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5 HQs da DC para ler na quarentena

Essa quarentena está mexendo com muita gente, de fato. Mas sempre podemos nos distrair com jogos, séries, filmes e também com uma boa leitura, seja quadrinhos ou livros.

Que tal uma bela indicação de 5 HQs da DC para ler nessa quarentena?


1- Crise Nas Infinitas Terras

Escrita por Marv Wolfman e George Pérez, Crise nas Infinitas Terras é uma minissérie de 12 edições, de abril de 1985 a março de 1986.

A história reúne vários heróis de diversos mundos, para combater um mal em comum, o Anti-Monitor. A história também é responsável pela reconstrução do universo DC.

Crise nas Infinitas Terras é um ótimo quadrinho pra se ler nessa quarentena entediante.

“Mundos viverão, mundos morrerão e o universo nunca mais será o mesmo.”

2- Reino Do Amanhã

Reino do amanhã é uma minissérie de 4 edições, lançada em 1996. Escrita por Mark Waid e Alex Ross e desenhada por Ross.

A história nos mostra um futuro, no qual os maiores heróis se aposentaram, mas tudo isso muda quando os atuais heróis passam do limite com suas ações descuidadas e irresponsáveis, fazendo com que os maiores heróis mais uma vez retornassem para colocar paz e ordem no mundo.

3- Mulher Maravilha: Deuses e Mortais.

Passado os eventos de Crise nas Infinitas Terras, a DC renova o Multiverso e dá seu pontapé inicial a Era Moderna. Com isso, um dos alicerces da editora, a Mulher Maravilha, recomeça do zero.

Em 1985, George Pérez dá vida aos deuses, e dessa vez, reconta a história do nascimento de Diana, a Princesa de Themiscira. Hipólita a molda do barro e os deuses dão seus poderes. Porém, Ares, o maior inimigo da heroína, se volta contra ela por inveja. Tudo o que ele queria era dominar a humanidade, alegando que a criação de uma Nova Raça (as amazonas), não seria de bom grado e faria com que os deuses fossem esquecidos.

A HQ explora o universo da Mitologia Grega na DC, lembrando de Hefesto, o feitor do Laço de Héstia, Hermes como mensageiro, os filhos de Ares e outros mais. Conta a origem das amazonas e também acompanha o crescimento de Diana em meio ao mundo grego e logo, suas aventuras mundo afora, adquirindo conhecimento do Patriarcado para derrotar seu mais poderoso inimigo, Ares, o deus da guerra.

4- Batman e Vingador Fantasma

Nesta história temos o encontro do Homem-Morcego e do mistérioso Vingador Fantasma. É uma história dividida em 2 partes, aonde Batman e o Vingador investigam um mistério oculto e sobrenatural. É uma trama muito interessante, onde vemos dois lados totalmente diferente trabalharem juntas, a força física (Batman) e a força sobrenatural (Vingador Fantasma).

A história foi escrita por Alan Grant e desenhada por Arthur Ranson, e lançado originalmente em 1997.

5- Batman Ego trip

Nessa excelente HQ escrita e desenhada por John Byrne, temos uma incrível história envolvendo o Batman, Coringa, Duas-Caras, Charada e Pinguim. Os vilões estão numa disputa interna que coloca Gotham City na mira do perigo. Será que Batman irá conseguir parar esses terríveis vilões?


Aqui então 5 incríveis HQs da DC, que pode tornar sua quarentena um pouco mais interessante. Espero que gostem da leitura.

Crítica: Crise nas Infinitas Terras

Alerta: SPOILERS! Desça e leia por sua conta e risco.


“Vida, um presente precioso que persevera diante de todos os obstáculos.”


Chegou ao fim mais um crossover, e o mais grandioso de todos, Crise nas Infinitas Terras, que contou com cinco séries da DC e pela primeira vez juntou todas (quase) as séries da DC, variando do DC Universe à CW. Mas não só juntou todas as séries da DCTV, como também trouxe de volta personagens de séries antigas. Tom Welling, protagonista de Smallville, Burt Ward como o Robin aposentado da série do Batman dos anos 60, e até mesmo, Brandon Routh, que reprisou seu papel como Superman após 14 anos.

O começo estrondoso do crossover, começou mostrando referências ao Batman de Michael Keaton, quando o jornalista Knox (Robert Wuhl) estava lendo um jornal sobre a prisão do Coringa. Em outros momentos as aparições repentinas de Jason Todd e Rapina no primeiro episódio, levaram a acreditar que a CW estava disposta a juntar tudo para fazer parte do Arrowverso.

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Do primeiro ao último episódio, houve momentos marcantes. A morte precoce do Arqueiro Verde (Stephen Amell), abalou todos que lutaram ao seu lado, ainda mais Sara (Caity Lotz), Supergirl (Melissa Benoist) e Flash (Grant Gustin). Não só os heróis, mas como também os fãs, pois ninguém esperava que o sacrifício de Oliver seria logo no começo da Crise. Isso enfureceu muita parte dos assíduos ao Arrow, que logo começaram com teorias de como o personagem voltaria à vida. Com isso, os outros quatro episódios foram se desenrolando e aproximando toda a equipe, em prol de salvar o universo contra a grande ameaça, o Anti-Monitor.

Logo no segundo episódio, este que conteve ótimos fã-services, o quarteto composto por Constantine (Matt Ryan), Mia Smoak (Kath McNamara), Barry e Sara vão reviver Oliver em um dos poços de Lázaro. A alma de Oliver após ele voltar à vida não estava em seu corpo, e sim, no Purgatório.

No mesmo episódio, o Monitor (LaMonica Garret) fala sobre os Protetores, e nisso entram várias e várias referências, tanto dos quadrinhos quanto do cinema. Após Lex Luthor (Jon Cryer) recuperar o Livro do Destino, ele buscaria matar todos os Superman. Numa questão de minutos, houve referência a Morte do Superman e ainda trouxe a aposentadoria do Superman de Tom Welling. Mas o melhor ainda estava por vir. O encontro do Superman da Terra-38 (Tyler Hoechlin) com o Superman da Terra-96 (Brandon Routh). Ficou nítido do que o Protetor da Verdade se tratava, era um Escoteiro que perdeu amigos e sua esposa pelas mãos do Coringa, este que jogou seu gás no Planeta Diário. Marc Guggenheim transformou Brandon Routh num espelho de Christopher Reeve e no Reino do Amanhã.

A atuação incrível de Routh merece destaque, pois ele consegue transmitir um Superman ao estilo de Reeve, levando esperança aonde puder. A luta entre os dois super-heróis foi ótima, relembrando Superman III. Mesmo pelo baixo orçamento, conseguiram fazer com que esta luta fosse a melhor do crossover.

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“Porque, Lois, mesmo nos tempos mais sombrios, a esperança persiste. Esperança é a luz que nos guia para fora da escuridão.”

Não só o surpreendente Routh como Homem de Aço, mas também o dublador Kevin Conroy, que surpreendeu todos com a versão mais obscura do Batman já feita até então. Mesclando Reino do Amanhã e Cavaleiro das Trevas de Frank Miller, Conroy faz jus ao seu título de Cavaleiro das Trevas. Outra boa surpresa foi a própria Batwoman (Ruby Rose) substituindo Batman como a Protetora da Coragem.

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“Não lute contra monstros, para você não se tornar um monstro.”

A terceira parte de Crise terminou de forma memorável, quando o Flash da Terra-90 (John Wesley Shipp) se sacrifica para salvar Raio Negro (Cress Williams), Barry e outros. O hiato de mais de 1 mês para lançarem os outros dois episódios, deixou tudo em aberto sobre o futuro de Oliver Queen, que fora mostrado no anterior se tornando o Espectro. O novo Espectro, que no quadrinho foi Hal Jordan, o Lanterna Verde, agora iria auxiliar os Protetores a salvarem o multiverso, que já tinha chegado em seu fim.

O Ponto de Fuga, lugar o qual os heróis se encontravam, era onde eles deveriam se unir para derrotar o Anti-Monitor. O sacrifício do Arqueiro ainda contou com seu antigo bordão.

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“Você falhou com este universo.”

Mesmo com a “morte” do Anti-Monitor, o Multiverso havia sido reformulado por Oliver, fazendo com que as pessoas não se lembrem de nada, e outros heróis que sumiram pela anti-matéria também. As terras se combinaram, juntando Supergirl e outros personagens da Terra-38 com os heróis da Terra-2, formando a Terra Primária.

O episódio final de Crise nas Infinitas Terras, foi sem dúvida, o mais divertido e emocionante. Apesar do sumiço repentino de Ryan Choi (Osric Chau), um dos protetores, o final consegue manter e elevar o patamar de todo o Arrowverse e sua importância para a DC. Não só com a conexão do cinema com as séries, como foi visto o Flash de Ezra Miller conversando com o de Grant Gustin, mas como eles conseguiram adaptar a saga de Marv Wolfman e George Pérez para a televisão.

As referências eram tão constantes que poderia explodir a cabeça de qualquer um e fazer se perguntar: “Como eles fizeram isso?”. Simples, eles tiveram coragem em juntar tudo do melhor do Universo DC e colocar no roteiro. A homenagem também aos escritores do quadrinho foi algo bem bacana de se ver. Marv Wolfman aparece em uma das cenas pedindo autógrafo ao Flash, e Pérez é mencionado como um lugar na cidade.

O final foi tentou ser o mais nostálgico possível, com a narração de Oliver e a reconstrução do Multiverso. Juntando todas as séries possíveis da DC em suas respectivas terras, o final foi tão glorioso quanto o título que o crossover leva. A comovente homenagem ao Arqueiro Verde também se fez presente. E num momento de tristeza, houve alegria, após Barry mostrar a Mesa da Justiça aos heróis, criando a Liga da Justiça.


Veredito

Marc Guggenheim traz junto com outros roteiristas e produtores, a difícil missão de reiniciar o Multiverso. O crossover que fora inspirado na HQ de Marv Wolfman, mostra o quão trabalhoso pode ser, mas também o quanto glorioso pode ficar. As lutas foram ótimas falando de séries, e a trilha sonora foi incrível e inspiradora. A entrega de uma atuação emocional por parte de Caity Lotz, Stephen Amell, Melissa Benoist e Grant Gustin, fazem do evento televisivo um épico dramático de herói. Outros rostos como Brandon Routh e Dominic Purcell, mantém ainda a diversão necessária para o mega crossover, sendo alívio cômico certeiro em seus momentos.

Crise nas Infinitas Terras encerra definitivamente a jornada do Arqueiro Verde de forma memorável, mas que poderia ter sido ainda mais como vigilante, e não uma entidade cósmica. A morte precoce do herói foi um duro golpe aos fãs, por ser inesperado, mas a volta, o sacrifício para salvar o universo e a homenagem, conseguem ser ainda marcantes. Um ciclo se fecha para outro iniciar.

9/10.

Review: Crise nas Infinitas Terras – Parte 3

Alerta: SPOILERS! Desça e leia por sua conta e risco.


“Mundos irão viver, mundos irão morre, e o universo nunca mais será o mesmo!”


A parte 3 de Crise nas Infinitas Terras encerrou a primeira metade desse grande crossover com uma melhora a seus antecessores, tanto na trama, no roteiro e até mesmo com os personagens. Como no início parecia tudo meio perdido, agora está se encaixando e surpreendendo todos os fãs com suas descobertas.

O episódio mostrou cenas de ação incriveis dos heróis com lutas marcantes e personagens que quase ninguém imaginavam que iria aparecer, como Lucifer Morningstar.

O Raio Negro, o herói que finalmente entrou para a equipe teve uma importante aparição da série, fazendo uma das missões mais importantes contra o anti matéria. A atuação de Cress Williams (Raio Negro) é incrivel, contracenando com Grant Gustin (Flash) foi inesquecível e espero que possamos ver os dois juntos mais vezes.

O episódio também estabeleceu alguns importantes momentos, como a morte de Oliver Queen, que irá retornar nos episódios finais. Tivemos também a presença de Ryan Choi, que sucede Ray Palmer, o Átomo. Brandon Routh confirmou sua saída de Legends of Tomorrow, então provavelmente ele passe seu manto a Ryan. E Cisco consegue seus poderes de Vibro novamente por causa do Monitor.

Outro momento que com certeza marcou o episódio, foi a Supergirl com a Batwoman, que fizeram parte de uma cena que faz referência ao embate de Batman vs Superman.

Para mim, o momento que mais marcou foi onde vimos a morte de Barry Allen sendo desintegrado para salvar o multiverso. Porém, o Barry Allen que faz tal ato é o Flash da Terra-90, o que protagonizava a série nos anos 90 por John Wesley Shipp, que também fez Jay Garrick e o pai de Barry.

Crise nas Infinitas Terras encerrou grandemente o ano de 2019 e ainda promete muitas viradas em suas duas últimas partes em janeiro. A parte 3, em particular, superou as expectativas. Alguns furos de roteiro e decisões tomadas ao longo da saga podem ser questionáveis, mas parece que trouxeram melhores resultados dessas decisões. O enredo tem progredido com surpresas e desenvolvimento. O mega crossover promete se tornar um grande marco na televisão, conectando assim quase todas as produções relativas a DC, seja para televisão ou cinema, em um mesmo universo.

Confira novas fotos dos últimos episódios de Crise nas Infinitas Terras

O crossover mais épico da TV irá ter seu término hoje. Crise nas Infinitas Terras, que junta 5 séries da CW com a DC, finaliza com seus dois últimos em Arrow e Legends of Tomorrow.

Os 3 primeiros aconteceram em dezembro, deixando em aberto tudo o que iria acontecer com os heróis e o desenrolar de Oliver Queen.

Como já foi visto no terceiro episódio, Oliver Queen tornou-se o Espectro, anteriormente sendo o policial Jim Corrigan. Oliver não deixou o Purgatório para isso, frustrando Diggle, Constantine e sua filha Mia. Veja o pôster abaixo:

“Seus mundos nunca mais serão os mesmos.”

Muitos fãs gostaram, mas uma parcela significativa não gostou. Oliver está condenado a salvar o Universo, além de ter se sacrificado no primeiro episódio para dar tempo de salvar mais pessoas.

Confira abaixo fotos promocionais dos últimos episódios do mega crossover.

O épico evento terá 5 horas, e juntou Arrow, Flash, Legends of Tomorrow, Supergirl, Batwoman e Raio Negro. Além de contar com referências de Titãs, Aves de Rapina, Batman de 66, entre outros.

As séries da DC pela CW, são transmitidas pelo canal pago Warner, no Brasil.

Review: Crise nas Infinitas Terras – Parte 2

Alerta: SPOILERS! Desça e leia por sua conta e risco.


O Arrowverso nunca ficou tão imenso, e mais uma vez, Crise nas Infinitas Terras surpreende com várias referências do universo da DC, trazendo até mesmo Jonah Hex.

A parte dois do mega crossover aconteceu na série da novata Batwoman (1×09). Já ressentidos após a morte do Arqueiro Verde, Sara Lance (Caity Lotz) e Mia Smoak (Katherine McNamara) vão em busca de um modo para trazê-lo de volta à vida. Mas ainda antes disso, o Monitor (LaMonica Garret) convoca alguns heróis na Waverider (nave das lendas da Terra-74) e lhes diz que ainda há 7 protetores (paragons).

Os primeiros quatro protetores são Kara (Protetora da Esperança), Sara (Protetora do Destino), Superman – não o de Supergirl (Protetor da Verdade) e Batman da Terra-99 (Protetor da Coragem). Estes dois últimos deveriam ser encontrados. Coube ao Superman da Terra-38, Lois e Iris para encontrar o Paragon da Verdade e Kate junto de Kara para encontrar Bruce.

E com todos os percalços, Lex Luthor que havia sido recrutado por Monitor, fugiu com o Livro do Destino, no único intuito de matar todos os Supermans do universo. E é isso que ele consegue. O Superman da Terra-75 é morto por Luthor. Iris, Clark e Lois buscam outro. O de Smallville, na Terra-167.

Ao tentar explicarem a Clark sobre o multiverso e que Luthor pretendia matá-lo, Clark não sabia que o presidente estava na cidade. Pelo jeito, Luthor virou presidente dos Estados Unidos na terra de Smallville. Mas logo, o Lex da Terra-38 aparece, fazendo o trio sumir. Clark ainda fica em dúvidas sobre Luthor. Logo, o inimigo mostra uma pedra de kryptonita ao ex-herói, que não faz efeito algum nele. Clark havia desistido de seus poderes para constituir uma família, sendo casado com Lois e tendo dois filhos.

É talvez, um final que muitos não esperavam. Queriam vê-lo com o uniforme, ajudando a salvar o universo. Mas não pode ser descarta essa possibilidade dele recuperar seus poderes de alguma forma e ir ajudar.

Bruce Wayne, o Protetor da Coragem

Já o Batman… este pode ter sido o mais sombrio já visto pelos fãs, seja na televisão ou cinema. Kevin Conroy, eterno dublador do Cavaleiro das Trevas, interpretou o personagem no crossover, e de forma incrível!

Com uma mescla de Cavaleiro das Trevas de Frank Miller e Reino do Amanhã, o Batman de Conroy tornou-se um assassino, matando vilões como Coringa, Sr Frio e Charada. Até mesmo, matou o Superman, guardando troféus de suas maiores vitórias.

Por incrível que pareça, mesmo com o exoesqueleto, Bruce foi capaz de dar um soco em Supergirl, mas não parou a Batwoman. Muitos ainda questionam se essa era a melhor abordagem para o vigilante, já que todos olhavam Conroy com bons olhos e com sua conduta. Mesmo que tenha sido incrível vê-lo dando vida ao Batman, com sua voz grave e amedrontadora, foi decepcionante a forma dele ter morrido.

Busca pelo Protetor da Verdade

“Esperança é a luz que nos guia para fora da escuridão.”

Mas o destaque vai para Brandon Routh vestindo o uniforme do Superman novamente. Era a última aposta do trio Iris, Lois e Clark (Terra-38) de achar o Protetor da Verdade. Logo ao chegarem no Planeta Diário idêntico ao dos filmes de Christopher Reeve, Lois esbarra em um homem alto e robusto. Era Clark Kent da Terra-96, editor-chefe do jornal.

Depois de tanta conversa sobre Luthor, Lois questiona os quadros na parede do escritório de Clark. O mesmo explica que um rejeitado de Gotham matou seus amigos e sua esposa, jogando gás no prédio. Ao que tudo indica foi o Coringa.

E já trajados para salvar o multiverso, Luthor aparece, usando o Livro do Destino para entrar na mente do Superman da Terra-96, fazendo com que lute contra o outro.

Não sendo tão prático da CW em fazer efeitos especiais espetaculares, já que o orçamento de é baixo, na batalha de Superman vs Superman, os efeitos estão bons. Até mesmo da visão de calor (idêntica ao Superman do Reeve).

A luta não durou muito e Clark volta ao normal, afirmando não ser a primeira vez que luta contra si mesmo. Já vimos isso antes em Superman III.

A atuação de Routh é incrível, passando a sensação de que ele é o ator mais próximo de Christopher Reeve, já que seu Superman foi moldado nele. O ponto máximo foi a trilha ao fundo, alternando da trilha clássica do Superman e de Clark e Lois. Brandon Routh fez por merecer!

Batwoman, uma dos paragons

Após a morte de Bruce, Ray Palmer já tinha feito um aparelho para identificar os protetores. Havia um na nave, e como muitos não esperavam, a Batwoman tornou-se a Protetora da Coragem.

Oliver de volta?

No meio de todo o caos, há um outro fora dos bastidores. Constatine, Sara, Mia e Barry tentam reviver Oliver através de um Poço de Lázaro. Cabe a John trazer também a alma de Oliver de volta, o que não é uma tarefa fácil.


Veredito

Um episódio com menos ação do que o esperado, ganha em exploração de universos e várias referências. A atuação esplêndida de Routh faz nos voltar a sensação de estarmos vendo Christopher Reeve no papel. Welling e Conroy correm por fora com seus personagens tendo sido finalizados, mas não da forma como esperávamos. trilha nostálgica em partes encanta, sendo as séries do Arrowverso, uma das melhores em trilhas sonoras.

Pela nostalgia do passado, o episódio 2 até agora é talvez o melhor do crossover.

9,0/10.