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Stargirl ganhará especial nos quadrinhos por Geoff Johns

Stargirl Spring Special chegará em maio.


O criador da personagem Stargirl, Geoff Johns, irá trabalhar em uma one-shot da heroína para a DC Comics. Intitulada de Stargirl Spring Special #1, o quadrinho marcará o retorno definitivo da super-heroína para o Universo DC. Abaixo você confere a descrição:

“Os planos de férias de Primavera de Courtney Whitmore não são como os do seu colegial do ensino médio. Em vez de sair com amigos, ela está indo para uma aventura com seu padrasto, Pat Dugan, também conhecido como F.A.I.X.A., e se juntando com sua antiga equipe, os Sete Soldados da Vitória! Os soldados são forçados a se reunir novamente para descobrir o oitavo soldado secreto da vitória. Mas que outros segredos estão enterrados e o que tudo isso significa para o futuro de Courtney como Stargirl?”

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Na capa, podemos ver alguns personagens da Sociedade da Justiça, além de Stargirl. F.A.I.X.A/Pat Dugan, Arqueiro Verde e Arqueira Vermelha/Emiko Queen, Cavaleiro Andante, Vigilante/Greg Saunders, Vingadora Escarlate e um integrante misterioso. 

Geoff Johns assina o roteiro, enquanto Todd Nauck será o artista da HQ. Ainda no ano passado, ambos já estavam em u novo trabalho para a Stargirl, em Infinite Frontier.

Stargirl Spring Special #1 será lançado no dia 4 de maio.


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Review: Future State | Mulher-Gato #1 (2021)

Mulher-Gato no expresso polar?


Com o evento Future State acontecendo nos quadrinhos da DC Comics, novos personagens são introduzidos, alguns reimaginados e outros estão sendo os mesmos – ou quase isso. Ram V traz em Mulher-Gato #1 uma nova personalidade para a personagem, que combate a opressão sofrida pelo povo, por conta do Magistrado. Agora, ela precisa lutar contra o novo sistema da cidade.

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De todos os outros títulos, Mulher-Gato é um dos mais sérios do Future State, e não adere a infantilidade em alguns momentos como em Harley Quinn. A primeira edição, aqui, não apressa a trama e tenta introduzir tudo em seu tempo. É funcional, de fato, e também precisa. A trama, basicamente, se aprofunda no Magistrado, ou melhor, mostra o poder que eles possuem, controlando parte dos civis. Em termos históricos, se compararmos o Nazismo com o Magistrado em Gotham, está mais que correto. Assim como os nazistas, o Magistrado usa o medo para controlar a cidade, embarcam jovens e crianças para um reformatório, além de possuírem um controle quase total de Gotham e da população.

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Selina tem de salvar os jovens que eram mandados de trem para um reformatório, e também, Bruce Wayne, preso pelo Magistrado, quando fora caçado como Batman – se era mesmo o que ela queira. É provável que a história da Mulher-Gato se passe um pouco depois de Detetive das Trevas, tentando conectar todo o universo do Batman. É uma jogada inteligente, apesar de confusa por não sabermos direito a linha temporal entre os dois quadrinhos. Aliás, a primeira edição conta com algumas presenças ilustres e uma surpresa no final.

Sempre abro um espaço para elogiar a arte de todos os quadrinhos, e com Mulher-Gato #1 não será diferente. Todo o aspecto nevoso de Gotham, deixa ainda mais cativante a leitura, com um toque mais gótico, sem perder a originalidade. De fato, um belo trabalho realizado por Otto Schmidt, reimaginando a Mulher-Gato com um novo visual.

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No geral, Mulher-Gato #1 desenvolve uma história inovadora e reinventa sua personagem-título, para atender aos seus desejos e lutar contra o Magistrado. Não há nenhuma pressa na premissa, em explicar o porquê de estarem fazendo o que estão, como em algumas outras minisséries do evento. A minissérie da Mulher-Gato tem todo o potencial para ser uma das melhores, desenvolvendo determinados aspectos em edições seguintes, sem entregar logo de cara seu objetivo.

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Review: Future State | Arlequina #1 (2021)

Vilã se torna “heroína na visão de Gotham”.


Arlequina é uma das personagens mais lucrativas do mundo geek, com certeza, e um sucesso entre o público feminino mais jovem, por conta de Esquadrão Suicida (2016), e depois em Aves de Rapina. Porém, mesmo com todo esse sucesso, a fama de badass no cinema, Harley ainda é uma personagem muito presente nos quadrinhos, e muitas vezes, ainda presa ao Coringa. Mas, agora, ela parece ter um novo rumo no Future State, e grandeza não é o que ela pensa.

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Stephanie Phillips, escritora da primeira edição, tenta emoldurar uma vilã sem um norte, já que o Batman original foi supostamente morto nas mãos do Magistrado, uma força de alta segurança que combate qualquer mascarado que ver na rua. Mesmo não sendo uma mascarada, Harley usa seu traje para se divertir em Gotham, mas ela não parecia querer roubos, e sim, apenas diversão, ou só chamar a atenção do Magistrado. Ela é levada ao Asilo Arkham, – possivelmente, ou quem sabe uma outra prisão – e lá vê o Espantalho, no caso, sem a máscara e totalmente reabilitado, trabalhando como um psiquiatra em si. Talvez essa seja a pegada mais curiosa do quadrinho, pois Crane quase nunca tira sua máscara.

