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Review: Future State | Detetive das Trevas #2 (2021)

Jornada de Bruce Wayne contra o Magistrado continua.


Qual é o preço da morte? Na segunda edição da minissérie Detetive das Trevas, do Future State, o Batman tem que descobrir todos os planos do Magistrado, e desviar-se da vigilância constante e exagerada da atual força de segurança de Gotham. É uma tarefa difícil para Bruce, que tinha o grande apoio tecnológico, e agora não pode depender deles.

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Mariko Tamaki, que comanda o título, continua sua abordagem de uma Gotham tomada por forças policiais fascistas, e já, muito maiores que o próprio departamento de polícia de Gotham. Batman e Bruce Wayne ainda estão mortos para grande parte da cidade, mas o Pacificador-01 sabe que não, e continua sua caça. Para os mais habituados na mitologia do Batman, o visual do inimigo chega a ser muito semelhante com o Cavaleiro de Arkham, um dos principais inimigos de Batman: Arkham Knight.

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Por sua vez, com um roteiro ainda bem preciso e desenvolvido até então para Detetive das Trevas, a história de apoio que traz o Capuz Vermelho não consegue manter o mesmo nível, apesar de interessante. O drama de Bruce Wayne/Batman eleva o épico cyberpunk para Gotham, e devagar, vai mostrando que o Magistrado é podre como todas as outras organizações. A trama do Capuz Vermelho, de Joshua Williamson é totalmente fora da de Bruce, que é derrubar o Magistrado. O Capuz é o único mascarado a trabalhar para eles, e caça outros vigilantes, que já não são mais permitidos em Gotham. 

Mesmo que a arte belíssima e detalhada de Dan Mora para a história principal, que é a do Batman, a arte de Giannis Milonogiannis para o Capuz Vermelho não agrada, fugindo do padrão estabelecido pelo Future State. São traços mais simples, e um tanto rebuscados de quadrinhos da Era de Ouro, mas ao mesmo tempo, parecem infantis. Há uma quebra de expectativa entre Batman e Capuz Vermelho, em que um agrada muito mais que o outro.

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Detetive das Trevas #2 continua com novas descobertas para o Batman e um mistério que o Magistrado esconde. Mesmo que a história backup não agrade em sua arte, a trama principal que envolve o Batman tenta fazer o leitor imergir numa Gotham tomada pelo controle de forças de seguranças externas. Um grande gancho utilizado ao final da história principal, mostrará ainda mais o que o Magistrado representa, e a influência que tem sobre toda a população de Gotham.

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Solicitações de quadrinhos da DC Comics para maio

Editora solicitou diversos títulos e continuações.


A DC Comics solicitou há alguns dias, novos quadrinhos que chegarão em maio deste ano, com diversos títulos, incluindo o Future State, títulos de Infinite Frontier, o novo Senhor Milagre, outros eventos para a Liga da Justiça e muito mais. O Critical Room reúne as principais solicitações para você.

Confira todos os quadrinhos no CBR.


Moça-Maravilha #1
  • Escrito por Joelle Jones;
  • Arte por Joelle Jones;
  • Capa de Joelle Jones;
  • Cores por Jordie Bellaire;
  • Letras de Clayton Cowles.

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Sinopse: “Criada na longínqua terra de Boise, Idaho, Yara sempre sentiu que algo estava faltando em sua vida – e agora ela está indo para o Brasil para encontrá-lo. Mal sabe ela que sua chegada desencadeará uma série de eventos que mudarão o mundo da Mulher Maravilha para sempre.

Seu retorno foi profetizado, e com essa profecia vem a atenção exclusiva de deuses benevolentes de panteões além. O perigo espreita em cada esquina – mas este jovem herói está pronto para sua jornada? Descubra em uma edição de estreia que você absolutamente não pode perder!”

Senhor Milagre: A Fonte da Liberdade #1
  • Escrito por Brandon Easton
  • Arte por Fico Ossio
  • Capa de Yannick Paquette
  • Capa variante de Valentine De Landro

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Sinopse: “Saindo do Future State, o show do Senhor Milagre costumava ser o ingresso mais quente da cidade, seja você o flagrando no palco escapando de armadilhas perigosas ou nas ruas de Metrópolis matando os bandidos. O que Shilo Norman esqueceu é a primeira regra do showbiz e do super-heroísmo: sempre deixe-os querendo mais. Agora é hora de começar a mostrar ao mundo o que um homem milagroso pode fazer. Regra nº 2 do showbiz / super-herói: o tempo é tudo. Há um novo artista na cidade que quer tirar Senhor Milagre de seu pedestal e reivindicar seu famoso apelido! Shilo pode se livrar dessa armadilha?”

