Review: Infinite Frontier | Esquadrão Suicida #1 (2021)

Nova fase, nova equipe.


Para os mais otimistas, a nova fase da DC pode ser de grande valia, e ser tão melhor que Renascimento. O Esquadrão Suicida está seguindo sua velha fórmula, mas em uma nova equipe, que gosta de realmente ser suicida. Amanda Waller e o conflito com Rick Flag pode mudar de vez os caminhos da equipe, que agora vê o Pacificador como líder e um membro da Corte das Corujas sendo o carrasco.

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O Esquadrão Suicida sempre foi uma equipe infame no Universo DC (DCU), mas, ao mesmo tempo, divertida e idiota muitas vezes. Levando em consideração seu nome, a equipe composta por poucos membros adentra o Asilo Arkham, a prisão mais reforçada da região, para recrutar um novo membro, o Garra. Robbie Thompson traz o Pacificador como o líder de campo, e os vilões mais desconhecidos possíveis, como Raio, Shrike (importante inimigo do Asa Noturna) e Cinemaníaco. O último é um vilão incomum, obcecado por cinema e ex-ator, assim como Basil Karlo, o Cara-de-Barro

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Divulgação/DC Comics

Entrar no Arkham é até fácil, mas sair, já é bem complicado – isso você pode ver, lendo Infinite Frontier #0, após um gás devastador tomar o Asilo Arkham, e depois no título do Batman. Waller gosta de desafiar a si mesmo, e no Esquadrão Suicida de Future State, vimos do que ela é capaz. Infinite Frontier serve para que o Future State não aconteça, já que o Superboy é o membro principal do Esquadrão, e a arma secreta de Waller agora nesta nova fase. Apesar de não ser um criminoso, Conner é sempre visto que sua existência é um crime, por ser do DNA de Lex Luthor e do Superman. Tanto a trama com o Superboy, que deve ser evitada no agora – decorrendo dos eventos futuros -, quanto a inconsistência de Flag e Waller para as ações do Esquadrão Suicida, e o membro mais novo da Força Tarefa-X, são tão interessantes quanto o primeiro quadrinho da equipe na fase do Renascimento.

Visando do Renascimento para o Future State, e agora a nova fase, a arte está tão boa quanto no Renascimento. É algo mais detalhado, que ilustra muito bem a ação sangrenta da equipe de desajustados e um tanto perigosos. Eduardo Pansica, que passa muito bem a atmosfera sombria de Gotham, é acompanhado pelo colorista Marcelo Maiolo, que parece gostar de utilizar cores mais claras, mas também, sabe alternar entre cores mais escuras quando preciso.

Esquadrão Suicida #1: Ataque ao Arkham, traz uma equipe criativa de qualidade, capaz de assumir muito bem o título e substituir Tom Taylor e Bruno Redondo, e uma premissa muito interessante. Com um roteiro ambicioso, e um evento que deve ser evitado, Thompson e Pansica mergulham do DCU e na amálgama de vilões esquecidos, para uma primeira edição com muita ação e um futuro promissor.

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Divulgação/DC Comics

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