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Tudo bem, Crane reconhece os seus erros, vira aliado do Magistrado para limpar as ruas da cidade com muito mais eficiência que o Batman, e por aí vai. Porém, ele está ali com Harley para um único propósito, uma ajuda para capturar outros vilões mascarados. Além do Batman e seus outros aliados, a Arlequina conhecia muito bem cada um dos vilões, pois vivia nesse meio, e em troca da ajuda, receberia algumas boas compensações. São três alvos: Professor Pyg, Vagalume e o infame Máscara Negra, que ainda controlava sua gangue de máscaras. Ela conhece muito bem cada um, e preparou planos para deter os dois primeiros, na certeza que funcionasse. Agora, como no filme Aves de Rapina, Harley terá de enfrentar o Máscara Negra, atual status quo de Gotham.

Diferentemente dos visuais anteriores da personagem, este novo visual da vilã remete mais infantilidade do que amadurecimento. O cabelo repartido nas cores azul e rosa – clara referência aos cinemas – não é tão legal como nas pontas dos cabelos. A arte de Simone Di Meo, é claro, padronizada para o evento, com traços mais leves e fluidos, por assim dizer, no geral, é ótima, mas nada muito marcante. Porém, a personalidade aqui é um acerto. Ela é mais esperta do que aparenta pelo visual. Agora, referente ao visual do Crane – como Espantalho – e Máscara Negra, estão ótimos, e bem assustadores, por assim dizer. Quanto a paleta de cor, alterna muito bem entre o escuro e o colorido, ao estilo Aves de Rapina, no uso do azul e do lilás, igualmente ao filme. É um belo trabalho da colorista Tamra Bonvillain

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Com uma equipe criativa de qualidade e um roteiro interessante, Arlequina #1 parece ser uma minissérie muito promissora no Future State, redefinindo alguns personagens e ela própria. A segunda edição que já foi lançada nos EUA, promete uma batalha árdua entre o Máscara Negra e a Arlequina, os mais novos rivais da cidade. Estou animado para ver os próximos capítulos da história.

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Yara Flor ganhará série mensal como Moça-Maravilha

Heroína estrela o evento Future State.


Yara Flor, a Mulher-Maravilha brasileira do Future State, está migrando para o Universo DC de vez, ganhando uma série mensal, intitulada de Moça-Maravilha. Joelle Jones, criadora da heroína, irá comandar o título, sendo roteirista e artista, ao lado de Jordie Bellaire (via DC Comics).

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A série contínua de quadrinhos da personagem, ganhará um teaser em Infinite Frontier #0, no dia 2 de março, pós eventos do Future State. Wonder Girl #1 chegará no dia 18 de maio às bancas estadunidenses. Veja a capa e uma prévia abaixo:

Moça-Maravilha #1, escrita por Joelle Jones;

Arte por Joelle Jones;

Capa de Joelle Jones;

Cores por Jordie Bellaire;

Letras de Clayton Cowles.

Confira a descrição do quadrinho:

Sinopse: “Criada na longínqua terra de Boise, Idaho, Yara sempre sentiu que algo estava faltando em sua vida – e agora ela está indo para o Brasil para encontrá-lo. Mal sabe ela que sua chegada desencadeará uma série de eventos que mudarão o mundo da Mulher Maravilha para sempre.

Seu retorno foi profetizado, e com essa profecia vem a atenção exclusiva de deuses benevolentes de panteões além. O perigo espreita em cada esquina – mas este jovem herói está pronto para sua jornada? Descubra em uma edição de estreia que você absolutamente não pode perder!”

Wonder Girl #1 estreia no dia 18 de maio.


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Espantalho ganha um novo visual assustador para os quadrinhos

Vilão será uma grande ameaça para o Batman em nova fase da DC.


Jorge Jiménez, artista do título do Batman para Infinite Frontier, revelou um novo visual para o Dr. Jonathan Crane/Espantalho. Ele está usando suas seringas com toxina do medo nas pontas dos dedos, marca registrada dos jogos Batman: Arkham. Também usa uma máscara com um longo respirador, que o protege de gases tóxicos e do próprio gás do medo. Veja a imagem abaixo:

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James Tynion IV, roteirista de Batman #106, afirmou que “espera contar uma das melhores histórias do Espantalho de todos os tempos. O objetivo é sempre capturar o que está no coração do personagem que eu sempre amei e sempre fui atraído, mas também abrir esse personagem”, disse o quadrinista.

O novo título do Batman se passará após o evento Future State, que aborda os acontecimentos pós Death Metal, num futuro próximo e distante da DC Comics.

Batman #106, escrita por James Tynion IV;

Arte e capa por Jorge Jiménez;

Capa variante de Jorge Jiménez e Riccardo Federici.

Veja a descrição abaixo:

Sinopse: “Após os trágicos eventos de Infinite Frontier # 1, Batman e seu novo aliado, Ghost-Maker, devem contar com uma nova gangue operando em Gotham City – mas eles estão conectados ao ressurgimento do Espantalho? Enquanto isso, o obscuro bilionário Simon Saint apresenta um sistema avançado de aplicação da lei ao novo prefeito! A equipe criativa por trás do épico “The Joker War” retorna com uma nova história cheia de emoção e perigosa chamada “The Cowardly Lot.”

Batman #106 chega no dia 2 de março às bancas estadunidenses.


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Review: Batman/Mulher-Gato #1 (2020)

Tom King retoma clássico de Bruce Timm.


