e abandonando a Era de Ouro, reformulando alguns de seus heróis. A DC Comics iniciou a nova era com Julius Schwartz e Gardner Fox revitalizando o Flash e criando Barry Allen, que viria substituir Jay Garrick. O Showcase #4 (1956),  quadrinho o qual apareceu pela primeira vez Barry Allen e mostrou sua origem, foi o primeiro passo de uma nova era que duraria até meados dos anos 70.

Heróis como Jay Garrick e Al Pratt, são substituídos por Barry Allen e Ray Palmer, sendo o Flash e o Átomo, respectivamente. Com a duração da Flash Comics de 1940 a 1949, Jay Garrick foi um dos grandes personagens das histórias da DC nos anos 40, assim como Superman, Mulher-Maravilha e Batman. Sua criação, em 1940, se deu por Gardner Fox e Harry Lampert, e anos mais tarde, Fox viria a escrever a clássica Flash de Dois Mundos, unindo Jay e Barry.

O quadrinho de 1961 pode ser considerado um dos mais importantes da histórias da editora, pois foi nele que houve a introdução da Terra-2, e consequentemente, a descoberta de que Flash poderia fazer um tipo de salto de uma terra para outra. Fox fez com que antigos e novos heróis pudessem coexistir e também se encontrar. Isso abriu várias opções para a DC Comics num futuro não tão distante, que usou o conceito de duas terras e expandiu para três na série mensal de Liga da Justiça da América, e logo pra mais e mais terras, assim recebendo o nome de Multiverso. E partindo deste princípio, foi posto em jogo a Crise nas Infinitas Terras, e com certeza, Flash de Dois Mundos deu uma grande ajuda para que isso pudesse acontecer.

Com Gardner Fox, Jay Garrick também envelheceu, dizendo que tem sido o Flash há mais de 20 anos. Colocando a data real na ficção, e o real em si também, na Terra-1 que é a de Barry, Jay é simplesmente um herói de quadrinhos criado por Gardner Fox, além de ser o ídolo de Barry. E já aposentado, ele teria de voltar a ativa por conta d uma onda de crimes que está acontecendo em Keystone City, cidade de Jay que fica na Terra-2.

O então chamado Joel Ciclone e o Velocista Escarlate unem forças para derrotar o Sombra, o Violinista e o Pensador. É até engraçado pensar que, um herói de quadrinhos para nós em 1940, é o ídolo de Barry Allen, que também já leu a Flash Comics. Jay Garrick protagoniza um quadrinho no mundo fictício dentro de um quadrinho no mundo real. E são essas informações que o mantém vivo e que seu trabalho não foi esquecido, conectando a Era de Ouro com a Era de Prata, e o autor com sua criação.

Não há, aqui, uma história profunda para explicar o conceito de dois mundos, sendo apenas uma introdução e afirmando que é possível viajar para uma outra terra. Brevemente, também, foi contada a origem dos dois Flashes, e mostrou com clareza como Barry Allen parou em Keystone City. Isso, claro, deu uma boa ideia ao final para o antigo Flash, após ter derrotado seus vilões, que fariam parte também da história de Barry.

Com a existência de Gardner Fox no Universo DCBarry relata para Iris West sua ida ao mundo de Jay, e ela diz que “os leitores gostariam de saber o que houve”, mas Flash fala que ninguém iria acreditar, possivelmente vindo de um jornal que cobriria toda Central City, mas um homem iria. O velocista tem a brilhante ideia de contar para o quadrinista Gardner Fox sua aventura na Terra-2, já que foi ele quem criou o primeiro Flash, e assim, ele poderia escrever tudo em uma revista em quadrinhos. Curioso, não?


Semana Heroica acontece uma vez por mês, durante uma semana, focando em algum personagem dos quadrinhos, para falar sobre quadrinhos, games, filmes e sua origem ou um vídeo falando sobre algum quadrinho, essas últimas no canal do Critical Room.

Você pode conferir no início do artigo o CR Comics apresentando Wally West, sua origem, seus feitos e o que teve de passar por ser o substituto de Barry após a Crise. Essa foi a segunda parte da Semana Heroica.

