Crítica: Coringa (2019)

O filme gira em torno de Arthur Fleck (Joaquin Phoenix) um comediante que trabalha numa agência de palhaços.

O protagonista enfrenta uma série de problemas como: problemas com o trabalho, problemas com a sociedade, problema com sua existência e problemas mentais.

O protagonista sofre de uma doença chamada “risada patológica” que faça com que ele ria conforme suas emoções dominassem.

Podem perceber que a risada de Phoenix se tornou algo tão bem trabalhado e tão natural durante o filme.

Joaquin Phoenix viveu a pele do personagem perfeitamente, literalmente caiu de cabeça nesse papel. Percebe-se que a atuação corporal dele também é algo impecável… o jeito de andar, seus comportamentos e até mesmo a tensão de seu físico magro é algo impressionante.

É um filme aonde não tem um herói pra impedir o vilão, não. É um filme onde o vilão faz o que quer do início ao fim, e nada e nem ninguém consegue fazê-lo parar.

O filme também tem um tom bem realístico e uma tensão bem mais séria, violenta e problemática.

Sinceramente é muito difícil pensar entre Phoenix e Ledger, pois os dois fizeram uma ótima atuação como Coringa. Por mais que o Coringa de Phoenix tenha um filme solo e mais explorado, e o do Ledger apenas apareceu em um filme solo do Batman. Ainda assim, Ledger deixou sua marca nesse papel.

O roteiro do filme pode até ter algo bem clichê, do tipo “um homem que sucumbe a loucura e tem o desejo de desafiar aqueles acima dele, inspirando todos com sua loucura”, mas é algo que funcionou bastante.

O filme surpreendeu de forma extraordinária. E também pode conter umas referências no roteiro.

O elenco do filme está de parabéns, suas atuações são intocáveis.

O elenco conta com Joaquin Phoenix (Arthur Fleck), Frances Conroy (Penny Fleck), Robert De Niro (Murray Franklin), Brett Cullen (Thomas Wayne), Dante Pereira-Olson (Bruce Wayne), Douglas Hodge (Alfred), Zazie Beetz (Sophie) e Marc Maron (Ted Marco).

A trilha do filme está perfeita também.

É bom ou não é?

O filme promete ser tudo que diz do início ao fim e eu não esperaria menos de Joaquin Phoenix.

O filme é bom com todas as letras do alfabeto.

Meu veredito para esse filme: 10/10.

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