Tom King, conhecido pelo sucesso em Senhor Milagre e por escrever grande parte do Renascimento do Batman, está de volta aos quadrinhos do Cavaleiro das Trevas, para explorar o passado de Bruce e o presente ao lado da Mulher-Gato. Agora, nessa nova minissérie para o DC Black Label, King pode explorar o lado mais obscuro da vida do casal, além de ir mais a fundo no passado de Bruce

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O roteiro mais profundo, engloba toda uma construção passada recente, mas pode ser confuso para quem não viu Batman: A Máscara do Fantasma, ou leu algum quadrinho do DC Renascimento do Batman. Tom King está trabalhando ao lado de Clay Mann, o artista do quadrinho, que rebusca um novo visual para os personagens-título, com novas feições, cenários, mas uma velha história de romance e mistério. A HQ explora três períodos distintos: Os passado de Bruce, se envolvendo com Selina, o presente, em que a história é narrada, com a envelhecida Selina Kyle, e uma outra vez em que Andrea Beaumont reaparece em Gotham, pedindo ajuda para o Batman.

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Sobre o primeiro período, não há mistérios, e o Coringa está surpreso com a relação da Gata e do Morcego. Aparentemente, assim como o Fantasma, ele sobreviveu à explosão, continuando sua onda de crimes, enquanto Andrea reconstruiu sua vida longe de Gotham, tendo tido um filho, ponto focal da história. Agora, num futuro próximo, Bruce está morto, e pelo jeito, já deixou seu legado como Batman na Terra. Nessa medida, Selina Kyle tenta se refugiar a um velho amigo, se abrindo com ele e citando Helena Wayne, a nova heroína da cidade e filha do casal. 

Ligando os pontos dos acontecimentos, tudo indica que o Coringa está por trás da tragédia que se passa na HQ, e o retorno do Fantasma, para se vingar do Palhaço. Todos querem se vingar, até mesmo Selina. Ela está disposta a matar o Coringa, após a morte do Batman. Quem sabe tenha mais alguém que queira a cabeça do inimigo mais famoso do Morcego.

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Clay Mann trabalha com uma arte mais detalhada, se aproximando bastante do que desenhou em Heróis em Crise. Ao lado dele, Tomeu Morey usa cores vibrantes e escuras, para representar a personalidade que o Batman passa. O teor gótico da arte, se casa com o funesto roteiro, que tenta montar, mais uma vez, um romance trágico entre Batman e Mulher-Gato. Aqui, é deixado de lado o romance, e colocado em pauta um mistério, curtindo o drama da pós-morte do guardião de Gotham. Tom King não costuma acertar muito em trabalhar a vida amorosa do Batman, mas, talvez nessa minissérie, ele consiga desenvolver melhor ainda do que em edições anteriores do Renascimento.

Apesar de confundir o leitor, fazendo-o se perguntar sobre o que está acontecendo, Batman/Mulher-Gato #1, entrega uma premissa mais trabalhada, madura e profunda, produzida por Tom King. O selo Black Label permite que o quadrinista desenvolva ainda mais o casal, mesmo que já o tenha feito antes, porém, com um incremento mais adulto e sério, deixando a ação um pouco de lado. No fim, a primeira edição é ótima, mas um pouco confusa. Não podemos nos precipitar e falar com base em apenas uma edição, temos de esperar as próximas para que finquem o pé no chão e comece as explicações.

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Divulgação/DC Comics

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Review: Future State | Superman/Mulher-Maravilha #1 (2021)

Nunca atire na Mulher-Maravilha.


Yara Flor chegou com tudo mesmo no Future State, e em mais um quadrinho, ela rouba todas as cenas e ofusca o Superman de Jon Kent. Fazendo dupla com o filho do Superman original em Superman/Mulher-Maravilha, Yara Flor quebra as barreiras da paciência e fala o que todo brasileiro deseja falar com um político.

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A primeira edição, que tem o roteiro de Dan Watters e arte de Leila del Duca, remonta uma nova dupla de heróis no Universo DC, o novo Superman e a Mulher-Maravilha brasileira. Enquanto um luta por uma cidade e segue os passos do pai, Yara Flor busca, incessantemente, mudar a mente dos políticos, para que cumpram o que prometeram, e não fugindo de seu trabalho. Ela luta pela igualdade, justiça, e também, contra corruptos que assolam São Paulo e o Brasil.

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Posso afirmar que a Mulher-Maravilha é a parte positiva do quadrinho, e ela já é conhecida pelos brasileiros. Toda sua dinâmica, sua personalidade explosiva, está sendo muito bem explorada, assim como a mitologia brasileira e o folclore – que dessa vez mostrou a mula sem cabeça e os deuses do sol e lua. Porém, apesar do grande acerto que foi a Yara, o erro está em Jon Kent, que não consegue ser como seu pai. Carregar o símbolo da Casa-El no peito, não quer dizer que irá carregar a essência do Superman também, e ele consegue ser infantil algumas poucas vezes, que podem deixar o leitor um pouco frustrado com sua personalidade mais inocente.

O roteiro simples, carrega uma história de um deus do sol, combatendo Solaris, famoso inimigo devorador de sóis. Solaris é a ameaça da HQ, mas que, aparentemente, não apresenta ser uma grande ameaça em sua primeira aparição, sendo rebaixado a uma disputa de força. É claro que, o vilão se tornará mais ameaçador numa próxima edição, mas, que não o inflem e façam uma luta justa e épica do Superman e da Mulher-Maravilha contra o Sol Tirano.

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Como sempre, gosto de elogiar a arte do quadrinho. Os traços, tanto dos personagens quanto da cidade, superfície espacial e outras, estão padronizadas para o evento. O uso de cores mais vivas e quentes, denotam toda a grandeza que o Superman tem, além da Mulher-Maravilha, e não foi visto tanto o uso de cores mais escuras.

Em resumo, Superman/Mulher-Maravilha #1, mostra os dois grandes heróis e novos símbolos da DC unindo forças para derrotar uma grande ameça futura. Em momentos gloriosos, a HQ abrasileira ainda mais a Yara Flor e abraça seu espírito jovem e destemido, ofuscando um Superman de Jon Kent abaixo da expectativa, inocente e com muito a aprender.

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Yara Flor tem começo brilhante no DC Future State

DC retrata muito bem o folclore brasileiro.


O anúncio da criação de uma Mulher-Maravilha brasileira deu o que falar pelos fãs brasileiros da DC, que se animaram para o evento nos quadrinhos Future State. No começo de janeiro, os quadrinhos chegaram digitalmente e às bancas estadunidenses, e lá, não sei ao certo se foi um grande sucesso, mas aqui, pelos comentários que recebi sobre, mesmo antes de ler, estava ótimo.

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A Mulher-Maravilha carrega toda a mitologia grega consigo, e tem nome de uma deusa romana. A DC consegue explorar e trabalhar muito bem a antiguidade grega, além de incluir novos personagens, guerreiras lendárias, mas sempre mantendo a essência histórica de Homero ou Heródoto. Não está sendo diferente com Yara, que luta contra criaturas do folclore brasileiro como o boitatá ou tem de confiar na Caipora, uma inimiga ao mais tipo Circe.

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Não contente em colocar só o folclore brasileiro, a criadora Joelle Jones explora e mistura a mitologia grega com as lendas brasileiras, acertando em cheio na dinâmica que, com certeza, será muito bem explorada nos capítulos seguintes. Além do mais, a dinâmica apresentada entre Caipora e Yara Flor é explosiva, por conta de momentos anteriores, a Guardiã das Florestas ter atacado a nova Mulher-Maravilha. O ressentimentos ficaram, mas ambas se uniram para livrar uma irmã do controle de Hades, deus do submundo.

Joelle Jones produz a arte e o roteiro do quadrinhos, e mesmo com uma premissa mais simples, a arte chama a atenção, assim como a mistura de mitologias. A personalidade da nova personagem, em si, se diferencia de Diana. É mais enérgica, explosiva e um pouco estressada, mas as táticas de combate se assemelham.

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Assim como o parágrafo acima, chamo a atenção novamente para a arte da HQ. Os cenários vastos da Amazônia como conhecemos, assim como a pele morena de Yara Flor, mais a representação de Caipora e outras criaturas mitológicas, demonstram a qualidade e grande empenho e Jones, em querer saber mais sobre uma cultura tão rica como a nossa e a grega. A coloração do quadrinhos, com cores mais vivas enquanto estão na floresta, e cores mais escuras para a ida ao Hades por meio do barqueiro Caronte, denotam a grandiosidade que o Future State irá ser. 

Seguindo por essa mescla de mitologias e folclores, a minissérie Future State: Wonder Woman, tem tudo para ser uma boa lembrança para os fãs brasileiros da DC Comics, que irão querer por mais aparições da heroína.

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Confira a prévia de Man-Bat #1

Nova minissérie chega em fevereiro.


Após a DC Comics solicitar vários quadrinhos para o começo de 2021, Man-Bat, vilão do Batman, é um dos personagens que irão ganhar sua própria série, sendo o foco no próprio vilão. A editora liberou uma prévia da primeira edição, que pode ser conferida as capas e algumas outras imagens da HQ abaixo:

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O Dr Kirk Langstrom parece estar no fundo do poço e pelo jeito, teria abandonado seu soro para virar o Morcego-Humano novamente. Porém, o vício é maior e Francine, sua esposa, descobre que ele está desenvolvendo o soro novamente para se transformar na criatura.

A minissérie do Morcego-Humano irá contar com 5 edições.

Man-Bat #1, escrita por Dave Wielgosz;

Arte por Sumit Kumar;

Capa por Kyle Hotz;

Capa variante de Kevin Nowlan.

Confira a descrição do quadrinho abaixo:

Sinopse: Durante anos, Kirk Langstrom lutou com seu alter ego monstruoso,Morcego-Humano, e o soro que o transformou. Mas ele finalmente atingiu o fundo do poço após um revés devastador, e ele vai descontar sua raiva em cada cidadão de Gotham City. O poder combinado do Batman e do GCPD será suficiente para parar Langstrom de uma vez por todas? Ou será apenas o início da devastação do Homem-Morcego?

Man-Bat #1 chega nas bancas estadunidenses no dia 2 de fevereiro.


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Steve Lightle, artista de Patrulha do Destino, morre aos 61 anos

O quadrinista também desenhou a clássica Legião dos Super-Heróis.


Conhecido por ser artista da Legião dos Super-Heróis e Patrulha do Destino pela DC Comics, o quadrinista Steve Lightle faleceu hoje, aos 61 anos, decorrente de uma parada cardíaca. A notícia foi confirmada por seu filho através do Facebook.

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“Este é Matthew Lightle, filho de Steve Lightle. ​​Esta manhã meu pai faleceu de parada cardíaca. Gostaria de agradecer a todos por sua amizade com meu pai e também pedir que, se você é um seguidor do patreon, cancele sua conta, pois estamos apenas começando a cuidar de seus negócios.”

O quadrinista começou em 1984, em m Black Diamond # 4 da AC Comics. No mesmo ano foi para a DC Comics, onde trabalhou com a Legião dos Super-Heróis e Patrulha do Destino. Na Marvel, ele trabalhou entre 1989 e 1990 nos quadrinhos dos X-Men.

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Review | Batman – Noel

Lee Bermejo e sua releitura fantástica de Um Conto de Natal.


Charles Dickens, renomado escritor inglês que criou Um Conto de Natal e o rabugento Ebenezer Scrooge, é uma referência nas épocas natalinas. Vários filmes e animações já usaram Scrooge, um clássico personagem, que em Batman – Noel (2011), o incrédulo do Natal é representado pelo Batman. É claro que o personagem título do quadrinho não é um símbolo do Natal e tal, ou mesmo alguém que lhe dirá “feliz Natal”, porém, ele pode salvar o seu feriado.

A graphic novel de 2011 entra para o rol dos “quadrinhos do Batman que precisam ser lidos”, pois, aqui, há um narrador do começo ao fim da HQ, completando a ideia de quem narrava. A história em todo o quadrinho, remete logo ao livro de Dickens, já que essa é a própria representação do conto. É incrível o paralelo que Bermejo faz entre Scrooge e Batman, pois, ele conecta duas pessoas diferentes, com personalidades parecidas, e mescla o bom e o pior do Cavaleiro das Trevas.

Bob é o ponto focal da história, um homem que cuida de seu filho, mora na parte pobre de Gotham City e está disposto a batalhar pelo menino, arriscando a própria vida. Ao aceitar um trabalho do Coringa, sendo um peixe pequeno do mesmo, ele se depara com o Batman, que o afugenta e deixa todo o dinheiro no local. É uma isca do herói para apanhar sua presa, que em pleno Natal, está solto em Gotham e Bruce Wayne não tem descanso, mesmo que a polícia ainda tenha um pouco.

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Divulgação

Assim como no conto, três fantasmas aparecem para assombrar o Batman, funcionando como passado, presente e futuro. O primeiro remete logo ao trágico passado de sua carreira, a morte de Jason Todd e as antigas perseguições contra a Mulher-Gato, que nunca se cansa de fazer o de sempre. Não há paradas para apresentações aqui, e após cair, falhando em capturar Selina, o segundo fantasma aparece, o Superman, que o ajuda ali e agora – presente. Os Melhores do Mundo se reúnem mais uma vez, agora com o Morcego ainda mais fechado ao mundo, sem se importar muito com o que resta de humano nas pessoas; seu foco é maior e vai muito além do crime. Essa ajuda não é precipitada, já que o Escoteiro ouviu a tosse de Bruce em Metropolis. A aparição do Superman no quadrinho ameniza as sombras do Batman, suas cores e sua trajetória solitária, mantendo um pouco a esperança. Mas, quando se vai, um vazio fica e não há nada que o preencha nos quadrinhos seguintes.

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O terceiro fantasma é sua própria presa, que vira seu predador, o velho Coringa. É estranho ler que Clark ouviu a tosse de Bruce em Metropolis – talvez seja sarcasmo – e não ouviu a explosão no Batmóvel após ele sair voando. Isso não tira mérito algum da trama e do quadrinista, mas é uma ponta solta que poderia ser arrumada. Continuando, o Coringa funciona como um fantasma do futuro, mas por quê? Porque, simplesmente, ele é o carrasco do Batman e o enterra vivo, sendo esse o futuro esperado do vilão e do herói: a morte.

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Entretanto, é claro que não iria ficar assim e o final feliz acontece, mas não irei contar aqui, e sim, elogiar muito a arte de Bermejo, que utiliza o mesmo método de Coringa (2008), de Brian Azzarello. Em Batman – Noel, ele opta, junto com Barbara Ciardo, cores mais frias enquanto há o Batman, usando bastante da sombra um artifício para moldar o olhar gótico que Gotham oferece. Já quando o Superman aparece, isso muda totalmente, deixando o ambiente mais colorido e vistoso. A arte é realmente o forte da HQ, mesmo que a história não seja tão marcante quanto.


Veredito

Batman – Noel é uma leitura aconchegante e rápida, se for para ler com muita atenção. Lee Bermejo traz um Batman ainda mais humano, sem esperança ou felicidade alguma em sua vida, porém, não abandona a persistência que vem com o herói desde sua criação. A arte detalhada com a coloração escura, se junta a um roteiro formidável, fazendo um paralelo de uma obra clássica de Natal para um quadrinho bem lembrado pelos fãs e merece estar em sua lista de leituras de Natal!

Avaliação: 4 de 5.

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DC Comics revela nova equipe criativa para Asa Noturna

Artista brasileiro está envolvido.


A DC Comics revelou a equipe criativa que estará por trás dos novos quadrinhos do Asa Noturna após o evento Future State. Tom Taylor, roteirista que trabalhou em Injustice e o artista brasileiro Bruno Redondo, de Esquadrão Suicida e Injustice também.


Mas antes de continuar, leve Esquadrão Suicida: Ponto Sem Volta, por 9% de desconto. Clique aqui e adquira!


“Eu sou um grande fã do Asa Noturna. E eu não poderia estar mais animado para enfrentar um herói que sempre considerei um DC A-lister. Nossa série é sobre como mostrar isso. É sobre colocar Dick Grayson de volta naquele pedestal onde ele pertence”, disse Taylor.

No novo quadrinho, será explorado ainda mais a volta de Dick Grayson como Asa Noturna, numa Bludhaven que elegeu o prefeito com sobrenome Zucco. Para quem não sabe, Anthony Zucco assassinou os pais de Grayson, causando um acidente na apresentação dos Grayson’s Voadores no circo. 

Mas, nem tudo é problema e a Batgirl estará ao lado do Pássaro Azul, trabalhando para derrubar a criminalidade e provavelmente o prefeito.

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“Asa Noturna significa potencial cinético, evolução e uma assertividade positiva mais do que qualquer outro personagem em que trabalhei … e esse é o tipo de herói de que todos precisamos agora. Trabalhar com Tom no Asa Noturna é a evolução perfeita para nós como uma equipe! Temos ideias incríveis para as novas aventuras de Dick Grayson”, comentou Bruno Redondo.

Nightwing #78, escrito por Tom Taylor;

Arte de Bruno Redondo;

Coloração por Adriano Lucas;

Letras de Wes Abbott;

Editado por Jessica Chrn.

Nightwing #78 chega no dia 16 de março de 2021.


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Novo quadrinho da Hera Venenosa reimagina vilã como anti-heroína

Quadrinho chega em 2021.


A DC Comics solicitou mais um quadrinho, agora focada na vilã do Batman Hera Venenosa, um dos pares românticos da Arlequina. Intitulada de Poison Ivy: Thorns, a história promete reimaginar a vilã como um tipo de anti-heroína num tom mais adulto e de horror gótico (via Bleeding Cool).

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Sinopse: “Há algo incomum em Pamela Isley – a garota que se esconde atrás de seus brilhantes cabelos ruivos. A garota que não deixa ninguém entrar para ver o que está escondido atrás das cortinas. A garota que faz de tudo para cuidar das plantas. Pamela Isley não confia nas outras pessoas, especialmente nos homens. Eles sempre querem algo dela. Algo que ela não está disposta a dar.

Quando a linda e gótica Alice Oh entra na vida de Pamela após um acidente no parque local, ela a faz sentir vontade de puxar suas cortinas e deixar o sol entrar, mas há segredos obscuros bem no fundo da casa dos Isley. Segredos que o pai de Pamela avisou que devem permanecer ocultos. Segredos que podem se tornar mortais e destruir a única pessoa que sempre se importou com Pamela, ou como sua mãe preferia chamá-la… Hera. Pamela irá se abrir para novas possibilidades de amor, ou irá se deixar ser transformada para sempre pelas vinhas espinhosas da vingança?”

Diferente do habitual, parece que Pamela Isley terá um novo interesse amoroso, deixando Arlequina de lado e explorando suas outras paixões.

Poison Ivy: Thorns, escrita por Kody Keplinger;

Arte por Sara Kipim.

Não foi informado sobre quais serão os artistas que irão ilustrar as capas do quadrinho.

Poison Ivy: Thorns chega no dia 8 de junho de 2021 nos Estados Unidos.


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Confira a prévia de Batman/Mulher-Gato #1

Arco irá trazer antigo vilão do Batman.


O novo arco nos quadrinhos do Batman, que traz o Cavaleiro das Trevas e a Mulher-Gato dividindo o título e as capas, ganhou uma prévia ontem (30), trazendo uma antiga paixão de Bruce Wayne de volta. Veja as capas e imagens do quadrinho abaixo:

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Podemos notar que Andrea Beuamont está de volta para Gotham, e claro, o Fantasma também está. O vilão que mais tarde foi revelado ser Andrea em Batman – A Máscara do Fantasma (1993), desaparece da cidade e Bruce se culpa por não consegui-la salvá-la da morte, que foi forjada. Agora, parece que ela está de volta para a vida de Bruce. Além da repentina aparição de Andrea, Selina Kyle estará grávida de Bruce no arco.

Batman/Mulher-Gato será mais uma quadrinho do herói publicado pelo DC Black Label, onde muitas histórias mais adultas estão presentes com o selo. O quadrinho não fará parte da cronologia da DC, mas pode ter uma possível continuação da animação dos anos 90, ou não. A minissérie contará com 12 edições.

Batman/Mulher-Gato #1, escrita por Tom King;

Arte e capa por Clay Mann;

Capa variante de Jim Lee, Scott Williams e Travis Charest.

Confira a descrição do quadrinho abaixo:

Sinopse: Ecoando pontos da trama da corrida épica do Batman de King, este conto arrebatador é contado em três linhas do tempo: o passado, quando o morcego e o gato se apaixonaram pela primeira vez; o presente, onde sua união é ameaçada por um dos amores perdidos de Batman; e o futuro, onde o casal tem uma vida feliz e um legado – incluindo sua filha Helena, a Batwoman. E quando a história começa, após um longo casamento, Bruce Wayne morre – o que libera Selina Kyle para acertar uma velha conta. Em cada estágio de seu relacionamento, Bruce e Selina têm um acompanhante indesejado: o Coringa!

Batman/Mulher-Gato #1 já está à venda nos Estados Unidos.


Confira:

 

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Liga da Justiça aparece em prévia de Endless Winter #1

Evento será lançado este mês.


DC Comics trouxe uma prévia da primeira edição de Justice League: Endless Winter #1, que traz a Liga da Justiça em confronto contra os vilões Geada, Homem-Gato, Multiplex e Rampage. Mas, esse é só o começo para combater um novo vilão. Também foi divulgada a capa do quadrinhos e a variante. Veja a preview de oito páginas e as capas abaixo:

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O megaevento da DC irá explorar um novo grande vilão chamado King Frost, que tem relação com alguns dos personagens do Universo DC, como a Rainha Hipólita, Monstro do Pântano, Adão Negro e o Príncipe Viking

Todo o evento, que tem início hoje (01), se estende pelas edições de Flash #767, Aquaman #66, Liga da Justiça #58 e Liga da Justiça Sombria #29. Haverão especiais one-shot em Superman, Jovens Titãs e Adão Negro, respectivamente, antes de finalizar em 29 de dezembro com a segunda edição de Justice League: Endless Winter.

Justice League: Endless Winter #1, escrita por Andy Lanning e Ron Marz;

Arte por Howard Porter e Marco Santucci;

Capa por Mikel Janín;

Capa variante de Daniel Warren Johnson.

Veja a descrição do quadrinho abaixo:

“Quando a Liga da Justiça descobre uma tempestade em nível de extinção no antigo local da Fortaleza da Solidão do Superman, sua busca por respostas os colocará em conflito direto com o Rei Frost, uma entidade antiga que exerce grande poder e um exército de soldados leais. Mas quem é ele? O que ele quer? E qual é a ligação dele com alguns dos heróis mais antigos do Universo DC?”

Justice League: Endless Winter #1 já está à venda nas bancas estadunidenses.


Confira:

 

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Nova edição de Batman: Terra Um ganha data de lançamento

Volume três chega apenas em 2021.


Ontem (23), a DC Comics anunciou a data de lançamento de Batman: Terra Um Vol. 3, quadrinho que tem Geoff Johns como roteirista e Gary Frank na arte. A nova edição chegará no dia 8 de junho de 2021 nas lojas estadunidenses.


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Sinopse: “Batman: Terra UmVol. 3 verá uma gangue de ladrões misteriosamente bem armada levar Gotham City a um estado de medo. Os criminosos são altamente organizados, trancados e carregados com as mais recentes armas de nível militar: lança-chamas, lança-granadas e até tanques. A gangue afirma que é financiada por Harvey Dent, porém, ele é dado como morto.

Bruce se distrai pelo retorno aparentemente impossível de outra figura considerada morta: seu avô Adrian Arkham. Ele também deve confortar sua amiga de longa data, a prefeita de Gotham, Jessica Dent, que está marcada tanto física quanto mentalmente por sua experiência com o Charada, que resultou na morte horrível de seu irmão. Mas será que Harvey está de volta, tramando vingança contra uma cidade que ele proclama culpada? Quando Batman descobre a verdade por trás de muitos mistérios, seu mundo começa a se desvendar.”

Com o roteiro de Geoff Johns, a arte fica por conta de Gary FrankJon Sibal e Brad Anderson. O novo volume chega em 8 de junho de 2021 nos Estados Unidos. Não há data para chegar ao Brasil.


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Semana Heroica #6 | The Flash #139

Uma das histórias mais importantes do Flash.


Enquanto preparava essa matéria, procurei várias histórias do Flash. Poderia ter simplesmente escolhido Flashpoint, mas eu queria algo diferente. Finalmente, pedi a opinião de um amigo e ele me indicou The Flash #139. Optei por seguir o conselho e depois de uma breve pesquisa (e com a ajuda de outro amigo) consegui a scan dessa edição. Agora chega de enrolação e bora para a HQ!

Escrita por John Brooke e ilustrada por Carmine Infantino, a HQ lançada em 1963, conta com um enredo interessante e introduz um dos maiores (senão o maior) vilão do Flash. Estou falando do Professor Zoom, conhecido também como Flash Reverso. Antes de falarmos sobre ele, um breve resumo da primeira parte da história. O Doutor Walter Drake havia enviado uma cápsula do tempo ao século 25, porém, o doutor acabou enviando um relógio atômico, junto com outros objetos da cápsula (incluindo um traje do Flash). Esse relógio se tornaria uma bomba atômica por conta da viagem no tempo que ele passou, e destruiria Central City. Felizmente, o herói consegue ir ao futuro graças a sua esteira de força cósmica.

The_Flash_Vol_1_139.jpg

Após isso, o vilão da história é apresentado. Professor Zoom era apenas um simples bandido, que admirava o Velocista Escarlate por sua velocidade, mas ao mesmo tempo o odiava por seguir a lei. O que Zoom não esperava, é que a cápsula cairia bem na sua frente, no meio da cidade. Ele aproveita e pega o traje do Flash que estava na cápsula. Com o traje, Zoom consegue utilizar as ondas de super-velocidade para ser o bandido mais rápido do mundo, utilizando a roupa do Flash, só que com as cores reversas e se auto-intitulando como Flash Reverso.

O que o Flash Reverso não esperava, é que o Flash original apareceria e o derrotaria, dando fim a sua pequena carreira. Porém, não era só isso que Barry Allen precisava fazer, já que o relógio atômico iria explodir em poucas horas. Como um raio, Flash procura pelo relógio em toda cidade, até que finalmente o encontra e o leva para o ártico, onde ele finalmente explode. Por fim, o velocista retorna ao presente, sem nem imaginar que voltaria a encontrar o Professor Zoom, ou, Flash Reverso.


Semana Heroica acontece uma vez por mês, durante uma semana, focando em algum personagem dos quadrinhos, para falar sobre quadrinhos, games, filmes e sua origem ou um vídeo falando sobre algum quadrinho, essas últimas no canal do Critical Room.

No Instagram, você confere a quinta parte com a indicação da série The Flash!

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DC anuncia Truth & Justice, nova série de antologia de quadrinhos

As primeira edições estrearão digitalmente.


Com o anúncio do novo evento da DC Comics, Future State, os fãs já tiveram uma prévia do que virá no próximo ano de lançamentos da editora. Não demorou muito para a DC anunciar uma série de antologia, intitulada Truth & Justice, que vai explorar cada vez mais outros personagens. A série irá começar contando a história de Vixen. Veja as imagens abaixo:

A série antológica seguirá os mesmos passos de outras antologias, como Lendas do Cavaleiro das Trevas, Sensation Comics Adventures of Superman. Os novos quadrinhos servirão como uma plataforma para contar com velhos e novos criadores.

Truth & Justice estreia com as três primeiras edições falando da super-heroína Vixen. Não só Vixen, mas todo o Multiverso da DC estará sendo introduzido na série, o que inclui heróis, vilões, alienígenas e até animais, como Krypto ou Ace. Você pode ler a descrição oficial abaixo:

“Mari McCabe é muitas coisas: super-heroína, modelo, ativista; mas ela pode adicionar o assassino de deus à lista? Vixen se junta ao Dr. Mist e Impala dos Guardiões Globais para enfrentar uma divindade ancestral que assumiu o corpo de um cientista investigando poderosos artefatos mágicos. Vixen precisará cavar fundo e usar todas as habilidades do reino animal para enfrentar esta poderosa ameaça primitiva!”