A primeira parte da Semana Heroica aconteceu no Instagram e você quem decide qual o melhor Flash:

Liga da Justiça de Zack Snyder ganha teaser trailer

De maneira surpresa, o Snydercut ganhou seu primeiro teaser, confira:

O dono da frase que aparece no teaser é Lex Luthor, ele diz isso em Batman vs Superman, logo depois de sua prisão. No teaser é possível ver Diana descobrindo sobre Darkseid, e o vilão empunhando uma arma logo após.

Zack Snyder também estará presente na DC FanDome, um evento online que irá ocorrer no dia 22 de agosto. Espera-se que sua versão ganhe muitas novidades, além de um trailer.

A versão da Liga da Justiça do diretor Zack Snyder, chega em 2021, na plataforma de streaming HBO Max.

Crítica: Crise nas Infinitas Terras

Alerta: SPOILERS! Desça e leia por sua conta e risco.


“Vida, um presente precioso que persevera diante de todos os obstáculos.”


Chegou ao fim mais um crossover, e o mais grandioso de todos, Crise nas Infinitas Terras, que contou com cinco séries da DC e pela primeira vez juntou todas (quase) as séries da DC, variando do DC Universe à CW. Mas não só juntou todas as séries da DCTV, como também trouxe de volta personagens de séries antigas. Tom Welling, protagonista de Smallville, Burt Ward como o Robin aposentado da série do Batman dos anos 60, e até mesmo, Brandon Routh, que reprisou seu papel como Superman após 14 anos.

O começo estrondoso do crossover, começou mostrando referências ao Batman de Michael Keaton, quando o jornalista Knox (Robert Wuhl) estava lendo um jornal sobre a prisão do Coringa. Em outros momentos as aparições repentinas de Jason Todd e Rapina no primeiro episódio, levaram a acreditar que a CW estava disposta a juntar tudo para fazer parte do Arrowverso.

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Do primeiro ao último episódio, houve momentos marcantes. A morte precoce do Arqueiro Verde (Stephen Amell), abalou todos que lutaram ao seu lado, ainda mais Sara (Caity Lotz), Supergirl (Melissa Benoist) e Flash (Grant Gustin). Não só os heróis, mas como também os fãs, pois ninguém esperava que o sacrifício de Oliver seria logo no começo da Crise. Isso enfureceu muita parte dos assíduos ao Arrow, que logo começaram com teorias de como o personagem voltaria à vida. Com isso, os outros quatro episódios foram se desenrolando e aproximando toda a equipe, em prol de salvar o universo contra a grande ameaça, o Anti-Monitor.

Logo no segundo episódio, este que conteve ótimos fã-services, o quarteto composto por Constantine (Matt Ryan), Mia Smoak (Kath McNamara), Barry e Sara vão reviver Oliver em um dos poços de Lázaro. A alma de Oliver após ele voltar à vida não estava em seu corpo, e sim, no Purgatório.

No mesmo episódio, o Monitor (LaMonica Garret) fala sobre os Protetores, e nisso entram várias e várias referências, tanto dos quadrinhos quanto do cinema. Após Lex Luthor (Jon Cryer) recuperar o Livro do Destino, ele buscaria matar todos os Superman. Numa questão de minutos, houve referência a Morte do Superman e ainda trouxe a aposentadoria do Superman de Tom Welling. Mas o melhor ainda estava por vir. O encontro do Superman da Terra-38 (Tyler Hoechlin) com o Superman da Terra-96 (Brandon Routh). Ficou nítido do que o Protetor da Verdade se tratava, era um Escoteiro que perdeu amigos e sua esposa pelas mãos do Coringa, este que jogou seu gás no Planeta Diário. Marc Guggenheim transformou Brandon Routh num espelho de Christopher Reeve e no Reino do Amanhã.

A atuação incrível de Routh merece destaque, pois ele consegue transmitir um Superman ao estilo de Reeve, levando esperança aonde puder. A luta entre os dois super-heróis foi ótima, relembrando Superman III. Mesmo pelo baixo orçamento, conseguiram fazer com que esta luta fosse a melhor do crossover.

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“Porque, Lois, mesmo nos tempos mais sombrios, a esperança persiste. Esperança é a luz que nos guia para fora da escuridão.”

Não só o surpreendente Routh como Homem de Aço, mas também o dublador Kevin Conroy, que surpreendeu todos com a versão mais obscura do Batman já feita até então. Mesclando Reino do Amanhã e Cavaleiro das Trevas de Frank Miller, Conroy faz jus ao seu título de Cavaleiro das Trevas. Outra boa surpresa foi a própria Batwoman (Ruby Rose) substituindo Batman como a Protetora da Coragem.

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“Não lute contra monstros, para você não se tornar um monstro.”

A terceira parte de Crise terminou de forma memorável, quando o Flash da Terra-90 (John Wesley Shipp) se sacrifica para salvar Raio Negro (Cress Williams), Barry e outros. O hiato de mais de 1 mês para lançarem os outros dois episódios, deixou tudo em aberto sobre o futuro de Oliver Queen, que fora mostrado no anterior se tornando o Espectro. O novo Espectro, que no quadrinho foi Hal Jordan, o Lanterna Verde, agora iria auxiliar os Protetores a salvarem o multiverso, que já tinha chegado em seu fim.

O Ponto de Fuga, lugar o qual os heróis se encontravam, era onde eles deveriam se unir para derrotar o Anti-Monitor. O sacrifício do Arqueiro ainda contou com seu antigo bordão.

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“Você falhou com este universo.”

Mesmo com a “morte” do Anti-Monitor, o Multiverso havia sido reformulado por Oliver, fazendo com que as pessoas não se lembrem de nada, e outros heróis que sumiram pela anti-matéria também. As terras se combinaram, juntando Supergirl e outros personagens da Terra-38 com os heróis da Terra-2, formando a Terra Primária.

O episódio final de Crise nas Infinitas Terras, foi sem dúvida, o mais divertido e emocionante. Apesar do sumiço repentino de Ryan Choi (Osric Chau), um dos protetores, o final consegue manter e elevar o patamar de todo o Arrowverse e sua importância para a DC. Não só com a conexão do cinema com as séries, como foi visto o Flash de Ezra Miller conversando com o de Grant Gustin, mas como eles conseguiram adaptar a saga de Marv Wolfman e George Pérez para a televisão.

As referências eram tão constantes que poderia explodir a cabeça de qualquer um e fazer se perguntar: “Como eles fizeram isso?”. Simples, eles tiveram coragem em juntar tudo do melhor do Universo DC e colocar no roteiro. A homenagem também aos escritores do quadrinho foi algo bem bacana de se ver. Marv Wolfman aparece em uma das cenas pedindo autógrafo ao Flash, e Pérez é mencionado como um lugar na cidade.

O final foi tentou ser o mais nostálgico possível, com a narração de Oliver e a reconstrução do Multiverso. Juntando todas as séries possíveis da DC em suas respectivas terras, o final foi tão glorioso quanto o título que o crossover leva. A comovente homenagem ao Arqueiro Verde também se fez presente. E num momento de tristeza, houve alegria, após Barry mostrar a Mesa da Justiça aos heróis, criando a Liga da Justiça.


Veredito

Marc Guggenheim traz junto com outros roteiristas e produtores, a difícil missão de reiniciar o Multiverso. O crossover que fora inspirado na HQ de Marv Wolfman, mostra o quão trabalhoso pode ser, mas também o quanto glorioso pode ficar. As lutas foram ótimas falando de séries, e a trilha sonora foi incrível e inspiradora. A entrega de uma atuação emocional por parte de Caity Lotz, Stephen Amell, Melissa Benoist e Grant Gustin, fazem do evento televisivo um épico dramático de herói. Outros rostos como Brandon Routh e Dominic Purcell, mantém ainda a diversão necessária para o mega crossover, sendo alívio cômico certeiro em seus momentos.

Crise nas Infinitas Terras encerra definitivamente a jornada do Arqueiro Verde de forma memorável, mas que poderia ter sido ainda mais como vigilante, e não uma entidade cósmica. A morte precoce do herói foi um duro golpe aos fãs, por ser inesperado, mas a volta, o sacrifício para salvar o universo e a homenagem, conseguem ser ainda marcantes. Um ciclo se fecha para outro iniciar.

9/10.

Review: Crise nas Infinitas Terras – Parte 3

Alerta: SPOILERS! Desça e leia por sua conta e risco.


“Mundos irão viver, mundos irão morre, e o universo nunca mais será o mesmo!”


A parte 3 de Crise nas Infinitas Terras encerrou a primeira metade desse grande crossover com uma melhora a seus antecessores, tanto na trama, no roteiro e até mesmo com os personagens. Como no início parecia tudo meio perdido, agora está se encaixando e surpreendendo todos os fãs com suas descobertas.

O episódio mostrou cenas de ação incriveis dos heróis com lutas marcantes e personagens que quase ninguém imaginavam que iria aparecer, como Lucifer Morningstar.

O Raio Negro, o herói que finalmente entrou para a equipe teve uma importante aparição da série, fazendo uma das missões mais importantes contra o anti matéria. A atuação de Cress Williams (Raio Negro) é incrivel, contracenando com Grant Gustin (Flash) foi inesquecível e espero que possamos ver os dois juntos mais vezes.

O episódio também estabeleceu alguns importantes momentos, como a morte de Oliver Queen, que irá retornar nos episódios finais. Tivemos também a presença de Ryan Choi, que sucede Ray Palmer, o Átomo. Brandon Routh confirmou sua saída de Legends of Tomorrow, então provavelmente ele passe seu manto a Ryan. E Cisco consegue seus poderes de Vibro novamente por causa do Monitor.

Outro momento que com certeza marcou o episódio, foi a Supergirl com a Batwoman, que fizeram parte de uma cena que faz referência ao embate de Batman vs Superman.

Para mim, o momento que mais marcou foi onde vimos a morte de Barry Allen sendo desintegrado para salvar o multiverso. Porém, o Barry Allen que faz tal ato é o Flash da Terra-90, o que protagonizava a série nos anos 90 por John Wesley Shipp, que também fez Jay Garrick e o pai de Barry.

Crise nas Infinitas Terras encerrou grandemente o ano de 2019 e ainda promete muitas viradas em suas duas últimas partes em janeiro. A parte 3, em particular, superou as expectativas. Alguns furos de roteiro e decisões tomadas ao longo da saga podem ser questionáveis, mas parece que trouxeram melhores resultados dessas decisões. O enredo tem progredido com surpresas e desenvolvimento. O mega crossover promete se tornar um grande marco na televisão, conectando assim quase todas as produções relativas a DC, seja para televisão ou cinema, em um mesmo universo.

Confira novas fotos dos últimos episódios de Crise nas Infinitas Terras

O crossover mais épico da TV irá ter seu término hoje. Crise nas Infinitas Terras, que junta 5 séries da CW com a DC, finaliza com seus dois últimos em Arrow e Legends of Tomorrow.

Os 3 primeiros aconteceram em dezembro, deixando em aberto tudo o que iria acontecer com os heróis e o desenrolar de Oliver Queen.

Como já foi visto no terceiro episódio, Oliver Queen tornou-se o Espectro, anteriormente sendo o policial Jim Corrigan. Oliver não deixou o Purgatório para isso, frustrando Diggle, Constantine e sua filha Mia. Veja o pôster abaixo:

“Seus mundos nunca mais serão os mesmos.”

Muitos fãs gostaram, mas uma parcela significativa não gostou. Oliver está condenado a salvar o Universo, além de ter se sacrificado no primeiro episódio para dar tempo de salvar mais pessoas.

Confira abaixo fotos promocionais dos últimos episódios do mega crossover.

O épico evento terá 5 horas, e juntou Arrow, Flash, Legends of Tomorrow, Supergirl, Batwoman e Raio Negro. Além de contar com referências de Titãs, Aves de Rapina, Batman de 66, entre outros.

As séries da DC pela CW, são transmitidas pelo canal pago Warner, no Brasil.