Stargirl Special Spring 
  • Escrito por Geoff Johns
  • Arte e capa de Todd Nauck
  • Capa variante de Mike McKone
  • Stargirl-SpringBreakSpecial-450-CMYK

Sinopse: “Os planos de férias de Primavera de Courtney Whitmore não são como os do seu colegial do ensino médio. Em vez de sair com amigos, ela está indo para uma aventura com seu padrasto, Pat Dugan, também conhecido como F.A.I.X.A., e se juntando com sua antiga equipe, os Sete Soldados da Vitória! Os soldados são forçados a se reunir novamente para descobrir o oitavo soldado secreto da vitória. Mas que outros segredos estão enterrados e o que tudo isso significa para o futuro de Courtney como Stargirl?”

Lendas do Cavaleiro das Trevas #1
  • Escrito por Darick Robertson
  • Arte e capa de Darick Robertson
  • Capa variante por David Marquez

Sinopse: “Um novo jogador entrou em cena em Gotham City e está vendendo produtos químicos mortais para os piores vilões da cidade: Mr. Freeze, o Pinguim e até mesmo o Coringa! Cabe ao Batman deter os vilões, rastrear o fornecedor e salvar Gotham City mais uma vez!”

Justice League: Last Ride #1
  • Escrito por Chip Zdarsky
  • Arte por Miguel Mendonça
  • Capa variante de Darick Robertson

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Sinopse: “Outrora o grupo mais poderoso do mundo, a Liga da Justiça foi destruída pela tragédia e pelo tempo, dissolvendo-se sob um véu de desconfiança e raiva. Agora, na véspera do maior julgamento de assassinato do universo, a Liga deve se reunir uma última vez … mas o Superman e o Batman podem enterrar o passado antes que os maiores vilões do cosmos os enterrem?”

Milestone Returns: Infinite Edition #0
  • Escrito por Reginald Hudlin
  • Arte de Dennys Cowan, Bill Sienkiewicz e outros
  • Capa por Dennys Cowan
  • Capa variante por John Romita Jr. e Klaus Janson

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Sinopse: “O novo quadrinho irá narrar os eventos do Big Bang: o protesto contra a brutalidade policial que deu errado que mudou a face da cidade de Dakota para sempre ao desencadear uma onda de superpoderes em sua população! Enquanto o mundo assiste, um adolescente intimidado se tornará o herói conhecido como Super-Choque, um cientista enquadrado irá fugir como a super arma Hardware e um alienígena encalhado encontrará uma jovem ambiciosa que transformará sua vida, e refará o par como o todo-poderoso Ícone e Foguete!”

Future State: Gotham #1
  • Escrito por Joshua Williamson e Dennis Culver
  • Arte por Giannis Milonogiannis
  • Capa de Yasmine Putri

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Sinopse: “O Capuz Vermelho deve escolher a justiça sobre sua família e aliados quando o corrupto Magistrado o convoca para trazer o novo Batman vivo ou morto! Apresentando todo o elenco dos populares títulos Future State Batman, esta nova série dá início ao próximo capítulo neste mundo proibitivo de amanhã, com uma narrativa brilhante e monocromática!”

Batman #108
  • Escrito por James Tynion IV
  • Arte e capa de Jorge Jimenez

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Sinopse: “Batman se disfarça para se infiltrar na gangue transhumanista conhecida como Unsanity Collective e aprender mais sobre sua aparição repentina em Gotham. E que planos nefastos Simon Saint tem para o sobrevivente do Dia de Arkham, Sean Mahoney? Como isso se conecta ao Magistrado?”

A celebração dos heróis asiáticos #1
  • Escrito por Gene Luen Yang, Ram V, Greg Pak, Alyssa Wong, Amy Chu, Minh Le, Dustin Nguyen e outros;
  • Arte por Marcus To, Bernard Chang, Dustin Nguyen, Marcio Takara, Trung Le Nguyen, Francis Manapul e outros;
  • Capa de Jim Lee;
  • Capa variante de Stanley Lau.

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Sinopse: “Pegue seu boba favorito e puxe uma cadeira até a mesa de dim sum enquanto celebramos o Mês da Herança Asiática com todos os seus personagens asiáticos favoritos de DC, antigos e novos! Junte-se a Cassandra Cain, Katana, Lanterna Verde Tai Pham, o Atom, Dana Tan (também conhecido como Batman Beyond), Arqueiro Vermelho, Lady Shiva, Damian Wayne e o clã al Ghul, Novo Super-Homem e muito mais à medida que apresentamos novos contos destes personagens de sua história emocionante! Além disso, o relacionamento de Cheshire Cat com Cheshire é revelado quando Shoes pede a Selina Kyle para tomá-la sob sua proteção como Cat Girl. E isso é só o começo!”

Batman/Mulher-Gato #6
  • Escrito Tom King
  • Arte e capa por Clay Mann
  • Capa variante de Jim Lee, Scott Williams e Travis Charest

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Sinopse: “Conforme os mistérios se aprofundam, o mesmo acontece com os ressentimentos. Ao longo de sua vida, as ações da Mulher-Gato fizeram com que muitos próximos a ela duvidassem de suas motivações. Bruce Wayne, Fantasma e agora sua filha suspeitaram de seus acordos com o Coringa. E quando ela matou o velho palhaço, isso desencadeou a nona vida deste felino? Ou talvez tenha realmente acabado todos aqueles anos atrás, a primeira vez que Fantasmatirou seu sangue e Batman teve que enfrentar uma dura verdade. Há grandes revelações esperando para serem encontradas aqui na metade do caminho, nas palavras finais de Tom King e Clay Mann sobre o romance do Morcego e da Gata!”