Truth & Justice, escrita por Geoffrey Thorne;

Arte de Chris Cross e Jordi Tarragona.

Truth & Justice estreia digitalmente no dia 8 de janeiro. Os quadrinhos chegam às bancas estadunidenses no dia 16 de fevereiro.


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Generations: Forged #1 | Novo quadrinho da DC ganha detalhes e trará velho inimigo

O quadrinho chega nas bancas americanas em 2021.


O novo evento nos quadrinhos da DC Comics, ‘Generations’, ganhou novos detalhes nesta quinta-feira (12), trazendo um novo vilão não muito conhecido para a equipe de heróis, e que não está em circulação nas HQs desde 1998 (via Comic Book).

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A equipe que integra Batman, Estelar, Gladiador Dourado, Doutora Luz, Aço, Kamandi e Superboy – Clark Kent – irá enfrentar o vilão Dominus, um dos inimigos do Superman, que não é mostrado nas histórias publicadas pela DC desde a década de 90. Dan Jurgens traz o vilão de volta à ativa, após escrever sobre seu arco, intitulado “O Efeito Dominus”, que fez parte dos quadrinhos do Superman em 1998.

Tendo sido começada ainda na Detective Comics #1027, Generations irá se separado em duas one-shots, com o título de Forged e Shattered, mas apenas detalhes da primeira one-shot foram revelados.

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A capa destaca grandes momentos nos quadrinhos da DC, como a luta fatal de Bane contra Batman, resultando na Queda do Morcego, e a morte de Supergirl em Crise nas Infinitas Terras. Podemos perceber que a capa de O Retorno do Cavaleiro das Trevas de Frank Miller também se faz presente, assim como a capa do Superman, fazendo alusão a saga A Morte do Superman. É possível que a equipe de heróis entre na realidade destes quadrinhos, que são grandes alicerces e tão importantes para a DC Comics.

Generations: Forged #1, escrita por Dan Jurgens, Andy Schmidt e Robert Venditti;

Arte de Bryan Hitch, Mike Perkins, Bernard Chang e Paul Pelletier;

Capa por Liam Sharp e Gary Frank.

Veja a descrição oficial do evento abaixo:

Sinopse: “Dispersado através do tempo pelo vilão Dominus, nossa equipe de heróis geracionais — com Batman, Kamandi, Superboy, Aço, Estelar, Sinestro, Gladiador Dourado e Dr. Luz — devem encontrar uma maneira de restaurar a linha do tempo… e o que eles finalmente descobrem é algo muito, muito maior. Você vai ter que ler para acreditar quando o tempo morre… e gerações se erguem!”

Generations: Forged #1 chega no dia 23 de fevereiro nos Estados Unidos, e estará disponível online e nas lojas de quarinhos.


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DC revela o visual da Princesa Nubia para Future State

Evento chega em 2021.


O mais novo evento da DC Comics nos quadrinhos, DC Future State está dando o que falar entre os fãs, deixando-os muito felizes e ansiosos pela futura HQ. Dessa vez, o escritor LL McKinney e a artista Alitha Martinez revelaram o visual de Nubia, a Mulher-Maravilha negra. Veja abaixo:

O quadrinho se intitulará DC Future State: Immortal Wonder Woman, trazendo a história do fim de Diana como Mulher-Maravilha e a ascensão de Nubia, para manter o legado da heroína original.

Todo o evento foi pensado como um novo 5G/Generations, de Dan DiDio. Novos heróis surgiriam para manter o legado daqueles que já tiveram suas identidades descobertas, ou mesmo deixando a vida de super-herói para viver uma vida normal. O evento acontecerá em um futuro próximo e servirá para introduzir novas identidades aos heróis.

“O DC Universe sempre foi um terreno fértil para novas e revigorantes interpretações de nossos personagens, e DC Future State definitivamente contribui para esse legado”, disse a editora executiva da DC, Marie Javins.

DC Future State: Immortal Wonder Woman, escrita por Michael W. Conrad , Becky Cloonan e LL McKinney;

Arte de Jen Bartel, Alitha Martinez e Mark Morales;

Capa por Jen Bartel;

Capa variante de Peach Momoko.

Veja a sinopse abaixo:

Sinopse: “O Desfazer está chegando. Muito depois da Era dos Heróis, poucos amigos de Diana Prince sobrevivem, e muitas de suas irmãs também morreram. Como uma deusa imortal, esse é o seu destino. Mas então, surge uma ameaça que nem mesmo o poderoso Darkseid pode enfrentar – e cabe à Mulher Maravilha assumir a batalha! É grande ação e alta fantasia no final dos tempos, cortesia da cartunista vencedora do Eisner Award Becky Cloonan (By Chance or Providence, Gotham Academy) e seu co-escritor do Doom Patrol Michael W. Conrad, com a popular artista Jen Bartel (Blackbird) fazendo sua estréia na arte de interiores para a DC. Em seguida, observe um futuro mais próximo enquanto o campeão original de Themyscira ataca por conta própria. As coisas não estão estáveis ​​na Paradise Island há algum tempo, e Nubia encontrou um novo lar no Man’s World. Agora, ela tem a tarefa de protegê-lo dos perigos do mundo dos mitos e da magia. O escritor de Nubia: Real One, da DC, LL McKinney, leva este poderoso Amazon a um nível totalmente novo.”

DC Future State: Immortal Wonder Woman #1 chega no dia 19 de janeiro, nas bancas estadunidenses.


Veja o último CR Origens do Critical Room: