Review: Crise nas Infinitas Terras – Parte 1

Aviso: Sem spoilers!


O que era apenas uma ideia despretensiosa mostrada como um mero fã service na primeira temporada de The Flash, se tornou realidade após 5 anos. O 4° crossover anual e o mais ambicioso do então Arrowverse tenta emular em sua narrativa a famosa saga que reinventou os quadrinhos da DC na década de 80 de mesmo nome. Senhoras e senhores, a CRISE chegou.

Os heróis do Arrowverse tentando evacuar a Terra-38.

O que poderia ter sido muito bem um episódio de 1 hora, podendo fazer jus ao título, os curtos 43 minutos do 5.09 de Supergirl não perdem tempo em reunir os maiores campeões do multiverso; Supergirl, Superman, Arqueiro Verde, Mia Smoak, Flash, Batwoman, Canário Branco e Átomo que juntos, sob o auxílio do Monitor, se unem para salvar a Terra-38 da onda de anti-matéria de outra entidade conhecida como Anti-Monitor.

Super Papai? Tyler Hoechlin e Elizabeth Tulloch desempenhando o papel de pai e mãe é a coisa mais fofa do episódio.

O primeiro episódio da crise é sem sombra de dúvidas um show de adrenalina, emoção e muito fã service. É acima de tudo um “aquecimento” para todas as surpresas que estão por vir. À cada minuto, podemos sentir a tensão que nossos heróis sentem na tentativa de impedir a todo custo o fim de toda a vida existente no multiverso. Referências à outras produções clássicas da história da DC são nos apresentadas logo de início, durante um monólogo prenunciando o iminente apocalipse, na voz do Monitor. E isso é apenas um pequeno aperitivo diante das reais homenagens que vem por aí na segunda parte do evento.

Batman do Tim Burton, Titãs e até a série do Adam West sofrem com a CRISE!!!

Como o episódio é uma extensão da série da Supergirl, o destaque dele são as perdas e dilemas que a Kara Zor-El de Melissa Benoist tem que passar, e o quão forte ele deve ser para enfrentar essa crise sem que isso a atrapalhe. O Oliver Queen de Stephen Amell é o segundo a ganhar um bom destaque emocional com sua filha Mia (Katherine McNamara), e o dilema dos sacrifícios que um herói deve fazer estão presentes com ele até o último minuto desse episódio.

As interações encantadoras entre os personagens dessas séries são sempre o ponto alto dos crossovers anuais. Deixo meu destaque para Brandon Routh e Ruby Rose que como Átomo e Batwoman desenrolam uma boa dinâmica entre herói séria e fã nerd.

Enfim, fugindo de quaisquer spoilers possíveis, encerro minhas considerações sobre essa primeira e excelente parte do evento. Resta agora vocês conferirem por conta própria.

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