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Review: Infinite Frontier #0 (2021)

DC inicia sua nova fase nos quadrinhos.


Após meses de construção, passando pelos eventos de Dark Nights: Death Metal e o futuro alternativo de Future State, uma nova fase iniciou o Universo DC novamente: Infinite Frontier. Reunindo um panteão de escritores e artistas, Infinite Frontier #0 é o pontapé inicial do DCU, para explorar ainda mais os confins do multiverso em diversos contos.

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O primeiro quadrinho tem o intuito de mostrar o universo do jeito que se manteve após os eventos de Death Metal, aos olhos da Mulher-Maravilha. Diana se junta ao Espectro para observar os heróis em todo o mundo, e mistérios de  novas terras estão à tona. Há uma possibilidade de universos infinitos, os quais nem Espectro tem tanto conhecimento. O DCU renasceu das cinzas do Death Metal, e irá explorar o presente antes do Future State, para que estes eventos não tornem a acontecer novamente.

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Com Joshua Williamson, Scott Snyder e James Tynion IV, a antologia começa mostrando o Superman, e apresenta o novo herói Shazadam, ou o Adão Negro. Seguindo por este meio de apresentações, temos o ataque letal do Coringa para mostrar Batman, a nova Mulher-Maravilha, a história de amor entre a Canário Negro e o Arqueiro Verde, além de vermos a Stargirl e também os Flashes, que terão uma grande missão. Pouco ainda se sabe sobre o multiverso de Infinite Frontier, mas ele irá revisitar antigos lugares que não estiveram em fases anteriores, como Blue Valley, de Stargirl. Novos personagens também ganharão seus próprios títulos, e Yara Flor, a Mulher-Maravilha brasileira do Future State, é uma delas.

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Mesmo com uma grande equipe criativa, as histórias fluem perfeitamente, mantendo o dinamismo entre os quadros de cada personagem. Cada herói possui uma arte diferente, mantendo sua identidade padrão de como seu título mensal será. As cores são uma grande mistura, e exploram cada sentimento dos heróis, que se dão por felicidade, responsabilidade ou temor. Cada título terá uma arte diferente, com traços mais detalhados ou não, e não pretende seguir o que foi proposto nos padrões dos Novos 52 e Renascimento. Muita coisa épica nos espera nesta nova fase da DC.

Infinite Frontier #0 é um grande épico e glamouroso crossover, e explica os eventos após Death Metal. O multiverso, antes com 52 terras, agora é infinito, com várias possibilidades. Cada conto tem um gancho para as primeiras edições mensais da nova fase dos principais heróis da DC, que agora, se encontram para enfrentar um grande perigo e desvendar um novo mistério.

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Review: Um Pedaço de Madeira e Aço (2018)

A genialidade de um quadrinho sem balões.


Escrita pelo quadrinista francês Christophé Chabouté, um pedaço de madeira e aço mostra a ‘’vida’’ de um banco de uma praça. Além de um protagonista totalmente fora da curva, a HQ não possui nenhum diálogo, deixando todo desenrolar da história por conta dos personagens coadjuvantes, que são as pessoas que frequentam o parque.

Nessas idas e vindas dos personagens coadjuvantes, a história começa a se desenrolar, porém, nada de grandioso acontece, já que o cotidiano de uma pessoa comum não tem nada de anormal. Mas a arte de Chabouté deixa esse cotidiano muito mais gentil e belo, a partir disso, ele desenvolve a história de cada personagem, e no final, todos eles tpossuem uma conclusão em suas histórias; desde o policial que patrulhava o parque, o mendigo que dormia naquele banco e até mesmo do cão que urinava no local. Ou seja, tudo está ligado.

E sobre os personagens, todos eles possuem histórias distintas e a única coisa que liga todos eles é justamente esse banco na praça. Chabouté conseguiu montar uma história cheia de personagens carismáticos, e nem precisou que nenhum deles dissesse uma única frase. E isso é extremamente difícil, porque numa HQ comum, com balões, é difícil de se fazer um bom desenvolvimento de um único personagem, e em Um Pedaço de Madeira e Aço, o autor conseguiu desenvolver todos os personagens que fizeram alguma aparição na história.

Christophe Chabouté consegue contar uma belíssima história sem utilizar um único balão de diálogo, e a maneira como ele consegue contar a história de um simples banco é fenomenal, porque através dessa obra, pude perceber que tudo pode ser belo se for visto no ângulo certo.


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Review: Batman/Mulher-Gato #3 (2021)

Nova personagem é apresentada a Gotham.


Em mais uma edição de Batman/Mulher-Gato, Tom King continua mostrando a última cruzada do Batman com Selina Kyle, antes de se despedir do personagem e encerrar seu grande arco proposto desde a fase do Renascimento. Se a ideia é confundir ainda mais os leitores com três linhas temporais diferentes, ele conseguiu, mas a história fica ainda mais interessante à medida que os heróis vão desvendando novos mistérios.

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Com a primeira edição tendo sido lançada ainda no final de 2020, e a segunda em janeiro, a terceira abre fevereiro com o pé direito, abordando um futuro de Gotham sem o Batman e o Coringa, dois lados da mesma moeda. A nova edição abre com dois personagens que ainda não tinham aparecido, Helena Wayne e Dick Grayson. Helena é filha do casal mais rico de Gotham, e também atua como a nova Batwoman, usando um traje ao estilo Batman, e utilizando os métodos de seus pais. Dick, o Asa Noturna, agora é o comissário de polícia da cidade, e usa suas habilidades aprendidas com Bruce ao longo dos anos em seu distrito. Ambos formam uma dupla, assim como Batman e o comissário Gordon já formaram.

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Divulgação/DC Comics

Além de fazer referência à Batman – A Máscara do Fantasma, Tom King não deixa de colocar o bat-sinal, agora, na parede de um dos prédios da cidade, como Frank Miller fez em O Retorno do Cavaleiro das Trevas. Entre tantas e outras referências, Helena está perto de descobrir quem matou um idoso, conhecido como um dos grandes vilões da galeria do Batman. É claro que Selina finge não saber do que se trata, mas percebe-se a tensão e o clima de suspense que envolve mãe e filha, com Helena já tendo suas suspeitasse concluindo.

Como foi dito no primeiro parágrafo, King aborda três linhas temporais diferentes, sendo o início de Bruce com Selina, um relacionamento se estabelecido logo após, e um futuro onde o guardião de Gotham não existe mais. Nessa terceira edição, há uma maior abordagem no mistério do que na ação, com poucas aparições do Fantasma, vilão principal que move a trama.

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Entretanto, quando a ação é necessária, ela é bem ilustrada por Clay Mann, que traz uma arte impecável do ambiente e dos personagens, com uma coloração de Tomeu Morey, utilizando sempre cores mais escuras para demonstrar que Gotham ainda é um lugar sem coração. A arte detalhada é o grande ponto da minissérie até então. 

Com um roteiro profundo, que apesar de confuso, consegue conectar todos os pontos de uma forma surpreendente, utilizando de três linhas temporais diferentes, Batman/Mulher-Gato #3 é a edição mais misteriosa até o momento. Com Tom King comandando a equipe criativa, o quadrinista desenvolve uma parte futura, na qual o Batman deixou de viver, e agora seu legado deve continuar sendo mantido, para que ainda haja esperança em Gotham.

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Conheça a editora Nemo!

Vencedora do troféu HQ Mix como melhor editora do ano.


A Nemo faz parte do Grupo Editorial Autêntica, e desde sua fundação em 2011, a editora vem ganhando espaço, publicando diversos títulos de diversos autores brasileiros e estrangeiros. A editora foi fundada em 2011, mas descobri sobre sua existência somente neste ano, 2021. Vencedora do prêmio HQ Mix como melhor editora dos anos 2014 e 2015, consecutivamente.

Nemo tem nome de desenho animado, mas as histórias que eles publicam são profundas e nos fazem refletir sobre a vida. Além disso, eles dão espaço para artistas que são quase desconhecidos em solo brasileiro, e acompanhar as publicações da editora, é uma ótima forma de conhecer novas histórias que são marcadas por enredos profundos e uma arte belíssima.

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Divulgação/Editora Nemo

Até o momento, fiz a leitura de três HQs publicadas pela editora, e as três possuem um nível de qualidade absurdo, tudo isso mesclado a qualidade dos encadernados, que também está num alto nível. E se você não gosta de ter uma coleção física, saiba que a editora também publica as histórias através de e-pubs, disponíveis na maioria das lojas digitais.

Para finalizar, pedi para que meu amigo que me apresentou essa editora, resumisse a Nemo em uma frase, ele respondeu: Nemo

O interessante é que Nemo é o apelido dele, e não faço ideia de como ele conseguiu esse apelido. Bem por hoje é só, pessoal! Até a próxima!


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Momentos épicos do Homem-Aranha nos quadrinhos

Alguns momentos memoráveis do amigão da vizinhança


Quando me pediram para montar essa matéria, aceitei logo de cara, pois falar sobre o Homem-Aranha é a coisa mais fácil e complicada que existe, mas nesse caso, foi muito complicado, porque é difícil selecionar os melhores momentos de um personagem que tem mais de 50 anos de história. Pensando nisso, resolvi selecionar momentos épicos, mas que nem todos vão concordar, porque como eu já disse no início, é difícil selecionar apenas alguns momentos de um herói com mais de 50 anos, além disso, não é qualquer herói, é o Homem-Aranha, um dos maiores (se não for o maior) heróis da Marvel. Depois dessa pequena introdução de um fanboy emocionado, vamos para a matéria!

5 – If This Be My Destiny…! (ASM 31-33)

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Este arco, escrito por Stan Lee e desenhado por Steve Ditko (a dupla lendária), pode ser considerado como o primeiro grande arco do herói. Nele vemos um Peter Parker desesperado para encontrar uma cura para sua tia, que estava extremamente doente (não que isso seja novidade). A busca pela cura, leva o nosso herói a reencontrar um de seus inimigos mais perigosos, o Doutor Octopus, que estava se autointitulado como Planejador Mestre. Pulando alguns quadros quadros, após o confronto entre o herói e o vilão, o herói acaba se dando mal e ficando preso debaixo dos escombros do covil de Octopus, é aí que ocorre um dos momentos mais icônicos da história do aranha, mesmo debaixo de toneladas de metal, ele consegue reunir suas forças para levantar aqueles escombros (e ainda surra alguns capangas), ele então consegue curar a pobre tia May, mas acaba perdendo seu grande amor (na época), Betty Brant, mostrando que viver uma vida dupla é difícil, principalmente se você for um herói

4 – Spider-Man No More! (ASM 50)

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Outro grande título do Aranha, escrito por Stan Lee e com desenhos de John Romita Sr, a HQ mostra que Peter Parker simplesmente desistiu de ser o Homem-Aranha, porque não aguentava mais os ataques do Clarim Diário, e por não conseguir ter uma vida pessoal por conta das responsabilidades de herói. Por todos esses fatores, Peter resolve jogar seu traje no lixo e desiste da vida de vigilante. Porém, não selecionei essa HQ pelo icônico quadro do traje no lixo, mas sim, pelo momento em que Peter resolve voltar a ser o Homem-Aranha, porque ele lembra de que com grandes poderes vêm grande responsabilidades, e jura que nenhum inocente irá se  ferir novamente por sua culpa. Com isso em mente, ele recupera seu traje (que estava no Clarim Diário) e volta a ser o amigão da vizinhança.

3 – Civil War

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Durante o evento Guerra Civil, escrito por Mark Millar, os heróis se dividiram por conta do registro de super-humanos, já que alguns eram a favor e outros eram contra. E durante essa guerra, o Homem-Aranha acabou ficando ao lado de Tony Stark, o Homem de Ferro, que era a favor do registro e um dos símbolos dessa campanha. Isso então fez com que o Cabeça de Teia revelasse sua real identidade ao mundo, gerando apenas mais problemas na vida de Peter, como foi visto nas sagas De Volta ao Negro e Um Dia a Mais. Mesmo que esse acontecimento tenha sido péssimo para a vida de Peter (e seus entes queridos), essa revelação ficou marcada nas histórias dos quadrinhos e do personagem.

2 – Back in Black

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Como foi dito antes, revelar a sua identidade para o mundo só trouxe problemas para o Aranha, e De Volta ao Negro mostra isso, já que logo após o término da Guerra Civil, Peter Parker começou a ser atacado por seus inimigos, e o que ele mais temia acabou acontecendo, sua tia acabou levando um tiro de um assassino contratado por Wilson Fisk, o Rei do Crime. Com isso, May é levada para o hospital e fica à beira da morte, então Peter parte em busca do atirador e do mandante, e durante essa busca, ele volta a usar o traje negro e se torna impiedoso. No fim quando Wilson Fisk estava saindo da prisão, o Homem-Aranha aparece e tira parte do traje e da uma surra no rei do crime, apenas para dizer que quem derrotou o Fisk foi o Peter Parker, não o Homem-Aranha

1 – Amazing Fantasy 15

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Escrito por Stan Lee e Steve Ditko, Amazing Fantasy 15 marca a estreia do Homem-Aranha nas HQs. Mas o que tem de épico nisso? Bem, a resposta para essa pergunta é: tudo! Tudo nessa HQ é épico, o Peter descobrindo seus poderes, criando sua fantasia e seus lançadores de teia e assumindo as responsabilidades como herói após deixar um bandido fugir e matar seu tio. Não existe nada tão épico e grandioso quanto o nascimento de um herói, principalmente desse herói, o seu amigão da vizinhança, o Homem-Aranha!

Com isso eu finalizo a lista de momentos épicos do Homem-Aranha, fiquem ligados para mais críticas e notícias!


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Stargirl ganhará especial nos quadrinhos por Geoff Johns

Stargirl Spring Special chegará em maio.


O criador da personagem Stargirl, Geoff Johns, irá trabalhar em uma one-shot da heroína para a DC Comics. Intitulada de Stargirl Spring Special #1, o quadrinho marcará o retorno definitivo da super-heroína para o Universo DC. Abaixo você confere a descrição:

“Os planos de férias de Primavera de Courtney Whitmore não são como os do seu colegial do ensino médio. Em vez de sair com amigos, ela está indo para uma aventura com seu padrasto, Pat Dugan, também conhecido como F.A.I.X.A., e se juntando com sua antiga equipe, os Sete Soldados da Vitória! Os soldados são forçados a se reunir novamente para descobrir o oitavo soldado secreto da vitória. Mas que outros segredos estão enterrados e o que tudo isso significa para o futuro de Courtney como Stargirl?”

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Na capa, podemos ver alguns personagens da Sociedade da Justiça, além de Stargirl. F.A.I.X.A/Pat Dugan, Arqueiro Verde e Arqueira Vermelha/Emiko Queen, Cavaleiro Andante, Vigilante/Greg Saunders, Vingadora Escarlate e um integrante misterioso. 

Geoff Johns assina o roteiro, enquanto Todd Nauck será o artista da HQ. Ainda no ano passado, ambos já estavam em u novo trabalho para a Stargirl, em Infinite Frontier.

Stargirl Spring Special #1 será lançado no dia 4 de maio.


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Review: Future State | Mulher-Gato #1 (2021)

Mulher-Gato no expresso polar?


Com o evento Future State acontecendo nos quadrinhos da DC Comics, novos personagens são introduzidos, alguns reimaginados e outros estão sendo os mesmos – ou quase isso. Ram V traz em Mulher-Gato #1 uma nova personalidade para a personagem, que combate a opressão sofrida pelo povo, por conta do Magistrado. Agora, ela precisa lutar contra o novo sistema da cidade.

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De todos os outros títulos, Mulher-Gato é um dos mais sérios do Future State, e não adere a infantilidade em alguns momentos como em Harley Quinn. A primeira edição, aqui, não apressa a trama e tenta introduzir tudo em seu tempo. É funcional, de fato, e também precisa. A trama, basicamente, se aprofunda no Magistrado, ou melhor, mostra o poder que eles possuem, controlando parte dos civis. Em termos históricos, se compararmos o Nazismo com o Magistrado em Gotham, está mais que correto. Assim como os nazistas, o Magistrado usa o medo para controlar a cidade, embarcam jovens e crianças para um reformatório, além de possuírem um controle quase total de Gotham e da população.

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Selina tem de salvar os jovens que eram mandados de trem para um reformatório, e também, Bruce Wayne, preso pelo Magistrado, quando fora caçado como Batman – se era mesmo o que ela queira. É provável que a história da Mulher-Gato se passe um pouco depois de Detetive das Trevas, tentando conectar todo o universo do Batman. É uma jogada inteligente, apesar de confusa por não sabermos direito a linha temporal entre os dois quadrinhos. Aliás, a primeira edição conta com algumas presenças ilustres e uma surpresa no final.

Sempre abro um espaço para elogiar a arte de todos os quadrinhos, e com Mulher-Gato #1 não será diferente. Todo o aspecto nevoso de Gotham, deixa ainda mais cativante a leitura, com um toque mais gótico, sem perder a originalidade. De fato, um belo trabalho realizado por Otto Schmidt, reimaginando a Mulher-Gato com um novo visual.

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No geral, Mulher-Gato #1 desenvolve uma história inovadora e reinventa sua personagem-título, para atender aos seus desejos e lutar contra o Magistrado. Não há nenhuma pressa na premissa, em explicar o porquê de estarem fazendo o que estão, como em algumas outras minisséries do evento. A minissérie da Mulher-Gato tem todo o potencial para ser uma das melhores, desenvolvendo determinados aspectos em edições seguintes, sem entregar logo de cara seu objetivo.

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Review: Future State | Arlequina #1 (2021)

Vilã se torna “heroína na visão de Gotham”.


Arlequina é uma das personagens mais lucrativas do mundo geek, com certeza, e um sucesso entre o público feminino mais jovem, por conta de Esquadrão Suicida (2016), e depois em Aves de Rapina. Porém, mesmo com todo esse sucesso, a fama de badass no cinema, Harley ainda é uma personagem muito presente nos quadrinhos, e muitas vezes, ainda presa ao Coringa. Mas, agora, ela parece ter um novo rumo no Future State, e grandeza não é o que ela pensa.

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Stephanie Phillips, escritora da primeira edição, tenta emoldurar uma vilã sem um norte, já que o Batman original foi supostamente morto nas mãos do Magistrado, uma força de alta segurança que combate qualquer mascarado que ver na rua. Mesmo não sendo uma mascarada, Harley usa seu traje para se divertir em Gotham, mas ela não parecia querer roubos, e sim, apenas diversão, ou só chamar a atenção do Magistrado. Ela é levada ao Asilo Arkham, – possivelmente, ou quem sabe uma outra prisão – e lá vê o Espantalho, no caso, sem a máscara e totalmente reabilitado, trabalhando como um psiquiatra em si. Talvez essa seja a pegada mais curiosa do quadrinho, pois Crane quase nunca tira sua máscara.

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Tudo bem, Crane reconhece os seus erros, vira aliado do Magistrado para limpar as ruas da cidade com muito mais eficiência que o Batman, e por aí vai. Porém, ele está ali com Harley para um único propósito, uma ajuda para capturar outros vilões mascarados. Além do Batman e seus outros aliados, a Arlequina conhecia muito bem cada um dos vilões, pois vivia nesse meio, e em troca da ajuda, receberia algumas boas compensações. São três alvos: Professor Pyg, Vagalume e o infame Máscara Negra, que ainda controlava sua gangue de máscaras. Ela conhece muito bem cada um, e preparou planos para deter os dois primeiros, na certeza que funcionasse. Agora, como no filme Aves de Rapina, Harley terá de enfrentar o Máscara Negra, atual status quo de Gotham.

Diferentemente dos visuais anteriores da personagem, este novo visual da vilã remete mais infantilidade do que amadurecimento. O cabelo repartido nas cores azul e rosa – clara referência aos cinemas – não é tão legal como nas pontas dos cabelos. A arte de Simone Di Meo, é claro, padronizada para o evento, com traços mais leves e fluidos, por assim dizer, no geral, é ótima, mas nada muito marcante. Porém, a personalidade aqui é um acerto. Ela é mais esperta do que aparenta pelo visual. Agora, referente ao visual do Crane – como Espantalho – e Máscara Negra, estão ótimos, e bem assustadores, por assim dizer. Quanto a paleta de cor, alterna muito bem entre o escuro e o colorido, ao estilo Aves de Rapina, no uso do azul e do lilás, igualmente ao filme. É um belo trabalho da colorista Tamra Bonvillain

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Com uma equipe criativa de qualidade e um roteiro interessante, Arlequina #1 parece ser uma minissérie muito promissora no Future State, redefinindo alguns personagens e ela própria. A segunda edição que já foi lançada nos EUA, promete uma batalha árdua entre o Máscara Negra e a Arlequina, os mais novos rivais da cidade. Estou animado para ver os próximos capítulos da história.

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Yara Flor ganhará série mensal como Moça-Maravilha

Heroína estrela o evento Future State.


Yara Flor, a Mulher-Maravilha brasileira do Future State, está migrando para o Universo DC de vez, ganhando uma série mensal, intitulada de Moça-Maravilha. Joelle Jones, criadora da heroína, irá comandar o título, sendo roteirista e artista, ao lado de Jordie Bellaire (via DC Comics).

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A série contínua de quadrinhos da personagem, ganhará um teaser em Infinite Frontier #0, no dia 2 de março, pós eventos do Future State. Wonder Girl #1 chegará no dia 18 de maio às bancas estadunidenses. Veja a capa e uma prévia abaixo:

Moça-Maravilha #1, escrita por Joelle Jones;

Arte por Joelle Jones;

Capa de Joelle Jones;

Cores por Jordie Bellaire;

Letras de Clayton Cowles.

Confira a descrição do quadrinho:

Sinopse: “Criada na longínqua terra de Boise, Idaho, Yara sempre sentiu que algo estava faltando em sua vida – e agora ela está indo para o Brasil para encontrá-lo. Mal sabe ela que sua chegada desencadeará uma série de eventos que mudarão o mundo da Mulher Maravilha para sempre.

Seu retorno foi profetizado, e com essa profecia vem a atenção exclusiva de deuses benevolentes de panteões além. O perigo espreita em cada esquina – mas este jovem herói está pronto para sua jornada? Descubra em uma edição de estreia que você absolutamente não pode perder!”

Wonder Girl #1 estreia no dia 18 de maio.


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Espantalho ganha um novo visual assustador para os quadrinhos

Vilão será uma grande ameaça para o Batman em nova fase da DC.


Jorge Jiménez, artista do título do Batman para Infinite Frontier, revelou um novo visual para o Dr. Jonathan Crane/Espantalho. Ele está usando suas seringas com toxina do medo nas pontas dos dedos, marca registrada dos jogos Batman: Arkham. Também usa uma máscara com um longo respirador, que o protege de gases tóxicos e do próprio gás do medo. Veja a imagem abaixo:

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James Tynion IV, roteirista de Batman #106, afirmou que “espera contar uma das melhores histórias do Espantalho de todos os tempos. O objetivo é sempre capturar o que está no coração do personagem que eu sempre amei e sempre fui atraído, mas também abrir esse personagem”, disse o quadrinista.

O novo título do Batman se passará após o evento Future State, que aborda os acontecimentos pós Death Metal, num futuro próximo e distante da DC Comics.

Batman #106, escrita por James Tynion IV;

Arte e capa por Jorge Jiménez;

Capa variante de Jorge Jiménez e Riccardo Federici.

Veja a descrição abaixo:

Sinopse: “Após os trágicos eventos de Infinite Frontier # 1, Batman e seu novo aliado, Ghost-Maker, devem contar com uma nova gangue operando em Gotham City – mas eles estão conectados ao ressurgimento do Espantalho? Enquanto isso, o obscuro bilionário Simon Saint apresenta um sistema avançado de aplicação da lei ao novo prefeito! A equipe criativa por trás do épico “The Joker War” retorna com uma nova história cheia de emoção e perigosa chamada “The Cowardly Lot.”

Batman #106 chega no dia 2 de março às bancas estadunidenses.


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Review: Batman/Mulher-Gato #1 (2020)

Tom King retoma clássico de Bruce Timm.


Tom King, conhecido pelo sucesso em Senhor Milagre e por escrever grande parte do Renascimento do Batman, está de volta aos quadrinhos do Cavaleiro das Trevas, para explorar o passado de Bruce e o presente ao lado da Mulher-Gato. Agora, nessa nova minissérie para o DC Black Label, King pode explorar o lado mais obscuro da vida do casal, além de ir mais a fundo no passado de Bruce

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O roteiro mais profundo, engloba toda uma construção passada recente, mas pode ser confuso para quem não viu Batman: A Máscara do Fantasma, ou leu algum quadrinho do DC Renascimento do Batman. Tom King está trabalhando ao lado de Clay Mann, o artista do quadrinho, que rebusca um novo visual para os personagens-título, com novas feições, cenários, mas uma velha história de romance e mistério. A HQ explora três períodos distintos: Os passado de Bruce, se envolvendo com Selina, o presente, em que a história é narrada, com a envelhecida Selina Kyle, e uma outra vez em que Andrea Beaumont reaparece em Gotham, pedindo ajuda para o Batman.

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Sobre o primeiro período, não há mistérios, e o Coringa está surpreso com a relação da Gata e do Morcego. Aparentemente, assim como o Fantasma, ele sobreviveu à explosão, continuando sua onda de crimes, enquanto Andrea reconstruiu sua vida longe de Gotham, tendo tido um filho, ponto focal da história. Agora, num futuro próximo, Bruce está morto, e pelo jeito, já deixou seu legado como Batman na Terra. Nessa medida, Selina Kyle tenta se refugiar a um velho amigo, se abrindo com ele e citando Helena Wayne, a nova heroína da cidade e filha do casal. 

Ligando os pontos dos acontecimentos, tudo indica que o Coringa está por trás da tragédia que se passa na HQ, e o retorno do Fantasma, para se vingar do Palhaço. Todos querem se vingar, até mesmo Selina. Ela está disposta a matar o Coringa, após a morte do Batman. Quem sabe tenha mais alguém que queira a cabeça do inimigo mais famoso do Morcego.

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Clay Mann trabalha com uma arte mais detalhada, se aproximando bastante do que desenhou em Heróis em Crise. Ao lado dele, Tomeu Morey usa cores vibrantes e escuras, para representar a personalidade que o Batman passa. O teor gótico da arte, se casa com o funesto roteiro, que tenta montar, mais uma vez, um romance trágico entre Batman e Mulher-Gato. Aqui, é deixado de lado o romance, e colocado em pauta um mistério, curtindo o drama da pós-morte do guardião de Gotham. Tom King não costuma acertar muito em trabalhar a vida amorosa do Batman, mas, talvez nessa minissérie, ele consiga desenvolver melhor ainda do que em edições anteriores do Renascimento.

Apesar de confundir o leitor, fazendo-o se perguntar sobre o que está acontecendo, Batman/Mulher-Gato #1, entrega uma premissa mais trabalhada, madura e profunda, produzida por Tom King. O selo Black Label permite que o quadrinista desenvolva ainda mais o casal, mesmo que já o tenha feito antes, porém, com um incremento mais adulto e sério, deixando a ação um pouco de lado. No fim, a primeira edição é ótima, mas um pouco confusa. Não podemos nos precipitar e falar com base em apenas uma edição, temos de esperar as próximas para que finquem o pé no chão e comece as explicações.

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Divulgação/DC Comics

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Review: Future State | Superman/Mulher-Maravilha #1 (2021)

Nunca atire na Mulher-Maravilha.


Yara Flor chegou com tudo mesmo no Future State, e em mais um quadrinho, ela rouba todas as cenas e ofusca o Superman de Jon Kent. Fazendo dupla com o filho do Superman original em Superman/Mulher-Maravilha, Yara Flor quebra as barreiras da paciência e fala o que todo brasileiro deseja falar com um político.

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A primeira edição, que tem o roteiro de Dan Watters e arte de Leila del Duca, remonta uma nova dupla de heróis no Universo DC, o novo Superman e a Mulher-Maravilha brasileira. Enquanto um luta por uma cidade e segue os passos do pai, Yara Flor busca, incessantemente, mudar a mente dos políticos, para que cumpram o que prometeram, e não fugindo de seu trabalho. Ela luta pela igualdade, justiça, e também, contra corruptos que assolam São Paulo e o Brasil.

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Posso afirmar que a Mulher-Maravilha é a parte positiva do quadrinho, e ela já é conhecida pelos brasileiros. Toda sua dinâmica, sua personalidade explosiva, está sendo muito bem explorada, assim como a mitologia brasileira e o folclore – que dessa vez mostrou a mula sem cabeça e os deuses do sol e lua. Porém, apesar do grande acerto que foi a Yara, o erro está em Jon Kent, que não consegue ser como seu pai. Carregar o símbolo da Casa-El no peito, não quer dizer que irá carregar a essência do Superman também, e ele consegue ser infantil algumas poucas vezes, que podem deixar o leitor um pouco frustrado com sua personalidade mais inocente.

O roteiro simples, carrega uma história de um deus do sol, combatendo Solaris, famoso inimigo devorador de sóis. Solaris é a ameaça da HQ, mas que, aparentemente, não apresenta ser uma grande ameaça em sua primeira aparição, sendo rebaixado a uma disputa de força. É claro que, o vilão se tornará mais ameaçador numa próxima edição, mas, que não o inflem e façam uma luta justa e épica do Superman e da Mulher-Maravilha contra o Sol Tirano.

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Como sempre, gosto de elogiar a arte do quadrinho. Os traços, tanto dos personagens quanto da cidade, superfície espacial e outras, estão padronizadas para o evento. O uso de cores mais vivas e quentes, denotam toda a grandeza que o Superman tem, além da Mulher-Maravilha, e não foi visto tanto o uso de cores mais escuras.

Em resumo, Superman/Mulher-Maravilha #1, mostra os dois grandes heróis e novos símbolos da DC unindo forças para derrotar uma grande ameça futura. Em momentos gloriosos, a HQ abrasileira ainda mais a Yara Flor e abraça seu espírito jovem e destemido, ofuscando um Superman de Jon Kent abaixo da expectativa, inocente e com muito a aprender.

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Yara Flor tem começo brilhante no DC Future State

DC retrata muito bem o folclore brasileiro.


O anúncio da criação de uma Mulher-Maravilha brasileira deu o que falar pelos fãs brasileiros da DC, que se animaram para o evento nos quadrinhos Future State. No começo de janeiro, os quadrinhos chegaram digitalmente e às bancas estadunidenses, e lá, não sei ao certo se foi um grande sucesso, mas aqui, pelos comentários que recebi sobre, mesmo antes de ler, estava ótimo.

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A Mulher-Maravilha carrega toda a mitologia grega consigo, e tem nome de uma deusa romana. A DC consegue explorar e trabalhar muito bem a antiguidade grega, além de incluir novos personagens, guerreiras lendárias, mas sempre mantendo a essência histórica de Homero ou Heródoto. Não está sendo diferente com Yara, que luta contra criaturas do folclore brasileiro como o boitatá ou tem de confiar na Caipora, uma inimiga ao mais tipo Circe.

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Não contente em colocar só o folclore brasileiro, a criadora Joelle Jones explora e mistura a mitologia grega com as lendas brasileiras, acertando em cheio na dinâmica que, com certeza, será muito bem explorada nos capítulos seguintes. Além do mais, a dinâmica apresentada entre Caipora e Yara Flor é explosiva, por conta de momentos anteriores, a Guardiã das Florestas ter atacado a nova Mulher-Maravilha. O ressentimentos ficaram, mas ambas se uniram para livrar uma irmã do controle de Hades, deus do submundo.

Joelle Jones produz a arte e o roteiro do quadrinhos, e mesmo com uma premissa mais simples, a arte chama a atenção, assim como a mistura de mitologias. A personalidade da nova personagem, em si, se diferencia de Diana. É mais enérgica, explosiva e um pouco estressada, mas as táticas de combate se assemelham.

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Assim como o parágrafo acima, chamo a atenção novamente para a arte da HQ. Os cenários vastos da Amazônia como conhecemos, assim como a pele morena de Yara Flor, mais a representação de Caipora e outras criaturas mitológicas, demonstram a qualidade e grande empenho e Jones, em querer saber mais sobre uma cultura tão rica como a nossa e a grega. A coloração do quadrinhos, com cores mais vivas enquanto estão na floresta, e cores mais escuras para a ida ao Hades por meio do barqueiro Caronte, denotam a grandiosidade que o Future State irá ser. 

Seguindo por essa mescla de mitologias e folclores, a minissérie Future State: Wonder Woman, tem tudo para ser uma boa lembrança para os fãs brasileiros da DC Comics, que irão querer por mais aparições da heroína.

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Confira a prévia de Man-Bat #1

Nova minissérie chega em fevereiro.


Após a DC Comics solicitar vários quadrinhos para o começo de 2021, Man-Bat, vilão do Batman, é um dos personagens que irão ganhar sua própria série, sendo o foco no próprio vilão. A editora liberou uma prévia da primeira edição, que pode ser conferida as capas e algumas outras imagens da HQ abaixo:

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O Dr Kirk Langstrom parece estar no fundo do poço e pelo jeito, teria abandonado seu soro para virar o Morcego-Humano novamente. Porém, o vício é maior e Francine, sua esposa, descobre que ele está desenvolvendo o soro novamente para se transformar na criatura.

A minissérie do Morcego-Humano irá contar com 5 edições.

Man-Bat #1, escrita por Dave Wielgosz;

Arte por Sumit Kumar;

Capa por Kyle Hotz;

Capa variante de Kevin Nowlan.

Confira a descrição do quadrinho abaixo:

Sinopse: Durante anos, Kirk Langstrom lutou com seu alter ego monstruoso,Morcego-Humano, e o soro que o transformou. Mas ele finalmente atingiu o fundo do poço após um revés devastador, e ele vai descontar sua raiva em cada cidadão de Gotham City. O poder combinado do Batman e do GCPD será suficiente para parar Langstrom de uma vez por todas? Ou será apenas o início da devastação do Homem-Morcego?

Man-Bat #1 chega nas bancas estadunidenses no dia 2 de fevereiro.


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Steve Lightle, artista de Patrulha do Destino, morre aos 61 anos

O quadrinista também desenhou a clássica Legião dos Super-Heróis.


Conhecido por ser artista da Legião dos Super-Heróis e Patrulha do Destino pela DC Comics, o quadrinista Steve Lightle faleceu hoje, aos 61 anos, decorrente de uma parada cardíaca. A notícia foi confirmada por seu filho através do Facebook.

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“Este é Matthew Lightle, filho de Steve Lightle. ​​Esta manhã meu pai faleceu de parada cardíaca. Gostaria de agradecer a todos por sua amizade com meu pai e também pedir que, se você é um seguidor do patreon, cancele sua conta, pois estamos apenas começando a cuidar de seus negócios.”

O quadrinista começou em 1984, em m Black Diamond # 4 da AC Comics. No mesmo ano foi para a DC Comics, onde trabalhou com a Legião dos Super-Heróis e Patrulha do Destino. Na Marvel, ele trabalhou entre 1989 e 1990 nos quadrinhos dos X-Men.

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Review | Batman – Noel

Lee Bermejo e sua releitura fantástica de Um Conto de Natal.


Charles Dickens, renomado escritor inglês que criou Um Conto de Natal e o rabugento Ebenezer Scrooge, é uma referência nas épocas natalinas. Vários filmes e animações já usaram Scrooge, um clássico personagem, que em Batman – Noel (2011), o incrédulo do Natal é representado pelo Batman. É claro que o personagem título do quadrinho não é um símbolo do Natal e tal, ou mesmo alguém que lhe dirá “feliz Natal”, porém, ele pode salvar o seu feriado.

A graphic novel de 2011 entra para o rol dos “quadrinhos do Batman que precisam ser lidos”, pois, aqui, há um narrador do começo ao fim da HQ, completando a ideia de quem narrava. A história em todo o quadrinho, remete logo ao livro de Dickens, já que essa é a própria representação do conto. É incrível o paralelo que Bermejo faz entre Scrooge e Batman, pois, ele conecta duas pessoas diferentes, com personalidades parecidas, e mescla o bom e o pior do Cavaleiro das Trevas.

Bob é o ponto focal da história, um homem que cuida de seu filho, mora na parte pobre de Gotham City e está disposto a batalhar pelo menino, arriscando a própria vida. Ao aceitar um trabalho do Coringa, sendo um peixe pequeno do mesmo, ele se depara com o Batman, que o afugenta e deixa todo o dinheiro no local. É uma isca do herói para apanhar sua presa, que em pleno Natal, está solto em Gotham e Bruce Wayne não tem descanso, mesmo que a polícia ainda tenha um pouco.

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Divulgação

Assim como no conto, três fantasmas aparecem para assombrar o Batman, funcionando como passado, presente e futuro. O primeiro remete logo ao trágico passado de sua carreira, a morte de Jason Todd e as antigas perseguições contra a Mulher-Gato, que nunca se cansa de fazer o de sempre. Não há paradas para apresentações aqui, e após cair, falhando em capturar Selina, o segundo fantasma aparece, o Superman, que o ajuda ali e agora – presente. Os Melhores do Mundo se reúnem mais uma vez, agora com o Morcego ainda mais fechado ao mundo, sem se importar muito com o que resta de humano nas pessoas; seu foco é maior e vai muito além do crime. Essa ajuda não é precipitada, já que o Escoteiro ouviu a tosse de Bruce em Metropolis. A aparição do Superman no quadrinho ameniza as sombras do Batman, suas cores e sua trajetória solitária, mantendo um pouco a esperança. Mas, quando se vai, um vazio fica e não há nada que o preencha nos quadrinhos seguintes.

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O terceiro fantasma é sua própria presa, que vira seu predador, o velho Coringa. É estranho ler que Clark ouviu a tosse de Bruce em Metropolis – talvez seja sarcasmo – e não ouviu a explosão no Batmóvel após ele sair voando. Isso não tira mérito algum da trama e do quadrinista, mas é uma ponta solta que poderia ser arrumada. Continuando, o Coringa funciona como um fantasma do futuro, mas por quê? Porque, simplesmente, ele é o carrasco do Batman e o enterra vivo, sendo esse o futuro esperado do vilão e do herói: a morte.

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Entretanto, é claro que não iria ficar assim e o final feliz acontece, mas não irei contar aqui, e sim, elogiar muito a arte de Bermejo, que utiliza o mesmo método de Coringa (2008), de Brian Azzarello. Em Batman – Noel, ele opta, junto com Barbara Ciardo, cores mais frias enquanto há o Batman, usando bastante da sombra um artifício para moldar o olhar gótico que Gotham oferece. Já quando o Superman aparece, isso muda totalmente, deixando o ambiente mais colorido e vistoso. A arte é realmente o forte da HQ, mesmo que a história não seja tão marcante quanto.


Veredito

Batman – Noel é uma leitura aconchegante e rápida, se for para ler com muita atenção. Lee Bermejo traz um Batman ainda mais humano, sem esperança ou felicidade alguma em sua vida, porém, não abandona a persistência que vem com o herói desde sua criação. A arte detalhada com a coloração escura, se junta a um roteiro formidável, fazendo um paralelo de uma obra clássica de Natal para um quadrinho bem lembrado pelos fãs e merece estar em sua lista de leituras de Natal!

Avaliação: 4 de 5.

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DC Comics revela nova equipe criativa para Asa Noturna

Artista brasileiro está envolvido.


A DC Comics revelou a equipe criativa que estará por trás dos novos quadrinhos do Asa Noturna após o evento Future State. Tom Taylor, roteirista que trabalhou em Injustice e o artista brasileiro Bruno Redondo, de Esquadrão Suicida e Injustice também.


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“Eu sou um grande fã do Asa Noturna. E eu não poderia estar mais animado para enfrentar um herói que sempre considerei um DC A-lister. Nossa série é sobre como mostrar isso. É sobre colocar Dick Grayson de volta naquele pedestal onde ele pertence”, disse Taylor.

No novo quadrinho, será explorado ainda mais a volta de Dick Grayson como Asa Noturna, numa Bludhaven que elegeu o prefeito com sobrenome Zucco. Para quem não sabe, Anthony Zucco assassinou os pais de Grayson, causando um acidente na apresentação dos Grayson’s Voadores no circo. 

Mas, nem tudo é problema e a Batgirl estará ao lado do Pássaro Azul, trabalhando para derrubar a criminalidade e provavelmente o prefeito.

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“Asa Noturna significa potencial cinético, evolução e uma assertividade positiva mais do que qualquer outro personagem em que trabalhei … e esse é o tipo de herói de que todos precisamos agora. Trabalhar com Tom no Asa Noturna é a evolução perfeita para nós como uma equipe! Temos ideias incríveis para as novas aventuras de Dick Grayson”, comentou Bruno Redondo.

Nightwing #78, escrito por Tom Taylor;

Arte de Bruno Redondo;

Coloração por Adriano Lucas;

Letras de Wes Abbott;

Editado por Jessica Chrn.

Nightwing #78 chega no dia 16 de março de 2021.


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Novo quadrinho da Hera Venenosa reimagina vilã como anti-heroína

Quadrinho chega em 2021.


A DC Comics solicitou mais um quadrinho, agora focada na vilã do Batman Hera Venenosa, um dos pares românticos da Arlequina. Intitulada de Poison Ivy: Thorns, a história promete reimaginar a vilã como um tipo de anti-heroína num tom mais adulto e de horror gótico (via Bleeding Cool).

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Sinopse: “Há algo incomum em Pamela Isley – a garota que se esconde atrás de seus brilhantes cabelos ruivos. A garota que não deixa ninguém entrar para ver o que está escondido atrás das cortinas. A garota que faz de tudo para cuidar das plantas. Pamela Isley não confia nas outras pessoas, especialmente nos homens. Eles sempre querem algo dela. Algo que ela não está disposta a dar.

Quando a linda e gótica Alice Oh entra na vida de Pamela após um acidente no parque local, ela a faz sentir vontade de puxar suas cortinas e deixar o sol entrar, mas há segredos obscuros bem no fundo da casa dos Isley. Segredos que o pai de Pamela avisou que devem permanecer ocultos. Segredos que podem se tornar mortais e destruir a única pessoa que sempre se importou com Pamela, ou como sua mãe preferia chamá-la… Hera. Pamela irá se abrir para novas possibilidades de amor, ou irá se deixar ser transformada para sempre pelas vinhas espinhosas da vingança?”

Diferente do habitual, parece que Pamela Isley terá um novo interesse amoroso, deixando Arlequina de lado e explorando suas outras paixões.

Poison Ivy: Thorns, escrita por Kody Keplinger;

Arte por Sara Kipim.

Não foi informado sobre quais serão os artistas que irão ilustrar as capas do quadrinho.

Poison Ivy: Thorns chega no dia 8 de junho de 2021 nos Estados Unidos.


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Confira a prévia de Batman/Mulher-Gato #1

Arco irá trazer antigo vilão do Batman.


O novo arco nos quadrinhos do Batman, que traz o Cavaleiro das Trevas e a Mulher-Gato dividindo o título e as capas, ganhou uma prévia ontem (30), trazendo uma antiga paixão de Bruce Wayne de volta. Veja as capas e imagens do quadrinho abaixo:

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Podemos notar que Andrea Beuamont está de volta para Gotham, e claro, o Fantasma também está. O vilão que mais tarde foi revelado ser Andrea em Batman – A Máscara do Fantasma (1993), desaparece da cidade e Bruce se culpa por não consegui-la salvá-la da morte, que foi forjada. Agora, parece que ela está de volta para a vida de Bruce. Além da repentina aparição de Andrea, Selina Kyle estará grávida de Bruce no arco.

Batman/Mulher-Gato será mais uma quadrinho do herói publicado pelo DC Black Label, onde muitas histórias mais adultas estão presentes com o selo. O quadrinho não fará parte da cronologia da DC, mas pode ter uma possível continuação da animação dos anos 90, ou não. A minissérie contará com 12 edições.

Batman/Mulher-Gato #1, escrita por Tom King;

Arte e capa por Clay Mann;

Capa variante de Jim Lee, Scott Williams e Travis Charest.

Confira a descrição do quadrinho abaixo:

Sinopse: Ecoando pontos da trama da corrida épica do Batman de King, este conto arrebatador é contado em três linhas do tempo: o passado, quando o morcego e o gato se apaixonaram pela primeira vez; o presente, onde sua união é ameaçada por um dos amores perdidos de Batman; e o futuro, onde o casal tem uma vida feliz e um legado – incluindo sua filha Helena, a Batwoman. E quando a história começa, após um longo casamento, Bruce Wayne morre – o que libera Selina Kyle para acertar uma velha conta. Em cada estágio de seu relacionamento, Bruce e Selina têm um acompanhante indesejado: o Coringa!

Batman/Mulher-Gato #1 já está à venda nos Estados Unidos.


Confira:

 

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Liga da Justiça aparece em prévia de Endless Winter #1

Evento será lançado este mês.


DC Comics trouxe uma prévia da primeira edição de Justice League: Endless Winter #1, que traz a Liga da Justiça em confronto contra os vilões Geada, Homem-Gato, Multiplex e Rampage. Mas, esse é só o começo para combater um novo vilão. Também foi divulgada a capa do quadrinhos e a variante. Veja a preview de oito páginas e as capas abaixo:

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O megaevento da DC irá explorar um novo grande vilão chamado King Frost, que tem relação com alguns dos personagens do Universo DC, como a Rainha Hipólita, Monstro do Pântano, Adão Negro e o Príncipe Viking

Todo o evento, que tem início hoje (01), se estende pelas edições de Flash #767, Aquaman #66, Liga da Justiça #58 e Liga da Justiça Sombria #29. Haverão especiais one-shot em Superman, Jovens Titãs e Adão Negro, respectivamente, antes de finalizar em 29 de dezembro com a segunda edição de Justice League: Endless Winter.

Justice League: Endless Winter #1, escrita por Andy Lanning e Ron Marz;

Arte por Howard Porter e Marco Santucci;

Capa por Mikel Janín;

Capa variante de Daniel Warren Johnson.

Veja a descrição do quadrinho abaixo:

“Quando a Liga da Justiça descobre uma tempestade em nível de extinção no antigo local da Fortaleza da Solidão do Superman, sua busca por respostas os colocará em conflito direto com o Rei Frost, uma entidade antiga que exerce grande poder e um exército de soldados leais. Mas quem é ele? O que ele quer? E qual é a ligação dele com alguns dos heróis mais antigos do Universo DC?”

Justice League: Endless Winter #1 já está à venda nas bancas estadunidenses.


Confira:

 

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