Man-Bat #4
  • Escrito por Dave Wielgosz;
  • Arte por Sumit Kumar;
  • Capa de Kyle Hotz;
  • Capa variante de Kevin Nowlan.

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Sinopse: “É Batman contra Man-Bat na segunda rodada! Após um encontro desastroso com o Esquadrão Suicida, uma sessão de terapia com Arlequina e (mais uma) tentativa falhada de se curar, Langstrom foi finalmente localizado pelo Cavaleiro das Trevas! O único problema? O Espantalho chegou primeiro! O que o mestre do medo planeja fazer com um soro que literalmente cria monstros?”

DC Comics: Generations
  • Escrito por Dan Jurgens, Andy Schmidt e Robert Venditti
  • Arte por Ivan Reis, John Romita Jr., Kevin Nowlan, Bryan Hitch e outros
  • Capa de Ivan Reis e Joe Prado

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Sinopse: “Nesses contos, uma ameaça de proporções cósmicas ao mais novo (e mais antigo) universo da DC obriga um dos grupos mais incomuns de heróis já reunidos para enfrentar o inimigo mais misterioso que já encontraram. Junte-se ao Batman, Kamandi, Estelar, Sinestro, Gladiador Dourado, Doutora Luz e Aço, em sua missão para salvar o universo antes que o tempo acabe.”

Mulher-Maravilha #772
  • Escrito por Becky Cloonan e Michael W. Conrad
  • Arte e capa de Travis Moore
  • História backup escrita por Jordie Bellaire
  • Arte da história backup por Paulina Ganucheau
  • Capa variante de Joshua Middleton

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Sinopse: “A Mulher Maravilha pode ter superado as feras de Asgard por enquanto, mas nada a preparou para o que está por vir. O eu mais sombrio de Diana emergiu como um novo oponente, e ela precisará da ajuda de um aliado inesperado cuja conexão com o trovão inspirou muitos contos: Thor! Essa dupla de deusa e semideusa pode descobrir o que perturbou o equilíbrio das coisas? Ou eles estão condenados a deixar tudo, inclusive suas vidas, no campo de batalha? Descubra como esta narrativa nórdica continua!

E na história de backup que ocorre durante a juventude de nosso herói, Diana deve mergulhar nas profundezas dos oceanos de Themyscira para aprender mais sobre os misteriosos manuscritos que lhe foram deixados. Mal sabe ela, o que está por baixo tem muitos dentes e está morrendo de vontade de conhecê-la. Cuidado com os poderosos megalodons e seus apetites!”

Rorschach #8
  • Escrito por Tom King
  • Arte e capa de Jorge Fonés
  • Capa variante de Jim Cheung

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Sinopse: “À medida que o detetive se aprofunda no mistério por trás de Rorschach e seu ajudante, a história se torna não sobre o que eles queriam fazer, mas por que começaram seu caminho assassino. À medida que mais testemunhas surgem, a história da estranha Laura se revela. Os tempos difíceis a fizeram querer matar um candidato à presidência e ela se prejudicou muito ao revidar.”

Asa Noturna #80
  • Escrito por Tom Taylor
  • Arte de Bruno Redondo
  • Capa variante de Jamal Campbell

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Sinopse: “Dick Grayson sempre teve um grande coração. Desde proteger aqueles perseguidos por valentões em sua juventude, a combater o mal ao lado de Batman como Robin, a prometer sua riqueza recém-herdada para enriquecer Blüdhaven como Asa Noturna – sua bondade e generosidade sempre guiaram sua vida. Mas agora um novo vilão espreita os becos de Blüdhaven, removendo o coração dos mais vulneráveis ​​da cidade. Quem é esta nova ameaça aterrorizante chamada Heartless, e ele será capaz de resistir a arrancar o maior coração de toda Blüdhaven?”

The Flash #770
  • Escrito por Jeremy Adams
  • Arte por Jack Herbert e Brandon Peterson
  • Capa de Brandon Peterson
  • Capa variante de Brett Booth

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Sinopse: “Nos campos de batalha da Segunda Guerra Mundial, Wally West continua sua busca por um caminho para casa. À medida que o Flash fica cara a cara com o próprio Führer, os amigos de Wally nos dias atuais procuram uma maneira de trazê-lo de volta e uma resposta para o porquê de ele estar pulando de velocista em velocista ao longo do tempo.”

Sensational Wonder Woman #3
  • Escrito por Colleen Doran e Alyssan Wong
  • Arte por Colleen Doran e Eleonora Carlini
  • Capa de Colleen Doran
  • Capa de variante de Marguerite Sauvage

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Sinopse: “Em um conto escrito e ilustrado pela lenda dos quadrinhos Colleen Doran, a Mulher Maravilha enfrenta seu inimigo mais implacável: um especialista em marketing que venderia seus Louboutins pela chance de gerenciar a Amazing Amazon! A Mulher Maravilha consegue escapar de seus arremessos mais persistentes? 

Também nesta edição, não é uma festa de gala de Gotham City sem uma visita do mais vil do mundo! É uma coisa boa a Mulher Maravilha estar na lista de convidados, porque Bruce Wayne tem uma identidade secreta para manter!”


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Review: Future State | Mulher-Maravilha #2 (2021)

Yara Flor vai ao submundo em nova edição.


A segunda edição de Mulher-Maravilha no Future State traz novamente Yara Flor, agora no submundo grego. Com o final do primeiro quadrinho mostrando a personagem a caminho de Caronte, para levá-la ao Tártaro. Dessa vez, Yara precisava resgatar Potira, uma amazona brasileira que foi morreu em uma batalha na ilha de Themyscera, e foi jogada ao Hades.

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Joelle Jones ainda continua seguindo um padrão de misturar culturas, mesclando o folclore brasileiro com a mitologia grega. A escritora acerta mais uma vez na dinâmica, e explora um pouco mais de tudo. Mesmo que Yara Flor seja a nova Mulher-Maravilha, muitos ainda não sabem que ela é uma amazona dissidente, da cidade de Bana-Mighdall. As discordâncias por parte das amazonas de Themyscera e Bana-Mighdall eram grandes, após a invasão de Hércules e seu exército, destruindo Themyscera e subjugando as amazonas. Não foi mostrado ainda uma relação entre Themyscera e Bana-Mighdall, sendo uma boa oportunidade para trazer à tona o passado.

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A premissa se baseia em salvar Potira do submundo, um plano suicida. Mesmo que Yara não tenha mantido tanto contato nos eventos da invasão na ilha, ela ainda nutre um sentimento de fracasso, sentindo que poderia tê-la salvado. Desafiando Hades e outros seres mitológicos, Yara vai em busca de sua irmã amazona, tendo um tempo limitado para realizar tal tarefa. Não queria falhar novamente, mas isso caberia ao deus do submundo, tentar atrapalhar seu resgate. O final, não posso contar.

Nesta nova edição, há uma maior utilização da mitologia grega do que do folclore brasileiro. Joelle Jones, além de escrever, é a artista da HQ, acertando nos visuais dos seres mitológicos mais uma vez. O ambiente, também deve ser elogiado, assim como a coloração de Jordie Bellaire, alternando entre cores escuras e claras, que representam muito bem o medo e a paz.

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Mulher-Maravilha #2, do Future State, eleva ainda mais a importância da personagem para a fase atual. Explorando novas histórias e oportunidades, a equipe criativa da minissérie equaliza a velha mitologia grega com o folclore brasileiro. Com uma boa trama em sua segunda edição, o título da Mulher-Maravilha da Yara Flor se torna um dos melhores do Future State.

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Review: Future State | Detetive das Trevas #1 (2021)

Batman de volta ao começo em nova minissérie.


O Future State, novo evento da DC Comics nos quadrinhos, está começando a tomar ainda mais forma, com uma variedade de títulos. E claro, o Batman de Bruce Wayne não iria ficar de fora, expandindo ainda mais um futuro distópico de Gotham, uma cidade controlada pelo Magistrado, que emprega a força-bruta para cometer seus atos. A exploração continua em títulos diferentes, mas Gotham é sempre a mesma.

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Mariko Tamaki tenta trabalhar em uma trama onde o Batman é um fora da lei, e todos os outros mascarados também são. Ou seja, é dispensado o serviço dos heróis para limpar Gotham do crime, já que os métodos usados pelo Batman e outros vigilantes não são eficazes em nenhum momento. A primeira edição aborda duas histórias, do Batman e do Bandoleiro, mas escolhi apenas o Morcego para falar, com um pouco mais de aprofundamento. Mesmo que a do Bandoleiro seja interessante, é bem mais viável ler O Novo Batman, pois estes dois contos se conectam bastante.

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Aparentemente, aos olhos de Gotham, Bruce e Batman estão mortos, e o Magistrado já tem ciência de quem é o vigilante mascarado. Falido e vagando por aí, Wayne precisa sobreviver com o que tem, de volta às suas raízes – está no começo outra vez. Aqui, apesar de Gotham ser futurista, o herói não disponibiliza de novas tecnologias, continuando apenas com alguns gadgets iniciais e um traje diferente, sem a vulgar capa preta. Ele está em busca de seu lugar no mundo, mais uma vez, mesmo sendo um fantasma para a população. Bruce está apto a descobrir os podres do Magistrado, e quer saber mais sobre essa organização e derrubá-la. Ele sabe que não é o que sua cidade precisa no momento, e algo está errado por trás disso.

Bruce precisa viver, sem ajuda de seus outros aliados. Ao mesmo tempo que quer se desvencilhar dos fatos da cidade, ainda emergida no crime, o espírito de Guardião de Gotham não o abandona, e o denuncia quando entra em uma briga. Bater em criminosos é tudo o que ele precisa evitar, para não chamar a atenção do Magistrado.

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A equipe criativa da nova história do Batman, conseguem fazer uma grande imersão na psiquê do herói, e em sua personalidade de insuficiente. Ele é um homem sem rumo, mas com um único objetivo: desmantelar o Magistrado. Dan Mora consegue utilizar traços que convencem o leitor, com um visual cyberpunk de Gotham, abandonando a Art Deco usada em vários quadrinhos e outras mídias. As cores de Jordie Bellaire acompanham a arte de Mora, chamando a atenção por não ficarem presas em apenas mostrar uma cidade sombria, utilizando sempre cores escuras para denotar que Gotham ainda é corrupta e suja. Há uma paleta de cores variadas, com tons escuros de azul ilustrando tristeza e dor, e cores mais quentes durante momentos de ação e de desespero. Até aqui, Detetive das Trevas tem uma das melhores arte do evento.

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Detetive das Trevas #1 mostra um possível fim do Batman aos olhos de Gotham, e um grande inimigo no controle da cidade, o Magistrado. Tamaki, a roteirista do quadrinho, mergulha na mente conturbada de Bruce, elevando um novo desafio para o Cavaleiro das Trevas. Com uma trama interessante, que não deixa pontas soltas, podendo se conectar com Mulher-Gato #1, e uma arte cyberpunk, Detetive das Trevas tem de tudo para ser um dos melhores títulos do Future State. O Batman está em boas mãos com Mariko Tamaki e Dan Mora, e os eventos daqui, podem respingar em Infinite Frontier.

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Review: Future State | Mulher-Gato #1 (2021)

Mulher-Gato no expresso polar?


Com o evento Future State acontecendo nos quadrinhos da DC Comics, novos personagens são introduzidos, alguns reimaginados e outros estão sendo os mesmos – ou quase isso. Ram V traz em Mulher-Gato #1 uma nova personalidade para a personagem, que combate a opressão sofrida pelo povo, por conta do Magistrado. Agora, ela precisa lutar contra o novo sistema da cidade.

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De todos os outros títulos, Mulher-Gato é um dos mais sérios do Future State, e não adere a infantilidade em alguns momentos como em Harley Quinn. A primeira edição, aqui, não apressa a trama e tenta introduzir tudo em seu tempo. É funcional, de fato, e também precisa. A trama, basicamente, se aprofunda no Magistrado, ou melhor, mostra o poder que eles possuem, controlando parte dos civis. Em termos históricos, se compararmos o Nazismo com o Magistrado em Gotham, está mais que correto. Assim como os nazistas, o Magistrado usa o medo para controlar a cidade, embarcam jovens e crianças para um reformatório, além de possuírem um controle quase total de Gotham e da população.

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Selina tem de salvar os jovens que eram mandados de trem para um reformatório, e também, Bruce Wayne, preso pelo Magistrado, quando fora caçado como Batman – se era mesmo o que ela queira. É provável que a história da Mulher-Gato se passe um pouco depois de Detetive das Trevas, tentando conectar todo o universo do Batman. É uma jogada inteligente, apesar de confusa por não sabermos direito a linha temporal entre os dois quadrinhos. Aliás, a primeira edição conta com algumas presenças ilustres e uma surpresa no final.

Sempre abro um espaço para elogiar a arte de todos os quadrinhos, e com Mulher-Gato #1 não será diferente. Todo o aspecto nevoso de Gotham, deixa ainda mais cativante a leitura, com um toque mais gótico, sem perder a originalidade. De fato, um belo trabalho realizado por Otto Schmidt, reimaginando a Mulher-Gato com um novo visual.

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No geral, Mulher-Gato #1 desenvolve uma história inovadora e reinventa sua personagem-título, para atender aos seus desejos e lutar contra o Magistrado. Não há nenhuma pressa na premissa, em explicar o porquê de estarem fazendo o que estão, como em algumas outras minisséries do evento. A minissérie da Mulher-Gato tem todo o potencial para ser uma das melhores, desenvolvendo determinados aspectos em edições seguintes, sem entregar logo de cara seu objetivo.

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Review: Future State | Arlequina #1 (2021)

Vilã se torna “heroína na visão de Gotham”.


Arlequina é uma das personagens mais lucrativas do mundo geek, com certeza, e um sucesso entre o público feminino mais jovem, por conta de Esquadrão Suicida (2016), e depois em Aves de Rapina. Porém, mesmo com todo esse sucesso, a fama de badass no cinema, Harley ainda é uma personagem muito presente nos quadrinhos, e muitas vezes, ainda presa ao Coringa. Mas, agora, ela parece ter um novo rumo no Future State, e grandeza não é o que ela pensa.

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Stephanie Phillips, escritora da primeira edição, tenta emoldurar uma vilã sem um norte, já que o Batman original foi supostamente morto nas mãos do Magistrado, uma força de alta segurança que combate qualquer mascarado que ver na rua. Mesmo não sendo uma mascarada, Harley usa seu traje para se divertir em Gotham, mas ela não parecia querer roubos, e sim, apenas diversão, ou só chamar a atenção do Magistrado. Ela é levada ao Asilo Arkham, – possivelmente, ou quem sabe uma outra prisão – e lá vê o Espantalho, no caso, sem a máscara e totalmente reabilitado, trabalhando como um psiquiatra em si. Talvez essa seja a pegada mais curiosa do quadrinho, pois Crane quase nunca tira sua máscara.

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Tudo bem, Crane reconhece os seus erros, vira aliado do Magistrado para limpar as ruas da cidade com muito mais eficiência que o Batman, e por aí vai. Porém, ele está ali com Harley para um único propósito, uma ajuda para capturar outros vilões mascarados. Além do Batman e seus outros aliados, a Arlequina conhecia muito bem cada um dos vilões, pois vivia nesse meio, e em troca da ajuda, receberia algumas boas compensações. São três alvos: Professor Pyg, Vagalume e o infame Máscara Negra, que ainda controlava sua gangue de máscaras. Ela conhece muito bem cada um, e preparou planos para deter os dois primeiros, na certeza que funcionasse. Agora, como no filme Aves de Rapina, Harley terá de enfrentar o Máscara Negra, atual status quo de Gotham.

Diferentemente dos visuais anteriores da personagem, este novo visual da vilã remete mais infantilidade do que amadurecimento. O cabelo repartido nas cores azul e rosa – clara referência aos cinemas – não é tão legal como nas pontas dos cabelos. A arte de Simone Di Meo, é claro, padronizada para o evento, com traços mais leves e fluidos, por assim dizer, no geral, é ótima, mas nada muito marcante. Porém, a personalidade aqui é um acerto. Ela é mais esperta do que aparenta pelo visual. Agora, referente ao visual do Crane – como Espantalho – e Máscara Negra, estão ótimos, e bem assustadores, por assim dizer. Quanto a paleta de cor, alterna muito bem entre o escuro e o colorido, ao estilo Aves de Rapina, no uso do azul e do lilás, igualmente ao filme. É um belo trabalho da colorista Tamra Bonvillain

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Com uma equipe criativa de qualidade e um roteiro interessante, Arlequina #1 parece ser uma minissérie muito promissora no Future State, redefinindo alguns personagens e ela própria. A segunda edição que já foi lançada nos EUA, promete uma batalha árdua entre o Máscara Negra e a Arlequina, os mais novos rivais da cidade. Estou animado para ver os próximos capítulos da história.

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Yara Flor ganhará série mensal como Moça-Maravilha

Heroína estrela o evento Future State.


Yara Flor, a Mulher-Maravilha brasileira do Future State, está migrando para o Universo DC de vez, ganhando uma série mensal, intitulada de Moça-Maravilha. Joelle Jones, criadora da heroína, irá comandar o título, sendo roteirista e artista, ao lado de Jordie Bellaire (via DC Comics).

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A série contínua de quadrinhos da personagem, ganhará um teaser em Infinite Frontier #0, no dia 2 de março, pós eventos do Future State. Wonder Girl #1 chegará no dia 18 de maio às bancas estadunidenses. Veja a capa e uma prévia abaixo:

Moça-Maravilha #1, escrita por Joelle Jones;

Arte por Joelle Jones;

Capa de Joelle Jones;

Cores por Jordie Bellaire;

Letras de Clayton Cowles.

Confira a descrição do quadrinho:

Sinopse: “Criada na longínqua terra de Boise, Idaho, Yara sempre sentiu que algo estava faltando em sua vida – e agora ela está indo para o Brasil para encontrá-lo. Mal sabe ela que sua chegada desencadeará uma série de eventos que mudarão o mundo da Mulher Maravilha para sempre.

Seu retorno foi profetizado, e com essa profecia vem a atenção exclusiva de deuses benevolentes de panteões além. O perigo espreita em cada esquina – mas este jovem herói está pronto para sua jornada? Descubra em uma edição de estreia que você absolutamente não pode perder!”

Wonder Girl #1 estreia no dia 18 de maio.


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Review: Future State | Superman/Mulher-Maravilha #1 (2021)

Nunca atire na Mulher-Maravilha.


Yara Flor chegou com tudo mesmo no Future State, e em mais um quadrinho, ela rouba todas as cenas e ofusca o Superman de Jon Kent. Fazendo dupla com o filho do Superman original em Superman/Mulher-Maravilha, Yara Flor quebra as barreiras da paciência e fala o que todo brasileiro deseja falar com um político.

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A primeira edição, que tem o roteiro de Dan Watters e arte de Leila del Duca, remonta uma nova dupla de heróis no Universo DC, o novo Superman e a Mulher-Maravilha brasileira. Enquanto um luta por uma cidade e segue os passos do pai, Yara Flor busca, incessantemente, mudar a mente dos políticos, para que cumpram o que prometeram, e não fugindo de seu trabalho. Ela luta pela igualdade, justiça, e também, contra corruptos que assolam São Paulo e o Brasil.

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Posso afirmar que a Mulher-Maravilha é a parte positiva do quadrinho, e ela já é conhecida pelos brasileiros. Toda sua dinâmica, sua personalidade explosiva, está sendo muito bem explorada, assim como a mitologia brasileira e o folclore – que dessa vez mostrou a mula sem cabeça e os deuses do sol e lua. Porém, apesar do grande acerto que foi a Yara, o erro está em Jon Kent, que não consegue ser como seu pai. Carregar o símbolo da Casa-El no peito, não quer dizer que irá carregar a essência do Superman também, e ele consegue ser infantil algumas poucas vezes, que podem deixar o leitor um pouco frustrado com sua personalidade mais inocente.

O roteiro simples, carrega uma história de um deus do sol, combatendo Solaris, famoso inimigo devorador de sóis. Solaris é a ameaça da HQ, mas que, aparentemente, não apresenta ser uma grande ameaça em sua primeira aparição, sendo rebaixado a uma disputa de força. É claro que, o vilão se tornará mais ameaçador numa próxima edição, mas, que não o inflem e façam uma luta justa e épica do Superman e da Mulher-Maravilha contra o Sol Tirano.

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Como sempre, gosto de elogiar a arte do quadrinho. Os traços, tanto dos personagens quanto da cidade, superfície espacial e outras, estão padronizadas para o evento. O uso de cores mais vivas e quentes, denotam toda a grandeza que o Superman tem, além da Mulher-Maravilha, e não foi visto tanto o uso de cores mais escuras.

Em resumo, Superman/Mulher-Maravilha #1, mostra os dois grandes heróis e novos símbolos da DC unindo forças para derrotar uma grande ameça futura. Em momentos gloriosos, a HQ abrasileira ainda mais a Yara Flor e abraça seu espírito jovem e destemido, ofuscando um Superman de Jon Kent abaixo da expectativa, inocente e com muito a aprender.

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Review: Future State | Immortal Wonder Woman #1 (2021)

O futuro catastrófico e o preço da imortalidade.


Enquanto Yara Flor já fez sucesso em sua primeira edição no Future State, ela não é a única Mulher-Maravilha presente no evento, sendo acompanhada por Diana e Nubia. Separando as linhas do tempo de cada uma, Immortal Wonder Woman traz a Diana os eventos pós Death Metal, em um planeta sem vida, e uma princesa refletindo o preço que pagou por ser imortal.

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Na primeira edição da minissérie Immortal Wonder Woman, Diana se encontra num futuro distópico, onde não há mais a Liga da Justiça, Batman está morto e o Superman envelhecido. Enquanto tem um trabalho de tentar salvar o Verde e a Terra, Diana se encontra sentida por ter o peso da imortalidade, e ver todos os seus amigos morrerem.

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“Você sempre foi o nosso coração, e isso é o que há de mais maravilhoso em você”

Por outro lado dela querer salvar todo o planeta, as amazonas não dão tanta ênfase. Após a destruição de Nova Gênese por criaturas misteriosas, Apokolips foi dominada sem que Darkseid interferisse. O intuito do lorde de Apokolips agora, é dominar o que restou da Terra, já que nunca conseguiu, de fato, conquistar enquanto a Liga da Justiça ainda estava na ativa. Michael W. Conrad e Becky Cloonan acertaram em cheio na personalidade de Diana, tão apegada à Liga da Justiça quanto qualquer outro herói, sentindo o que é a solidão, algumas vezes

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A história de Núbia, apesar de não deixar tão claro o que pretende, se conecta no presente, com a vilã Cálice roubando peças para liberar males antigos. Para quem ainda não sabe, Cálice é filha de Darkseid, nascendo de uma assassina amazona. Ou seja, a meta de Cálice no presente e sua possível conquista, pode ser o que afeta o futuro e Darkseid subjugando a Terra.

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Deixando de lado a história dos dois arcos, é válido elogiar a arte do quadrinho, mas ainda assim, não é tão superior ao DC Rebirth, que eu considero melhor. É claro que, eventos diferentes exigem abordagens diferentes, e no Future State, a arte busca o mais simples, com cores mais vivas em alguns aspectos e escuras em outros. 

Immortal Wonder Woman #1, no geral, entrega uma premissa interessante, conectando duas histórias, três amazonas e o possível fim dos tempos, relatando a importância de ser a Mulher-Maravilha e o legado que possui, sendo o coração de todos os outros super-heróis do evento. Estou realmente ansioso por ver o caminhar da história e o desfecho de tudo.

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Yara Flor tem começo brilhante no DC Future State

DC retrata muito bem o folclore brasileiro.


O anúncio da criação de uma Mulher-Maravilha brasileira deu o que falar pelos fãs brasileiros da DC, que se animaram para o evento nos quadrinhos Future State. No começo de janeiro, os quadrinhos chegaram digitalmente e às bancas estadunidenses, e lá, não sei ao certo se foi um grande sucesso, mas aqui, pelos comentários que recebi sobre, mesmo antes de ler, estava ótimo.

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A Mulher-Maravilha carrega toda a mitologia grega consigo, e tem nome de uma deusa romana. A DC consegue explorar e trabalhar muito bem a antiguidade grega, além de incluir novos personagens, guerreiras lendárias, mas sempre mantendo a essência histórica de Homero ou Heródoto. Não está sendo diferente com Yara, que luta contra criaturas do folclore brasileiro como o boitatá ou tem de confiar na Caipora, uma inimiga ao mais tipo Circe.

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Não contente em colocar só o folclore brasileiro, a criadora Joelle Jones explora e mistura a mitologia grega com as lendas brasileiras, acertando em cheio na dinâmica que, com certeza, será muito bem explorada nos capítulos seguintes. Além do mais, a dinâmica apresentada entre Caipora e Yara Flor é explosiva, por conta de momentos anteriores, a Guardiã das Florestas ter atacado a nova Mulher-Maravilha. O ressentimentos ficaram, mas ambas se uniram para livrar uma irmã do controle de Hades, deus do submundo.

Joelle Jones produz a arte e o roteiro do quadrinhos, e mesmo com uma premissa mais simples, a arte chama a atenção, assim como a mistura de mitologias. A personalidade da nova personagem, em si, se diferencia de Diana. É mais enérgica, explosiva e um pouco estressada, mas as táticas de combate se assemelham.

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Assim como o parágrafo acima, chamo a atenção novamente para a arte da HQ. Os cenários vastos da Amazônia como conhecemos, assim como a pele morena de Yara Flor, mais a representação de Caipora e outras criaturas mitológicas, demonstram a qualidade e grande empenho e Jones, em querer saber mais sobre uma cultura tão rica como a nossa e a grega. A coloração do quadrinhos, com cores mais vivas enquanto estão na floresta, e cores mais escuras para a ida ao Hades por meio do barqueiro Caronte, denotam a grandiosidade que o Future State irá ser. 

Seguindo por essa mescla de mitologias e folclores, a minissérie Future State: Wonder Woman, tem tudo para ser uma boa lembrança para os fãs brasileiros da DC Comics, que irão querer por mais aparições da heroína.

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DC revela o visual da Princesa Nubia para Future State

Evento chega em 2021.


O mais novo evento da DC Comics nos quadrinhos, DC Future State está dando o que falar entre os fãs, deixando-os muito felizes e ansiosos pela futura HQ. Dessa vez, o escritor LL McKinney e a artista Alitha Martinez revelaram o visual de Nubia, a Mulher-Maravilha negra. Veja abaixo:

O quadrinho se intitulará DC Future State: Immortal Wonder Woman, trazendo a história do fim de Diana como Mulher-Maravilha e a ascensão de Nubia, para manter o legado da heroína original.

Todo o evento foi pensado como um novo 5G/Generations, de Dan DiDio. Novos heróis surgiriam para manter o legado daqueles que já tiveram suas identidades descobertas, ou mesmo deixando a vida de super-herói para viver uma vida normal. O evento acontecerá em um futuro próximo e servirá para introduzir novas identidades aos heróis.

“O DC Universe sempre foi um terreno fértil para novas e revigorantes interpretações de nossos personagens, e DC Future State definitivamente contribui para esse legado”, disse a editora executiva da DC, Marie Javins.

DC Future State: Immortal Wonder Woman, escrita por Michael W. Conrad , Becky Cloonan e LL McKinney;

Arte de Jen Bartel, Alitha Martinez e Mark Morales;

Capa por Jen Bartel;

Capa variante de Peach Momoko.

Veja a sinopse abaixo:

Sinopse: “O Desfazer está chegando. Muito depois da Era dos Heróis, poucos amigos de Diana Prince sobrevivem, e muitas de suas irmãs também morreram. Como uma deusa imortal, esse é o seu destino. Mas então, surge uma ameaça que nem mesmo o poderoso Darkseid pode enfrentar – e cabe à Mulher Maravilha assumir a batalha! É grande ação e alta fantasia no final dos tempos, cortesia da cartunista vencedora do Eisner Award Becky Cloonan (By Chance or Providence, Gotham Academy) e seu co-escritor do Doom Patrol Michael W. Conrad, com a popular artista Jen Bartel (Blackbird) fazendo sua estréia na arte de interiores para a DC. Em seguida, observe um futuro mais próximo enquanto o campeão original de Themyscira ataca por conta própria. As coisas não estão estáveis ​​na Paradise Island há algum tempo, e Nubia encontrou um novo lar no Man’s World. Agora, ela tem a tarefa de protegê-lo dos perigos do mundo dos mitos e da magia. O escritor de Nubia: Real One, da DC, LL McKinney, leva este poderoso Amazon a um nível totalmente novo.”

DC Future State: Immortal Wonder Woman #1 chega no dia 19 de janeiro, nas bancas estadunidenses.


Veja o último CR Origens do Critical Room: